quinta-feira, março 12, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Logística e clima pressionam colheita de pêssego no RS


A colheita de pêssego no Rio Grande do Sul enfrenta entraves logísticos e perdas produtivas neste início de verão. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1), a região administrativa de Pelotas vive o pico da colheita, mas produtores lidam com filas prolongadas para descarga nas indústrias, além da limitação no fornecimento de caixas. As condições climáticas, marcadas por altas temperaturas e elevada umidade relativa do ar, têm favorecido a ocorrência da podridão-parda, provocando perdas expressivas de frutos.

As indústrias informam dificuldades para ampliar o ritmo de processamento em razão da escassez de mão de obra. Em 22 de dezembro, uma reunião promovida pela Prefeitura de Pelotas, com participação da Conab, de entidades ligadas à cultura e de produtores, discutiu alternativas para o escoamento da produção. Na ocasião, foi sinalizada a disponibilização de R$ 4 milhões para a compra de sucos produzidos por cooperativas da região.

A estimativa é de que a safra apresente redução de cerca de 20% em relação à projeção inicial. Os preços pagos pela indústria, fixados em R$ 2,10/kg para pêssegos tipo I e R$ 1,85/kg para o tipo II, têm gerado insatisfação entre os produtores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Pinto Bandeira, a colheita das cultivares de ciclo médio, como Chimarrita, BRS Regalo e BRS Serenata, já foi encerrada. A principal variedade do município, PS 10711, encontra-se em fase final de colheita, com queda significativa nos volumes. As cultivares tardias, como Eragil e Barbosa, estão em pré-maturação e apresentam carga produtiva considerada satisfatória. Os preços pagos ao produtor variam entre R$ 2,80 e R$ 6,00/kg, conforme calibre, qualidade e mercado, com tendência de manutenção durante o período das festas.

A colheita de ameixa segue em andamento, com destaque para a cultivar Fortune, cuja comercialização se intensifica no final do ano. Os preços estão em torno de R$ 7,00/kg para frutos de maior calibre e entre R$ 4,00 e R$ 6,00/kg para os menores. O amadurecimento da cultura ocorreu com atraso, e a nectarina é comercializada pelos mesmos valores.

Na região de Soledade, as variedades de pêssego de ciclo intermediário e semi-tardio estão em fase final de colheita. A produção apresenta bom desempenho em áreas com manejo adequado, mas houve aumento da incidência de mosca-das-frutas e de podridão-parda, exigindo reforço nas práticas de controle. Apesar da elevada oferta, a demanda se concentra principalmente na Serra Gaúcha, com incremento típico do período de final de ano, tanto para pêssego quanto para ameixa.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

USDA informa mais uma venda de soja nesta 5ª (18), enquanto China segue…


Anúncio é o terceiro da semana e, nesta sexta-feira, nação asiática leiloa mais 550 mil t da oleaginosa importada; demanda segue alta nas operações

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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou mais uma venda de 114 mil toneladas de soja para destinos não revelados nesta quinta-feira (18). O volume é todo da safra 2025/26 e o mercado segue especulando que a China seja o destino.

Durante a semana, o departamento trouxe diversos informes diários de venda de soja e de milho, mostrando que, de fato, a nação asiática está mais ativa no mercado norte-americano. No entanto, há ainda muitas incertezas sobre sua continuidade, sobretudo quando a nova safra do Brasil começar a chegar trazendo produto mais competitivo. 

E ao mesmo tempo em que a China vem fazendo compras de soja nos Estados Unidos, segue realizando leilões de soja importada e garantindo boa demanda. Na operação realizada nesta semana, foram arrematadas 63% do lote de 514 mil toneladas, com destaque para as compras das tradings em bons volumes.

“Isso não é bom para o Brasil, não agora, mas para frente, no ano que vem, porque a demanda do chinês pela nossa nova safra ainda está lenta. Se essa história se repetir – que é comprar soja americana que eles não precisam para gerar demanda nos leilões, esse rodízio de reserva, precisa gerar um certo sentimento de escassez, diminuindo a velocidade da liberação dos navios, as certificações”, explica Eduardo Vanin, Senior Agriculture Strategist da Marex  e diretor da Agrinvest Commodities. 

Atualmente, o tempo destas liberações passou de 10 para cerca de 20 dias, já gerando essa “escassez”, promovendo a demanda pela soja leiloada. O alerta de Vanin é para o impacto de movimentos como estes se repetindo em 2026, com os EUA podendo concorrer com o Brasil pelas janelas do programa de exportação, em especial do segundo semestre do próximo ano. 

