domingo, maio 17, 2026

Autor: Redação

News

Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025



As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, é esperado que o ano feche com uma inflação de 5,17%.

Há uma semana esperava-se uma inflação de 5,18% para o ano. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação de 5,25%. Para os anos subsequentes, as expectativas se mantiveram estáveis, em 4,5% em 2026, e em 4% para 2027.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

PIB e dólar

As projeções relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todas riquezas produzidas no país – se mantiveram estáveis para 2025, com um crescimento de 2,23%. Para 2026, o mercado se mostrou mais otimista do que na semana passada, aumentando as expectativas de crescimento de 1,86% para 1,89%. Para 2027, projeta-se um PIB de 2%.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Com relação ao câmbio, o Boletim Focus reviu para baixo as expectativas de cotação do dólar. O mercado projeta que, ao final de 2025, a moeda norte-americana custará R$ 5,65. Na semana passada, a projeção era de uma cotação de R$ 5,70 ao final do ano. Há quatro semanas as expectativas estavam em R$ 5,77.

O mercado financeiro reviu também para baixo as expectativas de cotação. Para o final de 2026, a projeção de cotação do dólar caiu de R$ 5,75 (divulgada na semana passada) para R$ 5,70. É a terceira semana seguida de queda nas expectativas de cotação. Para o final de 2027, a projeção é de que a moeda norte-americana estará cotada a R$ 5,71.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

As expectativas do mercado financeiro para a Selic se mantêm em 15% ao ano há três semanas. Para os anos subsequentes, se manteve estável em 12,50% para 2026, e em 10,50% em 2027.

Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.



Source link

News

Trump ignora agribusiness e joga errado


“Bad Beat” é o nome que se dá nos jogos de cassino a um erro do jogador. Trump é empresário de cassinos e fez uma jogada errada por ignorar o complexo agroindustrial de agribusiness, fundamento criado em Harvard (academia que Trump também não entende) e que gerou a expressão agronegócio no Brasil.

Um sistema de “input e output”, cadeia de valor onde a originação dos alimentos, fibras, energias renováveis para entrar no sistema de produção das corporações que chegam nos supermercados, fast food, cafeterias, restaurantes e nas mesas do mundo tem compliance, certificações, exigências ESG, hoje um “agroconsciente”, portanto não se substitui mais matérias-primas, insumos, ingredientes semi-processados originados na agricultura por agricultores que constituem o supply chain de uma marca de alimentos, bebidas, roupas, energia, beleza, numa canetada à moda antiga.

Trump jogou errado: “Bad Beat”. No caso do agronegócio, o maior prejudicado direto são as cadeias de valor do complexo agroindustrial norte-americano, pois o que vendemos para os Estados Unidos são produtos agropecuários com segurança agroambiental, com nível de processamento inicial, mas que receberão gigantesca agregação de valor lá nos Estados Unidos, um agronegócio que significa de US$ 5 trilhões a US$ 6 trilhões versus o nosso, em torno de US$ 500 bilhões. São 10 vezes maiores lá. Trump erra para lá e para cá.

Agregação de valor é lá

Por exemplo, o total das exportações de café do Brasil para os Estados Unidos está na casa de US$ 2 bilhões. E quanto esse montante é transformado em agregação de valor na indústria de café dos Estados Unidos, hoje o maior consumidor mundial, e nas redes das cafeterias? Apenas para dar um exemplo para erguer nossos pensamentos acima das polarizações políticas, apenas uma rede de cafeterias, a Starbuck, fatura por ano acima de US$ 36 bilhões. Quer dizer, se olharmos o total das exportações brasileiras para os Estados Unidos, de tudo o que exportamos, total de US$ 40 bilhões, somente uma rede de cafeterias, a Starbuck, movimenta quase o total de dólares de todas as nossas exportações.

