sexta-feira, maio 15, 2026

Autor: Redação

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Frente fria pode provocar chuva forte; veja a previsão do tempo para hoje



O tempo permanece instável nesta quarta-feira (23) no Rio Grande do Sul e também em Santa Catarina. Uma baixa pressão sobre o Paraguai e o deslocamento marítimo de uma frente fria favorecem as pancadas de chuva, que chegam com intensidade moderada a forte, principalmente no oeste e noroeste do Rio Grande do Sul e no oeste de Santa Catarina. Nas demais regiões, o tempo segue firme

No Sudeste, uma frente fria fraca se desloca pela costa de São Paulo, aumentando a nebulosidade na faixa leste do estado. Alguma chuva fraca pode ocorrer no litoral paulista, mas nas demais áreas — incluindo Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais — o tempo segue firme, com sol e elevação das temperaturas. No interior de São Paulo e Minas, o calor predomina e a umidade do ar fica abaixo dos 30% durante a tarde.

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No Centro-Oeste, a massa de ar seco ganha ainda mais força, garantindo um dia de tempo firme, céu limpo e temperaturas elevadas em grande parte da região. O calor será mais intenso em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, com queda acentuada da umidade relativa do ar no período da tarde, especialmente nessas áreas, onde os valores podem ficar abaixo dos 20%. Nas demais áreas da região Centro-Oeste, a umidade relativa do ar deve ficar abaixo dos 30%.

No Nordeste, o tempo segue instável na faixa leste da região, influenciado pela circulação de ventos úmidos vindos do oceano. Há previsão de pancadas de chuva entre a Bahia e Pernambuco, que podem ocorrer com intensidade moderada em alguns momentos. No litoral do Ceará e no norte do Maranhão, a chuva será mais isolada. Já no interior, sertão e agreste, o tempo seco predomina, com sol entre poucas nuvens e umidade relativa do ar à tarde abaixo de 20%.

Na Região Norte, o sol aparece entre poucas nuvens, com temperaturas elevadas no Acre, Rondônia e Tocantins. Há previsão de pancadas de chuva entre o Amazonas e Roraima, com possibilidade de temporais localizados. No centro-norte do Amazonas e no Amapá, também ocorrem pancadas de intensidade moderada, porém de forma mais isolada. Em áreas como o Tocantins, a metade sul do Pará e Rondônia, o ar seco predomina e a umidade relativa do ar cai bastante durante a tarde.



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cenário do setor é incerto com tarifação americana



O mercado cafeeiro segue em ritmo lento e incerto com a possível tarifação americana de 50% a produtos brasileiros enviados aos Estados Unidos. É isso o que avaliam pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o avanço da colheita no Brasil tem reforçado o contexto de volatilidade, aumentando a oferta. Para o café arábica, as atividades caminham bem e, para o robusta, estão praticamente finalizadas. Dessa forma, o setor busca alternativas para o escoamento. 

Uma das principais preocupações do setor sobre a taxação americana, conforme explicam pesquisadores, está atrelada ao café solúvel, que tem o robusta como matéria-prima, e os Estados Unidos são importantes compradores. 

Destaca-se que, recentemente, o robusta brasileiro ganhou mercado com a menor produção do Vietnã no ano passado e as dificuldades logísticas para embarques da Ásia para a Europa e às Américas. 

Com a tarifação extra, o Cepea avalia que a concorrência brasileira com produtos asiáticos poderia ficar comprometida, sendo necessário algum rearranjo dos envios para atender à necessidade americana.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Presidente da Abag considera tarifaço de Trump um ‘desastre’ para o agro brasileiro



O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag),Luiz Carlos Corrêa Carvalho, disse em entrevista para o programa WW da CNN que a situação é “extremamente preocupante”, referindo-se à proximidade do início da taxa de 50% imposta por Donald Trump ao Brasil entrar em vigor. “Nós estamos há alguns dias do que vai ser um desastre para o agro”, alertou Carvalho.

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O líder da Abag citou o café como exemplo da complexidade da situação. De acordo com Carvalho, o produto não apenas representa um terço das exportações brasileiras para os EUA, mas também é responsável por significativa geração de empregos em território americano, demonstrando a interdependência entre os dois países no setor.

A situação do etanol também ilustra os desafios nas relações comerciais entre os dois países. Os EUA enfrentam anualmente o desafio de encontrar mercado para cerca de 7 bilhões de litros de etanol. Carvalho ressalta que existem diversas oportunidades de cooperação entre Brasil e EUA, especialmente na abertura de mercados asiáticos para produtos comuns.



