sábado, agosto 22, 2026

Autor: Redação

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veja o que vai impactar o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

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No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, analisa os dados dos EUA, indicando que a inflação está em linha com um possível corte de 25 pontos nos juros pelo Fed. No Brasil, o real se valorizou, mas os DIs subiram devido à percepção fiscal. Apesar de uma atividade econômica mais forte, a bolsa caiu influenciada por fatores internos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil teve 11,39 milhões de hectares atingidos pelo fogo


De janeiro a agosto de 2024 os incêndios no Brasil já atingiram 11,39 milhões de hectares do território do país, segundo dados do Monitor do Fogo Mapbiomas, divulgados nesta quinta-feira (12). Desse total, 5,65 milhões de hectares foram consumidos pelo fogo apenas no mês de agosto, o que equivale a 49% do total deste ano.

Nesses oito primeiros meses do ano, o fogo se alastrou principalmente em áreas de vegetação nativa, que representam 70% do que foi queimado. As áreas campestres foram as que os incêndios mais afetaram, representando 24,7% do total. Formações savânicas, florestais e campos alagados também foram fortemente atingidos, representando 17,9%, 16,4% e 9,5% respectivamente. Pastagens representaram 21,1% de toda a área atingida.

Para o período, os estados do Mato Grosso, Roraima e Pará foram os que mais atingidos, respondendo por mais da metade, 52%, da área alcançada pelo fogo. São três estados da Amazônia, bioma mais atingido até agosto de 2024. O fogo consumiu 5,4 milhões de hectares do bioma nesses oito meses.

O Pantanal, até agosto de 2024 queimou 1,22 milhão de hectares, um crescimento de 249% nas áreas alcançadas por incêndios, em comparação à média dos cinco anos anteriores. A Mata Atlântica teve 615 mil hectares atingidos pelo fogo, enquanto que na Caatinga os incêndios afetaram 51 mil hectares. Já os Pampas tiveram apenas 2,7 mil hectares no período de oito meses.

Agosto
Na comparação entre agosto de 2023 e de 2024, os incêndios afetaram 3,3 milhões de hectares a mais este ano, registrando um crescimento de 149%. De acordo com a instituição, foi o pior agosto da série do Monitor de Fogo, iniciada em 2019.

Os estados do Mato Grosso, Pará e Mato Grosso do Sul foram os mais atingidos no mês. Chama a atenção o crescimento de 2.510% sobre a média de agosto de incêndios no estado de São Paulo, em relação a média dos últimos seis anos. Foram 370,4 mil hectares queimados este ano, 356 mil hectares a mais do que nos meses de agosto de anos anteriores.

“Grande parte dos incêndios observados em São Paulo tiveram início em áreas agrícolas, principalmente nas plantações de cana-de-açúcar, que foram as áreas mais afetadas do estado”, destaca a pesquisadora Natália Crusco.

Os biomas Cerrado e Amazônia, foram os que mais queimaram, representando respectivamente 43% e 35% e de toda a área antiqueimada no Brasil no período.

De acordo com a coordenadora técnica do Monitor do Fogo, Vera Arruda, o aumento das queimadas no Cerrado foi alarmante em agosto “O bioma, que é extremamente vulnerável durante a estiagem, viu a maior extensão de queimadas nos últimos seis anos, refletindo a baixa qualidade do ar nas cidades.”





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Inflação desacelera para todas as faixas de renda em agosto


A inflação desacelerou para todas as classes de renda em agosto na comparação com julho deste ano. Para as famílias de renda muito baixa, ela recuou de 0,09% para -0,19% no mês passado. Para as famílias de renda alta, que registraram aumento de 0,80% em julho, o resultado de agosto ficou em 0,13%. Os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Todas as classes de renda apresentaram desaceleração da inflação acumulada em 12 meses. As famílias de renda muito baixa tiveram a menor inflação acumulada no período (3,72%), enquanto a faixa de renda alta anotou o percentual mais elevado (4,97%).

