sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Senar Goiás atinge 100 cursos EaD gratuitos no agro



Iniciativa já contabiliza cerca de 300 mil matrículas


Foto: Expodireto Cotrijal

Criado em 2015, o site veio com o objetivo de atender trabalhadores, quem se interessa pelo campo e profissionais do agro que buscavam atualização sem precisar sair de casa. Dez anos depois, a iniciativa já contabiliza cerca de 300 mil matrículas, confirmando a força da educação digital como ferramenta de transformação

As opções são variadas e contemplam praticamente todas as áreas do setor produtivo: produção agrícola, agricultura de precisão, fruticultura, horticultura, bovinocultura de leite e de corte, apicultura, agroindústria, entre outras. O acesso é simples: no site EaD do Senar Goiás, basta digitar a área de interesse no campo de pesquisa e conferir todos os detalhes sobre matrícula e início das aulas.

O catálogo está em constante expansão. Somente nos últimos meses foram lançados cursos como Controle de doenças em bovinos de leite e Nutrição do solo para cultivo de hortaliças. Em outubro, chega mais uma novidade: Nutrição do solo para cultivo de cana-de-açúcar.

Considerado “a maior escola da terra”, o Senar Goiás mostra que também é referência no ensino online, oferecendo conteúdo dinâmico, acessível e capaz de impactar positivamente a vida de milhares de pessoas.

 





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Inmet faz alerta de grande perigo por baixa umidade em 5 estados e no DF



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou na manhã desta terça-feira (30) um boletim que aponta situação de “grande perigo” por causa da baixa umidade relativa do ar em uma região que inclui vários estados da região central do país.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

O alerta é válido para esta tarde, até as 18h, e prevê que a umidade deve ficar abaixo de 12%.

A área ameaçada pela seca cobre todo o Distrito Federal, a metade ao norte de Goiás, o leste de Mato Grosso, o sul de Tocantins, o oeste da Bahia e a ponta noroeste de Minas Gerais.

Segundo o órgão, nos cerca de 280 municípios dessa região há “grande risco de incêndios florestais e à saúde”, entre as quais doenças pulmonares, dores de cabeça e desidratação.

Orientações à população

  • Beber bastante líquido.
  • Evitar atividades físicas que podem ser nocivas em tempo seco.
  • Evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
  • Usar hidratante para pele e recursos que umidifiquem o ambiente.
  • Evitar bebidas diuréticas (café e álcool).
  • E, se necessário, obter mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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Regularização fundiária garante sustentabilidade na pecuária moderna



A regularização fundiária se destaca como um pilar de sustentabilidade e lucratividade na pecuária moderna. Manter a matrícula atualizada e integrar documentos como o Incra, o Cadastro de Imóvel Rural (Cafir) e o Cadastro Ambiental Rural (CAR) oferece benefícios que vão além da segurança jurídica para o produtor.

Estar em conformidade com a legislação transforma passivos em ativos, permitindo acesso a crédito, visibilidade para a exploração de recursos e participação em projetos avançados, como o sequestro de carbono.

Em entrevista ao Giro do Boi, o gestor executivo de projetos no agronegócio, Reginaldo Rocha, afirmou que a propriedade regularizada se alinha melhor aos parâmetros de compliance exigidos pelo mercado nacional e internacional. Confira:

Benefícios da regularização fundiária

Essa conformidade documental é fundamental para que o produtor receba mais e melhores investimentos, aumente sua produtividade e, consequentemente, valorize sua propriedade. A falta de um único detalhe na documentação pode impedir a captação de recursos e o fechamento de contratos de fornecimento.

Muitos produtores ainda encaram a regularização fundiária como um custo elevado. Entretanto, o custo para regularizar uma propriedade é consideravelmente inferior ao impacto de uma penalidade governamental.

Uma propriedade com documentação atualizada garante a defensabilidade do produtor, permitindo que ele apresente uma defesa e reduza ou elimine multas aplicadas por órgãos fiscalizadores.

