sexta-feira, julho 17, 2026

Autor: Redação

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Bolsa sobe e dólar cai antes da decisão do Copom; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a quinta alta do Ibovespa, que fechou em 131 mil pontos, impulsionado pelo fluxo cambial.

Já as bolsas americanas caíram, pressionadas pela guerra tarifária de Trump e pela expectativa de um Fed mais hawkish.

No Brasil, o dólar recuou para R$ 5,67, e o Copom decide hoje sobre a Selic.

O mercado também acompanha o projeto de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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frente fria e chuva forte; veja áreas



A terça-feira (18) será marcada por instabilidades em várias regiões do Brasil, com pancadas de chuva intensas e risco de temporais.

A combinação de umidade, calor e circulação de ventos em diferentes níveis da atmosfera deve estimular o desenvolvimento de nuvens carregadas, afetando especialmente o Sudeste e o Centro-Oeste.

No Sul, o tempo segue mais seco, mas a umidade marítima ainda provoca chuvas no litoral.

No Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém o tempo instável na costa norte, enquanto o Norte do país segue abafado, com pancadas de chuva ao longo do dia.

Veja os detalhes da previsão do tempo na análise da Climatempo.

Sul

O sol aparece entre nebulosidade variável ao longo do dia em todos os estados da região. A chuva seguirá associada à entrada de umidade marítima, concentrando-se no leste e litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

O fluxo de umidade pode alimentar a formação de nuvens carregadas também no interior do Paraná.

Sudeste

A formação e desenvolvimento de uma área de baixa pressão sobre o oceano deve reforçar a condição de tempo instável na região. Ainda no período da manhã, há formação de nebulosidade no céu, e a chuva ganha força no decorrer das horas.

Existe risco para episódios de chuva forte e até mesmo temporais em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e sul do Espírito Santo.

Centro-Oeste

O fluxo de umidade que transita sobre a região deve estimular uma maior formação de nebulosidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e boa parte de Goiás. Ainda assim, o sol aparece em alguns intervalos ao longo do dia.

No decorrer das horas, a chuva se espalha, ainda incidindo por meio de pancadas. No Distrito Federal, as instabilidades retornam e há condições para chuva.

Nordeste

A circulação de ventos em níveis mais elevados da atmosfera deve continuar, reforçando as instabilidades no Maranhão e no Piauí. A chuva começa a avançar também para áreas do Ceará.

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue mantendo a chuva na costa norte da região.

Há condição para pancadas isoladas de chuva entre o litoral do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.

Norte

O tempo fica abafado e carregado em todos os estados da região. O sol aparece em alguns intervalos, e a chuva ganha força no decorrer do dia.

Há risco de temporais no Amazonas, Acre e Pará. Além disso, há condição para pancadas de chuva isoladas no Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

produção de feijão sofre impacto do clima, aponta Conab



Safra de feijão enfrenta perdas com estiagem




Foto: Canva

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apontou que a semeadura do feijão na Bahia foi concluída, mas com redução na área plantada em comparação à safra anterior. Segundo o relatório, a diminuição ocorreu principalmente devido à substituição de áreas pelo cultivo de mamona.

No oeste do estado, as condições climáticas foram mais favoráveis, com chuvas regulares ao longo do ciclo, o que permitiu o bom desenvolvimento das lavouras. Algumas áreas já iniciaram a colheita.

Nas regiões centrais, onde se concentra a maior parte da produção, a situação foi diferente. A escassez ou ausência de chuvas afetou o plantio e exigiu replantio fora da janela ideal. “A estiagem comprometeu fases críticas do cultivo, como a floração e o enchimento de grãos, impactando o potencial produtivo”, informou a Conab.

A retomada das chuvas em 2025 ajudou a amenizar as perdas, mas, segundo o levantamento, os danos já eram irreversíveis em muitas lavouras. A produtividade deve ficar abaixo do registrado na safra 2023/24, quando as condições climáticas foram mais favoráveis.





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AgroNewsPolítica & Agro

estimativa da 2ª safra cai e preço dispara no mercado



Estimativa aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares




Foto: Divulgação

A produção brasileira de milho 2ª safra na temporada 2024/25 foi revisada para baixo, conforme o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A estimativa atual aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares, queda de 0,51% em relação ao levantamento anterior de fevereiro.

