sexta-feira, maio 1, 2026

Autor: Redação

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Colombianos conhecem iniciativas do Fundecitrus no combate ao greening e CVC


O Fundecitrus recebeu, na última quinta-feira (28), a visita de pesquisadores da Corporación Colombiana de Investigación Agropecuaria – Agrosavia, da Colômbia, que vieram conhecer de perto a citricultura brasileira. Participaram da visita o fitotecnista Maurício Martinez e a fitopatologista Nubia Murcia.

Durante o encontro, os visitantes colombianos conheceram as principais iniciativas do Fundecitrus nas áreas de pesquisa e sustentabilidade, com foco no manejo do greening e da Clorose Variegada dos Citros (CVC). O objetivo da visita foi aprofundar conhecimentos e levar modelos de pesquisa e estratégias bem-sucedidas desenvolvidas no Brasil para adaptar junto aos produtores de citros na Colômbia.

A Agrosavia é uma entidade pública colombiana, de caráter científico e técnico, sem fins lucrativos, responsável pela geração de conhecimento e desenvolvimento tecnológico no setor agrícola, que tem o objetivo de melhorar a competitividade, garantir a sustentabilidade dos recursos naturais e fortalecer a capacidade científica do país, contribuindo para a qualidade de vida da população.

Pela manhã, os pesquisadores visitaram os laboratórios de Diagnóstico, Biotecnologia, Interação Vetor-Planta-Patógeno, Ecologia Química e Comportamento de Insetos, além de participarem de palestras técnicas com pesquisadores do Fundecitrus. No período da tarde, os representantes da Agrosavia apresentaram um panorama da citricultura colombiana à equipe da instituição.

O pesquisador do Fundecitrus Juan Arenas destacou a importância da cooperação internacional no enfrentamento das pragas e doenças que afetam a citricultura. “Assim como o Brasil, a Colômbia também enfrenta desafios com pragas e doenças que comprometem a produção de citros, como o greening. A troca de experiências, tecnologias e estratégias de manejo entre as instituições fortalece o combate a essas doenças. Parcerias como essa constroem pontes de conhecimento que beneficiam toda a cadeia citrícola na América Latina”, afirma.

Os visitantes estavam acompanhados do pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Bahia) Walter Soares. Com o apoio da Embrapa, eles estão conhecendo variedades de citros cultivadas no Brasil. “A citricultura brasileira é referência mundial, principalmente no combate ao greening, e atrai pesquisadores de outros países. Essa troca de conhecimento é essencial para o avanço das pesquisas”, destaca.

De acordo com o fitotecnista Maurício Martinez, o greening está presente na Colômbia há oito anos e, agora, os primeiros casos de CVC também começaram a surgir. “Conhecer uma instituição como o Fundecitrus, que atua em pesquisa, é essencial para darmos continuidade ao nosso trabalho. Na Colômbia, os pequenos produtores lideram o mercado de citros. Por isso, vamos levar tudo o que aprendemos no Brasil para que as estratégias de manejo sejam aplicadas da forma correta”, explica.

Também participaram da visita o pesquisador do Fundecitrus Renato Bassanezi, o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura Eduardo Girardi e o consultor do Fundecitrus e pesquisador Silvio Lopes.

Durante a semana, os pesquisadores colombianos visitaram pomares comerciais, cooperativas e packing house. Na sexta-feira (29), visitaram o Centro de Citricultura Sylvio Moreira, em Cordeirópolis (SP).





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Congresso chileno traz visita de viveiristas ao Fundecitrus



Congresso é considerado uma oportunidade estratégica para o setor


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a visita de cerca de 30 viveiristas e profissionais da área de diferentes países, que vieram conhecer de perto os trabalhos desenvolvidos pela instituição. A passagem pelo Brasil integrou a programação preliminar do Congresso Internacional de Viveiristas, realizado em Viña del Mar, no Chile.

O grupo era composto por profissionais da Austrália, Estados Unidos, Egito, África do Sul, Holanda, Chile, Argentina entre outros. Durante a visita, eles conheceram os laboratórios de Diagnóstico, Biotecnologia, Ecologia Química e Comportamento de Insetos do Fundecitrus.

O congresso, organizado pela Sociedade Internacional de Viveiros Cítricos, é considerado uma oportunidade estratégica para o setor, reunindo especialistas em busca de inovações, práticas de cultivo e conexões internacionais que fortalecem a citricultura em diferentes regiões do mundo.