Acesso a novas fontes de receita

Além de proteger a propriedade contra multas e confisco — um risco que afeta fazendas em faixa de fronteira que não regularizarem até 2030 — a regularidade abre portas para novas fontes de receita.

Proprietários têm acesso facilitado a linhas de crédito bancário e a fundos de investimento internacionais que buscam propriedades acima de cinquenta hectares para projetos de compensação de crédito de carbono.

O crédito de carbono é um dos principais benefícios de uma propriedade regularizada. Fundos internacionais investem no plantio de árvores em áreas segregadas da pastagem, gerando receita adicional para o produtor por meio do sequestro de carbono. Esse plantio é georreferenciado, tornando-se um ativo produtivo com contratos que variam de vinte a quarenta anos, sem a necessidade de intermediários.

Mercados consumidores exigentes

A segurança jurídica também qualifica a propriedade para mercados consumidores mais exigentes, como os da Europa e dos Estados Unidos. Consumidores e importadores buscam garantias de origem, e uma propriedade certificada assegura o cumprimento de boas práticas de manejo e sustentabilidade. Isso amplia as possibilidades de captação de recursos e fortalece a cadeia produtiva, que deve atender a exigências internacionais na exportação de grãos e proteína.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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O futuro do seguro e do crédito rural está no céu


O futuro do agro brasileiro pode estar acima de nossas cabeças. A tecnologia satelital, combinada com inteligência de dados, tem o potencial de transformar a política agrícola, tornando-a mais justa, eficiente e sustentável.

No Seminário Técnico Nacional de Gestão de Riscos Agropecuários e Seguro Paramétrico, realizado em 19 de setembro na Sociedade Rural Brasileira, em São Paulo, a Audsat demonstrou que o uso de imagens de satélite poderia gerar uma economia de R$ 943 milhões por ano ao Proagro, apenas com a correta aplicação das regras já existentes.

Para efeito de comparação, esse valor representa cerca de 15% do total das indenizações pagas pelo programa, um alívio significativo. Com monitoramento preciso, é possível identificar o período real de plantio, mapear áreas cultivadas e calcular perdas com maior precisão.

Não se trata de promessa: o Banco Central, por resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), já tornou obrigatório para as instituições financeiras o uso de imagens de satélite no Proagro.

Essa mesma lógica se aplica ao Zarc Níveis de Manejo (NM), coordenado pela Embrapa. O projeto piloto, que contará com R$ 8 milhões em subsídios do PSR para o seguro da soja no Paraná, combina imagens satelitais com validações de campo para classificar produtores conforme suas práticas agronômicas.

Os dados de pesquisa da Embrapa são claros: agricultores do Nível de Manejo 3 — que adotam as melhores práticas — apresentaram entre 55% e 83% mais resiliência em anos de seca severa (2021 e 2022) em comparação a quem não seguiu recomendações técnicas.

Transformar essa evidência em política pública permanente é uma oportunidade. Um crédito seguro e um seguro rural que reconheçam e premiem boas práticas, embasados em juros menores e prêmios reduzidos para quem investe em resiliência e custos mais altos para quem ignora riscos, traria justiça e eficiência ao sistema. Produtores de nível de manejo mais alto teriam uma precificação mais justa e customizada, compatível com sua menor vulnerabilidade climática.

As seguradoras também têm papel central: ao adotar políticas que integrem monitoramento satelital, análise de dados inteligentes e níveis de manejo, podem melhorar resultados, reduzir distorções e evitar a seleção adversa que encarece o mercado para todos.

O Brasil dispõe de tecnologia, ciência e dados para virar esse jogo. Com maior compreensão das instituições sobre o que já está disponível, fica evidente que o custo de não adotar tecnologia é muito maior do que o investimento necessário. Quando bem aplicada, ela gera economia bilionária, eficiência sistêmica e proteção real ao produtor.

