quarta-feira, abril 22, 2026

Autor: Redação

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Reunião entre China e EUA pode derrubar a soja



Reunião vai ocorrer nos próximos momentos


Caso haja acordo e a China volte a comprar soja americana, os preços devem cair
Caso haja acordo e a China volte a comprar soja americana, os preços devem cair – Foto: Canva

O mercado da soja vive um momento de incerteza e depende diretamente dos rumos da política internacional e do clima. Segundo análise da TF Agroeconômica, a próxima reunião entre Donald Trump e Xi Jinping será determinante para a tendência de preços. 

Caso haja acordo e a China volte a comprar soja americana, os contratos em Chicago (CBOT) devem subir e os preços no Brasil cair, o que indicaria a venda imediata. Por outro lado, se a China optar por reduzir a dependência dos EUA e priorizar apenas a América do Sul, a CBOT pode cair, mas o Brasil manteria preços relativamente altos, ainda que o lucro do produtor seja reduzido diante do aumento da safra local.

Entre os fatores de alta, destacam-se a expectativa de auxílio bilionário de Trump aos agricultores americanos, estimado entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões, o que pode sustentar os preços no curto prazo. No Brasil, a demanda firme por óleo de soja se mantém mesmo diante da queda do petróleo e do feriado da Semana Dourada na China, refletindo a procura por biocombustíveis e os estoques estáveis de óleos vegetais. Além disso, as exportações brasileiras continuam aquecidas: em setembro, foram estimadas em 7,14 milhões de toneladas, número menor que em agosto, mas bem acima do mesmo período de 2024.

Já do lado baixista, o mercado enfrenta pressão com a falta de relatórios do USDA devido à paralisação do governo americano, o que aumenta o pessimismo dos investidores. Soma-se a isso o ritmo acelerado da colheita nos EUA, favorecido pelo clima seco, ainda que haja risco de queda de produtividade estimada em quase 1%. Outro ponto de peso é a ausência da China no mercado americano, fator que deixa em aberto duas possibilidades: retomada das compras, beneficiando Chicago, ou consolidação da preferência pela América do Sul, o que manteria os preços brasileiros relativamente firmes.





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fraude movimentou mais de R$120 milhões nos últimos cinco anos



A Polícia Civil de Goiás deflagrou, nesta terça-feira (7), uma megaoperação contra um grupo suspeito de aplicar golpes em produtores rurais, especificamente na comercialização de milho. Nos últimos cinco anos, a quadrilha movimentou valores superiores a R$ 120 milhões.

A operação, apelidada de “Agrofraude”, visa desarticular uma associação criminosa especializada na prática de estelionato qualificado por fraude eletrônica e lavagem de dinheiro.

Como o golpe funcionava

Conhecido como “falso intermediário”, o golpe começou a ser investigado após diversas denúncias de vítimas lesadas. De acordo com a Polícia Civil, os criminosos se passavam por compradores legítimos junto a corretores de grãos, obtendo informações reais sobre produtos disponíveis em fazendas, como fotos, vídeos, qualidade e quantidade.

Com os dados em mãos, os membros da quadrilha se passavam por vendedores frente a outros corretores e compradores, fechando os negócios fraudulentos.

Prejuízos milionários a produtores rurais

Apenas em Rio Verde, a prática criminosa vitimou mais de 10 pessoas, com prejuízos totais estimados em R$ 1 milhão. Além disso, as investigações se estenderam para outras regiões, e a operação foi realizada de forma simultânea em oito estados e no Distrito Federal:

  • Cuiabá (MT);
  • Várzea Grande (MT);
  • Brasília (DF);
  • Paraguaçu Paulista (SP);
  • Cascavel (PR);
  • Joinville (SC);
  • Portão (RS);
  • Manaus (AM);
  • Rio Branco (AC);
  • São Gonçalo do Piauí (PI).

Ao final da operação, foram expedidos 41 mandados judiciais contra os investigados, incluindo prisões, buscas e apreensões, além de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens.

*Sob supervisão de Beatriz Gunther



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por que o manejo é mais importante que a textura



A escolha do capim ideal é um ponto de partida fundamental para a rentabilidade da pecuária, mas a decisão não deve se restringir apenas à textura do solo.

A dúvida sobre qual capim plantar em solo argiloso é comum, mas, segundo o engenheiro agrônomo Marcius Gracco, da Intensifique Consultoria, o fator mais importante para uma escolha acertada é o manejo proposto para a pastagem. Confira o vídeo.

