quinta-feira, abril 23, 2026

Autor: Redação

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maior área de plantio na safra pode impulsionar vendas, diz Abimaq



A estimativa de aumento na área de plantio na safra de grãos 2025/26 pode provocar uma alta nas vendas de máquinas agrícolas, avaliou o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA), Pedro Estevão Bastos de Oliveira, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Ele participou na sexta-feira (3) da 25ª edição do Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial (SPEE).

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta área de plantio de 84,24 milhões de hectares no ciclo agrícola 2025/26 ante 81,74 milhões de hectares na temporada anterior 2024/25, o que indica um crescimento de 3,05%

“Com essa projeção, cria-se uma pressão de compra de máquinas, porque as atuais estão ficando velhas”, disse o executivo.

Oliveira acrescentou que a projeção da Conab indica que o mercado não está tão ruim quanto parece. “Isso mostra que, sim, o setor tem problemas, mas boa parte dos produtores está resiliente e investindo na safra. As máquinas agrícolas não ficarão de fora disso”, destacou.

Faturamento do setor de máquinas

O setor de máquinas agrícolas deve registrar faturamento de R$ 68 bilhões em 2025, o que corresponde a uma alta de 9,7% em comparação com R$ 62 bilhões de 2024, segundo informações são do presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA), Pedro Estevão Bastos de Oliveira, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Segundo a associação, de janeiro a agosto, as vendas de máquinas agrícolas aumentaram 14%, impulsionadas pelo volume comercializado de novembro de 2024 a julho de 2025. No entanto, em agosto passado, o setor registrou uma queda de 10% em relação ao igual mês do ano anterior.

Conforme Oliveira, em agosto de 2024 houve baixa de 18% ante agosto de 2023, mas trata-se de uma queda esperada, sazonal, que se repete neste ano.



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Balança comercial tem superávit em setembro, com crescimento das exportações agropecuárias



O Brasil teve um superávit de US$ 3 bilhões no mês de setembro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (6) pela Secretaria do Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O resultado foi 41,1% menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

As exportações somaram US$ 30,5 bilhões no período – alta de 7,2% – enquanto as importações fecharam o mês em US$ 27,5 bilhões, crescimento de 17,7%.

Acumulado do ano

De janeiro a setembro de 2025, a balança comercial apresentou um superávit de US$ 45,48 bilhões, queda de 22,5% em relação ao mesmo período de 2024.

No acumulado do ano, as exportações cresceram 1,1%, chegando a US$ 257,79 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 212,31 bilhões, elevação de 8,2%. A corrente de comércio, soma das exportações e importações, teve um aumento de 4,2%, a US$ 470,11 bilhões.

Exportações agropecuárias

De acordo com a Secex, as exportações agropecuárias somaram US$ 6,72 bilhões em setembro, alta de 18%. Já a indústria extrativa cresceu 9,2% no período, chegando a US$ 6,61 bilhões, enquanto a indústria de transformação alcançou US$ 16,93 bilhões, crescimento de 2,5%.

A combinação destes resultados levou ao aumento do total das exportações, informou a secretaria.

Principais destinos

Em setembro, as exportações para a China, Hong Kong e Macau cresceram 14,7% em relação ao mesmo intervalo de 2024, chegando a US$ 8,69 bilhões. Por sua vez, as importações aumentaram 9,0%, totalizando US$ 6,38 bilhões.

Assim, a balança comercial com este parceiro comercial apresentou superávit de US$ 2,31 bilhões e a corrente de comércio aumentou 12,2%, alcançando US$ 15,07 bilhões.



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Governo Federal decide sobre horário de verão



Após diversas especulações nas redes sociais sobre o possível retorno do Horário de Verão, o Governo Federal se pronunciou oficialmente sobre o tema. Em nota divulgada na última sexta-feira (3) pela Secretaria de Comunicação Social, o governo afirmou que são falsas as informações sobre a adoção do Horário de Verão neste ano.

“É falso que o Governo do Brasil tenha decidido adotar o Horário de Verão. Historicamente, o Horário de Verão tinha como principal objetivo a redução do consumo de energia elétrica, a partir do melhor aproveitamento da luz natural com o adiantamento dos relógios em uma hora. Em 2019, verificou-se que o Horário de Verão havia deixado de produzir os benefícios energéticos esperados, em função da mudança nos hábitos de consumo da população e da intensificação do uso de equipamentos de refrigeração durante a tarde. Assim, a máxima de energia havia deixado de ocorrer no período noturno, passando a se concentrar por volta das 15h, o que comprometia a efetividade da política”, diz a nota.

