domingo, maio 3, 2026

Autor: Redação

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Acordos entre Brasil e México envolvem de pêssegos e aspargos a aviões e farinha



O vice-presidente Geraldo Alckmin, que é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, avaliou como positiva a visita oficial ao México, encerrada nesta quinta-feira (28), na Cidade do México, a capital do país.

O último compromisso e ponto alto da viagem foi uma audiência com a presidenta mexicana, Claudia Sheinbaum, no Palácio Nacional.

“Convidei a presidenta Claudia para a COP30, em Belém, no mês de novembro. Falamos de multilateralismo, fortalecimento da democracia, inclusão e combate à fome. Então, foi uma conversa muito proveitosa”, destacou Alckmin em uma entrevista coletiva pouco antes de embarcar de volta a Brasília.

Brasil e México são as duas maiores economias da América Latina e possuem uma corrente de comércio que soma US$ 13,6 bilhões em 2024. Um dos objetivos da viagem foi tentar ampliar negociações comerciais em setores estratégicos, como agronegócio e indústria.

Acompanhado por empresários, pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, o vice-presidente anunciou a assinatura acordos para abertura de novos mercados entre os países.

“São três produtos que o Brasil abrirá o comércio: aspargos, pêssego e derivados de atum. E eles abrem o mercado para a farinha de ração animal para bovinos e suínos”, destacou.

Pacote contra a inflação

O governo brasileiro também solicitou ao México a continuidade dos incentivos do Pacote contra a Inflação e a Escassez, conhecido como Pacic, na sigla em espanhol, que facilita a compra de alimentos pelo Brasil.

“O México é o segundo destino da carne bovina brasileira. Solicitamos a continuidade do Pacic, e ele complementa a agropecuária mexicana. Eles têm uma exigência de que haja uma rastreabilidade individual [da carne]. Vamos cumprir, mas queremos que não se interrompa essa venda enquanto o Brasil caminha na rastreabilidade. O Brasil cumprirá na rastreabilidade, temos um cronograma”, observou.

O vice-presidente comentou o avanço em conversas para a atualização do Acordo de Complementação Econômica nº 53 (ACE 53) assinado com o México em 2002 e que trata da eliminação ou redução de tarifas de importação para um universo de aproximadamente 800 posições tarifárias.

Também foram assinados acordos nas áreas de vigilância sanitária para a aprovação de novos fármacos e na área de pesquisa sobre arboviroses, que incluem troca de experiências no desenvolvimento de vacinas, como a da dengue, em que o Brasil está em estágio avançado.

Venda do KC-390

Outro destaque da agenda, segundo o vice-presidente, foi o avanço dos negócios da Embraer no México. A empresa brasileira fechou a venda de 20 aeronaves das famílias de jatos E190 e E195 para a companhia estatal Mexicana de Aviación, a maior do país.

Segundo o vice-presidente, o governo também ofereceu a possibilidade de abrir negócios no setor militar, com a venda do cargueiro KC-390, também fabricado pela Embraer, uma aeronave multimissão com capacidade para transportar até 26 toneladas, realizar reabastecimento aéreo e atuar em missões como busca e salvamento e ajuda humanitária.

“A Embraer está presente no México, tem aqui fábrica de componentes com mais de mil colaboradores”, destacou Alckmin. “Colocamos a pretensão de oferecer o cargueiro KC-390. Não foi resolvido, mas ficou o pleito brasileiro com todos os argumentos favoráveis”, finalizou.



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Queimas controladas são suspensas por 30 dias em SP durante estiagem



O governo de São Paulo suspendeu por 30 dias a partir desta quinta-feira (28), todas as autorizações de queima controlada no estado. A medida da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) inclui a palha da cana-de-açúcar, além das queimas agrícolas e para controle de pragas.

Durante esse período, não serão aceitos novos pedidos. O prazo poderá ser estendido caso a estiagem continue. As chamadas queimas prescritas, usadas no combate a incêndios florestais ou mediante solicitação da Secretaria da Agricultura, continuam autorizadas.

“Mais uma vez adotamos a suspensão como medida preventiva para atravessar o período crítico de estiagem. Nosso objetivo é reduzir os riscos de incêndios florestais e preservar a qualidade do ar, em linha com o histórico recente e a experiência de anos anteriores”, afirmou o diretor de Controle e Licenciamento da Cetesb, Adriano Queiroz.

