quarta-feira, maio 20, 2026

Autor: Redação

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Fazendas verticais: Inovação leva o campo para o coração das cidades



As fazendas verticais urbanas já são uma realidade e vêm transformando o modo como os alimentos são produzidos nas grandes cidades. Diferente do cultivo tradicional, elas funcionam em ambientes fechados e totalmente controlados, dentro de galpões ou até prédios, onde não é preciso contar com sol, solo fértil ou grandes volumes de água. 

Iluminação de LED, sistemas hidropônicos ou aeropônicos e softwares de monitoramento garantem que cada etapa, do plantio à colheita, ocorra com alta precisão.

Essa tecnologia permite que o cultivo aconteça em qualquer lugar, independentemente do clima ou da estação do ano. As fazendas verticais usam até 95% menos água do que os métodos convencionais, dispensam defensivos químicos e são altamente eficientes no consumo de energia. 

Além disso, como ocupam pouco espaço, podem ser instaladas próximas aos centros urbanos, reduzindo também o custo e a pegada ambiental do transporte.

Hoje, é possível encontrar nessas estruturas o cultivo de hortaliças como alface, rúcula e manjericão, além de frutas como tomate e morango. A ciência, porém, continua avançando: já existem experimentos para produzir até variedades de arroz em fazendas verticais, o que pode ampliar ainda mais a lista de alimentos cultivados de forma sustentável.

No Brasil, o exemplo mais emblemático é o da Pink Farms, localizada na cidade de São Paulo. Considerada a maior fazenda vertical da América Latina, a empresa mostra que é possível unir tecnologia, sustentabilidade e produção de alimentos frescos mesmo no coração de uma metrópole.

Quer ver como tudo isso funciona na prática? Então confira o conteúdo abaixo no Instagram do Planeta Campo!





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AgroNewsPolítica & Agro

Tarifa de Trump pode gerar demissões no agro


A nova tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos deve atingir em cheio o agronegócio brasileiro, especialmente os setores de carne e café, que estão entre os principais produtos exportados para o mercado americano, segundo o advogado tributarista especializado no setor rural, Fernando Melo de Carvalho. A medida pode provocar queda no faturamento das exportações, pressionando margens e levando a cortes de empregos em um setor que emprega mais de 28 milhões de pessoas no país, conforme dados da CNA.

O aumento da tarifa ocorre em um momento já delicado para o agro, que enfrenta juros elevados, menos recursos no Plano Safra e dificuldades no acesso ao crédito. A elevação dos custos para entrar no mercado americano pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros e desestimular a atividade exportadora, afetando diretamente produtores que dependem desse canal de vendas.

“Essa tarifa vem em um momento muito delicado e deve impactar a rentabilidade de quem depende das exportações para os Estados Unidos. Apesar dos preços terem uma tendência de queda, por outro lado, isso desestimula as atividades ligadas à exportação, reduz o faturamento e pode levar a demissões”, alertou.

Além do agronegócio, setores da indústria também devem ser impactados, especialmente aqueles que utilizam insumos importados. O encarecimento desses itens pode comprometer cadeias produtivas e aumentar os custos internos de produção.

Tarifas de importação são ferramentas frequentemente utilizadas por países para proteger mercados internos ou estimular segmentos estratégicos. No entanto, o uso desse instrumento de forma abrupta pode gerar desequilíbrios e prejudicar tanto exportadores quanto consumidores nos países envolvidos.

“Na nossa Constituição, existe a previsão de utilizar certos impostos como mecanismo de controle. Por exemplo, pode-se aumentar o imposto de importação sobre determinado produto que não se deseja no mercado brasileiro, para proteger a produção nacional. Mas esse tipo de medida deve ser usado com cautela, justamente para não prejudicar não só as exportações de produtos agropecuários, mas também os importadores, como o mercado americano, que consome fortemente a nossa carne”, completou.

 





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Tarifaço de Trump ‘mexeu’ com o mercado de soja?



A semana foi marcada por uma combinação de fatores que pressionaram o mercado de soja. Segundo a plataforma Grão Direto, tensões comerciais entre potências, disparada do dólar, queda nas bolsas internacionais e crescente incerteza nas relações geopolíticas criaram um cenário desafiador para o produtor rural brasileiro. O resultado é uma cadeia produtiva impactada diretamente na comercialização, nos custos de produção e na rentabilidade.

