sexta-feira, maio 1, 2026

Autor: Redação

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Micro e pequenas empresas de SP poderão vender produtos no Uruguai e na Argentina



Micro e pequenas empresas de todo o estado de São Paulo, que atuam nos setores de alimentos e bebidas e máquinas e equipamentos e queiram comercializar seus produtos no Uruguai e na Argentina, já podem se inscrever para participar da 2º Missão São Paulo Exporta, que acontece entre 24 e 28 de novembro. O prazo de inscrições termina no dia 19 de setembro.

A missão é uma ação conjunta entre a InvestSP, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Sebrae-SP. O objetivo da iniciativa é ampliar as exportações e criar oportunidades de negócios para empresas paulistas no exterior.

Só no ano passado, o estado vendeu para Uruguai e Argentina mais de US$ 7 bilhões em mercadorias. Para incentivar novos negócios com os dois países, a missão contará com:

  • Rodadas de negócios com possíveis clientes e parceiros;
  • Seminário para que os empreendedores possam conhecer melhor os mercados uruguaio e argentino;
  • Visitas técnicas para entender as características de cada país e suporte para que as empresas consigam apresentar seus produtos em espanhol.

A diretoria de Relações Internacionais e Comércio Exterior da InvestSP, Julia Saluh, destaca que São Paulo é referência na indústria e no agronegócio, o que faz com que as empresas paulistas sejam competitivas em qualquer mercado.

“Queremos usar o conhecimento da nossa equipe técnica e a experiência das quase 100 missões realizadas nos últimos três anos para preparar o pequeno negócio, abrir portas e promover a geração de negócios, emprego e renda no estado”, afirma.

A InvestSP também conta com um programa gratuito de capacitação para exportação, o Exporta SP, que já formou mais de mil empresas de micro, pequeno e médio porte, produtores rurais e startups, para que acessem o mercado externo.

Julia destaca que a agência ainda mantém uma rede de escritórios internacionais, com unidades na América do Norte, na Europa, na Ásia e no Oriente Médio, que dão suporte aos empreendedores paulistas que atuam ou pretendem atuar nesses mercados.

Para saber mais sobre regulamento, critérios de seleção e investimento, clique aqui. Já para se inscrever na missão, basta acessar este link.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo inicia semana em queda



Consumo aumenta, mas atacado reage pouco



Foto: Pixabay

O mercado do boi gordo iniciou a semana em queda no Estado de São Paulo. Com a oferta elevada e escalas de abate alongadas em parte das indústrias frigoríficas, os preços do boi gordo e do chamado “boi China” recuaram R$ 3,00 por arroba. “Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado”, informou o levantamento. As escalas de abate, em média, atenderam a 13 dias.

Na região Sudeste de Rondônia, a oferta mais restrita não alterou as cotações, que permaneceram estáveis, com escalas de abate estimadas em nove dias. Situação semelhante foi observada no Acre, onde também não houve variação diária nos preços.

No mercado atacadista de carne com osso, o consumo ganhou impulso no fim da semana passada, reflexo do recebimento de salários pela população. O movimento elevou a demanda por reposição de estoques, mas as cotações registraram pouca reação. A carcaça casada do boi capão foi a exceção, com alta de 0,7%, ou R$ 0,15 por quilo. Para as demais categorias, não houve alterações.

Entre as carnes alternativas, o frango médio apresentou avanço expressivo de 9,4%, o equivalente a R$ 0,60 por quilo, após um período de estabilidade. Já o suíno especial manteve preços inalterados.





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Federação pede medidas políticas e legais contra arroz importado



A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) protocolou pedido à presidência da República de adoção de medidas políticas e legais para garantir proteção à produção nacional de arroz.

A solicitação foi encaminhada pelo presidente da entidade, Denis Dias Nunes, e busca resguardar a orizicultura diante do que a entidade chama de concorrência desleal com o cereal importado, considerada predatória para o setor.

Segundo a Federarroz, o cenário atual gera sérias dificuldades econômicas e financeiras, especialmente para os produtores gaúchos.

“Nossos agricultores enfrentam absoluta impossibilidade de competir com o produto estrangeiro, o que ameaça a continuidade da atividade e a própria segurança alimentar do país”, destacou o comunicado.

A Federação argumenta que a manutenção desse quadro pode resultar na redução da safra brasileira de arroz, elevando o preço do alimento e impactando diretamente as famílias de menor renda.

Entre as medidas solicitadas estão a aplicação de instrumentos de salvaguarda e a investigação de práticas de dumping social e ambiental.

A nota finaliza advertindo que, a médio prazo, essa situação culminará no aumento de preços ao consumidor, com impacto direto na renda e na subsistência das camadas mais vulneráveis da população.