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China impõe tarifas e pressiona setor de carne suína da União Europeia



Produtores de carne suína da União Europeia enfrentam pressão sobre as margens de lucro após a China, seu maior mercado, anunciar tarifas antidumping de até 62,4% sobre produtos vindos do bloco. As medidas provisórias, que entraram em vigor nesta quarta-feira (10), atingem mais de US$ 2 bilhões em exportações anuais e podem reduzir os preços
pagos ao produtor.

A China responde por cerca de um quarto das exportações de carne suína da União Europeia. No primeiro semestre de 2025, as vendas para o país cresceram 4% após três anos de queda. Mais da metade dos embarques é formada por miúdos, muito consumidos no mercado chinês, mas com baixa demanda em outros destinos, o que limita alternativas comerciais.

O aumento das tarifas, somado à valorização do euro, pode reduzir a produção europeia de
suínos e interromper a recuperação do setor, que vinha sendo favorecida por custos menores de ração e energia. As tarifas também são vistas como resposta da China aos impostos da União Europeia sobre veículos elétricos chineses.



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Com recordes, abate de bovinos, suínos e aves cresce no segundo semestre de 2025



O abate de bovinos cresceu 3,9% segundo trimestre de 2025, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (10). No período, foram abatidas 10,4 milhões de cabeças de bovinos.

Maio foi o mês mais intenso, com 3,59 milhões de cabeças, crescimento de 4,9% na comparação anual. O destaque foi o abate de fêmeas, que avançou 16% em relação ao ano anterior, mantendo a tendência observada desde o início de 2025.

Entre os estados, São Paulo (+129,5 mil cabeças), Pará (+87 mil) e Rio Grande do Sul (+50,4 mil) lideraram os aumentos. Já Mato Grosso (-85,4 mil) e Minas Gerais (-53 mil) registraram as maiores quedas.

Mato Grosso segue como principal estado no abate de bovinos, com 16,7% da participação nacional, seguido por São Paulo (10,9%) e Goiás (10,1%).

Suínos

O abate de suínos chegou a 15,01 milhões de cabeças, crescimento de 2,6% em relação ao 2º trimestre de 2024 . O resultado foi o maior já registrado para o período desde o início da série histórica, em 1997.

Rio Grande do Sul (+179,2 mil cabeças) e Minas Gerais (+95,9 mil) puxaram a alta. Santa Catarina, que continua liderando o ranking nacional com 28% da participação, registrou queda de 36 mil cabeças.

Frangos

Já o abate de frangos alcançou 1,6 bilhão de cabeças, alta de 1,1% sobre o mesmo período de 2024 . Foi o maior resultado já registrado para um segundo trimestre da série histórica. Paraná lidera o ranking, com 34,1% da participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,7%) e Rio Grande do Sul (11,4%).

Leite

A captação de leite cru somou 6,5 bilhões de litros, crescimento de 9,4% frente ao 2º trimestre de 2024 e queda de 1% em relação ao trimestre anterior. Foi o maior volume já registrado para o período.
Minas Gerais lidera a aquisição, com 23,8% do total, seguido por Paraná (15,7%) e Santa Catarina (12,7%)

Ovos

A produção de ovos atingiu 1,24 bilhão de dúzias, um aumento de 6,2% frente ao 2º trimestre de 2024 e de 2,9% sobre o trimestre anterior. São Paulo segue como o maior produtor nacional, com 25,6% do total, seguido por Minas Gerais (9,9%), Paraná (9,3%) e Espírito Santo (7,9%).



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Reunião técnica entre Fundecitrus, Mapa e Defesa discute plano nacional contra o greening



Encontro reuniu produtores viveiristas de citros


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a visita técnica de servidores do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo para discutir os primeiros passos da execução do Programa Nacional de Prevenção e Controle do Greening, que será implementado pelos estados. A portaria que institui o programa redefine, entre outros pontos, diretrizes mais rigorosas para o monitoramento da doença, o controle do inseto transmissor e a erradicação de plantas doentes.