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Oferta e demanda

O novo relatório global de oferta e demanda apontou crescimento na produção e nos estoques finais de soja. No Brasil e na Argentina, os dados de produção da nova safra permaneceram inalterados. No entanto, os estoques brasileiros aumentaram, enquanto os argentinos caíram. A China continua como o principal destino da oleaginosa, com importações projetadas em 112 milhões de toneladas.

EUA x China: impasse trava o mercado

A falta de um acordo comercial concreto entre Estados Unidos e China, aliada às novas tarifas impostas pelos norte-americanos ao bloco BRICS, com destaque para a taxação de 50% sobre produtos brasileiros deixou o mercado em estado de alerta. A incerteza aumentou a aversão ao risco, o que afastou os compradores e provocou cautela nos negócios.

Dólar

O impacto cambial foi imediato. O dólar subiu 2,40% na semana, cotado a R$ 5,55. Enquanto isso, os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago registraram fortes quedas. O contrato com vencimento em julho de 2025 recuou 4,92%, com o encerramento a US$ 10,04 por bushel. O contrato de março de 2026 também caiu, com o fechamento a US$ 10,38 por bushel, uma baixa de 3,53%. O mercado físico reagiu de forma mista, com algumas praças em alta e outras, queda.

Exportações brasileiras resistem

Apesar do cenário adverso, as exportações brasileiras de soja seguem firmes. Em julho, somaram 11,93 milhões de toneladas, um crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). A China respondeu por cerca de 76% das compras no primeiro semestre de 2025. A forte demanda chinesa, associada a dificuldades logísticas em países concorrentes e ao aumento das taxas de exportação na Argentina, favoreceu o Brasil. No entanto, em relação a junho, houve leve queda, em linha com o padrão sazonal após a colheita.

Brasil x EUA

As tarifas impostas pelos Estados Unidos inicialmente pressionaram os preços internacionais, com receio de retração nas exportações brasileiras e possibilidade de retaliações. Ao mesmo tempo, o dólar valorizado impulsionou a competitividade da soja brasileira no mercado externo, favorecendo exportadores. Porém, a alta cambial também encarece insumos importados e pressiona os custos de produção, além de potencialmente gerar efeitos inflacionários.

Mercado de soja

O cenário atual exige cautela. Há poucos fundamentos que sustentem uma alta expressiva nos preços da soja neste momento. A tendência técnica segue de baixa, com possibilidade de os contratos se aproximarem da faixa de US$ 10,00 por bushel. Ainda assim, a valorização do dólar e o prêmio nos portos brasileiros podem abrir janelas pontuais de oportunidade para negócios estratégicos.



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Bahia sedia 1º Seminário da cacauicultura para produtores rurais



Produtores rurais, técnicos, especialistas e parceiros do segmento da agricultura estarão reunidos entre os dias 22 e 23 de julho de 2025, em Jequié e Itagi, na Bahia (BA), para conversar e impulsionar a inovação na produção de cacau.

Além disso, o encontro pretende promover a capacitação, fomentar boas práticas agrícolas e apresentar tecnologias que possam aumentar a eficiência e a sustentabilidade na produção de cacau.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

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 No dia 22, o evento inicia com quatro palestras em Jequié, ministradas por engenheiros agrônomos e consultores. Já no dia 23, Itagi recebe um dia de campo na Fazenda Duas Barras, com quatro oficinas simultâneas, proporcionando uma vivência prática no manejo da lavoura cacaueira.

 A iniciativa é promovida pelo Sebrae/BA, em parceria com a Prefeitura de Jequié, Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Sindicato Rural, Faeb/Senar, Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC), Associação Comercial e Industrial de Jequié (ACIJ), Banco do Nordeste, Banco do Brasil e Fazenda Duas Barras.

Serviço:
1° Seminário da Cacauicultura Produtiva de Jequié e Região

• 22/07 – CEU – Centro de Evangelização e Unidade, São Judas Tadeu, Jequié
• 23/07 – Fazenda Duas Barras, Itagi
Inscrições gratuitas.



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Preços do milho continuarão despencando nesta semana?



O contrato do milho para julho de 2025 na Bolsa de Chicago encerrou a semana passada a US$ 4,03 por bushel, queda expressiva de 6,50% em cinco dias.

Já na B3, o sentido foi inverso: o mesmo vencimento teve alta de 1,73%, fechando a R$ 63 por saca. Contudo, no mercado físico brasileiro, as baixas foram generalizadas.