Os grupos alimentos e bebidas e habitação foram os principais pontos que influenciaram a queda inflacionária para praticamente todos os segmentos de renda. As deflações registradas em setores importantes – cereais (-1,3%), tubérculos (-16,3%), hortaliças (-4,5%), aves e ovos (-0,59%), leites e derivados (-0,05%) e panificados (-0,11%) – provocaram um forte alívio inflacionário, especialmente para as famílias de menor poder aquisitivo, visto que a parcela proporcionalmente maior do seu orçamento é gasta com a compra desses bens.

Energia elétrica
Em relação à habitação, a queda de 2,8% nos preços de energia elétrica – refletindo o retorno da bandeira tarifária verde e das reduções tarifárias em algumas capitais – contribuiu para diminuir a inflação em agosto.

No caso das famílias de renda alta, mesmo com a deflação dos alimentos, da energia e a queda de 4,9% nos preços de passagens aéreas, o reajuste de 0,76% das mensalidades escolares fez com que o grupo educação exercesse forte contribuição para a inflação dessa classe.

O aumento dos planos de saúde (0,61%), dos serviços médicos e dentários (0,72%) e das despesas pessoais (0,25%) também ajuda a explicar esse quadro de pressão inflacionária nos segmentos de renda mais elevada, em agosto.

“A desaceleração da inflação corrente em relação ao registrado em agosto do ano passado é explicada, em grande parte, pela melhora no desempenho dos grupos habitação e saúde e cuidados pessoais. No primeiro caso, a alta no preço da energia elétrica em 2023 (4,6%) ficou bem acima da queda apontada em 2024 (2,8%). Já para o grupo saúde e cuidados pessoais, o alívio inflacionário em agosto deste ano veio da deflação de 0,18% dos artigos de higiene, que contrasta com os reajustes de 0,81%, em agosto de 2023”, diz o Ipea.





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Arrozeiros reforçam orientação de manutenção do mercado interno de arroz


Momento é da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização


Foto: Paulo Rossi/Divulgação

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), emitiu nota, assinada pelo presidente da entidade, Alexandre Velho, traçando uma avaliação momentânea do ano de 2024. Segundo a federação, este vem sendo um ano desafiador para a Federarroz, arrozeiros, agricultores e povo gaúcho pois, além de todos os desafios climáticos que felizmente passaram, persistem os estruturais e políticos que ainda perduram, alongando insegurança e corroendo a esperança da retomada.

Conforme o comunicado, em meio a tragédia geral, resolvendo infortúnios particulares, desprendendo-se à ações solidárias, inquieta e nervosa para colaborar e atenuar o sofrimento do vizinho mais necessitado, a diretoria da Federarroz foi ao centro do Governo Federal para desfazer intenção de importação de arroz que fatalmente traria consigo mais insegurança aos arrozeiros. “Foram selados acordos, baseados especialmente no caráter e honra de cada partícipe das várias reuniões”, observa a nota.

A entidade salienta que, agora, momento em que Cepea/Esalq ruma para indicativo de R$120,00, no último terço da temporada comercial, é momento da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização e manter o mercado plenamente abastecido. “Nós arrozeiros decidimos produzir alimento “in natura” mais consumido pelo ser humano. Assim, precisamos demonstrar toda a nobreza do ofício dessa profissão”, destaca a nota.





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USDA eleva safra de soja e diminui a de milho


De acordo com o Relatório de Oferta e Demanda dos Produtos Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado em setembro de 2024, as perspectivas para os mercados de soja e milho apresentam ligeiras variações em comparação ao relatório anterior de agosto. Para a soja, a produção nos Estados Unidos foi revisada de 124,9 milhões de toneladas para 124,81 milhões de toneladas, mantendo-se praticamente estável. A produtividade também se manteve em 59,63 sacas por hectare, enquanto os estoques finais foram reduzidos de 15,24 milhões para 14,97 milhões de toneladas. As exportações e o esmagamento permanecem inalterados, com 50,35 milhões de toneladas exportadas e 66 milhões de toneladas destinadas à indústria .

