Os preços do milho seguiram em queda ao longo da semana passada, pressionados pela maior oferta argentina e pelo avanço da colheita nos Estados Unidos.
No Brasil, o momento é mais favorável aos compradores, com preços atrativos no mercado spot. De acordo com análise da plataforma Grão Direto, para os vendedores, a venda futura (dezembro em diante) continua sendo a alternativa mais interessante diante da expectativa de estabilidade até a entrada do milho 1ª safra.
Na última sexta-feira (26), o contrato de milho para novembro de 2025 na Bolsa de Chicago encerrou a US$ 4,21 por bushel, queda de 0,71% na semana. Na B3, o vencimento do mesmo mês teve recuo ainda mais acentuado, de 1,66%, fechando a R$ 66,22 por saca.
Contudo, diante do provável shutdown (paralisação) nos Estados Unidos, que acontece quando o governo federal suspende parte de suas atividades porque o Congresso não aprovou a lei do orçamento pode mudar o paranorama das cotações do cereal.
E agora, o que esperar do mercado do milho?
Análise da Grão Direto traça pontos de atenção ao mercado do milho para esta semana. Acompanhe:
Comercialização no Brasil: o preço do milho deve continuar estável nesta semana, já que o produtor segue pouco ativo, comercializando em média entre 1% e 1,5% por semana. O frete rodoviário ainda está muito elevado, o que desestimula a venda, pois gera desconto no embarque. Em Mato Grosso, as usinas de etanol continuam comprando apenas para atender à demanda imediata, sem espaço para o milho de exportação. “A janela de comercialização externa praticamente se perdeu, já que não há como competir em preço com o mercado interno”, diz a empresa, em nota.
Saca a menos de R$ 50: o mercado interno continua originando milho principalmente de Mato Grosso e Goiás. “Em Mato Grosso, as negociações giram entre R$ 48,00 e R$ 50,00 por saca, enquanto em Goiás o valor está em torno de R$ 56,00 por saca”, diz levantamento da Grão Direto. No momento, não há grandes movimentos: as cooperativas têm realizado vendas, mas o produtor segura a oferta, e os compradores internos seguem comprando apenas o necessário para manter a rotatividade dos estoques.
Giro pelo mercado internacional
Nos Estados Unidos, a colheita segue avançando e pode trazer movimentos mais drásticos no mercado;
Nesta semana, um ponto de atenção é a possibilidade de paralisação do governo norte-americano, gerada por uma batalha orçamentária. “Uma paralisação desse tipo poderia atrasar a divulgação de dados importantes, como exportações dos Estados Unidos, o relatório do Commodity Futures Trading Commission (CFTC), indicadores do setor agrícola e o próprio Payroll da sexta-feira (3). Além disso, na quarta-feira (1) haverá feriado na China, o que pode coincidir com essa paralisação nos Estados Unidos e reduzir ainda mais a liquidez do mercado.
Outro destaque é que, segundo o último relatório do CFTC, os fundos estão na maior posição líquida vendida dos últimos 12 meses em commodities agrícolas. “Isso aumenta o risco: se os agentes ficarem sem dados atualizados, podem optar por recomprar parte dessas posições vendidas para não ficarem tão expostos, o que pode sustentar os preços do milho e da soja na Bolsa de Chicago”, diz a Grão Direto.
Para a empresa, no Brasil, o preço do milho tende a seguir estável ou recuar levemente diante da fraca atuação do produtor e do frete elevado. Em Chicago, pode haver alta pontual, caso a paralisação nos Estados Unidos leve fundos a recomprar posições vendidas e reduza a oferta de dados no curto prazo.
O Ministério da Agricultura instituiu o Sistema de Avaliação da Qualidade e Aperfeiçoamento dos Programas Oficiais de Prevenção e Controle de Pragas, o AudiFito, com objetivo de monitorar e melhorar as ações oficiais de sanidade vegetal no território nacional. O programa foi criado por meio de portaria da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), publicada nesta segunda-feira, 29, no Diário Oficial da União (DOU).
O AudiFito será aplicado nas instituições públicas ou privadas que executam ou prestam serviços relacionados aos programas oficiais de prevenção e controle de pragas em nível federal ou estadual por meio de auditorias e supervisões regulares remotas ou presenciais.
