quarta-feira, maio 13, 2026

Autor: Redação

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Porto de Santos vive corrida de exportadores antes de tarifas dos EUA



Depois de o governo dos Estados Unidos ter anunciado, em 9 de julho, novas tarifas sobre produtos importados do Brasil, o Porto de Santos registrou aumento de embarques para o país norte-americano, principalmente nos contêineres com proteína animal.

A administração do terminal avalia que se trata de uma corrida contra o tempo, uma vez que as novas tarifas, estipuladas em 50%, começam a valer em 1º de agosto caso não sejam revertidas ou adiadas.

O embarque de carne bovina, frango, porco, miúdos e demais proteínas animais por contêineres aumentou 96% nas duas primeiras semanas do mês, segundo a Autoridade Portuária de Santos.

A exportação de café, principalmente para os Estados Unidos, cresceu 17% no período. O presidente da autoridade portuária, Anderson Pomini, também informou que as 50 mil toneladas de celulose embarcadas representam uma quantidade maior que nos meses anteriores.

Para transportar essa carga até o terminal, o tráfego de caminhões teve um aumento da ordem de 70%. “Percebemos uma corrida dos exportadores para escaparem da tarifa dos 50%”, completou Pomini.

O presidente da autoridade portuária esteve nesta semana no grupo de empresários e autoridades que se reuniram com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, para tratar do tema.

O Porto de Santos é o maior da América Latina, respondendo, em média, por 30% da corrente comercial do Brasil. Os Estados Unidos são o segundo principal destino dos produtos que passam pelo porto paulista, atrás apenas da China.

O ranking dos principais parceiros comerciais do Brasil que utilizam o porto santista são:

  • China: 47,1% do movimento;
  • Estados Unidos: 22,2%;
  • Alemanha: 8%;
  • Índia: 5,3%; e
  • Japão: 5%.
  • Outros países: 12,4%

‘Chantagem inaceitável’

Em meio a uma nova rodada de tarifas contra parceiros comerciais, o presidente dos Estados Unidos anunciou que produtos brasileiros serão taxados em 50% a partir de agosto.

Trump pede o encerramento da ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, no Supremo Tribunal Federal, pela tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.

Além disso, o governo dos Estados Unidos também deu início a uma investigação comercial contra práticas adotadas pelo Brasil, como o Pix.

Em pronunciamento na TV na noite de quinta-feira (17), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como chantagem inaceitável a imposição de tarifas de forma unilateral.

“Fizemos mais de 10 reuniões com o governo dos Estados Unidos, e encaminhamos, em 16 de maio, uma proposta de negociação. Esperávamos uma resposta, e o que veio foi uma chantagem inaceitável, em forma de ameaças às instituições brasileiras, e com informações falsas sobre o comércio entre o Brasil e os Estados Unidos”, declarou.



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Em resposta ao EUA, Febraban diz que Pix favorece competição



A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (18) que o Pix favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos.

A entidade ressaltou ainda que o modelo de atuação da ferramenta é aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs e instituições nacionais e estrangeiras.

“O Pix é uma infraestrutura pública de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica, sendo um modelo aberto”, disse a Federação, em nota.

“Portanto, não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, sejam eles de qualquer porte e/ou procedência, desde que operem no mercado nacional, já que é um sistema de pagamentos local e em reais, a moeda brasileira”, acrescentou a Febraban.

Pix virou alvo dos EUA

O Pix é um dos alvos dos Estados Unidos, que iniciaram na última terça-feira (15), uma investigação contra práticas comerciais do Brasil supostamente “desleais”.

As críticas estadunidenses ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência com Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas, e por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.

A medida foi anunciada pelo representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em documento chamado “Investigação da Seção 301 sobre Práticas Comerciais Desleais no Brasil”. Não há menção direta ao Pix, mas o texto cita os “serviços de pagamento eletrônico do governo”.

