sexta-feira, abril 24, 2026

Autor: Redação

News

Produtores aumentam uso de sêmen de Girolando em 12% no Brasil



Os produtores de leite do Brasil aumentaram em 12% a utilização de sêmen da raça girolando no primeiro semestre de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024. Esse crescimento supera o registrado ao longo de todo o ano passado, que fechou com alta de 9%, segundo levantamento de vendas.

O desempenho da raça será tema do 3º Congresso Internacional de Girolando, marcado para os dias 12 a 14 de novembro, no Center Convention, em Uberlândia (MG). O evento reunirá participantes de diversos países.

Avanços genéticos em pauta

O coordenador técnico do Programa de Melhoramento Genético de Girolando (PMGG), Edivaldo Ferreira Júnior, apresentará os avanços genéticos dos touros e as tecnologias usadas para identificar animais de alto valor genético para a produção de leite. Ele também abordará os investimentos feitos pelo Fundo de Investimento do PMGG para incentivar o uso de reprodutores da raça. A palestra será no dia 13, às 11h.

Ainda no dia 13, às 14h30, o criador Carlos Alberto Luiz de Almeida mostrará os resultados obtidos na Fazenda Bacuri, em Orindiúva (SP), com o uso dos reprodutores.

Programação do congresso

No dia 14, às 9h15, o criador Leonardo de Lima Avelar apresentará os avanços genéticos alcançados na Fazenda Campo Alegre, em Patos de Minas (MG). Às 14h45, o criador José Renato Chiari falará sobre os investimentos em genética superior na Fazenda São Caetano, em Morrinhos (GO), e os impactos na rentabilidade do negócio.

O congresso está com inscrições abertas pelo site, que também traz a programação completa. A agenda prevê três dias de palestras nos painéis “Inovações tecnológicas para a moderna pecuária leiteira” e “Avanços em genômica e melhoramento animal”.

Estão previstos debates sobre edição gênica, seleção genômica para eficiência alimentar e sustentabilidade, avaliação multirracial, bem-estar animal, inteligência artificial, gestão financeira, produção de leite para o mercado global, sucessão familiar, neutralidade de carbono e sustentabilidade.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



Source link

News

Preços do boi gordo: atacado sobe graças a consumo aquecido


pecuária, gado , boi
Foto: Gilson Abreu/AEN

O mercado físico do boi gordo ainda se depara com acomodação dos preços em grande parte do país.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, se evidencia elevação de preços em determinados estados, mas o movimento acontece de forma pontual, em especial quando se trata das negociações envolvendo frigoríficos de menor porte.

“As indústrias de maior porte ainda dispõem de escalas de abate mais confortáveis, com a incidência de animais de parceria para suprir suas necessidades. Exportações ainda são uma variável relevante, atuando como principal ponto de suporte dos preços do boi no decorrer do ano”, disse.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 305,93 — ontem: R$ 304,10
  • Goiás: R$ 289,82 — R$ 289,64
  • Minas Gerais: R$ 289,41 — R$ 290
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,75 — R$ 318,18
  • Mato Grosso: R$ 293,38 — R$ 293,66

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta boa alta em seus preços no decorrer da semana. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva.

“O último trimestre é um período de melhor demanda, e justifica a perspectiva de continuidade do movimento de alta”, pontuou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 25,00 por quilo, alta de R$ 2,00; o quarto dianteiro foi cotado a R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,50; e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 16,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,30%, sendo negociado a R$ 5,3212 para venda e a R$ 5,3192 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3058 e a máxima de R$ 5,3458.

O post Preços do boi gordo: atacado sobe graças a consumo aquecido apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Impacto dos créditos de descarbonização no agronegócio é debatido na Câmara dos Deputados


O debate foi promovido pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Segundo o deputado Tião Medeiros (PP-PR), que convocou a audiência, é preciso discutir como sanções impostas pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) às distribuidoras de combustíveis inadimplentes com o programa RenovaBio podem impactar nos créditos de descarbonização (CBIOs) sobre os custos logísticos, o abastecimento e a competitividade do agronegócio brasileiro.

O chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Alexandre Alonso, estava entre os especialistas convidados para discutir os diferentes aspectos desse cenário. O pesquisador abordou os efeitos positivos dos créditos de descarbonização já sentidos pelo segmento agrícola com o RenovaBio e trouxe para o debate um relato sobre os impactos que já ocorrem no âmbito do agronegócio com o programa e os CBIOs. Ele também destacou como esforços de pesquisa, aliados à formulação de políticas públicas, podem maximizar os benefícios ambientais já percebidos. “O RenovaBio nasceu essencialmente de uma ação de pesquisa, desenvolvimento e inovação”, lembrou o pesquisador.

De acordo com Alexandre, o RenovaBio já mitigou mais de 150 milhões de toneladas de CO2 equivalente com a substituição de combustíveis fósseis por combustíveis de origem biorrenovável. “Somente no ano passado, tivemos algo próximo a 40 milhões e as expectativas para este ano é que se possa evitar em torno de 50 milhões de toneladas de CO2 equivalente a partir da produção e da utilização dos biocombustíveis”.

Os biocombustíveis têm suas fontes na agricultura, que, por sua vez, provê para a indústria uma variedade crescente dessas fontes. “A gente fala de biocombustível há alguns anos, principalmente de etanol e de biodiesel. Hoje, já falamos de combustíveis sustentáveis de viação, de diesel renovável, , de biogás, de biometano e de biobunker (mistura de biocombustível com o combustível tradicional para o transporte marítimo)”, ressaltou Alexandre. Ele também lembrou como os biocombustíveis, o Renovabio e os CBIOs, formam um elo direto entre a agricultura, o campo e as indústrias.

Além disso, ele destacou os CBIOs como um vetor real para a descarbonização da economia de vários setores. “Ao permitir que se remunerem práticas agrícolas de baixo carbono, a gente fornece insumos energéticos para setores que são de difícil descarbonização”, disse. Segundo Alexandre, remunerar a agricultura a partir do crédito de descarbonização ajuda a financiar novos investimentos em tecnologias agrícolas mais limpas e também de manejo.

Ele citou como os CBIOs são basicamente gerados pelos produtores de biocombustíveis, conforme uma nota de eficiência energética ambiental que mede o desempenho do processo de produção de biocombustíveis das usinas em relação ao combustível fóssil. “Isso significa que usinas, produtores de biocombustíveis e produtores rurais que investem em novas tecnologias que permitem a redução das emissões gerem um volume maior de créditos, criando um estímulo para que as usinas e os próprios produtores rurais possam investir na adoção de tecnologias de menor emissão de carbono”.

Seguindo nesse sentido, o pesquisador destacou mais um ponto de impacto do RenovaBio, que é o incentivo ao desenvolvimento de novos biocombustíveis a partir da diversificação de matérias-primas. “O CBIOs pode ser um indutor direto para que a gente avance na produção de novos biocombustíveis e combustíveis avançados. À medida que você tem mais demanda por novos biocombustíveis, isso gera demanda para a própria atividade agrícola, no sentido que você vai precisar gerar mais matéria-prima e não somente qualquer matéria-prima, mas matéria-prima produzida de forma sustentável”.

Para ele, é válido pensar que, próximo dos grandes polos de produção agrícola do País, principalmente de produção de biocombustíveis, possam se desenvolver novos polos industriais, biorrefinarias, onde se consiga produzir múltiplos bioprodutos a partir da biomassa, exemplificou Alexandre.

O chefe-geral encerrou sua participação colocando a Embrapa, em especial a Embrapa Agroenergia, à disposição para continuar implementando melhorias em políticas públicas e fornecendo os melhores dados, os melhores modelos para o programa RenovaBio.

Créditos de descarbonização

O crédito de descarbonização (CBIO) foi criado como um instrumento do RenovaBio, sendo registrado sob a forma escritural para fins de comprovação da meta individual do distribuidor de combustíveis, de que trata o art. 7º da Lei nº 13.576/2017 (Política Nacional de Biocombustíveis). Cada CBIO emitido por produtores e importadores de biocombustíveis corresponde a uma tonelada de carbono que deixa de ser emitida para a atmosfera.