No ano passado, São Paulo enfrentou um inverno de tempo seco, altas temperaturas e aumento das queimadas em diversas regiões. O histórico de 2024 levou os órgãos ambientais a reforçarem as ações neste ano.

Queima da palha da cana já tinha restrições

Desde julho, a queima da palha da cana já estava limitada: só podia ser autorizada em dias com umidade relativa do ar acima de 40% e fora do período entre 11 e 15 horas, quando o risco de propagação do fogo é maior. Agora, até mesmo essas liberações ficam suspensas.

Apesar de ainda permitida em situações específicas no estado, a prática está em queda acelerada. Desde 2007, o uso do fogo na colheita da cana já foi reduzido em 99%, segundo dados da Cetesb.



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Ibama resgata 41 animais silvestres em churrascaria



Operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resgatou 41 animais silvestres mantidos em cativeiro em São João da Fronteira, no Piauí.

A operação, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Batalhão Especial de Policiamento do Interior da Polícia Militar do Piauí (Bepi) ocorreu no distrito de Alto Alegre, às margens da BR-222, após denúncia de que uma churrascaria funcionava ao lado de um criadouro ilegal.

De acordo com os agentes, foram encontrados no local 18 caititus (Pecari tajacu) e 23 cutias (Dasyprocta sp.), que eram abatidos para comercialização de carne de caça.

Segundo o analista ambiental e médico veterinário do Ibama Fabiano Pessoa, a prática representa não apenas crime ambiental, mas também um risco à saúde pública.

“É importante destacar o risco de saúde para quem mantém esses animais silvestres em cativeiro ilegal e o consumo da carne, pois as condições de manutenção e manejo dos animais vendidos ilegalmente pelo restaurante não passavam por nenhum controle de cuidados de higiene e veterinários, sendo um meio de transmissão de doenças, além do crime ambiental”, afirmou.

Os animais foram avaliados por médicos veterinários e equipes ambientais ainda no local e, em seguida, encaminhados ao Ibama em Teresina, capital piauiense. As equipes estudam agora a possibilidade de formação de grupos para soltura em Áreas de Soltura de Animais Silvestres (ASAS).



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AgroNewsPolítica & Agro

calor, chuva forte e queda de temperatura


A Expointer 2025 começa com tempo firme e calor no primeiro fim de semana (30 e 31/08), mas uma frente fria prevista para terça-feira (02/09) muda o cenário: chuvas, queda nas temperaturas e sensação térmica mais baixa devem marcar os dias seguintes. O público que visitar a Expointer 2025 nos dias 30 e 31 de agosto encontrará tempo seco e calor, com temperaturas máximas entre 25 °C e 27 °C. O cenário, no entanto, deve mudar drasticamente a partir de terça-feira (02/09), com a chegada de uma frente fria.

“O aquecimento pré-frontal deste fim de semana prepara o terreno para a mudança brusca que vem na sequência”, alerta o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink. Segundo ele, os acumulados de chuva podem superar os 10 mm, com maior instabilidade nas regiões centrais e sul do Rio Grande do Sul.

Frente fria traz instabilidade e sensação térmica mais baixa

Na quarta-feira (03/09), as chuvas se deslocam para Santa Catarina, mas o Rio Grande do Sul ainda terá reflexos da instabilidade no período da manhã. A chegada de uma massa de ar frio pelo sul do estado derruba as temperaturas e muda a sensação térmica no parque.

“O contraste entre o calor do fim de semana e o frio no meio da semana será significativo”, destaca Rodrigues.

A quinta-feira (04/09) tende a ser mais estável, com céu encoberto e temperaturas amenas. Há pouca chance de chuva, o que deve favorecer o deslocamento dos visitantes pela Expointer.

Previsão para o segundo fim de semana da Expointer

No sábado e domingo (06 e 07/09), novas áreas de instabilidade devem avançar sobre o Rio Grande do Sul. A previsão é de pancadas de chuva isoladas, quebrando o padrão de tempo firme observado nos primeiros dias do evento.

