segunda-feira, agosto 17, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Recomendações para fixação do milho na B3


Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA




Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México
Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México – Foto: Divulgação

De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho ainda não cobrem integralmente os custos de produção da safra atual, que foram estimados pelo Deral-PR em R$ 73,60 por saca para produtores que alcançam 80 sacas por hectare. A análise da consultoria aponta que há mais fatores indicando queda do que alta nos preços e recomenda que os produtores aproveitem os valores futuros da B3 para os próximos meses, como os R$ 73,44 para janeiro, para fixar tanto a produção restante da última safra quanto a colheita futura, incluindo a safra de verão e a safrinha.

Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México, confirmada pelo USDA. Além disso, o relatório semanal das exportações dos EUA foi positivo, superando as expectativas. No Brasil, o aperto no suprimento da última safra e a alta demanda das indústrias também sustentam os preços.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA, favorecido pelas condições climáticas secas, o que reduz a demanda por milho brasileiro e pressiona os preços internos. Além disso, a normalização das chuvas no Centro-Oeste brasileiro aumenta as chances de uma safrinha normal, o que poderia estabilizar ainda mais o mercado.

Com a colheita americana em ritmo acelerado e prêmios no Brasil zerados, a tendência é que os preços domésticos caiam no curto e médio prazos. Segundo a Conab, 80% da produção de milho na safra 2024/2025 dependerá da safrinha, o que torna o monitoramento das condições climáticas essencial para as próximas semanas.
 





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dia será marcado por pancadas e tempo encoberto



As pancadas de chuva ainda se fazem presentes em grande parte do Brasil nesta terça-feira (22). Acompanhe a previsão do tempo para as cinco regiões na parceria entre Climatempo e Canal Rural.

Sul

Pancadas de chuva isoladas na Região Metropolitana de Curitiba, litoral e centro-sul paranaense, e no litoral norte de Santa Catarina. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens e as temperaturas sobem até os 30 graus.

Sudeste

Pancadas de chuva ainda ocorrem no interior de São Paulo e no Triângulo Mineiro, áreas onde não se descartam a possibilidade de temporais localizados. O Rio de Janeiro terá tempo estável, com o sol predominando entre algumas nuvens.

Centro-Oeste

Condição de tempo mais instável em todo o Centro-Oeste. Em Mato Grosso, a chuva vem com até forte intensidade e acompanhada por trovoadas e raios. Em Goiás e no Distrito Federal, chuva mais isolada, mas com potencial para ter temporais. Em Mato Grosso do Sul, céu mais nublado; se chover, será passageiro.

Nordeste

Chuva concentrada sobre o interior da Bahia e entre as capitais Salvador e Natal. O interior da Região volta a ter tempo ensolarado e quente. A umidade à tarde pode atingir índices em torno dos 30%.

Norte

Chove em grande parte da Região Norte. No Amazonas, Acre, em Rondônia, Tocantins, Roraima e no sul do Pará, a previsão é de pancadas de chuva com raios e trovoadas. As temperaturas sobem e a sensação à tarde é de abafado. Nas demais regiões do Pará e no Amapá, tempo ensolarado.



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Pressão nas cotações da soja


Valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa





Foto: Leonardo Gottems

A oferta global elevada e os altos estoques seguem pressionando os preços da soja no mercado spot brasileiro. De acordo com as informações que foram divulgadas pelo boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa. Essa dinâmica tem sido observada nas últimas semanas e reflete um desequilíbrio entre a produção e o consumo global, aumentando a disponibilidade do grão nos mercados. Segundo o boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar em relação ao Real atuou como um fator compensatório, evitando uma queda mais acentuada nos preços domésticos. A moeda norte-americana mais forte favorece a competitividade da soja brasileira no mercado internacional, incentivando exportações, embora o impacto não tenha sido suficiente para reverter totalmente a pressão negativa nas cotações internas.

Ainda há influência do clima, o boletim informa que as chuvas irregulares acenderam alerta aos sojicultores nacionais, isto que estão recuando nas comercializações. Dados divulgados pelo USDA apontam produção mundial da oleaginosa na temporada 2024/25 em 428,9 milhões de toneladas, 8,6% superior às 394,7 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24.  Esse cenário adverso tem levado muitos produtores a adotarem uma postura mais cautelosa, reduzindo o ritmo das vendas e aguardando uma definição mais clara das condições climáticas. A incerteza quanto ao desenvolvimento da safra pode alterar as expectativas de oferta futura, o que aumenta a hesitação em negociar o produto no mercado spot.

