sexta-feira, março 20, 2026

Autor: Redação

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Ciclone extratropical traz riscos para regiões agrícolas durante o final de…


Fenômeno meteorológico deve atingir vários estados entre quinta-feira e domingo, trazendo riscos de chuvas intensas

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Um ciclone extratropical irá se formar na América do Sul e passará por diversas regiões agrícolas do Brasil entre quinta-feira e domingo. Segundo Maria Clara Sassaki, meteorologista da Tempo Ok, a formação do ciclone atinge primeiramente países vizinhos, como Uruguai, Paraguai e Argentina. No Brasil, a primeira região a ser atingida será a oeste do Rio Grande do Sul. “Entre quinta e sexta-feira, a área de instabilidade vai se movimentando pelo estado gaúcho. No mapa (abaixo), quanto mais vermelho, maior é o risco de chuva forte”, comenta Sassaki.

De sexta para sábado, a tempestade tende a se movimentar e atingir áreas de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No domingo, o ciclone segue rumo ao oceano, reduzindo as instabilidades pelo país. No entanto, ainda pode gerar condições de mar agitado e prejudicar áreas portuárias do Sudeste e da região Sul. “Dessa forma, o alerta maior fica para esse período entre sexta e sábado. No final do sábado, as chuvas já vão reduzindo até que o ciclone se afaste e as chuvas se tornem mais pontuais”, explica Sassaki.

No entanto, até chegar a esse momento, as condições serão instáveis, com rajadas de vento, raios e possibilidade de granizo. “Pontualmente, os volumes são muito elevados e podem provocar transtornos, especialmente no Rio Grande do Sul. Conforme o sistema avança, as áreas do Sudeste e do Centro-Oeste também passarão por momentos de grande instabilidade”, detalha a meteorologista.

Veja na sequência das imagens, como será o avanço do ciclone pelo Brasil:

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Fonte:

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Safra de pêssego avança no Rio Grande do Sul



Emater aponta avanço da colheita



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (27) aponta avanço na colheita do pêssego em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com oferta crescente nos mercados e variações de preço conforme calibre e destino da fruta.

Na região administrativa de Caxias do Sul, a Emater informa que “já há boa quantidade de frutas aos consumidores”, com preços mais acessíveis em função do aumento da oferta. Apesar disso, produtores relatam dificuldades na comercialização. A colheita segue concentrada nas variedades BRS Kampai, PS 25399 (cedo), Chimarrita, Fascínio, Serenata, White Delight e Charme, que registram “bom volume de produção” e preço médio de R$ 6,40/kg no Ceasa/Serra. Os frutos menores são vendidos a R$ 5,00/kg. A colheita de nectarina das variedades Mexicana, Bruna e Mina também começou, com valores semelhantes aos do pêssego.

Na região de Pelotas, foram colhidas as cultivares precoces Citrino e Bonão, descritas no boletim como de “excelente rendimento e qualidade”. A maturação uniforme deve concentrar a colheita em poucos dias. As variedades de ciclo médio apresentam desenvolvimento e sanidade dentro do esperado, e os produtores mantêm os tratamentos fungicidas preventivos. Há expectativa positiva caso a distribuição de chuvas permaneça regular até o fim da safra.

A Emater destaca que a mosca-das-frutas, principal praga da cultura, está sob controle com o uso de iscas tóxicas monitoradas por armadilhas. Mesmo assim, produtores manifestam insatisfação com os preços pagos pela indústria, que permanecem em R$ 2,10/kg para pêssegos tipo I e R$ 1,85/kg para tipo II, motivando mobilizações do setor.





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‘Crise no leite é longa, mas não chegamos no fundo do poço’, diz membro da Farsul



O produtor de leite brasileiro enfrenta baixas sucessivas nos preços e muitos veem um cenário de crise formado no setor. Em outubro, a cotação considerada a “Média Brasil” fechou com recuo de 5,9%, com o litro em R$ 2,2996. O resultado marca o sétimo mês seguido de queda, com desvalorização de 21,7% no ano, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Para Allan Tormen, produtor de leite do Rio Grande do Sul, porém, as dificuldades observadas neste momento não são novidade e demandam resiliência. Em entrevista ao Canal Rural, o presidente do Sindicato Rural de Erechim e coordenador da Comissão de Leite e Derivados da Farsul detalhou os principais movimentos e desafios atuais envolvendo a cadeia produtiva.