“Acreditamos que a observação feita pelo USTR [Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos] deve-se mais a uma informação incompleta acerca dos objetivos e funcionamento do Pix. Temos boa expectativa de que, no âmbito do sistema de audiência pública aberto pelo USTR, as contribuições do Banco Central do Brasil, dos integrantes do sistema bancário brasileiro, incluindo os bancos americanos, vão ajudar no esclarecimento das restrições levantadas no documento inicial daquele órgão dos EUA”, diz o texto da Febraban.

O Pix é um meio de pagamento que está disponível para todos os residentes no Brasil, brasileiros e estrangeiros, pessoas físicas e empresas, que têm como único requisito a abertura de uma conta em um banco, numa fintech ou numa instituição de pagamento.

A ferramenta de pagamento é gratuita para as pessoas físicas, mas pode ser cobrado das empresas, sem qualquer discriminação entre brasileiras e estrangeiras.

Hoje, a plataforma tem 168 milhões de usuários e movimenta cerca de R$ 2,5 trilhões por mês.



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veja como ficaram os preços



O mercado físico do boi gordo volta a apresentar queda nos preços. O cenário ainda é conturbado, considerando os desdobramentos do adicional tarifário recentemente imposto pelos Estados Unidos sobre todos os produtos brasileiros.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias lembra que as vendas de carne bovina brasileira destinadas aos Estados Unidos foram suspensas por algumas indústrias, assim como a produção de novas remessas que seriam destinadas ao mercado norte-americano.

“O conflito comercial se acentua no final da semana, considerando as questões de cunho político. Ao mesmo tempo, os frigoríficos contam com escalas de abate confortáveis”, disse.

  • São Paulo: R$ 295,52 — ontem: R$ 297,83
  • Goiás: R$ 278,75 — R$ 279,64
  • Minas Gerais: R$ 282,65 — R$ 283,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 295,45 — R$ 296,70
  • Mato Grosso: R$ 295,61 — R$ 296,35

Mercado atacadista

Os preços da carne bovina ficaram acomodados no mercado. Segundo Iglesias, a conjuntura segue frágil, com o perfil da demanda no decorrer da segunda quinzena do mês naturalmente deprimida.

“Também é importante mencionar que a carne de frango dispõe de maior competitividade na
comparação com as concorrentes, em especial se comparado a carne bovina”, ressaltou.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,80 por quilo, o dianteiro segue no patamar de
17,50 por quilo e a ponta de agulha permanece a R$ 17,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,75%, sendo negociado a R$ 5,5886 para venda e a R$ 5,5866 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5240 e a máxima de R$ 5,5980. Na semana, a moeda teve valorização de 3,03%.



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Pecuaristas na MT-208 mostram como o campo pode liderar a preservação


No interior de Mato Grosso, o exemplo de sustentabilidade vem do chão da fazenda. O casal Miguel e Traute Rech, da Fazenda Caruru, em Nova Monte Verde, mobilizou a comunidade para revitalizar um trecho de seis quilômetros da Rodovia MT-208. Confira esta iniciativa no vídeo abaixo.

A ação reuniu produtores rurais, vaqueiros, estudantes e professores, mostrando que o agro também é protagonista na preservação ambiental.

O destaque foi apresentado no Giro do Boi, nesta terça-feira, e chamou atenção pela união de forças em torno de um objetivo nobre: limpar as margens da rodovia e dar um novo significado ao cuidado com o meio ambiente.

A parceria entre a fazenda e a Escola Estadual Professora Neide Enara Sima transformou a atividade em uma verdadeira lição de cidadania e sustentabilidade.

