sexta-feira, maio 15, 2026

Autor: Redação

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mesmo com baixa nas cotações, média mensal avança



Mesmo diante das recentes baixas nas cotações do suíno vivo, pesquisadores explicam que as valorizações registradas na segunda metade de junho e que se estenderam até a primeira quinzena de julho garantiram o avanço da média mensal. 

Esse cenário combinado aos recuos de preços do milho e farelo de soja têm elevado o poder de compra do suinocultor paulista frente aos principais insumos da atividade pelo terceiro mês consecutivo, ainda conforme levantamentos do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Produzir no RS ficou mais caro em junho



No acumulado do ano, o IIPR apresenta uma deflação de 10,43%




Foto: Canva

Em junho, os custos do produtor rural foram maiores, e os preços recebidos menores. É o que aponta o relatório divulgado pela equipe econômica da Farsul nesta quarta-feira (23/7).O Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) registrou deflação de 1,8% em relação ao mês anterior. Ocorreu queda no preço das sacas de arroz e milho, além de retração no trigo, devido à proximidade da colheita.

No acumulado do ano, o IIPR apresenta uma deflação de 10,43%, um índice descolado do IPCA Alimentos (que tem alta de 3,79% no período), um sinal de que a inflação está acontecendo em outros pontos da cadeia.Já o Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) registrou inflação de 0,43% em maio, mesmo com um recuo de 2% na taxa de câmbio.

Os conflitos geopolíticos ao redor do globo puxaram a alta no preço do fertilizante, um dos principais insumos do setor. No acumulado desde junho de 2024, o índice tem inflação de 3,79%. Já no acumulado de 2025, a inflação é menor, 2,02%, mas ainda relevante.

 





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Brasil critica tarifaço em reunião na OMC



Representando o governo brasileiro na reunião do Conselho Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, criticou o uso de “medidas comerciais unilaterais como instrumento de interferência nos assuntos internos de outros países”.

Durante o encontro, em Genebra entre os dias 22 e 23 de julho, foram debatidos, por iniciativa do Brasil, temas relativos à necessidade de respeito ao sistema multilateral de comércio baseado em regras.

“Infelizmente, neste exato momento, estamos testemunhando um ataque sem precedentes ao Sistema Multilateral de Comércio e à credibilidade da OMC. Tarifas arbitrárias, anunciadas e implementadas de forma caótica, estão interrompendo as cadeias de valor globais e correm o risco de lançar a economia mundial em uma espiral de preços altos e estagnação”, discursou o diplomata brasileiro.

Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.

Nas manifestações, Trump tem associado a medida a supostas desvantagens comerciais na relação entre os dois países e, também, à forma como as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro têm sido conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Violação flagrante

Segundo Philip Fox-Drummond Gough, tais medidas unilaterais representam “violação flagrante dos princípios fundamentais que sustentam a OMC, essenciais para o funcionamento do comércio internacional”. Ele alertou sobre os riscos desse tipo de tratamento para a economia mundial, uma vez que mina coerências jurídicas e previsibilidade do sistema multilateral de comércio.

“Além das violações generalizadas das regras do comércio internacional – e ainda mais preocupantes –, estamos testemunhando uma mudança extremamente perigosa em direção ao uso de tarifas como ferramenta para tentar interferir nos assuntos internos de terceiros países”, argumentou o diplomata brasileiro.

Reforma estrutural

Diante desse cenário preocupante, o Brasil voltou a defender que os países redobrem seus esforços em prol de uma reforma estrutural do sistema multilateral de comércio e da plena recuperação do papel da OMC.

“Continuaremos a priorizar soluções negociadas e a confiar em boas relações diplomáticas e comerciais. Caso as negociações fracassem, recorreremos a todos os meios legais disponíveis para defender nossa economia e nosso povo – e isso inclui o sistema de solução de controvérsias da OMC”, complementou.

Na sequência, o diplomata brasileiro disse que a incapacidade de encontrar soluções promoverá “uma espiral negativa de medidas e contramedidas que nos tornarão mais pobres e mais distantes dos objetivos de prosperidade e desenvolvimento sustentável”.
União das economias em desenvolvimento

Ao final, disse que o Brasil está pronto para começar a trabalhar em direção a uma reforma estrutural e abrangente da OMC, e defendeu a união das economias em desenvolvimento para lidar com a situação.