Já em relação ao esmagamento global é projetado em 346,3 milhões de toneladas e as transações globais, em 181,5 milhões de toneladas, respectivos aumentos de 4,8% e de 2,6% frente à temporada anterior; o estoque mundial também pode ser recorde, previsto em 134,6 milhões de toneladas. As transações globais da oleaginosa devem atingir 181,5 milhões de toneladas, um avanço de 2,6% em comparação com o ciclo anterior. Como resultado, os estoques finais também devem atingir um patamar recorde, projetados em 134,6 milhões de toneladas, evidenciando um acúmulo significativo que poderá continuar impactando os preços e a dinâmica do mercado nos próximos meses.





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171 dias depois, Salgado Filho recebe primeiro voo comercial


Voo chegou ao aeroporto às 08h03





Foto: Fraport

Após passar cerca de 170 dias fechado devido aos estragos causados pelas enchentes de maio, às 08h03 desta segunda-feira (21.10), o primeiro voo comercial pousou no Aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre.

O retorno será gradual, com 1.800 metros de pista reabertos inicialmente, permitindo a realização de 128 voos diários e 900 voos semanais. O volume representa cerca de 70% dos voos que ocorriam antes da enchente que forçou o fechamento do terminal em maio. Apesar da reabertura, os voos que vinham sendo operados temporariamente pela Base Aérea de Canoas não serão interrompidos de imediato. A transição completa para o Salgado Filho ocorrerá de forma gradual nos próximos três meses.

As operações domésticas ocorrerão entre 8h e 22h, com funcionamento parcial da infraestrutura até o dia 16 de dezembro, quando a pista será ampliada para 1.500 metros adicionais. 





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Milho sobe na B3: Confira


No mercado de milho, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) pega o rumo oposto a Chicago e fecha a semana com saldo positivo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O milho na B3 tomou o rumo contrário do grão negociado em Chicago fechou o dia e semana com saldo positivo. Enquanto a CBOT desvalorizou -0,49% para a cotação de dezembro, a B3 subiu 0,42% para novembro”, comenta.

“A demanda interna pelo produto, principalmente o vindo da indústria de ração e de etanol, tem dado a sustentação para o contrato do milho no Brasil. Nesta sexta-feira a alta do dólar de 0,68% também fez diferença na composição dos preços do cereal”, completa a consultoria.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 69,26, apresentando alta de R$ 0,29 no dia, alta de R$ 0,77 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,87, alta de R$ 0,06 no dia, baixa de R$ 0,15 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 73,56, alta de R$ 0,34, no dia e alta de R$ 0,21 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em baixa apesar dos grandes volumes vendidos na semana. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,49% ou $ -2,00 cents/bushel a $ 404,75 A cotação para março25, fechou em baixa de -0,53% ou $ -2,25 cents/bushel a $ 419,00”, informa.

“Com boa procura pelo grão americano esta semana, o milho forçou duas sessões positivas, em meio a forte pressão da colheita americana. O clima favorável para o avanço da coleta da volumosa safra americana de milho, que já se aproxima de 50%, é o principal fator de baixa no momento. A volta das chuvas no Brasil, ainda no tempo para o plantio do milho safrinha, é outro fator de baixa. No entanto as vendas extras anunciadas ao longo da semana e o relatório do USDA, apontando uma alta de 82,12% nas vendas para exportação no comparativo semanal, evitaram maiores quedas nas cotações do milho, como as que aconteceram com a soja e o trigo”, conclui.
 





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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul permanece congelado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 69,00; Não-Me-Toque a R$ 69,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 72,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior e R$ 72,00 CIF fábricas. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, comenta.

Com altas no frango, frigoríficos se animam e saem às compras no oeste de Santa Catarina. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos, em pelo menos 10 mil tons. Ao oeste, ao menos 5 mil tons também foram relatadas por nossos correspondentes, entre preços de 74/75/75,50, a depender do prazo. Estima-se, entre rumores, que por aqui tenham rodado hoje 30 mil toneladas”, completa.

O Paraná viu preços de R$ 65,00 a saca CIF no norte do estado. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 64,00 (+1,00); Cascavel a R$ 61,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 65,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 54,00, e norte a R$ 57,00. Ao sudoeste, 3 mil tons saíram ao preço de R$ 57,00, na retirada imediata e pagamento em 30 dias, para uma fábrica de ração local”, indica.

O estado do Mato Grosso do Sul teve indicações entre R$ 52,00 a R$ 55,00. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 55,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 70,00”, informa.
 





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Mercado do boi gordo segue em alta graças à intensa demanda de exportação; veja cotações



O mercado físico do boi gordo volta a apresentar alta em seus preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

“Isso acontece em linha com a atual posição das escalas de abate, que permanecem apertadas em grande parte do país”.

Segundo ele, as exportações seguem como uma variável determinante na atual temporada, ocupando um papel relevante na formação dos preços da arroba do boi gordo.

