terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

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Óleo de soja fecha semana em leve alta



A leve alta, no entanto, reflete uma pressão de baixa menor em outros derivados



A leve alta, no entanto, reflete uma pressão de baixa menor do que a observada em outros derivados
A leve alta, no entanto, reflete uma pressão de baixa menor do que a observada em outros derivados – Foto: United Soybean Board

O mercado do óleo de soja teve uma semana marcada pela volatilidade na Bolsa de Chicago, alternando quedas e recuperações pontuais. Segundo levantamento da StoneX, o movimento acompanhou a soja em grão e o farelo, embora com menor intensidade, refletindo preocupações com a safra americana e os números de esmagamento de julho nos EUA divulgados pela NOPA. Como resultado, o contrato de setembro terminou cotado a US¢ 53,2/lb, registrando valorização semanal de 0,9%.

O otimismo em relação ao óleo de soja esteve ligado principalmente à percepção de risco maior para a safra dos Estados Unidos, após ajustes nas estimativas do USDA. Esse cenário, aliado à força dos derivados e ao ritmo de esmagamento, ajudou a sustentar preços mesmo em meio à instabilidade do mercado. A leve alta, no entanto, reflete uma pressão de baixa menor do que a observada em outros derivados da soja.

Já o óleo de palma foi o grande destaque positivo da semana, acumulando alta de 5,7% e atingindo o maior patamar em quatro meses. O suporte inicial veio dos números do Conselho de Óleo de Palma da Malásia (MPOB), que apontaram produção e estoques abaixo das expectativas, reforçados por estimativas da SPPOMA que indicaram queda de 6,25% na produção nos primeiros dez dias de agosto.

Esse movimento ganhou ainda mais força com o avanço dos embarques malaios. Inspetores de cargas estimaram crescimento entre 16,5% e 23,7% nas exportações na primeira metade do mês, sinalizando um aperto maior no balanço global de oferta e demanda. Com isso, o contrato de outubro encerrou a semana negociado a USD 1.062/t, consolidando uma expressiva valorização.

 





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Produtor ressalta potencial das variedades de cevada da Embrapa



Podutor comentou sobre a possibilidade de produzir alimentos orgânicos




Foto: Canva

Em visita no dia 22 de agosto ao Centro de Inovação em Genética Vegetal (CIGV) da Embrapa Cerrados (DF), localizado na Fazenda Sucupira, em Brasília, o produtor rural Joe Valle, proprietário da Fazenda Malunga, conheceu os ensaios com diversas variedades de cevada. Ele foi recebido pelo chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia, Fábio Faleiro; pelo supervisor do CIGV, Lincoln Loures; pelo pesquisador Renato Amabile e pelo extensionista da Emater-DF, Hélcio Santos. Valle, que produz e comercializa a cerveja Malungueira, fabricada com ingredientes orgânicos, acredita que é possível produzir uma bebida de alta qualidade a partir de materiais de cevada selecionados para cultivo no Cerrado. “Quando vemos um campo como este, no CIGV, e o potencial dos materiais que estão sendo testados, acreditamos que faremos não só uma boa cerveja, mas a melhor cerveja do mundo com material da Embrapa, do Cerrado e orgânico”.

O produtor também comentou sobre a possibilidade de produzir alimentos orgânicos a partir da cevada nua, variedade voltada à alimentação humana devido às propriedades funcionais. “Essa é uma grande tendência de mercado. Vemos lançamentos nesse sentido todo dia, e esses produtos aparecem nas nossas lojas. Tenho certeza de que, com a capacidade produtiva e de adaptação desse material, será um sucesso. Vamos fazer a farinha de cevada na Malunga e lançá-la em nossas lojas”, afirmou.

O pesquisador Renato Amabile está conduzindo, além dos ensaios no CIGV, uma unidade demonstrativa de cevada orgânica na Fazenda Malunga (veja na foto abaixo).

 





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Desapropriações só podem acontecer com infraestrutura mínima nos assentamentos, define Comissão



A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4564/24, que condiciona novas desapropriações pelo programa de reforma agrária à existência de uma infraestrutura mínima nos assentamentos, conforme definido em regulamento do governo federal. A regra vale a partir de 2026.

O texto, do deputado José Medeiros (PL-MT), detalha como infraestrutura mínima, pelo menos: energia elétrica, água, saneamento básico e coleta de lixo. A proposta regulamenta a Lei da Reforma Agrária.

Pelo projeto, o governo federal deverá disponibilizar na internet uma lista da infraestrutura dos assentamentos e a porcentagem das unidades beneficiadas pelos serviços.

