terça-feira, março 24, 2026

Autor: Redação

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Países tropicais irão se unir na pesquisa agropecuária: Tropicultura


Roberto Rodrigues na COP30 conversou com lideranças de países situados no cinturão tropical do planeta, faixa entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, incluindo áreas subtropicais, para a criação de um intercâmbio de tecnologia e pesquisa entre essas nações. E também com Sílvia Massruhá, presidente da Embrapa.

Roberto Rodrigues relembrou a criação do grupo Cairns, formado em 1986, para buscar a liberação do comércio agrícola mundial contra barreiras e protecionismos de blocos como a política agrícola comum europeia.

O Brasil e os países tropicais precisam união na ciência e tecnologia nas condições dos trópicos, pois relembrando Alysson Paolinelli, que afirmava que em cada bioma brasileiro existem dezenas de novas descobertas da ciência a serem realizadas para a segurança agropecuária.

“Durante a COP30 em um determinado dia eu fui convidado para ter uma conversa com a delegação da Austrália e eles fizeram uma referência elogiosa ao trabalho da ciência e tecnologia tropical desenvolvida no Brasil e gostariam de conhecer um pouco melhor. Então eu fiz uma proposta a eles. Vocês se lembram que há 25 anos havia o Cairns Group – Cairns é uma cidade na Austrália onde foi feito um grande acordo com os países exportadores agrícolas e tinha por objetivo civilizar ou reduzir o protecionismo dos países desenvolvidos. Funcionou muito bem e nós, inclusive, mais tarde criamos o G- 20 da agricultura também, quando eu era ministro da Agricultura, e participamos com frequência no Cairns Group. Então agora, conversando com os australianos, eu diria a eles para fazer um Technological Tropical Research Group, um grupo de pesquisa tropical e tecnologia juntando as entidades de pesquisa agronômica, veterinária, zootécnica, florestal, enfim tudo que fosse ligado ao agronegócio dos países tropicais onde entrariam Brasil, Austrália, Nova Zelândia, China, provavelmente Argentina, outros países da América Latina, México, e teria um intercâmbio de figuras tropicais na região Sul do planeta. Eles gostaram muito da ideia, disseram que iam conversar sobre o assunto e logo em seguida eu tive um encontro com a presidente da Embrapa, a Silvia Massruhá e passei também a mesma ideia, a mesma tese. Ela gostou muito do assunto e ficou de pensar e arredondar essa ideia e quem sabe montar um grupo de instituições de pesquisa e tecnologia agropecuária tropical, onde possamos trocar cientistas, estudos, estagiários, estudantes para podermos cada vez acrescentar mais informações tecnológicas aos países do sul do planeta”.

“Tropicultura”, expressão criada pelo economista Paulo Rabello de Castro, e iniciativa de uma Technological Tropical Research Group de Roberto Rodrigues, podem significar a extraordinária contribuição desta COP30 para o Brasil, as nações tropicais e para a segurança alimentar, energética, ambiental, climática e social do mundo. E com certeza terá impactos positivos na economia e renda de todos esses países também.

Parabéns Prof. Emérito da FGV, Dr. Roberto Rodrigues. Extraordinária visão e convocação!

José Tejon

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.


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saiba os riscos legais da atividade



A pulverização agrícola com drones representa uma solução eficiente e econômica para o uso de insumos, mas exige rigorosos cuidados e uma segurança jurídica adequada para evitar autuações e condenações.

Segundo Pedro Puttini Mendes, advogado e professor de direito ambiental, essa atividade pode ser classificada como potencialmente poluidora, e uma má condução pode resultar em deriva química, afetando áreas vizinhas, lavouras e criações.

Um caso recente julgado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul resultou na condenação de uma empresa agrícola ao pagamento de mais de R$ 230 mil em danos materiais, morais e ambientais, após a pulverização aérea atingir um apiário vizinho, causando a morte de centenas de abelhas por paralisia neurotransmissora. Essa decisão reforça a responsabilidade objetiva nas relações ambientais.

Saiba mais:

Para quem atua com a pulverização de drones ou contrata o serviço, ignorar as regras estabelecidas pelo Ministério da Agricultura e órgãos ambientais pode resultar em altos custos. As diretrizes essenciais visam proteger áreas sensíveis e evitar a deriva.

