domingo, abril 5, 2026

Autor: Redação

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Modelo do Porto de Paranaguá deve inspirar mais leilões, diz ministro


O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, disse nesta quarta-feira (22), em São Paulo, que o modelo de concessão adotado para o canal do Porto de Paranaguá deve inspirar futuras concessões de portos do governo federal. Entre os portos que podem adotar esse novo modelo de concessão estão os de Santos (SP), Itajaí (SC) e de Salvador (BA).

“Nossa ideia é que, até o dia 30 de abril do próximo ano, a gente possa fazer [o leilão de] pelo menos mais esses três canais”, disse o ministro a jornalistas. “O processo já está avançando na Antaq [Agência Nacional de Transportes Aquaviários]. O de Itajaí, por exemplo, já está no TCU [Tribunal de Contas da União]. A nossa meta é que, ao lado da Antaq, do tribunal de contas e dos governos estaduais, a gente possa, já no primeiro semestre de 2026, estar com esses canais de acesso prontos e com o leilão [realizado]. Nós estamos falando em investimentos de mais de R$ 8 bilhões”, acrescentou Costa Filho.

Nesta terça, o Consórcio Canal Galheta Dragagem (CCGD) venceu o leilão de concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá (PR), realizado na sede B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. A concessão do acesso Aquaviário do Porto de Paranaguá (PR), realizada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), representa um marco inédito para o setor portuário nacional, por se tratar do primeiro canal de acesso brasileiro a ser leiloado. A concessão é pelo prazo de 25 anos.

Segundo o governo do Paraná, esse leilão é uma iniciativa inédita no Brasil, pois é o primeiro canal de acesso portuário a ser arrendado no país. Além disso, esse projeto é inovador, pois a responsabilidade de dragagem, que hoje é do porto público, passará a ser da arrendatária, ou seja, a concessionária que assumir o contrato ficará responsável também por ampliar a profundidade do canal.

“É a primeira vez na história do país que nós estamos fazendo um leilão de canal de acesso. Isso dá previsibilidade ao setor produtivo, isso dá segurança jurídica, mas, sobretudo, fortalece as operações portuárias do Porto do Paranaguá, que é um dos maiores portos hoje do Brasil e da América do Sul”, ressaltou o ministro.

A empresa vencedora ofereceu 12,63% de desconto de tarifa de referência para o leilão [que era o valor máximo estipulado) e, depois de uma disputa em viva-voz em 18 lances e que considerou o maior valor de outorga, ela saiu vencedora do leilão com a oferta de R$ 276 milhões, batendo outras três concorrentes.

A licitação previa um modelo híbrido, que incluiu a competição por maior outorga (valor fixo pago ao governo) e por menor valor de tarifa a ser cobrada dos usuários.

Para o governador do Paraná, Ratinho Júnior, que também esteve na B3 na tarde desta quarta, o resultado do leilão foi um sucesso.

“Lançamos a primeira concessão de canal portuário do Brasil, aliás, que dá um pontapé na inovação de uma nova modelagem”, disse o governador. “Nós tivemos uma redução de quase 12,7% de desconto para a atual tarifa, o que significa uma vantagem para aqueles que utilizam o Porto de Paranaguá para exportar sua mercadoria. Isso barateia, inclusive, o frete. Além disso, a outorga, que foi uma outorga gigante, de quase R$ 300 milhões, demonstra a importância desse projeto”, ressaltou.





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Revista The Economist elogia ações do Brasil para salvar as florestas



Um editorial da revista The Economist, publicado nesta quinta-feira (23), defende que a estratégia do governo federal brasileiro para preservar a floresta Amazônica deveria ser replicada por demais países do mundo que pretendem manter suas florestas tropicais em pé.

De acordo com o texto, o país mostrou, na gestão do presidente Luís Inácio Lula da Silva, como boas políticas públicas podem fazer a diferença na preservação ambiental.

“Durante o governo de Jair Bolsonaro, um político de direita que foi presidente de 2019 a 2023, pouco foi feito para conter as motosserras. Em contraste, seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, junto com uma ministra do Meio Ambiente resoluta, Marina Silva, aplicam uma combinação equilibrada de punição e incentivo. Agentes federais fortemente armados prendem madeireiros ilegais e destroem garimpos clandestinos. Propriedades onde ocorre desmatamento ilegal são impedidas de receber crédito subsidiado”.

Segundo a The Economist, o ritmo do desmatamento caiu 80% durante os primeiros mandatos de Lula (2003–2011) e voltou a ser reduzido quando ele reassumiu em 2023, antes dos incêndios florestais.