O futuro do crédito e do seguro rural está no céu. Cabe a nós olhar para cima.

Em meus próximos artigos abordo outra tema tecnológico, os seguros paramétricos.

*Pedro Loyola é consultor em gestão de riscos agropecuários e financiamento sustentável e coordenador executivo do Observatório do Seguro Rural da FGV Agro.


Canal Rural e a FGV Agro não se responsabilizam pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seu autor. O Canal Rural se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Governo de SP vai interditar bares suspeitos de vender bebidas com metanol



O governo de São Paulo anunciou nesta terça-feira (30) que bares, distribuidoras e estabelecimentos suspeitos de comercializar bebidas adulteradas com metanol serão interditados de forma cautelar. A medida faz parte de um pacote de ações para conter os casos de intoxicação registrados no estado.

Segundo o governador Tarcísio de Freitas, a liberação para funcionamento só ocorrerá após comprovação da segurança dos produtos comercializados.

“É fundamental fazer esse fechamento cautelar de todos os estabelecimentos em que tivemos ocorrência. A preocupação é garantir a segurança do cidadão. O local só volta a funcionar se houver certeza de que está seguro”, afirmou.

Balanço de casos

De acordo com o Centro de Vigilância Sanitária, sete pessoas já tiveram intoxicação confirmada por metanol. Outros 15 casos seguem em investigação. Até agora, foram registradas cinco mortes, uma confirmada na capital e quatro em análise (três em São Paulo e uma em São Bernardo do Campo).

Operações e investigações

As forças de segurança também apreenderam 15 milhões de selos de bebidas fraudados. Só em setembro, foram realizadas 43 mil fiscalizações em estabelecimentos comerciais em todo o estado.

Na segunda-feira (29), a Polícia Civil identificou quatro distribuidoras suspeitas na capital paulista. Em operação nesta terça, 112 garrafas de vodca adulteradas foram apreendidas em diferentes pontos da cidade, incluindo 17 na Mooca.

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, o foco é desarticular fábricas clandestinas de bebidas adulteradas. Ele destacou que ainda não há indícios de envolvimento de facções criminosas.

“Estamos atuando junto à Secretaria da Fazenda e ao Procon para identificar os responsáveis e deflagrar novas operações”, afirmou.

Sintomas de intoxicação

A Secretaria de Saúde de São Paulo orienta que quem apresentar sintomas como dor abdominal intensa, tontura e confusão mental após consumo de bebida alcoólica procure atendimento imediato. O socorro em até seis horas é considerado essencial para evitar complicações graves, como cegueira permanente e morte.



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Cade debate futuro da Moratória da Soja nesta terça-feira



O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) julga, nesta terça-feira (30), o recurso contra a suspensão preventiva da Moratória da Soja. Caberá ao órgão decidir se mantém ou derruba a medida preventiva que suspendeu provisoriamente o acordo de 2006, que proíbe a compra de grãos de áreas desmatadas na Amazônia após 2008.

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Em agosto deste ano, a superintendência-geral do Cade, autarquia ligada ao ministério da Justiça e Segurança Pública, determinou a suspensão preventiva da Moratória da Soja sob pena de multas pesadas, e abriu investigação contra empresas que fazem parte do acordo. 



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Omã e Brasil trocam experiências sobre controle de pragas


A Embrapa Tabuleiros Costeiros recebeu, de 22 a 26 de setembro, a visita de seis pesquisadores e representantes técnicos de Omã, que participaram de capacitação com especialistas da Embrapa no manejo da broca-do-olho do coqueiro Rhynchophorus palmarum praticado no Brasil.

O objetivo é que alguma das tecnologias adotadas no Brasil possa ser adaptada para o manejo do bicudo-vermelho Rhynchophorus ferrugineus no país árabe, situado na costa sudeste da Península Arábica. O bicudo-vermelho é a principal praga das tamareiras em Omã e outros países do Oriente Médio e recentemente foi relatada no Brasil. 

