quinta-feira, maio 14, 2026

Autor: Redação

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o ritual de beleza antes dos leilões e pistas de julgamento



Todo animal de elite que pisa numa pista de julgamento ou num tatersal de leilão precisa, antes, passar por um verdadeiro ritual de preparo. O toalete animal, como é chamado nos bastidores da pecuária, envolve desde o banho e escovação até o corte de pelos e detalhes estéticos, feitos com capricho e técnica.

🎥 Confira no vídeo abaixo os bastidores da preparação dos animais para o julgamento na ExpoZebu:

Carina FIV do Kado: toalete de campeã

Antes de se tornar Grande Campeã da ExpoZebu 2025, Carina FIV do Kado passou por um processo detalhado de preparo, conduzido pela equipe da Casa Branca Agropastoril. Além da genética impecável, a apresentação estética contribuiu para reforçar sua imponência diante dos jurados.

🎥 Assista ao momento especial da preparação de Carina FIV do Kado antes de entrar na pista:

Equinos também brilham com estilo

Não são só os bovinos que recebem esse cuidado. Nos leilões de cavalos de elite, como os realizados pela JBJ Ranch, o toilette dos animais também ganha atenção especial. As crinas são alinhadas, o brilho da pelagem é intensificado e todo o visual é pensado para valorizar o porte do animal no tatersal.

🎥 Veja como é o toilette animal antes do leilão JBJ Ranch:

Leia também: ICSI: entenda a técnica que revolucionou a reprodução de cavalos

Toalete animal: estética, respeito e bem-estar

O toilette animal não é apenas um cuidado visual. É também um momento de manejo humanizado, que estreita o vínculo entre tratador e animal, além de reforçar práticas de bem-estar. Em muitos casos, essa rotina de preparação começa dias antes do evento e exige conhecimento técnico para não estressar os animais.

O capricho com a apresentação mostra o quanto o setor valoriza não só a genética e produtividade, mas também a imagem, o respeito e a tradição que envolvem os bastidores da pecuária de alto nível.





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Soja dispara em Chicago com cobertura de vendas e otimismo



A Bolsa de Chicago (CBOT) registra forte alta para o complexo soja nesta quarta-feira (16), impulsionada por dois fatores principais: a cobertura de posições vendidas por parte de investidores e o otimismo com a retomada da demanda pela soja dos Estados Unidos.

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Segundo a consultoria Safras & Mercado, vale destacar o acordo comercial entre os EUA e a Indonésia. O país asiático, um dos maiores importadores de soja norte-americana, teve suas tarifas reduzidas de 32% para 19% após negociação direta com o governo Donald Trump. A decisão animou o mercado, que vê na medida uma janela para aumentar os embarques já na temporada 2025/26.

Além disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou a venda de 120 mil toneladas de soja para destinos não revelados, reforçando a percepção de melhora na demanda internacional pelo grão.

Com isso, os contratos futuros operam em forte valorização. O vencimento de agosto/25 subia 15,75 centavos, a US$ 10,10 ¾ por bushel. Já a posição de novembro/25 era cotada a US$ 10,17 ½ por bushel, avanço também de 15,75 centavos no dia.

No farelo e no óleo de soja, os ganhos seguem a mesma tendência. O farelo com vencimento em dezembro/25 subia US$ 4,40, negociado a US$ 283,90 por tonelada. Já o óleo, na mesma data, registrava leve alta de 0,14 centavo, para 54,54 centavos de dólar por libra-peso.



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Com produção de carne para EUA suspensa, Abiec aposta em diplomacia e Ásia para conter impacto



A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), que representa 47 grupos empresariais e responde por 99% das exportações de carne bovina do Brasil, acompanha com atenção as negociações entre o governo brasileiro e os Estados Unidos após o anúncio de uma tarifa adicional de 50% sobre produtos agropecuários.

Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, todos os frigoríficos afiliados à entidade suspenderam a produção de carne destinada aos Estados Unidos, que é o segundo maior mercado importador da carne bovina brasileira. “Hoje, nenhuma planta está produzindo com foco no mercado americano”, afirmou, em entrevista exclusiva ao repórter Ricardo Araújo, em Brasília (confira o vídeo abaixo).

