domingo, maio 3, 2026

Autor: Redação

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Maior laboratório de análise de solo do país fez 375 mil mensurações de carbono nos último cinco anos


Os projetos de balanço, compensação e comércio de carbono ganham força como mecanismos para impulsionar a adoção de práticas mais resilientes ao clima. Ao mesmo tempo, geram dados rastreáveis sobre o uso do solo e os impactos ambientais da produção, ampliando a transparência na cadeia de alimentos e viabilizando o acesso a mercados cada vez mais exigentes. Nesse cenário, a demanda por mensurações robustas, rastreáveis e alinhadas a padrões internacionais tornou-se estratégica — não apenas para garantir a integridade dos créditos de carbono, mas para sustentar a credibilidade de toda uma nova economia climática que se estrutura sobre o solo. O IBRA Megalab está à frente dos principais projetos de carbono e agricultura regenerativa brasileiros e é responsável por 375.000 levantamentos nos últimos cinco anos. 

O maior laboratório de análises de solo do país alia métodos clássicos a tecnologias inovadoras (DSM, Vis-NIR, frações lábeis, BioAS) que garantem alta rastreabilidade e controle de qualidade. Dessa forma, determina a quantidade de carbono no solo por meio do método de combustão seca (Dumas) e foi pioneiro no desenvolvimento da nova tecnologia Vis-NIR, o SpecSolo, juntamente com a Embrapa. “O laboratório também é acreditado pela ISO 17025, garantindo rastreabilidade e precisão em seus resultados analíticos. Além disso, é registrado no Global Soil Laboratory Network (GLOSOLAN), rede internacional reconhecida pela metodologia VM0042 como evidência aceita de desempenho analítico, reforçando a confiabilidade e a comparabilidade de suas análises de carbono no solo”, explica Thiago Camargo, diretor do IBRA Megalab.

Os resultados laboratoriais são integrados à plataforma digital própria que combina modelagem climática e dados de campo para gerar insights agronômicos e apoiar decisões mais precisas e resilientes, com aplicação direta em projetos de carbono e iniciativas de agricultura regenerativa.

Rastreabilidade dos dados

A rastreabilidade começa ainda na etapa de planejamento da amostragem na plataforma, passando pela execução da coleta em campo, o transporte das amostras e todo o fluxo interno no laboratório, até a emissão final dos resultados.

Durante a coleta, as amostras são embaladas em sacos com QR Code, que só podem ser escaneados no ponto georreferenciado previamente definido, garantindo que cada amostra corresponda exatamente ao local planejado. O sistema registra automaticamente data, horário e localização, permitindo o acompanhamento preciso de todas as etapas do processo.

As amostras são então integradas ao sistema LIMS (Laboratory Information Management System), que acompanha todo o ciclo analítico — da recepção ao laudo — com controle de qualidade contínuo. Cada lote passa por padrões internos, reanálises e validações com curvas de calibração, assegurando a integridade e confiabilidade dos dados.

Ao final, os resultados são inseridos na plataforma digital, que organiza e disponibiliza os dados analíticos de forma estruturada e transparente, permitindo a geração de relatórios rastreáveis, prontos para uso em auditorias e verificações de projetos de carbono.

Agricultura regenerativa

Presente nas principais regiões agrícolas do país por meio de uma rede de laboratórios franqueados, o IBRA Megalab facilita a logística, reduz o tempo de recebimento e garante agilidade no início das análises — fator crítico em projetos de carbono. Além disso, conecta desenvolvedores de projetos a empresas parceiras especializadas em coleta de solos em todo o território nacional, capacitadas para operar conforme os protocolos exigidos para análise de carbono.

O IBRA Megalab atua como laboratório de referência para análises de carbono e solo em diversos projetos de destaque em agricultura regenerativa e carbono no Brasil, como ProCarbono (Bayer), Programa Renove (Minerva), Agoro Carbon Alliance, NaturAll Carbon, Renova Terra, SPD Agro+ e Euro Clima, International Finance Corporation (IFC). “Também colaboramos com consultorias técnicas e desenvolvedores de projetos de carbono independentes em diferentes biomas, orientando sobre protocolos de coleta e análise para mensuração de carbono no solo, alinhados com padrões internacionais”, destaca Camargo.

 





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Mais de 7 mil cabeças de gado são apreendidas em áreas de desmatamento ilegal



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) identificou gado criado em área de floresta desmatada ilegalmente durante a Operação Carne Fria 3, no Pará.

A ação trouxe resultados expressivos: 7.061 cabeças de gado foram apreendidas em áreas embargadas por desmatamento ilegal e R$ 49 milhões em multas aplicadas aos infratores.