Segundo o relator, deputado Thiago Flores (Republicanos-RO), muitas vezes, os gestores se preocupam mais em desapropriar novas áreas do que em fazer com que os assentamentos já existentes se tornem devidamente produtivos.

“Enquanto isso, milhares de assentados vivem em condições indignas, em áreas sem qualquer infraestrutura e, até mesmo, em barracos de lonas”, diz. Flores afirmou que a medida irá racionalizar o programa nacional de reforma agrária.

O relator incluiu mudança para garantir o fornecimento de serviços essenciais, como água e luz, aos assentamentos, mesmo em caso de controversa judicial sobre a propriedade da área rural.

“Eventual decisão judicial será cumprida a seu tempo, não cabendo aos trabalhadores rurais suportarem a mora do Judiciário e arcarem com eventual equívoco do Executivo ao criar o assentamento em área que não lhe pertencia”, disse Flores.

A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



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Veja como a arroba do boi gordo terminou a semana



O mercado físico do boi gordo se depara com manutenção do padrão das negociações em grande parte do país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios no restante de agosto ainda sugere por um perfil mais lateralizado, com os frigoríficos ainda encontrando certa dificuldade na composição de suas escalas de abate.

“Para o último quadrimestre a expectativa em torno dos preços da arroba do boi gordo ainda é favorável, considerando a continuidade de um ritmo forte de exportação, somado ao auge do consumo no mercado doméstico”, conta.

  • São Paulo: R$ 312,02 — ontem: R$ 311,68
  • Goiás: R$ 302,14 — R$ 301,25
  • Minas Gerais: R$ 303,53 — R$ 302,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,32 — R$ 319,09
  • Mato Grosso: R$ 309,93 — R$ 309,53

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando acomodação em seus preços. De acordo com Iglesias, o cenário traçado para o restante do mês aponta para pouco espaço de recuperação dos preços da carne bovina no atacado.

“A expectativa é que os preços reajam de maneira mais incisiva durante a primeira quinzena de setembro. Vale destacar que a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade se comparado às proteínas concorrentes, em especial na comparação com a carne bovina”, assinalou.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23 por quilo; o dianteiro segue cotado a R$ 18; e a ponta de agulha se mantém a R$ 17.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,4253 para venda e a R$ 5,4233 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4116 e a máxima de R$ 5,4766. Na semana, a moeda norte-americana teve valorização de 0,49%.



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Quase 110 mil toneladas de arroz foram negociadas em leilões de Contrato de Opção



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) negociou cerca de 109,2 mil toneladas de arroz, de um total de 110 mil toneladas, durante os leilões de Contrato de Opção de Venda (COV) do cereal realizados na quinta e nesta sexta-feira (21 e 22).

De acordo com balanço da operação, foram comercializados 4.044 contratos, o que representa 99,8% do total ofertado pela estatal. Na data de vencimento dos negócios, se os agricultores optarem pela venda de sua produção para a União, o governo federal estima aportar até R$ 181,1 milhões entre investimento na compra e despesas operacionais.

“Esses papéis negociados garantem ao produtor vender, futuramente, o produto para o governo a preços pré-fixados e justos. É a mão amiga do governo federal garantindo a rentabilidade aos produtores nessa hora em que os preços no mercado privado não se apresentam favoráveis ao homem e à mulher do campo”, reforça o presidente da Companhia, Edegar Pretto.

Produtores gaúchos e catarinenses

Participaram do leilão agricultores, agricultoras e cooperativas de arroz do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Em território gaúcho, 99% dos papéis ofertados foram negociados, o que representa 2.934 contratos, sendo que todos com vencimento em outubro foram comercializados.

Já em Santa Catarina, os produtores e produtoras adquiriram 100% da oferta apresentada no leilão.

“Por meio deste instrumento, o produtor fica protegido ao mesmo tempo que permite ao Governo Federal o reforço dos estoques públicos”, afirma o diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo de Campos.

De acordo com os editais das operações, os contratos terão vencimento em 30 de setembro e 31 de outubro. Os valores de venda também estão estabelecidos conforme com os prazos de cada vencimento, acrescidos dos custos logísticos e financeiros da colheita até a entrega do produto.

O objetivo é que a medida assegura o apoio ao setor diante da queda no preço do arroz em um cenário de boa oferta do produto no mercado e da retomada das exportações asiáticas, que também reflete em uma ampliação da oferta do grão no mercado internacional.

A operação foi autorizada pelos ministérios da Fazenda (MF), da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) conforme a Portaria Interministerial Nº 26, publicada no Diário Oficial da União.

Mais aquisição de arroz

Além da nova rodada de leilões, a Conab está autorizada a adquirir até 20 mil toneladas de arroz por meio da Aquisição do Governo Federal (AGF), ferramenta prevista na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) que visa assegurar o preço mínimo aos agricultores e agricultoras.