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Em evento no Brasil, FAO discute novas estratégias de combate à gripe aviária



Autoridades, especialistas e representantes do setor privado discutem, a partir desta terça-feira (9), em Foz do Iguaçu, no Paraná, as melhores estratégias para prevenir e combater a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), nome oficial da gripe aviária. Dados da Organização Mundial de Saúde Animal apontam que quase 2,5 mil surtos foram registrados nas Américas, desde 2022, sendo 185 no Brasil.

Em maio deste ano, foi registrado o primeiro foco da doença em granja comercial do país, obrigando o abate de 17 mil aves, em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Mas em menos de um mês, o foco foi debelado e o Brasil recuperou o status de país livre da doença. O episódio mostra, no entanto, os impactos sanitários e econômicos da gripe aviária, que é altamente infecciosa entre aves e pode contaminar outras espécies. Os casos em humanos são raros, mas o risco de morte é alto.

O evento, organizado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), vai lançar a nova Estratégia Global 2024–2033 para a Prevenção e o Controle da IAAP, desenvolvida por grupos de trabalho do organismo internacional, em parceria com a Organização Mundial da Saúde Animal. O objetivo é apoiar a elaboração e implementação de planos de ação nacionais e regionais, e reduzir os riscos de que a doença ultrapasse fronteiras e se torne uma pandemia global.

De acordo com o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, um dos pontos essenciais para que esses planos sejam bem sucedidos é a comunicação.

“O aspecto principal de um sistema de segurança e defesa é garantir que todos tenham um nível adequado de informação e capacitação para atuar. Tanto o grande produtor quanto o pequeno precisam estar informados, capacitados e preparados para agir adequadamente diante de uma situação”, defende.

Meza enfatiza que os planos de combate à doença precisam considerar as diversas realidades do país, “não apenas as de grande escala comercial, mas também diferentes formas de produzir carne de aves”.

“Seja, por exemplo, com aves confinadas ou com aves mais livres no pasto, em média e pequena escala”, avalia.

O representante da FAO no Brasil adianta que o evento também vai relembrar que o respeito às boas práticas de produção é essencial para a prevenção e o controle de surtos. E, para que todos os produtores sejam capacitados, é preciso antes que eles sejam cadastrados pelas autoridades afins.

“Todo produtor deve estar, de alguma forma, registrado, seja de pequena, média ou grande escala, e contar com uma plataforma onde possa se identificar como produtor e receber informações sobre o que implica produzir aves com inocuidade, quais são as consequências e de que maneira deve reagir frente a uma situação de risco”, acrescenta Jorge Meza.



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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em seis estados



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em seis estados na semana de 31 de agosto a 6 de setembro.

Na média dos postos pesquisados no país, o biocombustível tinha paridade de 67,91% ante a gasolina no período, portanto, favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que é utilizado.

Assim, o etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados:

  • Goiás (67,16%);
  • Mato Grosso (67,30%);
  • Mato Grosso do Sul (65,03%);
  • Minas Gerais (69,19%);
  • Paraná (67,49%); e
  • São Paulo (66,34%).



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Crédito Rural completa 60 anos e a indústria das renegociações de dívidas três décadas


O crédito rural no Brasil foi formalmente instituído pela Lei nº 4.829, de 5 de novembro de 1965, criando o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR).

O objetivo era modernizar a agricultura, ampliar investimentos em custeio e comercialização e garantir o abastecimento interno. O modelo, fortemente subsidiado pelo Estado, expandiu a produção, mas também concentrou recursos e aumentou a inadimplência.

Até 1995, não havia instrumentos estruturados de renegociação. O acúmulo de dívidas após o Plano Real levou à primeira grande iniciativa: a securitização, que converteu dívidas em títulos alongados.

Surgiram, então, o Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa) e o Programa de Revitalização de Cooperativas (Recoop). Nos anos 2000, novas normas ampliaram o alcance das renegociações. A Lei nº 11.775/2008 autorizou liquidações e repactuações em condições especiais, formando um dos maiores pacotes da história.

Em 2009, o FAT Giro Rural abriu linha emergencial de crédito, prorrogada em 2022, demonstrando a continuidade desse tipo de socorro.

Renegociações ligadas a fundos constitucionais (FNE, FCO, FNO) e eventos climáticos também marcaram o período. Destacam-se a Resolução CMN nº 4.112/2012 (prorrogação no semiárido), 4.272/2013 (estiagens no Sul) e 4.519/2016 (prorrogação de dívidas de custeio).

Nos últimos 20 anos, tornou-se rotina o uso de resoluções do CMN e portarias da PGFN para renegociar débitos originários de operações de crédito rural e das inscritas na Dívida Ativa da União (DAU), com condições facilitadas para produtores.