Com as compras mais recentes da China nos EUA, a demanda pela soja do Brasil perdeu um pouco do seu fôlego neste mês de dezembro, com a média diária dos embarques brasileiros em cerca de 100 mil toneladas, a menor do ano. No acumulado deste mês, são 1,330 milhão de toneladas. Em todo 2025, todavia, os números das exportações de soja do Brasil seguem muito fortes. 

Nesta sexta-feira (19), a China realiza um novo leilão de 550 mil toneladas. 





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Exportações goianas de lácteos avançam em 2025


A dinâmica do mercado de lácteos tem sido marcada por aumento da oferta e pressão sobre os preços, segundo a edição de dezembro do informativo mensal Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). No mercado internacional, a elevação da produção nas principais regiões produtoras, associada a uma demanda menos consistente, limitou a sustentação das cotações. Esse cenário resultou em nova queda de 3,0% no Índice GDT no 392º leilão, realizado em 18 de novembro de 2025, que fixou o valor médio dos lácteos em US$ 3.678 por tonelada.

No Brasil, a oferta interna de leite e derivados também avançou, impulsionada pelo crescimento da produção e pelo aumento das importações. Em outubro, o preço do leite pago ao produtor recuou 5,7% em relação a setembro, com a Média Brasil alcançando R$ 2,30 por litro, conforme dados do Cepea. No mesmo período, as importações brasileiras de lácteos somaram 25,1 mil toneladas, alta de 8,0% na comparação mensal, enquanto as exportações totalizaram 3,0 mil toneladas, queda de 18,6% frente a setembro de 2025.

O informativo destaca ainda que a edição de agosto de 2025 do Observatório do Consumidor da Embrapa aponta o leite condensado como um produto de relevância cultural no Brasil, associado a tradições, celebrações e memória afetiva, fator que contribui para sua resiliência em períodos festivos, como o Natal.

No comércio exterior, Goiás registrou exportações de 129,8 toneladas de leite condensado entre janeiro e outubro de 2025, com receita de US$ 302,4 mil. Os embarques tiveram como destino os Estados Unidos, o Paraguai e a Argentina, sendo o mercado norte-americano responsável por 86,1% do volume total. Na comparação com o mesmo período de 2024, houve crescimento de 134,8% em volume e de 117,4% em valor exportado, indicando maior participação do estado nesse segmento.





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Setor avícola registra crescimento no terceiro trimestre


De acordo com a edição de dezembro do informativo mensal Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o poder de compra do avicultor apresentou avanço em outubro, impulsionado pela valorização do frango vivo e pela redução no custo do farelo de soja. O animal vivo foi cotado a R$ 6,27 por quilo, alta de 8,0% na comparação mensal, enquanto o farelo de soja alcançou R$ 1.637,20 por tonelada, com recuo de 1,8%, segundo dados do Cepea.

O cenário contribuiu para o estímulo à produção de proteína animal no país. Resultados preliminares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, no terceiro trimestre de 2025, foram abatidos 1,6 bilhão de animais no Brasil, volume 4,0% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. O peso total das carcaças somou 3,5 milhões de toneladas, crescimento de 3,5% na mesma base de comparação. A produção de ovos também avançou, com alta de 4,1%, alcançando 1,2 bilhão de dúzias no período analisado.

No mercado internacional, a diversificação de destinos segue como estratégia para reduzir riscos no comércio exterior de commodities. Embora a China ainda não tenha retomado de forma significativa as compras de carne de frango, em decorrência do surto de Influenza Aviária registrado no Brasil, a Coreia do Sul ampliou sua participação como compradora da proteína brasileira. Em outubro, o país asiático foi o principal destino da carne de frango produzida em Goiás, com a importação de 3,2 mil toneladas, totalizando US$ 7,4 milhões. O desempenho representou crescimento em valor, volume e preço médio pago por tonelada em relação ao mesmo mês do ano anterior.

No acumulado de 2025, a Coreia do Sul atingiu marca histórica nas aquisições de carne de frango goiana, tanto em valor quanto em volume. A expectativa para o setor é de manutenção da demanda interna e das exportações em patamar elevado, favorecida pelas festividades de fim de ano e pela retomada do ritmo habitual das transações comerciais.





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Colheita de mel avança de forma desigual no RS



Chuvas impactam produção de mel em regiões do Estado



Foto: Canva

A colheita de mel avança de forma heterogênea nas diferentes regiões do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1º). Em Dom Pedrito, na região administrativa de Bagé, os trabalhos estão em fase final. De acordo com o levantamento, áreas de matas e campos nativos com maior diversidade de espécies registraram produtividade mais elevada. Ainda conforme o informativo, o fornecimento de alimentação artificial segue sendo adotado com o objetivo de estimular o crescimento dos enxames capturados durante a primavera.

