quarta-feira, julho 22, 2026

Autor: Redação

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Brasil dialoga com China para retomar exportação de 3 frigoríficos, diz secretário



O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, afirmou, em nota, que o governo brasileiro está em conversações com representantes da indústria de proteína bovina e o governo da China em busca de soluções que permitam a retomada das exportações por três frigoríficos suspensos pelo país asiático.

“Seguiremos em diálogo com o setor privado exportador e com as autoridades chinesas para solucionar os questionamentos apontados e retomar as exportações dessas unidades”, disse Goulart, na nota, ressaltando que o Brasil mantém um bom desempenho na defesa agropecuária, o que reforça a credibilidade do setor no mercado internacional.

O governo brasileiro foi notificado pela Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) sobre a suspensão temporária de três plantas frigoríficas do País: uma unidade da JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo).

A decisão ocorreu após videoauditorias realizadas pelo órgão chinês, que identificou não conformidades em relação aos requisitos de importação estabelecidos pelo país asiático. As empresas afetadas já foram informadas e estão adotando medidas corretivas para atender às exigências regulatórias.

Fávaro se manifesta sobre parecer da China

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, minimizou, na nota, o impacto da decisão chinesa, destacando que o Brasil tem 126 plantas habilitadas para exportação à China.

“Quando nós assumimos, tínhamos 12 plantas suspensas. Nós retomamos essas 12 e abrimos mais 43, das 55 desse total de 126. Então, não é coerente que três plantas suspensas impactem a relação comercial”, afirmou Fávaro.

A China é o principal destino da carne bovina brasileira, e as exportações para o país asiático desempenham um papel estratégico para o mercado nacional.

Segundo Fávaro, os cortes exportados têm baixo consumo no Brasil, o que favorece a precificação no mercado interno. “O fato de estarmos exportando é bom para a formação do todo”, acrescentou o ministro.



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Otimismo do mercado brasileiro e desaceleração dos EUA: ouça o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo no mercado brasileiro após o feriado. O dólar caiu 2,71%, fechando em R$ 5,75, e o Ibovespa subiu 0,20%, puxado por Vale e setor financeiro.

Nos Estados Unidos, o Livro Bege do Fed indicou desaceleração econômica, enquanto Trump adiou tarifas sobre veículos do acordo EUA-México-Canadá. Na Europa, expectativa para a decisão de juros do BCE, com atenção ao discurso de Christine Lagarde. Sexta-feira será marcada pela divulgação do PIB do Brasil e do Payroll nos EUA.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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Temporais em dois estados abrem espaço no tempo seco e quente do restante do país



Dia de tempo mais aberto, com chuva passageira em algumas áreas. Apenas em parte do Nordeste há alerta de temporais. Veja a previsão para esta quinta-feira (6):

Sul

O dia começa com sol e pouca nebulosidade, mas, à tarde, nuvens carregadas se formam sobre Paraná, Santa Catarina e as regiões oeste e da Campanha Gaúcha, no Rio Grande do Sul, devido ao calor e à alta umidade. A chuva chega no fim da tarde, podendo ser forte, mas sem previsão de grandes volumes. Porto Alegre (RS) terá um dia ensolarado e sem chuva, enquanto Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) podem registrar pancadas no fim da tarde.

Sudeste

O tempo segue predominantemente seco e muito quente. As instabilidades ficam concentradas no litoral do Espírito Santo, no norte do Rio de Janeiro e em algumas áreas do estado de São Paulo. Já nas capitais Belo Horizonte (MG), São Paulo e Rio de Janeiro, o tempo será estável e sem chuva.

Centro-Oeste

A chuva se espalha ao longo do dia em Mato Grosso, com alerta para temporais em Cuiabá. No centro-norte de Mato Grosso do Sul, as pancadas ocorrem no fim da tarde e podem ser intensas. Já no sul e leste do estado, as precipitações serão mais passageiras. Em Goiás e no Distrito Federal, o sol predomina e não há previsão de chuva.

Nordeste

A chuva diminui na costa leste, mas segue intensa entre o Maranhão e Rio Grande do Norte, com São Luís na rota de temporais e acumulados elevados. No sertão nordestino, o tempo continua seco e ensolarado.

Norte

Pancadas de chuva podem ocorrer a qualquer momento do dia, com os maiores acumulados previstos para Manaus (AM), Belém (PA) e Macapá (AP). Em Boa Vista (RR), o tempo será firme e seco.



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AgroNewsPolítica & Agro

Calor intenso afeta citricultura e provoca queimaduras em frutos


A citricultura no Rio Grande do Sul tem sido impactada pelas condições climáticas adversas, segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (27). O calor intenso, a estiagem e a alta radiação solar provocaram queimaduras em frutos, afetando principalmente as variedades precoces de bergamota, como a Satsuma Okitsu.

