quinta-feira, maio 14, 2026

Autor: Redação

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baixa procura no período de férias limita as negociações



O ritmo de negócios envolvendo o etanol hidratado se manteve lento no mercado spot do estado de São Paulo ao longo da semana passada. É isso que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

O volume total de hidratado comercializado e captado pelo instituto entre 7 e 11 de julho ficou praticamente igual ao da semana anterior. Vale lembrar que, na primeira semana deste mês, a quantidade comercializada foi a menor da safra atual (2025/26). 

De acordo com pesquisadores do Cepea, compradores seguem com baixo interesse de fechar novas aquisições, indicando bom nível nos estoques. O período de férias escolares é outro fator que reforça a diminuição na demanda, à medida que reduz a circulação de veículos. 

Do lado da oferta, alguns vendedores consultados pelo Cepea cederam nos valores de venda, enquanto outros optaram por se afastar do mercado. Diante disso, os preços caíram com um pouco mais de força. 

De 7 a 11 de julho, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,5521/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O valor representa uma queda de 2,05% frente ao da semana anterior. 

O Indicador Cepea/Esalq do etanol anidro, também no mercado paulista, fechou a R$ 2,9598/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). Representando assim um recuo de 1,33% no mesmo comparativo. 

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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atividade gera empregos e movimenta R$ 900 bilhões por ano



Nesta terça-feira (15) é celebrado o Dia do Pecuarista. A data foi instituída em 2008, por meio da lei nº 11.716, e busca homenagear os profissionais que trabalham com o manejo, a alimentação e o cuidado com os animais das diferentes áreas que envolvem a pecuária, como a avicultura, a bovinocultura de corte e de leite, a suinocultura e a ovinocultura.

A pecuária no Brasil começou ainda no século 16, com a chegada dos primeiros bovinos trazidos pelos colonizadores portugueses. Desde então, o setor cresceu significativamente, evoluindo de uma atividade rudimentar para uma das mais tecnológicas e produtivas do mundo.

Ao longo dos séculos, a pecuária brasileira passou por diversas transformações, adotando técnicas modernas de manejo e produção, o que elevou o país ao patamar de referência global no setor.

Economia

No Brasil, a pecuária é uma atividade econômica importante que gera empregos, renda e exportações. Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária, o país é o maior exportador de carne bovina do mundo e detém um dos maiores rebanhos globais, com mais de 238 milhões de cabeças, de acordo com o IBGE.

A atividade representa cerca de 8% do PIB do agronegócio brasileiro, movimentando mais de R$ 900 bilhões por ano. O setor emprega aproximadamente 9 milhões de pessoas.

Referência no mundo, a pecuária brasileira tem crescentes investimentos para aumentar a sua produtividade e sustentabilidade, buscando por eficiência econômica e na contribuição para o desenvolvimento do país.



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Terça deve ser sem chuva na maior parte do país e com elevação das temperaturas



Chuva continua concentrada sobre a costa leste e norte do Brasil ,com risco ainda alto para pancadas fortes em Ilhéus (BA) e Salvador(BA). Também há probabilidade de chuva forte no norte e noroeste do Amazonas e no estado de Roraima, com alerta de temporal em Boa Vista.

Pela presença ainda de muita infiltração marítima, as capitais Aracaju (SE) e Maceió (AL) podem receber chuva moderada a forte – intercalando períodos em que o sol aparece entre nuvens e o ar permanece abafado, e maior chance de temporal em Recife (PE), João Pessoa (PB) e Natal (RN).

Não chove em todo o interior da Região Nordeste e o ar continua seco desde o sul do Ceará até o oeste da Bahia. A faixa sul da Região Norte deve seguir mais ensolarada e com padrão de tempo mais firme.

Grande parte do Brasil ainda sem previsão de chuva. Amanhecer com temperaturas mais amenas no Sul e no Sudeste, possibilidade para nevoeiro, inclusive em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro pela manhã.

Sem chuva nas capitais do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tarde de terça bem ensolarada em Brasília, Cuiabá e Campo Grande – risco ainda elevado para queimadas em toda a Região e umidade em alerta com valores abaixo de 20% na metade norte do Mato Grosso do Sul e no sul de Mator Grosso . Interior de SP, Triângulo, centro e norte de Minas com valores abaixo de 30%. Apesar do amanhecer um pouco mais frio, as temperaturas sobem na cidade de SP e no Rio durante a tarde, ficando mais agradável.