Será coordenado pelo Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, no âmbito da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, prevê a portaria.
O programa avaliará o cumprimento de uma série de indicadores de qualidade nas ações de defesa vegetal executadas pelos órgãos de defesa agropecuária e indicará correções. O programa entra em vigor nesta segunda-feira.
O estado de Goiás deu início oficialmente ao plantio da soja da safra 2025/2026 na última quinta-feira (25), conforme calendário do Mapa. Segundo informações divulgadas pelo governo do estado, o evento em Nova Crixás, município do Vale do Araguaia, reuniu o vice-governador Daniel Vilela, lideranças políticas e do setor agrícola, além de centenas de produtores rurais, para celebrar o início da nova safra.
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O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, destacou que o estado caminha para se tornar o segundo maior produtor de grãos do país. “Só não ultrapassaremos Mato Grosso por conta da grande extensão territorial do estado vizinho”, disse. Schreiner ainda apontou que o Vale do Araguaia tem potencial para ampliar em 50% as áreas agricultáveis de Goiás, com foco no cultivo da soja.
Na safra 2024/2025, Goiás colheu 20,4 milhões de toneladas de soja, um crescimento de 18% em relação à safra anterior. Para a nova temporada, a expectativa é superar esse número. Clodoaldo Calegari, presidente da Associação dos Produtores de Soja de Goiás (Aprosoja-Goiás), informou que a meta é concluir o plantio até o fim de dezembro e iniciar a colheita em janeiro, liberando as áreas para a segunda safra, conhecida como safrinha.
Vale lembrar que o evento oficial da Abertura Nacional do Plantio de Soja 2025/2026 acontecerá nesta sexta-feira (3), às 9h, horário de Brasília, em Sidrolândia (MS). Clique aqui para se inscrever.
Se você planta soja, a Satis quer caminhar com você do preparo do solo ao enchimento de grãos nesta safra 2025/26. Essa é a mensagem da empresa ao sojicultor brasileiro, ao anunciar que reposicionou sua atuação para priorizar a jornada completa da lavoura, combinando nutrifisiologia, insumos biológicos e adjuvantes em um pacote pensado para as todas as fases decisivas do ciclo. A proposta da Satis é unir produtividade e sustentabilidade, com suporte técnico mais próximo da realidade de cada talhão.
Como todo agricultor bem sabe, o ponto de partida é um solo sadio e fértil. No pré-plantio, a Satis apresenta o Trichovex, um biofungicida à base de Trichoderma harzianum (cepa exclusiva IB19/17) para equilibrar a microbiologia e reduzir a pressão de patógenos como Rhizoctonia e Sclerotinia. Ao mesmo tempo, leva ao campo o Nemavex, biodefensivo formulado com bactérias do gênero Bacillus, indicado para manejo de nematoides, protegendo raízes e preservando o arranque inicial. As duas soluções podem ser usadas em conjunto para criar o ambiente ideal de estabelecimento da cultura.
Na largada do plantio, a mensagem é clara: eficiência de Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) e vigor inicial fazem diferença no estande e na regularidade do talhão. Nesse sentido o sojicultor conta com o fertilizante Nodular, que concentra molibdênio, cobalto e níquel para turbinar a FBN e a nodulação. Por sua vez, o Vitakelp é um bioativador fisiológico com extratos de algas que estimula plântulas mais uniformes e resilientes aos estresses da emergência.
Passada a fase de implantação, a Satis propõe um manejo de nutrifisiologia para sustentar o crescimento vegetativo e a transição reprodutiva sem travamentos. Produtos como Soymax, Humicbor, Sturdy e Vitan entram para oferecer nutrição balanceada, mitigar fitotoxicidade e amortecer estresses ambientais, favorecendo arquitetura de plantas, área foliar ativa e maior aproveitamento dos recursos do ambiente.
No florescimento e no enchimento dos grãos, quando cada vagem conta, entram tecnologias voltadas à sanidade e ao desempenho final, com destaque para o Fulland, além de Vitaphol Power-K e Vitaphol HSK. O Fulland, um dos carros-chefe da marca, tem patente e formulação única no mercado: um complexo químico sistêmico de cobre desenhado para ativar mecanismos de autodefesa nas plantas e potencializar o manejo fitossanitário. Segundo a empresa, o produto também apresenta sinergia com fungicidas e outros defensivos, melhorando mobilidade e potencial de controle, o que ajuda a proteger o potencial produtivo na fase mais sensível da cultura.
