sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

News

Corte de juros pelo Fed trouxe otimismo para os mercados em setembro


No morning call desta quarta-feira (1), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que setembro foi de otimismo nos mercados, com expectativas de cortes de juros pelo Fed impulsionando bolsas de NY e moedas emergentes. O Dow Jones e o S&P 500 tiveram melhores resultados para o mês desde 2019 e 2010.

No Brasil, o Ibovespa subiu 3,40% e o dólar fechou a R$ 5,32, enquanto os juros longos recuaram. Hoje, destaque para indicadores econômicos locais e PMIs industriais na Europa e nos Estados Unidos.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



Source link

News

Produtora de Minas Gerais aposta em cafés especiais com marca familiar



O Dia Internacional do Café, celebrado hoje, 1º de outubro, vai além da xícara. A data valoriza uma das bebidas mais consumidas do mundo e destaca histórias de produtores que mantêm a tradição, mas também buscam inovação.

É o caso de Dulcinéia, produtora rural de Luisburgo, na região das Matas de Minas, que há quase uma década transformou a gestão da propriedade herdada do pai em um negócio voltado para cafés especiais. “Eu sou a terceira geração na cafeicultura, essa propriedade eu recebi de herança do meu pai e aos 20 anos eu peguei a gestão total da propriedade”, conta a produtora.

Reconhecimento e rastreabilidade

A qualidade dos cafés é atestada pelo Conselho das Matas de Minas, que emite laudos e garante rastreabilidade. “Esses cafés, que são cafés especiais, nós levamos aqui para o Conselho das Matas de Minas, que é um conselho que nos dá o laudo, desses cafés pontuados, onde atesta a qualidade daquele produto, é um selo de rastreabilidade, e aquele café conta ali a nossa história.”

Apoio e mercado

Além disso, o trabalho de Dulcinéia ganhou força com apoio do Sebrae, por meio de capacitações e rodadas de negócios, “através de um apoio sobre gestão, de capacitação, o Sebrae traz pra gente muito treinamento… Uma das coisas muito importantes que pra mim o Sebrae faz é rodada de negócios. Esse acesso que ele nos proporciona a mercado”, conclui a produtora.

Com isso, a gerente de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas, Priscilla Lins, afirma que “a estratégia de Identidade e Origem, criada pelo Sebrae Minas, conecta produto, território e pessoas, valorizando vocações locais e transformando o café em alavanca de desenvolvimento territorial sustentável.”

E, também, enaltece o data… “Neste Dia Internacional do Café, celebramos a força dos produtores que sustentam o poder de sermos o maior produtor de café do mundo e das indústrias, cooperativas, exportadores, baristas e empreendedores que fazem essa roda girar.”

Mais que bebida

No Dia Internacional do Café, histórias como a de Dulcinéia revelam como a cafeicultura brasileira une tradição, sustentabilidade e protagonismo feminino, mantendo viva a importância cultural e econômica do setor.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Demanda por fretes cai em Goiás após colheita do milho



Goiás exporta 1,9 milhões de toneladas de grãos até agosto



Foto: Sheila Flores

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, por meio da edição de setembro do Boletim Logístico, divulgou nesta segunda-feira (29), que Goiás registrou em agosto redução na demanda por fretes a partir da segunda quinzena. Segundo a publicação, “essa variação sazonal está diretamente relacionada ao encerramento da colheita de milho na região sul do estado, um dos principais fatores que movimentam o setor logístico local”.

Conforme os boletins anteriores, os principais destinos das cargas transportadas pelas empresas foram os portos da Baixada Santista e o terminal da Rumo, em Rio Verde, considerados pontos estratégicos para o escoamento da produção regional. Durante o mês, o milho foi o produto mais movimentado, sobretudo na primeira quinzena. Com o fim da colheita, os preços oscilaram, registrando tanto quedas quanto altas pontuais que contribuíram para o mercado em algumas semanas.