Sul

Quarta: Avanço de uma nova frente fria deve favorecer o retorno das instabilidades sobre o RS. Ainda cedo, haverá condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade – seguidas por raios e ventos. SC e PR seguem com dia marcado pelo predomínio de tempo estável. Entre norte e noroeste do PR, alerta para baixa umidade do ar à tarde.

Quinta: Formação de uma área de baixa pressão próximo à região deve reforçar as instabilidades sobre o estado gaúcho ao longo do dia – com início ainda no período da madrugada. Segue a condição para pancada de chuva com moderada – a eventual forte – intensidade, seguida por raios e ventos. Entre o fim da tarde e início da noite, a chuva avança sobre áreas do interior e sul catarinense, e no extremo sul e sudoeste paranaense.

Sexta: Amanhecer gelado no Sul e possibilidade para geada mais pontual sobre a Serra do RS. Possibilidade ainda de garoa de manhã no extremo sul gaúcho. Tempo firme em SC e no PR e destaque para as temperaturas mais baixas no sul e leste paranaense.

Sudeste

Quarta: Semana segue com tempo estável em todos os estados da região. Em SP, leste e litoral seguem com temperaturas mais amenas e dia de céu parcialmente encoberto. No interior paulista, esquenta mais e a URA segue baixa. MG com predomínio de sol, temperaturas amenas entre a capital e a faixa leste. RJ e ES ainda sob influência dos ventos marítimos e as temperaturas também não disparam.

Quinta: Destaque segue sendo o tempo firme em toda a região. Calor ganha força entre o interior de SP e de MG. Leste de SP, RJ e ES começam a apresentar maior aumento nas temperaturas ao longo do dia. À tarde, alerta de baixa umidade em boa parte de SP e MG.

Sexta: O tempo continua firme no Sudeste com manhãs e madrugadas com temperaturas mais baixas e tardes ensolaradas e mais quentes com umidade muito baixa no noroeste, Triângulo, norte de Minas e interior e leste de SP – capital paulista e a cidade de Belo Horizonte com valores abaixo de 30%.

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Centro-Oeste

Quarta: Tempo continua estável em todos os estados. Destaque para o calor mais intenso entre o norte de MS e o MT. À tarde, a URA sofre queda acentuada e entra em limiares de atenção. Destaque entre norte de MS, MT e oeste de GO, onde há risco para que os índices fiquem abaixo de 20%.

Quinta: Avanço de massa de ar polar deve impedir o aumento significativo das temperaturas no sul, sudoeste e parte do oeste de MS. Apesar disso, o restante do estado continua mais quente. Tempo segue firme, o calor e a baixa umidade continuam nas capitais, Cuiabá/MT, Goiânia/GO e na Capital Federal.

Sexta: Amanhecer um pouco mais frio no sudoeste e sul de MS. Toda a Região continua com o padrão de tempo firme e seco. Calorão em MT e no interior de GO. A umidade continua abaixo de 30% no norte e noroeste de MS e em todo o estado de GO, incluindo o DF e abaixo de 20% em cidades do interior de MT.

Nordeste

Quarta: Entrada de umidade marítima estimula a formação de nuvens carregadas ainda sobre boa parte da costa leste, mas pancadas acontecem irregulares durante o dia. No litoral do MA, as pancadas podem cair com moderada intensidade. Sertão e agreste seguem com tempo firme, calor e baixa umidade do ar.

Quinta: Chuva volta a ganhar força no litoral da BA, SE, AL, PE e PB, com condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade. Interior da região já segue com tempo firme e calor. Umidade baixa mantém o alerta para queimadas na região.

Sexta: A chuva continua forte no litoral da BA, de AL, SE, PE e PB com risco para temporais inclusive nas capitais – sexta com muita nebulosidade e pancadas a qualquer hora. O ar continua seco no agreste, sertão e interior nordestino. Atenção para o sul do MA, PI, CE e oeste da BA, com valores abaixo de 30%.

Norte

Quarta: Aproximação da ZCIT espalha as instabilidades no AP. RR e a metade norte do AM seguem com tempo instável e condições para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade. Chove também no norte e litoral do PA. Demais regiões com tempo firme e destaque continua sendo o calor.

Quinta: Chuva começa a se espalhar mais sobre o AM e pode alcançar áreas do oeste do AC. RR e AP seguem com condições para chuva forte. PA com pancadas restritas ao litoral e norte. RO e TO com tempo firme.

