domingo, maio 17, 2026

Autor: Redação

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confira a previsão de hoje



Geada em parte do Sul, tempo seco, mas frio no Sudeste e Centro-Oeste. Temporais podem cair em grandes áreas do Nordeste. Confira também a previsão para o Norte do país:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

Amanhecer gelado no Sul e possibilidade para geada mais pontual sobre a Serra do Rio Grande do Sul. Possibilidade ainda de garoa de manhã no extremo sul gaúcho. Tempo firme em Santa Catarina e no Paraná, com destaque para as temperaturas mais baixas no sul e leste paranaense.

Sudeste

O tempo continua firme no Sudeste com manhãs e madrugadas com temperaturas mais baixas e tardes ensolaradas e mais quentes, mas com umidade muito baixa no noroeste, Triângulo, norte de Minas e interior e leste de São Paulo. Nesse aspecto, as capitais paulista e mineira devem ter valores abaixo de 30%.

Centro-Oeste

Amanhecer um pouco mais frio no sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul. Toda a Região continua com o padrão de tempo firme e seco. Calorão em Mato Grosso e no interior de Goiás. A umidade continua abaixo de 30% no norte e noroeste de Mato Grosso do Sul e em todo o território goiano, incluindo o Distrito Federal, ficando abaixo de 20% em cidades do interior mato-grossense.

Nordeste

A chuva continua forte no litoral da Bahia, de Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Paraíba, com risco para temporais inclusive nas capitais. Sexta com muita nebulosidade e pancadas a qualquer hora. O ar continua seco no agreste, sertão e interior nordestino. Atenção para o sul do Maranhão, Piauí, Ceará e oeste da Bahia, com valores abaixo de 30%.

Norte

O tempo continua firme na faixa sul da Região com umidade abaixo dos 30% no sul de Rondônia, Pará e no Tocantins. Pancadas fortes no norte e interior do Amazonas, com risco para alguns temporais isolados em Roraima e pancadas moderadas a forte no Amapá. Manaus termina a semana com pouca chuva.



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AgroNewsPolítica & Agro

Embrapa destaca papel do controle biológico no Brasil AgroChemShow


Controle biológico de pragas ganha espaço no agro brasileiro, mas ainda enfrenta entraves técnicos e regulatórios

Compatibilidade entre bioinsumos e agroquímicos é vista como essencial para adoção em larga escala

Evento internacional reunirá mais de 1.200 profissionais e 70 expositores nos dias 12 e 13 de agosto, em São Paulo

Palestra do pesquisador Marcos Faria reforça a presença da Embrapa no debate sobre inovação e sustentabilidade no campo

O avanço do controle biológico como estratégia sustentável no agronegócio brasileiro tem gerado expectativas e exigido articulações inéditas entre segmentos do setor. A necessidade de compatibilizar o uso de bioinsumos com defensivos químicos será tema da palestra do entomologista Marcos Faria, pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, lotado na Embrapa Meio Ambiente, durante o 16º Brasil AgroChemShow, marcado para os dias 12 e 13 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, e um dos objetivos é a discussão de tendências na área de bioinsumos.

 

Reconhecido por sua atuação em pesquisa aplicada ao manejo de pragas, Faria vai destacar os principais gargalos e as oportunidades no uso de agentes biológicos no campo. Ele alerta que, apesar do crescimento expressivo, o setor ainda enfrenta obstáculos técnicos, regulatórios e de mercado. “O controle biológico vem experimentando um crescimento vertiginoso nos últimos anos, mas há grandes desafios para que o ritmo atual seja mantido”, afirma.

 

Entre os pontos críticos apontados pelo pesquisador está a qualidade de parte dos produtos comerciais atualmente disponíveis. “Muitos deles ainda apresentam desempenho inferior ao esperado em campo”, afirma. Outro desafio diz respeito à compatibilidade entre bioinsumos e agroquímicos, sobretudo quando usados em misturas de tanque — prática comum no manejo integrado. Para superar esse entrave, Faria defende a ampliação do diálogo com a indústria de defensivos químicos: “Sem essa integração, o controle biológico não alcançará todo o seu potencial”.

 

A participação da Embrapa no evento reforça o protagonismo da instituição nas discussões sobre inovação tecnológica e sustentabilidade no agronegócio. A palestra de Faria está inserida em uma programação voltada ao debate técnico sobre soluções integradas para o campo, promovendo a troca de experiências entre pesquisadores, empresas e tomadores de decisão.

