quinta-feira, maio 14, 2026

Autor: Redação

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Tarifa dos EUA trava exportação de 2.500 contêineres de manga do Brasil



O presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Guilherme Coelho, manifestou forte preocupação com o anúncio do presidente e pré-candidato Donald Trump de impor uma tarifa adicional de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, a partir de 1º de agosto. O impacto imediato, segundo ele, recai sobre a manga, uma das principais frutas exportadas pelo Brasil ao mercado norte-americano.

A medida, segundo Coelho, atinge diretamente a janela de dois meses e meio em que o Brasil tradicionalmente abastece os EUA com manga, em um período planejado com anos de antecedência. “Já foram compradas embalagens, reservados contêineres e firmados contratos com supermercados e importadores. Uma mudança brusca como essa gera insegurança em toda a cadeia”, afirmou.

O setor estima que cerca de 2.500 contêineres de manga seriam exportados durante a temporada. Com a tarifa, esses embarques ficam inviabilizados economicamente. Enviar as frutas para a Europa, segundo Coelho, causaria um colapso nos preços locais, enquanto o redirecionamento ao mercado interno resultaria em excesso de oferta, perda de valor e risco de desperdício.

“O produto poderá chegar a valer zero. E isso significa deixar de colher, perder a produção e enfrentar desemprego em larga escala”, alertou o presidente da Abrafrutas.

A entidade participou de uma reunião com o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros do governo federal, junto com representantes de outros setores afetados, como carne, peixe, suco de laranja e mel. A proposta do setor é que o Brasil negocie com os Estados Unidos a retirada de alimentos da lista de produtos que receberão a nova tarifa.

“Não podemos aceitar que alimentos sejam taxados dessa forma, especialmente em um mundo onde milhões passam fome. É uma questão humanitária”, defendeu Coelho.

Além da diplomacia oficial, a estratégia da Abrafrutas envolve diálogo direto com importadores americanos, para pressionar o governo local e associações comerciais a reverem a medida.

“É hora de diálogo, bom senso e equilíbrio. Todos perderão com essa taxação”, concluiu.



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Tarifa retém em portos ou em alto-mar 30 mil t de carne destinadas aos EUA, diz Abiec



A indústria exportadora de carne bovina estima que cerca de 30 mil toneladas de mercadoria com destino aos Estados Unidos estão paradas em alto-mar após o anúncio do governo norte-americano de imposição de tarifa adicional de 50% sobre produtos importados brasileiros.

“Temos cerca de 30 mil toneladas de carne bovina produzidas que estão nos portos ou em alto-mar. A nossa preocupação é como será o desdobramento a partir de 1º de agosto”, afirmou o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, a jornalistas após reunião do setor agropecuário no âmbito do comitê interministerial do governo que discute a reação do Executivo ao tarifaço dos EUA.

“É um volume em torno de US$ 150 milhões a US$ 160 milhões que já estão produzidos e a caminho dos Estados Unidos. É uma preocupação adicional ao produtor de carne bovina”, apontou.

De acordo com Perosa, a sobretaxa de 50% torna inviável a exportação de carne bovina aos EUA, o segundo maior comprador da proteína brasileira, atrás apenas da China. “Os frigoríficos já estão parando de produzir carne destinada aos Estados Unidos, haja vista a incerteza da taxação”, disse. Hoje, a carne bovina brasileira é exportada ao país com imposto da ordem de 36%.

Perosa afirmou que o setor levou a indicação ao governo de que negociação com os Estados Unidos precisa continuar. “Nossa sugestão de imediato é, se possível, uma prorrogação do início dessa taxação porque existem contratos em andamento e não há tempo hábil de desfazer esses contratos até dia 1º”, observou o presidente da Abiec.

Ele disse ainda que a indústria brasileira está em negociação com os importadores norte-americanos em apoio às negociações do governo federal, levando a relevância dos números para ter a prorrogação ou reversão da medida.

“Hoje nós complementamos a produção americana, que está em seu menor ciclo pecuário dos últimos 80 anos e o Brasil exporta basicamente o que é utilizado para produção de hambúrgueres, caso do dianteiro bovino”, disse Perosa.



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EUA cita Pix, etanol e desmatamento como motivos para investigação sobre o Brasil



O governo dos EUA abriu investigação contra o Brasil por “práticas comerciais desleiais”. Para justificar a investida, as autoridades norte-americanas citaram o Pix, etanol e o desmatamento ilegal.