Sexta: O tempo continua firme na faixa sul da Região com umidade abaixo dos 30% no sul de RO, PA e no TO. Pancadas fortes no norte e interior do AM, risco para alguns temporais isolados no estado de RR e pancadas moderadas a forte no AP. Manaus termina a semana com pouca chuva.

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Governo se reúne com empresas do agro nesta terça para discutir tarifaço de Trump



Governo receberá em Brasília nesta terça-feira (15) empresas do agronegócio para discutir medidas sobre o tarifaço de Trump anunciado na última quarta-feira (9). Serão recebidas empresas que exportam suco de laranja, carnes, frutas, mel, couro e pescado.

A reunião acontece após a criação do comitê de trabalho interministerial pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é reunir ow setores empresariais da indústria e do agronegócio para definir estratégias de negociação e reversão das tarifas de 50% impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos produtos do Brasil.

O grupo conta com a participação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), da Casa Civil, do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Fazenda, e será coordenado pelo vice-presidente e titular do MDIC, Geraldo Alckmin.

Em declaração à imprensa na tarde de segunda-feira (14), no Palácio do Planalto, Alckmin deu detalhes sobre as conversas. As duas primeiras reuniões ocorrerão nesta terça-feira (15), na sede do MDIC, em Brasília.

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A primeira, agendada para as 10h, reunirá setores industriais que têm mais relação de comércio exterior com os EUA, como empresas de aviação, aço, alumínio, celulose, máquinas, calçados, autopeças, entre outros . Devem participar entidades setoriais e, em alguns casos, as próprias empresas. Um representante do Ministério de Portos e Aeroportos também deve comparecer.

Na parte da tarde, às 14h, será a vez das empresas de agronegócio. Neste caso, além das quatro pastas que integram o comitê, representantes do Ministério da Agricultura (Mapa), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Ministério da Pesca participarão da reunião.

“Essa é a primeira conversa, mas nós vamos dar continuidade a esse trabalho. E vamos também marcar com entidades e empresas americanas, porque tem uma integração de cadeia. Então, é evidente que as empresas americanas também vão ser atingidas. Vamos conversar com as empresas americanas e com a Câmara de Comércio Exterior Brasil-EUA (Amcham)”, afirmou Alckmin.

Ele citou, por exemplo, o fato de o Brasil importar carvão siderúrgico dos EUA para fabricar aço semiplano e depois vender esse aço de volta ao mercado norte-americano, que produz motores e outros produtos de maior valor agregado.

Segundo Alckmin, ele não foi procurado por autoridades americanas desde o anúncio de Trump, mas informou que, antes do tarifaço, o Brasil já havia encaminhado proposta sobre taxas comerciais para autoridades dos EUA.

“No dia 16 de maio foi encaminhada, até em caráter confidencial, uma proposta de negociação para os Estados Unidos e não foi respondida ainda”, revelou.
O vice-presidente chegou a se reunir com secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, e o embaixador Michael Grier, um alto funcionário do Representante Comercial dos EUA (USTR).

A expectativa de Alckmin é de que a participação dos setores empresariais brasileiros diretamente atingidos pela tarifa ajude a mobilizar empresas norte-americanas. O vice-presidente negou especulações de que o Brasil teria solicitado redução da tarifa neste momento.

“O governo não pediu nenhuma prorrogação de prazo e não fez nenhuma proposta sobre a alíquota, sobre o percentual. O que nós estamos fazendo é ouvindo os setores mais envolvidos, para o setor privado também participar e se mobilizar com seus congêneres e parceiros nos Estados Unidos, fazer essa articulação e o governo também o fará. Todo o empenho em rever essa questão [tarifa], porque ela é totalmente inadequada”, observou.



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AgroNewsPolítica & Agro

Geadas limitam pastejo e forragem


Mesmo com o avanço do pastejo em áreas cultivadas, as forragens não alcançaram seu potencial produtivo no Rio Grande do Sul, mantendo a necessidade de suplementação alimentar para evitar perdas de escore corporal nos rebanhos. A avaliação consta no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10).

Segundo o boletim, o tempo seco favoreceu a execução de manejos sanitários, como vacinação contra clostridioses e desvermifugação, além de ter contribuído para a redução da incidência de parasitas nos campos. “As condições climáticas, embora limitantes para o crescimento das pastagens, permitiram cuidados essenciais com o gado”, informou a Emater/RS-Ascar.