“Enquanto Bolsonaro via o ambientalismo como um obstáculo ao desenvolvimento, o governo Lula entende que destruir a floresta amazônica significaria arruinar a própria agricultura brasileira. O governo vem se esforçando mais para proteger as terras indígenas – cujos povos costumam ser excelentes guardiões da floresta – e para regularizar a posse de terras na Amazônia, hoje marcada por uma confusão de títulos sobrepostos e mal documentados”.

O editorial destaca que o processo de regularização de terras empreendido pelo governo brasileiro é uma estratégia que deveria ser replicada pelos demais países. “Quando se sabe quem é o dono da terra, sabe-se também a quem punir por destruí-la ou recompensar por preservá-la”.

“Felizmente, com o avanço da tecnologia de imagens digitais, as infrações podem ser detectadas e relatadas em poucos dias, permitindo que as autoridades ajam rapidamente. Todas essas lições deveriam ser aplicadas em outros países que possuem florestas tropicais”.

Pagamento

Segundo o editorial, a preservação das florestas deveria ser financiada pelos demais países do mundo. A revista ressalva, no entanto, que os países ricos estão cada vez mais reticentes em fazer isso.

“Como preservar as florestas tropicais é um bem público global, o mundo deveria ajudar a pagar por isso. Mas, novamente, falar é mais fácil do que fazer. Os países ricos estão cada vez mais reticentes em oferecer ajuda internacional. Os mercados de créditos de carbono ainda não decolaram, em parte porque é difícil comprovar se o dinheiro destinado a projetos de conservação realmente resulta em árvores preservadas”.

“O método mais simples seria pagar diretamente aos governos de países (ou províncias) onde o desmatamento for interrompido, conforme verificado por imagens de satélite. O Brasil vem tentando despertar interesse por essa ideia”.



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Encontro entre Trump e Xi Jinping acende otimismo e aquece mercados; ouça especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o encontro entre Trump e Xi Jinping reacendeu o otimismo global, elevando bolsas e petróleo, que subiu mais de 5% com novas sanções ao setor russo.

No Brasil, Ibovespa avançou 0,59% e dólar à vista recuou 0,20% a R$ 5,38.

Hoje, foco no IPCA-15, dados de transações correntes, investimentos diretos e CPI dos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Farsul recebe prefeitos da região celeiro na Sede da Entidade



Encontro reúne lideranças da região norte do RS na sede da Farsul



Foto: Gerson Raugust / Divulgação Sistema Farsul

Prefeitos, vereadores e secretários da região norte do Estado participaram de jantar na Sede da Farsul na noite de terça-feira (21), onde foram apresentados ao trabalho realizado pela Entidade e pelo Senar-RS.

O Presidente do Sistema, Gedeão Pereira, destacou as discussões recentes realizadas pela diretoria em torno das renegociações de dívidas e da melhoria de estradas vicinais do estado.

“É muito importante a presença de vocês, prefeitos, aqui hoje. É importante saberem a dificuldade do produtor, as preocupações dele, porque para o setor continuar crescendo e respondendo às demandas de produção, nós precisamos de vocês”, disse.

 





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Diversificação de culturas fortalece a agricultura familiar



Na agricultura familiar, diversificação de culturas não é apenas uma estratégia: é essencial para manter a estabilidade financeira e enfrentar os desafios do campo. O produtor Wanderson Siqueira investiu em diferentes cultivos para reduzir riscos e garantir renda contínua ao longo do ano.

Início da produção: abacaxi e alternativas rápidas

A trajetória começou com o abacaxi, uma fruta de alto valor, mas de ciclo longo. “O abacaxi leva cerca de um ano e meio do plantio à comercialização. Ficar parado todo esse tempo é complicado”, afirma Wanderson.

Por isso, ele diversificou rapidamente: iniciou o cultivo de limão e investiu na criação de galinhas poedeiras, garantindo produção diária de ovos. Depois, vieram os frangos de corte, café e pitaya.

O apoio familiar foi fundamental. Áuria Nunes de Siqueira, mãe do produtor, lembra os desafios iniciais: “Não tínhamos experiência e fazíamos tudo com as próprias mãos. Morávamos em Cuiabá e eu preparava o almoço em casa para trazer até a roça.”

Diversificação como estratégia de crescimento

Segundo Wanderson, diversificar significa resistir e crescer. “Não coloquei todas as fichas em uma única cultura. Frutas de ciclo curto, como melancia, melão e maracujá, complementam a produção e evitam concorrência com o abacaxi”, diz.

Além do aspecto econômico, a diversificação reduz riscos. “Pragas podem dizimar uma lavoura inteira. Não dá para depender de apenas uma cultura”, alerta.

