quinta-feira, março 12, 2026

Autor: Redação

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China e México mudam rumo das exportações brasileiras de carne bovina em 2026


Carne bovina embalada
Foto: Divulgação Iagro

Após recordes sucessivos em 2025, as exportações de carne bovina do Brasil devem enfrentar um cenário desafiador em 2026. Tanto a China como o México, que no ano passado foram grandes compradores da proteína brasileira, impuseram restrições contra o produto logo nos primeiros dias do ano.

Em vigor desde 1º de janeiro, o gigante asiático aplicou uma medida de salvaguarda contra as importações globais de carne bovina. Se o Brasil exceder a cota de 1,1 milhão de toneladas, as exportações estarão sujeitas a uma sobretaxa de 55%. O México, por sua vez, suspendeu a isenção total de taxa de importação para carnes bovina e suína, em uma tentativa de frear a inflação no país.

Na avaliação de especialistas do setor, a combinação das medidas tarifárias e mudanças na oferta global tende a reordenar os destinos da proteína.

Diversificação de destinos é a palavra-chave

Dos 3,51 milhões de toneladas de carne bovina embarcados entre janeiro e novembro de 2025, quase metade foram para China, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Para Fernando Iglesias, coordenador de mercados da Safras & Mercado, a dependência desse único mercado é um dos maiores desafios atuais.

“Qualquer decisão que a China tome acaba sendo bastante impactante aqui para o Brasil”, afirma. Segundo Iglesias, a busca por novos mercados já era necessária e agora se torna ainda mais estratégica.

Nesse sentido, a diversificação passa pela abertura e consolidação de destinos como Japão, Coreia do Sul, Filipinas, Indonésia, Vietnã, além de ampliar a presença na União Europeia e nos Estados Unidos.

No ano passado, a articulação para ampliar acessos e reduzir barreiras, inclusive com negociações bilaterais, ajudou a manter os embarques em níveis historicamente elevados, com recordes de volume em outubro e forte presença em mercados alternativos.

Cota chinesa e sobretaxa mexicana

Apesar da preocupação inicial, o analista pondera que os efeitos da salvaguarda chinesa devem ser diluídos ao longo do ano. Nesse contexto, a cota estabelecida tende a ser totalmente preenchida apenas no terceiro trimestre.

“Isso dá algum tempo para o Brasil buscar alternativas dentro do mercado global e tentar manter um fluxo de embarques compatível”, diz Iglesias.

No caso do México, a alíquota adicional de até 25% sobre a carne bovina impacta diretamente o apetite para compras brasileiras. “É possível que a queda das importações, prevista em 6%, seja um pouco maior”, explica Hyberville Neto, diretor da HN Agro. Entre janeiro e novembro do ano passado, as exportações do Brasil para aquele mercado aumentaram mais de 200%.

O especialista também chama a atenção para mudanças estruturais no mercado mexicano, com projeções de aumento do abate e redução das exportações de gado em pé.

“O México exportou mais de 1,2 milhão de cabeças em 2024. Para 2026, a projeção é de exportação zerada”, destaca. Esse movimento, somado ao abate maior, amplia a oferta local e reduz a necessidade de importações, inclusive do Brasil.

Entretanto, Neto afirma que o efeito da medida mexicana tende a ser compensado pelos Estados Unidos, que retiraram as sobretaxas contra o mercado brasileiro após um longo período de incertezas e negociações.

Impactos no mercado brasileiro

No mercado interno, Iglesias avalia que os preços da carne bovina devem seguir elevados para o consumidor em 2026, diante do baixo poder de compra. Ainda assim, ele não descarta momentos pontuais de alívio.

“Pode haver quedas em relação ao ano passado que estimulem o consumo, mas não vejo um movimento agressivo de baixa”, afirma. Para ele, fatores como Copa do Mundo e eleições podem ajudar a sustentar a demanda, sem provocar queda contundente nos preços.

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Canal Rural pode ser nº 1 no iBest — vote e mostre a força do agro no digital!


prêmio iBest 2025
Foto: divulgação

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Plantio de soja atinge 98,2% no Brasil; dados são da Conab


soja
Plantio de soja. Foto: divulgação

O plantio da safra de soja no Brasil chegou a 98,2% da área prevista, segundo o mais recente levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). O índice representa avanço de 0,3 ponto percentual em relação à semana anterior, quando a semeadura estava em 97,9%.