Apesar de negar o retorno neste momento, o comunicado ressalta que o Ministério de Minas e Energia (MME) segue avaliando periodicamente o tema e não descarta a possibilidade de retomada da medida no futuro.

“O setor elétrico continua passando por mudanças significativas, especialmente em função da transição energética e das mudanças climáticas. Por isso, o Ministério de Minas e Energia, no âmbito do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), continuará avaliando periodicamente a adoção do Horário de Verão, com vistas a garantir a segurança e a confiabilidade do suprimento eletroenergético no país”, conclui o comunicado.



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Estado brasileiro inicia plantio de soja com previsão de safra 57% maior; saiba qual



Com a abertura oficial do plantio da safra de soja 2025/26, iniciada em 1º de outubro e prevista até 28 de janeiro de 2026, a expectativa é colher 21,4 milhões de toneladas no Rio Grande do Sul, segundo a Emater/RS-Ascar. O volume 57% é superior à safra anterior, de 13,64 milhões de toneladas.

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De acordo com a projeção, a área cultivada deve chegar a 6,74 milhões de hectares, uma leve redução de 0,8% em comparação ao ciclo passado. A produção final, no entanto, dependerá das condições climáticas no Estado.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Giovani Brum, destacou a resiliência dos produtores gaúchos diante das adversidades do campo. Para ele, esta safra traz a expectativa de recuperação da produtividade e de retomada do protagonismo do estado na produção nacional. O secretário da Casa Civil, Artur Lemos, também esteve presente no evento.

Segundo a Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2025 (RAG), os principais municípios no cultivo irrigado são São Borja, Cruz Alta, São Luiz Gonzaga, Santa Bárbara do Sul e Boa Vista do Cadeado. Já no cultivo de sequeiro, destacam-se Palmeira das Missões, Dom Pedrito, Vacaria, Cachoeira do Sul e São Gabriel.

Exportações de soja no RS

Em 2024, o Rio Grande do Sul exportou US$ 6,33 bilhões em produtos do complexo soja, consolidando-se como o terceiro maior exportador do país. A China segue como principal destino (56% das vendas externas), seguida por Irã (7,2%), Coreia do Sul e Índia (3,7% cada) e Iraque (3,1%).



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Tilápia a partir de R$ 14,99/kg é destaque em festival de mercado de peixes



O Mercado de Peixe de Santos inicia nesta terça-feira (7) mais uma edição do Festival da Tilápia. Durante o evento, os consumidores poderão aproveitar descontos especiais na tilápia premium, uma das espécies mais procuradas pela versatilidade no preparo e sabor. O peixe inteiro será vendido a partir de R$ 14,99 o quilo por 20 comerciantes do local.

A promoção vai até 12 de outubro. Atualmente, o quilo da tilápia custa entre R$ 20 e R$ 24, variando de acordo com o tamanho e o tipo.

De acordo com o coordenador do mercado, Paulo Carvalhal, muitos clientes pedem que os festivais sejam realizados com frequência. Desta vez, o destaque é a tilápia, muito aguardada por todos.

Rica em vitaminas D, A e B, a tilápia, espécie de água doce, é vista como agente na prevenção de doenças cardiovasculares, na melhora da saúde de dentes, ossos, e na regeneração de tecidos e músculos.

O Mercado de Peixes funciona de terça a sábado, das 7h as 18h, e aos domingos, das 7h as 17h, na Avenida Mário Covas Júnior, 3.050, em Santos, São Paulo.

Conforme cálculos da Secretaria Turismo, Comércio e Empreendedorismo (Setur), o local recebe em média 300 pessoas por dia e são vendidas cerca de 10 toneladas de pescados.



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AgroNewsPolítica & Agro

La Niña pode levar estiagem ao Centro-Sul em outubro


A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) estimou 71% de probabilidade de desenvolvimento do fenômeno La Niña já em outubro, com possibilidade de persistir até fevereiro de 2026. O evento oceânico, que provoca o resfriamento das águas superficiais do Pacífico, altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do mundo. No Brasil, a ocorrência está associada à estiagem nas regiões Centro-Sul.

O encerramento do vazio sanitário da soja em grande parte das áreas produtoras marca o início do plantio da principal commodity agrícola do país, coincidindo com a previsão de chegada do La Niña. A combinação aumenta o risco de estresse hídrico e redução de produtividade, especialmente em estados como Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul, que podem enfrentar longos períodos de escassez de chuva. O impacto climático também deve afetar o desenvolvimento da safra de milho verão.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

“Caso se confirme, o La Niña vai atuar num período muito importante para o ciclo de produção da safra, pois estamos no início do plantio, momento crucial que impactará mais adiante no enchimento de grãos. Por isso, é importante que os agricultores foquem o manejo no fortalecimento das raízes, para enfrentar desafios térmicos, hídricos e até mesmo fungos”, explica o agrônomo Giovanni Ferreira, desenvolvedor de mercado da Biotrop.