Resultado é confirmado a campo
Para dar lastro técnico a essas recomendações, a Satis cita resultados obtidos em parceria com a Pitanga Agronegócios. Nos ensaios, o uso integrado das soluções da marca elevou em 11,3% a produtividade, aumentou em 14% o número de nós produtivos e acrescentou 3,2% no Peso de Mil Grãos. São números que chamam a atenção, embora a empresa reconheça que respostas variam conforme solo, clima, pressão de pragas e doenças e o conjunto de práticas adotadas. A orientação é posicionar cada solução na janela correta e, quando possível, validar em faixas na própria fazenda para medir retorno técnico e econômico.
Um diferencial que a Satis faz questão de sublinhar é a combinação de formulações inovadoras com concentrações equilibradas de ativos de origem natural, incluindo cepas microbianas selecionadas e complexos de micronutrientes quelatizados para facilitar a absorção. A proposta é entregar eficiência com menor impacto ambiental, alinhada a uma visão de agricultura regenerativa. Nesse caminho, a empresa avança também na linha de biodefensivos registrados, reforçando o pilar biológico do portfólio.
Parceria do início ao fi
A proximidade em campo é outro pilar do novo posicionamento. Equipes técnicas regionais devem atuar lado a lado com você, entendendo as particularidades de solo, clima e sistema de produção antes de indicar o caminho do manejo. A companhia também treinou seu time comercial para o uso estratégico do digital, com produção de conteúdo prático e comunicação mais ágil, numa tentativa de encurtar a distância entre a recomendação e a execução na fazenda. O mote que acompanha a campanha resume a abordagem: “não tem segredo, tem Satis”.
Em termos práticos, o que a empresa oferece é um encadeamento de soluções para reduzir gargalos que costumam drenar potencial da soja: ambiente microbiológico saudável e raízes protegidas no pré-plantio; FBN eficiente e vigor no arranque; nutrição e fisiologia ajustadas para suportar estresses na fase vegetativa; e sanidade com suporte fisiológico na reprodução e no enchimento, mirando grãos mais pesados e com melhor qualidade.
Cabe lembrar que compatibilidade de calda, posicionamento fenológico e boas práticas de aplicação, sobretudo no caso de biológicos, fazem diferença nos resultados. E, como sempre, a melhor decisão nasce do cruzamento entre dados da sua área, histórico de produtividade, pressão de pragas e metas de retorno.
Ao se apresentar para a safra 25/26, a Satis quer ser mais que fornecedora de insumos: pretende ser parceira de manejo, com tecnologia própria, assistência técnica e um roteiro claro para cada fase da lavoura. Em um mercado aquecido e competitivo, onde cada detalhe pesa no teto produtivo, o produtor que alinhar calendário, janela e ferramentas certas tende a transformar potencial em sacas colhidas. A empresa aposta que pode ajudar você a dar esse passo.
A soja está no centro dessa estratégia por ser a cultura que mais ‘engorda’ o caixa do campo: A prova é o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), no qual a soja movimentou R$ 341,5 bilhões em 2024, segundo o Ministério da Agricultura. Agora, a Conab projeta 175 milhões de toneladas, um aumento de 4% acima da safra 2024/25. Em função disso, a Satis projeta ganhos para o sojicultor que caprichar no manejo fino e tecnologias complementares.
De acordo com o diretor de Negócios da Satis, Jair Unfried, com essa evolução e o reforço de produtos biológicos para uma agricultura regenerativa, a empresa estima que será possível alavancar seu faturamento e crescer mais de 20% na temporada. “A empresa está reiterando não apenas sua presença no campo, mas sua missão de impulsionar o futuro da agricultura brasileira com cientificidade, confiança e resultados comprovados. Queremos ser um provedor de soluções inovadoras”, conclui o executivo.
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) suspendeu, de forma provisória, a decisão que proibia o uso do herbicida 2,4-D em áreas da Campanha Gaúcha. Além disso, a proibição restringia a aplicação em regiões próximas a pomares de maçã e vinhedos. A medida foi tomada a última quinta-feira (25) pelo desembargador Francesco Conti, da 4ª Câmara Cível.
