quarta-feira, maio 13, 2026

Autor: Redação

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Veja onde chove e onde o tempo segue seco hoje em todo o Brasil



Veja como ficam as condições do tempo em todo o Brasil nesta segunda-feira (21), de acordo com a Climatempo, e saiba onde pode ter chuva.

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Sul

O ar frio ainda mantém as temperaturas baixas de manhã na região. Há possibilidade de ocorrência de geada na Campanha Gaúcha, assim como na região serrana do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

A semana começa com sol, poucas nuvens e tempo firme em toda o Sul, e com temperaturas ainda baixas e sensação de frio no leste do Paraná.

Sudeste

As temperaturas continuam baixas ao amanhecer, subindo gradativamente durante a tarde. Não há previsão de chuva.

O interior de São Paulo, Triângulo, oeste e norte de Minas Gerais têm tempo seco e umidade abaixo de 30%.

Centro-Oeste

A segunda-feira não traz chuva para a região, que continua com ar muito seco. Há alerta para baixa umidade relativa do ar em Mato Grosso e no norte de Goiás, onde os índices não atingem 20%; as capitais Goiânia e Cuiabá estão em estado de atenção.

As temperaturas voltam a subir à tarde em Mato Grosso do Sul.

Nordeste

As pancadas continuam fortes no litoral da Bahia. A semana começa com bastante nebulosidade em Salvador e na região do Recôncavo Baiano.

Chove de forma moderada no litoral de Alagoas, Sergipe e Pernambuco. O ar fica mais seco no sul do Piauí, Ceará e oeste e norte da Bahia, com umidade do ar abaixo de 30%.

Norte

A semana começa com pancadas mais irregulares no Amazonas, Roraima, Amapá e oeste e litoral do Pará. Chove com moderada a forte intensidade em Macapá e Belém.

A faixa sul da eegião continua com o tempo mais aberto, ensolarado e firme. Não há chuva desde Rondônia até o Tocantins; Palmas (TO) tem alerta para baixa umidade do ar.



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AgroNewsPolítica & Agro

Embrapa tem três projetos aprovados na maior chamada INCT da história


Empresa obtém R$ 38,7 milhões para pesquisas em biotecnologia, sustentabilidade e inovação agropecuária

A Embrapa teve três projetos aprovados na chamada de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) 2024, conforme resultado final divulgado pelo CNPq. A chamada, com investimento total de R$ 1,63 bilhão, foi a maior da história do programa, com a ampliação em 20%, com suplementação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e de Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs). Os projetos da Empresa conquistaram um aporte conjunto de R$ 38,7 milhões. 

O maior valor aprovado, de R$ 14,3 milhões, será destinado ao “INCT MicroAgro: Inovações biotecnológicas com microrganismos para uma agricultura produtiva e sustentável”, coordenado pela pesquisadora Mariangela Hungria, da Embrapa Soja. O projeto foca em inovações científicas e desenvolvimento biotecnológico relacionadas ao uso de microrganismos multifuncionais para promover uma agricultura mais produtiva e sustentável, contribuindo para a redução do uso de insumos químicos e o aumento da eficiência dos sistemas agrícolas.

Segundo Mariângela Hungria, o projeto tem por objetivo principal promover inovação científica e desenvolvimento biotecnológico, realizar ações de comunicação e formar recursos humanos em linhas de pesquisa relacionadas a microrganismos multifuncionais. A iniciativa conta com uma equipe de mais de 180 membros de 21 grupos em nove Unidades Descentralizadas da Embrapa, além de 12 instituições de Pesquisa, Ensino e Universidades Públicas, em todas as regiões. 

“Foram delineados 16 objetivos específicos com 44 metas e previsão de 48 tipos de entregas, desde a bioprospecção, manutenção, com acreditação, estudos “ômicos” com microrganismos e lançamento de bioinsumos, passando pelo melhoramento clássico e assistido de plantas hospedeiras, até uma forte ação em comunicação”, explica Mariangela Hungria. A pesquisadora destaca ainda a realização de parcerias público-privadas para ações de comunicação e codesenvolvimento tecnológico com 22 empresas, associações, cooperativas e com 27 instituições nos cinco continentes para o avanço no conhecimento. 

A pesquisadora ressalta que o projeto pretende atender o crescimento das demandas do setor intensificadas após o lançamento do Programa Nacional de Bioinsumos, em 2020. “O INCT MicroAgro contribuirá para colocar o Brasil não só na liderança de uso, mas também em inovação em bioinsumos.”