 

O 16º Brasil AgroChemShow é organizado pela AllierBrasil em parceria com a CCPIT Chem-China e é considerado uma das principais vitrines de tecnologias e tendências do setor de agroquímicos, fertilizantes e bioinsumos da América Latina. A edição deste ano contará com mais de 70 expositores e a participação de cerca de 1.200 profissionais de toda a cadeia agrícola — incluindo representantes da China, Índia, Japão, Estados Unidos, Europa e América Latina.

 

Além das exposições, a programação inclui palestras técnicas com tradução simultânea em português, inglês e mandarim. O objetivo é promover o intercâmbio internacional de informações sobre tecnologias agrícolas, regulamentação, mercado e sustentabilidade, aproximando o Brasil de centros globais de inovação.

 

O crescimento da adoção do controle biológico no país reflete um movimento global em busca de práticas agrícolas mais sustentáveis, capazes de reduzir os impactos ambientais dos defensivos químicos convencionais. No Brasil, iniciativas públicas e privadas vêm impulsionando o uso de bioinsumos, mas a consolidação do setor depende de avanços coordenados entre ciência, indústria e regulação.

 

Para a Embrapa, o caminho está na construção de soluções integradas que dialoguem com a realidade do agricultor. “Não se trata de substituir totalmente os agroquímicos, mas de combiná-los com tecnologias biológicas de forma estratégica, segura e eficiente”, resume Marcos Faria. Segundo ele, isso exige não apenas produtos de alta qualidade, mas também informação, capacitação e mudanças na mentalidade de produtores e técnicos.

 

As inscrições para o Brasil AgroChemShow já estão abertas e podem ser feitas no site do evento. O evento representa uma oportunidade para atualizar conhecimentos, ampliar redes de contato e acompanhar as transformações do mercado agroquímico nacional e internacional.

 

SERVIÇO

16º Brasil AgroChemShow

Data: 12 e 13 de agosto de 2025

Local: Expo Center Norte, São Paulo (SP)

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Mercado do açúcar mantém viés de baixa neste primeiro dia de julho


Logotipo Notícias Agrícolas

Nesta terça-feira (1), o mercado do açúcar segue pressionado, refletindo as incertezas sobre a demanda global e a expectativa de excedente na oferta. Os contratos com vencimento em outubro/25 são negociados a 15,80 cents de dólar por libra-peso na Bolsa de Nova Iorque, com queda de 2,47%, enquanto o março/26 recua 2,13%, cotado a 16,58 cents.

A forte retração começou ainda na segunda-feira, quando o açúcar em NY atingiu a mínima dos últimos 4 anos e meio, com destaque para a liquidação do contrato de julho diante da perspectiva de grandes entregas antes do vencimento. A consultoria Czarnikow agravou o cenário ao projetar um superávit global de 7,5 milhões de toneladas para 2025/26 — o maior em oito anos.

No Brasil, os números da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) apontam retração nas atividades. Na primeira quinzena de junho, a moagem no Centro-Sul somou 38,78 milhões de toneladas, queda de 21,49% ante as 49,40 milhões do mesmo período da safra passada. No acumulado até 16 de junho, o total processado é de 163,58 milhões de toneladas, recuo de 14,33% na comparação anual.

Atualmente, 255 unidades estão em operação na região, número próximo ao registrado em 2024, embora as condições climáticas estejam dificultando a colheita. “Já operamos com 95% da capacidade ativa, mas o volume colhido está abaixo da média devido ao excesso de umidade”, explica Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da UNICA.

O indicador de qualidade da matéria-prima também recuou. O ATR (Açúcares Totais Recuperáveis) atingiu 128,66 kg por tonelada de cana na primeira quinzena de junho, contra 134,55 kg/t no mesmo período de 2024, queda de 4,37%. No acumulado da safra, a retração é de 4,54%.

A produção de açúcar na quinzena somou 2,45 milhões de toneladas, 22,12% inferior aos 3,15 milhões de toneladas do ano anterior. No acumulado, a produção totaliza 9,40 milhões de toneladas, ante 11,02 milhões no ciclo anterior (-14,63%).