A gestão responsável do uso de drones é uma forma de proteção patrimonial, e tanto o produtor quanto o prestador de serviços devem focar em operar dentro das normas.

A tecnologia deve ser uma aliada da sustentabilidade, evitando novos conflitos e prejuízos. O uso consciente de drones na pulverização pode garantir uma produção agrícola mais eficiente e segura, desde que respeitadas as legislações pertinentes.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cotação do boi tem movimentos distintos nos estados



São Paulo tem 14 dias de estabilidade no boi gordo



Foto: Sheila Flores

De acordo com a análise divulgada na quarta-feira (26) pelo informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, “a cotação do boi gordo está estável em São Paulo”. Segundo o boletim, todas as categorias abriram o dia sem variações, após 14 dias consecutivos de estabilidade nos preços para machos e novilhas e oito dias para vacas. As escalas de abate estavam, em média, previstas para seis dias.

Em Alagoas, o informativo registrou que “todas as categorias tiveram alta de R$ 2,00 por arroba”, movimento que, segundo a consultoria, marcou o comportamento do mercado no estado.

Para Roraima, a Scot Consultoria informou que “a cotação não mudou na comparação dia a dia”, indicando manutenção dos preços no mercado regional.

No Rio de Janeiro, o levantamento apontou que “a oferta de bovinos estava enxuta”, o que, segundo a consultoria, sustentou as cotações no estado.

No Maranhão, a análise registrou que “a cotação da vaca e da novilha subiu R$ 2,00 por arroba”, enquanto o preço do boi gordo permaneceu estável, sem alteração em relação ao dia anterior.





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Presidente da Aprosoja-TO faz convite: ‘Esperamos todos para a Abertura da Colheita 25/26!’



A safra de soja 2025 terá seu início simbólico celebrado no dia 30 de janeiro, às 9h, durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO). O evento marca o início oficial da colheita da principal cultura agrícola do país e reforça o papel estratégico do Tocantins como uma das regiões mais promissoras para o avanço da produção nacional de grãos.

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Segundo a presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Schneider, receber a abertura nacional representa um marco para o estado e para o setor produtivo. “Tocantins é hoje um exemplo de produtividade, sustentabilidade e integração entre campo e cidade.” Segundo ela, sediar o evento “é reconhecer o trabalho de cada produtor que impulsiona o desenvolvimento do país e reafirmar o potencial do estado como protagonista do agro brasileiro.”

O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, também destaca a importância da escolha do Tocantins para sediar a cerimônia. “A cada safra, o Tocantins consolida sua importância na produção de soja e milho, com tecnologia, gestão e sustentabilidade.” Ele afirma ainda que “este evento é uma celebração ao esforço do produtor brasileiro e uma oportunidade de mostrar ao Brasil e ao mundo a força do nosso agro.”

A cerimônia será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais, permitindo que produtores e o público de todas as regiões acompanhem o início simbólico da colheita. A realização é do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink.

Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, a abertura nacional reforça a relevância econômica e social da soja para o Brasil e celebra o início da colheita de uma das culturas mais importantes do agronegócio brasileiro.



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Desemprego no Brasil fica em 5,4% no trimestre até outubro



A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em outubro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou no piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast e abaixo da mediana de 5,5%. O teto era de 5,7%.

Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,2%. No trimestre encerrado em setembro, a taxa de desocupação estava em 5,6%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.528 no trimestre encerrado em outubro. O resultado representa alta de 3,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 357,3 bilhões no trimestre até outubro, alta de 5,0% ante igual período do ano anterior.



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subemprego avança e afeta produção agroindustrial


A queda histórica do desemprego para perto de 5,5% vem sendo celebrada como sinal de pleno emprego. Mas essa leitura ignora o motor real dessa estatística, o subemprego. O país não está cheio de bons empregos, está cheio de pessoas ocupadas parcialmente, informalmente ou por necessidade, o que derruba a taxa de desemprego, mas distorce a dinâmica do mercado de trabalho.