Sobre o caso das distribuidoras

Em julho deste ano, a ANP divulgou lista de distribuidoras de combustíveis que estão inadimplentes com o RenovaBio. Entre as sanções então impostas pela agência, os fornecedores de combustíveis seriam proibidos de vender seus produtos para as distribuidoras que não cumpriram seus mandatos de compra de créditos de descarbonização (CBIOs).

Para o deputado Tião Medeiros, as sanções no mercado poderiam gerar “elevação de preços de combustíveis, especialmente o diesel, com aumento da concentração de mercado, aumento de custos logísticos, encarecimento de fretes rurais, riscos à previsibilidade e segurança energética no campo, aumento generalizado dos preços agrícola e dos alimentos e perda da competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional”.

Esses motivos justificaram a realização da audiência. O parlamentar ressaltou o objetivo de debater com setor produtivo, especialistas, órgãos reguladores e de representatividade e outros para propor soluções que preservem o caráter ambiental do RenovaBio sem comprometer a eficiência econômica e a segurança logística do agronegócio brasileiro.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Melhor colheita no Vietnã consolida fortes quedas no preço do café robusta…


Logotipo Notícias Agrícolas

Os preços do café fecharam a sessão desta sexta-feira (19) com fortes quedas nas bolsas internacionais. Segundo o Barchart, as cotações futuras despencaram hoje para as mínimas de 1 mês, depois que o jornal Washington Post informou que legisladores dos EUA 
planejam apresentar um projeto de lei para isentar as importações de café das tarifas impostas pelo Presidente Donald Trump.

Leia mais:

O clima antes do período crítico de floração no Brasil, combinado com estoques limitados e preocupações comerciais continuam dando suporte ao mercado futuro, e ocasionando a oscilação de preços nas bolsas internacionais.

De acordo com informações do portal internacional Bloomberg, existe a expectativa que o Vietnã (maior produtor mundial de robusta) colha sua maior safra em quatro anos após boas chuvas, o que pode ajudar a aliviar a oferta restrita e pressionar os preços globais para baixo. A produção deve aumentar para 1,76 milhão de toneladas na temporada 2025-26, de acordo com a estimativa mediana de sete traders, produtores, exportadores e analistas consultados pela Bloomberg News. “Um fluxo maior de grãos no mercado pode ajudar a suprir a escassez global após safras abaixo do esperado nas duas temporadas anteriores e ajudar a suavizar os preços, que dispararam 42% no mês passado”, completa ainda a publicação do portal. 

Em Londres, o robusta registra então o recuo de US$ 312 nos contratos de setembro/25 e novembro/25 cotado por US$ 4,353/tonelada e US$ 4,135/tonelada, e uma perda de US$ 311 no valor de US$ 4,089/tonelada no de janeiro/26.

O arábica encerra o dia com baixa de 1.435 pontos no valor de 366,50 cents/lbp no vencimento de dezembro/25, um recuo de 1.500 pontos negociado por 346,25 cents/lbp no de março/26, e uma queda de 1.485 pontos no valor de 332,45 cents/lbp no de maio/26. 

Mercado Interno

Segundo a Safras & Mercado, diante da forte queda em NY, os produtores tendem a ficar mais retraídos, aguardando um melhor posicionamento para retomar as negociações. O mercado físico brasileiro anda lento nos negócios, com os produtores retendo a oferta.

O Café Arábica Tipo 6 registra uma baixa de 13,33% no valor de R$ 1.950,00/saca em Maringá/PR, uma queda de 10,22% em Machado/MG no valor de R$ 2.020,00/saca, e uma perda de 4,31% cotado por R$ 2.220,00/saca em Varginha/MG. Já o Cereja Descascado encerra com 4,13% em Varginha/MG cotado por R$ 2.320,00/saca, e uma baixa de 3,95% em Guaxupé/MG no valor de R$ 2.189,00/saca. 





Source link

News

JBS investirá US$ 70 milhões na produção de frango no Paraguai



A JBS anunciou nesta quinta-feira (2) que investirá US$ 70 milhões nos próximos dois anos na produção de frangos no Paraguai.