O coordenador-geral de proteção de plantas do Mapa, Ricardo Hilman, destacou a relevância do plano nacional e a necessidade de ações conjuntas para mitigar o avanço do greening. “A doença, indiscutivelmente, é o maior problema da nossa citricultura. Com o programa nacional, tratamos não apenas das próximas ações, mas também de todo o trabalho que precisa ser iniciado, principalmente em São Paulo, onde está concentrada a citricultura nacional. Ao longo dos próximos meses, vamos nos organizar para aprimorar essa luta contra o greening e, com isso, reduzir sua incidência no futuro. Esse é o grande objetivo”, afirmou.

A normativa, que contou com o Fundecitrus como um dos órgãos consultivos, classifica os estados brasileiros em áreas com e sem ocorrência da doença, estabelecendo responsabilidades específicas para cada situação. O encontro também reuniu produtores viveiristas de citros, que ressaltaram a necessidade de ampliar as discussões sobre a revisão da legislação federal referente ao cancro cítrico. Para o pesquisador do Fundecitrus Franklin Behlau o início da operacionalização do plano nacional e as tratativas para adequar as exigências nos viveiros representam um avanço importante para a realidade do produtor. “É essencial que haja interação entre todos os envolvidos na elaboração de normativas que regulamentam o controle de doenças quarentenárias, sob responsabilidade do controle oficial, garantindo que estejam alinhadas às necessidades e à realidade do produtor”, acrescentou.





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Café brasileiro pode continuar fora de isenção do tarifaço; entenda



Sendo os Estados Unidos o principal destino do café do Brasil, havia a expectativa de que o produto entrasse na lista de exceções divulgada em agosto, quando o país efetivou o tarifaço contra as exportações brasileiras. Mas parece que isso não deve ocorrer tão cedo. Pelo menos é o que indica uma ordem assinada pelo presidente Donald Trump.

O texto oficial, publicado no site da Casa Branca na última sexta-feira (5), não cita diretamente o café nem outros produtos. No entanto, Trump afirma que pode reduzir a zero as tarifas recíprocas de importações consideradas estratégicas, desde que os países tenham compromissos firmados em acordos comerciais com os Estados Unidos e que isso atenda aos “interesses nacionais” e à emergência declarada pelo governo. 

No documento, o líder norte-americano acrescenta que a lista de possíveis isenções reúne produtos “que não podem ser cultivados, minerados ou produzidos naturalmente nos Estados Unidos ou em quantidade suficiente para atender à demanda doméstica”.

Negociações em andamento: o que diz o Cecafé 

Apesar da publicação, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) confirma que o grão foi inserido na chamada “lista master” de potenciais exceções. Isso porque o café se enquadra entre os itens estratégicos não produzidos em escala suficiente nos Estados Unidos. 

A entidade destaca, porém, que não há definição nem seleção dos países que produzem esses produtos a serem isentados pelo governo norte-americano. Para o Cecafé, o próximo passo será levar o tema ao Comitê Interministerial de Gestão da Crise do Tarifaço, liderado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, com o objetivo de pleitear a isenção para o Brasil. 

Vale lembrar que na semana passada, representantes do setor produtivo e da indústria estiveram em Washington para tentar negociar uma saída com os Estados Unidos. Em uma rede social, o diretor-geral do Cecafé, Marcos Matos, reafirmou o papel da entidade nas negociações. “Alcançamos um resultado e agora o foco está em levar essa informação junto ao comitê”. 

Nos bastidores, a expectativa é de que o próximo passo seja justamente uma reunião com a gestão interministerial para pleitear a isenção para o Brasil.

Café brasileiro sem garantias: o que esperar?

O consultor em agronegócios Carlos Cogo, diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, no entanto, faz um alerta sobre a ausência de menção explícita do café. “Não está claro se haverá redução de tarifas sobre o café de outros países. Porém, se ocorrer, pode aliviar a situação de abastecimento do mercado norte-americano”. No longo prazo, o especialista afirma que isso poderia afetar negativamente os preços pagos no Brasil.

Sobre o avanço das negociações entre os governos de Brasil e Estados Unidos, Cogo é categórico: sem canal diplomático aberto neste momento, o café brasileiro está na mão das negociações do setor privado dos dois países.



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IPCA tem deflação de 0,11% em agosto, aponta IBGE



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,11% em agosto, após alta de 0,26% em julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE.

Com o resultado, a inflação acumulada em 2025 chega a 3,15%. Nos últimos 12 meses, o índice desacelerou para 5,13%, abaixo dos 5,23% observados no período anterior. Em agosto de 2024, o IPCA havia recuado 0,02%.