Já a produção de etanol caiu 17,97% para o hidratado e 26,97% para o anidro na primeira quinzena de junho. No acumulado da safra, os números mostram recuo de 14,21%, com produção total de 7,50 bilhões de litros, 4,94 bilhões de hidratado e 2,56 bilhões de anidro.

No mercado spot paulista, o açúcar cristal branco registrou seu menor preço nominal desde julho de 2021. Na sexta-feira (27), o Indicador CEPEA/ESALQ (Icumsa 130-180) fechou em R$ 117,00/saca de 50 kg, acumulando queda de 4,4% na semana. Mesmo com o cenário de baixa, o produto ainda é mais rentável no mercado interno que nas exportações.

Por outro lado, o etanol encerrou o mês em alta. Entre 23 e 27 de junho, o etanol hidratado subiu 1,57%, com o Indicador CEPEA/ESALQ em R$ 2,6099/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O etanol anidro teve alta de 2,84%, cotado a R$ 2,9962/litro. Segundo o CEPEA, fatores como chuvas, geadas, aumento da mistura obrigatória do anidro para 30% e maior volume de vendas nas usinas sustentaram os preços.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Carbono no solo vira lucro no campo



“Com a biologia molecular, conseguimos entender o solo em profundidade”



“Com a biologia molecular, conseguimos entender o solo em profundidade"
“Com a biologia molecular, conseguimos entender o solo em profundidade” – Foto: Canva

Uma nova solução que une biologia molecular, metagenômica e inteligência microbiológica promete transformar práticas sustentáveis em ganhos concretos de produtividade. A análise de índices de carbono no solo, agora integrada à caracterização da microbiota, permite que o produtor rural enxergue o solo como um organismo vivo e estratégico, indo além do seu papel físico como suporte para as lavouras.

A GoGenetic Agro, empresa do Grupo GoGenetic especializada em genética e biologia do solo, é a responsável pelo lançamento do serviço. A análise detalha o potencial do solo de capturar ou liberar carbono com base em sequenciamento genético de última geração e bioinformática avançada. O diagnóstico resulta em laudos técnicos completos e recomendações de manejo personalizadas, elaboradas por especialistas em agronomia e microbiologia.

“Essa análise transforma um ativo invisível — o carbono orgânico — em um indicador estratégico de valor. Com ela, o produtor passa a enxergar se o solo está em processo de regeneração ou degradação, e como sua microbiota pode favorecer o acúmulo de matéria orgânica”, afirma Vânia Pankievicz, Diretora de operações da GoGenetic Agro.

Além de ser um indicador ambiental, o carbono orgânico é também um importante fator agronômico. Solos ricos em carbono retêm mais água, têm melhor estrutura física, absorvem mais nutrientes e são mais resilientes ao clima. Segundo a FAO, cada 1% adicional de carbono pode aumentar em até 20 mil litros por hectare a capacidade de retenção de água.

“Com a biologia molecular, conseguimos entender o solo em profundidade: não apenas o que ele tem, mas como ele funciona. Com essa visão, entregamos ao produtor uma verdadeira ferramenta de gestão agronômica para produtividade e sustentabilidade”, complementa Vânia Pankievicz.





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AgroNewsPolítica & Agro

China pode limitar oferta de inseticida



Possível restrição chinesa no clorantraniliprole preocupa produtores




Foto: Canva

A ameaça de restrições na oferta global de clorantraniliprole pela China, maior produtora da molécula, acendeu um alerta no setor agropecuário brasileiro. A substância é uma peça-chave no combate a pragas que atacam culturas estratégicas como soja, milho, algodão, citros e café. Qualquer redução na sua disponibilidade pode comprometer o manejo de lavouras e elevar os custos de produção no país.

Segundo dados do setor, além da possível limitação no volume exportado, exigências mais rigorosas envolvendo padrões de qualidade e práticas sustentáveis na fabricação do ingrediente ativo também entram na conta e podem pressionar ainda mais a cadeia de fornecimento de defensivos agrícolas.

O clorantraniliprole pertence à classe das diamidas antranílicas e é reconhecido por sua eficiência seletiva no controle de pragas mastigadoras — como lagartas e besouros — por meio da paralisação dos músculos dos insetos. Essa atuação precisa e eficaz fez com que o ingrediente se tornasse indispensável nos programas de Manejo Integrado de Pragas em diversas regiões produtoras do Brasil.