Durante as análises, o Ibama identificou mais de 2,1 mil hectares de floresta suprimida ilegalmente, que deveriam estar em recuperação, mas estavam sendo utilizados para a pecuária.

Ao todo, foram inspecionados 20 imóveis rurais nos municípios de São Félix do Xingu, Pacajá e Rondon, todos líderes em desmatamento. Como resultado, foram aplicados R$ 22 milhões em multas por descumprimento de embargo e impedimento da regeneração da vegetação.

Além disso, os mais de 7 mil animais apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 30 milhões, deverão ser retirados das áreas embargadas pelos proprietários no prazo de 30 dias.

Frigoríficos autuados

A fiscalização atingiu também os frigoríficos: 16 unidades foram inspecionadas, e seis foram autuadas em R$ 4 milhões por compra direta de 8.172 cabeças de gado de áreas embargadas. Outros 12 frigoríficos receberam notificações e estão sob investigação por adquirirem gado suspeito, que teria sido triangulado por fazendas “limpas” para mascarar a origem ilegal.

A operação revelou ainda indícios de “lavagem de gado”: animais de áreas ilegais eram transferidos para propriedades sem embargo para receber novas Guias de Trânsito Animal (GTAs), criando aparência de legalidade antes de serem repassados a frigoríficos exportadores.

Além das medidas administrativas, todas as irregularidades foram encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) para responsabilização civil e criminal dos envolvidos.

Operação Carne Fria 3

As investigações da operação tiveram início em março de 2025 e integram o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).

A série Operação Carne Fria já havia sido realizada em outras duas edições, em 2017 e 2024, quando o Ibama fiscalizou mais de 50 frigoríficos, centenas de imóveis rurais e lavrou mais de 170 autuações, que somaram R$ 640 milhões em multas, além da apreensão de 8.854 cabeças de gado.



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Mapa aprova zoneamento agrícola de milho 2ª safra para 13 estados



O Ministério da Agricultura aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o cultivo de milho segunda safra no ciclo 2025/26. A medida, que consta das portarias de números de 384 a 397, foi publicada pela Secretaria de Política Agrícola do ministério no Diário Oficial da União (DOU).

O zoneamento foi aprovado para o cultivo de milho para os seguintes estados:

  • Acre;
  • Goiás;
  • Maranhão;
  • Minas Gerais;
  • Mato Grosso do Sul;
  • Mato Grosso;
  • Pará;
  • Piauí;
  • Paraná;
  • Rio de janeiro;
  • Rondônia;
  • São Paulo;
  • Tocantins; e
  • Distrito Federal

Para cada estado, o ministério estabeleceu os períodos mais adequados para o plantio do cereal e indicou as cultivares mais adaptadas a cada unidade federativa.

A pasta reforça que o zoneamento objetiva reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e orienta o produtor quanto ao período adequado para a semeadura em cada região de acordo com o solo e a variedade da cultura.

A política define as áreas e os períodos de plantio, de acordo com probabilidades de perdas de produtividade de 20%, 30% e 40%. A concessão de crédito rural e a cobertura de seguro rural estão vinculadas ao Zarc.



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Preços do boi gordo hoje: confira as cotações no 1º dia de setembro


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo iniciou a semana sem apresentar mudanças significativas no padrão das negociações, com acomodação nas principais praças pecuárias.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda dispõem de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades, o que mantém uma frente de relativo conforto em suas escalas de abate.

“A demanda ainda é um ponto relevante a ser considerado, em especial quando se trata das exportações, em um ritmo acelerado de embarques no decorrer do ano”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 313,58 — na sexta: R$ 313,00
  • Goiás: R$ 307,86 — R$ 307,14
  • Minas Gerais: R$ 303,24 — R$ 304,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,14 — R$ 316,59
  • Mato Grosso: R$ 313,72 — R$ 313,18

Mercado atacadista

O mercado atacadista teve preços firmes para a carne bovina nesta segunda-feira (1). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes dos preços ao longo da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Por outro lado, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade ante as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina“, ressalta.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 22,90, por quilo; o quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,25, por quilo; e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,4390 para venda e a R$ 5,4370 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4154 e a máxima de R$ 5,4494.

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fatores de alta e baixa


O mercado global de trigo apresenta movimentos mistos, com fatores de alta e baixa impactando os preços nos últimos meses. Segundo a TF Agroeconômica, a Ucrânia registrou uma redução de 24,62% nas exportações de trigo entre 1º de julho e 28 de agosto de 2025, embarcando 2,55 milhões de toneladas contra 3,39 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior, influenciando positivamente os preços internacionais. No Brasil, a expectativa de uma safra menor, apesar do bom desenvolvimento das áreas plantadas, também deve pressionar os valores, mas apenas após o período de colheita, que deve se estender de setembro de 2025 a janeiro/fevereiro de 2026.