“As economias em desenvolvimento, que são as mais vulneráveis a atos de coerção comercial, devem se unir em defesa do sistema multilateral de comércio baseado em regras. Negociações baseadas em jogos de poder são um atalho perigoso para a instabilidade e a guerra”.

Apoio

O posicionamento do Brasil ganhou o apoio de cerca de 40 países, entre eles a União Europeia, Canadá, Índia, Rússia e China.



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em julho, cotações acumulam queda em todas as praças



O mês de junho foi marcado por quedas constantes no mercado do boi para abate. As quedas foram acumuladas ao longo do mês em todas as praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com os pesquisadores do instituto, as quedas estão atreladas a um aumento da oferta por parte dos pecuaristas. Isso devido à deterioração das pastagens nesta época de seca. 

Este cenário ocorre justamente em um momento onde as entregas dos lotes confinados passam a aumentar. Assim, com maior oferta a demanda retrai.

Nesta semana, esse comportamento esteve mais contido, com negócios saindo a preços mais estáveis que no período anterior, ainda conforme levantamentos do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Trump diz que tarifa de 50% é para países que relação ‘não tem sido boa’



Donald Trump disse que aplicou tarifas de 50% a países com os quais o relacionamento “não tem sido bom”. Apesar de não ter citado o Brasil, o presidente norte-americano anunciou na aplicação de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos EUA, no último dia 9 de julho. A declaração ocorreu durante um evento na quarta-feira (23) em Washington D.C.

Trump ainda afirmou que estabeleceu tarifas que variam de 15% a 50% para pressionar outros países a abrir seus mercados. “Em alguns casos, é 50% porque o relacionamento não tem sido bom com esses países”, afirmou.

Negociações

O governo brasileiro vai continuar insistindo para negociar com os EUA a revogação da tarifa adicional de 50% , disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista à rádio CBN na segunda-feira (21).



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Ameaçados por tarifaço, Brasil e México discutem aproximação comercial



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou na quarta-feira (23) para a presidente do México, Claudia Sheinbaum, para discutir as relações econômicas e comerciais entre os dois países. Segundo o Palácio do Planalto, Lula ressaltou a importância de aprofundar essas relações, principalmente diante do atual momento de incertezas.

Na conversa, Lula e Sheinbaum acertaram uma visita oficial ao México que será liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. A data da viagem será dias 27 e 28 de agosto. Alckmin deverá levar uma comitiva de empresários de diferentes setores.

“Como resultado da visita, Lula propôs o início de negociações para ampliar acordo comercial Brasil-México, que favoreça a expansão do fluxo comercial entre os dois países”, informou o Palácio do Planalto, em nota sobre o telefonema.

Os dois presidentes também destacaram os setores da indústria farmacêutica, agropecuária, de etanol, biodiesel, aeroespacial, bem como de inovação e educação como áreas estratégicas na relação bilateral.

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A visita de Alckmin ao México ocorre em meio à ampliação da pressão tarifária por parte dos Estados Unidos contra seus parceiros históricos. Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.

Dias antes, Trump já havia imposto 30% de tarifas de exportação sobre produtos oriundos do México, país vizinho que tem profunda relação comercial com os EUA. O vice-presidente brasileiro também tem sido o principal interlocutor do país com empresários e com o governo norte-americano nas tentativas de negociação sobre as tarifas unilaterais.



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CNA estima perda de US$ 5,8 bi em exportações do agro aos EUA com tarifaço



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que o agronegócio deixará de exportar US$ 5,8 bilhões aos EUA neste ano com a imposição da tarifa de 50% anunciada pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros. A sobretaxa está prevista para entrar em vigor em 1º de agosto.

A projeção da confederação considera uma queda de 48% nos embarques de produtos do agronegócio ao mercado norte-americano ante os US$ 12,1 bilhões comercializados em 2024.

O cálculo, informou a CNA em nota, considera a “elasticidade” das importações de bens nos Estados Unidos, com o impacto da alíquota de 50%.

“A elasticidade das importações de um país mede o quanto o volume importado reage a mudanças no preço dos produtos. Assumiu-se que o choque causado nas tarifas seria integralmente transmitido para os preços de importação. Ou seja, uma elevação de 50% nas tarifas elevaria em 50% os preços finais”, explicou a CNA na nota.

O indicador de elasticidade foi estimado com base nos dados de comércio dos EUA nos últimos cinco anos, explicou a CNA. Quanto menor o indicador, maior o impacto sobre as importações americanas.