Antigamente, algumas espécies, como a Tanzânia, eram frequentemente evitadas em solos argilosos devido ao risco de acúmulo de água e consequente problemas com fungos.

No entanto, o avanço da genética e as novas cultivares no mercado apresentam melhor sanidade, tornando a textura do solo um fator secundário na decisão estratégica.

A regra essencial para a escolha da forrageira deve ser a intensidade de produção que o pecuarista pretende aplicar. A decisão deve ser baseada no nível de investimento e na estratégia de pastejo, desde a alta lotação até o pastejo contínuo.

Para determinar o capim mais adequado, o produtor deve definir qual será o nível de investimento e intensificação no pasto, priorizando sempre a eficiência produtiva:

Alta lotação e intensificação

Se o objetivo é um sistema de alta produtividade, com investimento em piqueteamento, correção e adubação intensa, o foco deve ser nas espécies do gênero Panicum.

  • Exemplos: Mombaça, Zuri ou Massai.
  • Vantagem: possuem o maior potencial de produtividade.
  • Exigência: são as forrageiras mais exigentes em fertilidade do solo e manejo.

Pastejo contínuo e baixa intensidade

Se o sistema de produção for baseado no pastejo contínuo, com pouca ou nenhuma adubação, as espécies mais indicadas são as Braquiárias.

  • Exemplos: Piatã ou Marandu.
  • Vantagem: são mais “elásticas”, menos exigentes em manejo e requerem um pouco menos de fertilidade do solo.

Adaptação climática e recuperação de áreas

Além do manejo, a adaptação climática da região deve ser uma consideração crucial. Em áreas sujeitas a longos períodos de estiagem, por exemplo, o pecuarista deve buscar forrageiras com maior resistência à seca, como Paiaguás ou o próprio Massai.

Para situações em que não há condições de fazer a correção do solo, como em áreas degradadas ou juquiradas, o agrônomo recomenda o uso de espécies do tipo Humidícola. Este material é menos exigente em fertilidade inicial, embora ainda necessite de um manejo adequado, como o pastejo rotacionado, para evitar o pisoteio excessivo e a degradação.

Em resumo, a chave para o sucesso é o planejamento: o pecuarista deve focar no manejo que será proposto para a sua fazenda para, então, escolher o capim que melhor se alinhará à sua estratégia de produção e, consequentemente, à rentabilidade do seu negócio.



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o inimigo invisível do agro


Os casos recentes de bebidas adulteradas com metanol, que resultaram em internações e mortes no Brasil, acenderam um alerta sobre um problema muito maior: a pirataria, a falsificação e a adulteração de produtos. Esse não é um fenômeno restrito ao consumo urbano e o agronegócio também sofre diretamente com ele. Trata-se de um inimigo silencioso, mas de efeitos devastadores para a economia, a saúde e o meio ambiente.

O setor convive com sementes piratas que não entregam a produtividade prometida, combustíveis adulterados que comprometem máquinas, defensivos agrícolas falsificados que ameaçam tanto a eficácia no combate a pragas quanto a segurança humana e ambiental.

No caso das sementes, a pirataria já responde por 11% da área plantada de soja no Brasil. O prejuízo estimado é bilionário: cerca de R$ 10 bilhões por ano para o setor, de acordo com a CropLife Brasil. Além do impacto econômico, há a perda de produtividade: em média, o uso de sementes piratas resulta em quatro sacas a menos por hectare, uma redução de até 17% no rendimento. Isso significa menos produção, mais custos e um agro menos competitivo.

A situação é igualmente grave no mercado de defensivos agrícolas. Segundo a Abifina, estima-se que um quarto de todo o mercado brasileiro seja ocupado por produtos ilegais ou falsificados, movimentando cerca de R$ 20 bilhões por ano fora da economia formal.

Esses produtos, muitas vezes contrabandeados ou adulterados, não passam por qualquer controle técnico. Resultado: falhas no combate a pragas, lavouras mais vulneráveis, aumento da necessidade de aplicações e riscos sérios de contaminação do solo, da água e até de intoxicação de trabalhadores rurais. Além disso, eles enfraquecem programas de manejo sustentável e favorecem a resistência de pragas.

Por trás de cada semente certificada ou defensivo agrícola regular existe um longo caminho de pesquisa e desenvolvimento. São anos de estudos, testes de campo, avaliações de segurança e análises regulatórias que envolvem pesquisadores, universidades e empresas. Um processo que garante qualidade, eficácia e segurança para produtores e consumidores.