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Coreia do Sul libera importação de couro do Brasil



A Coreia do Sul liberou a importação de couros e peles em cru de boi e outros animais do Brasil, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O governo brasileiro recebeu a confirmação, pelas autoridades sanitárias da Coreia do Sul, do aceite do modelo de certificado internacional que viabiliza a exportação de couros e peles em cru, derivados de animais biungulados (animais com casco bipartido).

Com mais de 51 milhões de habitantes, alto poder de consumo e um setor industrial altamente desenvolvido, a Coreia do Sul é uma das economias mais dinâmicas da Ásia e um dos principais mercados consumidores globais de couro, insumo estratégico para as indústrias de moda, calçados, móveis e automóveis.

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Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 2,8 bilhão em produtos agropecuários para a Coreia do Sul, com destaque para soja, cereais, farinhas e carnes. A inclusão de couros e peles em cru na pauta de exportações representa uma oportunidade relevante de diversificação e agregação de valor à cadeia da pecuária bovina brasileira, contribuindo para o aproveitamento integral dos animais e para a sustentabilidade do setor.



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Governo libera R$ 20,6 bi do Orçamento de 2025



Com a manutenção parcial do decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o Orçamento de 2025 terá R$ 20,6 bilhões liberados, informaram os Ministérios da Fazenda e do Planejamento . O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento enviado ao Congresso a cada dois meses que orienta a execução do Orçamento.

Em maio, o governo tinha congelado R$ 31,3 bilhões do Orçamento. Com a decisão, o volume de recursos congelados cai para R$ 10,6 bilhões.

Todo o dinheiro liberado vem das verbas que estavam contingenciadas, bloqueadas temporariamente para cumprir a meta de resultado primário. Embora a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 estabeleça meta de resultado primário zero (nem déficit nem superávit), a equipe econômica considerou o limite inferior de tolerância, que permite déficit de R$ 31 bilhões para este ano.

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Apesar de liberar os recursos, o governo bloqueou R$ 100 milhões de gastos discricionários (não obrigatórios) para cumprir o limite de gastos do arcabouço fiscal, que prevê crescimento dos gastos até 2,5% acima da inflação para este ano. O volume de recursos bloqueados no Orçamento aumentou de R$ 10,6 bilhões para R$ 10,7 bilhões.

A liberação dos R$ 10 bilhões por órgãos e ministérios será detalhada no próximo dia 30, quando o governo publicar um decreto presidencial com os limites de empenho (autorização de gastos).

Resultado primário

Para justificar o descontingenciamento, o relatório elevou em R$ 27,1 bilhões a previsão de receitas líquidas (receitas federais, descontadas as transferências obrigatórias para estados e municípios). A previsão de gastos subiu R$ 5 bilhões.

Com a combinação da elevação de receitas e de despesas, a estimativa de déficit primário em 2025 caiu de R$ 97 bilhões para R$ 74,1 bilhões. Esse valor considera gastos fora do arcabouço fiscal, como precatórios e créditos extraordinários. Ao considerar apenas as despesas dentro do arcabouço fiscal, a previsão de déficit primário cai de R$ 51,7 bilhões para R$ 26,3 bilhões.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública.

IOF e receitas

Em maio, o governo tinha congelado R$ 31,3 bilhões. Sem o decreto do IOF, o governo teria de congelar mais R$ 20,5 bilhões, elevando a retenção de gastos discricionários para R$ 51,8 bilhões. O congelamento desse montante ameaçaria o funcionamento da máquina pública.

Após sucessivas desidratações e uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o governo reduziu para R$ 8,6 bilhões a previsão de arrecadação com o decreto do IOF no restante do ano. A previsão de receitas líquidas, no entanto, subiu R$ 27,1 bilhões e permitiu a reversão completa do contingenciamento anunciado em maio.

Originalmente, o governo tinha divulgado que a previsão de arrecadação ficaria em R$ 11,55 bilhões, mas retirou cerca de R$ 1,4 bilhão por causa do período em que o decreto foi suspenso pelo Congresso Nacional e mais cerca de R$ 700 milhões por causa da arrecadação do IOF durante um mês, entre o fim de maio e o fim de junho.

