sexta-feira, maio 1, 2026

Autor: Redação

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São Paulo interdita bares em regiões nobres por suspeita de intoxicação de bebida por metanol



As Vigilâncias Sanitárias do estado e do município de São Paulo, em parceria com a Polícia Civil, interditaram dois bares localizados nos bairros dos Jardins e da Mooca, na capital paulista, na terça-feira (30). A ação ocorre após o registro de casos suspeitos de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas adulteradas. Em São Bernardo do Campo, outro bar também foi fechado.

Durante a fiscalização nos bares da capital, foram apreendidas mais de 100 garrafas sem rótulo e sem comprovação de procedência. Já no ABC, garrafas de bebidas foram recolhidas e encaminhadas para perícia policial.

Além desses casos, um minimercado no bairro Planalto Paulista, zona sul da capital, foi alvo de fiscalização, com a apreensão e interdição de mais de 40 garrafas de uísque, gim e vodca. O responsável pelo estabelecimento foi conduzido à delegacia. No M’Boi Mirim, uma distribuidora também teve a comercialização de bebidas alcoólicas parcialmente interditada.

Gabinete de crise

O governo paulista confirmou sete casos de intoxicação por metanol no estado, com cinco mortes já registradas. Outros 15 casos seguem em investigação. Para enfrentar a situação, foi criado um gabinete de crise para coordenar ações de fiscalização, atendimento hospitalar e investigação.

Riscos e sintomas

A intoxicação por metanol pode causar cegueira permanente e até a morte. Os primeiros sintomas incluem dor abdominal intensa, tontura e confusão mental. Em casos suspeitos, especialistas orientam procurar atendimento médico imediato. O socorro nas primeiras seis horas após o início dos sintomas é considerado essencial para evitar complicações.



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Produtora de Minas Gerais aposta em cafés especiais com marca familiar



O Dia Internacional do Café, celebrado hoje, 1º de outubro, vai além da xícara. A data valoriza uma das bebidas mais consumidas do mundo e destaca histórias de produtores que mantêm a tradição, mas também buscam inovação.

É o caso de Dulcinéia, produtora rural de Luisburgo, na região das Matas de Minas, que há quase uma década transformou a gestão da propriedade herdada do pai em um negócio voltado para cafés especiais.

“Eu sou a terceira geração na cafeicultura, essa propriedade eu recebi de herança do meu pai e aos 20 anos eu peguei a gestão total da propriedade”, conta a produtora.

Reconhecimento e rastreabilidade

A qualidade dos cafés é atestada pelo Conselho das Matas de Minas, que emite laudos e garante rastreabilidade.

“Esses cafés, que são cafés especiais, nós levamos aqui para o Conselho das Matas de Minas, que é um conselho que nos dá o laudo, desses cafés pontuados, onde atesta a qualidade daquele produto, é um selo de rastreabilidade, e aquele café conta ali a nossa história.”

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Apoio e mercado

Além disso, o trabalho de Dulcinéia ganhou força com apoio do Sebrae, por meio de capacitações e rodadas de negócios, “através de um apoio sobre gestão, de capacitação, o Sebrae traz pra gente muito treinamento… Uma das coisas muito importantes que pra mim o Sebrae faz é rodada de negócios. Esse acesso que ele nos proporciona a mercado”, conclui a produtora.

Com isso, a gerente de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas, Priscilla Lins, afirma que “a estratégia de Identidade e Origem, criada pelo Sebrae Minas, conecta produto, território e pessoas, valorizando vocações locais e transformando o café em alavanca de desenvolvimento territorial sustentável.”

E, também, enaltece o data… “Neste Dia Internacional do Café, celebramos a força dos produtores que sustentam o poder de sermos o maior produtor de café do mundo e das indústrias, cooperativas, exportadores, baristas e empreendedores que fazem essa roda girar.”

Mais que bebida

No Dia Internacional do Café, histórias como a de Dulcinéia revelam como a cafeicultura brasileira une tradição, sustentabilidade e protagonismo feminino, mantendo viva a importância cultural e econômica do setor.



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AgroNewsPolítica & Agro

colheita da soja fica 5 pontos atrás de 2024



USDA atualiza avanço de milho e soja



Foto: Canva

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apresentou o andamento da safra de milho e soja no país até 28 de setembro.