Outro destaque é o INCT-EngBio – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Engenharia de Sistemas Biológicos, liderado por Elíbio Rech, pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que conquistou a nota máxima (10) e receberá R$ 12,5 milhões. 

Segundo Elíbio Rech, o INCT-EngBio representa uma tendência científica global em biotecnologia, melhorando o papel do Brasil nesse campo emergente. Ele explica que o projeto foi construído sobre as bases estabelecidas do INCT-BioSyn desde 2014. “O INCT-EngBio integra biotecnologia, biodiversidade, inteligência artificial, aprendizado de máquina e computação quântica para enfrentar desafios ambientais e mudanças climáticas”, destaca. 

O projeto envolve 11 pesquisadores de dez instituições em todo o Brasil e pretende promover uma abordagem sistêmica que combina pesquisa de ponta, formação de recursos humanos e inovação tecnológica. “O objetivo geral do INCT-EngBio é aplicar princípios de engenharia a sistemas biológicos, utilizando tanto o desenho in silico clássico quanto quântico para enfrentar desafios contemporâneos em um contexto de Big Data. O instituto visa melhorar a qualidade da soja por meio de engenharia metabólica, produzindo óleo com maior teor de ácido oleico e menor teor de ácido palmítico, o que beneficia tanto a produção de biodiesel quanto a saúde humana. Além disso, ele aproveitará a inteligência artificial e algoritmos para acelerar a aquisição de dados metagenômicos e facilitar a produção de proteínas sintéticas em sistemas livres de células”, explica. 

De acordo com Elíbio Rech, o INCT-EngBio também está comprometido em formar recursos humanos em vários níveis educacionais e promover a disseminação do conhecimento por meio de atividades educacionais para estudantes e o público em geral. “O instituto incentivará colaborações científicas e tecnológicas, incluindo consórcios internacionais e parcerias com sociedades científicas, ao mesmo tempo em que se concentrará na proteção da propriedade intelectual gerada durante suas atividades de pesquisa.”

O terceiro projeto da Embrapa aprovado pela chamada do CNPq, o  Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT – Gado de Corte), é coordenado por Rodrigo da Costa Gomes, da Embrapa Gado de Corte e pelo professor Dalton Henrique Pereira, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Com recursos aprovados de R$ 11,8 milhões, a iniciativa busca promover o avanço no conhecimento e desenvolver soluções tecnológicas como respostas aos principais desafios para a produção de carne bovina no Brasil.

“Espera-se ainda evoluir o processo de melhoramento genético animal e também as práticas de reprodução para promover a eficiência e resiliência dos rebanhos bovinos brasileiros frente aos desafios climáticos e ambientais impostos e, também, a estruturação de uma plataforma de inteligência baseada em ciência de dados e inteligência artificial, para suporte aos diferentes atores da cadeia da carne bovina”, afirma Rodrigo Gomes.

Para isso, a equipe estabeleceu 40 metas, com entregas que envolvem cultivares forrageiras, bioinsumos e sistemas de produção para intensificação sustentável e descarbonização, além de softwares, soluções para inspeção sanitária e tecnologias para a vigilância de doenças, visando à promoção da segurança sanitária da carne brasileira em padrões internacionais. 

Gomes explica que o INCT será estruturado a partir de seis redes de PD&I que centrarão esforços nas frentes de pastagens, inteligência estratégica, saúde animal, melhoramento genético animal, reprodução animal e descarbonização. “Três dessas redes são lideradas pela Embrapa Gado de Corte e outras três pelas Universidades Federais de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com representantes de 16 universidades, dois institutos de pesquisa e envolvimento de 131 profissionais, incluindo pesquisadores do país e do exterior.

No total, foram submetidas 651 propostas, sendo 143 aprovadas. A contratação dos projetos deve ocorrer em agosto, quando os trabalhos terão início com vigência de cinco anos.

Os três projetos aprovados obtiveram notas variando de 9,55 a 10,0. Outros sete projetos apresentados por Unidades Descentralizadas da Embrapa também tiveram sua qualidade destacada no edital final da chamada, mas não obtiveram recursos de financiamento. 