Quando o produtor recorre a insumos piratas, ele não apenas coloca sua lavoura em risco: ele mina o investimento em ciência e tecnologia. Isso desestimula a inovação e compromete o futuro do agronegócio, que depende justamente de novas soluções para enfrentar pragas, mudanças climáticas e o desafio de produzir mais de forma sustentável. Valorizar o trabalho da ciência é também proteger o agro de práticas criminosas.

Hoje, a realidade é dura: para quem pratica esse tipo de crime, as penas ainda compensam. O risco jurídico é baixo, enquanto o ganho financeiro é alto. Essa equação, infelizmente, incentiva a continuidade da prática e fragiliza quem trabalha de forma séria e dentro da lei.

O Congresso já percebeu a gravidade da situação e deve pautar, na próxima semana, projetos de lei que endurecem as punições para falsificação, pirataria e adulteração de produtos. Se aprovadas, essas mudanças representarão um avanço importante. Penas mais rígidas podem, sim, ajudar a desestimular o crime. Mas precisamos reconhecer que esse é apenas um dos lados da equação.

A experiência brasileira já mostrou que leis mais duras, sozinhas, não bastam. Sem uma rede eficiente de fiscalização, a impunidade continua. É preciso que os órgãos competentes atuem de forma coordenada, com recursos humanos e tecnológicos suficientes para monitorar, identificar e punir quem coloca em risco o agro e a sociedade.

Ao mesmo tempo, a conscientização de produtores e consumidores é fundamental. Comprar produtos ou insumos de origem duvidosa, muitas vezes atraídos pelo preço mais baixo, pode parecer vantajoso no curto prazo, mas traz enormes prejuízos no médio e longo prazo, tanto financeiros quanto de credibilidade para todo o setor.

Os recentes casos de bebidas contaminadas com metanol deixam claro que não se trata apenas de um problema do campo ou da indústria, mas de um risco que atravessa fronteiras e chega à mesa de todos nós. Quando a pirataria prospera, todos estamos expostos, seja no copo, no prato ou no alimento que exportamos para o mundo.

O agro não pode, e o Brasil não deve tolerar a pirataria.

*Rebecca Lucena é diretora de Relações Governamentais da BMJ Consultores Associados e cofundadora da rede Women Inside Trade (WIT)


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Mata Atlântica é tema de encerramento do circuito ‘Diálogos Pelo Clima’, da Embrapa



São Paulo recebe, nesta quarta-feira (8), a última edição do circuito Diálogos pelo Clima, promovido pela Embrapa, que ao longo dos últimos meses percorreu todos os biomas brasileiros em preparação para a COP30, que será realizada em 2025, em Belém, Pará.

O encontro terá como destaque o bioma da Mata Atlântica, com debates sobre agricultura conservacionista, saúde do solo, uso de bioinsumos e práticas de produção sustentável. O evento contará com a presença da CEO da COP30, Ana Toni, e do embaixador André Corrêa do Lago, além do pesquisador Carlos Nobre, referência mundial em mudanças climáticas.

De acordo com a diretora de Inovação e Transferência de Tecnologia da Embrapa e coordenadora da jornada, Ana Euler, o objetivo é consolidar as propostas discutidas nos encontros anteriores, realizados em regiões como Cerrado, Pantanal, Amazônia, Pampa e Caatinga, em um documento nacional que será entregue à presidência da COP30.

Segundo Ana Euler, o material reunirá contribuições sobre agricultura conservacionista, conservação da água, saúde do solo e o avanço da agricultura regenerativa.

“O mundo observa o Brasil e quer conhecer as boas práticas e tecnologias sustentáveis desenvolvidas aqui. Outro ponto forte é a inclusão socioprodutiva e digital, com destaque para a conectividade no campo e o uso de bioinsumos”, destaca.

Localização do evento

O evento será realizado no Cubo Itaú, em São Paulo, e marca o encerramento de uma jornada iniciada em maio, em Brasília. A carta final do circuito deve reunir diretrizes para uma agenda de ação climática com foco em mitigação, adaptação e resiliência dos sistemas produtivos.



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Além do tarifaço, exportadores de café perdem R$ 5,9 milhões em agosto



Os exportadores brasileiros de café amargaram prejuízo de R$ 5,9 milhões em agosto devido à incapacidade dos portos de embarcar 624 mil sacas, o equivalente a 1.893 contêineres. O dado é do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e inclui gastos extras com armazenagem e taxas cobradas por atrasos no embarque.