A investigação solicitada por Trump foi anunciada na terça-feira (15) por meio de um documento oficial do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês)

“O USTR detalhou as práticas comerciais desleais do Brasil que restringem a capacidade dos exportadores americanos de acessar seu mercado há décadas no Relatório Nacional de Estimativa de Comércio (NTE). Após consultar outras agências governamentais, assessores credenciados e o Congresso, determinei que as barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil merecem uma investigação completa e, potencialmente, uma ação corretiva”, diz trecho do documento.

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A legislação dos EUA permite que o país adote medidas para tentar corrigir práticas comerciais desleais, como a aplicação de tarifas ou sanções contra o país alvo da investigação. O presidente norte-americano já havia mencionado a investigação na carta em que anunciou a tarifa de 50% sobre exportações brasileiras.

Para justificar a taxação, o documento incluiu o sistema pagamento eletrônico do país, o Pix, entre as práticas desleais brasileiras. “O Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação ao serviços de pagamento eletrônico, incluindo, entre outras, a promoção de seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo’, diz um trecho do documento.

Em outro trecho, o USTR menciona a taxa que o Brasil cobra dos EUA pela exportação de etanol. “O Brasil abandonou sua disposição de oferecer tratamento praticamente isento de impostos para o etanol dos EUA e, em vez disso, agora aplica uma tarifa substancialmente mais alta às exportações de etanol dos EUA”.

Além disso, o documento inclui o desmatamento entre as razões para a investigação. “O Brasil parece não estar aplicando efetivamente as leis e regulamentações destinadas a impedir o desmatamento ilegal, prejudicando assim a competitividade dos produtores americanos de madeira e produtos agrícolas”, ressalta o documento.



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com maior demanda preços seguem firmes



Os preços do arroz em casca seguem firmes no mercado do Rio Grande do Sul, como apontam dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Trata-se da terceira semana consecutiva de avanço nos valores do arroz, que, agora, acumulam 2,2% de alta na parcial de julho. Vale lembrar que, em junho, a queda foi de 6% e, na parcial do ano, a baixa está acima dos 30%. 

Pesquisadores do Cepea indicam que foi observada maior presença compradora, visando renovar estoques. Por outro lado os vendedores estão mais afastados das negociações, o que forçou as indústrias a elevar os valores de suas ofertas. 

Produtores consultados pelo Cepea seguem preocupados também com a nova safra, diante dos preços considerados baixos e com apreensão com a guerra tarifária iniciada pelos Estados Unidos, que pode elevar os preços dos insumos. 

Em relatório divulgado neste mês, a Conab estimou produção de arroz da safra 2024/25 em 12,32 milhões de toneladas. Dessa forma o aumento registrado foi de 16,5% no comparativo com a temporada 2023/24. 

No contexto mundial, o USDA reduziu em ligeiro 0,1% a estimativa de produção global de arroz para a temporada 2025/26, para 541,27 milhões de toneladas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de cana cai e exige manejo eficiente



Para enfrentar os desafios, produtores têm investido em tecnologias



Para enfrentar os desafios, produtores têm investido em tecnologias
Para enfrentar os desafios, produtores têm investido em tecnologias – Foto: Pixabay

A safra 2025/26 de cana-de-açúcar no Brasil deve alcançar 663,4 milhões de toneladas, queda de 2% em relação ao ciclo anterior, segundo a Conab. A área plantada teve leve alta de 0,3%, chegando a 8,79 milhões de hectares, mas a produtividade média caiu 2,3%, estimada em 75,45 t/ha. O recuo é atribuído a condições climáticas adversas no início do ciclo e à ocorrência de incêndios em algumas regiões. No Centro-Sul, maior polo produtivo, a colheita está em andamento, mas estiagem, calor e pragas exigem ajustes imediatos no manejo.

Para enfrentar esses desafios, produtores têm investido em tecnologias que protegem os canaviais e ajudam a preservar o teor de ATR (Açúcares Totais Recuperáveis), fundamental para a produção de açúcar e etanol. A IHARA oferece soluções como o inseticida Maxsan, com ação sistêmica e translaminar, eficaz contra todas as fases da cigarrinha das raízes. O Terminus permite aplicação aérea e o Zeus é destaque no controle do Sphenophorus levis.

“Se o manejo não for feito no momento certo, a cigarrinha pode causar perdas de até 50% por hectare, especialmente em áreas de alta produtividade. Isso pode representar prejuízos financeiros consideráveis por hectare”, alerta o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Marcos Vilhena.