E sobre o café, o nosso maior item exportado aos Estados Unidos, conversei com o CEO do Conselho de Exportadores de Café (Cecafé), Marcos Antônio Matos, e ele me disse: “O Cecafé acompanha com muita atenção as discussões das tarifas nos Estados Unidos e é importante mencionar que os EUA é o país mais importante em termos de consumo de café, ao redor de 24 milhões de sacas, e o Brasil é o principal fornecedor nesse mercado, com mais de 30% do market share. Nós estamos fazendo todo um trabalho, uma agenda positiva, junto aos nossos parceiros, a National Coffee Association, e membros dessa associação junto à administração Trump porque existe uma agenda positiva nesse sentido. Importante lembrar que o café gera muita riqueza nos Estados Unidos, que é um país que importa café e agrega valor na industrialização. Para cada US$ 1 de café importado são gerados US$ 43 na economia americana, são 2,2 milhões de empregos, 1,2% do PIB norte-americano, uma vez que são gerados US$ 343 bilhões na economia; 76% dos americanos tomam café. O café é muito mais consumido do que qualquer outra bebida hoje no mercado. Nós temos a esperança de que o bom senso prevaleça, a previsibilidade de mercado, porque nós sabemos que quem vai ser onerado é o consumidor norte-americano e tudo que gera impacto sobre o consumo é ruim para o fluxo do comércio, para a indústria e para o desenvolvimento dos países, para produtores e consumidores. Portanto, estamos esperançosos de que nós tenhamos uma condição muito mais apropriada e adequada para o comércio de café do Brasil para os Estados Unidos”.

Portanto, como bem coloca o Matos, CEO do Cecafé, há uma gigantesca agregação de valor na industrialização, comércio e serviços realizada lá pelos norte-americanos. Para cada US$ 1 importado de café pelos Estados Unidos, são gerados US$ 43 de valor agregado na economia americana.

Os outros setores, da mesma forma. Não vendemos produtos para o consumidor final dos Estados Unidos. Vendemos matérias-primas, insumos e semiprocessados como sucos, e o suco de laranja que representa um pouco mais de US$1 bilhão, entra nos mercados em misturas sob marcas de grandes multinacionais como da própria Coca Cola e outros.

Agronegócio virou agroconsciente. A agricultura decide a preferência do consumidor e o valor das marcas

Algo que o presidente Trump ignora, com certeza, o que o levou a fazer essa “Bad Beat” no cassino planetário que ele manipula das taxações, está no fato de que agronegócio é um sistema agroindustrial hoje sob total vigilância e compliance ESG. Para um processador industrial de alimentos ou bebidas incluir matérias-primas oriundas de qualquer fornecedor, esse originador precisa realizar e provar todas as suas práticas ambientais e sustentáveis.

Portanto, não é mais possível substituir de uma hora para outros fornecedores das indústrias, das grandes corporações mundiais que dominam os supermercados, e serviços de alimentos e bebidas numa canetada. Isso é um erro, um “Bad Beat”, presidente Trump.

No mundo da moda a originação ESG é sagrada

O couro, no mundo fashion, vendemos cerca de US$ 330 milhões. Essa cadeia produtiva é toda rastreada e controlada, certificada.

Assim para todos os demais produtos brasileiros vendidos nos Estados Unidos: produtos florestais, açúcar, carnes, nozes, castanhas, cacau, mel, óleos, mate, hortícolas, lácteos, fumo, até plantas e flores, toda essa originação brasileira para ser substituída por outros países exigirá rigores de procedência ESG impossibilitando a prática a curto prazo dessa “Bad Beat”, jogada equivocada do presidente Trump.

Portanto, não tenho dúvida: os setores empresariais dos Estados Unidos e do Brasil, com a diplomacia a serviço dos estados reunidos, irão reverter e resolver esse engano, que se serviu para atiçar raivas e ódios de facções políticas, não servirá para estragar cadeias de valor fundamentais tanto para os Estados Unidos e para o Brasil com 200 anos de sucesso, inclusive maior para os americanos, pois compramos mais deles do que vendemos para eles. Os agronegócios USA & brasileiro jogarão as jogadas certas da inteligência comercial para ambos.

Foi mal essa Mr. Trump, “Bad Beat”. Cuidado o “TACO” está pegando. Vale a pena ouvir Beat it, sucesso de Michael Jackson: “Beat it” onde a amizade vence a violência. E vamos para a agenda positiva.