Quando a produção global aumenta, os principais players aumentam juntos

Tormen explica que a pressão nas cotações do leite se dá pela maior disponibilidade do produto no mercado interno. Além disso, as importações também vêm ganhando força. A oferta elevada, entretanto, não fica restrita somente ao Brasil, que segundo ele deve aumentar a produção em cerca de 8% em 2025.

“Hoje, os grandes blocos estão aumentando produção: Nova Zelândia, os quatro países do Mercosul (Brasil, Argentina, Chile e Uruguai) e os Estados Unidos. Então há maior oferta mundial, o que pressiona os preços nos mercados importadores”, afirma.

Falta poder de barganha e consolidação no setor

Na avaliação de Tormen, um dos pontos mais sensíveis é a “falta de poder de barganha” no setor, tanto para produtores quanto indústrias. “A indústria vê o produtor como fornecedor. Se o volume e a qualidade são interessantes, ela não quer perder. Então valoriza fornecedores-chave”, explica.

Somado a isso, na visão dele, falta consolidação de mercado e a indústria acaba priorizando os fornecedores que conseguem negociar melhor. Mas como seria feita essa reestruturação?

“Quem vai fazer isso é o mercado. Enquanto muitos produtores saem da atividade, outros podem não estar ganhando o que gostariam, mas vão sair vivos e em melhores condições para o próximo ciclo”, afirma. Só que o diagnóstico feito por ele é que o setor tem espaço para reagir. Isso porque ciclos de crise abrem oportunidades para propriedades mais estruturadas e a consolidação tende a trazer um ambiente mais previsível.

Ao ser perguntado sobre o tipo de crise que o setor leiteiro enfrenta atualmente, Tormen é categórico ao afirmar que o caminho é longo e tende a se agravar. “É uma crise longa, mas não chegamos ao fundo do poço”, diz. Ele reforça que o futuro depende de mudanças econômicas, políticas e de comportamento por parte dos produtores.

O que o produtor de leite pode esperar?

Para Tormen, a saída passa por profissionalização e organização. Ele defende que o setor precisa avançar em modelos contratuais que deem previsibilidade para produtores e indústrias, reduzindo a volatilidade típica do mercado. “Sem informação e sem um acordo claro, ninguém consegue tomar decisões assertivas”, resume.

O membro da Farsul lembra que crises anteriores já forçaram mudanças profundas na cadeia e que o momento atual não é diferente. Se de 12 meses, sete foram de queda no preço do leite, o produtor tem que estar preparado para negociar. “Ele vai ter que olhar para o que está acontecendo no mundo e pensar o negócio dele no médio e longo prazo”, alerta. Ferramentas de gestão, seguro rural mais robusto e diálogo entre os elos da cadeia são, segundo ele, essenciais para atravessar o ciclo negativo.

Mesmo reconhecendo que o cenário deve continuar pressionado nos próximos meses, Tormen afirma que propriedades estruturadas podem sair fortalecidas. Para ele, entretanto, o desafio é transformar a atividade em um negócio sustentável, com foco em eficiência, custo e estratégia de longo prazo. “Fica no mercado quem produz o que o cliente quer comprar, com o preço que o mercado diz que é o justo”, conclui.



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Diagnóstico técnico orienta manejo mais eficiente da soja



O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto


O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto
O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto – Foto: Pixabay

A identificação detalhada das condições do campo tem papel central na definição de estratégias de manejo mais eficientes e duradouras. Segundo o engenheiro agrônomo Marcos Diones Sousa, uma avaliação recente apontou a presença de plantas daninhas perenes, sinal de falhas anteriores e de que o controle precisa ser mais direcionado. Ele observa que esse tipo de ocorrência exige o uso de herbicidas sistêmicos ou misturas específicas aplicadas no momento adequado, medida essencial para evitar rebrote e aumentar a eficiência operacional.