O anúncio foi feito durante visita do presidente paraguaio Santiago Peña à unidade da Seara em Dourados, Mato Grosso do Sul.

De acordo com a companhia, o investimento no país vizinho se dará por fases. A primeira delas teve início com a aquisição da Pollos Amanecer, marca de frangos local que opera uma fábrica no distrito de Doctor Juan Eulogio Estigarribia, conhecido também como Campo 9, no departamento de Caaguazú.

Para o investimento no Paraguai, Wesley Batista, acionista e integrante do Conselho de Administração da JBS, destacou as oportunidades por lá. “Encontramos condições de grãos supercompetitivas, mão de obra qualificada e disponibilidade de recursos”, afirmou.

Localização estratégica

Localizada em uma das maiores regiões agrícolas paraguaias, a unidade tem fácil acesso a lavouras e fica a um raio de 200 quilômetros das três maiores cidades do país: a capital Assunção, Ciudad del Leste (na fronteira com Brasil e Argentina) e Luque.

A fábrica foi adquirida da empresa Campo 9 S.A., que atua no mercado local com a marca Pollos Amanecer, que, segundo a JBS, é reconhecida no Paraguai pela qualidade.

Após obras de ampliação e modernização, a planta alcançará capacidade de processamento de 100 mil aves por dia, com objetivo de continuar atendendo o mercado interno e passar a acessar o exterior.

A plena capacidade, a indústria vai rodar com cerca de 1.100 colaboradores (somando a mão de obra fabril e administrativa). O complexo produtivo incluirá 28 granjas para material genético, incubatórios e uma fábrica de ração.

“O Paraguai oferece boas condições para o desenvolvimento da avicultura, e esse investimento reforça nossa estratégia de aumento da competitividade e diversificação da companhia. Estamos confiantes em que essa operação será um motor de crescimento para o país, gerando emprego, renda e produtos de alta qualidade para o mercado global, acelerando a presença do Paraguai no mercado mundial de frangos”, disse Gilberto Tomazoni, CEO Global da companhia.

“Temos o intuito de ser grandes e fazer parte da comunidade. O país está nos recebendo de braços abertos e queremos ser paraguaios no Paraguai”, completou.

O plano de expansão da Seara incluirá investimentos por parte de produtores de frango integrados da região, conhecida pela presença de imigrantes menonitas vindos do Canadá, que se estabeleceram na região a partir da década de 1950.

Atualmente, a fábrica opera com frangos produzidos em 19 aviários. O plano é chegar a 139 quando o ciclo de expansão da fábrica for concluído.



Source link

News

Pernambuco tem novo caso de intoxicação por ingestão de metanol



A Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Pernambuco notificou um novo caso suspeito de intoxicação por metanol associado ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. Com a notificação desta quinta-feira (2), agora são quatro os casos investigados relacionados a intoxicação por consumo de bebida alcoólica no estado.

Segundo a secretaria, o caso investigado é de uma mulher residente em Olinda, que teria ingerido vodca no dia 26 de agosto. Ela buscou atendimento médico no dia 29 de agosto, após ter apresentado sintomas de náuseas, vômito, cefaleia e visão turva. A mulher ainda está sob acompanhamento médico, no Recife, e o estado de saúde é considerado estável.

Em razão dos casos de intoxicação, a prefeitura de Olinda informou que vai intensificar a fiscalização durante as prévias do carnaval de 2026 neste fim de semana.

Fiscalização da Vigilância

No sábado (4), das 8h às 14h, e no domingo (5), das 15h às 21h, equipes da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Olinda vão acompanhar o modo de preparação e como são feitas e manuseadas as bebidas nos comércios formal e informal da orla e do sítio histórico da cidade.

“É uma ação preventiva que reduz o risco, evitando que bebidas adulteradas circulem no comércio e cheguem à população. A Vigilância Sanitária garante que, mesmo na ausência de notificação, a população esteja protegida diante de um risco que já foi identificado em outros territórios”, disse a diretora de Vigilância em Saúde de Olinda, Dejanine Araújo.