Os pesquisadores Adenir Teodoro, Élio Guzzo e Aldomário Negrisoli, especialistas em pragas agrícolas, conduziram a capacitação técnica durante o encontro no Brasil, que foi um desdobramento da visita de Teodoro e Guzzo realizada em 2024 a Omã.

Fruto de parceria articulada por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores (MRE), a reunião também tratou de possibilidades de cooperação técnico-científica entre a Embrapa e pesquisadores de Omã, junto ao Ministério da Agricultura do sultanato árabe.

Veja abaixo o vídeo com momentos da visita da delegação de Omã ao Brasil

Na segunda (22), as equipes dos dois países apresentaram suas linhas de pesquisa e detalharam trabalhos voltados ao manejo de pragas agrícolas. No mesmo dia, as equipes visitaram laboratórios da Embrapa e viram de perto amostras de de insetos-praga e métodos de controle biológico e comportamental, como armadilhas de baixo custo para captura, inimigos naturais e fungos capazes de colonizar e eliminar os besouros e brocas. 

O segundo e terceiro dias da visita foram reservados para idas a campo para ver de perto plantios experimentais e comerciais, a incidência de pragas nos locais e os métodos de controle aplicados em campo. 

Na terça (23), as equipes visitaram o campo experimental da Embrapa Tabuleiros Costeiros em Itaporanga d’Ajuda, no Litoral Sul de Sergipe, onde são mantidos em campo bancos de conservação genética de coqueiros e experimentos voltados a melhoramento das plantas e sistema de produção. Na quarta (24), a visita ocorreu em fazendas de dendê e coco de Valença, BA, onde equipes da Embrapa e parceiros vêm coletando brocas-do-olho e monitorando sua população. 

Na reunião final, na sexta (26), as equipes discutiram os encaminhamentos para efetivar uma parceria, com apoio da ABC, para desenvolver projetos conjuntos de pesquisa para validar práticas e soluções de manejo do bicudo vermelho em Omã a partir do conhecimento gerado em conjunto. 

De acordo com Antônio Junqueira, coordenador de Cooperação Técnica Para África, Ásia, Oceania e Oriente Médio da ABC, que acompanhou as visitas nos dois países, o próximo passo deverá ser a construção de uma parceria para transferir tecnologia para o controle das pragas, com foco importante na aplicação de métodos sustentáveis baseados em insumos biológicos.

Adenir explica que o bicudo vermelho é considerado a principal praga das palmeiras no mundo, sendo muito mais agressivo e devastador que a broca-do-olho presente no Brasil. O pesquisador destaca que a troca de conhecimento com Omã deverá fortalecer não apenas o controle naquele país, mas também preparar o Brasil para conviver com a praga quando se ele vier a ser detectada nos nossos plantios. 

Para Rashid Al Shidi, diretor de Defesa Agrícola de Omã, o principal objetivo do governo do seu país, através do Ministério da Agricultura do país é promover a evolução da sua agricultura, promovendo uma aliança com as instituições de pesquisa do Brasil em busca de controles efetivos para as suas pragas agrícolas mais importantes.





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Condições das lavouras de soja nos EUA apresentam melhora



A safra de soja dos Estados Unidos apresentou leve avanço de qualidade na última semana de setembro, segundo relatório do Departamento de Agricultura do país (USDA, na sigla em inglês). Porém, o milho manteve a mesma condição da semana anterior.

Soja tem leve avanço na qualidade

De acordo com o USDA, 62% das lavouras de soja estavam em condição boa ou excelente no dia 28 de setembro, um ponto percentual acima do registrado na semana anterior. No mesmo período de 2024, esse índice era de 64%.

O acompanhamento também mostrou que 79% das lavouras já tinham queda de folhas, percentual igual ao do ano passado e acima da média histórica de 77%. A colheita atingiu 19% da área, abaixo dos 24% registrados em 2024 e ligeiramente inferior à média de cinco anos, de 20%.