José TejonJosé Tejon

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Source link

News

Bombeiros combatem incêndio há três dias em silo de cooperativa agrícola



Um incêndio atingiu na última sexta-feira (11) o silo da Cooperativa Agrícola Mista General Osório, em Arroio Grande (RS). Após quase 60 horas de incêndio, o corpo de bombeiros continua combatendo as chamas nesta segunda-feira (14)

De acordo com os corpo de bombeiros, o calor intenso gerado pelo incêndio resultou em anomalias na estrutura do silo, como a queda da parte superior, chamada de “chapéu”, para seu interior, além de deformidades nas paredes, tornando a estrutura bastante comprometida e com risco de colapso.

Ainda segundo o corpo de bombeiros, as chamas diminuíram significativamente e um trabalho de resfriamento está em andamento, assim como a retirada da soja, por meio de um acesso feito na parte inferior do silo, utilizando máquinas retroescavadeiras e caminhões de transporte de carga.

Até o momento, não há vítimas e a área é considerada de risco, mas não há registro de feridos. A causa do fogo foi identificada como a liberação de um gás proporcionado pelos grãos com a entrada de oxigênio dentro do silo, que em contato ocasionou o incêndio.



Source link

News

após dez semanas de queda, cotações registram alta



Muitos produtores que já estão capitalizados, têm priorizado os trabalhos de plantio, limitando a oferta de mandioca disponível, É isso que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Ainda mais, há a diminuição gradual na disponibilidade de lavouras de raízes de 2º ciclo (mais de 12 meses) em parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas. Nesse sentido, as pressões baixistas se enfraqueceram nesta semana, sobretudo nas praças do Paraná, e a média subiu após dez semanas de recuos consecutivos.

Levantamentos do Cepea mostram que o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 500,03 (R$ 0,8696/grama de amido). O aumento representa ligeiro avanço de 0,3% em relação à semana anterior.

No comparativo com período equivalente do ano passado, a média está 3% acima, em termos reais (utilizando o IGP-DI como deflator).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Exportações do agronegócio recuam 3,6% em junho



As exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em junho US$ 14,615 bilhões, informou o Ministério da Agricultura, em nota da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais da pasta. O valor é 3,6% inferior ao obtido em junho de 2024, o equivalente a uma redução de US$ 540 milhões ante os US$ 15,155 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 50,1% dos embarques totais do País no último mês, em comparação com 52,7% de junho de 2024.

A retração foi influenciada, principalmente, pelo índice de preço dos produtos exportados, que recuou 2,9% na comparação anual, explicou a secretaria. Além da queda nos preços médios de exportação, houve redução de 0,6% no volume embarcado. “A queda nos preços internacionais assim como no volume de exportação de alguns dos principais produtos de exportação explica o desempenho negativo da balança comercial do agronegócio nesse mês de junho de 2025”, justificou a secretaria na nota.

No último mês, os cinco principais setores exportadores do agronegócio brasileiro foram: complexo soja (US$ 6,204 bilhões, -12,9%); carnes (US$ 2,431 bilhões, +20,8%); complexo sucroalcooleiro (US$ 1,519 bilhão; -4,1%); produtos florestais (US$ 1,425, -7,4%) e café (US$ 1,024 bilhão, +17,7%). Juntos, estes setores responderam por 86,2% do total embarcado pelo agronegócio em junho ante 86,7% do ano passado. “Ou seja, houve uma pequena desconcentração da pauta exportadora no período. A queda ocorreu em grande parte em virtude da redução das vendas externas do complexo soja, sendo em parte compensada pelo crescimento das exportações das carnes”, observou a secretaria.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Notícias Relacionadas

Entre os destinos, a China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em junho, seguida por União Europeia e Estados Unidos. Os embarques brasileiros à China recuaram 2,2% em junho, com as vendas externas atingindo US$ 5,88 bilhões. A China respondeu por 40,3% dos embarques de produtos agropecuários brasileiros no último mês, aumento de 2 pontos porcentuais na comparação anual, sendo a soja em grãos o principal produto da pauta.