Lixo fora da estrada e do caminho dos incêndios

Ação de limpeza na rodovia MT-208 encabeçada pela fazenda Caruru. Foto: Divulgação/Fazenda Caruru
Ação de limpeza na rodovia MT-208 encabeçada pela fazenda Caruru. Foto: Divulgação/Fazenda Caruru
Ação de limpeza na rodovia MT-208 encabeçada pela fazenda Caruru. Foto: Divulgação/Fazenda Caruru

A quantidade de lixo retirada foi impressionante. Uma caçamba de 10 mil litros ficou completamente cheia com o material recolhido, incluindo plásticos, garrafas de vidro, pneus, arames, isopor e alumínio.

Muito desse resíduo, além de poluir o solo e os recursos hídricos, representava risco de incêndios florestais, especialmente durante o período de seca no bioma amazônico.

Além disso, os materiais descartados de forma irregular comprometiam a segurança de quem trafega pela MT-208, seja de carro, caminhão, moto ou até mesmo a pé. A limpeza das margens melhora a visibilidade, diminui acidentes e protege os animais silvestres que circulam pela área.

Educação ambiental que transforma

Para os alunos envolvidos, a ação foi muito mais que um mutirão de limpeza. Eles aprenderam, na prática, o valor do trabalho em equipe, da consciência ambiental e do respeito à natureza.

Professores também relataram o impacto positivo da experiência, que agora vai inspirar novos projetos escolares e comunitários.

A ação mostra que o produtor rural, quando bem-intencionado e engajado, é um dos maiores aliados da preservação ambiental.

Um exemplo que deve se multiplicar

Ação de limpeza na rodovia MT-208 encabeçada pela fazenda Caruru. Foto: Divulgação/Fazenda CaruruAção de limpeza na rodovia MT-208 encabeçada pela fazenda Caruru. Foto: Divulgação/Fazenda Caruru
Ação de limpeza na rodovia MT-208 encabeçada pela fazenda Caruru. Foto: Divulgação/Fazenda Caruru

Iniciativas como a da Fazenda Caruru reforçam que a sustentabilidade no campo vai além da porteira. Ela também passa pelas estradas, pela convivência com a comunidade e pelo legado deixado às novas gerações.

A atuação de Miguel Rech, sua família e sua equipe de manejo é motivo de orgulho para a pecuária de Rondônia e de todo o Brasil.

São ações concretas, sem discursos vazios, que mostram que o futuro do agro passa por quem cuida da terra e das pessoas ao redor dela.

Giro do Boi valoriza quem faz diferente

O programa Giro do Boi segue destacando boas práticas que mostram o lado transformador da pecuária brasileira.

E iniciativas como a da Fazenda Caruru merecem ser replicadas em outras regiões do país. Afinal, é com o exemplo que se lidera uma mudança verdadeira.



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Dia bom para a soja? Saiba como ficaram os preços da oleaginosa no fim desta semana



O mercado brasileiro de soja registrou um bom volume de negócios ao longo da semana, impulsionado pelo movimento positivo na Bolsa de Chicago e pela valorização do dólar frente ao real. Segundo o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, esse cenário garantiu novo suporte para os preços nos portos, mesmo com pouca oscilação nos prêmios.

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Conforme dados divulgados nesta sexta-feira (18), no interior do país, os preços permaneceram praticamente estáveis, com ajustes pontuais de alta e baixa, influenciados principalmente pelo basis local. A recente redução no spread entre compradores e vendedores também contribuiu para a efetivação de negócios.

“A recuperação observada em Chicago estimulou o produtor, que aproveitou o momento para ofertar novos lotes, resultando em uma movimentação expressiva de negociações no período”, conclui.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 132,00 pra R$ 133,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 133,00 pra R$ 134,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 140,00 pra R$ 141,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 131,00 pra R$ 132,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 139,00 pra R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 120,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 125,00 pra R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 122,00 pra R$ 123,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, mas abaixo das máximas do dia, ampliando os ganhos semanais. Compras técnicas e preocupação com o clima nos Estados Unidos garantiram mais um dia positivo. No acumulado da semana, a valorização foi de 2,82%.