A decisão atende recurso apresentado pelo governo estadual contra sentença da Vara Regional do Meio Ambiente, que havia determinado a proibição até a criação de um sistema de monitoramento e fiscalização efetivo.
Proibição do uso do herbicida: entenda o caso
A proibição do 2,4-D foi solicitada por entidades ligadas à fruticultura, como a Associação Gaúcha de Produtores de Maçã e a Associação de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha. Os representantes alegaram que a deriva do produto, que é o deslocamento do defensivo agrícola pelo vento. De acordo com essas entidades, o uso causa prejuízos ambientais e econômicos a culturas sensíveis.
O Estado, no entanto, argumentou que a decisão judicial traria efeitos negativos para o setor agrícola, especialmente por ter sido emitida às vésperas do plantio da safra 2025/26. Após a proibição, representantes de produtores de grãos manifestaram preocupação, uma vez que muitos já haviam adquirido insumos e equipamentos com base no manejo que inclui o uso do 2,4-D.
Fundamentação jurídica
Ao analisar o pedido, o desembargador Francesco Conti considerou que a suspensão era necessária até o julgamento definitivo do recurso. Ele destacou a complexidade do caso, que envolve diferentes interesses econômicos, ambientais e sociais.
Segundo o magistrado, uma proibição imediata de um insumo amplamente utilizado no controle de plantas daninhas poderia gerar impactos econômicos imprevisíveis. “O planejamento agrícola é de longo prazo e envolve a compra antecipada de sementes, fertilizantes e defensivos”, ressaltou.
Conti também apontou falhas na sentença anterior, como a ausência de clareza sobre quais municípios compõem a Campanha Gaúcha, o que poderia gerar insegurança jurídica. O mérito da questão será novamente avaliado pelo colegiado da 4ª Câmara Cível, que deverá analisar de forma detalhada as responsabilidades do Estado e eventuais medidas de fiscalização.
Ibraoliva entra como colaborador no processo
Nos próximos dias, o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) deve ingressar como amicus curiae na ação que discute a proibição do herbicida. O termo em latim significa “amigo do juiz” e se refere a entidades que colaboram com informações relevantes para a análise judicial. O objetivo é reforçar os argumentos técnicos e jurídicos apresentados pelos fruticultores, especialmente pelos vitivinicultores da Campanha Gaúcha.
Além de atuar no processo, o Instituto elaborou uma minuta de notificação extrajudicial para ser utilizada por seus associados. O documento pode ser enviado a vizinhos solicitando que o herbicida não seja aplicado, informando também os riscos para a saúde humana e os danos potenciais às oliveiras.
Em nota, o diretor jurídico do Ibraoliva, Jorge Buchabqui, explica que a entrada da entidade no processo é uma medida preventiva para evitar prejuízos e possíveis ações judiciais. “Cada associado pode adaptar o modelo às suas condições locais e enviar aos vizinhos, reduzindo riscos e prevenindo conflitos futuros”, explicou. Ele acrescentou que já existem olivicultores que ingressaram com ações contra vizinhos em razão do uso do produto.
Pelo segundo ano consecutivo, a Biomarketing recebeu a premiação Líderes do Agronegócio, na categoria Comunicação e Marketing. Este reconhecimento reforça o nosso compromisso de sempre criar soluções de comunicação inventivas e intensas, que de fato gerem valor para as marcas, produtores rurais e outros elos das cadeias produtivas do agronegócio. Este é o jeito de comunicar Biomarketing e, neste artigo, trazemos algumas reflexões sobre os desafios, oportunidades e janelas de eficiência para a comunicação rural.
Marketing no agronegócio: como transformar comunicação em valor para marcas e produtores
O agronegócio brasileiro é uma das maiores forças econômicas do país. Representa cerca de 25% do PIB nacional e responde por mais de 40% das exportações brasileiras, levando alimentos, fibras e energia sustentável para centenas de países.
Mais do que números, o agro é um setor que traduz inovação, sustentabilidade e oportunidades que conectam o Brasil ao mundo.
Mas se o agro é gigante em relevância, também é diverso, complexo e exigente quando se trata de comunicação. Comunicar para o campo exige mais do que boas ideias: é preciso conhecimento técnico, sensibilidade cultural e a capacidade de traduzir soluções complexas em mensagens que inspirem e gerem confiança.
