terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

News

Alta de juros domina cenário do mercado; saiba mais no Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que juros futuros subiram com pesquisas eleitorais e cautela global, aumentando o risco doméstico.

O dólar encerrou a R$ 5,47, reagindo ao cenário externo e tensões com os Estados Unidos, enquanto o Ibovespa ficou estável em 134 mil pontos. A arrecadação federal de julho veio acima do esperado, impulsionada pelo setor de serviços.

Hoje, destaque para o PIB da Alemanha e salários na zona do euro.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil importa o maior volume de fertilizantes do ano


O Brasil importou em julho o maior volume de fertilizantes do ano, somando 4,79 milhões de toneladas, de acordo com dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Segundo a DATAGRO, o resultado representou alta de 15,6% em relação a junho e de 7,1% frente a julho de 2024, estabelecendo um recorde histórico para o mês. No acumulado de 2025, as compras brasileiras totalizam 24,2 milhões de toneladas, avanço de 8,8% sobre igual intervalo do ano anterior, superando o recorde de 2022 em 2,2%.

Entre janeiro e julho, a Rússia manteve a liderança no fornecimento, com 6,88 milhões de toneladas embarcadas, ou 28,2% do total, um crescimento de 18% frente a 2024. A China ganhou destaque, exportando 5,14 milhões de toneladas, avanço expressivo de 75,7%, enquanto o Canadá, com 3,1 milhões de toneladas, recuou 2,2% e ficou em terceiro lugar. O porto de Paranaguá (PR) foi a principal porta de entrada dos insumos, seguido por Santos (SP) e Rio Grande (RS).

O cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas e pela guerra tarifária liderada pelos Estados Unidos, ampliou riscos de interrupções no comércio global e pressionou os preços. A Índia foi a mais recente a ser impactada, sofrendo aumento de tarifas de importação para 50%. Esse contexto levou produtores latino-americanos a anteciparem compras, elevando a demanda e sustentando a alta das cotações. O preço médio CIF dos compostos NP chegou a US\$ 570,87/t em julho, alta de 13,2% no mês e 15,9% em um ano, enquanto ureia, MAP e KCl subiram entre 5% e 7%.

Com as importações em trajetória ascendente, o dispêndio brasileiro já alcança US\$ 8,8 bilhões, aumento de 16% em relação a 2024. Fertilizantes representaram 5,2% das importações totais do país. A tendência é de manutenção da firmeza nos preços no segundo semestre, período sazonalmente aquecido. 

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Wall Street sobe com Nasdaq na liderança dos ganhos impulsionado por Apple


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Por Caroline Valetkevitch

(Reuters) – As ações dos Estados Unidos encerraram em alta nesta quarta-feira, lideradas por um ganho de mais de 1% no índice de tecnologia Nasdaq, com os papéis da Apple subindo após a notícia de seus planos de anunciar uma promessa de fabricação doméstica, e com o último conjunto de balanços corporativos sendo, em sua maioria, positivo.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,72%, para 6.344,67 pontos. O Nasdaq avançou 1,21%, para 21.168,52 pontos. O Dow Jones subiu 0,18%, para 44.191,16 pontos.

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AgroNewsPolítica & Agro

Soja fecha em leve alta em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a quarta-feira (21) com leves ganhos, em um movimento de compras de oportunidade. Segundo informações da TF Agroeconômica, o contrato de setembro, referência para a safra brasileira, subiu 0,20% ou 2,00 cents/bushel, fechando a US$ 1.015,00. Já a posição de novembro avançou 0,22% ou 2,25 cents/bushel, para US$ 1.036,00. No segmento de derivados, o farelo de soja para setembro registrou alta de 1,57%, a US$ 292,00/ton curta, enquanto o óleo recuou 0,93%, cotado a US$ 51,20/libra-peso.

O movimento altista foi sustentado principalmente por compras de ocasião, já que os preços se mantêm em níveis considerados atrativos. Por outro lado, os bons rendimentos observados nos levantamentos do ProFarmer atuaram como fator de contenção, limitando o avanço das cotações. A excursão apontou produtividade recorde em Nebraska e números consistentes em Indiana, reforçando a tendência já observada em estados como Dakota do Sul e Ohio. Com a safra americana avançando em bom ritmo e sem novas compras chinesas, o espaço para altas mais expressivas segue restrito.

No campo das notícias externas, a falta de demanda chinesa continua sendo um ponto de preocupação. A Associação Americana de Soja (ASA) chegou a enviar uma carta ao ex-presidente Donald Trump pedindo que a oleaginosa fosse prioridade nas negociações com Pequim, diante do “abismo comercial e financeiro” enfrentado pelos produtores. Até o momento, não houve resposta do governo norte-americano, nem movimentações de compra por parte da China.