O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto e fortalecer a cobertura vegetal, prática que contribui para diminuir a reinfestação e o banco de sementes. Para o agrônomo, a análise criteriosa, apoiada em conhecimento técnico e visão comercial ajustada à realidade do produtor, é o caminho para elevar a consistência do manejo.

Sua experiência no setor reforça a ideia de transformar informação técnica em resultados práticos. Isso envolve identificar corretamente os desafios presentes na área, propor soluções que combinem tecnologia, manejo e viabilidade econômica, garantir eficiência no controle dentro do sistema produtivo e orientar decisões que influenciam diretamente a rentabilidade. 

Ele destaca que o manejo inteligente depende de diagnóstico preciso, planejamento estruturado e acompanhamento contínuo. Cada visita ao campo passa a ser vista como uma oportunidade de antecipar problemas, ajustar estratégias e converter dados em soluções aplicáveis. As informações foram divulgadas em seu perfil no LinkedIn.

 





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Aprovações do BNDES a exportadores atingidos pelo tarifaço chegam a quase R$ 10 bi



O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 9,72 bilhões em créditos do Plano Brasil Soberano para empresas afetadas pela nova política tarifária imposta pelo governo dos Estados Unidos.

De acordo o presidente da instituição, Aloizio Mercadante, esse valor representa 717 operações, sendo 171 com grandes empresas e 546 com micro, pequenas e médias.

“O Plano Brasil Soberano foi uma importante determinação diante do tarifaço unilateral do governo Trump e contribuiu para proteger os empregos e ampliar a resiliência das empresas e da indústria nacional atingida. Com quase R$ 10 bilhões aprovados, mais uma vez, o BNDES foi fundamental para a execução dessa exitosa política pública”, avaliou.

Os estados mais beneficiados até o momento são: São Paulo (R$ 2,96 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 1,33 bilhão), Santa Catarina (R$ 1,26 bilhão) e Paraná (R$ 1,08 bilhões).

No recorte por setor, a indústria de transformação lidera com R$ 7,8 bilhão. Na sequência, aparecem comércios e serviços (R$ 1,21 bilhão), agropecuária (R$ 557,13 milhões) e indústria extrativa (R$ 153,47 milhões).

Novos recursos

A demanda por novos recursos permanece elevada, diz o banco, em nota. Desde 21 de novembro, quando foi aberta uma nova consulta de elegibilidade para fornecedores e empresas exportadoras, 267 protocolos foram criados. A soma do crédito demandado nas diversas linhas disponíveis alcança R$ 4,55 bilhões.

O Plano Brasil Soberano foi lançado em agosto por meio da Medida Provisória 1309/2025, em resposta ao tarifaço implementado pelos Estados Unidos. Uma das medidas previstas é a concessão de R$ 40 bilhões em crédito via BNDES.

As primeiras aprovações ocorreram em setembro. No mês passado, o governo americano anunciou alguns recuos, retirando carne bovina, tomates, café, bananas e outros produtos agrícolas brasileiros da lista de mercadorias afetadas pela sua nova política.

“Apesar da redução das tarifas, a maior parte da indústria brasileira ainda conta com 40% de sobretaxa adicional”, observou o diretor de Planejamento e Relações Institucionais​​ do BNDES, Nelson Barbosa.

Nova consulta de elegibilidade

A nova consulta de elegibilidade foi aberta após uma mudança nos critérios para acesso ao crédito. Inicialmente, foram disponibilizados R$ 30 bilhões provenientes do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para empresas que foram impactadas por uma tarifa de 50% e cujo faturamento bruto com exportações aos Estados Unidos fosse igual ou superior a 5% do total apurado entre julho de 2024 e junho de 2025.

Os outros R$ 10 bilhões, envolvendo recursos próprios do BNDES, foram alocados para a concessão de crédito a empresas que exportam produtos atingidos com tarifas menores que 50%.