O desafio de comunicar para o campo
Dialogar com produtores, distribuidores, cooperativas ou grandes indústrias exige mais do que boas mensagens: requer objetividade, clareza e respeito às tradições que sustentam o campo. Quando essa conexão acontece de forma autêntica, a comunicação deixa de ser apenas publicidade e passa a ser um diferencial estratégico, capaz de gerar credibilidade, confiança e resultados.
Esse desafio está em expansão. A conectividade rural cresce ano a ano, com mais de 74% das propriedades já tendo acesso à internet, segundo dados do IBGE. Produtores acessam redes sociais diariamente, consomem podcasts durante deslocamentos, assistem a vídeos curtos para aprender técnicas de manejo e participam de eventos presenciais reforçados por experiências digitais. O campo está cada vez mais digital, mas não abre mão da proximidade humana e da linguagem que traduz sua realidade.
Peculiaridades e oportunidades da publicidade no agro
Diferentemente de outros setores, a publicidade no agronegócio precisa dialogar com públicos muito diversos e presentes em diferentes etapas da mesma cadeia produtiva.
Um mesmo material pode precisar atingir desde um pequeno produtor que busca soluções práticas até um grande executivo interessado em inovação e sustentabilidade. Essa diversidade exige campanhas criativas, mas também fundamentadas em dados e conhecimento técnico.
Outro ponto é a cultura do campo: valores como tradição, ética e confiança são decisivos. A comunicação precisa respeitar essa identidade, sem abrir mão da modernidade.
Hoje, há inúmeras oportunidades para marcas que querem crescer no agro:
Conteúdo educativo: materiais técnicos, vídeos tutoriais, guias práticos e podcasts que ajudam o produtor a tomar decisões melhores.
Campanhas digitais segmentadas: uso de dados para chegar a públicos específicos, unindo tecnologia e proximidade.
Construção de autoridade: podcasts, vídeos e artigos assinados por especialistas que posicionam empresas como referência no setor.
Eventos e feiras multiplataforma: a força presencial combinada a estratégias digitais, potencializando a experiência antes, durante e depois do evento.
Narrativas institucionais: mostrar como a marca contribui para sustentabilidade, inovação e valorização do produtor.
Mais do que anunciar, as empresas que atuam no agro precisam construir narrativas que agreguem valor. É essa construção que gera relacionamento, reputação e resultados consistentes.
Biomarketing: comunicação feita para o agro
Foi com esse propósito que nasceu a Biomarketing, agência com 11 anos de trajetória dedicada ao agronegócio. Ao longo da última década, a agência consolidou sua reputação ao unir criatividade e conhecimento técnico, entregando soluções que geram impacto real para as marcas do setor.
Com uma equipe especializada, a Biomarketing atua em diversas frentes:
Planejamento estratégico e branding.
Marketing digital e gestão de redes sociais.
Produção de conteúdo e campanhas publicitárias.
Desenvolvimento de podcasts e vídeos institucionais.
Criação de projetos especiais de comunicação integrada.
Sempre com foco em um objetivo central: gerar valor para as empresas e para os produtores, por meio de uma comunicação clara, estratégica e conectada ao mercado.
“Nosso compromisso é transformar o agro em histórias que inspiram, educam e geram resultados. Cada campanha é uma oportunidade de valorizar o produtor e evidenciar como o campo move e fortalece a sociedade” — Camila Macedo Soares, sócia- diretora da Biomarketing
Reconhecimento: Prêmio Líderes do Agronegócio 2025
Em 2025, a Biomarketing foi novamente destaque ao receber o Prêmio Líderes do Agronegócio na categoria Comunicação e Marketing. Promovido pelo Grupo Mídia, o prêmio homenageia os players que mais se destacaram no setor.
Os vencedores são definidos a partir de dois pilares complementares:
Votação aberta no site oficial do evento.
Pesquisa de mercado realizada ao longo do último ano.
Ser reconhecida pelo segundo ano consecutivo reforça a consistência da trajetória da Biomarketing e a confiança que o mercado deposita na agência. Para nós, é a confirmação de que comunicar com estratégia, criatividade e profundo conhecimento do agro faz toda a diferença.
José Luiz Tejon, sócio-diretor da Biomarketing, ainda comenta: “O agronegócio brasileiro é uma potência global e merece uma comunicação à altura de sua relevância. Nossa missão é dar voz ao agro com ética, inovação e profundidade, revelando sua força transformadora ao mundo.”