Em junho, o país desembolsou US$ 1,545 bilhão com a importação de produtos agropecuários, queda de 0,9% ante igual mês de 2024. Os principais produtos agropecuários importados pelo Brasil no último mês foram trigo, papel, óleo de palma e salmões. “Houve, também, importações de diversos insumos necessários à produção agropecuária no Brasil: fertilizantes (US$ 1,45 bilhão; +10,7%); defensivos agropecuários (US$ 562,48 milhões; +50,2%); nutrição animal (US$ 279,67 milhões; +20,0%)”, destacou a pasta na nota técnica.



Source link

News

Governo se reunirá com empresários para discutir tarifaço de Trump



O governo federal vai trabalhar para reverter a imposição de tarifas comerciais sobre as exportações do Brasil aos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, em São Paulo, neste domingo (13).

“Nós vamos trabalhar para reverter isso, porque não tem sentido essa tarifa. Ela, inclusive, prejudica também o consumidor norte-americano. Nós entendemos que ela é inadequada, ela não se justifica. Vamos recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC)”, disse Alckmin.

Segundo o vice-presidente, o governo se reunirá nos próximos dias com o setor privado, e também está sendo analisada a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada em abril, que estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual, em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

“Os Estados Unidos têm conosco superávit na balança comercial, tanto de serviços quanto de bens. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. Os Estados Unidos têm déficit na sua balança. E o Brasil e os Estados Unidos têm uma integração produtiva. Nós temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos. Então, não se justifica e o mundo econômico precisa de estabilidade e de previsibilidade”, afirmou.

Comitê Interministerial

Em reunião realizada na noite de domingo (13), em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a criação de comitê interministerial para conversar com o setores mais afetados pelo tarifação , de acordo com informação da Folha de São Paulo.

Lula avisou aos ministros que se reunirá pessoalmente com empresários para tratar do tema e a partir desses diálogos irá traçar estratégias com setores para atuação e negociação com o governo norte-americano. Ainda de acordo com a Folha, o comitê contará com a participação dos ministérios da Fazenda, Relações Internacionais e Desenvolvimento, Indústria e Comércio.



Source link

News

Exportações do feijão registram fortes altas no primeiro semestre



O primeiro semestre de 2025 finalizou com panorama positivo para as transações externas do feijão. Isso de acordo com os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de feijão somaram 137,02 mil toneladas de janeiro a junho deste ano. O aumento expressivo representa alta de 89% frente ao mesmo período de 2024. 

As importações, por sua vez, somaram 4,9 mil toneladas no primeiro semestre, 46% abaixo das registradas de janeiro a junho de 2024.  

No mercado doméstico, levantamento do Cepea mostra que os valores dos feijões carioca de notas 9 ou superior, os dos grãos de notas 8 e 8,5 e os pretos seguem em queda. 

Dessa forma, os pesquisadores indicam que as desvalorizações têm sido mais intensas para os feijões comerciais, que apresentam maior oferta, mas, demanda enfraquecida. 

No caso dos grãos de maior qualidade, o movimento de queda acaba sendo limitado pelo fato de os produtores optarem por armazenar os grãos, à espera de uma reação nos valores. 

No campo, a colheita avança em importantes regiões produtoras, enquanto a terceira temporada segue em desenvolvimento, com preocupações fitossanitárias em algumas lavouras.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizante NPK 11-52-00: essencial para o desenvolvimento



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil
A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil – Foto: Canva

O fertilizante NPK 11-52-00 é uma solução mineral simples amplamente utilizada na agricultura para promover o crescimento saudável das plantas, especialmente em fases críticas do seu ciclo de vida, como o início do plantio e a floração. Com alta concentração de Fósforo e Nitrogênio, esse fertilizante é indicado para estimular o desenvolvimento das raízes e a produção de flores e frutos, fatores essenciais para a produtividade das culturas.

Segundo Antonio Julio Vasconcelos Oliveira, especialista em gestão de compras, o NPK 11-52-00 contém 11% de nitrogênio (N), que favorece o crescimento vegetativo, e 52% de fósforo (P), nutriente fundamental para o fortalecimento das raízes e a formação dos órgãos reprodutivos das plantas. A ausência de potássio (K) nessa formulação o torna específico para situações em que esse nutriente não é prioritário. Oliveira destaca que esse fertilizante é especialmente indicado para solos deficientes em fósforo e para culturas como soja, milho, trigo, arroz, hortaliças, frutíferas jovens e cana-de-açúcar.