Em relação ao Brasil, o relatório manteve a projeção de produção de soja em 169 milhões de toneladas para ambos os meses, mas houve um leve aumento nos estoques finais, que subiram de 33,87 milhões para 33,92 milhões de toneladas. As exportações seguem estimadas em 105 milhões de toneladas. Na Argentina, a produção também não sofreu alterações, permanecendo em 51 milhões de toneladas, mas os estoques finais foram revisados para cima, passando de 28,75 milhões para 29,25 milhões de toneladas. As exportações argentinas de soja permanecem estáveis em 4,5 milhões de toneladas. No mercado global, a produção de soja foi revisada de 428,73 milhões para 429,20 milhões de toneladas, com os estoques finais ajustados para 134,58 milhões de toneladas, um leve aumento em relação aos 134,3 milhões estimados em agosto.

Para o milho, a produção nos EUA foi ajustada para 385,73 milhões de toneladas em setembro, uma leve alta em relação aos 384,74 milhões de agosto. A produtividade aumentou de 191,53 para 192,06 sacas por hectare. No entanto, os estoques finais tiveram uma leve redução, caindo de 52,67 milhões para 52,26 milhões de toneladas. A área plantada e a área colhida permanecem inalteradas em 36,71 milhões de hectares e 33,47 milhões de hectares, respectivamente, e as exportações foram mantidas em 58,42 milhões de toneladas. No Brasil, as projeções para a produção de milho e exportações seguem estáveis, com 127 milhões de toneladas e 49 milhões de toneladas, respectivamente.

No panorama mundial, a produção de milho foi levemente ajustada para baixo, passando de 1,21982 bilhão para 1,21857 bilhão de toneladas, com os estoques finais reduzidos de 310,17 milhões para 308,35 milhões de toneladas, refletindo ajustes nos principais mercados exportadores e consumidores.
 





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Precisamos debater as queimadas ao invés de culpar setor produtivo, diz coordenador da FGV Agro


Em entrevista à CNN, o coordenador da FGV Agro, Guilherme Bastos, defendeu a necessidade de um debate técnico e pragmático sobre as queimadas no Brasil, “em vez de culpar o setor produtivo”.

Bastos argumentou que é crucial trazer dados concretos para endereçar adequadamente os problemas ambientais.

Ele destacou a presença de parlamentares comprometidos em trazer questões técnicas para o debate, afastando-se de discussões ideológicas.

“Precisamos trazer realmente dados para que os problemas possam ser devidamente endereçados”, afirmou o coordenador.

Responsabilidades compartilhadas

O especialista enfatizou a importância de distinguir entre as responsabilidades do setor produtivo e aquelas que competem ao poder Executivo e Judiciário.

Segundo Bastos, é fundamental considerar as áreas sem posse definida ou titularidade, onde não se pode atribuir responsabilidade direta ao setor produtivo.

Ele também mencionou os esforços do governo anterior em captar recursos internacionais para combater as queimadas no Pantanal.

Ele ressaltou que as mudanças climáticas têm contribuído para o acúmulo excessivo de matéria seca em algumas regiões, aumentando o risco de incêndios.

Equilíbrio ambiental

O coordenador da FGV Agro lembrou a importância do “Banco Pantaneiro”, uma prática tradicional que ajudava a manter o equilíbrio no ecossistema do Pantanal.

“Muitas vezes é exatamente em função desse problema das mudanças climáticas acaba tendo-se realmente um excedente de acúmulo de matéria seca”, explicou.

Bastos concluiu reiterando a necessidade de um debate técnico aprofundado para desenvolver ações adequadas no combate às queimadas e outros problemas ambientais.

Ele argumentou que essa abordagem é mais produtiva do que simplesmente atribuir toda a responsabilidade ao setor produtivo.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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Com baixa no Mato Grosso, exportações de soja sofrem queda de 28%


Exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas




Foto: Leonardo Gottems

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas em agosto de 2024, representando uma queda de 28,51% em comparação ao mês anterior e de 4,11% em relação ao mesmo período de 2023. Apesar da redução, o volume exportado foi o segundo maior registrado para o mês de agosto, impulsionado principalmente pelos estados do Paraná e Rio Grande do Sul.