Em 2024, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de carne bovina para os EUA, com projeções que apontavam para o dobro desse volume até o fim deste ano. A tarifa adicional de 50%, somada aos 36,4% já pagos atualmente, pode inviabilizar as exportações para esse destino.

A carne exportada aos Estados Unidos é, em sua maioria, proveniente de cortes do dianteiro do boi, usados na produção de hambúrgueres. Segundo Perosa, os EUA enfrentam hoje o menor ciclo pecuário dos últimos 80 anos e precisam importar proteína para atender à demanda interna.

Atualmente, cerca de 30 mil toneladas de carne brasileira estão em trânsito para os Estados Unidos, entre portos e navios. A Abiec participa das negociações junto ao governo e defende uma solução diplomática que evite prejuízos para produtores e indústrias.

Enquanto isso, o setor trabalha para redirecionar a produção a outros destinos, embora admita que nenhum país tem a mesma demanda e rentabilidade que os Estados Unidos. “Será necessário diluir esses volumes entre os mais de 150 países para os quais o Brasil exporta”, disse o presidente da entidade.

A Abiec também informou que negociações estão em curso com países da Ásia, como Vietnã e Japão. O mercado japonês, que consome cerca de 700 mil toneladas de carne por ano, é visto como uma nova oportunidade para os cortes dianteiros brasileiros, que abastecem a indústria local.

O setor reforça que os frigoríficos seguem operando normalmente, apenas com a produção voltada a outros mercados. A entidade pede cautela aos pecuaristas e reforça a necessidade de manter uma relação harmoniosa entre os elos da cadeia produtiva.

Atualmente, o Brasil destina cerca de 70% da carne produzida ao mercado interno e exporta o restante, sobretudo dianteiro e miúdos, majoritariamente para a Ásia. A expectativa da Abiec é que a situação com os EUA seja resolvida por meio de negociações comerciais, sem retaliações, mantendo aberto o canal de exportação e evitando desequilíbrios no preço interno da carne.



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JBS premia mais de 30 integrados por excelência na produção no estado de São Paulo



Mais de 30 produtores integrados no estado de São Paulo foram reconhecidos pela JBS no Prêmio SuperAgro 2025, uma iniciativa promovida pela Companhia desde 2017 para valorizar os melhores parceiros de aves e suínos da Seara em oito estados do Brasil e Distrito Federal. Dois deles atendem à região de Amparo (SP), no interior do estado. Em todo o país, mais de 315 integrados foram reconhecidos pela iniciativa.

Neste ano, mais de 10 mil granjas participaram e a premiação contemplou 18 categorias de diferentes segmentos da cadeia produtiva de aves e suínos. Entre elas estão Frango Pesado Macho e Fêmea, Frango Orgânico, Suíno Terminador, Matriz Produção e Peru Iniciador Macho e Fêmea, refletindo a diversidade das operações integradas à Seara. O júri técnico é composto por especialistas da Companhia, que avaliam cada categoria com base em indicadores de desempenho, qualidade e bem-estar animal.

Veterinário e produtor rural, Edison Baba conquistou o 1º e 3º lugar na categoria Frango Pesado Macho. Com mais de 13 anos de operação e uma história familiar na avicultura que remonta às décadas de 1960 e 1970, Edison lidera hoje uma estrutura com capacidade para 600 mil aves por ciclo, distribuídas em seis núcleos de produção. O número representa um crescimento de 160% em relação a 2022, quando a produção era de 230 mil aves por ciclo, no início da parceria com a Seara.

Segundo ele, o reconhecimento é fruto de um trabalho feito com constância, planejamento e muita dedicação. “A parceria desde o início do projeto nos ajudou a alcançar resultados técnicos cada vez mais consistentes, e o envolvimento da família em todas as áreas da granja faz toda a diferença”, conta Edison, que divide a gestão com os filhos e nora.