Na região de Caxias do Sul, as chuvas do período reduziram as atividades de forrageamento das abelhas. Alguns apicultores iniciaram a colheita, mas persistem relatos de ataques de predadores, como iraras e tatus, que causaram tombamento de caixas e perda de enxames. Já na região de Ijuí, não houve colheita no período, com os produtores concentrados no processamento e no envase do mel.

Em Pinheiro Machado, na região de Pelotas, a Associação Pinheirense de Apicultores informa que “a produtividade registrada até o momento varia entre 10 e 11 kg por caixa, com a utilização de uma única melgueira”. Segundo a entidade, os enxames apresentam intensa atividade, explorando floradas nativas, e os resultados superam os observados em safras recentes.

No Vale do Jaguari, na região administrativa de Santa Maria, a maioria dos apicultores realizou revisões nos enxames e instalou melgueiras em função das floradas nativas de espécies como ingá e caraguatá. O informativo aponta, contudo, que as chuvas intensas prejudicaram as floradas e limitaram a atividade das abelhas. Situação semelhante foi registrada na região de Santa Rosa, onde o excesso de precipitações comprometeu o ritmo de trabalho dos insetos e exigiu ajustes no manejo, especialmente quanto à suplementação alimentar e à proteção das colmeias contra a umidade.

Na região de Soledade, a colheita prosseguiu ao longo do período, com produção considerada satisfatória pelos técnicos da Emater/RS-Ascar.





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Aprosoja MT analisa decreto que regulamenta o acordo da Moratória da Soja


Foto: Aprosoja MT

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) acompanha atentamente o decreto estadual que regulamenta o artigo do acordo que estabelece critérios para a concessão de incentivos fiscais e de áreas públicas a empresas que participem de acordos excludentes à produção, nos moldes da Moratória da Soja. A norma foi publicada no Diário Oficial do Estado e passa a organizar, de forma mais objetiva, a aplicação do dispositivo legal.

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Na avaliação da entidade, a iniciativa do Poder Executivo é positiva e necessária, sobretudo após a definição do Supremo Tribunal Federal de que a lei produzirá efeitos a partir de janeiro de dois mil e vinte e seis. A regulamentação contribui para a previsibilidade do ambiente institucional, fortalece a segurança jurídica e formaliza procedimentos administrativos para apuração de eventuais irregularidades, assegurando o contraditório e a ampla defesa.

O decreto traz avanços relevantes ao detalhar conceitos, estabelecer marco temporal, delimitar hipóteses de incidência e estruturar o fluxo administrativo de fiscalização, com definição de instâncias decisórias e deveres declaratórios às empresas interessadas em acessar benefícios fiscais.

Ao mesmo tempo, a Aprosoja MT alerta que a efetividade da lei dependerá de fiscalização contínua. A concentração da vedação nas novas concessões e a necessidade de comprovação da imposição de restrições de mercado para empresas já credenciadas, inclusive quando pertencentes a grupos econômicos signatários de tais acordos, exigem atuação firme dos órgãos competentes para evitar tentativas de burla ao espírito da norma.

Nesse sentido, a entidade defende a adoção de um instrumento adicional, como a criação de um período formal de recredenciamento. A medida permitiria que todas as empresas atualmente beneficiárias confirmassem sua adequação às novas exigências legais, por meio de declaração expressa e compromisso de não adotar práticas comerciais discriminatórias ou restritivas à produção agropecuária legalmente permitida.

A Aprosoja MT informa ainda que estruturou um fluxo próprio de monitoramento, com análise técnica e coleta de evidências sobre possíveis descumprimentos da lei e do decreto nos municípios impactados pela Moratória da Soja. A partir do início da vigência dos efeitos legais, a entidade encaminhará aos órgãos competentes os casos comprovados de práticas vedadas, para adoção das providências administrativas cabíveis.

A associação seguirá em diálogo com o Governo do Estado e acompanhando a implementação do decreto, com o compromisso de contribuir tecnicamente para que a regulamentação alcance seu objetivo central: promover a livre iniciativa, assegurar concorrência leal e estimular o desenvolvimento sustentável dos municípios.

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Embrapa avança no desenvolvimento de bioinsumo multifuncional para diferentes culturas


Foto: Sebastião de Araújo

Pesquisadores da Embrapa Agroenergia e da Embrapa Arroz e Feijão avançam no desenvolvimento de um bioinsumo agrícola multifuncional à base de extratos microbianos vegetais, com aplicação potencial em diferentes culturas. O acordo, firmado com a Carbom Brasil, tem como objetivo criar uma solução biológica capaz de atuar tanto no controle de fungos fitopatogênicos quanto no estímulo ao crescimento das plantas, contribuindo para sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis.