A alta também refletiu o movimento de cobertura de posições vendidas e a previsão de clima quente e seco no Meio-Oeste dos EUA na próxima semana, o que pode comprometer o desenvolvimento das lavouras. A queda do dólar frente a outras moedas, tornando a soja americana mais competitiva, reforçou o viés de alta.

Contratos futuro da soja

O contrato da soja em grão com entrega em agosto subiu 6,25 centavos (0,61%) e fechou a US$ 10,27 3/4 por bushel. A posição novembro fechou em US$ 10,35 3/4 por bushel, avanço de 9,25 centavos ou 0,90%.

Nos subprodutos, o farelo para agosto subiu US$ 5,30 (1,97%) e encerrou a US$ 274,00 por tonelada. O óleo com vencimento em agosto caiu 0,40 centavo (0,71%), ficando em 56,22 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,75%, cotado a R$ 5,5886 para venda e R$ 5,5866 para compra. Durante o pregão, a moeda oscilou entre R$ 5,5240 e R$ 5,5980. No acumulado da semana, o dólar subiu 3,03%.



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Venda de mudas de cacau arrecada R$ 60 mil para construção do Hospital do Câncer


A venda de 150 mudas de cacau, doadas ao Instituto do Câncer do Oeste da Bahia (Icob) durante o Cacauicultura 4.0 — realizado de 10 a 12 de julho, em Barreiras e Riachão das Neves — arrecadou cerca de R$ 60 mil.

A renda obtida será destinada à construção da sede do Hospital do Câncer do Oeste da Bahia (HCO), em Barreiras.

“O reflexo dessa ação no evento também contribuiu para divulgar ainda mais a causa. Obrigada a todos que contribuíram e que ainda vão contribuir com o Hospital do Câncer do Oeste da Bahia”, agradeceu Marizete Zuttion, presidente do Icob.

A doação, realizada durante a cerimônia de abertura na última quinta-feira (10), foi feita por meio da empresa BioBrasil Produção de Mudas e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), em parceria com as prefeituras e o Governo do Estado.

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Foto: Divulgação/Aiba

“Essa doação ao Icob, por meio da BioBrasil Mudas e da Aiba, possibilitou a arrecadação de recursos que serão revertidos para a construção do Hospital do Câncer do Oeste da Bahia. Agradeço aos produtores rurais e aos participantes do Cacauicultura 4.0 que adquiriram as mudas utilizadas na decoração deste grande evento. Agradeço à Marizete por acreditar nesse movimento e a todos que se empenham neste projeto, que irá beneficiar toda a nossa região”, disse Moisés Schmidt, presidente da Aiba.

Icob

Criado em 2019, o Icob tem o objetivo de atuar como órgão mantenedor do Hospital do Câncer do Oeste da Bahia (HCO), uma instituição hospitalar voltada à prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer.

O hospital ofertará serviços oncológicos e atenderá cerca de 1,25 milhão de habitantes de 36 municípios da microrregião Oeste, além de moradores dos estados vizinhos: Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Piauí e do sul do Maranhão.


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Fábrica dá férias coletivas a 640 funcionários por causa de tarifas dos EUA



Fabricante de produtos à base de madeira, como guarnições e molduras, a indústria Millpar decidiu dar férias coletivas de 15 dias a 640 funcionários da unidade de Guarapuava, na região dentral do Paraná. A informação parte de reportagem do G1.

A assessoria de imprensa da companhia destaca que a produção é direcionada para exportação, sendo o mercado norte-americano o maior consumidor.

De acordo com a comunicação, devido à tarifa de 50% imposta às exportações brasileiras aos Estados Unidos, os ajustes na produção são “medidas estratégicas para preservar a companhia e garantir o avanço sustentável de suas operações a longo prazo”.

Todos os funcionários temporariamente afastados são do setor de manufatura de produtos exportados. Segundo a assessoria, a empresa cogita estender a medida a mais trabalhadores, a depender do desenrolar da situação nos próximos dias.