O ProFarmer, em seu segundo dia de tour, registrou números históricos em Nebraska, com 1.348,31 vagens em áreas de 90 cm x 90 cm — superando inclusive o recorde de 2010. Em Indiana, foram contabilizadas 1.376,59 vagens, número acima da média de três anos, mas abaixo do observado em 2024. Nesta quinta-feira, as atenções se voltam para os campos do oeste de Iowa e Illinois, regiões chave para consolidar as estimativas da safra norte-americana.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Soja ensaia aumentar competitividade


As exportações de soja do Rio Grande do Sul continuam fortes se considerar a safra atual, segundo informações da TF Agroeconômica. “No mercado interno, a comercialização segue limitada por preços pouco atrativos, levando muitos produtores a adiarem as negociações e manterem o grão estocado. Preços reportados para pagamento em 29/08 (entrega agosto) ficaram em R$ 141,50 (-1,04%) porto. Compradores estão olhando com mais força para meses mais à frente”, comenta.

Santa Catarina mantém atenção à mão de obra e acompanha oscilações globais da soja. “Entre os fatores que também impactam a cadeia produtiva está a decisão do CADE de suspender a Moratória da Soja, medida que reconfigura estratégias de comercialização e planejamento em diversos estados que nós já havíamos discutido ontem. Ademais, a comercialização da safra 24/25 segue avançando, mas 25/26 está lenta. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 141,83”, completa.

Avanços logísticos reforçam a competitividade da soja paranaense. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 143,49 (-0,21%). Em Cascavel, o preço foi 129,83 (-1,86%). Em Maringá, o preço foi de R$ 130,90 (-2,16%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 132,69 (+1,51%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 140,99. preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

No Mato Grosso do Sul, o cenário da soja, embora sem informações específicas de grande destaque no dia corrente, reflete as tendências e desafios que permeiam o agronegócio brasileiro. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,81 (+0,34%), Campo Grande em R$ 123,81 (-0,79%), Maracaju em R$ 123,81 (+0,34%), Chapadão do Sul a R$ 121,55 (-0,01%), Sidrolândia a em R$ 123,81 (-0,79%)”, informa.

Alta fiscalização e mercado aquecido no Mato Grosso. “As variações nos fretes de grãos também influenciam a dinâmica do setor, com custos subindo em algumas rotas e caindo em outras, impactando o escoamento para portos e centros de distribuição. Campo Verde: R$ 121,96 (-1,37%). Lucas do Rio Verde: R$ 122,82 (+1,42%), Nova Mutum: R$ 122,82 (+1,42%). Primavera do Leste: R$ 121,96 (-1,37%). Rondonópolis: R$ 121,96 (-1,37%). Sorriso: R$ 122,82 (+1,42%)”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Milho segue distinto entre B3 e Chicago


O mercado de milho apresentou movimentos distintos entre a B3 e a Bolsa de Chicago nesta quarta-feira. Segundo informações da TF Agroeconômica, enquanto no Brasil os contratos futuros recuaram, em Chicago houve leve alta impulsionada por compras de oportunidade.

Na B3, os preços foram pressionados por realização de lucros após a sequência de altas recentes. A queda do dólar também contribuiu para a desvalorização, já que uma moeda brasileira mais forte reduz a competitividade do milho nacional no mercado externo. Apesar da melhora gradual nas exportações, o produto brasileiro ainda é considerado caro para alguns destinos. No fechamento do dia, o contrato de setembro/25 terminou cotado a R$ 65,37, com queda de R$ 0,88 no dia e alta de R$ 0,52 na semana. Já novembro/25 fechou a R$ 68,20, recuo de R$ 0,78 no dia e avanço de R$ 1,23 na semana, enquanto janeiro/26 encerrou em R$ 70,74, queda de R$ 0,72 no dia e alta de R$ 0,74 na semana.

Em Chicago, o milho registrou alta moderada, puxada por compras de oportunidade diante dos preços mais baixos no mercado norte-americano. O contrato de setembro, referência para a safrinha brasileira, avançou 0,13% ou $ 0,50 cents/bushel, fechando em $ 380,00. Já o de dezembro subiu 0,19% ou $ 0,75 cents/bushel, encerrando em $ 404,00. A leve recuperação ocorreu mesmo diante da supersafra nos Estados Unidos, que se equilibra com uma demanda aquecida. 