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Arroba do boi recuou quase 5% na semana e tombo deve ser maior no curto prazo


O mercado físico do boi gordo apresentou queda de preços no decorrer da semana e o ambiente de negócios ainda sugere a continuidade deste movimento no curto prazo.

O analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, ressalta que a baixa nas cotações — que chegou a quase 5% em Mato Grosso — considera os efeitos do adicional tarifário de 50% que pretende ser imposto pelos Estados Unidos para todos os produtores brasileiros a partir de 1º de agosto.

“Isso faz com que o Brasil deixe de ser competitivo para os Estados Unidos e a indústria frigorífica busca caminhos para suprir a ausência do segundo grande importador de carne bovina do país em 2025“, comenta.

Segundo ele, outro ponto de pressão é a entrada de animais confinados no mercado, que oferecem uma menor capacidade de retenção para o pecuarista. “Com a queda nos preços, os frigoríficos conseguiram avançar bem nas escalas de abate, que agora estão fechadas entre oito e nove dias úteis.”

Variação de preços da arroba do boi

Os preços médios da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 17 de julho em comparação ao dia 11:

  • São Paulo (Capital): R$ 290, queda de 3,3% frente aos R$ 300
  • Goiás (Goiânia): R$ 280, recuo de 3,45% perante aos R$ 290
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 285, baixa de 3,39% em comparação aos R$ 295
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 295, retração de 3,28% em relação aos R$ 305
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 300, queda de 4,76% frente aos R$ 315
  • Rondônia (Vilhena): R$ 265, perda de 3,64% frente aos R$ 275

Mercado atacadista

O mercado atacadista se deparou com preços em queda no decorrer da semana. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere a continuidade do movimento de queda no curto prazo, em linha com o consumo mais lento no decorrer da segunda quinzena do mês.

“Soma-se a isso a menor competitividade da carne bovina se comparado as proteínas concorrentes, em especial da carne de frango”, disse.

O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 21,80 o quilo, queda de 3,11% frente aos R$ 22,50 da semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 17,50 o quilo, recuo de 6,67% frente aos R$ 18,75 registrados na semana anterior.

Exportações de carne bovina

carnecarne
Foto: arquivo Canal Rural

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 576,814 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 64,090 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 104,193 mil toneladas, com média diária de 11,577 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.536,00.

Em relação a julho de 2024, houve alta de 40,9% no valor médio diário da exportação, ganho de 12,2% na quantidade média diária exportada e avanço de 25,6% no preço médio.



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Tempo seco castiga estado e acende sinal de perigo para a saúde; veja até quando


Sem previsão de chuva próxima, a umidade relativa do ar poderá atingir nível crítico em diversas cidades do estado de São Paulo. Essa condição de tempo está prevista até a próxima terça-feira (22), alertou a Defesa Civil estadual.

Com exceção da região litorânea, boa parte do estado deverá apresentar umidade do ar abaixo de 30%. Nas regiões noroeste e centro-oeste paulista, os níveis podem ficar abaixo dos 20%, índice considerado crítico pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Neste sábado(19), por exemplo, a cidade de Tupã registou a menor umidade relativa do ar (15%) no estado, seguida por Presidente Prudente (18%) e Marília (20%). Outras cidades como Rancharia e Rosana (22%), Ariranha e Pradópolis (24%) e Piracicaba, Dracena e Ituverava (25%) também apresentaram índices preocupantes.

Segundo a Defesa Civil, com o avanço do período de estiagem, é importante que a população beba bastante água, mesmo sem sentir sede, e que umidifique os ambientes com bacias de água ou toalhas molhadas. Também é importante evitar fazer exercícios físicos entre as 11h e 16h e usar soro fisiológico nos olhos e narinas.

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Abrafrigo prevê perda de US$ 1,3 bilhão em 2025 com tarifa dos EUA



A imposição de uma tarifa adicional de 50% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos a partir de 1º de agosto pode provocar perdas de US$ 1,3 bilhão para o setor de carne bovina em 2025 e ultrapassar US$ 3 bilhões nos anos seguintes, caso a medida seja mantida, estima a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Em relatório, a entidade destaca que as exportações brasileiras de carne bovina e subprodutos cresceram 27,93% em receita no primeiro semestre de 2025, alcançando US$ 7,446 bilhões. Os EUA são o segundo maior destino desses produtos, com vendas de US$ 1,287 bilhão no período, aumento de 99,8% em relação a 2024. No entanto, a nova tarifa pode inviabilizar parte significativa desse comércio.