Na maturação, o Riper redistribui a energia da planta, aumentando o ATR em até 8%, com retorno financeiro significativo. A flexibilidade na aplicação permite ao produtor ajustar a colheita conforme o clima, garantindo produtividade e rentabilidade mesmo em um cenário de instabilidade climática.

 





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Algodão: avanço na colheita derruba as cotações



Os valores do algodão em pluma estão em queda no Brasil. É isso que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo pesquisadores do instituto, a pressão vem da colheita de uma safra que deve ter produção recorde. Em relatório divulgado neste mês, a Conab estimou a safra 2024/25 em 3,938 milhões de toneladas. Dessa forma, o volume está 6,4% acima da temporada 2023/24. 

Já no mercado externo, os valores do algodão estão em alta, reagindo à boa demanda internacional pelo produto norte-americano. Também em relatório divulgado em julho, o USDA prevê a produção mundial de algodão da safra 2025/26 em 25,783 milhões de toneladas. O valor representa recuo de 1,2% frente à temporada 2024/25. 

Por outro lado, para o caroço do algodão, os levantamentos do Cepea mostram que o mercado de está um pouco mais movimentado neste mês. Os compradores em busca de lotes da safra nova (2024/25) estão entrando de forma gradativa. 

Vendedores consultados pelo Cepea, por sua vez, estão dando preferência para a entrega e cumprimento de contratos a termo realizados anteriormente.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Governador de MT firma acordo com a Aprosoja MT de congelamento do valor do…


Diante do cenário de elevação dos custos de produção, das dificuldades mercadológicas e das taxas de juros em patamares proibitivos, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) tem recebido constantes reclamações dos produtores em relação aos aumentos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), decorrentes de sua vinculação ao índice inflacionário. Em virtude disso, a entidade tem buscado, junto ao Governo do Estado de Mato Grosso e à Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) medidas que atenuem esse impacto sobre a rentabilidade do produtor rural.

Sensíveis a essa demanda, tanto a ALMT, por meio do presidente, deputado Max Russi, quanto o Governador Mauro Mendes, têm se empenhado em encontrar soluções para evitar um aumento descontrolado dessa contribuição.

Nesta terça-feira (01.07), recebemos a informação de que o Governador encaminhará à Assembleia um projeto de lei que autoriza o congelamento dos aumentos da Unidade de Padrão Fiscal (UPF), impactando diretamente o cálculo do Fethab. Com isso, o compromisso firmado entre o Governador e a Aprosoja MT é de manter o valor congelado até o final do ano, medida que a entidade agradece prontamente.

Agora, a Aprosoja MT espera que a ALMT aprove o projeto, evitando, assim, um efeito inflacionário sobre uma contribuição destinada à melhoria da infraestrutura, mas que não deve, em virtude do descontrole fiscal do país, comprometer a renda do produtor rural.

Confira a sonora do presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber sobre o assunto:

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mercado é incerto frente às tarifas americanas



O anúncio de aumento das tarifas de importação dos Estados Unidos para o café brasileiro, de 10% para 50%, intensificou as incertezas do setor global da commodity. É isso que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, essa mudança abrupta nas regras comerciais intensificou a instabilidade nos valores externos e internos do grão. Vale lembrar que o Brasil é líder mundial na exportação de arábica. 

Pesquisadores do Cepea destacam, ainda, que o Brasil é origem de cerca de 25% das importações norte-americanas de café. Assim, uma tarifa de 50% se configura como uma grande desvantagem ao produto nacional e gera incertezas quanto ao escoamento da safra brasileira. 

A Colômbia, segunda maior fornecedora aos EUA, permanece isenta de tarifas, enquanto o Vietnã, maior exportador de robusta, até o momento, tem alíquota de 20%. 

Apesar de o Brasil possuir outros mercados, inclusive o doméstico, pesquisadores apontam que será complexo para o país absorver uma possível retração da demanda norte-americana. Isso, dado a importância e o dinamismo da indústria de torrefação dos EUA. 

Dessa forma, pesquisadores do Cepea indicam que o mercado aguarda novos desdobramentos nas negociações comerciais entre os dois países. Até lá, as oscilações nos mercados externos e, por conseguinte, interno, devem persistir.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Impasse sobre tarifaço entre Brasil e EUA pode favorecer setor de carnes da Argentina, avalia Rosgan



A taxação de 50% dos produtos brasileiros pelos EUA pode beneficiar o setor de carnes da Argentina, diz relatório da Rosgan, mercado de gado da Bolsa de Rosário.