“É uma situação que exige atenção imediata dos agricultores. Dependendo da gravidade da restrição, os impactos podem ser sentidos já nas próximas safras, com possível encarecimento dos insumos e risco de desabastecimento”, avalia Gabriel Paggiaro, gerente de marketing da Ourofino Agrociência.

Na tentativa de reduzir a dependência da importação, a indústria nacional já começa a movimentar alternativas. Uma das apostas da Ourofino é o inseticida Goemon, desenvolvido com foco nas condições da agricultura tropical. A solução tem se mostrado eficiente no controle das principais espécies de lagartas e se encaixa nos protocolos de sustentabilidade exigidos pelo mercado atual.

Para além da substituição pontual, a possível crise de fornecimento reforça a necessidade de planejamento estratégico por parte do produtor. “O cenário global está cada vez mais sensível a fatores geopolíticos e ambientais. Por isso, a escolha de fornecedores que garantam inovação, suporte técnico e segurança no fornecimento é fundamental para a estabilidade do campo”, acrescenta Gabriel.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de cebola ganha reforço estratégico



A expectativa é que a união fortaleça o setor como um todo



A expectativa é que a união fortaleça o setor como um todo
A expectativa é que a união fortaleça o setor como um todo – Foto: Pixabay

A Sakata Seed Sudamerica anunciou a aquisição total da Agritu Sementes, com sede em Ituporanga (SC), concluída em 30 de maio de 2025. A negociação foi feita por meio da Sakata Seed Corporation e representa um movimento estratégico para ampliar a atuação da companhia no mercado sul-americano de cebolas.

Segundo informações da empresa, a incorporação da Agritu trará um reforço relevante ao portfólio da Sakata, com destaque para a expansão da oferta de variedades de alta performance. Com 30 anos de atuação, a Agritu é reconhecida pela expertise na cebolicultura, investindo constantemente em tecnologia, estrutura e qualificação profissional.

“Saber que a nossa expertise acumulada ao longo de muitos anos no segmento da cebolicultura, na construção de uma marca de alto valor para o mercado regional, terá o seu potencial ampliado para alcançar novos patamares, nos deixa muito satisfeitos e seguros acerca desta decisão. E, tudo isto, potencializando a qualidade, a confiança e o foco em inovação que nos trouxeram até aqui, valores compartilhados com a Sakata, que certamente trarão inúmeros benefícios para os nossos clientes, parceiros e colaboradores”, destacam Arno Zimmermann e Sebastião Müller, co-fundadores da Agritu.

Mesmo após a aquisição, ambas as empresas manterão suas operações e marcas de forma independente, respeitando os vínculos com colaboradores, clientes e fornecedores. O objetivo é preservar as identidades construídas e potencializar os pontos fortes de cada uma.

A expectativa é que a união fortaleça o setor como um todo, com o lançamento de novas cultivares e ampliação da cobertura aos produtores da América do Sul. Nos próximos meses, Sakata e Agritu realizarão comunicações diretas com seus públicos para esclarecer os próximos passos da integração.

 





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Câmara aprova projeto que facilita acesso do agricultor familiar ao benefício garantia-safra



A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que diminui de 50% para 40% o mínimo de perda de safra para o agricultor familiar acessar o benefício garantia-safra. A proposta será enviada ao Senado.

De autoria do deputado Carlos Veras (PT-PE), o Projeto de Lei 1282/24 foi aprovado nesta quarta-feira (16) com substitutivo do relator pela Comissão de Finanças e Tributação, deputado Zé Neto (PT-BA).

A perda se refere ao conjunto da produção de feijão, milho, arroz, mandioca ou algodão que tenha sido perdida em razão de estiagem ou excesso de chuvas.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário, gestor do Fundo Garantia-Safra, poderá definir outras culturas respeitando especificidades locais e regionais.

Já o valor, fixado em lei no total de R$ 1,2 mil anuais, no máximo, por família e pagos em seis parcelas mensais, passará a ser definido pelo ministério, com pagamento em até três parcelas mensais de acordo com a disponibilidade orçamentária.

Quando houver decreto nacional de situação de emergência ou estado de calamidade pública, ou em razão de pandemia ou epidemia, o pagamento do benefício será feito em parcela única.

Para o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o projeto melhorará os critérios para os municípios do Nordeste acessarem o Fundo Garantia-Safra. “Estamos melhorando o acesso ao programa para fazer distribuição de renda e ajudar os agricultores familiares que, por algum motivo, perderam seu plantio e não tiveram a safra esperada”, afirmou.