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Na comparação com a média dos últimos cinco anos, estimada em 97,6%, o ritmo atual está 0,6 ponto percentual acima, indicando um andamento mais acelerado dos trabalhos no campo em relação ao padrão histórico.

Plantio de soja pelo Brasil

Entre as regiões, vários estados já concluíram integralmente o plantio da oleaginosa. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia e Tocantins registram 100,0% da área semeada, consolidando o encerramento dos trabalhos nessas localidades.

Na sequência aparecem os estados com índices ainda em fase final. O Maranhão apresenta 99,0% da área plantada, enquanto Santa Catarina e Rio Grande do Sul registram 96,0%, mantendo o plantio próximo da conclusão.

O Piauí é o estado com o menor percentual entre os avaliados, com 66,0% da área semeada até o momento, refletindo um ritmo mais lento em comparação às demais regiões produtoras do país.

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JBS tem mais de 400 vagas de emprego abertas no interior de SP


vagas na JBS
Foto: JBS/divulgação

A JBS está com mais de 400 vagas de emprego abertas para unidades da Friboi e Seara no interior de São Paulo. As oportunidades estão distribuídas entre as cidades de Amparo (170), Lins (141), Itapetininga (83) e Andradina (8), e são para início imediato. As vagas são para diversas funções dentro da indústria de alimentos, inclusive com processos seletivos para o programa Evoluir, voltado a jovens aprendizes, e incluem cargos para candidatos com ou sem experiência, além de oportunidades exclusivas para Pessoas com Deficiência (PCDs).

Em Amparo, são 170 vagas de emprego abertas na unidade da Seara, destinadas ao cargo de operador de produção. Os interessados em participar do processo seletivo devem comparecer presencialmente à unidade, localizada na Rodovia João Beira, km 48,2. As entrevistas são realizadas a partir das 8h para candidatos às vagas do turno da manhã e a partir das 16h para os interessados nas funções do turno da tarde.

Na unidade da Friboi, em Lins, são 141 oportunidades de trabalho, sendo para operador de produção (38), auxiliar de manutenção (6), mecânico montador (4), desossador (2), lombador (2), soldador (2), operador de máquina (2), operador de sala de máquinas (1), eletromecânico (1), projetista (1), analista de PCM (1), almoxarife (1), além de 80 vagas para jovem aprendiz, com idade entre 18 e 23 anos. Os interessados devem entregar currículo presencialmente na unidade, das 7h às 9h, localizada na Via de Acesso Lins-Getulina, s/n – Parque Industrial ou enviar para o e-mail: recrutamentofriboilins@friboi.com.br.

Em Itapetininga, a unidade da Seara está com 83 vagas de emprego abertas para operador de produção, em diferentes atividades na linha de produção. Os interessados devem enviar currículo para os WhatsApps: (15) 99618-9011 ou (15) 99694-2954. Também é possível se candidatar presencialmente no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Itapetinga, localizado na Rua Monsenhor Soares, 251, Centro. Basta levar os documentos pessoais.

Em Andradina, na unidade da Friboi, estão abertas vagas de emprego para refilador (3), operador de expedição (3) e operador de higienização (2). Os interessados podem entregar currículo na unidade, localizada na Avenida José Batista Sobrinho, s/n, São Francisco, Andradina/SP, das 6h às 18h, ou enviar o currículo com o nome da vaga no assunto para o e-mail: recrutamentoandradina@friboi.com.br ou ainda no WhatsApp (18) 3702-7557.

Para participar do processo seletivo, em todas as vagas, é necessário ter idade mínima de 18 anos e apresentar documentos pessoais (RG, CPF e comprovante de residência). As oportunidades são oferecidas sob o regime de contratação CLT, com benefícios previstos pela categoria.

Mais informações sobre oportunidades de emprego estão no site: jbs.com.br/carreiras.

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Com alta produtividade em MT e clima equilibrado, consultoria estima mais de 176 milhões de t de soja


soja verde na lavoura, moratória da soja
Foto: Pixabay

O Brasil caminha para registrar a maior safra de soja de sua história no ciclo 2025/26. A estimativa da Biond Agro aponta que a produção nacional deve alcançar 176,85 milhões de toneladas, consolidando o país como o principal fornecedor global da oleaginosa.