Análise da plataforma Grão Direto mostra o que pode mexer com o mercado do cereal nesta semana e que a tendência é que os preços parem de cair, estabilizando. Acompanhe:

O que esperar do mercado do milho?

  • Exportações brasileiras: as exportações brasileiras de milho começaram julho em ritmo lento, com embarques de apenas 120 mil toneladas, uma queda de 80,5% em relação ao mesmo período de 2024. O atraso no início da colheita da segunda safra e a menor disponibilidade de grãos colhidos explicam parte dessa retração e, caso continue nesse ritmo, o mês de julho não deve passar de 1 milhão de toneladas exportadas.
  • China abastecida: a China, que foi um significativo importador do milho brasileiro em anos anteriores, está menos presente no mercado em 2025 devido a uma grande safra local e à busca por autossuficiência, o que obriga o Brasil a buscar novos mercados, como Irã, Egito e Vietnã, que não têm o mesmo potencial de compra. Apesar disso, a expectativa é de aceleração dos embarques ao longo dos próximos meses.
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  • A história se repete: o cenário de comercialização do milho brasileiro em 2025 está sendo marcado por uma safra recorde, o que amplia a oferta interna e reforça o Brasil como um dos principais exportadores globais. Contudo, esse volume elevado traz desafios: a oferta abundante pressiona os preços internos, especialmente diante de gargalos logísticos e do déficit de armazenamento, que obriga muitos produtores a vender rapidamente após a colheita, muitas vezes aceitando valores menores para evitar perdas com grãos estocados ao ar livre. Por outro lado, a demanda internacional segue aquecida devido a estoques globais mais apertados e ao aumento do consumo, favorecendo as exportações brasileiras no segundo semestre. “Assim, a comercialização em 2025 vem, mais uma vez, exigindo atenção ao ritmo dos embarques, à movimentação dos preços e à infraestrutura logística, para que os produtores possam aproveitar melhores oportunidades e reduzir riscos em um ano de oferta abundante”, orienta a nota da plataforma.

Segundo a Grão Direto, com o avanço da colheita da safrinha e o consequente aumento dos custos logísticos, aliado a uma perspectiva bastante favorável para a produção de milho nos Estados Unidos, o mercado apresenta poucos elementos que sustentem uma reversão consistente na tendência das cotações.

“No entanto, considerando o movimento de queda registrado nas últimas semanas, também não se desenha um cenário claro para a continuidade desse recuo”, diz a empresa.

Assim, o ambiente atual sugere estabilidade, com o mercado atento a novos fatores que possam alterar o equilíbrio entre oferta e demanda nos próximos meses.



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Mercado de fertilizantes deve desacelerar no segundo semestre, aponta Itaú BBA



O mercado brasileiro de fertilizantes iniciou 2025 com forte ritmo de importações, mas deve perder tração nos próximos meses. Segundo relatório do Itaú BBA, a tendência é de desaceleração neste segundo semestre, mesmo após a alta de 14% registrada no volume importado entre janeiro e maio, totalizando 14,4 milhões de toneladas.

De acordo com a análise do banco, parte desse avanço é explicada pela antecipação das compras por misturadoras, que aproveitaram preços mais atrativos no início do ano. No entanto, o segundo semestre concentra historicamente a maior parte das entregas e importações, o que relativiza o desempenho do primeiro semestre na análise do ano como um todo.

A projeção do Itaú BBA é que o Brasil importe 40,6 milhões de toneladas de fertilizantes em 2025, uma leve queda de 1,8% em relação a 2024.

Outro ponto que pesa para uma desaceleração do setor é o nível elevado de estoques acumulados na indústria e nas revendas. Desde 2021, esses estoques vêm crescendo e, no início de 2025, estavam acima da média histórica, o que pressiona as margens de lucro das revendas e reduz o apetite por novas compras — mesmo com a proximidade da safra de verão.

As entregas aos produtores, por sua vez, cresceram no primeiro trimestre. Dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) indicam que, entre janeiro e março, foram entregues 9,6 milhões de toneladas, alta de 9,1% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar disso, o Itaú BBA projeta uma desaceleração ao longo do ano, impulsionada pelo aumento nos custos dos insumos e pela piora nas relações de troca com as principais commodities agrícolas.

Para 2025, a expectativa é que as entregas totais cresçam 6% em relação ao ano anterior, atingindo 48,5 milhões de toneladas. O desempenho do segundo semestre será crucial, pois representa o pico do consumo de fertilizantes no Brasil.