Motta disse que a votação da proposta resulta de acordo com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, e com o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), para pautar o tema antes do recesso.

Novos projetos

O texto aprovado permite ao fundo bancar novas despesas com ações e projetos de convivência com o Semiárido, aumento da capacidade produtiva e enfrentamento às mudanças climáticas.

Esses projetos poderão ser na forma da introdução de tecnologias, lavouras e espécies animais adaptadas às condições locais; pela capacitação e profissionalização dos agricultores familiares; pelo estímulo ao associativismo e ao cooperativismo; e pela ampliação do acesso dos agricultores familiares ao crédito rural.

Agricultura familiar

O relator do projeto pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Luiz Couto (PT-PB), afirmou que a ampliação e a modernização dos mecanismos de apoio à agricultura familiar se harmonizam com pilares constitucionais, como a dignidade da pessoa humana, a redução das desigualdades regionais e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável.

“Tais valores ganham especial relevo quando se trata de prover instrumentos eficazes de resiliência e continuidade produtiva a comunidades historicamente vulneráveis às adversidades climáticas”, disse Luiz Couto.

Para o deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), o projeto vai garantir melhorias no Plano Safra que precisam acontecer diante das mudanças climáticas. “Isso deveria nos lembrar que as questões climáticas nos trazem custos. Temos de reparar os atingidos e parar os mecanismos que continuam a causar os eventos climáticos extremos”, afirmou o deputado.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) criticou a diferença de critérios entre a proposta e o Projeto de Lei 5122/23, aprovado pouco antes pelos deputados.

“Aqui são pouco mais de R$ 600 milhões para o seguro safra da agricultura familiar. No projeto anterior, foram R$ 30 bilhões para grandes proprietários rurais. Aqui o agricultor familiar precisa comprovar 40% de perda para acessar o seguro. Ali, para acessar até R$ 10 milhões, é só comprovar 20% ou nada, se for cooperativa. Esse tratamento desigual tem de deixar de existir”, disse.

Em entrevista à Rádio Câmara, Carlos Veras afirmou que o projeto beneficia todo o país, mas será extremamente importante para o Nordeste. A região, de acordo com ele, sofre com um regime irregular de chuvas. “Nós somos atingidos duas vezes: na seca e na chuva concentrada [que provoca alagamentos.”



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veja os preços da arroba e do mercado atacadista



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar queda nos preços nesta quinta-feira (17).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando ainda os efeitos do adicional tarifário imposto pelos Estados Unidos.

“Com as tarifas, o Brasil deixa de ser competitivo para os Estados Unidos e a indústria frigorífica brasileira busca caminhos para suprir a ausência do segundo grande importador de carne bovina do país em 2025”, ressalta.

Segundo ele, além disso, pesa sobre o mercado a entrada de animais confinados, que oferecem uma menor capacidade de retenção para o pecuarista.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 297,83 — ontem: R$ 298,67
  • Goiás: R$ 279,64 — R$ 281,43
  • Minas Gerais: R$ 283,53 — R$ 284,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 296,70 — R$ 297,73
  • Mato Grosso: R$ 296,35 — R$ 298,92

Mercado atacadista

Os preços da carne bovina caíram no mercado atacadista nesta quinta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de queda no curto prazo, em linha com o consumo mais lento no decorrer da segunda quinzena do mês.

“Soma-se a isso a menor competitividade da carne bovina se comparado às proteínas concorrentes, em especial da carne de frango”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 21,80 por quilo, queda de R$ 0,70; o quarto dianteiro foi cotado a R$ 17,50 por quilo, redução de R$ 1,25; e a ponta de agulha a R$ 17,50 por quilo, diminuição de R$ 1,00.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,25%, sendo negociado a R$ 5,5467 para venda e a R$ 5,5447 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5429 e a máxima de R$ 5,6099.