No caso do milho, 95% da safra atingiu o estágio de amadurecimento, resultado igual ao do ano passado e 1 ponto percentual abaixo da média dos últimos cinco anos. Segundo o boletim, “71% do milho estava maduro no final da semana, 2 pontos percentuais abaixo do ano passado e 3 pontos abaixo da média”. Até os mesmos dados, 18% da área plantada havia sido colhida, recuo de 2 pontos em relação a 2024 e 1 ponto abaixo da média histórica. A qualidade do cereal manteve-se estável, com 66% classificado como bom a excelente. Em Iowa, principal estado produtor, o índice chegou a 71%.

Em relação à soja, 79% da safra havia perdas até 28 de setembro, número igual ao do ano passado e 2 pontos percentuais acima da média de cinco anos. A colheita atingiu 19% da área plantada, 5 pontos abaixo de 2024 e 1 ponto abaixo da média. O USDA informou que “62% da safra de soja foi classificada como boa a excelente, 1 ponto percentual acima da semana anteriorou”.





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Após São Paulo, Pernambuco confirma duas mortes por intoxicação por metanol em bebidas



A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco confirmou, na terça-feira (30), três casos suspeitos de intoxicação por metanol. Dois pacientes morreram e um ficou cego após dar entrada no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, no Agreste. As vítimas são homens de Lajedo e João Alfredo.

Segundo o hospital, o primeiro paciente, de 43 anos, morreu no dia 9 de setembro; o segundo, de 32 anos, perdeu a visão, mas recebeu alta em 23 de setembro; já o terceiro homem, natural de João Alfredo, não resistiu e morreu nesta terça.

A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) informou que equipes intensificarão a fiscalização em distribuidoras e pontos de venda de bebidas alcoólicas, com coleta de amostras e interdição preventiva de lotes suspeitos.

Casos semelhantes foram registrados em São Paulo, onde ao menos cinco pessoas morreram após consumir bebidas adulteradas com a substância altamente tóxica. A suspeita é que o metanol esteja sendo usado em produtos falsificados.

Os sintomas de intoxicação podem incluir náusea, vômito e dor abdominal, evoluindo em poucas horas para visão turva, cegueira e até coma.



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Outubro começa com temporais e calor intenso; veja a previsão do tempo



A quarta-feira (1º) será marcada por instabilidade em várias regiões do Brasil, enquanto áreas do Sudeste e do Centro-Oeste devem enfrentar calor intenso e baixa umidade do ar.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

A entrada de ventos marítimos mantém o tempo instável sobre boa parte do Rio Grande do Sul, com pancadas de chuva isoladas e de fraca intensidade ao longo do dia, especialmente no norte, na Costa Doce, na Serra, no litoral e na região metropolitana.

Em Santa Catarina e no Paraná, a umidade e perturbações em níveis mais altos da atmosfera reforçam a instabilidade. As chuvas começam já pela manhã no interior e ganham força à tarde. No leste catarinense e no interior paranaense há risco de chuva forte. No litoral do Paraná, as pancadas variam entre fraca e moderada intensidade. A exceção será o norte do estado, que permanece com tempo firme, calor e umidade crítica.

Sudeste

A maior parte da região terá tempo seco. Há chance de chuva isolada apenas nas faixas litorâneas, como no litoral sul de São Paulo e no Espírito Santo. O leste paulista, incluindo a Grande São Paulo, também pode registrar pancadas de chuva rápidas.

No interior paulista, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, o destaque será o calor intenso, com temperaturas próximas dos 40 °C e umidade em níveis de atenção e alerta. Entre o Triângulo Mineiro, norte e noroeste paulista, os índices podem cair abaixo dos 12%.

Centro-Oeste

As instabilidades se concentram no norte e oeste de Mato Grosso e no oeste e sul de Mato Grosso do Sul, com pancadas de chuva irregulares à tarde, algumas de forte intensidade, acompanhadas de raios e rajadas de vento.

No restante da região, a atuação de uma área de alta pressão mantém o tempo firme, ensolarado e seco. Em Goiás, no Distrito Federal e em parte de Mato Grosso, a umidade deve atingir níveis de alerta e até de emergência.

Nordeste

A circulação de ventos marítimos leva umidade para a faixa leste da região, com chuva entre o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte. Entre Alagoas e Pernambuco, a chuva pode ser mais forte em alguns momentos.

Já no interior, o tempo segue firme, quente e seco. No sertão nordestino, a umidade se mantém em níveis críticos, e o risco de queimadas permanece elevado.

Norte

As instabilidades continuam atuando sobre Amazonas e Roraima, com pancadas de chuva que variam de moderada a forte intensidade. Também deve chover, de forma isolada, no Acre, em Rondônia e no oeste do Pará. Já Amapá e Tocantins devem ter tempo firme ao longo do dia.