Entre os produtos mais afetados estão as carnes desossadas congeladas, cuja tarifa pode saltar de 36% para 76% do valor FOB; o sebo bovino, que teria um aumento de 286%, atingindo 54% do preço médio; e o corned beef (preparação curada em salmoura), com alta de 384% na tarifa.

“Verifica-se, assim, elevada dependência dos EUA nas exportações de preparações alimentícias e conservas bovinas (65,1%) e de sebo bovino fundido (99,9%), produtos cujos exportadores poderão encontrar maior dificuldade de redirecionar suas exportações caso seja confirmada a nova tarifa de 50% anunciada pelo governo dos EUA aos produtos brasileiros”, diz a Abrafrigo.

A China segue como principal compradora, absorvendo 43% das exportações, mas o relatório aponta que o Brasil deve acelerar a diversificação de mercados, com destaque para Chile, México e Rússia, que tiveram crescimentos expressivos em 2025. O México, por exemplo, ampliou suas compras em 236% no primeiro semestre.

Diante desse cenário, a Abrafrigo pede ao governo brasileiro que adote medidas urgentes, como a negociação diplomática com os EUA para evitar a tarifa, sem medidas de retaliação que possam agravar o cenário, e a agilização de acordos comerciais para a abertura de novos mercados. Além disso, a entidade alerta para o risco de retaliações que possam encarecer a importação de insumos pecuários, afetando toda a cadeia produtiva.

“A tarifa adicional de 50% anunciada pelo governo dos EUA pode inviabilizar, pela sua magnitude e impacto, a continuidade das exportações de carnes bovinas para aquele país, o que reforça a necessidade de busca por novos mercados”, defende a entidade no documento.

A Abrafrigo recomenda ainda ações para abertura de novos mercados e desburocratização dos processos de exportação, de forma a mitigar os efeitos da medida.



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Aprosoja-MT diz que licenciamento ambiental trará agilidade para obras e produtores



O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, defendeu nesta sexta-feira (18) a aprovação do projeto de lei que altera as regras do licenciamento ambiental no Brasil e disse que a medida representa um avanço para o desenvolvimento do país, especialmente em obras de infraestrutura e no campo. Em vídeo publicado nas redes sociais, o dirigente afirmou que o licenciamento atual é um entrave que “precisa ser destravado com responsabilidade”.

Segundo ele, projetos como o da Ferrogrão, que poderá evitar a emissão de mais de 3,4 milhões de toneladas de carbono por ano ao substituir o transporte rodoviário, dependem do novo marco legal para avançar. Beber também citou outras obras paradas ou dificultadas pelas exigências atuais, como asfaltamentos, estradas vicinais, hospitais e sistemas de saneamento básico.

“Obras estruturantes dependem desse PL para termos a mesma agilidade de países como os Estados Unidos, Europa e China”, disse.

O projeto foi aprovado na madrugada de quinta-feira (17), na Câmara dos Deputados, por 267 votos a favor e 116 contra. O texto já havia passado pelo Senado e agora segue para sanção presidencial. O governo é contrário à proposta e indicou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode vetá-la. O Ministério do Meio Ambiente também se posicionou contra, assim como a bancada do PT.

Na avaliação de Beber, a legislação atual dificulta até obras simples dentro das propriedades rurais, como tanques de piscicultura e a instalação de secadores. Ele afirmou que pequenos, micro e médios produtores poderão ser diretamente beneficiados. “Muitas vezes levam anos para conseguir o licenciamento, e agora, de forma organizada e coordenada, isso poderá andar mais rápido, respeitando o meio ambiente e a vontade do povo”, declarou.

O presidente da Aprosoja-MT também agradeceu à senadora Tereza Cristina (PP-MS), relatora do texto no Senado, e ao deputado Zé Vitor (PL-MG), que relatou o projeto na Câmara. Segundo ele, ambos tiveram papel decisivo na construção de um texto que traz “justiça” e racionaliza um sistema que hoje acumula, segundo Beber, mais de 100 mil regras. “Essa lei tira todo esse emaranhado, essa confusão, e organiza de forma mais simples, sem perder a responsabilidade ambiental”, disse.