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AgroNewsPolítica & Agro

Capim-amargoso resistente acende alerta



O caso reforça a urgência de práticas agronômicas sustentáveis e preventivas



O caso reforça a urgência de práticas agronômicas sustentáveis e preventivas
O caso reforça a urgência de práticas agronômicas sustentáveis e preventivas – Foto: Pixabay

O avanço da resistência múltipla do capim-amargoso (Digitaria insularis) preocupa produtores e técnicos agrícolas em Chapadão do Céu (GO) e Chapadão do Sul (MS). Segundo José Herickson, gerente agrícola no Grupo Safra, foi confirmada a resistência de biótipos da planta daninha aos herbicidas cletodim e haloxifope-p-metílico (Grupo 1 – Inibidores da ACCase) e ao glifosato (Grupo 9 – Inibidor da EPSPS), conforme alerta técnico divulgado pelo HRAC-BR em 14 de julho.

A constatação foi feita com base em estudos conduzidos com metodologias reconhecidas, reforçando a necessidade de adoção imediata de estratégias de controle. O capim-amargoso já é conhecido por sua capacidade de desenvolver resistência, tanto simples quanto múltipla, o que exige vigilância constante em áreas agrícolas de alta produtividade e também de culturas mais sensíveis.

Nesse cenário, entre as recomendações para técnicos, consultores e produtores, destacam-se a implementação do manejo integrado de plantas daninhas, o uso de sementes certificadas (especialmente para culturas como soja, milho e algodão), e a limpeza rigorosa de maquinários agrícolas antes e depois do uso em áreas suspeitas. Também é essencial eliminar manualmente as plantas remanescentes ou utilizar herbicidas com diferentes mecanismos de ação, promovendo a rotação de produtos.

O caso reforça a urgência de práticas agronômicas sustentáveis e preventivas, evitando que a resistência se dissemine e comprometa o controle químico em lavouras brasileiras. As informações foram divulgadas pelo especialista na rede social LinkedIn.

 





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Brasil lidera em biológicos e tarifas dos EUA podem ajudar na diversificação do mercado



O mercado brasileiro de produtos biológicos para controle de pragas e doenças na agricultura registrou crescimento de 206% nos últimos cinco anos, saltando, assim, de US$ 269 milhões em 2019 para US$ 828 milhões em 2024.

No segmento, os bioinseticidas lideram a escalada, com expansão de 265% no período, indo de US$ 100 milhões para US$ 365 milhões, conforme dados da agência de inteligência de mercado DunhamTrimmer.

De acordo com o presidente e sócio fundador da empresa, Mark Trimmer, nenhum outro mercado do mundo deu um salto tão representativo e rápido no setor como o Brasil.

Por conta dessa atratividade, o número de empresas que fornecem soluções biológicas à agricultura aumenta a cada dia. Apesar disso, o especialista não acredita que o país esteja próximo de uma “bolha de crescimento”.

“Continuamos vendo o crescimento do Brasil superando todos os outros países. O tamanho da oportunidade de mercado e o desenvolvimento bem-sucedido de biológicos em culturas extensivas de grãos têm sido fatores impulsionadores. Sem dúvida, esse crescimento rápido irá desacelerar em algum momento, mas, por enquanto, vemos oportunidade contínua para maior crescimento do mercado brasileiro”, considera.

Ao olhar especificamente para o mercado agrícola latino-americano, Trimmer enxerga muitos desafios, mas também oportunidades no panorama atual, incentivados, por tabela, pelo anúncio de tarifas comerciais por parte de Donald Trump, visto que empresas da região precisarão procurar novos parceiros.

“A política comercial dos Estados Unidos pode abrir novos mercados para produtos latino-americanos. As eleições presidenciais brasileiras em outubro de 2026 podem, também, mudar drasticamente as políticas atualmente em vigor, o que pode ser positivo ou negativo para investimentos futuros e desenvolvimento do mercado biológico”.

A esse respeito, o presidente da DunhamTrimmer enxerga que o rápido crescimento do mercado de biológicos brasileiro continuará dando sequência a aquisições de empresas nacionais do ramo por players globais.

“No setor de bioestimulantes e biofertilizantes, o impulso do Brasil para diminuir a forte dependência de fertilizantes importados pode criar algumas oportunidades interessantes de investimento”, destaca.

Trimmer vem ao Brasil para detalhar este tema e as projeções para o futuro durante o Biocontrol & Biostimulants Latam, em Campinas, São Paulo, no dia 29 de julho, em palestra às 11h com o tema Latin America Biological Market Overview (Visão geral do mercado biológico da América Latina).

Serviço

Biocontrol & Biostimulants Latam 2025
28 a 30 de julho de 2025
Royal Palm – Campinas (SP)
Mais informações aqui



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