“Ser um produtor integrado Seara impactou diretamente nos resultados de conversão alimentar e condenação, e sentimos imediatamente esse impacto no começo da integração. Em 2023, fomos reconhecidos e premiados no ano seguinte, com a conquista do nosso primeiro SuperAgro e, agora, em 2025, recebemos o reconhecimento pela segunda vez. Então, o maior benefício dessa parceria está nos resultados técnicos consistentes que conseguimos atingir. É um trabalho construído em equipe, com liderança, treinamento e comprometimento”, destaca.

Na mesma região, João Paulo Demori conquistou o 1º lugar na categoria Frango de Corte Pesado Verde Macho, reafirmando a força da produção integrada no interior paulista. Produtor rural e eletricista de formação, João Paulo iniciou na atividade motivado pelo avô, que foi granjeiro e grande inspiração para a continuidade do negócio familiar, em atividade há mais de 40 anos no município de Amparo (SP).

O produtor atua há mais de uma década com frango de corte e mantém uma granja com capacidade para 18 mil frangos por ciclo, operada com apoio diário da esposa e do filho. “Estamos todos os dias acompanhando de perto as aves, cuidando da ambiência, da alimentação, da cama e da manutenção do galpão. É um trabalho feito com amor e atenção aos detalhes”, destaca.

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Demori mantém parceria com a JBS desde 2008 e soma outros quatro prêmios como melhor na categoria Frango Verde, que se destaca pela alimentação exclusivamente vegetal e pela ênfase no bem-estar animal, reconhecendo o impacto transformador da integração. “Antes era tudo muito rústico, sem retorno financeiro e com muito esforço manual. A JBS nos ajudou com insumos, pintinhos, assistência técnica e suporte contínuo. O técnico Fabiano Flausino tem sido essencial no nosso dia a dia, contribuindo diretamente para esse prêmio que nos enche de orgulho”, afirma.

“O SuperAgro reforça nosso compromisso com a excelência em todas as etapas da produção e valoriza o trabalho dos nossos produtores integrados, que são fundamentais para o sucesso desse modelo. A integração é uma relação de parceria sólida e sustentável, em que todos ganham: a Seara, os produtores e, principalmente, o consumidor, que recebe um alimento seguro e de qualidade”, afirma José Ribas Junior, Diretor Executivo de Agropecuária da Seara.



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Brasil envia carta para os EUA pedindo negociação e destacando aspectos negativos do tarifaço



O Ministério das Relações Exteriores divulgou nesta quarta-feira (16) carta enviada para o governo dos EUA sobre o tarifaço anunciada por Donald Trump no dia 9 de julho. No documento, autoridades brasileiras reforçam o pedido de negociação com os norte-americanos, ressaltando que o Brasil está em desvantagem na balança comercial com os EUA.

“O Brasil tem dialogado de boa-fé com as autoridades norte-americanas em busca de alternativas para aprimorar o comércio bilateral, apesar de o Brasil acumular com os Estados Unidos grandes déficits comerciais tanto em bens quanto em serviços, que montam, nos últimos 15 anos, a quase US$ 410 bilhões, segundo dados do governo dos Estados Unidos’, diz um trecho da carta.

Assinada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a carta destinada ao secretário de comercio dos EUA Howard Lutnick e ao representante de comércio dos EUA, Jamieson Greer, ressalta os impactos negativos da medida.

“A imposição das tarifas terá impacto muito negativo em setores importantes de ambas as economias, colocando em risco uma parceria econômica historicamente forte e profunda entre nossos países. Nos dois séculos de relacionamento bilateral entre o Brasil e os Estados Unidos, o comércio provou ser um dos alicerces mais importantes da cooperação e da prosperidade entre as duas maiores economias das Américas”

A carta finaliza com a cobrança de uma resposta de uma proposta de negociação feita pelo governo brasileiro em 16 de maio de 2025.

“Com base nessas considerações e à luz da urgência do tema, o Governo do Brasil reitera seu interesse em receber comentários do governo dos EUA sobre a proposta brasileira. O Brasil permanece pronto para dialogar com as autoridades americanas e negociar uma solução mutuamente aceitável sobre os aspectos comerciais da agenda bilateral, com o objetivo de preservar e aprofundar o relacionamento histórico entre os dois países e mitigar os impactos negativos da elevação de tarifas em nosso comércio bilateral”, diz o trecho final do documento.



