segunda-feira, março 9, 2026

Autor: Redação

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Jacto aposta em tecnologia embarcada para tornar pulverização mais eficiente nas lavouras


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Foto: Divulgação

Com produtos e serviços alinhados com a demanda da agricultura brasileira, a Jacto anuncia novas tecnologias para auxiliar o produtor rural na busca por mais competitividade.

Reconhecida como líder mundial em pulverização, a multinacional de máquinas, soluções e serviços agrícolas apresenta ao mercado o sistema de estabilidade de barra BalanceControl em sua linha de pulverizadores Uniport, e o novo pulverizador tratorizado Advance 2000 AM24, entre outras inovações para elevar a eficiência operacional no campo em cada etapa do trabalho agrícola.

Com soluções em tecnologia embarcada, o objetivo é resolver gargalos operacionais e elevar a qualidade das aplicações. Com um portifólio amplo e integrado, a proposta é operar com inteligência e precisão, o que significa reduzir custos, ampliar margem e mitigar riscos e desperdícios inerentes à atividade.

Para acesso do agricultor junto às inovações e tecnologias de aplicação apresentadas, a empresa oferece condições diferenciadas de financiamento e consórcio. A intenção é disponibilizar máquinas e equipamentos em condições de aquisição, de acordo com o perfil de cada propriedade.

BalanceControl

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Foto: Divulgação

A tecnologia de estabilidade de barras na linha de pulverizadores Uniport, modelos 3030 e 4530, com barras de 32m e 36m, foi projetada para entregar melhor cobertura de produtos fitossanitários nas plantas, resultando em maior densidade de gotas por centímetro quadrado ao longo da faixa de aplicação.

O sistema também permite maior tempo de operação dentro da altura ideal de pulverização, reduzindo oscilações e proporcionando ganhos operacionais de até 30%.

A nova solução representa um avanço significativo ao combinar engenharia de precisão e inteligência operacional. O resultado é uma pulverização mais uniforme e estável, mesmo em terrenos irregulares.

Tecnologia patenteada pela Jacto como ‘BalanceControl’, o novo sistema é formado por soluções mecânicas, hidráulicas e eletrônicas que ajustam automaticamente a posição das barras em tempo real, conforme as variações do relevo.

Esse mecanismo permite que o movimento da máquina seja independente das barras, acionando o sistema apenas quando necessário, o que reduz o desgaste dos componentes e aumenta sua durabilidade.

Pulverizador tratorizado

Com barra de 24 metros, design compacto, corte automático de seções e gerenciamento inteligente da pulverização, o novo pulverizador tratorizado Advance 2000 AM24 foi projetado para atender pequenos e médios agricultores na busca por mais eficiência e redução de desperdícios.

Desenvolvido para atender a demanda crescente por equipamentos mais compactos e adequados aos mais diversos tipos de propriedades, o equipamento chama a atenção por reunir alta capacidade operacional com tecnologias avançadas de controle. O design compacto reduz amassamento e facilita manobras, ampliando as possibilidades para pequenos e médios produtores rurais.

O sistema Multicontrol gerencia toda a pulverização e mantém o volume correto de produto, mesmo quando a velocidade de operação varia. O equipamento conta com joystick para acionamento da barra, o que facilita os ajustes de altura e posicionamento, além de um display com comandos integrados que permite configurar o volume de aplicação de forma prática e intuitiva.

Expodireto Cotrijal

A Jacto está na Expodireto Cotrijal 2026, onde apresenta ainda suas soluções em adubação, plantio e agricultura digital.

No espaço, os visitantes poderão conferir demonstrações, conversar com especialistas e conhecer as tecnologias desenvolvidas para ampliar produtividade e eficiência nas lavouras.

Sobre a Jacto

A Jacto, multinacional brasileira de máquinas, soluções e serviços agrícolas, possui uma história de 78 anos, que começou com o seu fundador Shunji Nishimura, em 1948, na cidade de Pompeia (SP).

Atualmente, possui fábricas no Brasil, na Argentina, Alemanha, nos EUA e na Tailândia, linha de montagem na China, e centro de distribuição no México, Chile e na Nova Zelândia. Seus produtos são comercializados em mais de 110 países.

A Jacto oferece uma ampla linha de produtos de alta tecnologia que vai desde ferramentas para poda e pulverizadores portáteis, a máquinas de grande porte para pulverização, adubação, plantio, colheita de café e cana-de-açúcar, além de equipamentos, sistemas e serviços para limpeza e sanitização.

A empresa também oferece soluções e serviços para a agricultura de precisão e agricultura digital, propiciando uma produção cada vez mais sustentável.

A companhia é ainda parceira da Fundação Shunji Nishimura, a qual engloba um colégio de ensino infantil e fundamental, uma escola técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e uma Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec) com cursos inéditos voltados ao agronegócio.