A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil: pode ser feita no sulco de plantio para garantir um forte enraizamento, na cobertura ou via fertirrigação, método que consiste na irrigação acompanhada da adição de fertilizantes solúveis em água. Este produto é muito utilizado em sistemas de produção modernos, inclusive em hortas e estufas, e contribui para a correção de solos ácidos e intemperizados, muito comuns no Brasil. Por sua composição e características, o NPK 11-52-00 é uma ferramenta estratégica para produtores que buscam maximizar o desenvolvimento inicial das culturas e, consequentemente, a produtividade final da safra.

 





Source link

News

demanda enfraquecida e aumento na produção derrubam as cotações



Os preços do milho seguem em queda no mercado doméstico, isso é o que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo o instituto, o avanço da colheita da segunda safra, que deve atingir produção recorde. Esta perspectiva, somada à retração compradora são os fatores que pressionam as cotações. 

Além disso, a demanda externa, também enfraquecida, reforça o movimento de queda no preço interno do cereal. 

Em seu 10º levantamento de safra, a Conab apontou aumento na produção total de milho no Brasil. O reajuste positivo em julho, tanto em relação ao relatório de junho/25 quanto ao de julho/24, se deve às maiores produções esperadas para as primeira e segunda safras. 

No agregado, a Conab estima 131,97 milhões de toneladas de milho na temporada 2024/25. O valor representa crescimento de 14,3% frente ao ano anterior (2023/24) e também a maior colheita da história.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Baixas temperaturas e falta de chuvas devem predominar na maior parte do país



A semana pode começar com um pouco de chuva sobre áreas do centro-norte e na Serra do Rio Grande do Sul, devido à entrada de ventos marítimos. A maior parte da manhã, será marcada por nebulosidade mais variável e a tarde, pode chover fraco – sem alertas.

No Sudeste, as temperaturas continuam mais baixas de manhã sobre SP, sul de MG e do RJ e com a possibilidade para nevoeiro no Vale do Ribeira e na Grande SP. Dia marcado pela presença do sol com um pouco mais de nuvem presente no céu sobre o centro-sul e leste de SP, região da Zona da Mata em Minas e no centro-sul e interior do RJ. Não há previsão de chuva em nenhuma área da região e a umidade continua abaixo de 30% em Belo Horizonte, no centro-oeste e no Triângulo mineiro, além de áreas do oeste e norte paulista.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

O tempo continua aberto, firme e seco no Centro-Oeste. Segunda, ensolarada e com umidade do ar ainda abaixo de 30% na maior parte de MS, GO, DF e MT. Alerta para valores abaixo de 20% no noroeste de MS, no sudoeste e sul de MT – incluindo Cuiabá.

O vento úmido que sopra do mar contra a costa mantém o tempo mais carregado na costa leste do Nordeste e a semana começa com risco alto para temporais em Salvador e no litoral norte baiano – dia mais encoberto com previsão de pancadas a qualquer momento, podendo começar já durante a madrugada.

Alerta para temporais em Roraima – boa parte da chuva continua concentrada sobre Amazonas, Pará e Amapá no Norte do Brasil – dia abafado com pancadas ocorrendo em vários momentos, intercalando aberturas de sol. O tempo continua firme e seco no centro-sul de Rondônia, sul do Pará e em todo o estado do Tocantins.

Sul

Terça: Circulação de ventos associados à área de alta pressão próxima à região mantém o tempo firme nos três estados da Região. Destaque para as temperaturas, que voltam a se elevar de maneira significativa entre o oeste gaúcho e noroeste paranaense. URA cai de maneira acentuada no interior catarinense, e entra em atenção no noroeste paranaense.

Quarta: Avanço de uma nova frente fria deve favorecer o retorno das instabilidades sobre o RS. Ainda cedo, haverá condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade – seguidas por raios e ventos. SC e PR seguem com dia marcado pelo predomínio de tempo estável. Entre norte e noroeste do PR, alerta para baixa umidade do ar à tarde.