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Exposição Nacional do Mangalarga Marchador reúne mais de 1.600 cavalos em BH



A Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) realizará, entre os dias 19 de julho e 2 de agosto de 2025, a 42ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador. O evento será no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte (MG), e contará com a presença de mais de 1.600 animais de 18 estados brasileiros.

Durante os 15 dias de programação, serão realizados julgamentos de marcha e morfologia, provas esportivas e provas sociais, além de palestras técnicas voltadas à equideocultura. A Solenidade Oficial está marcada para o dia 26 de julho, às 17h.

A expectativa da organização é de que cerca de 200 mil pessoas visitem o evento, que também oferecerá atrações ao público, como a Vila Kids, áreas gastronômicas e experiências imersivas ligadas à raça, como a “Calçada da Marcha” e a “Vitrine Viva”, com projeções interativas sobre o universo do cavalo no campo.

Criada em 1982, a Exposição Nacional do Mangalarga Marchador é considerada um dos principais eventos do agronegócio nacional e do setor equino. Ao longo dos anos, o número de participantes cresceu de 413 animais na primeira edição para mais de 1.600 em 2025, com a participação de 505 expositores.

A ABCCMM reúne atualmente 26 mil associados e um plantel com mais de 775 mil animais ativos, consolidando-se como uma das maiores associações de equinos da América Latina.

Segundo dados do Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo, realizado pela Esalq/USP, a equideocultura movimenta cerca de R$ 38 bilhões ao ano no Brasil. Deste total, cerca de R$ 11,7 bilhões são atribuídos à cadeia do mangalarga marchador, que representa aproximadamente 31% do rebanho equino brasileiro.

A programação completa da exposição será transmitida ao vivo pelo canal oficial da ABCCMM no YouTube, com cobertura dos julgamentos feita pela equipe do programa Resenha do Marchador.

42ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador

Data: 19 de julho a 2 de agosto de 2025
Local: Parque da Gameleira – Av. Amazonas, 6020 – Belo Horizonte (MG)
Ingressos: www.nacionalmarchador.com.br
Mais informações: www.abccmm.org.br/projeto/42nacional
Redes sociais: @abccmmoficial (Instagram, YouTube e X)



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Ovo ou galinha: o que veio primeiro? A ciência responde



Afinal, quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Se sua resposta foi “a galinha”, é melhor repensar. A ciência já tem uma explicação — e ela aponta que o ovo veio antes!

Mas atenção: não estamos falando só do ovo de galinha. Os primeiros ovos com casca rígida surgiram há cerca de 300 milhões de anos, muito antes da primeira galinha aparecer, há apenas 10 mil anos, segundo os cientistas.

Como surgiu a primeira galinha?

De acordo com os pesquisadores, a galinha que conhecemos hoje nasceu de um ovo botado por uma ave ancestral, muito parecida com uma galinha, mas que ainda não era exatamente igual às aves modernas.

Ou seja: o ovo veio primeiro, e foi dele que saiu a primeira galinha “oficial” da espécie atual. Uma explicação evolutiva que parece resolver o enigma… ou quase.

E a tal proteína que forma a casca?

Alguns argumentam que a galinha veio primeiro, com base na existência da ovocleidina-17, uma proteína que ajuda a formar a casca do ovo. No entanto, essa substância já está presente em outras aves — o que não elimina o argumento de que o ovo veio antes.

Resumo científico:

Ovos existem há mais de 1 bilhão de anos;
Ovos com casca rígida: há 300 milhões de anos;
Galinhas modernas: surgiram há cerca de 10 mil anos;
A primeira galinha saiu de um ovo de uma “quase-galinha”.

👉 Curtiu essa curiosidade?
Assista ao vídeo completo no Instagram e descubra como a ciência pode surpreender quando se mistura com o agro!🎥 Clique aqui para ver o vídeo

Referências e fontes:

“Cracking the Shell: An in‑Depth Scientific Exploration…”, detalhando OC‑17 e sua importância.