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Apoio técnico: Senar e Sebrae

Outro ponto crucial é o apoio técnico. “Temos três grandes parceiros: comércio local, Senar e Sebrae. O Senar faz visitas mensais, enquanto o Sebrae ensina gestão e produtividade”, detalha o produtor.

Com orientação técnica, Wanderson consegue tomar decisões mais seguras e melhorar os resultados da propriedade, transformando a produção rural em um negócio sustentável.

Você pode acompanhar a história completa do Wanderson no Programa Porteira Aberta Empreender desta sexta-feira (24), que mostra que a diversificação de culturas vai além do cultivo: é uma ferramenta de inovação, crescimento e resiliência na agricultura familiar.



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Milho segue em baixa liquidez


O mercado de milho gaúcho segue com baixa liquidez e poucas negociações, restritas a pequenos consumidores locais, como granjas e criadores, segundo informações da TF Agroeconômica. “O abastecimento estadual ainda depende da entrada de grãos de outros estados e do Paraguai, já que a oferta interna permanece limitada. As indicações de compra variam entre R$ 67,00 e R$ 70,00/saca, enquanto as pedidas se mantêm firmes entre R$ 70,00 e R$ 72,00/saca. No porto, o preço futuro para fevereiro/26 está em R$ 69,00/saca”, comenta.

Em Santa Catarina, o mercado segue travado e preços mantêm resistência nas cooperativas. “Produtores continuam firmes em solicitações próximas de R$ 80,00/saca, enquanto as indústrias limitam suas propostas a R$ 70,00/saca, o que mantém o mercado praticamente parado. No Planalto Norte, os negócios seguem pontuais, entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, sem avanços significativos”, completa.

Mercado paralisado e preços estáveis refletem falta de estímulo apesar de ótima semeadura no Paraná. “O mercado de milho no Paraná segue com liquidez reduzida e negociações travadas, reflexo da distância entre pedidas e ofertas. Produtores mantêm solicitações próximas de R$ 75,00/saca, enquanto as indústrias limitam propostas a R$ 70,00 CIF, o que impede novos avanços nos negócios. Mesmo com ampla oferta de grãos, o mercado spot permanece praticamente parado”, indica.

No Mato Grosso do Sul, o mercado travado contrasta com a expansão do etanol e da bioenergia. “As cotações seguem entre R$ 48,00 e R$ 52,00/saca, com Dourados mantendo as maiores referências. Mesmo diante de pequenos ajustes, produtores resistem em aceitar preços menores, enquanto a demanda exportadora segue enfraquecida”, conclui.

 





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Instabilidade global do trigo impulsiona discussões no Congresso Brasileiro do Trigo 2025



Volatilidade no mercado internacional e riscos climáticos agravaram cenário global



Foto: Pixabay

O ano de 2025 já começou sob alerta para a cadeia produtiva do trigo. Com elevação nos custos de produção e riscos de quebras em importantes regiões produtoras mundiais, o setor enfrentou um ambiente de incertezas, que impactou desde o campo até a indústria de moagem e panificação.

Durante o principal evento do setor no Brasil, o Congresso Brasileiro do Trigo, realizado em meio a esse cenário instável, os debates se concentraram no fortalecimento da triticultura nacional frente às novas exigências do mercado internacional e às mudanças climáticas. A programação abordou oportunidades de negócio, mudanças no perfil do consumo e os obstáculos enfrentados pelo setor nos últimos ciclos.

Discussões técnicas e mercado em pauta

A edição contou com workshops técnicos direcionados aos profissionais da cadeia tritícola, promovendo discussões sobre qualidade, produtividade e inovação. Além das palestras, o evento funcionou como espaço estratégico de networking, reunindo representantes da indústria, pesquisadores e produtores rurais, fomentando parcerias e negócios em um momento crítico para o setor.

Durante os três dias de programação, especialistas abordaram as perspectivas do comércio mundial do cereal e alternativas para ampliar a competitividade brasileira. A influência crescente das mudanças climáticas sobre a produção e o impacto direto na rentabilidade dos produtores foram temas recorrentes nas discussões.

Impacto para o agro e próximos passos

Com os desafios impostos pelo cenário internacional — como a oscilação dos preços do trigo em bolsas globais e a pressão por sustentabilidade —, o Congresso representou uma tentativa do setor de alinhar estratégias que preservem sua competitividade e sustentabilidade. As conclusões apontaram para a necessidade de inovação, diversificação de mercados e políticas públicas mais eficazes de apoio à produção nacional.

A expectativa é de que os encaminhamentos do evento auxiliem na formulação de ações coordenadas entre os elos da cadeia tritícola, contribuindo para a resiliência do setor nos próximos ciclos agrícolas.