Os levantamentos do ProFarmer indicam produtividade acima da média histórica em Indiana e Nebraska, enquanto exportadores confirmaram novas vendas para México e Colômbia. Com isso, o mercado de milho segue dividido entre pressões externas e internas, refletindo tanto a força do dólar quanto a dinâmica da oferta norte-americana e a competitividade brasileira.

 





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Consumo em supermercados cresceu 4% em julho, aponta Abras



O consumo nos lares brasileiros nos supermercados registrou alta de 4% em julho na comparação com o mesmo mês de 2024, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgado nesta quinta-feira (21).

Em relação a junho, o crescimento do consumo foi de 2,4%, enquanto no acumulado do ano até julho, o indicador apresentou elevação de 2,6%.

Os dados foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O crescimento interanual de 4% reflete um movimento sustentado pela melhora da renda e do mercado de trabalho. No recorte mensal, julho costuma apresentar retração por causa das férias escolares, quando muitas famílias optam por consumir fora de casa. Este ano, esse efeito foi menos intenso, tanto em relação a junho quanto ao mesmo período de 2024”, explicou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

Segundo a entidade, a elevação do consumo em julho está atrelada a indicadores do mercado de trabalho, como a melhoria da renda e a taxa de desemprego, que recuou para 5,8% no trimestre encerrado em junho, o menor nível desde 2012, contra 6,9% no mesmo período de 2024.

Queda no Bolsa Família

O levantamento da Abras mostra que a diminuição das pessoas beneficiadas pelo Bolsa Família em julho, em razão do aumento da renda familiar e da queda do desemprego, não causou retração do consumo das famílias.

Em julho, quase 1 milhão de famílias deixaram de receber o benefício. Foram destinados R$ 13,16 bilhões a 19,6 milhões de beneficiários, contra R$ 14,2 bilhões pagos a 20,83 milhões em julho de 2024.

“O menor volume de recursos destinados ao programa de transferência de renda indica que as famílias que passaram a se sustentar apenas com a renda do trabalho mantiveram a autonomia financeira e ainda fortaleceram o seu poder de compra no varejo alimentar”, destacou Milan.

Cesta básica nos supermercados

A cesta de 12 produtos básicos da Abras recuou 0,44% em julho, em comparação a junho. O preço médio nacional caiu de R$ 353,42 em junho para R$ 351,88, em julho.

No mês, seis itens registraram retração: arroz (2,89%), feijão (2,29%), café torrado e moído (1,01%), queijo muçarela (0,91%), macarrão sêmola de espaguete (0,59%) e farinha de trigo (0,37%).

Quatro produtos apresentaram quedas residuais: carne bovina (0,06%), farinha de mandioca (0,01%), margarina cremosa (0,06%) e leite longa vida (0,11%). Os únicos aumentos foram observados no açúcar refinado (0,63%) e no óleo de soja (0,46%).



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Circuito Nelore de Qualidade em MT: quase 800 carcaças avaliadas em Confresa


Pecuaristas e amantes da qualidade, a busca por alta performance na pecuária brasileira tem um palco de destaque: o Circuito Nelore de Qualidade. Em Confresa, no estado de Mato Grosso, uma multidão de gado de primeira foi avaliada, com quase 800 carcaças em uma etapa que celebrou a excelência da raça na região. Assista ao vídeo abaixo e confira essa história.

Essa celebração da qualidade do Nelore foi o grande assunto do quadro Giro pelo Brasil desta quinta-feira (21).

O tradicional quadro do programa Giro do Boi, do Canal Rural, mostra como o Brasil está produzindo carne de alta qualidade, segura e com rastreabilidade para os consumidores. E a história de hoje é um desses bons exemplos da pecuária de corte da “prateleira de cima”!

Nelore na 9ª etapa nacional

Quem fez questão de apresentar os resultados dessa etapa importante foi o David Santos Ferreira, originador da unidade da Friboi de Confresa, no estado de Mato Grosso.

O David mostrou os resultados da 9ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2025, que aconteceu no dia 13 de agosto.

A etapa reuniu um total de 784 animais, sendo 446 machos confinados e 338 fêmeas, com a participação de quatro pecuaristas, mostrando a força da raça na região, onde cerca de 80% do gado de corte é nelore, segundo o IBGE.