Preços médio da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 306,48

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes, ainda em perspectiva de alta no curto prazo. O quarto dianteiro é precificado a R$ 18,20 por quilo. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 23,20 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial fechou em queda de 0,14%, cotado a R$ 5,6923. A moeda refletiu, ao longo da sessão, a falta de indicadores tanto aqui quanto lá fora, e certa percepção de melhora no fiscal doméstico.



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Valor médio de exportação de carne bovina dá salto de 42%



As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 811,956 milhões nos primeiros 14 dias úteis de outubro, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 176,399 mil toneladas, com média diária de 12,599 mil toneladas. Assim, os embarques renderam uma média diária de US$ 57,996 milhões, com o preço médio da tonelada apontado em US$ 4.603,00.

Em relação a outubro de 2023, houve alta de 42,3% no valor médio diário da exportação, ganho de 42,1% na quantidade média diária exportada e avanço de 0,1% no preço médio.

Carne suína

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 187,856 milhões também nos primeiros 14 dias úteis do mês, com média diária de US$ 13,418 milhões.

Segundo a Secex, a quantidade total exportada pelo país no período chegou a 74,922 mil toneladas, com média diária de 5,351 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.507,3.

Em relação a outubro de 2023, houve alta de 49,3% no valor médio diário, avanço de 36,2% na quantidade média diária e alta de 9,6% no preço médio.



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Exportação de milho em alta demanda


Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo




De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada
De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada – Foto: Freepik

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá registraram aumento na demanda, com compradores se mostrando ativos para entregas em dezembro e janeiro, conforme informa a TF Agroeconômica. No entanto, a oferta de vendedores segue escassa, evidenciando um desequilíbrio no mercado. Para novembro, os prêmios base para Paranaguá variaram de 127 SC a 140 SV, enquanto para dezembro e janeiro os valores foram de 108 SC e 95 SV, respectivamente. Já para julho/agosto, as cotações se mantiveram em 95 SV.

Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo, com as cotações recuando 8 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O amido de milho seguiu a mesma tendência, registrando baixa de 5 CNY/t em novembro e 8 CNY/t em janeiro. Em contrapartida, os preços dos ovos apresentaram alta de 63 CNY/500kg para outubro, mas caíram 2 CNY/500kg para novembro. No mercado de suínos, houve um recuo de 15 CNY/t para novembro, refletindo a tendência geral de queda nos preços de commodities.

De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada, uma redução de 5 mil pesos em comparação à rodada anterior. Apesar dessa queda, há expectativa de melhora nos preços. Para entregas entre novembro e dezembro, os valores subiram 3 mil pesos, alcançando 178 mil pesos por tonelada. No mercado futuro, o MATBA registrou uma oscilação para US$ 186,00 por tonelada no porto para abril, uma leve queda em relação ao valor anterior de US$ 187,00. Em Chicago, as cotações fecharam em US$ 160,53 por tonelada.
 





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Como o mercado da soja fechou nesta segunda-feira?



O mercado brasileiro da soja apresentou preços firmes na maioria das praças de comercialização nesta segunda-feira, mas os negócios foram pouco expressivos. A maior parte das movimentações ocorreu no mercado interno, com a exportação apresentando baixo movimento. Embora tenham sido registrados negócios com soja disponível, não foram apresentadas transações significativas, uma vez que os produtores estão focados no plantio.

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Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): passou de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): passou de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): passou de R$ 136,00 para R$ 139,00
  • Porto de Paranaguá (PR): passou de R$ 141,00 para R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): passou de R$ 135,00 para R$ 139,00
  • Dourados (MS): passou de R$ 134,00 para R$ 138,00
  • Rio Verde (GO): passou de R$ 131,00 para R$ 132,50

Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta, recuperando parte das perdas recentes. A demanda robusta pelo produto norte-americano e a alta do petróleo em Nova York impulsionaram os preços, além de novos estímulos econômicos na China que contribuíram para o cenário positivo.

Exportadores dos Estados Unidos relataram ao Departamento de Agricultura norte-americano a venda de 264.000 toneladas de soja para destinos não revelados na temporada 2024/25, além de mais 116.000 toneladas em outra operação. As inspeções de exportação de soja chegaram a 2.433.530 toneladas na semana encerrada em 17 de outubro, superando os 1.907.464 toneladas da semana anterior, embora ainda abaixo do total do ano passado.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam a US$ 9,81 por bushel, com alta de 11 centavos (1,13%). A posição de janeiro/25 foi cotada a US$ 9,89 ¾ por bushel, subindo 7 centavos (0,71%). No segmento de subprodutos, o farelo de soja em dezembro fechou a US$ 318,30 por tonelada, com alta de US$ 2,70 (0,85%) e o óleo em 42,39 centavos, aumentando 0,57 centavo (1,36%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,14%, cotado a R$ 5,6923 para venda e R$ 5,6903 para compra, com variações durante o dia entre R$ 5,6873 e R$ 5,7351.



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