O boletim aponta que na região de Caxias do Sul, citricultores estão realizando o raleio das bergamoteiras, com as frutas sendo comercializadas a R$ 15,00 por caixa de 25 kg. A colheita das variedades superprecoces teve início, com a Okitsu sendo vendida a R$ 6,00/kg nas feiras, embora sem a coloração ideal. Além disso, seguem as práticas de adubação e controle fitossanitário, com destaque para o combate à pinta-preta.

Em Lajeado, onde há 558 hectares de bergamota e 398 hectares de laranja, a expectativa para a safra é positiva. Apesar das chuvas no início do ano terem afetado o desenvolvimento das plantas em algumas propriedades, a produtividade dos pomares não foi comprometida. Já em pomares recém-implantados, foi necessário um cuidado especial devido à estiagem de janeiro.

Em Pareci Novo, onde os cultivos de bergamota ocupam 1.006 hectares, o raleio das variedades Caí, Pareci e Montenegrina está em andamento. Os frutos retirados são vendidos para a indústria a R$ 16,00 a R$ 20,00 a caixa de 20 kg, sendo utilizados para a extração de óleos essenciais.

Na região de Frederico Westphalen, a estiagem reduziu a produtividade em cerca de 30% e afetou a qualidade comercial dos frutos. Além disso, houve aumento da queda prematura dos frutos, agravando as perdas. Os citricultores intensificaram adubações e tratamentos fitossanitários para o manejo de pragas como a mosca-branca. O tempo seco favoreceu a proliferação do ácaro-da-falsa-ferrugem e do ácaro-da-leprose.

Já na região de Santa Rosa, o raleio da bergamota Montenegrina está praticamente encerrado, e produtores estão instalando armadilhas para controle da mosca-das-frutas. O crescimento dos frutos de laranja e bergamota foi comprometido pela falta de umidade no solo, resultando em frutos menores. Nas brotações novas, há alta incidência de larva-minadora e pulgão, exigindo pulverizações frequentes com inseticidas, bioinsumos e caldas.

Na região de Erechim, o plantio de bergamota ultrapassou 600 hectares, impulsionado pelos bons preços e pela instalação de uma indústria em Centenário. O crescimento da citricultura se destaca em municípios como Mariano Moro (250 ha), Itatiba do Sul (150 ha) e Centenário (120 ha). As variedades mais plantadas são Valência, Salustiana, Valência Late, Folha Murcha e Iapar.





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AgroNewsPolítica & Agro

Floricultura espera aumento de 8% em vendas no Dia da Mulher



A floricultura nacional está otimista para o Dia Internacional da Mulher




Foto: Pixabay

A floricultura nacional está otimista para o Dia Internacional da Mulher, que será comemorado no próximo sábado, 8 de março. O Ibraflor (Instituto Brasileiro de Floricultura) projeta um aumento de 8% nas vendas de flores em comparação com 2024, destacando a data como uma oportunidade única para presentear com flores e reconhecer a importância das mulheres. 

A data já representa 8% das vendas anuais de flores e plantas ornamentais no Brasil, e este ano a procura deve ser ainda maior, com destaque para os buquês. As floriculturas estão se preparando para um volume de pedidos superior à média diária, refletindo a crescente valorização da data, que se consolidou como uma das principais para o comércio de flores. “A floricultura nacional está preparada para atender a essa demanda crescente com produtos frescos, de alta qualidade e com arranjos especiais, na certeza de que, mais uma vez, o Dia da Mulher será celebrado com muita cor e afeto”, diz o presidente do Ibraflor, Jorge Possato.

Entre as flores mais demandadas para o Dia da Mulher, as rosas vermelhas, clássicas da celebração, e as orquídeas Phalaenopsis, famosas pela beleza exótica e delicada, estão entre as preferidas dos consumidores. Também são requisitadas flores como alstroemerias, gypsophila, tango e ruscus, que compõem buquês sofisticados e elegantes para a data.

O Dia Internacional da Mulher tem raízes no início do século XX, durante um período de grandes transformações sociais e econômicas. A data surgiu como símbolo da luta das mulheres por direitos iguais, melhores condições de trabalho e pelo direito ao voto. Em 1908, um grupo de mulheres operárias em Nova York fez uma greve exigindo melhores condições de trabalho e igualdade salarial. Trágicamente, 129 mulheres morreram em um incêndio enquanto estavam trancadas em uma fábrica, o que gerou grande comoção e reforçou a luta pelos direitos femininos. A primeira comemoração do Dia Internacional da Mulher ocorreu em 1911, em diversas nações europeias. Desde então, o 8 de março se tornou um símbolo da luta das mulheres por igualdade, liberdade e justiça social.