O resultado é impulsionado por um cenário climático mais equilibrado, ganhos de produtividade em regiões estratégicas, especialmente no Centro-Oeste, e uma expansão de área mais contida, reflexo de margens mais apertadas, crédito caro e maior seletividade nos investimentos do produtor rural.

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Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro, comenta que apesar de algumas limitações, é mais um número histórico e importante para o país. “A safra 2025/26 pode ser a de maior potencial já registrada no Brasil. Mesmo com limitações de área, regiões como o Mato Grosso apresentam desempenho produtivo bastante satisfatório, o que faz diferença por se tratar do principal estado produtor de grãos do país”, afirma.

Produtividade ganha protagonismo

Segundo a Biond, a área plantada com soja deve crescer 2,9%, atingindo aproximadamente 48,7 milhões de hectares, um dos menores avanços dos últimos anos. O movimento reflete preços menos atrativos, aumento da alavancagem financeira e custo elevado do crédito, fatores que limitam novos investimentos em abertura de áreas.

“Para que a safra confirme um recorde, o fator determinante será a produtividade. O resultado dependerá de um alinhamento entre clima favorável, bom manejo e desempenho das lavouras, e não de uma expansão expressiva de área”, explica Yedda Monteiro.

Ela destaca ainda que atrasos pontuais no plantio no Matopiba e áreas de replantio no norte do Mato Grosso podem gerar ajustes nas estimativas, embora parte dessas perdas possa ser compensada ao longo do ciclo produtivo.

Clima, custos e mercado internacional

As condições climáticas seguem como principal variável de risco. Enquanto a região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, permanece mais vulnerável a déficits hídricos em anos de La Niña, o Centro-Oeste e o Matopiba dependem da regularidade das chuvas no início da primavera para garantir uma boa janela de plantio e o sucesso do milho safrinha.

“O que mais afeta o potencial produtivo não é o volume total de chuvas, mas a sua distribuição nas fases críticas da cultura, como plantio, floração e enchimento de grãos”, ressalta Yedda.

No mercado internacional, a expectativa de uma safra robusta no Brasil mantém um viés baixista para os preços no curto prazo, especialmente diante de estoques globais confortáveis. A retomada das compras chinesas de soja dos Estados Unidos adiciona volatilidade às cotações em Chicago, enquanto pressiona os prêmios de exportação brasileiros.

“Com uma oferta volumosa prevista para o Brasil, a tendência é de pressão sobre os prêmios, o que deve recolocar o país como a origem mais competitiva no mercado global ao longo de 2026”, conclui a analista.

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AgroNewsPolítica & Agro

clima ajuda, mas operações seguem limitadas


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1) aponta que as chuvas recentes favoreceram o feijão da primeira safra no Rio Grande do Sul, após o déficit hídrico registrado entre a segunda quinzena de novembro e o primeiro decêndio de dezembro. Segundo o documento, a maior parte das regiões apresenta recuperação do desenvolvimento das lavouras e evolução considerada adequada do ciclo produtivo.

As atividades de campo seguem condicionadas pela frequência das precipitações, que em alguns momentos têm imposto restrições operacionais, especialmente à semeadura e à colheita. Ainda assim, o levantamento informa que não há, até o momento, registros de impactos expressivos sobre a produtividade média estadual. A situação fitossanitária é descrita como satisfatória, com monitoramento contínuo de pragas e doenças. Para a safra, a Emater/RS-Ascar projeta área cultivada de 26.096 hectares e produtividade média de 1.779 kg por hectare.

Na região administrativa de Caxias do Sul, as lavouras apresentam germinação uniforme, e a semeadura deve ser concluída até o dia 10 de janeiro. Já na região de Ijuí, o aumento da umidade impediu o avanço da colheita, sem comprometer, até o momento, a qualidade dos grãos. O informativo destaca que, nas áreas em estádio vegetativo, “com emissão rápida de novas folhas, foi recuperado o crescimento das plantas”.

Em Pelotas, os plantios seguiram de forma escalonada em função das boas condições de umidade do solo proporcionadas pelas chuvas de dezembro. De acordo com a Emater/RS-Ascar, 85% da intenção de cultivo da safra 2025/2026 já foi semeada na região.