“Which came first: the chicken or the egg?” – artigo da Australian Academy of Science.

Revisão científica sobre biomineralização da casca de ovo – PMC.





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AgroNewsPolítica & Agro

Como reduzir custos da logística no agro



Com base em geometrias específicas, é possível classificar trechos por veículo



Com base em geometrias específicas, é possível classificar trechos por tipo de veículo
Com base em geometrias específicas, é possível classificar trechos por tipo de veículo – Foto: Sheila Flores

Uma nova plataforma digital está revolucionando a logística agrícola ao tornar mais eficiente o deslocamento de veículos em áreas rurais. Integrando ambiente web e aplicativo mobile, o Roteirizador de Campo permite criar rotas inteligentes adaptadas à realidade de operações agrícolas diversas, incluindo cultivos como soja, milho, algodão, café, laranja e cana-de-açúcar. A ferramenta atua mesmo em locais sem conexão à internet, oferecendo precisão, agilidade e redução de desperdícios nas atividades diárias.

Com base em geometrias específicas, é possível classificar trechos por tipo de veículo (como treminhões ou caminhões leves), calcular rotas conforme restrições e velocidade média, além de ajustar trajetos automaticamente em caso de imprevistos. “Com essa ferramenta é possível fazer um mapeamento personalizado da malha viária dos clientes, das usinas, dos produtores e agroindústrias. São dados que não estão disponíveis nos aplicativos públicos tradicionais”, explica Fernando Bortolazzo, líder da equipe de desenvolvimento da empresa.

Voltada para operações em larga escala, a solução impacta diretamente nos custos ao reduzir o tempo de deslocamento, o consumo de combustível e a necessidade de manutenção. Também otimiza o uso das máquinas na colheita, aplicação de produtos, transporte e monitoramento. Há ainda ganhos em sustentabilidade, com menor emissão de CO2, rastreabilidade e apoio à conformidade ambiental.

Com dashboards atualizados em tempo real, os gestores conseguem identificar gargalos operacionais e ajustar o planejamento com agilidade. O lançamento oficial da ferramenta ocorre durante o Congresso Conecta Agro (CCAgro), de 2 a 4 de julho, em Campinas (SP), onde o público poderá conhecer de perto essa e outras inovações voltadas à transformação digital do agronegócio.

 





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Alckimin, Alcolumbre e Motta criticam tarifaço e pregam defesa da soberania nacional



O vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Geraldo Alckmin, e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, se reuniram nesta quarta-feira (16) para falar sobre as tarifas de 50% impostas pelo mandatário norte-americano, Donald Trump, ao Brasil, e divulgaram um vídeo com discursos das três autoridades.

“O parlamento brasileiro está unido em torno da defesa dos interesses nacionais. Tenho
conversado muito com o presidente Hugo Motta em relação a esses últimos acontecimentos e nós temos a compreensão, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, o poder legislativo, que nós vamos defender a soberania nacional, vamos defender os empregos dos brasileiros, vamos defender os empresários brasileiros que geram a riqueza para o Brasil e tenho convicção também que esse processo tem que ser liderado pelo poder executivo”, afirmou Alcolumbre.

Alcolumbre reforçou que o relacionamento entre Brasil e EUA deve ser feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é o chefe de governo e de estado, e elogiou a atuação de Alckmin nas negociações com o empresariado brasileiro.

“Acho que o presidente Lula acertou com a sua equipe de lhe empoderar para que o senhor possa conduzir todas essas tratativas. sem em nenhum momento abrir mão da nossa soberania”. Ele também destacou que as tratativas entre EUA e Brasil devem ser feitas pelo governo “ao lado do congresso brasileiro”.

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Na sequência, Hugo Motta afirmou que o momento atual trouxe uma unidade nacional em favor do país. “Temos uma unidade em favor do país, de proteção à nossa indústria, aos nossos empregos, as nossas relações diplomáticas com os demais países e dizer que, assim como fizemos na aprovação da lei da reciprocidade, onde tanto no Senado como na Câmara, aprovamos por unanimidade um instrumento que o governo brasileiro hoje tem para garantir a proteção do nosso país, dos nossos negócios”.