Lembrando que no final do ano passado, o governo também lançou uma primeira rodada de leilões de Contrato de Opção de Venda de arroz, de forma a dar sustentação à atividade. À época, foram firmados 3.396 contratos, com negociação de cerca de 91,7 mil toneladas de arroz.



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Boi gordo fecha semana em alta



Mercado do boi reage após semana de estabilidade




Foto: Kadijah Suleiman

O mercado do boi gordo encerrou a semana em alta, segundo análise publicada nesta sexta-feira (22) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. Após sete dias úteis de estabilidade em São Paulo, as cotações registraram avanço tanto para o boi gordo quanto para a vaca gorda.

O levantamento aponta que a arroba do boi gordo subiu R$ 2,00, enquanto a da vaca avançou R$ 3,00. “O cenário seguiu dividido em dois movimentos distintos. De um lado, as indústrias frigoríficas que não conseguiram alongar suas escalas sentiram a retração dos pecuaristas, que reduziram as ofertas de bovinos terminados na expectativa de negociar em patamares mais elevados. De outro, os frigoríficos que já garantiram escalas mais confortáveis optaram por se retirar das compras ou mantiveram firmeza nos preços ofertados”, descreveu a análise.

Nas demais categorias, os preços permaneceram estáveis em relação ao dia anterior.

Em Tocantins, o comportamento foi distinto entre regiões. No Sul, todas as categorias completaram uma semana sem alterações. No Norte, a menor oferta de novilhas elevou as pedidas em R$ 5,00/@, enquanto os demais preços seguiram inalterados.

Em Santa Catarina, a cotação da arroba do boi gordo manteve-se estável por sete dias úteis consecutivos, e o valor das fêmeas não apresentou variações nos últimos três dias. Já no Rio de Janeiro, todas as categorias permaneceram sem mudanças na comparação diária.





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Plano Brasil Soberano terá 4 linhas de crédito, detalha diretor do BNDES



O diretor de Planejamento e Relações Institucionais do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Nelson Barbosa, informou que o Plano Brasil Soberano terá ao todo quatro linhas de crédito.

De acordo com ele, duas serão de investimentos e duas de capital de giro. O intuito é mitigar o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos às importações do Brasil.

“Uma linha de capital de giro é para a empresa lidar com falta de receita e uma segunda linha de capital de giro para empresas prospectarem novos mercados”, disse Barbosa.

Segundo ele, a linha de capital de giro a gastos operacionais gerais terá taxa de juros fixa de até 0,66% ao mês para pequenas e médias empresas (MPMEs) e até 0,82% ao mês para grandes empresas. A linha de capital de giro a gastos operacionais tem prazo de até cinco anos, incluindo até um ano de carência.

Já a linha de capital de giro para buscar novos mercados terá taxa de juros fixa de até 0,66% ao mês, com prazo também de até cinco anos, incluindo até um ano de carência.

O financiamento para investimentos terá taxa de juros fixa de até 0,58% ao mês para compra de máquinas e equipamentos. O valor máximo para empresas será de até R$ 150 milhões.

“A linha de investimento em inovação e adaptação tem prazo de até dez anos, incluindo até dois anos de carência”, acrescentou o diretor.



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Brasil passará a exportar carne bovina para país do Caribe



O governo brasileiro concluiu negociação sanitária para exportar carne bovina, produtos cárneos e miúdos bovinos para São Vicente e Granadinas, nação do sul do Caribe composta por uma cadeia de ilhas, com cerca de 100 mil habitantes.

“A abertura faz parte da estratégia do governo brasileiro de diversificação de parcerias comerciais”, diz o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em nota.

Segundo a pasta, em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 288 milhões em produtos agropecuários para países da Comunidade do Caribe (Caricom), de que São Vicente e Granadinas é membro.

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 403 aberturas de mercado desde o início de 2023.



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Governo detalha regras do Plano Brasil Soberano


O governo federal detalhou nesta sexta-feira (22) a Portaria Conjunta nº 17/2025, que estabelece critérios de priorização para os beneficiários das medidas de apoio do Plano Brasil Soberano, previsto na Medida Provisória nº 1.309/2025, e define regras de acesso às garantias do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC-FGI Solidário). As medidas têm como objetivo mitigar os efeitos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros em 30 de julho.

Segundo o texto, poderão acessar os benefícios pessoas jurídicas de direito privado e pessoas físicas que exportem para os Estados Unidos, desde que devidamente registradas nos sistemas oficiais de comércio exterior. Também será exigida regularidade fiscal junto à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Empresas em recuperação judicial ou falência ficam impedidas, exceto quando houver plano aprovado pela Justiça.