Na região de Santa Maria, cerca de um terço das lavouras está em fase de maturação, com aproximadamente 20% da área já colhida. A produtividade média esperada é de 1.414 kg por hectare, porém o período seco deve resultar em quebra de produtividade em parte das áreas. Em Soledade, a maior parte das lavouras também se encontra em maturação, com colheita concentrada na primeira quinzena de janeiro. Em áreas de menor altitude, os cultivos destinados à subsistência familiar já foram colhidos, enquanto algumas lavouras comerciais estão prontas ou parcialmente colhidas. Em regiões mais altas, a colheita teve início de forma pontual.

O informativo registra ainda que a qualidade dos grãos está adequada, embora a produtividade varie conforme o nível tecnológico adotado. No balanço regional, 5% das lavouras estão em florescimento e formação de vagens, 25% em enchimento de grãos, 60% em maturação e 10% já colhidas.





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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de chuchu segue com colheita restrita



Produtores de chuchu enfrentam danos e preços baixos



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1) indica que a cultura do chuchu apresenta diferentes estádios de desenvolvimento na região administrativa de Lajeado, especialmente no município de Alto Feliz. De acordo com o levantamento, há áreas em desenvolvimento vegetativo, floração, frutificação e colheita, com o tempo mais quente contribuindo para a evolução das lavouras.

O documento informa que o granizo registrado na madrugada de 28 de novembro atingiu de forma intensa cerca de 31 hectares cultivados na região onde se concentra a maior parte dos produtores, que somam 33,5 hectares. Segundo a Emater/RS-Ascar, o evento provocou “severos danos à produção”, o que levou à paralisação quase total da colheita nessas propriedades. A renovação do cultivo, conforme o informativo, não será possível antes do período de calor intenso previsto para o fim do ano, situação que inviabiliza a continuidade da safra.

Mesmo diante das perdas, os produtores mantêm os trabalhos de adubação e os tratamentos fitossanitários com o objetivo de recuperar a sanidade das plantas atingidas. Nas poucas áreas onde a colheita ainda ocorre, o relatório aponta que a depreciação dos frutos é visível em razão dos danos causados pelo granizo.

A comercialização do chuchu segue, principalmente, com produto armazenado em câmaras frias. O preço permanece abaixo do esperado pelos produtores, embora tenha havido valorização no período. De acordo com a Emater/RS-Ascar, as caixas de 20 quilos estão sendo comercializadas entre R$ 25,00 e R$ 30,00.





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USDA confirma venda de soja dos EUA para a China


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Importações de soja da China serão recorde, diz USDA. Foto: Nájia Furlan/Portos do Parana

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou que exportadores privados norte-americanos reportaram a venda de 336 mil toneladas de soja à China, com embarques programados para a temporada 2025/26.

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A operação foi registrada por meio do sistema oficial de comunicação do órgão, que monitora diariamente as vendas externas de grãos dos Estados Unidos, especialmente aquelas destinadas a grandes compradores globais.

De acordo com as regras do USDA, toda comercialização de soja que envolva volume igual ou superior a 100.000 toneladas, realizada para o mesmo destino e no mesmo dia, deve ser obrigatoriamente reportada ao governo norte-americano.

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Exportação mundial de café sobe quase 4% em novembro, aponta OIC


Café, saca, exportações - funcafé
Foto: Unsplash

A exportação mundial de café alcançou 10,47 milhões de sacas de 60 kg em novembro, o segundo mês da safra 2025/26. O volume corresponde a um aumento de 3,77% na comparação com igual mês de 2024, quando foram embarcadas 10,09 milhões de sacas.

Os números fazem parte de relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC) e foram divulgados nesta terça-feira (6).

Nos dois primeiros meses da safra, as exportações somaram 21,57 milhões de sacas. O resultado representa aumento de 1,84% ante igual período do ciclo anterior, quando foram embarcadas 21,18 milhões de sacas.

Em relação aos 12 meses encerrados em novembro, a exportação de arábica totalizou 84,17 milhões de sacas, ante 86,34 milhões de sacas na temporada anterior, queda de 2,51%. Já o embarque de robusta aumentou 5% na mesma comparação, de 53,58 milhões para 56,27 milhões de sacas.

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Etanol é mais competitivo que a gasolina em apenas um estado brasileiro


etanol, RenovaBio
Foto: Agência Brasil

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 72,19% ante a gasolina na semana encerrada em 3 de janeiro. Com o resultado, o biocombustível se mostra desfavorável em comparação com o derivado do petróleo.

O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (6), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina apenas em Mato Grosso do Sul, onde o litro vale R$ 4,00 e a paridade é de 67,34%.

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