Habitação e alimentos puxam queda

Dos nove grupos pesquisados, cinco apresentaram variação negativa. O destaque foi habitação (-0,90%), impactada principalmente pela queda de 4,21% na energia elétrica residencial, resultado do crédito do Bônus de Itaipu nas contas de luz. A contribuição do item para o índice foi de -0,17 ponto percentual.

O grupo alimentação e bebidas (-0,46%), de maior peso no IPCA, caiu pelo terceiro mês consecutivo, puxado por itens básicos como tomate (-13,39%), batata-inglesa (-8,59%), cebola (-8,69%), arroz (-2,61%) e café moído (-2,17%). Já a alimentação fora do domicílio desacelerou de 0,87% em julho para 0,50% em agosto.

Em transportes (-0,27%), a deflação foi influenciada pelas passagens aéreas (-2,44%) e pela queda nos combustíveis (-0,89%), com destaque para a gasolina (-0,94%) e o etanol (-0,82%).

Altas concentradas em educação e saúde

No lado das altas, o grupo educação (0,75%) liderou a variação, refletindo reajustes nos cursos regulares, sobretudo no ensino superior (1,26%) e no ensino fundamental (0,65%). Também houve aumento nos cursos de idiomas (1,87%).

Outros avanços vieram de vestuário (0,72%), com destaque para roupas masculinas (0,93%) e calçados (0,69%); saúde e cuidados pessoais (0,54%), influenciado por produtos de higiene (0,80%) e planos de saúde (0,50%); e despesas pessoais (0,40%), onde pesou o reajuste em jogos de azar (3,60%).



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Brasil pode ser líder mundial de fornecimento de carne


O avanço da renda mundial e a maior distribuição social estão transformando o padrão alimentar. A OCDE e a FAO projetam que até 2034 o consumo global de carnes crescerá em quase 48 milhões de toneladas, o que representa um acréscimo médio de 0,9 kg per capita/ano.

  • Frango: deve liderar a expansão, representando 47% do aumento total, por ser a proteína mais barata, de ciclo rápido e menor impacto ambiental.
  • Suínos: terão crescimento moderado, puxado pela Ásia, especialmente China, Vietnã e Filipinas.
  • Bovinos: ainda que cresçam menos em volume, continuarão sendo a proteína de maior valor agregado, associada a status e qualidade.

O Brasil tem três trunfos estratégicos:

  1. Sanidade reconhecida: desde 2025 é considerado livre de febre aftosa sem vacinação, ampliando acesso a mercados premium.
  2. Capacidade de expansão: é um dos poucos países que pode aumentar a produção sem comprometer segurança alimentar interna.
  3. Eficiência crescente: sistemas integrados (Integração Lavoura-Pecuária – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) e confinamento vêm elevando a produtividade de arrobas/ha/ano.

Em 2024, o Brasil exportou mais de 10 milhões de toneladas de carnes (bovina, suína e aves), consolidando-se como líder em frango e bovinos e entre os cinco maiores em suínos.

Na pecuária de corte, a taxa de desfrute,  percentual de animais abatidos em relação ao rebanho, evoluiu de 11% nos anos 1990 para cerca de 22% atualmente. Com intensificação tecnológica, já há sistemas superando 30%.

Como isso é possível:

  • Nutrição balanceada e terminação em confinamento reduzem idade de abate para 24–30 meses.
  • Genética melhorada garante ganho de peso mais rápido e carcaças padronizadas.
  • Integração lavoura-pecuária permite até três safras anuais (duas de grãos + engorda), otimizando o uso da terra.

Resultado: mais carne com o mesmo rebanho, menor custo fixo por arroba e padronização de qualidade.

  • Frango: ciclo de apenas 42 dias até o abate e conversão alimentar de 1,7 kg de ração/kg de carne — insuperável entre proteínas.
  • Suínos: ciclo de 150 a 180 dias, com conversão próxima de 2,6:1, permite rápido ajuste de oferta.
  • Mercado externo: em 2025, o Brasil exportou cerca de 5 milhões de toneladas de frango e 1,2 milhão de toneladas de carne suína, consolidando a liderança global.

Desafios a monitorar

  1. Custo dos grãos: milho e soja representam até 70% do custo em aves e suínos.
  2. Logística: frete interno e gargalos portuários ainda elevam custo Brasil.
  3. Exigências ambientais: desmatamento zero e rastreabilidade são condições crescentes para manter mercados.
  4. Saúde animal: Influenza aviária e peste suína africana são riscos constantes.