Esse prêmio é mais do que um troféu: é um reconhecimento coletivo de um setor que acredita no poder da comunicação. Para a Biomarketing, significa validar um caminho construído com dedicação, parcerias sólidas e propósito claro: ser ponte entre as marcas e o agronegócio.
Comunicação que transforma
Essa atuação fez da Biomarketing uma referência no setor, conquistando a confiança de empresas líderes e ajudando a transformar a forma como o agronegócio se comunica.
Publicidade no agronegócio não é apenas uma ferramenta de vendas. É, sobretudo, um instrumento de transformação. É educar, informar, valorizar o produtor, dar visibilidade a soluções e aproximar o campo da sociedade.
Nesse sentido, a comunicação cumpre três funções centrais no agro:
Educar e informar: traduzir conhecimento técnico em mensagens práticas e acessíveis.
Conectar e inspirar: aproximar marcas, produtores e consumidores em torno de valores comuns.
Gerar valor e reputação: posicionar empresas como protagonistas em inovação, sustentabilidade e desenvolvimento.
A Biomarketing acredita que o futuro do agro passa por uma comunicação mais humana, inovadora e estratégica. É esse compromisso que a agência renova todos os dias: ser parceira das marcas que querem crescer e deixar um legado no campo.
O futuro da comunicação no agro
O Brasil é líder mundial em produção agrícola. Mas tão importante quanto produzir é comunicar com clareza e verdade. No agronegócio, a publicidade é uma força transformadora: leva conhecimento ao produtor, fortalece marcas e impulsiona o desenvolvimento de todo o setor.
A Biomarketing tem orgulho de ser parte dessa transformação. Com mais de uma década de atuação, reconhecida pelo mercado e premiada por sua contribuição, a agência segue firme em seu propósito: conectar o agro às pessoas, às marcas e ao futuro.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou nesta sexta-feira (19) a projeção de chuvas e temperaturas para a primavera de 2025, período que marca a transição entre a estação seca e o regime chuvoso em boa parte do Brasil. A estação começa oficialmente em 22 de setembro, às 15h19, e vai até 21 de dezembro, às 12h03.
Segundo o órgão, há expectativa de retorno gradual das chuvas no Centro-Oeste e Sudeste a partir de outubro, enquanto no Sul os volumes devem ficar próximos da média histórica. Já em áreas do interior do Nordeste, a tendência é de precipitações abaixo do normal, o que aumenta o risco de déficits hídricos em uma fase decisiva para o plantio.
Precipitação total (à esquerda) e temperatura média (à direita) previstas. Fonte: Inmet
Anomalia de precipitação (à esquerda) e de temperatura (à direita) previstas. Fonte: Inmet
Possíveis impactos no campo
O relatório do Inmet chama atenção para os efeitos da variabilidade climática sobre a safra 2025/26, em um cenário de possível instalação do fenômeno La Niña durante a primavera. Tradicionalmente, o evento está associado a chuvas mais escassas na Região Sul e a volumes maiores no Norte e Nordeste, mas a intensidade dos impactos depende da combinação com outros fatores atmosféricos e oceânicos.
Nordeste: a previsão de chuvas ligeiramente acima da média em áreas litorâneas pode favorecer lavouras de feijão e milho da terceira safra. No entanto, em áreas do Matopiba, a expectativa de precipitação abaixo da média eleva o risco de dificuldades para a implantação da soja.
Centro-Oeste e Sudeste: a regularização gradual das chuvas deve recompor a umidade do solo e garantir melhores condições para o início do plantio da soja e do milho de primeira safra.
Sul: a tendência de chuvas próximas à média favorece o começo do ciclo de verão, mas há preocupação com o trigo em fase de florescimento. A umidade pode aumentar a incidência de doenças fúngicas, comprometendo rendimento e qualidade dos grãos.
Temperaturas em elevação
O prognóstico também aponta para temperaturas acima da média em praticamente todo o país, com maior intensidade em áreas do Norte e interior do Nordeste. Essa condição, associada à falta de chuvas no sul da Amazônia, tende a manter o risco de queimadas elevado principalmente em outubro.