Entre os fatores que exercem pressão de baixa sobre os preços está o avanço rápido da colheita de trigo de primavera nos Estados Unidos, nas Grandes Planícies do Norte, que se beneficiam de clima seco e favorecem uma maior oferta ao mercado. A Austrália também projeta uma produção acima do esperado, estimada entre 32 e 35 milhões de toneladas, acima das 31 milhões indicadas pelo USDA, contribuindo para reduzir os preços globais.

A situação na Argentina é favorável à produção, conforme relatório semanal da BCBA – Bolsa de Cereales de Buenos Aires, que indica que 84,8% da área de trigo possui condições hídricas adequadas ou ótimas, com 99,5% das lavouras em estado normal ou excelente. A BCR, de Rosário, estima uma produção de 20,21 milhões de toneladas, somada a um saldo do ano anterior de 1,5 milhão de toneladas, aumentando em 4 milhões de toneladas a disponibilidade de trigo no país, pressionando o mercado.

No Brasil, a aproximação da colheita também contribuiu para o recuo dos preços de forma sazonal. Dados do CEPEA apontam queda de 1,14% no Paraná e 4,67% no Rio Grande do Sul ao longo do mês, refletindo o aumento da oferta local antes do início da colheita e reforçando o comportamento típico do mercado interno nesse período.

 





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Pecuária em MS: os campeões do Circuito Nelore em Nova Andradina


Pecuaristas, a celebração da qualidade na pecuária brasileira tem um palco de destaque: o Circuito Nelore de Qualidade. Em Nova Andradina, no estado de Mato Grosso do Sul, o evento se reuniu para premiar os campeões que estão fazendo um trabalho de ponta com a raça.Já clica aí pra assistir ao vídeo abaixo e conferir essa história que é pura inspiração e reconhecimento para a pecuária nacional!

Essa celebração da qualidade do nelore foi o grande assunto do quadro Giro pelo Brasil desta segunda-feira (1º).

O tradicional quadro do programa Giro do Boi, do Canal Rural, mostra como o Brasil está produzindo carne de alta qualidade, segura e com rastreabilidade para os consumidores. A história de hoje é um desses bons exemplos da pecuária de corte da “prateleira de cima”.

Quem fez questão de apresentar em primeira mão os resultados dessa etapa importante foi o Robson Procópio, originador da unidade da Friboi de Nova Andradina, no estado de Mato Grosso do Sul.

Robson mostrou a lista dos pecuaristas campeões da 10ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2025, que aconteceu no dia 22 de agosto.

 etapa reuniu 577 cabeças de bovinos para terem suas carcaças avaliadas, vindas de cinco produtores diferentes. No total, foram 358 machos e 219 fêmeas, mostrando a força e a dedicação da pecuária da região.

Os campeões da etapa de Nova Andradina

Foto: Divulgação/Friboi de Nova Andradina (MS)Foto: Divulgação/Friboi de Nova Andradina (MS)
Foto: Divulgação/Friboi de Nova Andradina (MS)

E, claro, teve premiação para quem fez bonito! O Circuito Nelore de Qualidade, realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), reconheceu o trabalho e a dedicação dos pecuaristas que se destacaram:

  • Pódio Novilhas Nelore:
    • 1º lugar: Ricardo José Silva, da Fazenda Santo Antônio do Buriti, em Três Lagoas (MS).
    • 2º lugar: Espólio de Annes Salim Saad, da Fazenda Gaeiro, em Nova Alvorada do Sul (MS).
  • Pódio Machos Nelore:
    • 1º lugar: Paula Ferreira Martins, da Fazenda Dois Irmãos, em Bataguassu (MS).
    • 2º lugar: Carlos Molina, da Fazenda Triângulo, em Nova Andradina (MS).
    • 3º lugar: Ricardo José Silva, da Fazenda Santo Antônio do Buriti, em Três Lagoas (MS). O pecuarista foi bicampeão na etapa.

Os resultados demonstram a excelência de produtores do estado de Mato Grosso do Sul em produzir gado nelore de alta qualidade, com um trabalho que se traduz em peso, rendimento de carcaça e maior rentabilidade.



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Brasil enfrenta ‘calorão’ em setembro; chuvas à vista irão ‘castigar’ as regiões?



O início de setembro indica a formação de um ciclone próximo à Argentina, que deve provocar temporais localizados no Mato Grosso do Sul. No entanto, não há previsão de chuva volumosa para o Brasil Central neste começo de mês.

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As temperaturas seguem elevadas, principalmente no Centro-Oeste, no interior do Matopiba e no Sudeste, com máximas que podem chegar aos 40°C nas regiões mais quentes do interior. Essa tendência se mantém até meados de setembro, aproximadamente entre os dias 20 e 22, quando começa oficialmente a primavera.