Além disso, fatores externos também entram no radar. As tarifas anunciadas pelo ex-presidente Donald Trump, caso sejam confirmadas, podem afetar diretamente o câmbio. Segundo o Itaú BBA, esse movimento pode enfraquecer o real frente ao dólar, pressionando os custos da produção agrícola nacional. Como boa parte dos insumos utilizados na lavoura é importada, inclusive fertilizantes e defensivos, a alta cambial reduz o poder de compra dos produtores rurais.

No caso específico dos fertilizantes, que já operam em patamares elevados, uma piora no câmbio pode agravar ainda mais a relação de troca com os grãos, restringindo o acesso dos produtores aos insumos e afetando a rentabilidade da atividade.



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Você produz soja sustentável? Participe do 4º Prêmio Planeta Campo!



Estão abertas as inscrições para o 4º Prêmio Planeta Campo 2025, que valoriza iniciativas sustentáveis no agronegócio brasileiro. Para participar, basta acessar o link e preencher o formulário. As inscrições vão até 23 de julho e reconhecem quem alia respeito ao meio ambiente, impacto social positivo e resultados econômicos sólidos no campo.

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O prêmio contempla cinco categorias: Agroindústria, Agricultura Familiar, Pequeno, Médio e Grande Produtor. Os vencedores terão suas histórias contadas em uma reportagem especial, exibida nos principais programas do Canal Rural e no YouTube do Planeta Campo.

Se você adota práticas sustentáveis com a soja e quer ver sua trajetória valorizada, essa é a sua chance de mostrar que é possível produzir com responsabilidade e inovação.

Sojicultores que já foram destaque no prêmio

Em edições anteriores, produtores de soja de diversas regiões do Brasil mostraram que é possível aliar produtividade e conservação ambiental. Exemplos inspiradores incluem agricultores que adotaram práticas como plantio direto, preservação de nascentes, rotação de culturas e redução no uso de defensivos, provando que a sustentabilidade é um diferencial competitivo no campo.

Na 3ª edição, em 2024, a Fazenda Carolina do Norte, gerida por Diego Schardong, destacou-se ao adotar o cultivo sustentável da soja em grande parte de sua área, utilizando sistemas de rotação que preservam e enriquecem o solo. Já a Fazenda Serra Vermelha, em Sambaíba, investe na regeneração do solo e na retenção de carbono por meio da integração de braquiária, soja e algodão.



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JBS inaugura unidade do programa Escritórios Verdes em Minas Gerais



A JBS acaba de inaugurar, em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, sua mais nova unidade dos Escritórios Verdes JBS – iniciativa gratuita de apoio à regularização ambiental e assistência técnica e gerencial para produtores rurais. Esta é a primeira unidade em Minas Gerais, com atuação prevista em todo o estado, completando a presença da Companhia nos cinco principais estados com rebanho bovino do país: Mato Grosso, Pará, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Com um rebanho estimado de 22,5 milhões de cabeças de gado de corte em 2023, Minas Gerais ocupa a quarta posição entre os estados com o maior rebanho bovino do Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representando cerca de 9,4% do total nacional. O estado também se destaca por sua diversidade ambiental, abrigando três importantes biomas: Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga.

Lançado em 2021, o programa Escritórios Verdes integra o compromisso da Companhia com a pecuária sustentável e sua política de compra responsável. A iniciativa tem como objetivo apoiar gratuitamente pecuaristas na regularização ambiental de suas propriedades e na melhoria da produtividade com responsabilidade socioambiental. As unidades são instaladas em plantas da Friboi pelo Brasil, com equipes especializadas que atendem os produtores de forma personalizada.

A inauguração em Minas Gerais marca mais um passo da JBS na ampliação da iniciativa, que em 2024 viabilizou a elaboração de 523 projetos de regularização ambiental, com impacto direto na recomposição de mais de 4,15 mil hectares de vegetação nativa. Desde 2021, os Escritórios Verdes já prestaram consultoria e apoio técnico para mais de 18 mil propriedades rurais em todo o Brasil. Em quatro anos, mais de 6 mil hectares foram destinados à recuperação florestal.

Além dos atendimentos presenciais, a JBS lançou no segundo semestre de 2024 o Escritório Verde Virtual, disponível via e-mail, telefone e WhatsApp. Desde sua criação, já foram realizadas mais de 16 mil interações com produtores rurais de diversas regiões do país, ampliando o alcance da assistência técnica e ambiental da empresa.