Outros casos

Na terça-feira (30), a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) foi notificada sobre três possíveis casos de intoxicação por metanol. Três homens foram atendidos no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. Dois morreram e um outro perdeu a visão. Os pacientes são de dois municípios pernambucanos: Lajedo e João Alfredo.

“Assim que recebeu a notificação, a Apevisa iniciou a preparação de ações de fiscalização em distribuidoras de bebidas alcoólicas. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) vai emitir orientações tanto para a população como para as vigilâncias sanitárias municipais. A meta principal é a intensificação das vistorias para evitar possíveis fraudes nos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas”, diz a Apevisa, em nota.

De acordo com a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária, nesses casos, o hospital relata o quadro clínico, notifica a ocorrência e registra as informações coletadas.

A investigação é realizada pelas vigilâncias da unidade do estado. Nos óbitos com suspeita de intoxicação, o corpo é encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde são feitos exames.

A recomendação da agência é que os serviços de saúde notifiquem todos os casos suspeitos ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e ao Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs/PE) e que façam a busca ativa de pessoas que possam ter consumido bebidas da mesma origem e a capacitação das equipes de saúde para o manejo clínico adequado, incluindo uso de antídotos específicos e hemodiálise nos casos graves.

Também é recomendado que a vigilância sanitária intensifique a fiscalização em estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas, colete amostras suspeitas para análise laboratorial, interdite preventivamente lotes e articule ações conjuntas com Procon, Ministério Público e forças de segurança.



Source link

News

Quais as rodovias com a gasolina e o diesel mais barato? Levantamento responde



Transitar entre as principais rodovias do país pode gerar um custo significativo ao motorista que dirige veículos flex ou a diesel. O mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) analisou o preço na bomba nos postos de gasolina ao longo da Régis Bittencourt, Presidente Dutra, BR-101 e Fernão Dias em setembro.

A Rodovia Fernão Dias fechou o mês como a mais vantajosa para veículos a diesel, registrando os menores preços do país para ambos os tipos: R$ 5,91 para o comum, após alta de 0,17% em relação a agosto, e R$ 6,03 para o S-10, depois de recuo de 0,17%.

Para os veículos leves, a Presidente Dutra foi a melhor opção, comercializando o etanol mais barato, a R$ 4,44 (+1,60%), e a gasolina com a média mais baixa, a R$ 6,13 (+0,49%).

Já a BR-101 seguiu, em setembro, apresentando os maiores preços médios para todos os combustíveis. Na rodovia, o diesel comum foi encontrado em média por R$ 6,12 (-0,16%) e o S-10 por R$ 6,25 (+0,32%). Por lá, a gasolina manteve a estabilidade de preço, sendo comercializada a R$ 6,38, e o etanol foi vendido a R$ 4,89, com uma leve alta de 0,20%.

“Setembro reforça a BR-101 como a rota de maior custo para o abastecimento, uma tendência já observada em nossos levantamentos. A novidade é a consolidação da Presidente Dutra como o trecho mais econômico para veículos leves, oferecendo tanto o etanol quanto a gasolina mais baratos do período”, analisa o diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas.

Segundo ele, enquanto isso, a Fernão Dias se mantém como um porto seguro para os caminhoneiros, com os preços de diesel mais competitivos.

“Essa especialização das rotas, onde uma é mais vantajosa para diesel e outra para combustíveis leves, evidencia como as dinâmicas de preço regionais exigem do motorista uma estratégia cada vez mais apurada para otimizar seus custos”, completa.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.



Source link

News

Apenas uma região registra queda nas cotações de soja nesta quinta-feira; saiba qual



O mercado brasileiro de soja apresentou preços mistos e pouco alterados nesta quinta-feira (2). De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, houve alguns negócios, mas no geral as negociações estiveram travadas. A Bolsa de Chicago para a soja avançou, mas os prêmios caíram, sem estímulo para maiores movimentações.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Silveira comenta que o produtor está com foco no plantio da safra de verão e o spread segue elevado entre as pedidas de compradores e vendedores.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 129,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 130,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 131,00 pra R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 125,00 pra R$ 123,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 123,00 pra R$ 124,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 120,00 pra R$ 121,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja subiram pela segunda sessão seguida nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado renovou as esperanças de retomada das compras chinesas, ainda refletindo a sinalização dada ontem pelo presidente americano, Donald Trump.