Quando as chuvas chegam?

A previsão indica que as chuvas devem se intensificar apenas no final do mês, o que é importante para o planejamento dos produtores de soja. Para o Sudeste, o interior do Matopiba e o Centro-Oeste, a chuva deve voltar acima da média, mas de forma gradual.

Nos próximos cinco dias, portanto, não se espera precipitação no Brasil Central. Essa condição se mantém até a próxima semana, antes do fechamento da primeira quinzena.

Chuva em MS

Para São Gabriel do Oeste (MS) a previsão aponta pouca chuva entre os dias 10 e 12, com acumulados de cerca de 10 mm. Somente a partir do dia 22 é que as chuvas devem ganhar ritmo, somando aproximadamente 50 mm, o que garantirá reposição hídrica adequada do solo.

Entre os dias 7 e 11 de setembro, ainda não há expectativa de chuva volumosa no interior da região, exceto em Rondônia e no noroeste de Mato Grosso.

O que o produtor deve esperar

Portanto, os produtores que planejam iniciar a semeadura da safra 2025/26 devem tomar cuidado: até a virada do mês, as temperaturas devem permanecer elevadas, e a chuva só deve ocorrer na última semana de setembro.



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Hortênsia é resgatada em projeto que une turismo, educação e identidade rural



O Projeto Hortênsias será lançado durante a 37ª edição do Festuris, em Gramado, com o objetivo de resgatar a flor como símbolo cultural da Região das Hortênsias, na Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul.

Em 2025, foram plantadas mais de 1,2 milhão de mudas em Gramado e outras 120 mil em Canela, reforçando a presença da flor na região.

Segundo a CEO do Festuris, Marta Rossi, o projeto busca reviver o valor simbólico da hortênsia como expressão de hospitalidade, cuidado com o território e pertencimento, aproximando alunos das escolas municipais de empresários e profissionais do turismo.

“Trabalhar o turismo desde a escola, especialmente em cidades com vocação turística, é fundamental para formar cidadãos conscientes do valor que a hospitalidade tem em nossa cultura. O Projeto Hortênsias reforça esse elo entre educação, identidade local e desenvolvimento sustentável do turismo”, destaca.

A hortênsia é recolocada no centro de um processo de reconexão com as origens da região, onde turismo, comunidade e paisagem sempre caminharam juntos.

Iniciativa educacional

Um dos pilares do projeto é a integração com a rede de ensino. Alunos participarão de atividades que incluem a distribuição de materiais didáticos, oficinas e conteúdos sobre a importância da hortênsia como símbolo local. A iniciativa visa construir um legado cultural desde a infância, conectando gerações por meio da flor que moldou a identidade da cidade.

Além disso, estão previstas ações de plantio de hortênsias, criação de um livro infantil e um jogo pedagógico, reforçando o compromisso com a educação e conhecimento local.

Feira Internacional de Turismo de Gramado

A Feira Internacional de Turismo de Gramado (Festuris) é realizada anualmente na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. Criada há mais de três décadas, a feira se consolidou como um dos principais eventos de negócios turísticos das Américas, reunindo empresas, destinos e profissionais do setor.

O encontro promove networking, troca de experiências e debates sobre temas relevantes para o turismo mundial, além de contribuir para o desenvolvimento da atividade no país.


Programação da Festuris

  • Data: 06 a 09 de novembro de 2025
  • Horário: a partir das 8h30
  • Onde: Serra Park, Gramado, Rio Grande do Sul.
  • Saiba mais no site do evento.



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Como ficaram os preços de soja no primeiro dia de setembro?



O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com comercialização travada e preços estabilizados. O analista e consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destacou que não houve negócios de volume consistente.

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“Sempre aparece um lote ou outro, mas nada de volume. A comercialização já estava lenta na semana passada e agora parou de vez”, disse Silveira. “Sem Chicago, hoje foi feriado nos Estados Unidos. Ninguém quer arriscar, mesmo com essa alta leve do dólar”, completou.

O consultor ressalta que os preços observados nesta segunda-feira são apenas uma referência. “Na safra antecipada também quase não tivemos movimento, ninguém fixando. No geral, dia bem parado, todo mundo só esperando a CBOT”, acrescentou.

O cenário reflete uma combinação de fatores: a ausência de negócios de volume, o feriado nos Estados Unidos e a cautela dos produtores e tradings diante das expectativas para a Bolsa de Chicago (CBOT), principal referência internacional para a soja.

No mercado físico, os preços no Brasil foram:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 125,00

Soja em Chicago

Devido ao feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, não houve pregão nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As operações serão retomadas na terça-feira.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,4390 para venda e R$ 5,4370 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4154 e a máxima de R$ 5,449



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