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Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas de farelo de soja em janeiro



Bolsa de Comércio de Rosário reduziu sua estimativa para a safra argentina




Foto: Divulgação

De acordo com a edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgado na última sexta-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a recuperação do mercado de farelo de soja foi impulsionada pelas tarifas praticadas nos Estados Unidos e pelo aumento das reservas estatais da China, fatores que elevaram as margens de esmagamento da indústria chinesa.

A Bolsa de Comércio de Rosário reduziu sua estimativa para a safra argentina 2024/25, agora prevista em 47,5 milhões de toneladas, o que pode impactar a oferta do país vizinho. A produção brasileira deve suprir com tranquilidade tanto a demanda interna quanto as exportações da oleaginosa e seus derivados.

Em janeiro de 2025, o Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas de farelo de soja, volume inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando as exportações atingiram 1,8 milhão de toneladas.

O escoamento pelo porto de Santos correspondeu a 45,4% da oferta nacional no mês, contra 46,3% em janeiro de 2024. Em Paranaguá, o percentual ficou em 30,4%, ligeiramente acima dos 29,7% do ano anterior. Já o porto de Rio Grande teve participação de 10,4%, ante 12,6% no mesmo período do ano passado, enquanto Salvador registrou 6,9%, mais que o dobro dos 3,3% de janeiro de 2024. Os principais estados exportadores foram Mato Grosso (MT), Paraná (PR), Goiás (GO) e Mato Grosso do Sul (MS), que seguem como os maiores fornecedores do farelo de soja brasileiro ao mercado externo.





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AgroNewsPolítica & Agro

Justiça anula ITBI indevido em imóvel rural



Especialista diz que é preciso sempre estar atento a esse tipo de situação



"Ocorre que muitos municípios estão cobrando o imposto ITBI sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico"
“Ocorre que muitos municípios estão cobrando o imposto ITBI sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico” – Foto: Pixabay

A Justiça de Jataí (GO) concedeu decisão favorável ao escritório Amaral e Melo Advogados contra a cobrança indevida de ITBI na transferência de uma fazenda para o capital social de uma empresa familiar no município de Perolândia. O advogado tributarista Leonardo Amaral explica que muitos municípios têm interpretado de forma equivocada o Tema 796 do STF, de 2020, aplicando o imposto sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico do imóvel, mesmo quando a Constituição prevê imunidade para essas operações.  

“Neste caso, o imóvel rural é incorporado ao capital social da empresa familiar pelo seu custo de aquisição histórico informado na declaração de renda do sócio. Ocorre que muitos municípios estão cobrando o imposto ITBI sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico, com base em uma interpretação distorcida de uma decisão do STF proferida no ano de 2020”, comenta.

Segundo ele, a sentença reforça a importância do planejamento sucessório no agronegócio, visto que a incorporação de imóveis rurais ao capital social de holdings familiares tem sido uma prática comum. Entretanto, municípios podem cobrar indevidamente o ITBI, gerando disputas judiciais. A liminar obtida pelo escritório reconhece a ilegalidade da cobrança e pode servir de precedente para outros casos semelhantes.  

“A transferência para uma empresa familiar, ou holding, tem se tornado uma prática de planejamento cada vez mais comum. No entanto, dependendo do município e até mesmo das atividades realizadas em diferentes propriedades rurais, por exemplo, pode haver uma interpretação equivocada e a cobrança incorreta do imposto. Então, é preciso estar atento e, se preciso, buscar a ajuda de um especialista gabaritado para tirar qualquer dúvida sobre a questão”, conclui.

 





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Frente fria deve trazer vendaval e queda de granizo nos próximos dias; veja onde



A onda de calor que se abate sobre o Brasil continua, porém, no Sul do país, há previsão de chegada de uma frente fria no fim de semana.

De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, há probabilidade de queda de granizo e vendaval sobre áreas da região.

Antes desse fenômeno, porém, a presença de um cavado (região alongada de relativa pressão atmosférica baixa) traz risco de trovoadas, com chances de tempestades, já para esta quinta e sexta (6 e 7), nas áreas ao oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e Paraná.

“Posteriomente, com a chegada da frente fria, entre sábado e domingo, todo o Rio Grande do Sul e o sul de Santa Catarina têm risco de vendaval e queda de granizo, com chuva de pelo menos 50 mm voltando para as áreas produtoras.”

No Paraná, por outro lado, as precipitações virão em forma de pancadas neste fim de semana. Por lá, os volumes serão significativos a partir do dia 10. Assim, de acordo com o meteorologista, de 11 a 15 de março, o cenário se inverte: o tempo fica seco nos territórios gaúcho e catarinense, enquanto no paranaense chove.