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Corte de juros pelo Fed trouxe otimismo para os mercados em setembro


No morning call desta quarta-feira (1), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que setembro foi de otimismo nos mercados, com expectativas de cortes de juros pelo Fed impulsionando bolsas de NY e moedas emergentes. O Dow Jones e o S&P 500 tiveram melhores resultados para o mês desde 2019 e 2010.

No Brasil, o Ibovespa subiu 3,40% e o dólar fechou a R$ 5,32, enquanto os juros longos recuaram. Hoje, destaque para indicadores econômicos locais e PMIs industriais na Europa e nos Estados Unidos.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Produtora de Minas Gerais aposta em cafés especiais com marca familiar



O Dia Internacional do Café, celebrado hoje, 1º de outubro, vai além da xícara. A data valoriza uma das bebidas mais consumidas do mundo e destaca histórias de produtores que mantêm a tradição, mas também buscam inovação.

É o caso de Dulcinéia, produtora rural de Luisburgo, na região das Matas de Minas, que há quase uma década transformou a gestão da propriedade herdada do pai em um negócio voltado para cafés especiais. “Eu sou a terceira geração na cafeicultura, essa propriedade eu recebi de herança do meu pai e aos 20 anos eu peguei a gestão total da propriedade”, conta a produtora.

Reconhecimento e rastreabilidade

A qualidade dos cafés é atestada pelo Conselho das Matas de Minas, que emite laudos e garante rastreabilidade. “Esses cafés, que são cafés especiais, nós levamos aqui para o Conselho das Matas de Minas, que é um conselho que nos dá o laudo, desses cafés pontuados, onde atesta a qualidade daquele produto, é um selo de rastreabilidade, e aquele café conta ali a nossa história.”

Apoio e mercado

Além disso, o trabalho de Dulcinéia ganhou força com apoio do Sebrae, por meio de capacitações e rodadas de negócios, “através de um apoio sobre gestão, de capacitação, o Sebrae traz pra gente muito treinamento… Uma das coisas muito importantes que pra mim o Sebrae faz é rodada de negócios. Esse acesso que ele nos proporciona a mercado”, conclui a produtora.

Com isso, a gerente de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas, Priscilla Lins, afirma que “a estratégia de Identidade e Origem, criada pelo Sebrae Minas, conecta produto, território e pessoas, valorizando vocações locais e transformando o café em alavanca de desenvolvimento territorial sustentável.”

E, também, enaltece o data… “Neste Dia Internacional do Café, celebramos a força dos produtores que sustentam o poder de sermos o maior produtor de café do mundo e das indústrias, cooperativas, exportadores, baristas e empreendedores que fazem essa roda girar.”

Mais que bebida

No Dia Internacional do Café, histórias como a de Dulcinéia revelam como a cafeicultura brasileira une tradição, sustentabilidade e protagonismo feminino, mantendo viva a importância cultural e econômica do setor.



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AgroNewsPolítica & Agro

Demanda por fretes cai em Goiás após colheita do milho



Goiás exporta 1,9 milhões de toneladas de grãos até agosto



Foto: Sheila Flores

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, por meio da edição de setembro do Boletim Logístico, divulgou nesta segunda-feira (29), que Goiás registrou em agosto redução na demanda por fretes a partir da segunda quinzena. Segundo a publicação, “essa variação sazonal está diretamente relacionada ao encerramento da colheita de milho na região sul do estado, um dos principais fatores que movimentam o setor logístico local”.

Conforme os boletins anteriores, os principais destinos das cargas transportadas pelas empresas foram os portos da Baixada Santista e o terminal da Rumo, em Rio Verde, considerados pontos estratégicos para o escoamento da produção regional. Durante o mês, o milho foi o produto mais movimentado, sobretudo na primeira quinzena. Com o fim da colheita, os preços oscilaram, registrando tanto quedas quanto altas pontuais que contribuíram para o mercado em algumas semanas.

Entre os fatores de sustentação do mercado, a Conab destacou a relativa estabilidade das cotações, mesmo diante das perspectivas de uma segunda safra de milho considerada promissora. Além disso, as exportações de Goiás entre janeiro e agosto somaram 1.921.219 toneladas de grãos in natura e processados, segundo dados do Siscomex. “Esse volume representa um aumento de quase 13% em relação ao exportado no mesmo período de 2024”, informou a companhia. O índice de comercialização da safra atual está entre 60% e 65%, podendo ser superior, em razão de vendas realizadas diretamente nas propriedades rurais.