Na região de Bagé, os rebanhos enfrentaram estresse térmico devido às baixas temperaturas e à restrita disponibilidade de alimento, comprometendo o ganho de peso. Em São Gabriel, as geadas intensas afetaram os campos nativos. Em resposta, produtores adotaram o uso de sal energético como estratégia para manter o desempenho dos animais. Já em São Borja, diante da baixa qualidade das pastagens, houve intensificação da suplementação no cocho.

A região de Caxias do Sul concentrou esforços em marcações, vacinação e suplementação com silagem de milho. A prioridade tem sido vacas gestantes e touros, que receberam acesso preferencial às áreas com pastagens de melhor qualidade.

Na região de Erechim, a condição nutricional dos rebanhos permanece adequada, e produtores realizam vacinação contra raiva e carbúnculo. Em Frederico Westphalen, a preocupação é com o conforto animal diante das intempéries recentes.

Na região de Passo Fundo, o baixo volume de forragem forçou o uso de alimentos conservados. Em Porto Alegre e Pelotas, rebanhos mantidos em campos nativos perderam condição corporal, ao contrário dos animais criados em áreas com pastagens cultivadas, que conseguiram manter o peso.

Casos de raiva foram confirmados em Piratini, com mortes de animais ainda sem diagnóstico conclusivo. Em Pinheiro Machado, foi realizado um remate com valores médios de até R$ 4.344,44 para vacas com cria ao pé. Em Canguçu, feiras e remates também movimentaram o setor, com destaque para o mercado de exportação de terneiros.

Em Santa Maria, produtores realizaram diagnósticos de gestação, desmame e comercialização de terneiros, ainda impactados pelas geadas recentes. Em Santa Rosa, os rebanhos apresentaram boas condições sanitárias e corporais, impulsionadas pela maior oferta de forragens cultivadas. Já na região de Soledade, iniciou-se o período de parição, com boa condição corporal observada nos terneiros.





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Produtores rurais reinventam o campo com hospitalidade



“Olá meu povo, eu sou chamado de ‘Cumpade’ João. E é assim que abraço esse Brasil todinho.” Foi com esse carisma todo e vestindo roupas típicas da cultura nordestina que João Wamberto de Araújo Barreto, empreendedor rural de Campina Grande, Paraíba (PB), se apresentou em uma feira internacional de turismo em São Paulo, a WTM Latin America.

‘Cumpade’ João, viu na sua fazenda Olho D’Água, mais do que roça e pasto. Viu um cenário de festa, alegria e acolhimento.

Atualmente, o local é palco do famoso ‘Arraiá de Cumpade’, atração anual realizada em junho que mistura tradição, forró, comida boa e gente de todo canto.

Além disso, ele transformou cada canto da propriedade em experiência: tem cavalgada, pescaria, ordenha, área de camping e até um restaurante, onde ele mesmo assume as panelas. E avisa: “tem que fazer o que o turista procura.”

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Barreto contou com apoio do Sebrae/PB para impulsionar o negócio.

“O Sebrae/PB me deu o mais importante: conhecimento. Preparou-me para quando cortasse o cordão umbilical, eu continuasse a caminhada nesse mundão de meu Deus”, conta o anfitrião.

Então, se você acredita que sua propriedade tem um ‘quê a mais’, talvez seja hora de tirar o projeto da gaveta e, quem sabe, começar a receber visitantes.

Quem pode te ajudar nessa trilha é o Sebraetec — programa que conecta produtores a especialistas do mercado, auxiliando em todas as etapas, como na análise do potencial turístico e no cálculo de investimentos.





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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil terá primeira indústria de glúten vital



O glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha



O glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha
O glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha – Foto: Canva

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 290,2 milhões para a instalação da primeira fábrica brasileira de glúten vital, a ser implantada pela Be8 em Passo Fundo (RS), por meio do Programa BNDES Mais Inovação. Atualmente, todo o consumo interno do país depende da importação, que em 2024 atingiu 22,1 mil toneladas, segundo a Abitrigo.

“Esse projeto está alinhado aos objetivos da Nova Indústria Brasil de incentivar a inovação, agregar valor à produção nacional e reduzir gargalos históricos. Com essa planta pioneira financiada pelo Banco, o Brasil deixa de ser 100% dependente da importação de glúten vital e passa a ocupar um novo espaço estratégico na cadeia de trigo”, destacou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Extraído da farinha de trigo, o glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha de panificação e está presente em medicamentos e produtos de higiene pessoal. A nova planta processará 525 mil toneladas por ano de cereais, fomentando a produção local de trigo — o RS é o maior produtor do Brasil — e gerando 29 empregos diretos e cerca de 500 indiretos.