O projeto aprovado prevê a criação de novas categorias de licenciamento, como a Licença Ambiental por Compromisso (LAC), a Licença Ambiental Especial (LAE) e a Licença Ambiental Única (LAU), além da dispensa de licenciamento para atividades agropecuárias de baixo impacto, obras de saneamento e renovação automática de licenças em casos específicos. Também estabelece prazos para os órgãos ambientais analisarem os pedidos, variando de três a dez meses, a depender da complexidade da atividade.

Agenda ambiental

A votação ocorre em um momento de atenção internacional sobre a agenda ambiental brasileira, às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP-30), marcada para novembro em Belém (PA).

Entidades ambientalistas e parte do empresariado temem retrocessos e aumento da insegurança jurídica. Já o setor produtivo e representantes da infraestrutura veem na proposta uma oportunidade de dar mais previsibilidade aos investimentos.



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Produtores de mandioca poderão vender fécula e farinha para o governo federal



Produtores de farinha e fécula de mandioca já podem vender seus produtos para o governo federal. Isso porque a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está autorizada a comprar até 3 mil toneladas de fécula e 3,8 mil toneladas de farinha da raiz da safra de 2025.

A compra foi autorizada pelos ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Fazenda (MF), e conta com recursos de R$ 20 milhões.

De acordo com nota da Conab, a medida atende aos produtores do Paraná, Mato Grosso do Sul e de São Paulo. A aquisição será realizada por meio do mecanismo de Aquisição do Governo Federal (AGF), previsto na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

A iniciativa tem como objetivo garantir aos produtores rurais o nível de rentabilidade dado pelo preço mínimo, evitando que tenham que comercializar sua produção a preços que inviabilizem a atividade econômica.

Limite de venda por produtor

O Manual de Operação da Companhia prevê que o limite de venda por produtor é de 105 toneladas de farinha, o equivalente a 2.100 sacas de 50 quilos.

Já para a fécula, o limite é de 90 toneladas, o que representa 3.600 sacas de 25 quilos. A compra só será finalizada pela Conab se o produto atender aos padrões exigidos.

A estatal informa que o cereal adquirido deverá ser estocado em unidades armazenadoras próprias ou credenciadas.

Além disso, os interessados em vender a farinha ou a fécula de mandioca para a Companhia devem estar cadastrados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican) e procurar a regional da Conab nos estados atendidos para orientação sobre o preenchimento dos formulários exigidos para a operação, bem como a apresentação de documentos adicionais que se fizerem necessários.

Preços da mandioca abaixo do mínimo

Tal operação se desenrola no âmbito de retomada dos estoques públicos no país. Segundo a Conab, a iniciativa também visa garantir o apoio aos produtores rurais em um cenário em que os preços da raiz e da fécula de mandioca estão abaixo do mínimo estabelecido pelo governo federal na região Centro-Sul do país.

“Esse cenário é explicado pelo aumento da oferta da raiz, uma vez que os agricultores intensificaram a colheita para liberar áreas para arrendamento, aliado aos elevados estoques industriais. Vale destacar que os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo concentram, aproximadamente, 1/3 da produção nacional de raiz de mandioca e respondem por 95,3% da capacidade instalada de produção de fécula de mandioca no país”, destaca a Companhia, em nota.



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Massa de ar frio derruba temperaturas no início da semana; veja previsão do tempo para todo o país


Uma nova semana começa com destaque para o frio no Sul do Brasil e tempo seco em grande parte do país. Segundo a Climatempo, uma massa de ar frio ainda atua sobre o Sul, enquanto o Centro-Oeste, o interior do Sudeste e parte do Nordeste seguem em alerta para umidade relativa do ar muito baixa.

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Confira como fica a previsão do tempo para este início de semana em todas as regiões do Brasil.

No Sul, a segunda-feira (21) amanhece com temperaturas mais baixas, especialmente no Rio Grande do Sul, Vale do Itajaí (SC) e leste do Paraná. Nessas áreas, há formação de nevoeiro, o que pode comprometer a visibilidade em Curitiba e no litoral.

A geada ainda é possível nas serras gaúcha e catarinense, além de cidades do extremo sul do Paraná, como General Carneiro. Apesar disso, não há previsão de chuva ao longo do dia.

A tardes continua fria em Porto Alegre e Florianópolis, e o ar permanece seco no noroeste e norte do Paraná, com umidade abaixo de 30%.