Recentemente, programas como o Desenrola Brasil Rural, voltado à agricultura familiar, renegociaram mais de R$ 6 bilhões em 2023, e a Medida Provisória nº 1.213/2025 prevê R$ 12 bilhões em prorrogação de dívidas, reforçando a presença contínua de pacotes emergenciais.

Indústria das renegociações

No Brasil, produtores continuam reféns de decisões políticas tomadas no afogadilho, aumentando ineficiências que se repetem a cada seca ou inundação. Essa realidade criou uma “indústria das renegociações”: recursos públicos consumidos, governos desgastados e raízes do problema pouco atacadas, mascarando uma bolha de inadimplência.

Outra indústria prospera paralelamente: a das recuperações judiciais. Hoje, é urgente revisar a política agrícola como fator de planejamento estratégico para preparar o Agro para a nova era geopolítica e econômica. O efeito Trump, tarifas internacionais e a competição global intensificam a necessidade de eficiência no uso de recursos para manter a competitividade brasileira.

Conflitos globais e a agenda climática, reforçada na COP30, exigem uma abordagem integrada, sustentável e resiliente. Cada real de subvenção deve alcançar um número maior de produtores mais vulneráveis, de forma pulverizada. O futuro exige seguro rural subsidiado, corresponsabilidade entre produtores e financiadores, diferenciação de juros com e sem seguro e menor dependência de socorros emergenciais.

Fundos garantidores

Novas soluções, como fundos garantidores vinculados ao seguro rural, podem representar um caminho viável para o crédito rural no Brasil. Só assim o país poderá atingir padrões internacionais de gestão de risco.

Financiamento sustentável, uso de tecnologias e boas práticas agrícolas, seguro rural e o Zoneamento Agrícola (Zarc) da Embrapa protegem o solo, aumentam a produtividade e permitem que o produtor permaneça em sua área sem necessidade de desmatamento — é o efeito “poupa terra”, mitigando riscos climáticos. Todos se beneficiam desse ciclo virtuoso.

A indústria das renegociações de dívidas precisa ser extirpada: é hora de cortar pela raiz essa cultura de procrastinação e socorros paliativos, construindo um sistema de crédito rural sólido, eficiente e justo — onde o país e seus produtores finalmente saiam do ciclo vicioso de perdas e dependência.

*Pedro Loyola é consultor em gestão de riscos agropecuários e financiamento sustentável e coordenador executivo do Observatório do Seguro Rural da FGV Agro.


Canal Rural e a FGV Agro não se responsabilizam pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seu autor. O Canal Rural se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Presença de abelhas eleva polinização da canola


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), as lavouras de canola no Rio Grande do Sul registram bom desenvolvimento, impulsionadas por dias ensolarados e temperaturas em elevação no final de agosto. “A radiação solar tem estimulado a polinização natural, intensificada pela presença de abelhas, fator que pode contribuir para o incremento da produtividade”, apontou o boletim.

Atualmente, a cultura está em pleno estádio reprodutivo, com áreas em floração, formação de síliquas e enchimento de grãos. A sanidade é considerada satisfatória, embora haja registros pontuais de pragas e doenças. Entre elas, destaca-se a traça-das-crucíferas (Plutella xylostella), identificada em diversas regiões.

A Emater/RS-Ascar projeta área cultivada de 203.206 hectares e produtividade média de 1.737 quilos por hectare.

Na região administrativa de Bagé, na Campanha, o início da floração coincidiu com temperaturas mais elevadas e radiação solar intensa, condições que favoreceram a fecundação. Na Fronteira Oeste, especialmente em São Borja, 55% das áreas estão em floração e 45% em enchimento de grãos. A disponibilidade de umidade no solo e a luminosidade têm contribuído para a formação adequada das síliquas.

Em Frederico Westphalen, 55% das lavouras estão em florescimento e 45% em enchimento de grãos, com bom estado fitossanitário e baixa ocorrência de pragas. Em Ijuí, 50% das áreas estão em floração, 48% em formação de síliquas e 2% em maturação. A presença da traça-das-crucíferas motivou a recomendação de inseticidas fisiológicos para preservar os polinizadores.

Na região de Santa Rosa, a distribuição dos estádios fenológicos mostra 3% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 49% em florescimento, 43% em enchimento de grãos, 4% em maturação e 1% já colhido. Segundo o boletim, a floração ativa na parte superior das plantas e a formação de síliquas nas inferiores indicam bom potencial produtivo.

Em Soledade, 70% das lavouras estão em florescimento, 25% em enchimento de grãos e 5% em estágio vegetativo. As temperaturas entre 15 °C e 23 °C, aliadas à radiação solar, favoreceram o crescimento, e a cultura apresenta boa sanidade, com monitoramento contínuo e aplicações pontuais de fungicidas.