O mundo caminha para uma nova era da proteína animal, impulsionada pelo aumento da renda, pela inclusão digital e pela necessidade de combater a fome. Frango será a proteína de maior expansão, suínos acompanharão o movimento e a carne bovina seguirá como símbolo de valor agregado.

O Brasil está entre os poucos países capazes de responder a esse salto de demanda com escala, eficiência e sanidade reconhecida. O avanço da taxa de desfrute e a intensificação produtiva colocam a pecuária nacional em condições de entregar mais carne por hectare, reduzindo custos e ampliando margens.

Se soubermos transformar esses ganhos de produtividade em narrativa de sustentabilidade, rastreabilidade e qualidade premium, o Brasil não apenas atenderá a nova demanda global, mas consolidará sua posição como o fornecedor de última instância em proteínas animais no mundo.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Julgamento de Bolsonaro e dados do IPCA impactam o mercado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que tensões no Oriente Médio e dados fracos nos EUA impulsionaram o ouro e o petróleo. Wall Street renovou recordes com provável corte de juros pelo Fed.

No Brasil, Ibovespa caiu 0,12% e o dólar fechou acima de R$ 5,43 com cautela pelo julgamento de Bolsonaro. Hoje, destaque para o IPCA de agosto, esperado em -0,19%.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Pecuária em MG: confinamento de ponta gera boiada de 22 arrobas


Pecuaristas, a busca por resultados extraordinários na pecuária brasileira continua a render histórias inspiradoras. Em Minas Gerais, um lote de boiada confinada está surpreendendo o mercado e mostrando que um manejo de ponta faz toda a diferença. O resultado é uma boiada da “prateleira de cima” que alcançou quase 22 arrobas. Já clica aí pra assistir ao vídeo abaixo e conferir essa história que é pura inspiração para a sua fazenda!

Essa prova de excelência e dedicação foi o grande assunto do quadro Giro pelo Brasil desta terça-feira (9).

O programa, transmitido pelo Canal Rural, mostra como o Brasil está produzindo carne de alta qualidade, segura e com rastreabilidade para os consumidores. A história de hoje é um desses bons exemplos da pecuária de corte da “prateleira de cima”.

O sucesso que vem da Fazenda Chumbo

De onde veio esse gadão que está dando o que falar? Essa produção de primeira é do pecuarista Osmar Domingos da Mota, o craque da Fazenda Chumbo, que fica lá no município de Patos de Minas, no estado de Minas Gerais.

Osmar e sua equipe estão de parabéns por um trabalho que reflete o cuidado, o investimento e a visão de quem busca a excelência na criação de bovinos.

Quem fez questão de apresentar esses resultados de tirar o chapéu foi o Roberto Ribeiro Moreira Filho, gerente da unidade da Friboi de Ituiutaba, no estado de Minas Gerais.

Roberto destacou a qualidade do lote e como o manejo bem-feito no confinamento é fundamental para alcançar esses patamares de peso e qualidade que impressionam.

Os números que comprovam a qualidade

O peso médio por carcaça após o abate foi de impressionantes 326 quilos, o que dá 21,7 arrobas por animal. Foto: Divulgação/Friboi de Ituiutaba (MG)O peso médio por carcaça após o abate foi de impressionantes 326 quilos, o que dá 21,7 arrobas por animal. Foto: Divulgação/Friboi de Ituiutaba (MG)
O peso médio por carcaça após o abate foi de impressionantes 326 quilos, o que dá 21,7 arrobas por animal. Foto: Divulgação/Friboi de Ituiutaba (MG)

Agora, preparem-se para os números que confirmam a excelência desse lote. O produtor levou para o abate um super lote de 325 bois, todos eles confinados e com idade de 0 a 4 dentes.

O peso médio por carcaça após o abate foi de impressionantes 326 quilos, o que dá 21,7 arrobas por animal. Esse peso, vindo de uma boiada tão bem cuidada, é a prova de um trabalho caprichado e de um gado com potencial de primeira.

Para finalizar, Roberto lembrou ainda a data do Circuito Nelore de Qualidade na unidade da Friboi de Ituiutaba: 30 de setembro. Uma ótima oportunidade para ver mais exemplos de gado de qualidade.



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