Além disso, a falha na logística impediu a entrada de R$ 1,2 bilhão em receita cambial naquele mês. O setor ainda enfrenta o tarifaço dos Estados Unidos, que atinge em cheio o café brasileiro.

Estrutura portuária no limite

O diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, alerta que a situação tende a se agravar sem investimentos imediatos em infraestrutura. “Os portos estão no limite da capacidade. O agronegócio cresce, mas a ampliação dos terminais e a diversificação dos modais de transporte não acompanham esse ritmo”, afirma.

Segundo o boletim mensal divulgado pela entidade, metade dos navios previstos para embarcar café em agosto sofreu atrasos ou alterações de escala. No Porto de Santos, responsável por mais de 80% das exportações do produto, 67% das embarcações enfrentaram atrasos, com esperas de até 47 dias.

Setor busca mudanças no marco regulatório

Para tentar destravar os gargalos, o Cecafé articula medidas com o governo e o Congresso. Em setembro, inclusive, a entidade se reuniu com o deputado Arthur Maia (União-BA), relator do Projeto de Lei 733/2025, que cria um novo marco regulatório para o sistema portuário brasileiro.

O texto propõe mais transparência nas tarifas, participação dos usuários de carga nos conselhos portuários e a criação de indicadores logísticos para acompanhar o desempenho dos terminais.

Além disso, existe o pedido de audiência pública na Câmara, em parceria com o deputado Evair de Melo (PP-ES), para discutir os impactos da lentidão nos processos da Antaq, como o leilão do terminal Tecon Santos 10, ainda sem definição.

“Sem ampliar a capacidade e reduzir a burocracia, o país continuará perdendo competitividade e acumulando prejuízos”, resume Heron.



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Lado a lado com o Soja Brasil: parceiros marcam presença na Abertura do Plantio da Soja



Na última sexta-feira (3), o município de Sidrolândia, em Mato Grosso do Sul, recebeu a Abertura Nacional do Plantio de Soja safra 2025/26, evento que marcou o início oficial da nova temporada da soja e do Projeto Soja Brasil. Parceiros, autoridades, produtores rurais e representantes do setor se reuniram na Fazenda Recanto o acompanhamento constante do projeto ao longo dos anos.

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Entre os presentes, esteve Adilson Oliveira Jr, chefe-adjunto administrativo da Embrapa Soja, que destacou a força da parceria entre ciência e campo. “Não existe sucesso maior do que a soja. O produtor rural, aliado à ciência e à tecnologia, forma uma combinação que nos permite crescer ainda mais como país. Em nome da Embrapa, agradeço e desejo uma ótima safra a todos”, afirmou.

Durante a cerimônia, foi exibido um vídeo institucional da Ihara, em comemoração aos 60 anos da empresa. O gerente comercial da Ihara, Rafael Scapini, reforçou o orgulho da parceria com o Soja Brasil. “Estamos há mais de 10 anos ao lado do projeto, apoiando o Canal Rural e os produtores. A cada safra, plantamos também esperança em um novo ciclo. Temos soluções completas para o sojicultor em todas as fases da lavoura, fruto da união entre trabalho, inovação e confiança”, destacou.

O evento também contou com um vídeo de Mauro Correia, CEO da Mitsubishi Motors, que ressaltou a evolução do agronegócio e o papel das novas tecnologias. “Essa safra tende a ser recorde, o que mostra o quanto o setor evoluiu, especialmente em tecnologia e novos conceitos. Vivemos uma nova geração de produtores, atentos à conectividade e à inovação. A nova geração de picapes da Mitsubishi foi desenvolvida para atender esse público, mais robustas, tecnológicas e premiadas em todo o Brasil”, afirmou.

Representando a Profarm, a country manager Susana Martins Carvalho também discursou durante a abertura. “É um prazer estar aqui na Fazenda Recanto e participar deste momento simbólico para a safra 2025/26. Agradeço à família Basso, ao Canal Rural, à Aprosoja Brasil e a todos os produtores e suas famílias. A Profarm atua há 27 anos no Brasil com um portfólio completo de biosoluções. Caminhamos ao lado do produtor, oferecendo tecnologias que aumentam a produtividade e a sustentabilidade da soja”, destacou.