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Cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras, aponta Dieese


cesta básica - 2022 - dieese - ebc
Foto: EBC

Em fevereiro, o custo médio da cesta básica subiu em 14 capitais brasileiras. Já no Distrito Federal e em outras 12 capitais do país, a cesta básica ficou mais barata.

É o que aponta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Estado do nordeste teve a maior variação

A maior elevação ocorreu em Natal, onde o custo médio da cesta variou 3,52%. Em seguida estão João Pessoa (2,03%), Recife (1,98%), Maceió (1,87%), Aracaju (1,85%) e Vitória (1,79%). Já a maior queda ocorreu em Manaus, que apresentou variação negativa de 2,94%, seguida por Cuiabá (-2,10%) e Brasília (-1,92%).

Quando se considera o acumulado do ano, 25 cidades tiveram alta, enquanto o restante apresentou queda. As maiores elevações ocorreram no Rio de Janeiro (4,41%), Aracaju (4,34%) e Vitória (3,98%). Por outro lado, Florianópolis (-0,47%) e Brasília (-0,30%) foram as capitais que tiveram queda.

Um dos principais responsáveis pelo aumento no preço da cesta no mês passado foi o feijão, que apresentou alta em 26 unidades federativas, com exceção de Boa Vista, onde houve queda de 2,41% no preço do quilo. 

Em Campo Grande, o quilo do feijão teve uma variação positiva de 22,05%. Segundo os pesquisadores, a alta no preço se deve à oferta restrita, devido às dificuldades de colheita e menor área de produção em relação ao ano passado.

A carne bovina de primeira apresentou alta de preços em 20 cidades, resultado de uma menor disponibilidade de animais prontos para o abate e do bom desempenho das exportações, que mantiveram a carne bovina valorizada.

Cesta mais cara do país

Em fevereiro, a capital que apresentou a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 852,87, seguida por Rio de Janeiro (R$ 826,98), Florianópolis (R$ 797,53) e Cuiabá (R$ 793,77).

Já nas capitais do Norte e do Nordeste do país, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 562,88), Porto Velho (R$ 601,69), Maceió (R$ 603,92) e Recife (R$ 611,98).

Com base na cesta mais cara do país, que em fevereiro foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o valor vigente no mês passado deveria ser de R$ 7.164,94 ou 4,42 vezes superior ao mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621,00.

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Produtor pode transformar soja que não vingou em silagem; veja como


Reprodução Aprosoja RS

A instabilidade climática em 2026 tem desafiado agricultores em todo o país. Para a produtora Suzana Garcia, de Araguaína (TO), a silagem de soja é uma solução estratégica para enfrentar a perda da safra de grãos por conta de veranicos ou excesso de chuvas.

O zootecnista Edson Poppi afirma que transformar a lavoura não aproveitada em alimento para o gado é uma forma inteligente de recuperar o capital investido e garantir uma fonte proteica de qualidade.

Para que a soja se torne uma silagem de qualidade, o monitoramento do campo é fundamental. O ideal é colher a planta com trinta por cento de matéria seca. A soja possui um alto “poder tampão”, o que significa que resiste à queda de pH necessária para a conservação. Poppi destaca que o manejo técnico deve ser rigoroso.

Confira:

Alternativa em emergência

Respondendo à dúvida de Suzana, Poppi confirma que a silagem em sacos plásticos, conhecida como silo bolsa ou bag, é uma excelente alternativa, especialmente para propriedades menores. A silagem de soja atua como um “concentrado volumoso” devido ao seu alto teor de proteína, sendo superior às silagens tradicionais de milho ou sorgo nesse aspecto.

Em anos de quebra de safra, transformar a planta em carne ou leite é a melhor estratégia para evitar prejuízos totais. A silagem de soja é uma saída de emergência de alto valor, mas exige cuidado na vedação e agilidade no processo. É a tecnologia transformando a crise climática em uma reserva alimentar de qualidade.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Morre o pecuarista Edgard Ramos, pioneiro da raça tabapuã no Rio de Janeiro


Edgard Ramos da Silva Rego Júnior
Foto: divulgação/ABCZ

O pecuarista Edgard Ramos da Silva Rego Júnior morreu no último sábado (7). Ele era associado à Associação Brasileira dos Criadores de Zebu desde março de 1998 e foi um dos pioneiros da pecuária zebuína no estado do Rio de Janeiro.

Edgard se tornou o primeiro criador da raça Tabapuã no estado e também se destacou na produção de leite a partir do trabalho de seleção com a raça Gir Leiteiro.

O velório foi realizado nesta segunda-feira (9), na Capela Memorial do Crematório Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro.

Em nota, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu manifestou solidariedade à família e aos amigos.