“O produtor rural – especialmente o pequeno – precisa estar no centro das discussões sobre sustentabilidade no campo. Por isso, criamos soluções que atendam suas necessidades, oferecendo ferramentas práticas e suporte técnico de forma gratuita. A crescente adesão dos pecuaristas aos Escritórios Verdes reforça que estamos no caminho certo”, afirma Liège Correia e Silva, diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil.

Escritórios Verdes 2.0: tripé de apoio ao produtor

A evolução do programa foi em 2024 com o lançamento dos Escritórios Verdes 2.0, um hub de soluções para pequenos e médios produtores. Após uma triagem inicial, os atendimentos são direcionados para uma das três frentes:

  • Escritório Verde Ambiental: apoio à regularização ambiental e reinserção de propriedades na cadeia produtiva;
  • Escritório Verde Assistência Técnica: ações voltadas à recuperação de pastagens e boas práticas para aumento da produtividade;
  • Escritório Verde Assistência Gerencial: capacitação e ferramentas para melhorar a administração das propriedades.

Os resultados já demonstram o impacto do programa: em 2024, 6.887 propriedades foram regularizadas, e 1.311 fazendas receberam apoio técnico ou gerencial. O time de extensão rural realizou mais de 4.700 visitas a produtores familiares, com coleta e análise de mais de 600 amostras de solo.



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AgroFormosa 2025 movimenta mais de R$ 129 milhões em volume de negócios


Encerrada há uma semana, a terceira edição da AgroFormosa registrou R$ 129,6 milhões em volume de negócios, de acordo com a diretoria da Associação dos Criadores de Formosa do Rio Preto (Acrifor), entidade que realiza o evento, no município do Oeste baiano.

Com público de 29.824 pessoas — menor que a edição anterior —, o evento superou as expectativas dos organizadores e expositores.

Foram cerca de 100 marcas expositoras de empresas dos mais diversos segmentos do agro, incluindo pecuária, serviços, agricultura familiar, insumos, implementos, máquinas e instituições financeiras.

Para o secretário de Agricultura do Estado da Bahia, Pablo Barrozo, a força do evento reforça a vocação de Formosa do Rio Preto como um dos maiores potenciais agrícolas do país.

“A AgroFormosa é essa linda feira com tantos expositores. Aqui, no leilão, vemos a grandeza deste município que só tem a crescer. Estamos representando o governador Jerônimo Rodrigues, que enxerga nesta região a capacidade de continuar avançando”, destacou.

Agroformosa 2025, recorde em volume de negócios; autoridades, BahiaAgroformosa 2025, recorde em volume de negócios; autoridades, Bahia
Foto: Ascom/AgroFormosa

Para Sabino Gomes Filho, presidente da feira, os números demonstram que o esforço coletivo valeu a pena. “Esse resultado ultrapassa tudo que a gente tinha imaginado. Estamos muito felizes por estarmos nos consolidando dessa forma, com sucesso para todos que acreditaram e apostaram no evento”, celebrou.

Com protagonismo do município na pecuária baiana, os leilões de gado dentro da programação oficial da feira, movimentou mais de R$ 900 mil reias, segundo a Acrifor.

O julgamento de ovinos e caprinos também reuniu criadores, técnicos e apaixonados pela pecuária de pequenos ruminantes, evidenciando a qualidade dos animais apresentados.

Para o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Paulo Menezes, Formosa do Rio Preto vive um momento de protagonismo. “Essa agropecuária que não para de crescer é a bola da vez. São quase 100 mil cabeças, soja, algodão, milho, tudo em expansão. Parabenizo os produtores, e reforço que todos os animais desta feira passaram pelo trabalho de inspeção e sanidade dos nossos veterinários”, afirmou.

Mulheres que Inspiram, mesa redonda na AgroFormosa 2025Mulheres que Inspiram, mesa redonda na AgroFormosa 2025
Foto: Ascom/AgroFormosa

Além da programação voltada para negócios, a feira agropecuária também realizou palestras e a mesa-redonda “Mulheres que Inspiram”, que reuniu nomes que são referência no setor.

Outra atividade realizada foi a doação de alimentos que serão destinados a instituições carentes da região, nesse sentido, o restaurante oficial da feira também realizou uma ação solidária: toda a renda arrecadada será revertida em projetos da Apae de Formosa do Rio Preto.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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