Ao todo, a Millpar possuo 1.109 colaboradores divididos nas unidades de Guarapuava e Quedas do Iguaçu, no centro-sul paranaense. Contudo, segundo a assessoria de imprensa, a medida foi aplicada, inicialmente, apenas na primeira planta, atingindo 57,7% dos trabalhadores.

A Millpar produz itens à base de madeira, como molduras, rodapés, forros, painéis para embalagens, componentes para escadas, janelas e móveis, entre outros itens.

Reportagem do G1 também enfatiza que estimativas da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre) mostram que o Paraná é um dos principais exportadores de produtos de madeira para os Estados Unidos.

No estado, o setor madeireiro gera cerca de 400 mil empregos diretos e indiretos, considerando os trabalhadores florestais e os que atuam em indústrias do segmento.

De acordo com a Apre, em 2024 o Paraná exportou mais de US$ 627 milhões em produtos florestais, como molduras de madeira, paineis compensados, madeira cerrada e diferentes tipos de celulose.



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Lançamento da 48ª Expointer destaca novidades e orgulho gaúcho



A 48ª Expointer foi lançada oficialmente nesta quinta-feira (17) em cerimônia na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

A feira acontece de 30 de agosto a 7 de setembro no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (PEEAB), em Esteio, e este ano tem como slogan “Nosso futuro tem raízes fortes”.

“A Expointer é muito mais do que uma feira de negócios, ela é um encontro da alma do Rio Grande com o seu futuro. É onde nos reconectamos com as nossas raízes mais profundas, com a força do nosso campo, com os valores que construíram este estado. Mas não é um olhar nostálgico: é a inspiração no passado para mover o Rio Grande em direção a um futuro melhor. Porque o nosso futuro tem raízes fortes, e é nelas que buscamos a energia para transformar o presente com coragem, inovação e trabalho”, afirmou o governador Eduardo Leite.

O secretário da Agricultura, Edivilson Brum, destacou que a feira também será um espaço estratégico para avançar nas discussões sobre a renegociação das dívidas dos produtores rurais.

Segundo ele, a feira reunirá o melhor da agropecuária nacional, com destaque para a genética animal, máquinas, equipamentos e a presença marcante do gado de corte, leiteiro e dos cavalos de raça.

Além disso, a infraestrutura de acesso ao evento foi aprimorada. A conclusão do viaduto na BR-116 e o funcionamento normal do Trensurb devem facilitar a chegada ao parque de exposições, garantindo mais conforto aos visitantes.

Neste sentido, a novidade desse ano será o Expointer 360⁰, um mapa interativo com a utilização da GurIA, assistente virtual baseada em inteligência artificial (IA) generativa, lançada recentemente pelo governo do estado. Com ela, o usuário poderá navegar pelo Parque e saber como chegar em algum ponto determinado.

Prorrogação de dívidas

O governador do estado ressaltou que a Expointer cumpre um papel essencial de ser espaço de escuta, de diálogo e de construção de soluções para os produtores rurais gaúchos.

“Aqui se debatem políticas públicas, se compartilham experiências e se articulam avanços importantes como os que conseguimos este ano: o apoio do estado, por exemplo, com R$ 150 milhões para permitir a prorrogação de créditos via Banrisul, e a mobilização junto ao Congresso para garantir a securitização das dívidas do setor. Estar ao lado do produtor, especialmente nos momentos difíceis, é a responsabilidade que o governo do estado assume com firmeza e sensibilidade”, acrescentou.

Agricultura familiar na Expointer

A organização do evento destaca que o Pavilhão da Agricultura Familiar desta edição terá o maior número de participantes da história, com 456 empreendimentos, superando os 413 do ano passado.

“Os empreendimentos inscritos representam 196 municípios gaúchos, reforçando a presença da agricultura familiar em diferentes regiões do estado”, diz o site do evento.