Milho segue estável

O milho permaneceu com 66% das lavouras em situação considerada boa ou excelente, sem alteração em relação à semana anterior. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 64%.

O relatório indica que 95% da safra havia formado dentes, em linha com o desempenho de 2024 e da média dos últimos cinco anos. Cerca de 71% da área estava madura, ligeiramente abaixo dos 73% registrados no ano passado. A colheita alcançava 18% da área, contra 20% em 2024 e 19% na média histórica.

Outras culturas: trigo e algodão

Além disso, o plantio do trigo de inverno atingiu 34% da área prevista, abaixo dos 37% do mesmo período de 2024 e um pouco inferior à média histórica de 36%. A emergência foi registrada em 13% da área, em linha com os resultados do ano anterior.

Por outro lado, o algodão teve 47% das lavouras classificadas como boas ou excelentes, sem variação na semana. O índice supera o registrado em 2024, quando apenas 31% da área apresentava essa condição. A abertura de maçãs foi observada em 67% da safra, contra 71% no ano passado, e a colheita alcançava 16% da área, mesma proporção da média de cinco anos.



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Preço do frete recua com o fim da colheita de segunda safra do milho, diz Conab



O término da colheita das culturas de segunda safra, em especial o milho, refletiu nos preços de frete de grãos. Mato Grosso, Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul, importantes produtores do cereal na segunda safra, registraram queda nas cotações em agosto para os serviços de transporte de grãos na maioria das rotas analisadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), conforme mostra a edição de setembro do Boletim Logístico.

De acordo com o boletim da estatal, as cotações para a remoção de grãos caíram no Maranhão em agosto. O mercado, no entanto, manteve-se com movimentação regular no Piauí, registrando demanda ainda em níveis satisfatórios, mas com movimentação já bem menos aquecida em relação aos meses anteriores, reflexo de redução significativa no escoamento do milho, principalmente, refletindo em estabilidade nos preços.

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Na Bahia, o valor dos fretes registrou estabilidade a alta, variando conforme a região produtora de grãos e a rota de transporte. “A elevação nas cotações foi verificada na praça de Luís Eduardo Magalhães, por causa da alta na demanda de transporte de grãos e fibra”, comentou a Conab.

Já no Distrito Federal, houve aumento generalizado nos preços em agosto em relação aos valores de julho, com destaque para as rotas com destino a Imbituba, em Santa Catarina; Uberaba e Araguari, em Minas Gerais; e Guarujá, em São Paulo, apresentando variações positivas na ordem 12%,11%,10% e 10%, respectivamente.

O superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth, disse na nota que “a produção recorde de milho na temporada 2024/25 aumenta a necessidade de dar vazão célere ao escoamento da safra, o que refletiu nos preços dos fretes rodoviários, que apresentaram seu momento de pico em julho”.

“De modo geral, ainda que os preços tenham caído em boa parte das rotas estaduais em agosto, o patamar de preços de frete é superior ao registrado no mesmo momento na safra passada, em uma conjuntura de aquecimento logístico. E a tendência é de persistência de um certo suporte aos preços para os próximos meses, como decorrência deste cenário de oferta elevada e demanda dinâmica e mais cadenciada ao longo dos meses, com a atuação de players tanto externos quanto internos, na área de alimentação animal e bioenergia”, ponderou.

Exportações de milho e soja

Os embarques de milho em agosto deste ano atingiram 17,9 milhões de toneladas, em comparação com 15,7 milhões em igual período de 2024. Os portos do Arco Norte continuam como o principal eixo de escoamento do cereal, representando 39,8% da movimentação. Na sequência, o porto de Santos escoou 29,6% do grão embarcado, o porto de São Francisco do Sul 11,6%, enquanto pelo porto de Paranaguá foram registrados 11,4% dos volumes embarcados e pelo porto de Rio Grande foram expedidos 5% do milho vendido ao mercado externo.