Alterações foram anunciadas pelo governo no início do mês passado e formalizadas por meio da Portaria 21 dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Passaram a ter acesso ao crédito as empresas cujo faturamento bruto com exportações aos Estados Unidos fosse igual ou superior a 1% do total apurado entre julho de 2024 e junho de 2025. Além disso, o apoio aos exportadores foi estendido também aos seus fornecedores. Cabe a Receita Federal, juntamente com o MDIC, informar ao BNDES quais são as empresas elegíveis.

*Informações da Agência BNDES



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Mato Grosso amplia exportação de carne bovina para Ásia em 40%



Mato Grosso ampliou em 39,4% os embarques de carne bovina para a Ásia entre janeiro e outubro de 2025, na comparação com igual período de 2024, informou o Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) em nota.

O estado enviou cerca de 458 mil toneladas de proteína bovina para 12 países asiáticos. Neste ano, 60,6% de toda a carne exportada pelos pecuaristas mato-grossenses teve como destino o continente, participação maior que os 52,2% registrados em 2024.

“A Ásia é hoje o principal motor de crescimento para as exportações de carne bovina e Mato Grosso está muito bem posicionado para atender essa demanda”, disse, em nota, o diretor de Projetos do Imac, Bruno de Jesus Andrade.

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A China continua como o principal destino. De janeiro a outubro de 2025, os chineses compraram 413,6 mil toneladas, acima das 284,1 mil adquiridas no igual intervalo de 2024.

A Indonésia teve o salto mais expressivo: passou de apenas 250 toneladas em 2024 para 3,1 mil toneladas nos dez primeiros meses de 2025, alta de 1.160%.

Além desses mercados, Mato Grosso também ampliou embarques para Macau, Hong Kong, Filipinas, Timor-Leste, Cingapura, Malásia, Camboja, Maldivas, Casaquistão e Turcomenistão.



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Busca por eficiência na pecuária leva produtores a repensarem o manejo de pastagens



No norte de Mato Grosso, pecuaristas têm buscado novas formas de aumentar a produtividade e reduzir custos no campo. Em Nova Bandeirantes, a fazenda do pecuarista, Henrique Della Rosa, se tornou um exemplo desse movimento ao adotar um sistema de manejo de pastagens mais estratégico, aliado à terminação intensiva a pasto (TIP) e ao uso de tecnologias que otimizaram as operações.

Della Rosa trabalha há cerca de 10 anos com recria e engorda, sempre com foco em melhorar o desempenho do rebanho. O avanço começou com o entendimento de que fatores como tamanho dos piquetes, distância até a água e acesso ao coxo influenciam diretamente no resultado. O sistema de pastejo rotacionado, aprimorado ao longo do tempo, abriu caminho para o próximo passo.

Nos últimos dois anos, a fazenda entrou em uma nova fase com a implementação da terminação intensiva a pasto. O processo envolveu a instalação de uma fábrica de ração, aquisição de carregadeira, distribuidor e outros equipamentos que permitiram maior agilidade e precisão na distribuição do alimento. “A ideia é melhorar a logística e garantir máxima eficiência no ganho de peso”, explicou o produtor.

A propriedade foi dividida em 24 módulos, cada um com setores que reúnem até quatro remangas e de nove a 12 piquetes, com áreas de 5 a 8 hectares. O grande diferencial está no uso do coxo de autoconsumo, que dispensa o manejo diário. A tecnologia, pouco difundida até então, foi testada e adaptada pela equipe.

O resultado foi uma redução significativa na frequência de trato. “Num período de 100 a 120 dias de engorda, visitamos o coxo apenas 25% dos dias, ou seja, duas vezes por semana”, destaca Della Rosa.

Pecuária além da porteira

Além da pecuária, a fazenda mantém áreas de teca e mogno-africano desde 2014. O sistema integrado oferece sombra ao gado e gera renda complementar, embora não seja o foco principal do negócio.

A grande virada, no entanto, veio quando a família passou a olhar a pecuária para além da produção. Após 25 anos concentrados em índices zootécnicos, os últimos cinco foram dedicados a entender melhor a comercialização.