Monitoramento será decisivo
Para o Inmet, o acompanhamento constante das previsões climáticas e das condições de campo será fundamental para orientar decisões de produtores rurais no início da nova safra. A combinação entre o retorno gradual das chuvas e a possibilidade de influência da La Niña deve ser observada de perto, já que pode alterar o ritmo do plantio e afetar a produtividade das principais culturas de verão.
O agronegócio registrou alta expressiva nos pedidos de recuperação judicial entre abril e junho de 2025. Segundo indicador da Serasa Experian, foram 565 solicitações no período, aumento de 31,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando haviam sido protocolados 429 pedidos.
A medida judicial é utilizada por produtores e empresas em dificuldades financeiras para renegociar dívidas e tentar evitar a falência. O levantamento, divulgado nesta segunda-feira (29), considera produtores rurais pessoa física, pessoa jurídica e companhias ligadas ao setor.
Pessoa jurídica concentra pedidos de recuperação judicial
A novidade do trimestre foi o predomínio de pedidos feitos por produtores rurais que atuam como pessoa jurídica. Foram 243 solicitações, quase o dobro do registrado em igual período de 2024.
A maior parte veio de produtores ligados à soja, com 192 casos. A pecuária de corte também se destacou, com 26 pedidos.
Para Marcelo Pimenta, head de Agronegócio da Serasa Experian, a inversão chama atenção. “É a primeira vez desde o fim de 2023 que as pessoas jurídicas superam as físicas. Ainda avaliamos se houve represamento de pedidos ou mudança de perfil”, afirmou.
Pessoa física e empresas também ampliam uso
Entre os produtores que atuam como pessoa física, houve 220 pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre, número ligeiramente acima do registrado um ano antes. Enquanto grandes proprietários lideraram os requerimentos, médios e pequenos aparecem na sequência. Arrendatários e grupos familiares também tiveram peso relevante, com 83 solicitações.
Enquanto isso, as empresas ligadas ao agronegócio somaram 102 pedidos, maior volume da série recente. O destaque foi para o setor de processamento de derivados, como óleo e farelo de soja, açúcar e laticínios, responsável por 32 solicitações. A agroindústria de transformação primária e o comércio atacadista de insumos agropecuários vieram na sequência.
Sinal de alerta no governo
De acordo com o ministro da fazenda, Fernando Haddad, o governo federal estuda a possibilidade de abuso na utilização da recuperação judicial. Em entrevista no último sábado (27) ao podcast 3 Irmãos, o ministro citou que o foco está em “um ou dois setores”, porém, sem citar especificamente quais.
“Tem um ‘abusinho’ no uso da recuperação judicial em alguns setores, que a gente está analisando com mais calma”, disse Haddad. Ainda durante o podcast, o ministro afirmou que o aumento na quantidade de pedidos também pode ser reflexo da alta de juros. Atualmente, a Selic está em 15%.
Pesquisadores explicam que as chuvas registradas no início da semana passada foram mal distribuídas, somando baixos volumes em muitas regiões produtoras e dificultando a colheita.
Além disso, a menor disponibilidade de lavouras de 2º ciclo (com mais de 12 meses) e o pouco interesse de produtores em comercializar, frente à rentabilidade reduzida, também pesaram na decisão de entrega.
Entre 22 e 26 de setembro, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 542,11 (R$ 0,9428/grama de amido), o maior desde maio deste ano e avanço de 3,4% em relação à semana anterior.
Nos mercados de fécula e farinha de mandioca, o cenário também é de alta de preços, impulsionados pelo interesse de compradores em repor ou formar estoques, ainda conforme levantamentos do Cepea.
Segundo o instituto, compradores retraíram-se, indicando ter estoques para consumo imediato. Vendedores, por sua vez, focados na semeadura da safra verão e com parte da segunda safra armazenada, negociam com menor intensidade.
Já nos portos, as altas do dólar e externa deram suporte às cotações. Ainda assim, os patamares seguem abaixo do esperado por agentes.
Quanto às exportações brasileiras de milho, os envios estão um pouco mais intensos neste mês, mas precisam ganhar ritmo para alcançar as estimativas da Conab para esta safra 2024/25.
A companhia prevê o embarque de 40 milhões de toneladas, sendo que, até o momento, saíram dos portos nacionais 17 milhões de toneladas, conforme análise do Cepea.