Mato Grosso, tradicionalmente um dos maiores exportadores, participou com apenas 6,79% dos envios brasileiros em agosto, registrando sua menor participação histórica para o período. Essa retração se deve à menor disponibilidade de soja no estado e à queda dos preços. O valor médio da tonelada exportada fechou em US$ 436,12, uma queda de 13,19% em relação a agosto de 2023 e de 1,50% em comparação a julho de 2024.

Historicamente, há uma redução nas exportações de soja no segundo semestre. O Imea projeta que Mato Grosso encerrará 2024 com 25,87 milhões de toneladas exportadas, uma queda de 8,70% em relação à safra anterior (22/23).





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Parlamentares reagem ao veto à prorrogação de dívidas rurais


Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada”



Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa "equivocada"
Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” – Foto: Agencia Brasil

De acordo com informações da Frente Parlamentar da Agropecuária, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o Projeto de Lei 397/2024, que permitia a prorrogação do pagamento de financiamentos de crédito rural em municípios e no Distrito Federal afetados por calamidades climáticas, como secas ou enchentes. A proposta, de autoria do senador Mecias de Jesus, previa a extensão do prazo de pagamento em até quatro anos, sem perdão de dívidas, para produtores de regiões atingidas.

Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” sobre possíveis prejuízos à arrecadação pública. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apoiou a medida, buscando beneficiar produtores afetados por desastres naturais. A deputada Marussa Boldrin (MDB-GO), relatora do projeto na Câmara dos Deputados, criticou o veto ao socorro aos produtores afetados por eventos climáticos, considerando a decisão um “desserviço” do governo. Ela destacou a dedicação dos produtores, que trabalham sob condições adversas, e lamentou que, quando eles precisam de ajuda, suas contribuições diárias sejam ignoradas.

A medida vetada, que suspendia os pagamentos de financiamentos rurais por até 48 meses, abrangia programas como Pronaf, Pronamp, Moderinfra e Inovagro, além de financiamentos pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Um regulamento específico seria elaborado para definir as normas dessa suspensão. A proposta beneficiaria produtores afetados pela tragédia no Rio Grande do Sul, assim como em outros estados e municípios do país que enfrentassem desastres climáticos.
 





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Fiscalização apreende mais de 640 mil litros de diesel e aplica multa de R$ 1,2 milhão



Fiscalização aquaviária realizada no município de Óbidos, no Baixo Amazonas, pela equipe de fiscais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa) nesta quinta-feira (12) apreendeu 641.645 litros de diesel.

O combustível estava em uma embarcação que ia do Amazonas à cidade de Santarém, no oeste paraense. A mercadoria foi avaliada em R$ 2.829.745,56.

Segundo o coordenador da autarquia, Maycon Freitas, a embarcação transportava quatro balsas com o produto e, durante a checagem dos documentos, foi verificado inconsistência nos dados.

“Uma delas, carregada com 641.645 mil litros de diesel, estava acompanhada com um documento fiscal informando operação de circulação interna no estado do Amazonas, ou seja, havia a tentativa de internalização da mercadoria no estado do Pará com documentação que não correspondia à efetiva operação”.

Após constatação da irregularidade, a Sefa lavrou um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no montante de R$ 1.228.301,03, referente ao imposto e multa devidos.



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Cenário perfeito para a alta do boi gordo? Veja as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos nesta quinta-feira (12). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a situação das escalas de abate, que permanecem apertadas em grande parte do país.

A demanda também está aquecida neste momento, com exportações bastante representativas na atual temporada.

“Soma-se a isso a alta taxa de ocupação na economia brasileira, motivando um melhor consumo de proteínas de origem animal. Com isso, a expectativa é alta para o último bimestre”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 257,27

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços acomodados no dia. O ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta das cotações no curto prazo, em linha com o bom apelo ao consumo no decorrer da primeira quinzena do mês.

A carne bovina pode acabar perdendo competitividade em relação as proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, mais acessível.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo no interior paulista. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 14,75, por quilo no interior de São Paulo. A ponta de agulha permanece cotada a R$ 15,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,56%, sendo negociado a R$ 5,6171 para venda e a R$ 5,6151 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6147 e a máxima de R$ 5,6761.



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