Alerta para visitantes: como se preparar para a virada no tempo

A combinação entre calor, chuvas e queda de temperatura exige atenção dos expositores e visitantes. O uso de roupas leves nos primeiros dias e vestimentas mais quentes e impermeáveis a partir de terça-feira pode garantir maior conforto e segurança.





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BNDES estuda suspensão temporária de dívidas de afetados por tarifaço



O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (28) que estuda a possibilidade de suspender temporariamente o pagamento de dívidas de algumas empresas afetadas pelas sobretaxas dos Estados Unidos.

A medida, conhecida pelo termo stand-still, priorizaria empresas que trabalham com produtos perecíveis. A estratégia já foi aplicada para ajudar empresas afetadas pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul.

“Nós vamos ter que estudar junto com a Fazenda, com os bancos. Mas, em alguns complexos regionais, especialmente de produtos perecíveis, enquanto as compras públicas não estiverem implantadas, talvez tenhamos que tomar essa medida. Ela surgiu da nossa pauta de conversas e vou levar para o governo, para tentar desenhar uma estratégia”, disse Mercadante.

O presidente do BNDES recebeu prefeitos de 15 cidades do país na sede do banco, no Rio de Janeiro, para detalhar medidas do Plano Brasil Soberano. O programa foi criado pelo governo federal para ajudar exportadores e trabalhadores afetados pelas sobretaxas dos EUA.

“A equipe vai percorrer os municípios mais afetados e fazer uma audiência pública com os empresários para detalhar as linhas de crédito. Isso para que o processo possa fluir o mais rápido possível, porque o tempo é fundamental na economia. Quanto mais a gente atrasa, maior é o prejuízo. Se a gente se antecipa, e todo mundo consegue manter as suas atividades, a economia segue crescendo”, disse Mercadante.

Linhas de crédito

Na semana passada, o BNDES detalhou como vai socorrer as empresas brasileiras exportadoras. Aquelas que perderam mais de 5% do faturamento bruto total terão prioridade para acessar as linhas de crédito.

Serão disponibilizados R$ 40 bilhões em quatro linhas de crédito. Desse total, R$ 30 bilhões serão do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) e R$ 10 bilhões de recursos do próprio banco.

As linhas são divididas em Capital de Giro (financiamento de gastos operacionais); Giro Diversificação (busca de novos mercados); Bens de Capital (aquisição de máquinas e equipamentos); e Investimento (inovação tecnológica, adaptação da atividade produtiva, de produtos, de serviços e de processos, e adensamento da cadeia produtiva).

Municípios afetados

O prefeito Simão Durando (União Brasil) de Petrolina, Pernambuco, foi ao encontro no BNDES e disse representar os municípios de todo o Vale do São Francisco, região com volume grande de exportação de frutas tropicais, especialmente manga e uva.

Segundo Durando, o tarifaço promovido pelo presidente Donald Trump deixou todos de “mãos atadas”. Ele explicou que há uma janela limite entre agosto e outubro para exportar 2.500 contêineres de manga e 700 contêineres de uva para os Estados Unidos.

“Viemos junto ao BNDES pedir dilatação de prazos, como também o acesso ao crédito para pequenos, médios e grandes exportadores do Vale do São Francisco”, disse o prefeito de Petrolina.

“Um terço da população de Petrolina vive diretamente da fruticultura irrigada. No Vale de São Francisco, mais de 1 milhão de pessoas dependem da fruticultura irrigada da exportação de manga e uva para os Estados Unidos, América do Norte e Europa. A gente sai daqui satisfeito, com as propostas financeiras que vão ser implementadas”, complementou.

O prefeito Alexandre Augusto Ferreira (MDB), de Franca, no interior de São Paulo, destacou o impacto das tarifas norte-americanas em municípios como os de Piracicaba, Campinas e São José dos Campos. São locais que trabalham com produtos manufaturados e indústrias de bens de consumo duráveis.

No caso de Franca, as sobretaxas afetam principalmente o setor de calçados, que emprega entre 12 mil e 14 mil pessoas diretamente. Algumas empresas chegam a vender 100% da produção para os EUA.