Quinta: Formação de uma área de baixa pressão próximo à região deve reforçar as instabilidades sobre o estado gaúcho ao longo do dia – com início ainda no período da madrugada. Segue a condição para pancada de chuva com moderada – a eventual forte – intensidade, seguida por raios e ventos. Entre o fim da tarde e início da noite, a chuva avança sobre áreas do interior e sul catarinense, e no extremo sul e sudoeste paranaense.

Sudeste

Terça: Predomínio segue sendo de tempo firme em todo Sudeste. O amanhecer continua mais frio, mas o sol aparece ainda pela manhã e favorece o aumento da temperatura. Leste de SP, RJ e no ES, as temperaturas seguem mais amenas à tarde. No interior de SP e em MG, o ar seco favorece a queda acentuada da umidade relativa do ar à tarde.

Quarta: Semana segue com tempo estável em todos os estados da região. Em SP, leste e litoral seguem com temperaturas mais amenas e dia de céu parcialmente encoberto. No interior paulista, esquenta mais e a URA segue baixa. MG com predomínio de sol, temperaturas amenas entre a capital e a faixa leste. RJ e ES ainda sob influência dos ventos marítimos e as temperaturas também não disparam.

Quinta: Destaque segue sendo o tempo firme em toda a região. Calor ganha força entre o interior de SP e de MG. Leste de SP, RJ e ES começam a apresentar maior aumento nas temperaturas ao longo do dia. À tarde, alerta de baixa umidade em boa parte de SP e MG.

Centro-Oeste

Terça: Ar seco segue marcando presença em todos os estados da região, e o tempo continua firme ao longo do dia. À tarde, o calor ganha força entre MS, MT, GO e DF, e segue o alerta para baixa umidade do ar em praticamente toda a região.

Quarta: Tempo continua estável em todos os estados. Destaque para o calor mais intenso entre o norte de MS e o MT. À tarde, a URA sofre queda acentuada e entra em limiares de atenção. Destaque entre norte de MS, MT e oeste de GO, onde há risco para que os índices fiquem abaixo de 20%.

Quinta: Avanço de massa de ar polar deve impedir o aumento significativo das temperaturas no sul, sudoeste e parte do oeste de MS. Apesar disso, o restante do estado continua mais quente. Tempo segue firme, o calor e a baixa umidade continuam nas capitais, Cuiabá/MT, Goiânia/GO e na Capital Federal.

Nordeste

Terça: Instabilidades seguem concentradas sobre a região do recôncavo baiano, com risco de chuva fraca a moderada durante o dia. Condição para pancadas isoladas entre o litoral da PB e do RN. Chuva isolada no norte do MA. No interior de todo nordeste segue com bastante calor e com alerta para baixa umidade do ar.

Quarta: Entrada de umidade marítima estimula a formação de nuvens carregadas ainda sobre boa parte da costa leste, mas pancadas acontecem irregulares durante o dia. No litoral do MA, as pancadas podem cair com moderada intensidade. Sertão e agreste seguem com tempo firme, calor e baixa umidade do ar.

Quinta: Chuva volta a ganhar força no litoral da BA, SE, AL, PE e PB, com condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade. Interior da região já segue com tempo firme e calor. Umidade baixa mantém o alerta para queimadas na região.

Norte

Terça: Instabilidades continuam atuando sobre o norte do AM, em RR e no norte do AP, com condições para pancadas de chuva forte ao longo do dia. O restante da região continua com tempo firme e destaque sendo o calor. URA segue baixa no TO.

Quarta: Aproximação da ZCIT espalha as instabilidades no AP. RR e a metade norte do AM seguem com tempo instável e condições para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade. Chove também no norte e litoral do PA. Demais regiões com tempo firme e destaque continua sendo o calor.

Quinta: Chuva começa a se espalhar mais sobre o AM e pode alcançar áreas do oeste do AC. RR e AP seguem com condições para chuva forte. PA com pancadas restritas ao litoral e norte. RO e TO com tempo firme.



Source link