O gerente regional da Bayer Brasil, Diego Lohmann Bortolini, reforçou a importância do Mato Grosso do Sul para a empresa. “Foi aqui que registramos uma das maiores adoções das nossas biotecnologias. Lançamos a primeira geração da Intacta em 2012 e, em 2021, a Intacta 2. É uma grande satisfação ver a força dessa tecnologia entre os produtores sul-mato-grossenses”, disse.

Patrocinadora local, a Fendt também marcou presença. A empresa apresentou o trator Fendt 728, de 280 cavalos, além de outros modelos da série 900 e 1000 Vario, e uma linha completa de plantadeiras e colheitadeiras. “O público pôde conhecer de perto todas as tecnologias embarcadas para o plantio e colheita. É uma oportunidade de mostrar como a Fendt está preparada para atender o produtor em todas as etapas da produção”, destacou Rafael Pereira, coordenador comercial da marca.



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Pegue o guarda-chuva! Frente fria traz temporais e risco de granizo em São Paulo



Entre esta terça-feira (7) e sexta-feira (10), a chegada de uma frente fria em São Paulo deve provocar pancadas de chuva fortes, acompanhadas de rajadas de vento com possibilidade de queda de granizo e descargas elétricas em várias regiões do estado.

Com a entrada da frente fria, as temperaturas devem cair de forma acentuada e a umidade aumentar, especialmente na zona leste de São Paulo.

De acordo com os modelos meteorológicos, há condições para temporais e acumulados de chuva entre terça-feira (7) e sexta-feira (10), especialmente na região metropolitana, Baixada Santista, Vale do Ribeira, Vale do Paraíba, litoral norte, Serra da Mantiqueira e nas regiões de Itapeva, Campinas e Sorocaba.

Nas regiões de Presidente Prudente, Marília, São José do Rio Preto, Araçatuba, Bauru, Araraquara, Ribeirão Preto, Franca e Barretos, os acumulados devem ser moderados, com maior intensidade entre quinta-feira (9) e sexta-feira (10).

Recorde de temperaturas

Nesta segunda-feira (7), as temperaturas ultrapassaram os recordes anteriores de 2025, com destaque para Santos e Araçatuba, que superaram os 40 °C. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil, a capital paulista atingiu 35,1°C, a maior marca do ano, superando o recorde de 34,7 °C registrado em março.

O calor intenso desta segunda-feira foi provocado por um sistema pré-frontal, fenômeno que antecede a chegada de frentes frias.

Orientação à população

A Defesa Civil orienta que a população tenha atenção redobrada durante esta semana, pois há risco de alagamentos, deslizamentos e quedas de árvores.

Principais recomendações

  • Não enfrentar enxurradas;
  • Evitar áreas alagadas;
  • Redobrar o cuidado em locais com histórico de deslizamento:
  • Manter-se afastado de janelas durante tempestades;
  • Não se abrigar embaixo de árvores ou estruturas metálicas.
Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Soja em Chicago fecha em baixa no dia


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a sexta-feira (03) em queda, após um dia de forte volatilidade. Segundo informações da TF Agroeconômica, o movimento refletiu o rápido avanço da colheita nos Estados Unidos e a ausência de dados oficiais em meio à paralisação do governo norte-americano, o que trouxe cautela ao mercado e limitou a força compradora.

O contrato para novembro caiu 0,56%, ou -5,75 cents/bushel, fechando a US$ 1.018,00. Já a posição de janeiro recuou 0,46%, ou -4,75 cents/bushel, cotada a US$ 1.037,00. No farelo, outubro fechou em baixa de 0,22%, a US$ 270,7/ton curta, enquanto o óleo de soja encerrou o dia com queda de 0,78%, a US$ 49,43/libra-peso. Ainda assim, a semana acumulou ganhos modestos para a oleaginosa e para o farelo.

No acumulado semanal, a soja avançou 0,42% (+4,25 cents/bushel), o farelo subiu 0,7% (+1,9/ton curta), enquanto o óleo recuou -0,34% (-0,17/libra-peso). A alta vista em parte da semana foi sustentada pela expectativa de anúncio de um pacote de auxílio do governo Trump, estimado entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões, para apoiar agricultores afetados pela guerra comercial e pela ausência das compras chinesas.

Ainda assim, a pressão da China continua sendo determinante. Para tentar reduzir os impactos da perda do maior cliente dos EUA, produtores, associações e governo buscam ampliar exportações para destinos alternativos como Nigéria, Vietnã e Bangladesh. No entanto, segundo análise da Reuters, esses mercados ainda não têm peso suficiente para compensar a ausência chinesa, o que mantém o setor sob forte incerteza.

 





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