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Colheita de soja é a mais lenta das últimas cinco safras, diz AgRural


Caminhão durante a colheita de soja
Foto: Canal Rural Mato Grosso

A área cultivada com soja no Brasil na safra 2025/26 estava 51% colhida até quinta-feira passada (5) em comparação com 39% uma semana antes e 61% um ano atrás, de acordo com levantamento da AgRural. Mesmo com o bom avanço registrado na semana, a colheita manteve-se como a mais lenta desde a safra 2020/21.

Com março em curso e Mato Grosso entrando na reta final da colheita, as atenções agora estão mais voltadas para a definição da safra nas áreas de calendário mais tardio, que têm sofrido ou com falta de chuva, ou com excesso.

No Rio Grande do Sul, o temor é de que novos cortes de produtividade ocorram por causa da estiagem. No Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia), os grandes volumes de chuva dificultam a colheita e ameaçam a qualidade dos grãos em parte das lavouras.

Plantio do milho

O plantio da safrinha de milho 2026 alcançava na quinta passada 82% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, em comparação com 66% uma semana antes e 92% no mesmo período do ano passado, segundo dados da AgRural.

Apesar dos esforços dos produtores para acelerar as máquinas e não estender os trabalhos para muito além da janela ideal, o ritmo da região ainda é o mais lento desde 2022. Além disso, existe preocupação em alguns pontos do Paraná e de Mato Grosso do Sul por causa da falta de umidade.

O milho verão 2025/26 estava 42% colhido no Centro-Sul do Brasil até quinta passada, em comparação com 36% na semana anterior e 54% um ano atrás.

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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil registra recordes na suinocultura em 2025


O desempenho da suinocultura brasileira em 2025 registrou novos recordes de produção, exportação, importação e disponibilidade interna de carne suína. As informações constam no Boletim Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab).

De acordo com o Departamento de Economia Rural, os resultados consideram os primeiros dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e informações do sistema Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Segundo o boletim, “o desempenho da suinocultura brasileira em 2025 foi marcado pelo estabelecimento de novos recordes na atividade”.

Em 2025, a produção nacional alcançou 5,598 milhões de toneladas de carne suína, volume 4,5% superior ao registrado em 2024, que até então detinha o recorde da série histórica iniciada em 1997. O resultado foi obtido a partir do abate de 60,15 milhões de suínos, número 3,4% maior que o do ano anterior e também o maior já registrado.

Do total produzido, cerca de 1,471 milhão de toneladas foram destinadas ao mercado externo, o equivalente a 26,3% da produção nacional. As exportações cresceram 12,7% em relação a 2024, estabelecendo um novo patamar para o setor.

O levantamento também aponta que as importações de carne suína atingiram 22,853 mil toneladas, o maior volume já registrado. O total corresponde a 0,4% da produção nacional e representa aumento de 18,3% em relação ao ano anterior, superando em 1,1% o recorde anterior, alcançado em 2022. Do volume importado, 95,2% corresponderam a miudezas, 4,5% a carne suína in natura e 0,3% a carne suína industrializada.

A disponibilidade interna chegou a 4,150 milhões de toneladas, também o maior volume da série histórica. O resultado representa aumento de 2,0% em comparação com 2024 e de 0,9% frente ao recorde anterior, registrado em 2023.

Segundo o boletim do Departamento de Economia Rural, as perspectivas para 2026 indicam a possibilidade de novos recordes, especialmente na produção e nas exportações de carne suína, mantendo a trajetória de crescimento do setor.





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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores intensificam colheita de mandioca


A cultura da mandioca segue em desenvolvimento e colheita em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área cultivada soma 6.329 hectares, com produtividade inicial estimada em 17.052 quilos por hectare. Segundo o informativo da Emater/RS-Ascar, “a cultura apresenta bom desenvolvimento, plantas sadias e manejo adequado nas áreas cultivadas”. A colheita avança gradualmente e já alcança cerca de 15% da área.

Ainda conforme o levantamento, a qualidade do produto destinado ao consumo é considerada adequada, enquanto os produtores mantêm o controle de plantas invasoras nas lavouras. As agroindústrias que processam mandioca descascada e congelada operam com estoques considerados satisfatórios, com preços de R$ 7,50 por quilo.

Na comercialização direta ao consumidor, a mandioca com casca é vendida a cerca de R$ 6,00 por quilo. Já o produto descascado varia entre R$ 8,00 e R$ 12,00 por quilo, dependendo do ponto de venda. Também há oferta de produtos congelados oriundos de unidades familiares, com preços entre R$ 5,50 e R$ 7,00 por quilo.

Na região administrativa de Soledade, a cultura encontra-se nas fases de desenvolvimento vegetativo e formação de raízes. O início da colheita já foi registrado em áreas com variedades de ciclo precoce.