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Alívio na inflação é temporário e futuro incerto, diz economista



Após o tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil completar um mês, a constatação é que os impactos na economia são ambíguos. Quem explica melhor é o economista Sillas Cezar, pesquisador da Universidade de São Paulo. Segundo ele, por um lado há uma enorme incerteza que tem se traduzido na queda do ritmo dos investimentos. Por outro, o país conta com um superávit comercial, que é um bom indicador e representa alívio inflacionário.

Os efeitos no longo prazo, no entanto, não devem se sustentar. Se no IPCA-15 de agosto, alimentos como manga, arroz e carnes acumulam recuo, esse movimento pode ser reajustado pela redução da produção no campo. “No agronegócio, o cenário mais provável é de ajuste: produtores tendem a reduzir a produção para conter perdas, o que diminui a oferta e eleva os preços novamente em algum prazo não muito longo”, explica.

Impactos do tarifaço na economia

Os primeiros reflexos do tarifaço começaram a aparecer no resultado da balança comercial de agosto. No mês passado, as exportações do Brasil para os Estados Unidos caíram 18,5%, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Neste ponto, Cezar não descarta um efeito em cadeia a partir dos impactos das tarifas norte-americanas em outros países. De acordo com ele, isso poderia levar a uma queda mais generalizada dos preços internacionais. “Somado a um dólar menos pressionado, haveria espaço para aumento do poder de compra interno”.

Mesmo assim, o especialista diz que ainda é cedo e que o cenário tem que ser monitorado. 

Alívio inflacionário: até quando?

Mas afinal, as tarifas impostas pelos Estados Unidos devem se prolongar? Para o pesquisador da USP, o cenário segue incerto e dominado por disputas políticas. Ele afirma que qualquer previsão categórica seria precipitada.

“Se alguém disser que sabe essa resposta, estará mentindo. Os cenários vão desde uma melhora em prazo relativamente curto até uma crise mais prolongada”, resume.

Cezar também destaca que a estratégia de Donald Trump está diretamente associada ao enfraquecimento econômico de outros países, o que amplia as incertezas. “O sucesso de Trump hoje está ligado ao declínio econômico de muita gente. Quem sairá vencedor dessa disputa? Ainda não sabemos. Eu não sei.”

Linha do tempo do tarifaço

Após adiamento e exclusão de quase 700 produtos da lista original, a cobrança das alíquotas que chegam a até 50% sobre produtos como carne bovina, café e frutas, começou oficialmente em 6 de agosto. De lá para cá, houve diversas tentativas de negociação por parte do governo brasileiro, mas sem sucesso. 

Uma semana depois do anúncio das tarifas, em 13 de agosto, o Brasil lançou um pacote de ações a fim de reduzir os impactos nas empresas que dependem das exportações para os Estados Unidos. Intitulado de Brasil Soberano, a principal medida anunciada inclui R$ 30 bilhões em crédito.

Já no começo de setembro, empresários brasileiros estiveram em Washington para mais uma tentativa de convencer os norte-americanos a rever o tarifaço contra os produtos do Brasil. No entanto, a comitiva, que contou com mais de 100 empresas envolvidas e entidades do setor produtivo, voltou sem acordo.



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Brasil registra superávit de US$ 500 milhões na primeira semana de setembro



O Brasil registrou superávit de US$ 500 milhões na balança comercial durante a primeira semana de setembro de 2025. As exportações somaram US$ 6,4 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,9 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

No acumulado do ano, as exportações alcançam US$ 234 bilhões, contra US$ 190,7 bilhões em importações, o que resulta em um saldo positivo de US$ 43,3 bilhões.

Comparativo mensal

Na comparação das médias diárias, as exportações da primeira semana de setembro de 2025 (US$ 1,280 bilhão) caíram 5,5% em relação a setembro de 2024 (US$ 1,355 bilhão). Já as importações cresceram 5,7%, passando de US$ 1,114 bilhão em setembro de 2024 para US$ 1,178 bilhão em setembro de 2025.

Com isso, até a primeira semana de setembro de 2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,458 bilhões, com saldo positivo de US$ 102,9 milhões. Em relação a setembro de 2024, houve leve retração de 0,4%.

Exportações e importações por setor

No acumulado até a primeira semana de setembro de 2025, em comparação ao mesmo período do ano anterior, o desempenho setorial das exportações (média diária) foi o seguinte:

  • Indústria de Transformação: crescimento de US$ 37,9 bilhões (+4,8%);
  • Agropecuária: queda de US$ 68,89 bilhões (-25,4%);
  • Indústria Extrativa: queda de US$ 40,25 bilhões (-14,0%).

No mesmo período, as importações (média diária) tiveram o seguinte desempenho:

  • Indústria Extrativa: crescimento de US$ 18,09 milhões (+24,6%);
  • Indústria de Transformação: crescimento de US$ 54,23 milhões (+5,4%);
  • Agropecuária: queda de US$ 3,4 milhões (-15,5%).



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