Os campeões da etapa de Confresa

Lote de novilhas campeãs da Agropecuária Roncador, de Querência (MT). Foto: Divulgação/Friboi de Confresa (MT)

E, claro, teve premiação para quem fez bonito! O Circuito Nelore de Qualidade, realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), reconheceu o trabalho e a dedicação dos pecuaristas que se destacaram:

  • Campeões categoria Novilhas Nelore:
    • 1º lugar: Agropecuária Roncador, de Querência (MT).
    • 2º lugar: Rodrigo da Silva dos Reis, da Estância Bahia, em Água Boa (MT).
  • Campeões categoria Machos Nelore:
    • 1º lugar: Agropecuária Roncador, de Querência (MT).
    • 2º lugar: Jânio Carlos Moreira da Silva, da Fazenda Petróleo, em Confresa (MT).
    • 3º lugar: Douglas Michels, da Fazenda Beleza, em São José do Xingu (MT).

A Agropecuária Roncador foi o grande destaque da etapa, mostrando a excelência de seu trabalho na criação de novilhas e machos nelore de alta qualidade.

Circuito Nelore de Qualidade: fomento e evolução

O Circuito Nelore de Qualidade, promovido pela ACNB desde 1999, tem como objetivo fortalecer a genética da raça nelore e posicioná-la como produtora de carne de alta qualidade.

A iniciativa avalia os resultados obtidos pelos produtores, cada qual em sua realidade e sistema de produção.

Promovido com o apoio da Friboi e outros parceiros, o Circuito é o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo. A etapa de Confresa é a prova de que a busca pela excelência na raça nelore está mais forte do que nunca!



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Produção de abacate cresce 91% em área no Paraná



Em 9 anos, a produção de abacate no Paraná aumentou 91% em área e 60,9% em colheita. Os dados foram divulgados no Boletim de Conjuntura Agropecuária, publicado nesta quinta-feira (21) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Segundo o boletim, em 2014, a produção foi de 22,2 mil toneladas plantadas em uma área de pouco mais de mil hectares, com Valor Bruto de Produção (VBP) R$ 55,6 milhões.

Já a produção em 2023 alcançou 35,8 mil toneladas em uma área de 2 mil hectares, que gerou um VBP de R$ 89,7 milhões. Isso representou 2,6% da fruticultura estadual. 

Os levantamentos de 2024 já indicam um aumento na produção de abacate no Paraná, que serão confirmadas na publicação dos números oficiais no final do mês.

A região norte do estado se destaca na produção, sendo o município de Apucarana o maior produtor da fruta, representando 88,1% da produção estadual. Arapongas e Assaí seguem como segundo e terceiro maiores produtores, representando 7,3% e 6,7% das produções estaduais, respectivamente.

O engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Andrade, explica o motivo do aumento na produção do abacate. “A fruta, antes vista como maléfica às questões nutricionais, hoje está comprovadamente como um superalimento funcional, contribuindo para as melhorias da saúde pública”, esclarece.

Segundo Andrade, a exportação da fruta no Brasil também tem crescido cada vez mais, sendo o país o sétimo produtor mundial e responsável por 4% dessa produção.

“Dentre as frutas exportadas pelo Brasil, o abacate é a oitava em volume, representando receitas de 36 milhões de dólares para embarques de 24 mil toneladas” conta.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de milho estagnado


Mercado travado e forte dependência de milho externo marcam o estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de compra permanecem em R$ 65,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 66,00 em Não-Me-Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi, e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para agosto, os pedidos variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca no interior, enquanto no porto o preço futuro para fevereiro/2026 está em R$ 70,00/saca”, comenta.

Santa Catarina tem negócios estagnados e pressão sobre produtores. “Em Campos Novos, as pedidas chegam a R$ 80,00/saca, contra ofertas de até R$ 70,00. No Planalto Norte, solicitações estão em R$ 75,00 e ofertas em torno de R$ 71,00, o que mantém a liquidez muito baixa. A falta de negócios já leva alguns agricultores a reduzirem investimentos para o próximo ciclo”, informa.

A safra recorde avança, mas a liquidez continua baixa no Paraná. “Produtores pedem valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas localidades, enquanto compradores mantêm ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que impede avanços nas negociações. Nos levantamentos regionais, surgiram leves ajustes para cima, apesar da pressão de queda no cenário nacional: Metropolitana de Curitiba em R$ 66,90, Oeste Paranaense a R$ 55,14, Norte Central a R$ 55,70 e Centro Oriental a R$ 57,19, com variações entre R$ 54,00 e R$ 64,00/saca”, completa.

No Mato Grosso do Sul, a colheita está atrasada em comparação com o ano anterior, mas a produtividade é maior. “O comércio de milho no estado segue lento, sem grande volume de negócios. As cotações variam entre R$ 45,00 e R$ 52,00/saca, refletindo leves altas nos últimos dias, mas ainda sem estímulo suficiente para movimentar o mercado. Produtores e compradores continuam resistentes em fechar contratos”, indica.

 





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