Na região de Lajeado, no município de Cruzeiro do Sul, a mandioca está em fase de colheita e comercialização. De acordo com o informativo da Emater/RS-Ascar, houve leve atraso em relação ao ano anterior, e a colheita deve se intensificar ao longo deste mês conforme o ritmo das vendas. O levantamento aponta ainda que as plantas apresentam desenvolvimento regular e sanidade nas áreas cultivadas. O preço recebido pelo agricultor está em torno de R$ 40,00 por caixa de 22 quilos.





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Selo federal abre mercado nacional para queijos e ovos de Araçatuba


Queijos
Foto: Divulgação/Mapa

A integração do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) de Araçatuba (SP) ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), abre novos mercados para agroindústrias locais.

A portaria que oficializa a adesão foi publicada na última segunda-feira (2). Com a equivalência ao sistema federal, produtos de origem animal inspecionados pelo município passam a poder ser comercializados em todo o território nacional.

Atualmente, o SIM de Araçatuba conta com 13 empresas registradas, das quais duas já receberam autorização para vender fora dos limites do município: um laticínio e uma granja de ovos.

Segundo o superintendente do Ministério da Agricultura em São Paulo, Estanislau Steck, a integração ao Sisbi-POA tem sido incentivada junto às prefeituras por ampliar oportunidades de mercado para agroindústrias locais, além de estimular geração de emprego, renda e arrecadação municipal.

A auditora fiscal federal agropecuária, Amélia Cristina Cruz da Silva Teixeira, que acompanha os processos de adesão no estado, orientou as equipes envolvidas na estruturação do sistema em Araçatuba.

Processo de adequação

O veterinário do SIM de Araçatuba, Rafael Silva Cipriano, explica que o processo de mobilização para atender às exigências do sistema começou em 2016, com mudanças na legislação municipal.

Pouco antes da pandemia, a prefeitura identificou a possibilidade de integração ao Sisbi-POA, mas o avanço foi interrompido pelas restrições daquele período.

Os trabalhos foram retomados em 2023, com a publicação da lei que instituiu o SIM conforme as exigências do sistema nacional. Equipes do município também visitaram São José do Rio Preto (SP), que já integra o Sisbi, para conhecer o funcionamento do modelo.

A partir disso, foram realizadas as adequações necessárias na estrutura do serviço e nos estabelecimentos que buscavam a certificação.

Expansão das agroindústrias

Uma das empresas habilitadas é um laticínio familiar que produz diferentes tipos de queijos. De acordo com um dos proprietários, a estrutura da unidade passou por adaptações para atender às exigências sanitárias, incluindo a instalação de novas câmaras frias e a reorganização do fluxo de produção.

Hoje, a atividade envolve 13 pessoas, entre familiares e funcionários, desde a produção de leite até a fabricação, venda e entrega dos queijos. A expectativa inicial é ampliar a comercialização para cidades da região.

A outra empresa autorizada é uma granja de ovos. A responsável técnica, Aline Carvalho, afirma que a intenção também é expandir o mercado, embora a produção esteja limitada no momento pela falta de matrizes.

Atualmente, cinco funcionários atuam na produção de ovos, que são vendidos em loja própria e distribuídos para mercados, padarias e restaurantes da cidade. A granja foi fundada na década de 1950 por imigrantes japoneses.

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Milho segue em alta, apesar de possíveis impactos da guerra no Oriente Médio


De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.
De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.

O preço do milho segue em alta nesse inicio de mês na região de Campinas. Apesar da alta demanda no mercado, alguns produtores não estão com pressa para realizarem vendas no período. Isso ocorre pois suas atenções estão voltadas para a colheita e novo plantio, visto que estamos no fim da primeira safra anual e iniciando a segunda. Indicadores de mercado mostram que valores chegam a R$ 70/saca, valor que não era registrado desde dezembro de 2025.

Pesquisadores do Cepea relatam que em outras regiões os valores também vem de crescentes, principalmente em locais onde o consumo do grão é grande. Zonas em que a produção de soja vem sendo o foco, elevação de cotações também ocorre.

No Sul, a situação é oposta

Na parte mais baixa do país, os preços seguem caindo. O motivo decorre da grande oferta de milho da região. O local ficou marcado no inicio do ano como o maior produtor dessa primeira safra. Outro fator que influencia na queda de valores é fato das colheitas estarem adiantadas no território sulista.

De olho no Oriente Médio

O conflito no Oriente Médio tem deixado agentes consultados pelo Cepea em alerta. Principal importador do milho brasileiro em 2025, o Irã consumiu 9 milhões de toneladas no ano passado. Apesar da preocupação, as exportações do cereal costumas se intensificar apenas no segundo semestre do ano, então os impacto ainda são pequenos nesse momento.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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