De acordo com a confederação, a maior parte dos produtos agropecuários exportados para os Estados Unidos possui elasticidade menor que -1, indicando uma maior sensibilidade às variações de preço.

De acordo com o estudo da entidade, na aplicação da tarifa de 50%, as exportações brasileiras de suco de laranja, açúcares de beterraba, outros açúcares de cana e sacarose cairiam a zero.

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“Alguns produtos sofrerão mais impacto que outros, caso do suco de laranja, em que a tarifa se tornaria impeditiva para o produto brasileiro”, explicou a entidade.

Produtos como etanol e sebo de bovinos também devem ter quedas expressivas nas exportações aos EUA, com redução prevista em volume de, respectivamente, 71% e 50%.

Já os embarques de café não torrado e não descafeinado seriam os menos afetados, com redução prevista de 25% em volume.

“Enquanto isso, produtos como o café verde teriam um menor impacto relativo, devido à queda na oferta do grão no mercado internacional nos últimos anos, o que faz com que a capacidade de substituição seja mais rígida”, observa a confederação.

A venda de carne bovina e açúcar de cana têm impactos limitados previstos, com 33% em volume que deixariam de ser exportados.



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AgroNewsPolítica & Agro

queda na novilha pressiona mercado em São Paulo



Mercado lento mantém boi China sem variação




Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo registrou queda no preço da novilha em São Paulo nesta quarta-feira (23), segundo a análise “Tem Boi na Linha”, publicada pela Scot Consultoria. As negociações seguem em ritmo lento, com o escoamento da carne bovina ainda abaixo do esperado e uma oferta de animais suficiente para suprir a demanda.

“A cotação da novilha caiu R$ 1,00 por arroba, enquanto os preços do boi gordo e da vaca permaneceram estáveis”, aponta o levantamento. As escalas de abate no estado atendem, em média, a nove dias.

Em Mato Grosso do Sul, o cenário também é marcado por escoamento fraco e boa oferta de animais. A postura cautelosa adotada pelos frigoríficos resultou em recuos nas cotações em parte das praças pecuárias. Em Dourados, houve redução de R$ 3,00 por arroba para todas as categorias. Em Campo Grande, apenas a novilha apresentou recuo, de R$ 1,00 por arroba, enquanto as demais categorias mantiveram os valores. Já em Três Lagoas, os preços seguiram estáveis.

A cotação do “boi China”, animal abatido com até 30 meses e exigido para exportação ao país asiático, também não apresentou variações nesta quarta-feira.

No Paraná, a oferta elevada de animais pressionou o mercado. A geada recente reduziu a qualidade das pastagens, o que incentivou maior volume de negociação por parte dos pecuaristas. Ainda assim, os preços permaneceram inalterados em todas as categorias.

No Rio de Janeiro, o cenário foi semelhante. O mercado apresentou estabilidade, sem mudanças nas cotações para boi gordo, vaca ou novilha.





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Governo cria plano para socorrer setores atingidos por tarifaço de Trump



As áreas técnicas da equipe econômica e do Ministério das Relações Exteriores concluíram o desenho do plano de contingência para socorrer os setores da economia afetados pela imposição de tarifas de 50% pelos EUA, revelou nesta quarta-feira (23) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. As medidas serão levadas na próxima semana ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A área técnica dos três ministérios envolvidos [Fazenda, Indústria e Relações Exteriores] vão me apresentar amanhã os detalhes. Provavelmente semana que vem nós devemos levar para o presidente [Lula]”, afirmou o ministro, que não adiantou detalhes sobre nenhuma medida.

Elaborado com base nos parâmetros definidos por Haddad e pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o plano de contingência ainda precisa ser avaliado pelos ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e da Casa Civil, Rui Costa, antes de serem enviadas a Lula, que tomará a decisão final.

Dificuldades

Haddad reiterou que a prioridade do governo continua sendo a negociação com os Estados Unidos. O ministro, no entanto, admitiu que a Casa Branca está interditando qualquer debate.

“Nós [do Ministério da Fazenda] estamos falando com a equipe técnica da Secretaria do Tesouro [estadunidense], mas não com o secretário Scott Bessent”, disse Haddad. Alckmin tem conseguido falar com alguns secretários americanos, mas não tem recebido respostas da Casa Branca.