“Hoje, nós temos em torno de 1 milhão de pares de sapatos que vão ser brecados no embarque. Nós temos algumas especificidades ─ o modelo e a forma do calçado vendido para os norte-americanos são diferentes do resto do mundo e diferentes do mercado interno brasileiro. [São] Contratos que foram feitos no ano passado, com previsão de entrega agora. Não conseguiremos colocar os produtos em outro mercado”, disse Ferreira.



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Preços do boi gordo já ensaiam alta; veja as cotações de hoje



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços acomodados na maior parte do país nesta quinta-feira (28).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere por maior espaço para retomada do movimento de alta durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Os frigoríficos conseguem sustentar suas escalas de abate diante da boa oferta de animais confinados presentes no decorrer deste semestre. Ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem agressivas no Brasil, o que tem ajudado a enxugar o mercado interno, aumentando a propensão a reajustes”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 312,42 — ontem: R$ 310,75
  • Goiás: R$ 305,54 — R$ 302,50
  • Minas Gerais: R$ 304,41 — R$ 302,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 317,05 — R$ 318,18
  • Mato Grosso: R$ 312,70 — R$ 311,62

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta acomodação em seus preços para a carne bovina. Porém, conforme Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços ao longo da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“No entanto, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade ante as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina”, ressalta.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 22,90 por quilo; o dianteiro ainda é precificado a R$ 18,25 por quilo; e a ponta de agulha se mantém no patamar de R$ 17,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,18%, sendo negociado a R$ 5,4060 para venda e a R$ 5,4040 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3968 e a máxima de R$ 5,4318.



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Gado de ponta e café: a história da família que turbina os ganhos em Rondônia


Pecuaristas, a fronteira da pecuária está se expandindo, e o estado de Rondônia é um grande exemplo de como o empreendedorismo familiar pode impulsionar o agronegócio. Uma família que chegou do estado do Espírito Santo está dando um show de gestão e diversificação, provando que, com a cabeça boa para negócios, é possível turbinar os ganhos de verdade. Já clica aí pra assistir ao vídeo abaixo e conferir essa história que é pura inspiração para a sua fazenda!

Essa prova de excelência e dedicação da família Breda foi o grande assunto do quadro Giro pelo Brasil desta quinta-feira (28).

O tradicional quadro do programa Giro do Boi, do Canal Rural, mostra como o Brasil está produzindo carne de alta qualidade, segura e com rastreabilidade para os consumidores. E a história de hoje é um desses bons exemplos da pecuária de corte da “prateleira de cima”.

Uma família de empreendedores em Rondônia

Vista aérea do sítio Shofar. Foto: Matheus RozVista aérea do sítio Shofar. Foto: Matheus Roz
Vista aérea do sítio Shofar. Foto: Matheus Roz

A produção de bovinos de corte veio do Rancho Shofar, em Rolim de Moura, no estado de Rondônia, de propriedade do Sr. Cícero Saviatto Breda e sua família, que se mudaram para o estado em 2015.

A propriedade é administrada pelo filho do Sr. Cícero, Elias Breda Neto, que é formado em Administração de Empresas e tem especialização em Economia.

Elias toca as fazendas junto com o pai e mostra que, com conhecimento e dedicação, é possível ter resultados de ponta. Além do gado, eles são empresários do café e de pedras de mármore na região, diversificando os negócios e provando que são visionários.

Vista aérea do sítio Shofar. Foto: Matheus RozVista aérea do sítio Shofar. Foto: Matheus Roz
Vista aérea do sítio Shofar. Foto: Matheus Roz

Quem fez questão de apresentar esses resultados de tirar o chapéu foi o Matheus Roz, administrador de empresas e originador do escritório da Friboi de Rolim de Moura, no estado de Rondônia.

O Matheus visitou a propriedade para acompanhar o embarque de 67 novilhas e 144 bois. Conversando com o Elias, ele descobriu que 80% dos animais confinados são crias da própria fazenda, resultado de um protocolo de sanidade completo e de um trabalho bem acompanhado pela equipe.

Os números que confirmam a excelência da boiada

Bovinos meio-sangue Angus do sítio Shofar para o abate. Foto: Matheus RozBovinos meio-sangue Angus do sítio Shofar para o abate. Foto: Matheus Roz
Bovinos meio-sangue Angus do sítio Shofar para o abate. Foto: Matheus Roz

Agora, se preparem para os números que comprovam a grandiosidade desse lote. As 67 novilhas nelore, que também são crias da fazenda, foram abatidas na unidade da Friboi em Pimenta Bueno, no estado de Rondônia, com uma média de 251 quilos, o que dá 16,7 arrobas por animal.