O trabalhador subocupado não aparece como desempregado, mas também não está disponível para um emprego estável e integral. E é exatamente isso que explica a sensação generalizada de “apagão de mão de obra”: milhões de pessoas estão trabalhando um pouco, não necessariamente trabalhando bem ou de maneira fixa.

Nos centros urbanos, esse fenômeno gerou uma disputa agressiva por trabalhadores. Empresas flexibilizam jornada, abandonam 6×1, oferecem prêmios e bônus,  tudo para atrair alguém que hoje pode simplesmente fazer bicos, dirigir por aplicativo ou compor renda em atividades informais.

Mas para a agroindústria, o efeito é devastador. O setor depende de disponibilidade completa, rotina fixa, presença física e treinamento, exatamente o tipo de mão de obra que mais desaparece quando o subemprego cresce. O resultado já aparece em frigoríficos operando abaixo da capacidade, usinas sem gente para turnos completos e produtores incapazes de manter equipes estáveis.

O Brasil não sofre falta de pessoas. Sofre falta de trabalhadores dispostos ou disponíveis para empregos intensivos, presenciais e de jornada cheia,  pilar da agroindústria.

O pleno emprego, portanto, é mais aparência que realidade. É sustentado por ocupações precárias, que deram mobilidade ao trabalhador, mas desorganizaram setores que precisam de mão de obra estável. Se o país quiser manter a competitividade do agro, precisará atacar a raiz, qualificação, formalização, retenção no campo e maior mecanização.

Enquanto isso não acontecer, o Brasil continuará vivendo esse paradoxo: uma economia “cheia de gente trabalhando”, mas vazia de trabalhadores realmente disponíveis para sustentar os setores que mais importam.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


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Déficit na armazenagem de grãos nos EUA é o maior desde 2016



A oferta total de grãos no outono dos Estados Unidos, que considera os estoques em 1º de setembro mais a produção da nova safra de milho, soja e sorgo, é estimada em 25,66 bilhões de bushels (cerca de 660 milhões de toneladas). Conforme relatório o Departamento de Agricultura do país (USDA), o total está 10% acima da média de cinco anos.

Essa oferta e a capacidade total de armazenagem (dentro e fora das fazendas) sugerem um déficit de armazenagem de 184 milhões de bushels (cerca de 4,73 milhões de toneladas) nos Estados Unidos, o maior em nível nacional desde 2016, afirmou a agência.

Os estoques amplos em relação à capacidade de armazenagem colocam pressão adicional nos sistemas de manuseio e transporte de grãos. Iowa, Kansas, Dakota do Sul, Dakota do Norte, Nebraska e Minnesota tiveram menor espaço de armazenagem disponível neste outono em comparação com a média de cinco anos, disse o USDA.



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Plantio de soja e milho avança na Argentina, mas em ritmos diferentes



O plantio de milho da safra 2025/26 na Argentina alcançava na última semana 39,3% da área total projetada, informou a Bolsa de Cereais de Buenos Aires. Na semana, o avanço foi de 2 pontos porcentuais. Segundo a bolsa, os trabalhos ganharam ritmo com o início da janela de plantio de milho tardio no centro e no sul da área agrícola.

A parcela da safra de milho em condição boa ou excelente era de 82%, ante 76% na semana anterior, disse a bolsa, observando, porém, que cerca de 30% da área semeada no centro e no oeste da província de Buenos Aires ainda é afetada por excessos hídricos.

Soja em atraso

O plantio de soja cobria no período 36% da área estimada de 17,6 milhões de hectares, após um avanço de 11,4 pontos porcentuais na semana. Na comparação com a época correspondente do ano passado, há um atraso de 9 pontos porcentuais. Segundo a bolsa, excessos hídricos impedem o avanço da semeadura da soja de primeira safra no centro de Buenos Aires.

A bolsa disse que 62% da safra de soja apresentava condição boa ou excelente, em comparação a 70% na semana anterior.

Estimativa para o trigo

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires elevou em 1,5 milhão de toneladas sua estimativa para a produção de trigo na Argentina em 2025/26, para 25,5 milhões de toneladas. Caso a expectativa se confirme, a produção superará o recorde estabelecido na temporada 2021/22, de 22,4 milhões de toneladas. O rendimento médio nacional está em 3.590 quilos por hectare, em comparação com 2.990 quilos por hectare na semana anterior.