Müller destaca que a frente fria, por ora, alivia o calorão apenas no Rio Grande do Sul, enquanto que em Santa Catarina e no Paraná, apenas no final de março haverá um “refresco”, com as mínimas entre 10°C e 15°C.



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empresas de café pedem recuperação judicial



A Atlântica Exportação e Importação e a Cafebras, pertencentes à Montesanto Tavares Group Participações, bem como a Companhia Mineira de Investimento em Cafés informaram em nota que apresentaram pedido de recuperação judicial por conta de dívida superior a R$ 2,1 bilhões.

A nota publicada no site das empresas informa que o processo foi distribuído à 2ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte e decorre de crise econômico financeira enfrentada pelas Recuperandas, resultante, principalmente, do número expressivo de rolagens (prorrogação do prazo de entrega).

Além disso, citam a inadimplências dos produtores de café, o elo mais próximo da cadeia, agravadas pelas recentes altas no preço do café e pela desvalorização do real em relação ao dólar como motivos.

Vale lembrar que em novembro de 2024, as tradings Atlântica Exportação e Importação e a Cafebras já tinham protocolado na Justiça pedido para abertura de negociação com seus credores.

A nota conjunta afirma que as companhias reiteram o seu compromisso com colaboradores, clientes, produtores com quem mantém relação comercial e credores. Além disso, informam que estão engajadas nas negociações para “acerto de plano de recuperação responsável e equilibrado”.

A Atlântica Exportação e Importação diz, em seu site, ser responsável por 8% das vendas de café arábica do Brasil, variedade mais usada para a produção de bebidas de alta qualidade.

Sintoma do passivo econômico das empresas recuperandas são os preços futuros do grão arábica, que tiveram alta superior a 120% nos últimos 12 meses, patamar que afetou o bolso de produtores e exportadores



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Como ficaram os preços da soja após o período de Carnaval?



O mercado brasileiro de soja negociou lotes pontuais nesta quarta-feira (5), com preços mistos em meio à volatilidade pós-Carnaval. Enquanto os prêmios subiram fortemente, o dólar registrou queda e a Bolsa de Chicago fechou em alta, embora ainda enfrente perdas acumuladas nos últimos dias.

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Segundo informações fornecidas pela Safras & Mercado, a variações de preços a seguir comparam o fechamento de sexta-feira (28) com os preços observados nesta quarta-feira:

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 127,00
  • Missões (RS): recuou de R$ 131,00 para R$ 128,00
  • Porto de Rio Grande (RS): diminuiu de R$ 133,00 para R$ 132,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve-se em R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): diminuiu de R$ 119,50 para R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): recuou de R$ 113,00 para R$ 111,00

O mercado se mantém atento às oscilações e ao comportamento do câmbio, que teve um impacto direto sobre os preços internos. A volatilidade é um reflexo do feriado, com muitas incertezas que ainda marcam o ritmo das negociações.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com bons ganhos. O mercado se recuperou tecnicamente após cinco sessões seguidas de perdas, que haviam levado os preços aos níveis mais baixos desde o início de janeiro. A pressão sobre o mercado veio principalmente pelas tarifas do governo Trump, que seguiram no centro das atenções.

Tarifas

O presidente dos Estados Unidos confirmou a manutenção de uma tarifa de 25% sobre produtos do México e Canadá, além de um adicional de 10% sobre a China. Em resposta, tanto o Canadá quanto a China anunciaram retaliações, e o México prometeu adotar medidas até o final desta semana.

Esse cenário pesou sobre os preços, mas no decorrer da quarta-feira, o mercado reagiu com otimismo, impulsionado pela possibilidade de negociações entre os Estados Unidos, México e Canadá. A expectativa de uma resposta moderada da China também contribuiu para o alívio, uma vez que o país demonstrou interesse em manter as portas abertas para novos diálogos.

Queda do dólar

Outro fator que ajudou na recuperação foi a queda do dólar frente a outras moedas, o que deu maior competitividade aos produtos agrícolas dos Estados Unidos. Além disso, a China anunciou novos incentivos fiscais e indicou que espera um crescimento de 5% para sua economia em 2025, o que poderia aquecer a demanda por soja.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja em grão para maio fecharam com alta de 12,75 centavos de dólar, ou 1,27%, a US$ 10,11 3/4 por bushel. Já os contratos para julho subiram 11,25 centavos, ou 1,10%, e fecharam a US$ 10,25 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo de soja para maio teve alta de US$ 6,30, ou 2,14%, fechando a US$ 399,80 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento em maio, subiu 0,16 centavo de dólar, ou 0,35%, ficando a US$ 42,99 por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial fechou a sessão com uma queda de 2,70%, sendo negociado a R$ 5,7555 para venda e a R$ 5,7535 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7520 e a máxima de R$ 5,8468.



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