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No Dia Internacional do Café, incertezas globais desafiam futuro do setor



O café é quase uma unanimidade por inúmeros motivos. O grão reúne fatores culturais, sociais e sensoriais, além de benefícios à saúde. Consumido por bilhões de pessoas diariamente, é a segunda bebida mais ingerida no mundo, atrás apenas da água.

O Dia Internacional do Café, celebrado em 1º de outubro, foi criado em 2015 para valorizar essa trajetória e destacar a importância da cadeia produtiva.

No Brasil, maior produtor e exportador, o setor enfrenta desde 2020 uma combinação de desafios, que vão de eventos climáticos extremos a custos mais altos de produção, bem como tensões geopolíticas. Além disso, os repasses de preços no varejo também desafiam o consumo.

Consumo em queda

Diante desse cenário, o café começa a perder espaço na xícara do consumidor. É o que mostra uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), que ouviu 4.200 pessoas de todas as regiões do país. Segundo o levantamento, 24% dos entrevistados afirmaram ter diminuído o consumo, a maior taxa da série histórica.

O principal fator para a retração é o aumento expressivo dos preços. Nos últimos dois anos, o café esteve entre os alimentos que mais pressionaram a inflação brasileira, acumulando alta superior a 70%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pela ABIC.

Tarifaço e protecionismo

Em vigor desde agosto, as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras estão entre as principais preocupações do setor. Marcos Matos, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), reforça que o foco da entidade em garantir a isenção tarifária o mais rápido possível continua.

“Nos EUA, o setor atua de forma decisiva para abrir o diálogo com as contrapartes norte-americanas”, explica.

Além do tarifaço, há o debate sobre a lei antidesmatamento da União Europeia, que proíbe a importação de produtos, como o café, provenientes de áreas desmatadas. Nesse sentido, Matos afirma que a cafeicultura brasileira é carbono negativo, ou seja, sequestra mais do que emite. “O nosso grão é baseado na sustentabilidade social, ambiental e econômica”, diz.

Café: orgulho nacional

Embora os desafios sejam muitos, o brasileiro continua fiel ao café. Segundo Celírio Inácio, diretor-executivo da ABIC, 87% dos consumidores reconhecem o selo de qualidade da entidade. Afinal, a bebida está presente na rotina de 98% dos lares.

“Isso confirma a confiança do público na certificação, mesmo em momentos de crise. Nosso papel é garantir que o café siga presente em todos os lares, mantendo qualidade e segurança alimenta”, ressalta.

Para Matos, o café representa um legado brasileiro. “Neste Dia Internacional do Café — um produto que é orgulho nacional e que, em 2027, completará 300 anos no Brasil —, reafirmamos o compromisso do Cecafé em promover a sustentabilidade, a competitividade e a eficiência do setor”, conclui.



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AgroNewsPolítica & Agro

enchentes e seca afetam áreas agrícolas europeias



Chuva intensa contrasta com seca em regiões da Europa



Foto: Pexels

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), destacou que as condições climáticas na Europa apresentaram fortes contrastes ao longo da última semana.

Segundo o relatório, “uma forte área de alta pressão sobre o norte da Europa manteve céus ensolarados e temperaturas até 3°C abaixo do normal”, o que favoreceu tanto a colheita das safras de verão quanto a semeadura das culturas de inverno.

Na Europa Central, o sistema de tempestades permaneceu estacionado devido à mesma alta pressão, provocando chuvas de 10 a 100 milímetros entre o leste da França, Itália, Alemanha central e sul, Bálcãs ocidentais e sudoeste da Polônia. “Os volumes de precipitação aumentaram o suprimento de umidade para os grãos e oleaginosas de inverno, mas também causaram inundações localizadas”, informou o boletim. Em algumas áreas do noroeste da Itália, os totais semanais ultrapassaram 200 milímetros, chegando a 262 milímetros.

Enquanto isso, a seca se intensificou na Hungria e no vale do baixo rio Danúbio, sob calor até 5°C acima do normal e céu aberto, o que manteve a umidade do solo severamente limitada para a emergência das lavouras de inverno.

Na Península Ibérica, o tempo seco sustentou um início mais lento do Ano Hidrológico de 2025/26. O boletim observou que “as temperaturas recordes da semana anterior foram substituídas por valores de 3 a 6°C abaixo do normal”. Apesar disso, os remanescentes do furacão Gabrielle trouxeram chuvas localizadas ao norte de Portugal e ao centro-oeste da Espanha logo após o período de monitoramento.





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