Os ingressos para acesso à Expointer custam R$ 20 para pedestres; com meia-entrada (R$ 10) para pessoas acima de 60 anos, estudantes munidos de carteira oficial e pessoas com deficiência.

Crianças de até seis anos, acompanhadas dos pais ou responsáveis, não pagam.

O estacionamento para veículos custa R$ 50 (não inclui a entrada do motorista nem dos demais passageiros).

Em todos os dias do evento, a entrada de visitantes na feira é das 8h às 20h. As vendas antecipadas ainda não estão disponíveis.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo segue pressionado no Sul


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado do trigo no Sul do Brasil voltou a registrar queda nesta semana, com baixa de 0,38% no dia e 1,01% no mês no Rio Grande do Sul. A cotação da safra velha do trigo pão chegou a R\$ 1.380,00 FOB, mas os moinhos têm se retraído após novas compras, refletindo a fraca demanda por farinha. A grande disponibilidade de matéria-prima, combinada à moagem reduzida e estoques prolongados, impede altas e contribui para um ciclo vicioso de retração no setor.

Na safra nova gaúcha, os primeiros negócios ocorrem na faixa de R\$ 1.250 no interior, sobretudo no norte do estado, enquanto compradores tentam pagar R\$ 1.200 – valor ainda sem aceitação. No mercado externo, os preços de exportação para dezembro giram em torno de US\$ 230/t no porto de Rio Grande, o que, convertido, equivale a R\$ 1.278 no porto e R\$ 1.128 no interior, tornando inviável economicamente. O preço da pedra em Panambi permaneceu em R\$ 70/saca.

Em Santa Catarina, o mercado segue travado, com poucos negócios registrados. Um corretor local relatou apenas um lote de trigo branqueador vindo do RS negociado a R\$ 1.550 FOB. A oferta do trigo gaúcho continua elevada e freia qualquer tentativa de valorização, com preços entre R\$ 1.330 e R\$ 1.360 FOB. A safra nova ainda não tem indicações consistentes, e os sementeiros relatam queda de até 20% nas vendas de sementes. A CONAB prevê redução de 6,3% na produção estadual. Os preços da pedra seguem estáveis, com leves variações entre R\$ 73,33 e R\$ 79,00/saca.

No Paraná, o câmbio mais fraco puxou para baixo os preços do trigo importado, que recuaram cerca de R\$ 20/t. No mercado interno, falta vontade de comprar e vender: vendedores pedem R\$ 1.500 FOB pelo trigo tipo 1, enquanto compradores oferecem R\$ 1.450 CIF. Para o tipo 2, moinhos indicam R\$ 1.280–1.300, sem aceitação do vendedor. A safra nova segue calma, com indicações entre R\$ 1.400–1.450 CIF. Os preços pagos ao agricultor caíram 0,36% na semana, para R\$ 77,14/saca, reduzindo o lucro médio no estado para 4,91%.

 





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Massa polar derruba temperaturas e secura persiste; como fica o tempo nos próximos 15 dias?



A previsão do tempo para os próximos 15 dias indica tempo seco em grande parte das regiões produtoras de soja do Brasil. Uma massa de ar polar deve manter as temperaturas baixas e traz risco de geada para áreas do Rio Grande do Sul, serra catarinense e sul do Paraná nos próximos dias.

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O tempo no Norte e Nordeste

As chuvas seguem concentradas no litoral do Nordeste e no extremo norte do país. No interior, os acumulados seguem baixos. Entre os dias 24 e 28 de julho, a previsão é de volumes entre 15 e 20 mm em pontos isolados.

O que esperar?

Já entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, a umidade volta a ganhar força entre Santa Catarina e o Paraná. Os volumes podem superar os 80 mm, indicando uma possível mudança no padrão do tempo no Sul do país.

Vale ressaltar que os produtores devem ficar atentos às condições de geada nas madrugadas mais frias e ao avanço da umidade na virada do mês.



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