Em relação à elevação de receitas, a maior parte R$ 17,9 bilhões, vem da elevação da previsão de royalties neste ano, que inclui a aprovação do projeto de lei que autoriza R$ 15 bilhões de leilões adicionais do petróleo na camada pré-sal. Em seguida, vêm R$ 2,4 bilhões da elevação de estimativas de arrecadação da Receita Federal, associada à elevação de R$ 12,2 bilhões em receitas do Imposto de Renda, descontada a desidratação de R$ 10,2 bilhões do decreto original do IOF.

Em relação ao Imposto de Renda, as estimativas foram revisadas por causa do desempenho melhor do tributo no primeiro semestre e das arrecadações com offshores (empresas de investimento no exterior) e de fundos exclusivos, da alta dos juros, que elevou o imposto retido na fonte, e do emprego recorde. O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas esclareceu que a medida provisória que eleva a tributação de investimentos financeiros em até R$ 10,5 bilhões não foi incluída no relatório.

Também contribuiu para a elevação da estimativa de receitas a entrada de R$ 1,8 bilhão de contribuições para a Previdência Social, decorrente da recuperação do emprego formal.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores da Bahia reforçam ações contra ferrugem asiática e planejam próxima safra de soja



A ferrugem asiática é uma das pragas mais destrutivas da soja




Foto: Aline Merladete

O setor produtivo do Oeste da Bahia e do Médio São Francisco está em plena mobilização para cumprir o vazio sanitário da soja, uma das principais estratégias fitossanitárias para o controle da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi). A medida é fundamental para garantir o potencial produtivo da próxima safra e já mobiliza agricultores em diversas regiões.

Segundo informações do Boletim de Safra da Aiba, divulgado em 21 de julho de 2025, o cumprimento rigoroso do calendário do vazio é essencial para evitar a disseminação de esporos da doença e, assim, preservar a sanidade das lavouras. A ferrugem asiática é uma das pragas mais destrutivas da soja, podendo causar perdas expressivas de produtividade.

Enquanto isso, muitos produtores já estão se antecipando e organizando a logística da safra 2025/26. A chegada de fertilizantes e corretivos às propriedades rurais reforça o compromisso com o planejamento estratégico e sustentável da produção. Essa preparação antecipada contribui diretamente para o bom desempenho das lavouras no ciclo seguinte.

Na safra 2024/25, a área plantada com soja totalizou 2,135 milhões de hectares, com produtividade média de 68 sacas por hectare. A produção chegou a 8,71 milhões de toneladas. Do total colhido, 69% já foi comercializado até julho. Para a safra futura (25/26), 19% da produção estimada já está comprometida, com preço médio de R$ 119 por saca.

Além disso, a ausência de chuvas no mês de julho e o clima estável têm favorecido a conservação do solo e o planejamento do calendário agrícola. A previsão, segundo o INMET, é de sol entre nuvens e sem chuvas nos próximos dias.

 





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Trump fecha acordo comercial com país membro do Brics



O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na terça-feira (22) que os EUA fizeram um acordo comercial com a Indonésia, país membro pleno do Brics. O conjunto de países conta também com Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã.

“Ficou acordado que a Indonésia abrirá seu mercado para produtos industriais, tecnológicos e agrícolas dos Estados Unidos, eliminando 99% de suas barreiras tarifárias. Os Estados Unidos da América passarão a vender produtos fabricados em solo americano para a Indonésia com tarifa ZERO, enquanto a Indonésia pagará 19% de tarifa sobre todos os seus produtos que entrarem nos EUA — o melhor mercado do mundo!”.

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O comunicado, feito pela rede Truth Social, ainda diz que a Indonésia fornecerá aos EUA “preciosos minerais críticos” e irá assinar “grandes acordos, no valor de dezenas de bilhões de dólares, para a compra de aeronaves da Boeing, produtos agrícolas americanos e energia dos EUA”.

Trump acrescentou que o acordo beneficiará os fabricantes estadunidenses de automóveis, empresas de tecnologia, trabalhadores, agricultores, pecuaristas e indústrias em geral.

Trump x Brics

Na última sexta-feira (18), Trump voltou a ameaçar impor tarifas contra os membros do Brics ou quaisquer países que se alinhem com o que ele chamou de “políticas antiamericanas”. O presidente estadunidense tem afirmado, sem provas, que o grupo de países foi criado para prejudicar os EUA e o dólar como moeda de reserva mundial. Os líderes do Brics rejeitam as alegações de Trump e defendem que o grupo é guiado pelo multilateralismo.