Entre os fatores de sustentação do mercado, a Conab destacou a relativa estabilidade das cotações, mesmo diante das perspectivas de uma segunda safra de milho considerada promissora. Além disso, as exportações de Goiás entre janeiro e agosto somaram 1.921.219 toneladas de grãos in natura e processados, segundo dados do Siscomex. “Esse volume representa um aumento de quase 13% em relação ao exportado no mesmo período de 2024”, informou a companhia. O índice de comercialização da safra atual está entre 60% e 65%, podendo ser superior, em razão de vendas realizadas diretamente nas propriedades rurais.





Source link

News

No Dia Internacional do Café, incertezas globais desafiam futuro do setor



O café é quase uma unanimidade por inúmeros motivos. O grão reúne fatores culturais, sociais e sensoriais, além de benefícios à saúde. Consumido por bilhões de pessoas diariamente, é a segunda bebida mais ingerida no mundo, atrás apenas da água.

O Dia Internacional do Café, celebrado em 1º de outubro, foi criado em 2015 para valorizar essa trajetória e destacar a importância da cadeia produtiva.

No Brasil, maior produtor e exportador, o setor enfrenta desde 2020 uma combinação de desafios, que vão de eventos climáticos extremos a custos mais altos de produção, bem como tensões geopolíticas. Além disso, os repasses de preços no varejo também desafiam o consumo.

Consumo em queda

Diante desse cenário, o café começa a perder espaço na xícara do consumidor. É o que mostra uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), que ouviu 4.200 pessoas de todas as regiões do país. Segundo o levantamento, 24% dos entrevistados afirmaram ter diminuído o consumo, a maior taxa da série histórica.

O principal fator para a retração é o aumento expressivo dos preços. Nos últimos dois anos, o café esteve entre os alimentos que mais pressionaram a inflação brasileira, acumulando alta superior a 70%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pela ABIC.

Tarifaço e protecionismo

Em vigor desde agosto, as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras estão entre as principais preocupações do setor. Marcos Matos, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), reforça que o foco da entidade em garantir a isenção tarifária o mais rápido possível continua.

“Nos EUA, o setor atua de forma decisiva para abrir o diálogo com as contrapartes norte-americanas”, explica.

Além do tarifaço, há o debate sobre a lei antidesmatamento da União Europeia, que proíbe a importação de produtos, como o café, provenientes de áreas desmatadas. Nesse sentido, Matos afirma que a cafeicultura brasileira é carbono negativo, ou seja, sequestra mais do que emite. “O nosso grão é baseado na sustentabilidade social, ambiental e econômica”, diz.

Café: orgulho nacional

Embora os desafios sejam muitos, o brasileiro continua fiel ao café. Segundo Celírio Inácio, diretor-executivo da ABIC, 87% dos consumidores reconhecem o selo de qualidade da entidade. Afinal, a bebida está presente na rotina de 98% dos lares.

“Isso confirma a confiança do público na certificação, mesmo em momentos de crise. Nosso papel é garantir que o café siga presente em todos os lares, mantendo qualidade e segurança alimenta”, ressalta.

Para Matos, o café representa um legado brasileiro. “Neste Dia Internacional do Café — um produto que é orgulho nacional e que, em 2027, completará 300 anos no Brasil —, reafirmamos o compromisso do Cecafé em promover a sustentabilidade, a competitividade e a eficiência do setor”, conclui.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

enchentes e seca afetam áreas agrícolas europeias



Chuva intensa contrasta com seca em regiões da Europa



Foto: Pexels

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), destacou que as condições climáticas na Europa apresentaram fortes contrastes ao longo da última semana.

Segundo o relatório, “uma forte área de alta pressão sobre o norte da Europa manteve céus ensolarados e temperaturas até 3°C abaixo do normal”, o que favoreceu tanto a colheita das safras de verão quanto a semeadura das culturas de inverno.

Na Europa Central, o sistema de tempestades permaneceu estacionado devido à mesma alta pressão, provocando chuvas de 10 a 100 milímetros entre o leste da França, Itália, Alemanha central e sul, Bálcãs ocidentais e sudoeste da Polônia. “Os volumes de precipitação aumentaram o suprimento de umidade para os grãos e oleaginosas de inverno, mas também causaram inundações localizadas”, informou o boletim. Em algumas áreas do noroeste da Itália, os totais semanais ultrapassaram 200 milímetros, chegando a 262 milímetros.