Ferreira aponta que a atenção dos produtores deve incluir o controle de nematoides e outros patógenos que intensificam os efeitos da seca. Esses organismos, ao penetrarem nas raízes, dificultam a absorção de água. “A proteção da planta pode e deve ser feita ainda na semente para que, quando a raiz começar a crescer, ela esteja protegida contra a ação dos nematoides. Dessa maneira, o produtor evita mais um problema além da falta de água”, ressalta Giovanni.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Entre os fungos de solo que podem se agravar com o tempo seco estão a podridão-radicular-seca (Fusarium solani f.sp. phaseoli) e a podridão-de-carvão (Macrophomina phaseolina), que comprometem o desenvolvimento das plantas. Outro fator de risco é a fitotoxicidade, decorrente de misturas inadequadas, dosagens incorretas ou condições desfavoráveis de aplicação de defensivos, que podem causar queima nas folhas e, em casos extremos, levar à morte da planta.

Em cenários de baixa umidade, os efeitos da fitotoxicidade tendem a se intensificar. “A recomendação da Biotrop é que o agricultor utilize soluções que ajudem a planta a otimizar o uso dos recursos hídricos para o seu desenvolvimento. Alguns microrganismos são excelentes para esse fim, como Bacillus Aryabhattai, Bacillus Haynesii e Bacilus Circulans, tríade que compõe a formulação do Bioasis Power”, ressalta o agrônomo.





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Galípolo diz que mercado de trabalho é o mais exuberante em 3 décadas



O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que o mercado de trabalho no Brasil é “o mais exuberante” das últimas três décadas. Disse também que, pelas expectativas do mercado, não se vê a inflação atingindo a meta pelo menos até 2028.

A afirmação foi feita nesta segunda-feira (6) durante palestra proferida no Instituto Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo.

“A série histórica dá a entender que talvez estejamos em pleno emprego. Temos dados bastante fortes do que vem acontecendo [em relação a isso]. A massa salarial e o rendimento médio real têm uma alta bastante acentuada nesse sentido. Então acho que é difícil dizer que a gente não tem, provavelmente, o mercado de trabalho mais exuberante que a gente viu nas últimas três décadas”, disse o presidente do BC.

Galípolo disse, ainda, que para o país continuar crescendo sem ter uma pressão inflacionária, é muito importante que esse crescimento se dê por aumento de produtividade. “Mas por uma produtividade que permita a gente ter uma sustentabilidade, [de forma a termos] uma duração mais longa nesse crescimento”, complementou.

Elevação dos juros

Ele reiterou que a elevação dos juros se deve às pressões inflacionárias. “A gente sabe que 15% é uma taxa de juros elevada, mas percebam a situação que a gente tinha em abril: 57% dos itens que compõem o IPCA estavam superiores ao dobro da meta de inflação”, disse.

“A gente não vê a inflação na meta em nenhum dos horizontes, nem até 2028, pelas expectativas do Focus. É óbvio que o BC tem suas próprias projeções. E a gente incorpora todas essas projeções. Dentro das expectativas do Focus e dentro das nossas projeções, esse é um indicativo de bastante incômodo”, complementou.



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Programa da ABCZ comprova ganhos de desempenho com touros nelore PO



O PMGZ Carne, programa desenvolvido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), acaba de comprovar a superioridade da genética zebuína melhoradora na cadeia produtiva da carne.

Um abate recente de 60 animais da raça nelore da ACN Agropecuária, filhos de 22 touros PO diferentes, registrou médias de desempenho e qualidade que superam amplamente os índices observados no mercado de frigoríficos.

Com apenas 22 meses de idade, o lote de animais em confinamento demonstrou uma performance zootécnica notável, reforçando a eficiência da seleção genética. Confira os dados:

  • Peso Final de Confinamento: 682,22 kg
  • Carcaça: 377,96 kg
  • Arrobas: 25,20 arrobas
  • Rendimento de Carcaça: 58,59%

A média de 25,20 arrobas aos 22 meses está bem acima do padrão do mercado e reforça o potencial de retorno econômico do investimento em genética de ponta.