Integrada a uma biorrefinaria para produção de etanol a partir de cereais, a unidade permitirá a otimização de custos e a geração de subprodutos como farelo DDGS para ração animal. A Be8 estima produção anual de 25,6 mil toneladas de glúten vital e 209 mil metros cúbicos de etanol anidro, com possibilidade de atender também mercados externos na América do Sul.

“Celebramos aqui mais etapa muito importante de um projeto que tem a marca registrada da inovação que a Be8 promove”, disse Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8. “Este é um parque fabril que integra um conceito importante de geração de energia renovável e produção de alimento, confirmando que esses dois desafios podem ser superados de forma conjunta”, destacou.

 





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ouça o Diário Econômico de hoje


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta os impactos das novas tarifas anunciadas por Trump, que elevaram a aversão ao risco global.

O dólar subiu a R$ 5,58 e o Ibovespa caiu 0,65%, aos 135 mil pontos. Juros futuros avançaram, e o IBC-Br reforçou sinais de desaceleração da economia.

Hoje, foco no CPI dos EUA e na resposta do governo brasileiro ao tarifaço.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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veja a previsão de hoje



O tempo seco, típico do inverno, se acentua no Brasil nesta terça-feira (15) na maior parte do país, com pancadas de chuva ocasionais apenas no Norte e Nordeste.

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As temperaturas se elevam e apenas no final da semana é que o clima deve mudar. Confira a previsão para todo o país:

Sul

Circulação de ventos associados à área de alta pressão próxima à região mantém o tempo firme nos três estados da Região. Destaque para as temperaturas, que voltam a se elevar de maneira significativa entre o oeste gaúcho e noroeste paranaense. A umidade relativa do ar cai de maneira acentuada no interior catarinense, e entra em atenção no noroeste paranaense.

Sudeste

Predomínio segue sendo de tempo firme em todo Sudeste. O amanhecer continua mais frio, mas o sol aparece ainda pela manhã e favorece o aumento da temperatura. Os termômetros ficam em patamares mais amenos no leste de São Paulo, no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Já no interior paulista e em Minas Gerais o ar seco favorece a queda acentuada da umidade relativa do ar à tarde.

Centro-Oeste

Ar seco segue marcando presença em todos os estados da região, com o tempo firme ao longo do dia. À tarde, o calor ganha força entre Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, com alerta para baixa umidade do ar em praticamente toda a Região.

Nordeste

As instabilidades seguem concentradas sobre a região do recôncavo baiano, com risco de chuva fraca a moderada durante o dia. Condição para pancadas isoladas entre o litoral da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Chuva isolada no norte do Maranhão. No interior de todo o Nordeste, bastante calor e alerta para baixa umidade do ar.

Norte

Instabilidades continuam atuando sobre o norte do Amazonas, em Roraima e no norte do Amapá, com condições para pancadas de chuva forte ao longo do dia. O restante da região continua com tempo firme, com destaque para o calor. A umidade relativa do ar segue baixa no Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita da soja avança no Nordeste do Brasil



Soja tem bom desempenho em AL e TO, diz Conab




Foto: Pixabay

O Boletim da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), destacou o encerramento da colheita da soja no Maranhão e o avanço das lavouras nos estados de Alagoas e Tocantins.

Segundo o levantamento, a colheita no Maranhão foi concluída em junho. As boas condições climáticas na maior parte das regiões produtoras contribuíram para o aumento da produtividade. “Os municípios de Grajaú, Itinga, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu e, especialmente, a regional de Açailândia registraram médias de produtividade superiores às safras anteriores”, informou a Conab.

Já nas regiões de Caxias e Colinas, a ocorrência de veranicos durante fases críticas do ciclo da soja comprometeu o desempenho das lavouras. Apesar disso, a produtividade média no estado alcançou 3.491 quilos por hectare, resultado 5,4% superior ao da safra passada.

Em Alagoas, o plantio foi encerrado e as áreas semeadas mais precocemente já avançaram para os estádios reprodutivos. A Conab indica que o clima tem favorecido tanto o desenvolvimento da cultura quanto a realização dos tratos culturais. A colheita no estado está prevista para começar em agosto.

No Tocantins, o plantio também foi concluído nas regiões de Formoso do Araguaia e Lagoa da Confusão, destinadas exclusivamente à produção de sementes. Algumas lavouras já entraram em fase reprodutiva e apresentam bom desempenho vegetativo, segundo a análise da Conab.

 





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