A identificação dos beneficiários será feita com base nos dados da Receita Federal. “O acesso às medidas será dado com prioridade às empresas que tenham registrado, entre julho de 2024 e junho de 2025, no mínimo 5% do faturamento total proveniente de exportações de produtos impactados pelas tarifas adicionais dos EUA”, diz o informativo.

Empresas cujo faturamento bruto decorrente dessas exportações seja igual ou superior a 20% poderão acessar condições mais favoráveis, especialmente micro, pequenas e médias. Apenas companhias com receita anual de até R$ 300 milhões poderão contar com as garantias do PEAC-FGI Solidário.

O BNDES será o agente financeiro da linha de crédito, que contará com R$ 30 bilhões do Fundo de Garantia à Exportação como fonte de recursos. As linhas incluem capital de giro, aquisição de bens de capital e investimentos em adaptação produtiva, inovação e adensamento de cadeias. Os prazos de pagamento variam de cinco a dez anos, com carência entre 12 e 24 meses.

A Portaria nº 1.863/2025 também disciplina operações do Programa Brasil Soberano com foco em micro e pequenas empresas exportadoras. O Fundo Garantidor de Operações (FGO) assegurará até 100% de cada contrato, limitado a 40% da carteira de cada instituição. As operações terão carência de até 24 meses e prazo máximo de 72 meses para pagamento, prorrogáveis por até 84 meses.

Além disso, a Portaria nº 1.862/2025 estabelece prioridade para restituição e ressarcimento de créditos tributários a empresas afetadas, bem como prorrogação de prazos de tributos federais e de débitos em dívida ativa. Os vencimentos de agosto foram transferidos para outubro, e os de setembro para novembro.

O acesso às medidas está condicionado ao compromisso de manutenção ou ampliação de empregos. “Essa cláusula de compromisso é requisito para as condições mais favoráveis nos contratos de financiamento”, informou o governo. Os dados serão aferidos pelo eSocial, e o descumprimento resultará em encargos calculados pela taxa Selic.

Entre as demais medidas já em vigor estão o fortalecimento do seguro de crédito à exportação e, em breve, serão publicadas novas normas, incluindo prorrogação de regimes especiais e um novo Reintegra para estimular a competitividade das exportações.





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Fechamento do mercado de soja apresenta queda no preço em seis regiões; saiba quais



O mercado de soja encerrou esta sexta-feira (22) com negócios fracos na safra disponível. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a demanda para a safra atual entra em fase de menor liquidez, com menor necessidade de compras pelas indústrias e de embarques.

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Em relação à safra nova, surgiram bons reportes em Minas Gerais, e a tendência é que o foco siga cada vez mais voltado para frente, destacou o analista.

Nos preços, houve recuos de forma geral, mas sem firmeza em todas as praças. Silveira comentou que a pressão sobre os valores veio da queda dos prêmios e da forte baixa do câmbio, que reduziu o suporte da alta em Chicago.

No geral, o mercado segue lento, com spreads altos entre comprador e vendedor, e ofertas entrando de forma estratégica e cadenciada.

Soja no Brasil (em R$)

  • Passo Fundo (RS): manteve em 135,50 para 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de 136,50 para 136,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 143,00 para 142,00
  • Cascavel (PR): caiu de 138,00 para 137,00
  • Paranaguá (PR): caiu de 141,00 para 140,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de 129,00 para 127,00
  • Dourados (MS): manteve em 127,00
  • Rio Verde (GO): caiu de 127,00 para 126,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam o dia em alta, apoiados em rumores de compras da oleaginosa americana pela China. O óleo disparou e voltou a liderar os ganhos, após decisão sobre biocombustíveis. Os agentes também aguardam os números finais da crop tour da Profarmer.

A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) iniciou a análise de pedidos de pequenas refinarias para isenção das leis de biocombustíveis. Foram deferidos 63 pedidos, 28 negados e 77 parcialmente aprovados. O processo envolve 5,34 bilhões de créditos de conformidade (RINS). Ainda restam 13 solicitações pendentes desde 2016.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam em US$ 10,36 por bushel, alta de 2,00 centavos (0,19%). A posição novembro terminou a US$ 10,58 1/2 por bushel, com avanço de 2,50 centavos (0,23%).

Nos subprodutos, o farelo para dezembro recuou US$ 2,70 (0,91%), a US$ 291,50 por tonelada. O óleo para dezembro avançou 1,45 centavo (2,69%), a 55,32 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,95%, negociado a R$ 5,4253 para venda e R$ 5,4233 para compra. Na semana, a moeda acumulou valorização de 0,49%.



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