“Isso fez a gente entender que você pode ser o melhor nos índices zootécnicos, mas se você estiver comprando a categoria de animal errada e na hora errada, os seus resultados serão comprometidos. Ou seja, a produção não superará o comércio”, afirma Della Rosa.

Segundo o consultor do programa Fazenda Nota 10 reforça que gestão, números e estratégia são cada vez mais indispensáveis, avaliar custos, margens e produtividade se tornou rotina obrigatória. “O pecuarista precisa conhecer seus números, como está o seu negócio. Olhar para a pastagem, produtividade, saúde e bem-estar animal”, destaca.



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confira como o mercado estreou dezembro



O mercado físico do boi gordo abre a semana apresentando preços em predominante acomodação. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitas indústrias permanecem ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no restante da semana.

“Vale mais uma vez mencionar que a expectativa de demanda para o mês de dezembro é favorável, com o consumo no mercado doméstico em seu ápice e com um forte ritmo de embarques, com a retomada das vendas aos Estados Unidos como ponto forte em um momento em que a demanda chinesa costuma não ser tão intensa”, ressaltou.

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 322,33
  • Goiás: R$ 314,11
  • Minas Gerais: R$ 317,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,52
  • Mato Grosso: R$ 299,73

Mercado atacadista

O mercado atacadista volta a se deparar com acomodação em seus preços no decorrer da segunda-feira.

“O ambiente de negócios ainda sugere pela alta dos preços no curto prazo, em linha com o ótimo potencial de consumo durante o último bimestre. Cortes do traseiro apresentam maior potencial de valorização nesse período do ano pelo perfil de consumo”, detaha Iglesias.

  • Quarto traseiro: segue a R$ 25,50 o quilo;
  • Quarto dianteiro: ainda está a R$ 1900 por quilo;
  • Ponta de agulha: se mantém a R$ 18,50 por quilo.

Já o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,44%, sendo negociado a R$ 5,3585 para venda e a R$ 5,3565 para compra



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Alta ou queda? Saiba as cotações de soja na primeira segunda-feira de dezembro



O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucas novidades nesta segunda-feira (1°). De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, preços melhoraram em algumas praças, mas foram movimentos pontuais. Ele acrescenta que as melhores indicações apareceram no porto, com pagamento no final de dezembro e janeiro, porém sem grandes ofertas efetivas.

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Segundo Silveira, o produtor continua segurando o que resta da soja disponível, enquanto a safra nova segue com vendas muito lentas. “O dólar subiu e Chicago caiu mais forte, mas os prêmios ajustaram esse movimento, deixando os preços do spot praticamente estáveis”, avaliou.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 136,00 para R$ 137,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 137,00 para R$ 138,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 124,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 126,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 127,00 para R$ 128,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 143,00 para R$ 144,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta segunda-feira (1°) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O cenário de ampla oferta mundial da commodity e as dúvidas sobre o ritmo das compras chinesas pressionaram as cotações na abertura da semana, com agentes realizando lucros acumulados recentemente.

O mercado segue cético quanto à possibilidade de a China encerrar o ano com a aquisição de 12 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos, conforme o acordo anunciado entre Pequim e Washington no final de outubro. As compras aumentaram, mas ainda aquém do necessário, enquanto a soja sul-americana mantém alta competitividade.

As exportações líquidas norte-americanas de soja na temporada 2025/26 somaram 1,449 milhão de toneladas na semana encerrada em 23 de outubro, segundo o USDA. As inspeções de exportação atingiram 920.194 toneladas na semana encerrada em 27 de novembro.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão para janeiro recuaram 9,75 centavos (0,85%), fechando a US$ 11,28 por bushel. O mês de março terminou a US$ 11,38 por bushel, queda de 8,00 centavos (0,69%).

Nos subprodutos, o farelo para janeiro caiu US$ 4,10 (1,28%), a US$ 314,60 por tonelada. O óleo para janeiro subiu 0,31 centavo (0,59%), fechando a 52,36 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,44%, cotado a R$ 5,3585 para venda e R$ 5,3565 para compra, oscilando entre R$ 5,3277 e R$ 5,3617 ao longo da sessão.



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