Qualidade da carcaça e rentabilidade comprovada

Os resultados de qualidade foram analisados pelo professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e consultor da ABCZ, Ricardo Brumatti, que confirmou a superioridade zootécnica e a competitividade econômica do lote. Os indicadores de carcaça reforçam o alto padrão de acabamento e marmoreio:

  • Área de Olho de Lombo (AOL): 99,20 centímetros quadrados
  • Espessura de Gordura Subcutânea (EGP8): 8,13 milímetros
  • Nível de Marmoreio: 2,61

Ricardo Brumatti destaca que, com um custo médio de arroba de R$ 279,84, a ACN Agropecuária alcança indicadores de eficiência entre os melhores do setor. A análise detalhada revelou que o lote superior — correspondente a 30% dos animais — apresentou margens brutas acima de 12%, indicando uma forte oportunidade para a seleção contínua das melhores linhagens e o consequente aumento da rentabilidade.

Para a ABCZ, o resultado da ACN Agropecuária é mais uma evidência da relevância do PMGZ Carne. Segundo a associação, mesmo com a variabilidade genética de 60 animais, filhos de 22 pais diferentes, o ganho de produtividade foi expressivo.

“O PMGZ Carne vem demonstrando na prática os elevados ganhos em produtividade tanto no desempenho zootécnico quanto no romaneio de abate dos animais filhos de touros nelore PO. Ter ganhos expressivos bem acima da média resulta em mais dinheiro no bolso do pecuarista”, afirma Ricardo Abreu, gerente de fomento dos programas de melhoramento genético da ABCZ, em comunicado.

Também em comunicado, o pecuarista Anderson Carlos Nascimento, da ACN Agropecuária, atribui o sucesso ao investimento contínuo em genética e boa gestão. “O objetivo é que as nossas fêmeas possam parir um bezerro por ano, desmamar um bezerro pesado, somando isso à utilização de touros PO, seja por inseminação, transferência de embrião ou repasse. A meta é obter mais arrobas por hectare, que é o retorno do nosso investimento”.



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Chegada de nova frente fria causa virada do tempo e derruba temperaturas



A passagem de uma nova frente fria promete mudar o tempo em São Paulo a partir desta terça-feira (7), trazendo chuvas e queda de temperatura em todo o estado.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo a Climatempo, as pancadas de chuva serão mais frequentes e volumosas no extremo sul e no litoral paulista, enquanto no interior a precipitação será mais irregular e de curta duração, sem força suficiente para reverter o quadro de seca persistente que afeta diversas regiões.

Na quarta-feira (8), ainda há previsão de chuvas isoladas em pontos do centro, norte e oeste do estado. Já no sul e leste paulista, incluindo a Grande São Paulo e o litoral, o tempo deve ficar nublado e chuvoso até sexta-feira (10), com momentos de chuva moderada.

A frente fria também traz ventos de origem polar, que vão derrubar as temperaturas no decorrer da semana. No centro, norte e oeste do estado, o ar frio deve apenas refrescar o clima, reduzindo o calor intenso dos últimos dias.

Nas regiões sul e leste, o cenário será diferente: o excesso de nebulosidade, a chuva e os ventos frios vão garantir temperaturas mais baixas durante toda a semana. Na capital paulista, as máximas entre terça e sexta-feira devem ficar abaixo dos 22°C.



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Qual é o maior desafio da agricultura familiar hoje?


Na interatividade da semana, perguntamos: Qual é o maior desafio da agricultura familiar hoje? A maioria dos produtores mostraram que o acesso ao crédito e ao financiamento é o maior desafio da agricultura familiar brasileira. O tema foi apontado por 41% dos votantes, seguido de comercialização e preços justos (27%), sucessão familiar (19%) e assistência técnica e tecnologia (13%).

Muitos produtores ainda encontram dificuldades para acessar linhas de crédito, como o Pronaf, por falta de informação, planejamento financeiro e formalização. Por isso, o Sebrae recomenda que o agricultor busque apoio técnico para entender qual linha se adequa ao seu perfil e preparar corretamente a documentação. Além disso, consultorias e cursos sobre gestão financeira e planejamento rural ajudam a organizar o negócio e aumentar a segurança nas negociações.

Outro ponto sensível é a comercialização. Sem canais estruturados de venda, o produtor acaba recebendo menos pelo que produz. O Sebrae orienta a formação de cooperativas, a participação em feiras regionais e o uso de plataformas digitais de comercialização, o que amplia o alcance dos produtos e fortalece a renda do agricultor.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

A sucessão familiar no campo também preocupa. Muitos jovens ainda deixam a zona rural por falta de oportunidades. Nesse contexto, o programa Sebrae Jovem Rural estimula o empreendedorismo e a inovação, mostrando que é possível construir uma carreira sólida e rentável no agronegócio.

Por fim, a assistência técnica e o acesso à tecnologia são essenciais para o crescimento sustentável. Programas como o ALI Rural (Agente Local de Inovação) ajudam produtores a adotar novas soluções e a melhorar a gestão. Dessa forma, o campo se torna mais produtivo e competitivo.



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