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Trigo tem pouca liquidez no Sul do País


A colheita de trigo avança de forma desigual no Sul do Brasil, com destaque para o Rio Grande do Sul e o Paraná, enquanto Santa Catarina praticamente não iniciou os trabalhos. Segundo informações da TF Agroeconômica, moinhos e exportadores seguem cautelosos, e o mercado interno mostra pouca liquidez diante da valorização do real e da ausência de negócios relevantes.

No Rio Grande do Sul, cerca de 4% das áreas foram colhidas, mas os maiores volumes devem surgir a partir da próxima semana. Mesmo com interesse de moinhos de fora do estado, não houve fechamento de contratos, já que o produto ainda não está disponível nas regiões de maior procura. Os preços ofertados giram em torno de R$ 1.000,00 por tonelada no interior, enquanto vendedores pedem entre R$ 1.050,00 e R$ 1.100,00. No Porto de Rio Grande, o trigo de 12% de proteína foi cotado a R$ 1.170,00 sobre rodas.

Em Santa Catarina, o cenário é de paralisação total. A colheita ainda não começou, e produtores permanecem à espera para definir preços, o que, segundo a TF Agroeconômica, é um erro recorrente. A consultoria alerta que o momento da colheita costuma ter os piores preços do ano e lembra que o mercado futuro permitiria fixar valores mais lucrativos antecipadamente. No estado, os preços pagos aos produtores variam entre R$ 61,00 e R$ 66,00 por saca, dependendo da região.

Já no Paraná, o trigo argentino recuperou parte das perdas recentes, voltando a cotar US$ 205/t para dezembro. No mercado interno, as compras seguem em torno de R$ 1.250 CIF moinhos nos Campos Gerais e Curitiba, com negócios pontuais. No Sudoeste, as vendas ocorrem a R$ 1.230 FOB, enquanto no Norte os preços, entre R$ 1.100 e R$ 1.120, desanimam produtores. A média estadual recuou 0,95% na semana, para R$ 64,32 por saca, ampliando o prejuízo dos triticultores, já que o custo de produção estimado pelo Deral é de R$ 74,63.

 





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Portos RS apresenta propostas para o futuro do porto da capital do Estado


Na quarta-feira (22/10), Porto Alegre recebeu o evento Porto em Movimento, promovido pela Portos RS, com o objetivo de apresentar e debater as ações de manutenção da hidrovia e os projetos de desenvolvimento para o porto da capital do Estado. O evento contou com a presença de representantes da Portos RS, como o presidente Cristiano Klinger, o diretor de Relações Institucionais, Sandro Oliveira, o diretor de Operações, Bruno Almeida, e o gerente de Estratégia Operacional, Matheus Evangelho. Também foram ao encontro operadores e portuários que acompanharam a apresentação das propostas.

Klinger realizou a abertura do encontro, destacando o impacto das futuras obras e ações no porto, bem como o compromisso da Portos RS com o desenvolvimento sustentável. Ele também enfatizou a necessidade de adaptação às novas demandas do mercado e aos desafios das questões climáticas.

O presidente ressaltou a importância do projeto em andamento para o fortalecimento da infraestrutura e a promoção de novas movimentações no porto. Segundo Klinger, a meta é não apenas melhorar a movimentação das cargas já existentes, mas também atrair novas cargas, aproveitando ao máximo o potencial da hidrovia. 

Expansão e investimentos planejados para o porto 

“A execução dessas obras é essencial para garantir a continuidade e a expansão do porto. Não estamos falando de uma obra qualquer, mas de uma estratégia voltada para o desenvolvimento do complexo portuário, com foco na construção de uma operação mais eficiente e sustentável. Com isso, buscamos não só a modernização operacional, mas também uma maior integração e competitividade do porto da capital do Rio Grande do Sul no cenário internacional”, afirmou Klinger.

O evento contou com a apresentação de Evangelho sobre os investimentos planejados para o porto, que incluem ações de modernização e aprimoramento da eficiência operacional. Em seguida, foi apresentado o estudo elaborado pela empresa EC Projetos, contratada pela Portos RS para desenvolver análises de viabilidade técnica, econômica e ambiental. O estudo, ainda em andamento, apresenta cenários para a modernização do porto, com foco em tornar a operação mais eficiente, competitiva e adaptada aos desafios ambientais atuais e futuros.

O encontro também foi uma oportunidade para um diálogo aberto e construtivo, no qual os participantes puderam debater os cenários propostos, sugerir ajustes e alinhar expectativas, reforçando o compromisso com um futuro sustentável para o porto.

A Portos RS continua focada na melhoria da infraestrutura portuária, buscando soluções inovadoras e eficientes para garantir que o Porto de Porto Alegre se destaque cada vez mais como um dos principais centros de movimentação de cargas do Brasil.

 





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