Segundo a bolsa, a colheita no país avançou 13,6 pontos porcentuais na última semana, para 33,9% da área apta. A bolsa disse também que os danos causados pelas geadas do fim de outubro nas lavouras foram menores do que o previsto, atenuados pelos “altos níveis de umidade”.



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Emater aponta avanço da semeadura de soja no RS, mas algumas regiões precisam replantar



O plantio da soja na safra 2025/26 avançou no Rio Grande do Sul nesta semana, impulsionado pelas condições favoráveis de clima. Segundo a Emater, 60% da área projetada, que soma 6,742 milhões de hectares, já está semeada. Na região de Erechim, aproximadamente 80% das lavouras estão implantadas, e as áreas já estabelecidas apresentam bom desenvolvimento inicial.

O outro lado

Apesar do cenário positivo, há relatos de perdas pontuais em áreas atingidas por granizo. Já na região de Ijuí, o trabalho de implantação está praticamente concluído nas pequenas propriedades, enquanto médios e grandes produtores finalizam os plantios.

Milho

Para o milho, a semeadura também segue acelerada e alcança 85% da área estimada. Do total já implantado, 58% das plantas estão em desenvolvimento vegetativo, 29% em fase de floração e 13% em enchimento de grãos. De acordo com a Emater, a cultura demonstra boas condições de desenvolvimento, com manutenção do potencial produtivo.

Arroz

No caso do arroz, a semeadura chega a 94% da área prevista pelo Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), equivalente a 920.081 hectares. A operação foi facilitada pela sequência de dias de tempo firme, que permitiu o acesso às áreas antes encharcadas e possibilitou a regularização dos trabalhos de preparo e plantio. As lavouras encontram-se nos estágios de germinação e desenvolvimento vegetativo, com tendência favorável para a continuidade da safra.



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AgroNewsPolítica & Agro

Frio deve persistir até o início do verão


O Brasil deve manter temperaturas abaixo da média na passagem de novembro para dezembro, segundo informações do Meteored. A tendência está associada à fase negativa da Oscilação Antártica, que favorece a entrada recorrente de massas de ar frio no país. “A atuação mais frequente dessas massas promete manter o cenário mais ameno em várias regiões”, informou a plataforma.

O verão meteorológico começa em 1º de dezembro, marcando o início do trimestre climatologicamente mais quente do ano. Apesar disso, o padrão mais frio deve persistir ao menos até a primeira semana do mês. Entre 1º e 24 de novembro, grande parte do território nacional registrou temperaturas entre 1°C e 2°C abaixo da climatologia, com maior destaque para o centro-sul. Estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, sul de Minas Gerais e sul da Bahia apresentaram anomalias negativas persistentes.

A previsão mais recente do modelo ECMWF, utilizado pela Meteored, aponta a manutenção desse comportamento entre 1º e 8 de dezembro. As áreas em azul nos mapas de anomalia indicam regiões com temperaturas inferiores à média, enquanto locais em branco representam normalidade e, em vermelho, valores acima do esperado. Para a próxima semana, Brasil Central e faixa norte devem registrar temperaturas entre 1°C e 3°C acima da média, enquanto o centro-sul e parte do leste do país tendem a permanecer mais frios.

A Meteored explicou que o fenômeno está diretamente relacionado à Oscilação Antártica (AAO), principal modo de variabilidade climática do Hemisfério Sul extratropical. “Ela descreve padrões de pressão e ventos que controlam a dinâmica de frentes frias e massas de ar frio que saem do Polo Sul”, explicou a publicação. O fenômeno alterna entre fases positiva e negativa, geralmente em ciclos de dez a quinze dias.

A fase negativa ocorre quando há aquecimento da coluna de ar sobre o Polo Sul, o que enfraquece o vórtice polar. Com isso, os ventos de oeste se reorganizam e se deslocam para latitudes mais baixas, permitindo a chegada mais frequente de frentes frias ao Cone Sul e ao Brasil. “Essa fase deve continuar predominando pelo menos até a primeira semana de dezembro”, informou o Meteored, justificando a manutenção das anomalias negativas justamente na virada do mês e no início do verão meteorológico.

 





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