A redução foi puxada principalmente por retrações nas áreas cultivadas em Goiás (-5,97%), Mato Grosso do Sul (-2,54%) e Paraná (-0,20%). Já a produtividade sofreu um leve ajuste negativo de 0,05%, sendo projetada em 95,05 sacas por hectare. Com isso, a produção total foi estimada em 95,51 milhões de toneladas, uma redução de 0,55% em relação à última previsão.

O cenário de incerteza sobre a produção final da safra 2024/25, somado à menor oferta do cereal na temporada anterior (2023/24), impactou os preços no mercado interno. Na Bolsa Brasileira (B3), a saca de milho fechou a semana cotada a R$ 88,56, avanço de 2,52% em comparação com a semana anterior e alta expressiva de 41,33% frente ao mesmo período de 2023.





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AgroNewsPolítica & Agro

Goiás deve atingir R$ 119,4 bilhões no agro em 2025


O agronegócio de Goiás deve atingir um Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) recorde de R$ 119,4 bilhões em 2025, segundo projeção da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O crescimento reflete a expansão da produção, o aumento da produtividade e a incorporação de novas tecnologias no setor.

Desde 2016, o VBP do estado cresceu 56%, saindo de R$ 76,5 bilhões para o patamar atual. “Esse avanço demonstra a competitividade do agronegócio goiano e sua relevância na economia nacional”, informou a Seapa.

Entre as principais cadeias produtivas, a soja segue na liderança, com estimativa de R$ 36,1 bilhões, crescimento de 61,3% em relação a 2016. A pecuária bovina também se destaca, alcançando R$ 21,7 bilhões, um aumento de 62,3%.

Outros segmentos devem registrar recordes. A cana-de-açúcar deve atingir R$ 14,6 bilhões, alta de 6,8% em relação a 2024. O milho deve alcançar R$ 16,3 bilhões, um crescimento de 38,5%. O tomate deve atingir R$ 7,5 bilhões, superando a produção anterior em 11,5%. Já o frango tem projeção de R$ 9,3 bilhões, um avanço de 6,5% em comparação ao ano passado.

O VBP é um dos principais indicadores do setor agropecuário, refletindo a geração de riqueza e o impacto econômico da atividade no estado.BP é calculado com base no faturamento bruto da produção agrícola e pecuária, considerando os preços médios de mercado e os volumes produzidos de cada cultura ou atividade pecuária.





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AgroNewsPolítica & Agro

boa colheita e baixa pressão de pragas em Goiás



Conab ajusta estimativa de produtividade da soja




Foto: USDA

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, destacando o desempenho da soja no estado de Goiás. Em fevereiro, a colheita foi caracterizada por uma concentração das atividades e um aumento das áreas em maturação, embora ainda em diferentes estágios. Apesar de interrupções pontuais devido à chuva, o tempo seco na segunda quinzena do mês favoreceu o avanço das colheitas.

A área cultivada no estado permanece estável em relação ao levantamento anterior, com uma estimativa de 4.954,7 mil hectares. A produtividade, que antes não havia sido reajustada, foi ajustada para 4.079 kg/hectare. O aumento foi observado após o avanço da colheita, com a estimativa de produtividade superando as previsões iniciais, em virtude do bom desenvolvimento das plantas e da colheita eficiente.

A safra atual apresenta um bom desempenho, com alta produção de vagens e grãos, além de baixa incidência de pragas e doenças. A redução no uso de defensivos refletiu-se em menores custos de produção para os agricultores. Apesar de alguns relatos de acamamento e prostração em algumas cultivares, as perdas durante a colheita foram mínimas. A qualidade dos grãos colhidos é considerada boa, com peso específico dentro dos padrões e umidade entre 12% e 14%, sendo que alguns lotes chegaram a 18%.

Embora haja registros de armazéns próximos à capacidade máxima, não houve problemas significativos de logística ou falta de espaço. A expectativa é que, com as condições climáticas favoráveis e o ritmo eficiente da colheita, mais de 50% da safra seja colhida até o final de fevereiro, atendendo à urgência de iniciar o plantio das culturas de segunda safra dentro do período ideal.