Enquanto isso, a seca se intensificou na Hungria e no vale do baixo rio Danúbio, sob calor até 5°C acima do normal e céu aberto, o que manteve a umidade do solo severamente limitada para a emergência das lavouras de inverno.

Na Península Ibérica, o tempo seco sustentou um início mais lento do Ano Hidrológico de 2025/26. O boletim observou que “as temperaturas recordes da semana anterior foram substituídas por valores de 3 a 6°C abaixo do normal”. Apesar disso, os remanescentes do furacão Gabrielle trouxeram chuvas localizadas ao norte de Portugal e ao centro-oeste da Espanha logo após o período de monitoramento.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Petróleo fecha em queda por preocupações com grande volume de oferta


Logotipo Reuters

Por Erwin Seba

HOUSTON (Reuters) – Os preços do petróleo caíram nesta sexta-feira, uma vez que as preocupações com o grande volume de suprimentos e o declínio da demanda superaram as expectativas de que o primeiro corte da taxa de juros do ano pelo Federal Reserve dos Estados Unidos desencadearia mais consumo.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam a US$66,68 por barril, com queda de 1,1%. Os contratos futuros do West Texas Intermediate (WTI) dos EUA fecharam a US$62,68, com queda de 1,4%.

Ambos os contratos de referência, entretanto, subiram pela segunda semana consecutiva.

“O fornecimento de petróleo continua robusto e a Opep está reduzindo seus cortes na produção de petróleo”, disse Andrew Lipow, presidente da Lipow Oil Associates. “Não vimos nenhum impacto sobre as exportações russas de petróleo” devido às sanções.

O Fed cortou sua taxa de juros em um quarto de ponto percentual na quarta-feira e indicou que mais cortes viriam em seguida, em resposta aos sinais de fraqueza no mercado de trabalho dos EUA.

Os custos de empréstimos mais baixos normalmente aumentam a demanda por petróleo e elevam os preços.

John Kilduff, sócio da Again Capital, disse que futuros cortes de um quarto de ponto percentual nas taxas do Fed provavelmente não impulsionariam os mercados de petróleo porque enfraqueceriam ainda mais o dólar, tornando a compra do petróleo mais cara.

Do lado da demanda, todas as agências de energia, incluindo a Administração de Informações sobre Energia dos EUA, sinalizaram preocupação com o enfraquecimento da demanda, atenuando as expectativas de aumento significativo dos preços no curto prazo, disse Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova.

(Reportagem de Erwin Seba em Houston, Stephanie Kelly em Londres; reportagem adicional de Sudarshan Varadhan)





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Paraná registra queda nos preços de fretes


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta segunda-feira (29), na edição de setembro do Boletim Logístico, que a demanda por fretes no Paraná registrou queda em relação a julho, período de pós-safra. Segundo o relatório, houve menos transações de grãos e de vendas, o que pressionou os preços para baixo.

No caso do feijão, os fretes recuaram em Cascavel, com variação de -15,00%, e em Ponta Grossa, com -15,25%. Em Campo Mourão, a demanda apresentou alta de 2,61%. Para o milho, o boletim apontou queda de 7,41% nos fretes com destino ao Rio Grande do Sul e estabilidade em direção a Paranaguá. A Conab informou ainda que a safra 2023/24 já foi totalmente comercializada para milho e soja de primeira safra, além do milho de segunda safra.

Em relação à safra 2024/25, o relatório indicou que 85,4% da produção de milho e 72,9% da soja da primeira safra foram comercializados. Já o milho de segunda safra atingiu 42,1% da produção negociada, com 91% da área colhida. Na região de Toledo, o índice de comercialização foi de 39%, com a colheita concluída em 100% da área.