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Os bioinsumos multifuncionais são produtos de origem biológica que exercem mais de uma função no sistema agrícola. Além de auxiliar no controle de pragas e doenças, esses insumos podem favorecer o desenvolvimento vegetal, melhorar a saúde do solo e contribuir para a mitigação de estresses bióticos e abióticos. Na prática, eles podem reduzir a dependência de defensivos químicos ou permitir o uso combinado em doses menores, ampliando a eficiência do manejo agrícola.

O novo projeto dá continuidade às pesquisas conduzidas nos últimos anos, que permitiram identificar extratos microbianos com elevada eficiência no controle de fungos de importância econômica para diversas culturas. Esses extratos também demonstraram capacidade de promover o crescimento das plantas, abrindo caminho para o desenvolvimento de um bioinsumo com dupla função, alinhado às demandas atuais do setor produtivo.

Nesta nova etapa, os pesquisadores irão trabalhar no escalonamento da produção, na validação do sistema produtivo em condições de campo e no desenvolvimento de uma formulação adequada para uso agrícola. O objetivo é avançar na maturidade tecnológica da solução, transformando os resultados científicos em uma tecnologia viável para aplicação prática nas lavouras.

A iniciativa está inserida no contexto da inovação aberta conduzida pela Embrapa, que busca aproximar a pesquisa científica das necessidades do campo. Ao investir no desenvolvimento de bioinsumos, a instituição reforça seu papel estratégico na construção de uma agricultura mais sustentável, baseada em princípios da bioeconomia, da economia circular e na oferta de tecnologias que conciliem produtividade, segurança alimentar e preservação ambiental.

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Ronda no confinamento é essencial para o sucesso na pecuária; saiba por quê


Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

O segredo para o sucesso no confinamento está nos detalhes. O zootecnista Maurício Scoton, professor da Uniube, apresentou no quadro “Dicas do Scoton”, do Giro do Boi, os principais pontos de um checklist para uma ronda eficiente. Ele afirma que a observação apurada é crucial para o pecuarista que busca alta performance.

A ronda no confinamento deve ser feita com atenção aos mínimos detalhes. É um trabalho que exige um olho treinado para detectar sinais de saciedade, saúde e bem-estar do gado. “A ronda é o elo que conecta a dieta, o manejo e a saúde do gado”, diz Scoton.

Confira:

A importância da observação diária

O confinamento não é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona de 100 dias de cocho. Se o pecuarista quer apurar o lucro que desenhou na sua planilha, ele precisa checar o seu operacional. A observação diária é a chave para a excelência e para garantir que o trabalho do confinamento, da fabricação à entrega, seja constante, preciso e eficiente.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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AgroNewsPolítica & Agro

Soja pautada por recuperação produtiva


O mercado da soja do Rio Grande do Sul é pautado pela recuperação produtiva de 57% e foco em manejo fitossanitário intensivo, segundo informações da TF Agroeconômica. “Para pagamento em dezembro, com entrega em dezembro, os preços no porto foram reportados a R$ 144,00/sc semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 133,64/sc semanal em Cruz Alta, salvo por Santa Rosa a R$ 140,00 e Passo Fundo a R$ 139,00. Já em Panambi, o mercado físico apresentou manutenção, com o preço de pedra recuando para R$ 122,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

O cenário agrícola de Santa Catarina é definido por postura de ajuste estratégico. “O mercado catarinense também é impactado pela crise em outras commodities como arroz, cujos preços ao produtor estão 52% abaixo dos níveis do ano anterior, limitando fôlego financeiro dos agricultores para manejo da soja. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,94 (+0,79%)”, completa.

O Paraná apresenta cenário de estabilidade técnica nos indicadores oficiais. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,86. Em Cascavel, o preço foi R$ 130,41. Em Maringá, o preço foi de R$ 130,09. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 133,19 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 142,94. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 122,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul vive cenário de queda de braço entre produtores e tradings. “O armazenamento é gargalo mais crítico do estado, com estudo técnico revelando que 73 dos 78 municípios analisados possuem déficit de silos, totalizando defasagem de 11,1 milhões de toneladas. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 126,00, Campo Grande em R$ 124,86, Maracaju em R$ 124,86, Chapadão do Sul a R$ 122,91, Sidrolândia a em R$ 124,86”, informa.

O Mato Grosso inicia efetivamente a retirada dos primeiros talhões de soja das áreas de pivô central. “Campo Verde: R$ 122,26 (+0,02%). Lucas do Rio Verde: R$ 117,23 (-0,07%), Nova Mutum: R$ 117,23 (-0,07%). Primavera do Leste R$ 122,26 (+0,02%). Rondonópolis: R$ 122,23 (+0,00%). Sorriso: R$ 117,31 (+0,00%)”, conclui.

 





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