Já o lote de 144 bois aberdeen angus, que passaram 102 dias de cocho no confinamento, alcançou uma média de 345 quilos, o que dá impressionantes 23 arrobas por animal.

E o mais surpreendente: 51% desses bois eram zero dentes, 37% tinham 2 dentes e os demais, 4 dentes, o que mostra a juventude e a precocidade da boiada.

Circuito Nelore de Qualidade

Embarque de bovinos do sítio Shofar para o abate. Foto: Matheus RozEmbarque de bovinos do sítio Shofar para o abate. Foto: Matheus Roz
Embarque de bovinos do sítio Shofar para o abate. Foto: Matheus Roz

Para finalizar, o Matheus lembrou ainda a data do Circuito Nelore de Qualidade a ser realizado na unidade da Friboi em Vilhena: 25 de setembro. Uma ótima oportunidade para ver mais gado de qualidade.

Realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), o Circuito Nelore de Qualidade fortalece e promove a genética nelore, contribuindo para a evolução da raça e seu posicionamento como produtora de carne de alta qualidade.

A iniciativa avalia os resultados obtidos pelos produtores, cada qual em sua realidade e sistema de produção. Promovido desde 1999 no Brasil, o Circuito conta com apoio de Friboi e entre outros apoiadores. O Circuito Nelore de Qualidade é o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo.



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preços de soja subiram ou caíram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja teve mais um dia travado, com poucas ofertas e movimentação limitada. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor segue de lado, e a demanda continua fraca tanto da indústria quanto da exportação. “O ritmo é lento mesmo com soja disponível. Na safra nova também quase nada de indicação, ninguém querendo se expor”, relatou.

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No geral, nesta quinta-feira (28), os preços ficaram estáveis a um pouco mais fracos, mas a diferença entre comprador e vendedor continua grande. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), pouca oscilação, o mercado operou volátil, acompanhando a safra americana e os movimentos da China.

Preços do dia

  • Passo Fundo (RS): caiu de 134,00 para 133,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de 135,00 para 134,00
  • Rio Grande (RS): manteve em 139,00
  • Cascavel (PR): caiu de 135,00 para 134,00
  • Paranaguá (PR): manteve em 139,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em 127,00
  • Dourados (MS): manteve em 127,00
  • Rio Verde (GO): manteve em 124,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja na CBOT fecharam a quinta-feira com preços próximos da estabilidade. O mercado iniciou o dia pressionado pelo bom desenvolvimento das lavouras americanas, mas notícias positivas sobre negociações comerciais entre China e EUA reduziram as perdas. Um importante negociador chinês deve se reunir em breve com autoridades americanas, com aumento expectativas de acordo.

As exportações líquidas de soja dos EUA, para a temporada 2024/25, ficaram negativas em 189.200 toneladas na semana encerrada em 21 de agosto, com a Espanha liderando as compras, 71.500 toneladas. Para a temporada 2025/26, as exportações foram de 1.372.600 toneladas, acima da expectativa de 400 mil a 1 milhão toneladas, somando-se as duas temporadas.

O desempenho negativo do óleo se mantém devido às incertezas sobre a política de biodiesel nos EUA, enquanto a ampla oferta de soja e palma continua pressionando os preços.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 0,01 dólar, ou 0,09%, a US$ 10,28 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,48 por bushel, alta de 0,005 dólar ou 0,04%

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,90, ou 0,31%, a US$ 287,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 52,43 centavos de dólar, com perda de 0,72 centavo ou 1,35%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,18%, negociado a R$ 5,4060 para venda e R$ 5,4040 para compra, oscilando entre mínima de R$ 5,3968 e máxima de R$ 5,4318.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Dólar recua com apostas em cortes de juros pelo Fed e ganhos na bolsa brasileira


Logotipo Reuters

Por Fernando Cardoso

SÃO PAULO (Reuters) -O dólar à vista caiu ante o real pela quarta sessão consecutiva nesta quarta-feira, na esteira dos ganhos de outras moedas emergentes, conforme a expectativa por cortes na taxa de juros pelo Federal Reserve e a forte alta da bolsa paulista impulsionaram a moeda brasileira.