As lavouras em fase final de ciclo estão em boas condições e devem superar as expectativas de produtividade. Entre os fatores que justificam o bom desempenho da safra estão os regimes de chuvas adequados, o cumprimento do calendário de plantio, a baixa pressão de pragas e doenças, e o alto nível tecnológico adotado pelos produtores.





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AgroNewsPolítica & Agro

Hotéis eliminam ovos de galinhas confinadas



O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal



O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal
O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal – Foto: Divulgação

A busca por hospedagens alinhadas a valores sustentáveis e éticos cresce entre os viajantes. Segundo um relatório da Booking.com, 49% dos turistas consideram certificações sustentáveis um fator decisivo na escolha do hotel. Além da economia de recursos e gestão de resíduos, um dos aspectos que mais chama atenção é a origem dos alimentos servidos, especialmente a produção de ovos. O confinamento de galinhas em gaiolas, uma prática amplamente criticada, tem levado grandes redes hoteleiras a revisar suas cadeias de suprimentos.

A Accor lidera esse movimento, comprometendo-se a eliminar os ovos de galinhas confinadas até 2025 nas Américas. Nos Estados Unidos e Canadá, 98% dos hotéis da rede já utilizam ovos de aves criadas livres, enquanto na América Central e Caribe esse número chega a 87%. No Brasil, outras redes como Fasano, Marriott, Hyatt e Wyndham também adotaram políticas semelhantes, reforçando o compromisso do setor com práticas mais responsáveis.

O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal. Galinhas confinadas vivem em espaços reduzidos, o que compromete seu sistema imunológico e aumenta a necessidade do uso de antibióticos – um fator que contribui para a resistência antimicrobiana, um problema de saúde global. Segundo Julia Almeida, da ONG Animal Equality, eliminar esses ovos do mercado é uma ação concreta para reduzir o sofrimento animal e promover um sistema alimentar mais ético.

“A eliminação dos ovos de galinhas confinadas em gaiolas é uma medida crucial para reduzir o sofrimento animal. Essa escolha não se limita a uma mudança no fornecimento, mas representa uma ação concreta para melhorar as condições de vida dessas aves”, afirma.

Além dos hotéis, empresas como Carrefour, McDonald’s, Bauducco e Unilever também adotaram políticas de fornecimento cage-free. Esse movimento evidencia uma tendência global: consumidores exigem mais transparência e responsabilidade das marcas, tornando a sustentabilidade um fator decisivo na experiência de consumo.





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Sistema OCB apresenta prioridades para 2025



O Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) lançou nesta terça-feira (18) a Agenda Institucional do Cooperativismo 2025, um documento que define as principais pautas do setor para o ano. O evento, realizado em Brasília, contou com a presença de lideranças cooperativistas, parlamentares e representantes do governo federal.

Com 56 propostas direcionadas ao Congresso Nacional e ao Executivo, a agenda tem como objetivo consolidar o cooperativismo como um modelo de desenvolvimento sustentável e economicamente viável. Neste ano, o documento traz ainda mais destaque para a sustentabilidade, já que o Brasil sediará a COP30, a conferência mundial do clima.

Segundo Tânia Zanella, superintendente do Sistema OCB e presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), o cooperativismo já demonstra ser um aliado na produção sustentável, conciliando eficiência econômica com preservação ambiental.

“O movimento cooperativista precisa ser socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente correto. Por isso, além de apresentar nossas prioridades ao governo, estamos entregando o Manifesto do Cooperativismo para a COP30, mostrando que o setor pode e deve ser protagonista na agenda climática mundial”, afirmou.

Expansão do cooperativismo e avanços no setor de seguros

Além das pautas relacionadas à sustentabilidade, o lançamento da agenda também foi um momento de celebração de conquistas para o setor, como a aprovação da Lei Complementar 123, que regulamenta a atuação das cooperativas de seguros no Brasil.

De acordo com Zanella, o país era um dos poucos no mundo onde cooperativas não podiam atuar no mercado de seguros, e a nova legislação representa um avanço significativo para o setor e para os consumidores.