China e EUA

Trump afirmou que a soja será um dos principais temas de discussão quando se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, dentro de quatro semanas. “Os produtores de soja do nosso país estão sendo prejudicados porque a China, apenas por motivos de negociação, não está comprando”, escreveu no Truth Social.

Hoje, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo federal apoiará os agricultores americanos diante da recusa chinesa em adquirir soja da safra norte-americana. Segundo ele, um programa de suporte será lançado na próxima terça-feira, em parceria com o Farm Credit Bureau, para garantir recursos ao planejamento das próximas safras.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10,75 centavos de dólar, ou 1,06%, a US$ 10,23 3/4 por bushel. A posição janeiro encerrou a US$ 10,41 3/4 por bushel, avanço de 10,75 centavos ou 1,04%.

Nos subprodutos, o farelo para dezembro fechou em US$ 279,30 por tonelada, com alta de US$ 5,70 ou 2,08%. No óleo, os contratos de dezembro encerraram a 50,44 centavos de dólar, ganho de 0,02 centavo ou 0,03%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,21%, cotado a R$ 5,3391 na venda e R$ 5,3371 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,3076 e a máxima de R$ 5,3731.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ministros do Mapa e MDA recebem bananicultores de todo o país


O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, e o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, receberam nesta terça-feira (30) representantes de produtores de banana de várias regiões do Brasil. Acompanharam os produtores o senador Jaime Bagatolli, os deputados Enio Tatto, do (PT-SP), Jorge Gotten (Rep-SC), Sandra Kennedy, secretária nacional de Articulação Institucional do Ministério das Mulheres, vereadores e prefeitos de diversas cidades.

Os produtores vieram conversar sobre a abertura do mercado brasileiro para importar a produção de banana do Equador e a preocupação com algumas questões fitosanitárias na produção daquele país, particularmente o fungo Fusarium oxysporum raça 4.

Também foi apontado pelos produtores a importância econômica e social da banana em várias regiões do Brasil, como no Vale do Ribeira, em São Paulo, regiões irrigadas no norte de Minas e Ceará, Bahia, Tocantins, Ceará e Espírito Santo, além da importância da produção de bananas de pequenas propriedades e comunidades quilombolas e indígenas.

O ministro Fávaro apontou a solidez da vigilância sanitária brasileira como referência mundial, garantindo que haverá extrema atenção quanto a qualquer risco, ressaltando que não há casos de Fusarium oxysporum raça 4 no Equador, e destacou que o Governo do Brasil já superou mais de 400 novos mercados e pode chegar a 500 mercados até o fim da gestão, sendo que o recorde anterior era a abertura de cerca de 100 mercados.

“Osistema sanitário brasileiro é muito robusto e já superamos diversos desafios. Ninguém no mundo tem um sistema tão eficiente. Também tratamos das oportunidades no mercado externo para a fruta brasileira. O Mapa e o MDA são a casa do produtor brasileiro, estamos aqui para colaborar e buscar oportunidades. Não vamos deixar nenhum produtor precarizado”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Os ministros se comprometeram com os produtores que acompanharão toda a análise sanitária da questão da banana do Equador, evitarão qualquer ação de dumping e disseram que não só não haverá prejuízos para os produtores brasileiros de banana no mercado interno, como também é possível trabalhar junto com o setor por oportunidades para abrir mercados no exterior, ampliando o consumo de banana brasileira.

O ministro Paulo Teixeira afirmou que as portas dos ministérios estarão sempre abertas para o diálogo com o setor e para monitorar a situação da banana do Equador. “Não vamos pensar apenas as políticas defensivas, mas também as ofensivas, para aumentar a capacidade de exportação e espaço para a banana brasileira nos mercados interno e externo”, concluiu.Com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura FamiliarInformações à [email protected]





Source link