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Cooperativa inspira empreendedorismo rural no Vale do Ribeira


A força da cooperativa está justamente em transformar perdas em oportunidade. “O que mudou? É que a gente tem mais oportunidade de escoar as plantações. Com isso, a banana que sobra, faz paçoca, doces, etc. Isso incentiva a gente a plantar mais, aumentar a produção para fornecer matéria-prima à agroindústria”, conta Jorge Masaki Matsuda, produtor rural de Pedro de Toledo, no Vale do Ribeira (SP).

No entanto, Matsuda cultiva mais do que bananas: cultiva raízes profundas na agricultura familiar. “Nasci aqui mesmo e, desde lá, a gente vem plantando. Já mudei várias vezes o plantio”, relata. Atualmente, ele tem 60 anos, e é uma das vozes mais experientes da região.

“Quando começamos, na época do meu pai, a gente plantava verduras. Aí em 1980, passamos a plantar banana e a gente está até hoje.”

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Homem em meio ao bananal
“Nasci aqui mesmo e, desde lá, a gente vem plantando,” diz Matsuda, entre os pés de banana da sua lavoura.
Foto: Fabiana Bertinelli | Canal Rural

Produção coletiva valoriza excedente

A transformação começou há cerca de 10 anos. Matsuda decidiu ampliar sua atuação, comercializando diretamente na feira próxima ao sítio. Entretanto, o movimento marcou o início de uma nova fase. No entanto, o avanço mais significativo veio com a união dos produtores.

“A associação foi montada faz uns 13 anos. E depois a gente montou a cooperativa e agroindústria Ouro do Vale.” Por meio da força coletiva, as frutas que antes eram descartadas passaram a ter destino certo. “Hoje mesmo tenho seis caixas de banana, que vou levar pra fazer banana-passa.”

Agora, o que antes era sobra se converte em doces, chips e produtos com valor agregado. “Isso ajuda muito financeiramente. Porque a gente pega aquilo que não foi vendido, que talvez fosse para o descarte, e transforma em um produto que tem mercado.”

Mas para essa transformação, o apoio do Sebrae/SP, foi fundamental. Os produtores da cooperativa apreenderam noções de administração, análise de solo e outras qualificações.

A história de Matsuda reflete o caminho de tantos produtores rurais que, com coragem e trabalho conjunto, encontraram no cooperativismo mais do que uma solução econômica — encontraram inspiração.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Envie sua dúvida, conte sua história, envie sugestão ou relato pelo nosso WhatsApp ou acesse aqui, e confira os canais disponíveis para assistir aos episódios.

Arte com os horários do programa Porteira Aberta Empreender
Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. Foto: Arte Divulgação | Canal Rural



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Comece o dia preparado com as notícias econômicas mais importantes


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o ambiente global ainda pressionado por incertezas tarifárias e dados mistos nos EUA.

O Ibovespa caiu 0,10%, aos 134 mil pontos, enquanto o dólar fechou estável, a R$ 5,56. Juros futuros recuaram com leilão de NTN-B e menor contingenciamento fiscal. Hoje, destaque para dados de inflação e imóveis nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do milho verão avança e supera produtividade da safra passada



Produtividades registradas até o momento variam entre 150 e 220 sacas por hectare




Foto: Divulgação

A colheita do milho verão entra em sua reta final no Oeste da Bahia, com resultados expressivos em produtividade. De acordo com o Boletim de Safra da Aiba, divulgado em 21 de julho de 2025, mais de 100 mil hectares já foram colhidos e os rendimentos têm superado a média da safra anterior.

As produtividades registradas até o momento variam entre 150 e 220 sacas por hectare, demonstrando a eficiência das lavouras mesmo diante de desafios climáticos e fitossanitários pontuais. A boa performance se deve, em grande parte, às condições climáticas favoráveis durante o início do plantio, o que garantiu uma excelente emergência e desenvolvimento vegetativo.

A área total destinada ao milho verão nesta safra foi de 25 mil hectares, com produção estimada em 270 mil toneladas e produtividade média de 180 sacas por hectare. A comercialização está em curso, com o preço médio da saca cotado a R$ 56 no mercado local.

Além do milho verão, também segue em andamento a colheita de culturas de segunda safra, como sorgo, feijão, milheto e forrageiras. Essas culturas desempenham papel estratégico na diversificação da produção e no fornecimento de alimento para o gado nas propriedades da região.

A antecipação da colheita, comparada ao ciclo anterior, também é destaque nesta safra. Esse adiantamento é atribuído ao clima estável nas últimas semanas, que tem permitido o andamento eficiente das operações de campo.





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