“A regulamentação das cooperativas de seguros abre um excelente espaço para o cooperativismo e amplia as opções disponíveis para os consumidores, fortalecendo o setor e trazendo mais competitividade”, destacou.

Protagonismo do cooperativismo na economia

O lançamento da Agenda Institucional 2025 reforça o compromisso do cooperativismo com o desenvolvimento econômico e social do Brasil. O setor, que já desempenha um papel fundamental na geração de empregos e na inclusão produtiva, agora se prepara para ampliar ainda mais sua influência na economia verde e na transição para um modelo sustentável de negócios.

A cerimônia contou com a presença de autoridades políticas e representantes do setor produtivo, que destacaram a importância do diálogo entre o cooperativismo e o poder público para garantir avanços estruturais.

Com essa nova agenda, o Sistema OCB busca consolidar o cooperativismo como um modelo de negócios que gera oportunidades, impulsiona a inovação e contribui para um Brasil mais sustentável. Nos próximos meses, as lideranças do setor darão continuidade às articulações políticas para garantir que as pautas apresentadas sejam transformadas em políticas públicas e legislações favoráveis ao desenvolvimento do setor cooperativista.



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Goiás deve produzir 14,2% mais nesta safra, chegando a 34,5 milhões de toneladas



Goiás deve produzir 14,2% mais grãos na safra 2024/25, com 34,5 milhões de toneladas. A soja segue como principal cultura, com colheita prevista em 20,2 milhões de toneladas, alta de 20,1% em relação ao ciclo passado. Já o milho de primeira e segunda safras deve render, no estado, 10,6 milhões de toneladas, ou 7,5% mais ante 2023/24.

As informações foram divulgadas hoje pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, com base em dados de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No feijão, Goiás deve produzir 6,6% mais na safra 2024/25, com 292,6 mil toneladas. “Já o sorgo reafirma a posição do estado como maior produtor do Brasil, com 1,3 milhão de toneladas, reflexo do aumento de 2,1% na área plantada em relação ao ano anterior”, diz a nota da pasta.

A secretaria destaca também que o IBGE aponta para desempenhos positivos na safra goiana, em cultivos não ligados aos grãos, como o tomate, que tem estimativa de produção de 1,4 milhão de toneladas.

A mandioca, por sua vez, deve alcançar 190 mil toneladas, ou 2,9% mais ante o levantamento de janeiro, impulsionada pelo crescimento da área plantada.

Para a cultura da banana, a projeção é de mais de 167 mil toneladas, participação de 2,4% da produção nacional.

A estimativa para as três safras da batata-inglesa também indica crescimento, com produção prevista de 267,4 mil toneladas, aumento de 1,2% em relação à publicação de janeiro e participação de 6,2% no total nacional.



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Paraná terá banco nacional de vacinas e antígenos



O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) firmou nesta terça-feira (18) parceria com a empresa Biogénesis Bagó na criação de um banco nacional de antígenos e vacinas contra febre aftosa no estado.

Conforme nota da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento paranaense, o banco tem como objetivo ser “um estoque estratégico de antígenos” para a rápida produção de vacinas contra a doença, em caso de surto.

Ele manterá congelados sorotipos virais específicos da doença para a produção e distribuição, em até 72 horas, de imunizantes a todo o território nacional em caso de necessidade.

Esse será o primeiro banco de antígenos do Brasil, que espera ser oficializado, ainda neste ano, como “país livre de aftosa sem vacinação” pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Conforme o diretor-presidente do Tecpar, Celso Kloss, o banco de antígenos é importante “para apoiar o país no enfrentamento de surtos pontuais que podem surgir e requerer uma vacinação emergencial”, disse, na nota.

“O banco vem neste sentido: ser uma ferramenta para a rápida formulação de vacinas para conter um surto localizado e evitar que a doença se espalhe”, reforçou.

Para o country manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman, ter um banco de antígenos, além de ser um dos pré-requisitos para a obtenção do certificado internacional, representa uma importante estratégia para garantir a segurança sanitária do país.

Ele informou, na nota, que a empresa é responsável pelo banco de antígenos da Argentina desde 2000, dos Estados Unidos e do Canadá desde 2006, além de países como Taiwan e Coreia do Sul.



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