“A informação que chega é que o Brasil tem um ponto, o Brasil tem razão em querer sentar à mesa, mas que o tema está muito concentrado na assessoria da Casa Branca, daí a dificuldade de entender melhor qual vai ser o movimento [dos Estados Unidos]”, justificou Haddad.

Apesar das dificuldades, o ministro afirmou ainda ver espaço para negociações com o país, baseados nas experiências de acordos recentemente fechados com o Vietnã, o Japão, a Indonésia e as Filipinas. Haddad também citou avanços nas negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia como fator que pode estimular o Brasil.

“Houve boas surpresas em relação a outros países nos últimos dias. Podemos chegar à data de 1º de agosto com algum aceno e alguma possibilidade de acordo, mas para haver acordo precisa haver duas partes sentadas à mesa para chegar a uma conclusão. Não dá para antecipar um movimento que não depende só de nós, mas o Brasil nunca saiu da mesa de negociação”, acrescentou Haddad.

Governadores

O ministro elogiou a iniciativa de governadores em oferecer ajuda aos setores dos respectivos estados afetados pelo tarifaço do governo Donald Trump. No entanto, disse que as medidas de ajuda locais têm pouco alcance diante do impacto sobre as exportações brasileiras.

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“Toda ajuda é bem-vinda, mas são movimentos um pouco restritos, não tem um alcance, porque uma linha de R$ 200 milhões, você está falando de US$ 40 milhões, enquanto estamos falando de US$ 40 bilhões de exportação”, afirmou Haddad.

O ministro referiu-se a uma linha de crédito de R$ 200 milhões anunciada nesta quarta pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Apesar do alcance restrito, Haddad reconheceu o esforço dos governadores de se mobilizarem em torno das empresas e dos setores econômicos afetados.

“É bom saber que os governadores estão mobilizados e percebendo, finalmente, que é um problema do Estado brasileiro. É bom notar que eles estão mudando de posição, deixando de celebrar uma agressão estrangeira ao Brasil. Isso é importante: caírem na real e abandonarem o movimento inicial que fizeram de apoio ao tarifaço contra o Brasil”, comentou.



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Com apoio técnico, produtor alagoano aposta no cultivo de lúpulo



Após três anos de testes, o produtor rural Aloísio Righetti, de União dos Palmares (AL), aposta na ampliação do cultivo de lúpulo — planta base da cerveja — como alternativa promissora para diversificar sua produção.

“A nossa principal produção é a pimenta-do-reino, mas temos também um pouco de limão, laranja-lima, laranja-pera e novilhas pra abate. O nosso último projeto, agora, é o plantio de lúpulo. É um negócio novo, que deve dar muito certo em Alagoas”, afirma Righetti.

Essa iniciativa, por sua vez, é resultado de um projeto desenvolvido em parceria com o Centro de Tecnologia Estratégias do Nordeste (Cetene), o Sebrae e a Embrapa — que, além disso, realiza pesquisas diretamente na propriedade.

No entanto, o projeto ganhou maior visibilidade especialmente após um evento de apresentação do lúpulo para cervejeiros, realizado com apoio do Sebrae/AL. Como resultado, a expectativa de Aloísio é de que a cultura se estabeleça como mais uma fonte de renda.

“Faz três anos que a gente vem testando variedades e vamos ampliar agora”, revela o produtor alagoano.

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Parceria de sucesso

Ao longo de mais de 30 anos de parceria com o Sebrae, Righetti coleciona diversos aprendizados. “Já fiz o ‘5S Rural’, o Empretec, recebi consultoria agronômica, ambiental e até no desenho do rótulo das pimentas. O apoio que recebemos é ilimitado.”

Segundo Aloísio, o conhecimento técnico recebido ao longo desses anos tem sido fundamental para sustentar a evolução da propriedade.

“O Sebrae/AL nos dá um apoio contínuo, que fortalece a empresa como um todo, e isso vai criando melhorias na produtividade e na produção. Então, eu estou muito satisfeito.”

Plantando hoje e colhendo amanhã

Que tal dar o primeiro passo para empreender com apoio especializado? O Sebrae oferece essa chance em todos os estados. Em Alagoas, há um portfólio amplo de consultorias e cursos. Muitos deles são online e totalmente gratuitos!

Um exemplo é o curso de Gestão Financeira: ele tem apenas três horas de duração, é gratuito e ainda oferece certificado de participação.



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