Sobre o feijão, a Conab destacou que a cultura de primeira safra já foi totalmente colhida, com 98,7% da produção comercializada. No caso do feijão de segunda safra, toda a área também foi colhida, e 77,9% da produção foram vendidos. Em Pato Branco, não houve entrega do produto. Em Ponta Grossa, os fretes destinados ao Rio de Janeiro registraram alta de 1,71% e, para São Paulo, avanço de 5% em comparação com julho.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

fretes recuam 2,23% em agosto


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, na edição de setembro do Boletim Logístico, divulgou nesta segunda-feira (29), que os valores de fretes em São Paulo registraram queda em agosto em comparação com o mês anterior, mesmo diante do aumento no volume de transportes para o porto, movimento que se antecipou à tributação americana. Segundo a Conab, essa estratégia “aumentou bastante as exportações de carnes brasileiras para os Estados Unidos”.

O boletim apontou que algumas praças mantiveram os preços de julho e apenas a média de França ficaram acima do mês anterior. Em contrapartida, muitas rotas registraram queda, o que resultou em média 2,23% inferior.

De janeiro a julho, São Paulo exportou US$ 40,1 bilhões e importou US$ 50,3 bilhões, configurando déficit na balança comercial. O agronegócio somou US$ 16,22 bilhões em exportações, 7,6% abaixo do mesmo período de 2024, e US$ 3,41 bilhões em exportações, alta de 4% em relação ao ano passado. O setor sucroalcooleiro foi de maior participação, com US$ 4,52 bilhões exportados, seguido por carnes (US$ 2,31 bilhões), soja (US$ 1,78 bilhão), produtos florestais (US$ 1,77 bilhão) e sucos (US$ 1,73 bilhão).

As condições climáticas, com chuvas e temperaturas abaixo da média, não impactaram a colheita nem o transporte em agosto. A previsão para setembro indica duas semanas de seca, com chuvas previstas apenas para o fim do mês, ainda abaixo da média, o que pode afetar os caminhos futuros.

O boletim também registrou obras nos trechos das rodovias Antônio Schincariol e Castello Branco. A Conab avaliou que as obras “devem prejudicar o fluxo na estrada, todavia, não devem provocar atrasos nas exportações”.

Quanto ao combustível, o preço do diesel comum foi de R$ 6,02 e o do diesel S-10 de R$ 6,13, ambos com alto de R$ 0,03 frente a julho, reflexo da maior demanda interna.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita recorde de milho em MT pressiona preços logísticos


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, na edição de setembro do Boletim Logístico divulgado nesta segunda-feira (29), que os preços de fretes em Mato Grosso desaceleraram em agosto, após o término da colheita do milho. Segundo a Conab, “a colheita teve início em maio, se intensificou em meados de junho e, em julho, sugeriu-se o momento de maior concentração, com cerca de 60% do milho estadual colhido”. Em agosto, as atividades foram finalizadas, com o saldo remanescente inferior a 10% da área total.

O boletim destacou que a segunda safra de milho de 2025 atingiu produção superior a 53 milhões de toneladas, a maior da série histórica estadual. A Conab explicou que “a elevada oferta gerou saturação da capacidade logística estadual, com milho armazenado a céu aberto ou em silos bolsa”, ou que elevou os preços dos fretes, especialmente em julho. Em agosto, embora os preços tenham caído em algumas rotas, permaneceram acima do registrado no mesmo período da safra anterior.

Os trajetos mais longos para portos como Santos e Paranaguá registraram maiores quedas nos preços, enquanto rotas mais curtas para terminais ferroviários e portos do Arco Norte apresentaram quedas moderadas ou estabilidade. “Essas influências refletem a mudança do perfil do escoamento regional e a necessidade de dar solução logística à enorme quantidade colhida em 2025”, informou a Conab.

A demanda por transporte para os portos do Pará sustentou os preços nessas rotas, considerando a participação crescente desses portos nas exportações estaduais e nacionais. Os pontos de transbordo também ajudaram a manter o fluxo eficiente de escoamento, com trajetórias desse tipo registrando quedas moderadas ou estabilidade nas cotações.

O boletim ressalta que, mesmo com a desaceleração recente, o patamar de preços permanece elevado, devido às grandes safras de soja e milho, à oferta ainda disponível e à demanda interna e externa pelo milho de Mato Grosso. A Conab concluiu que “a tendência é de persistência de certo suporte aos preços nos próximos meses, em função da oferta elevada e da demanda dinâmica”.