Motta continuou dizendo que a população entende que “o Brasil não pode ser levado a decisões externas venham a interferir na nossa soberania. O Brasil hoje tem uma importância muito grande no cenário mundial e nós não temos a menor dúvida que com união, com compromisso e muita responsabilidade nós iremos superar esse momento protegendo todos os brasileiros e brasileiras”.

O vice-presidente Geraldo Alckmin agradeceu Alcolumbre e Motta, e disse que estão unidos para defender a soberania nacional. “O presidente Lula tem enfatizado isso e a separação dos poderes é pedra basilar do Estado de direito, da democracia. Na questão comercial, entendemos que é um equívoco, do governo americano, porque eles têm superávit na balança comercial com o Brasil, dos 10 produtos que eles mais exportam, oito não pagam nada, nada de imposto e a tarifa média de importação é 2,7%. Então, é totalmente inadequado, injusto e nós vamos trabalhar juntos para reverter essa situação”.





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Onde há fumaça, há fogo: como proteger suas lavouras



Temperaturas altas nas lavouras significam, muitas vezes, a perda de nutrientes essenciais para culturas como soja e milho, pois alteram o pH e destroem a microbiota. Onde há fogo, há perda. Isso porque nutrientes se dissipam, microrganismos desaparecem, o solo enfraquece e o ciclo da produção é interrompido.

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No solo das lavouras, os impactos são imediatos e profundos. As altas temperaturas provocadas pelas chamas eliminam nutrientes essenciais para culturas como soja e milho, alteram o pH e destroem a microbiota. A queima da vegetação compromete a presença de elementos como nitrogênio, fósforo, potássio e carbono orgânico, fundamentais para o desenvolvimento das plantas.

Além disso, a perda da cobertura vegetal expõe o solo à erosão, facilitando a lixiviação de nutrientes. Conforme estudo da Embrapa, as queimadas podem comprometer entre 15% e 40% da produtividade nas primeiras safras subsequentes ao incêndio.

Prevenção

Atenta aos riscos das queimadas para o setor agrícola, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) reforça a importância da prevenção e do trabalho conjunto entre os agricultores para proteger a terra.

Práticas como roçagem mecânica, manejo adequado de resíduos culturais, plantio direto e uso de plantas de cobertura ajudam a preservar a matéria orgânica e a saúde do solo, além de atuarem no controle natural de pragas e doenças.

No ano passado, a delegada da Aprosoja no núcleo de Nova Mutum, Daiana Costa Beber, viveu na pele os efeitos de um incêndio iniciado na rede elétrica de uma propriedade vizinha. As chamas alcançaram a área de reserva da fazenda e causaram prejuízos que foram além da terra.

Ela relata que o desgaste físico e emocional da equipe foi enorme. Foi necessário contratar uma brigada profissional para garantir a segurança dos colaboradores, que não estavam preparados para enfrentar a situação. Além disso, a propriedade precisou recorrer a instrumentos legais, como ata notarial e laudo pericial, para comprovar a origem do incêndio e afastar qualquer responsabilidade ambiental da empresa.

Incêndios que vão além da lavouras

Mas os prejuízos causados pelo fogo no campo vão além da lavoura. Incêndios frequentes em Mato Grosso têm destruído sistemas de irrigação, pivôs centrais, armazéns, cercas e máquinas agrícolas. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os danos provocados por queimadas no estado, em 2024, já ultrapassam R$ 3,5 bilhões.

Delegados regionais da associação alertam que, quando o incêndio atinge áreas de reserva, o combate se torna ainda mais difícil, pois o uso de máquinas é restrito e o acesso às áreas é limitado. Em muitos casos, o fogo avança rapidamente, e há risco de perda total dos equipamentos se não forem removidos a tempo.

Em algumas propriedades, os incêndios chegaram a atingir 60% da área cultivada, principalmente em lavouras de palhada e milho pós-colheita. Como resposta, muitos produtores passaram a incluir no planejamento da colheita equipes específicas para o combate ao fogo, com tanques e bombas sempre prontas para agir. A prevenção, hoje, é parte essencial da rotina no campo.



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