Já as exportações de soja em grãos atingiram 86,5 milhões de toneladas no período de janeiro a agosto de 2025, em comparação com 83,4 milhões de toneladas em igual período do ano passado. Pelos portos do Arco Norte foram expedidos 37,5% das exportações nacionais, enquanto por Santos foram escoadas 34,2%. Os embarques da oleaginosa pelo porto de Paranaguá totalizaram 12,9% do montante nacional e pelo porto de São Francisco do Sul foram escoadas 5,2%, ante 6,5% do ano anterior.



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Brasil plantou 3,5% da área prevista de soja e 26,7% do milho verão



O plantio de soja da safra 2025/26 no Brasil alcançava, até o último domingo (28), 3,5% da área prevista no Brasil, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu boletim semanal de progresso de safra. Isso representa avanço de 2,9 pontos percentuais (p.p.) em relação à semana anterior. Na comparação com igual momento da safra 2024/25, quando 2,1% da área havia sido semeada, os trabalhos estão 1,4 p.p adiantados. Já em comparação com a média dos últimos cinco anos, de 3,6%, há leve atraso de 0,1 ponto percentual.

Entre os principais produtores, o Paraná lidera os trabalhos, com 13% da área plantada, seguido de Mato Grosso, com 6%. Mato Grosso do Sul conta com 2% da área plantada e Santa Catarina, com 1%.

Plantio de milho

Já o plantio de milho verão 2025/26 atingia 26,7% da área prevista, avanço de 5,9 pontos percentuais em comparação com o domingo anterior. Em comparação com igual período da safra passada, há adianto de 5,1 p.p. e, quanto à média das últimas cinco safras, de 23,6%, os trabalhos também estão acelerados, na base de 3,1 p.p.

O Rio Grande do Sul, com 74% da área trabalhada, lidera os trabalhos, seguido do Paraná e de Santa Catarina, ambos com 64%.

Arroz

A semeadura do arroz 2025/26, por sua vez, cobria 7,2% da área prevista, avanço de 3,4 pontos percentuais em comparação com o domingo anterior, segundo a Conab. No comparativo com igual momento da safra 2024/25, quando 10,6% da área havia sido plantada, há atraso de 3,4 p.p. E, em relação à média dos últimos cinco anos, de 9,1%, os trabalhos estão atrasados em 1,9 p.p.

Santa Catarina já semeou 54% da área, seguida por Goiás, com 5%; Maranhão, com 4,9%, e Rio Grande do Sul, com 2%.

Colheita

Quanto à colheita da safra 2024/25, o milho de inverno já havia sido 99,6% retirado dos campos, mesmo porcentual da semana passada. Apenas o Paraná, com 98% da área ceifada, precisa concluir os trabalhos, que estão 0,4 ponto porcentual atrasados em relação a igual período da safra 2023/24 e 0,1 ponto porcentual atrasado em comparação com a média dos últimos cinco anos.

A colheita de algodão 2024/25, por sua vez, atingia 99,2% da área plantada, evolução de 0,2 ponto porcentual em comparação com a semana passada. Há atraso, porém, em relação a igual momento da safra 2023/24, quando 100% da área já havia sido ceifada, e de 0,6 ponto porcentual em relação à média dos últimos cinco anos, de 99,8%.

Apenas a Bahia e Goiás, ambos com 99% da área colhida, precisam completar os trabalhos.

Por fim, a colheita do trigo 2024/25 atingia 26,2% da área, avanço de 3 pontos porcentuais em comparação com a semana anterior. Há atraso, porém, ante igual período da safra 2023/24, quando 30,9% da área havia sido trabalhada. Também há atraso de 2,4 pontos porcentuais na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 28,6%.

Entre os principais produtores do cereal, o Paraná já colheu 41% dos plantios. O Rio Grande do Sul ainda não iniciou a colheita.



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