O mercado doméstico também seguiu monitorando novidades no embate comercial entre Brasil e Estados Unidos, depois da entrada em vigor nesta quarta-feira da tarifa de 50% do presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros.

O dólar à vista fechou em baixa de 0,78%, a R$5,4627. Desde o fechamento de quinta-feira, a moeda acumula queda de 2,5%.

Às 17h14, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,81%, a R$5,497 na venda.

Os movimentos do real neste pregão foram amplamente influenciados pelo cenário externo, onde o dólar também recuou frente a moedas de outros países emergentes, como o peso mexicano, o rand sul-africano e o peso colombiano.

No foco dos mercados globais continua a crescente expectativa por cortes de juros pelo banco central dos EUA a partir de setembro, depois de um relatório de emprego fraco para julho e da renúncia antecipada da diretora Adriana Kugler.

Nesta quarta-feira, mais uma autoridade se mostrou aberta à possibilidade de cortes de juros no curto prazo. O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, previu que o banco terá que responder a desaceleração da economia norte-americana, defendendo duas reduções de juros neste ano como “razoáveis”.

Com isso, operadores levaram a probabilidade de um corte de 0,25 ponto percentual nos juros em setembro a 96%, segundo dados da LSEG. Na semana passada, a chance era inferior a 50%.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,49%, a 98,252.

O cenário doméstico, por sua vez, também esteve favorável ao real devido aos fortes ganhos registrados na bolsa brasileira, à medida que os investidores avaliaram uma nova bateria de balanços corporativos. Índice de referência do mercado, o Ibovespa avançou 1,12%, a 134.637,97 pontos.

O avanço das ações brasileiras permite a atração de um maior fluxo de capital estrangeiro para o país, o que, por consequência, pressiona a divisa norte-americana ante o real.

“Avaliamos que o mercado local permanece bastante atrativo para o investidor estrangeiro, seja por conta da confortável posição das contas externas, pela expectativa de maior crescimento do PIB e pela atratividade do carry trade”, disse Cristiano Oliveira, diretor de pesquisa macroeconômica do Banco Pine.

Na mínima da sessão, às 15h46, o dólar atingiu R$5,45915 (-0,84%). Na máxima, a moeda foi a R$5,5109 (+0,1%), já nos primeiros minutos de negociações.

Apesar dos fatores positivos para a moeda brasileira, o mercado doméstico ainda segue dependente em grande parte de novidades concretas na busca do governo do Brasil por negociar com Washington a tarifa punitiva de Trump.

De modo geral, os investidores desejam saber se haverá mais isenções para produtos brasileiros e qual será o plano de contingência do governo para ajudar empresas e setores mais afetados pela taxa dos EUA.

Em entrevista exclusiva à Reuters nesta quarta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro que não vê espaço para negociações diretas com Trump, acrescentando que o Brasil não pretende anunciar tarifas recíprocas.

Também nesta quarta, o governo apresentou pedido de consultas aos EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa da imposição por Washington da tarifa de 50%, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Pela manhã, o Banco Central vendeu 35.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1º de setembro de 2025.

(Edição de Pedro Fonseca)





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Fogo em plantações de cana em 2024 queriam forçar produtor a vender barato, diz Faesp



A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (28) uma megaoperação contra crimes no setor de combustíveis.

De acordo com a investigação, os alvos incluem membros do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma facção criminosa com tentáculos por todo o país, além de redes associadas. As acusações giram em torno de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e adulteração de combustíveis.

O presidente da Federação da Agricultura do Estado (Faesp), Tirso Meirelles, enxerga um paralelo entre o atual caso e os incêndios florestais e em propriedades rurais paulistas no ano passado.

Na opinião dele, o fogo, que se estendeu em grandes proporções, fazia parte de uma ação orquestrada para obrigar o produtor a vender mais barato a sua produção de cana-de-açúcar para a fabricação de etanol.

“A Federação da Agricultura e Pecuária de São Paulo fez um observatório para acompanhar todos esses processos desses grupos criminosos pressionar os produtores e o setor produtivo”.



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