Segundo a Rosgan, uma possível disrupção comercial entre Brasil e Estados Unidos geraria um vácuo nesse mercado. Isso poderia representar, por um lado, uma oportunidade para que a Argentina coloque parte de sua produção; mas, por outro lado, também uma ameaça em relação a outros destinos, dada a agressividade com que o Brasil provavelmente buscará realocar seus excedentes no restante do ano, indicou o relatório.

Se forem confirmadas as negociações de um acordo tarifário diferenciado com o governo
argentino por ora, apenas rumores, a possibilidade de conquistar uma maior participação na cota de exportação para o mercado norte-americano permitiria aumentar substancialmente o valor por tonelada exportada, em comparação com o que atualmente é pago pela China, segundo o relatório.

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De acordo com essas informações, com exceção do aço e do alumínio, que manteriam uma tarifa de 50%, a Argentina poderia obter tarifa zero para cerca de 80% de seus produtos exportáveis aos Estados Unidos, incluindo a carne bovina. No entanto, paralelamente, também está sendo considerada uma possível ampliação do contingente de 20.000 toneladas de carne bovina que atualmente entram nesse mercado com tarifa zero, disseram fontes do Rosgan.

Exportação de carnes brasileiras para os EUA pode se tornar inviável

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, disse na terça-feira (15) durante coletiva de imprensa realizada após reunião com o vice-presidente Geraldo Alckmin e porta-vozes de entidades representativas do agronegócio que os frigoríficos brasileiros estão parando de produzir carne destinada aos norte-americanos, visto que os embarques do setor ao país já são taxados em 36% e uma sobretaxa de 50% tornaria as negociações entre os dois países inviável.

“Cerca de 30 mil toneladas de carne brasileira já estão no porto ou já nas águas em direção aos Estados Unidos, o que representa um total de 150 milhões de dólares a caminho dos Estados Unidos. Estamos negociando com os importadores de lá. Nossa sugestão inicial é de possível prorrogação da taxação porque existem contratos em andamento e não dá tempo de desfazê-los até o dia 1 de agosto [data em que a tarifa começa a valer].”



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Agricultura familiar investe em mirtilo e gestão no Cerrado



A produção de mirtilo no Cerrado brasileiro tem ganhado espaço graças à ousadia de famílias agricultoras que investem em inovação, diversificação e qualificação. É o caso da produtora rural e empresária Leandra Alvarenga, que enxergou no fruto uma oportunidade de unir agricultura familiar e turismo rural.

“O mirtilo, ele exige muito investimento em virtude de ser uma cultura de valor agregado, mas também um potencial de venda e a plantação tem um custo elevado, por ser um fruto, um cultivar diferente da região”, afirma Leandra.

Portanto, diante dos desafios de adaptação e dos altos custos de implantação, a produtora encontrou no apoio familiar e na capacitação empreendedora a chave para tirar o projeto do papel. “Então, ficou meu esposo com o pomar, que ele cuida do pomar, ele sabe como é que o pomar se desenvolve. A minha irmã ficou com o desenvolvimento do fruto, que é desenvolvimento de produtos, beneficiamento do fruto. E eu fiquei na parte de gestão, comunicação mais administrativa”, conta a empresária.

Qualificação foi um divisor de águas

Mesmo sem histórico prévio no setor agropecuário, a família buscou capacitação técnica e empreendedora para enfrentar o desafio. Leandra destaca o papel fundamental do Sebrae nesse processo. “Logo eu procurei o Sebrae e fiz um curso excelente, excepcional, que foi o Empretec. Esse curso abriu a minha mente, abriu a minha visão de negócio, que eu não tinha, eu era totalmente legue em relação ao empreendedorismo.”

Além disso, a metodologia do curso ajudou a estruturar a gestão da propriedade com base em práticas modernas de mercado. “Você já começa a identificar, sabe que você tem que identificar o seu cliente final, e ter um meio de comunicação, uma forma de venda, como que a venda se processa.”

Segundo Leandra, a capacitação trouxe clareza para decisões estratégicas e segurança para seguir investindo. “Então, através desse curso, eu pude identificar o que não pode errar para iniciar um empreendimento. E foi, assim, um divisor de águas”, conclui a empresária e produtora rural.

Agricultura familiar em movimento

Dessa forma, a história da Leandra mostra como a agricultura familiar pode ir além da produção básica, agregando valor, inovação e conhecimento ao campo. O cultivo do mirtilo no Cerrado, associado ao turismo rural e à transformação do fruto, é um exemplo inspirador de como pequenos empreendedores podem transformar realidades por meio da organização, capacitação e visão de futuro



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