Segundo o órgão, o mercado de milho apresenta hoje maior número de agentes com estratégias distintas, o que reduz a volatilidade e mantém os preços de fretes relativamente consistentes. “As perspectivas são de manutenção da cadência relevante de transporte e de patamares alcançados nos fretes rodoviários”, afirmou a Conab.





Source link

News

Fazenda de 135 anos aposta em fertilizante renovável e vira referência em café sustentável



A fertilização baseada na menor pegada de carbono possível tem aberto novas portas para o café brasileiro. A Fazenda Recreio, em São Sebastião da Grama, estado de São Paulo, na divisa com Minas Gerais, carrega uma história que atravessa gerações.

Fundada em 1890, hoje é comandada por Diogo Dias de Macedo, quinta geração de produtores que sempre tiveram o café como paixão e sustento. “A gente está desde 1890 na região. São 135 anos na produção de café. Minha tataravó iniciou aqui na propriedade. É um legado e uma responsabilidade de manter toda essa história e preservar e continuar com essa produção de café dentro dessa região”, conta.

A fazenda Recreio fica em uma região onde há milhões de anos existiu um vulcão. O relevo, o clima e a preocupação com o meio ambiente fazem do local um exemplo de sucesso quando o assunto é qualidade com sustentabilidade. Dos 596 hectares totais da fazenda, 235 hectares são áreas de preservação e todo o manejo do cafezal, que conta com 970 mil pés, é feito seguindo critérios rígidos que visam mitigar o impacto ambiental.

“A gente trabalha tentando agredir menos possível o meio ambiente e diminuir as emissões de carbono. Usamos muito compostagem, coberturas de solo, como plantas de cobertura, e o uso do fertilizante da Yara veio agregar no que a gente busca, que é a menor emissão de carbono”, diz Macedo.

A fazenda do produtor foi uma das pioneiras no Brasil no manejo do fertilizante Yara Climate Choice, que tem redução de pegada de carbono de 90%. Diferentemente dos convencionais que utilizam fontes fósseis, ele conta com fonte renovável como matéria-prima, como o biometano.

No polo de Cubatão, em São Paulo, a empresa iniciou no último ano a produção de amônia renovável, com potencial para originar um fertilizante nitrogenado de menor pegada de carbono, como o utilizado pelo Diogo, que recebeu da Europa um primeiro lote.

O objetivo dele é seguir ampliando o volume de adoção desse insumo que começou no café, mas que já começa a alcançar outras culturas.

“Todo o nosso foco começa na prosperidade no campo, do agricultor, ele estando no centro da estratégia. Então essa nova demanda vai trazer para ele agregação de valor ao café que ele produz com práticas mais sustentáveis”, afirma o diretor de Crop Solution da Yara Brasil, Paulo Yvan.

Café da fazenda mundo afora

O café que o Diogo produz já é exportado para mercados como o japonês, o norte-americano e o europeu. Nesses mercados, mais do que a qualidade em si, na xícara, o impacto da produção no meio ambiente é levado em consideração. Por isso, a utilização de fertilizantes com menor pegada de carbono têm aberto novas portas.

Hoje a Fazenda Recreio está de portas abertas para o mundo, tanto para vender a sua produção quanto para receber visitantes que querem conhecer o modelo de produção sustentável do local.

“Quando a gente fala de manejo, de práticas sustentáveis, a gente leva em consideração as áreas de preservação, os corredores ecológicos, práticas de manejo de adubação. Nisso, entra o Yara Climate Choice com uma pegada menor de carbono. E com tudo isso, a Fazenda Recreio se torna negativa na questão de emissão de gás carbônico, uma referência”, diz o analista de Desenvolvimento de Mercado da Yara Brasil, Rafael Henrique Minelli.

A tradição do café premiadíssimo mundo afora da Fazenda Recreio se encontra com a inovação sustentável dos fertilizantes de última geração da Yara, uma combinação que preserva o meio ambiente, fortalece o mercado, abre inúmeras portas e mostra que o futuro da agricultura pode e deve ser de baixa emissão de carbono.



Source link