Sudeste tem manhã fria e ar seco no interior

No Sudeste, a massa de ar frio também influencia as temperaturas no início da semana. O frio se concentra no leste e sul de São Paulo e no sul de Minas Gerais. Há risco de nevoeiro nas primeiras horas da manhã em regiões como a Grande São Paulo, Campinas (SP) e Zona da Mata Mineira.

Nas áreas do interior, como o Triângulo Mineiro, norte e oeste de São Paulo, a umidade relativa do ar varia entre 21% e 30%, indicando atenção para o tempo seco.

Em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Vitória, o sol predomina e não há previsão de chuva. As temperaturas sobem de forma gradual à tarde, e a umidade se aproxima de 40%.

O Centro-Oeste começa a semana sob influência de ventos frios no extremo sul de Mato Grosso do Sul. A sensação de frio marca o amanhecer, mas o sol retorna no período da tarde e ajuda a elevar as temperaturas.

Toda a região permanece sem previsão de chuva. O tempo seco predomina em Goiás, leste e nordeste de Mato Grosso, com umidade em estado de alerta – entre 20% e 12%.

Em Goiânia, Cuiabá, Campo Grande e Brasília, a umidade à tarde pode variar entre 21% e 30%, afetando a qualidade do ar.

Nordeste tem chuva na faixa litorânea e tempo seco no interior

No Nordeste, o vento úmido vindo do mar mantém o tempo instável no litoral da Bahia. Cidades como Salvador, Ilhéus e a região do Recôncavo começam a semana com aumento de nuvens e pancadas de chuva moderadas a fortes ao longo do dia.

Outras capitais como Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa e São Luís também podem registrar chuvas localizadas, com mais presença do sol. Já o interior da região enfrenta calor intenso e umidade relativa do ar muito baixa, além de ventos moderados com rajadas entre 40 e 50 km/h, principalmente no sul do Maranhão e Piauí.

Norte tem alerta para chuva forte em Roraima, Pará e Amapá

Na região Norte, o tempo segue instável, com chuvas fortes e trovoadas previstas para Roraima, oeste do Pará e Amapá. Já entre Rondônia e Tocantins, o tempo permanece firme e seco.

Em Palmas (TO), a umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 20%, colocando a população em estado de alerta para os efeitos do tempo seco, como desconforto respiratório e risco de queimadas.



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1º de agosto é prazo final para tarifas, mas países ainda poderão negociar, diz secretário dos EUA



O secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que 1º de agosto é um prazo final para a imposição das tarifas americanas, mas que nada impede que os países negociem após a data, em entrevista para a CBS, neste domingo (20).

“Em 1º de agosto, as novas alíquotas tarifárias entram em vigor. Nada impede que os países conversem com a gente depois da data, mas eles vão começar a pagar as tarifas em 1º de agosto”, disse, ao defender que as tarifas pagarão o déficit americano e tornarão a economia do país mais forte. “Estamos defendendo os Estados Unidos”.

Segundo o secretário, que está confiante em um acordo com a União Europeia (UE), países menores, como nações da América Latina, Caribe e África, pagarão a tarifa base de 10%, enquanto economias maiores ou se abrirão ou pagarão uma tarifa justa aos EUA por não se abrirem e os tratarem de forma injusta.

Na ocasião, Lutnick também mencionou que o presidente dos EUA, Donald Trump, com certeza vai renegociar o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA). “Faz um sentido perfeito para o presidente renegociar. Ele não quer carros fabricados no Canadá ou no México quando podem ser fabricados em Michigan e Ohio. É melhor para os trabalhadores americanos”, ressaltou.

Lutnick ainda argumentou que o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, está custando US$ 700 bilhões por ano aos EUA por, segundo ele, manter as altas taxas de juros.



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Cerrado lidera irrigação no Brasil e movimenta mercado potencial de R$ 14,4 bilhões



O Cerrado brasileiro se destaca como a região brasileira com a maior cobertura de irrigação agrícola do país, segundo levantamento da EEmovel Agro.

Com mais de 50% de seu território disponível para a tecnologia, atualmente são 1.460.386 hectares irrigados por pivô central, distribuídos em 20.517 equipamentos em operação, conforme os dados da datatech de soluções agropecuárias.

Contudo, o número representa apenas 4,16% da superfície irrigável total, revelando um potencial de expansão significativo.

O estudo da empresa projeta um mercado potencial de até R$ 14,4 bilhões para o setor de irrigação no Cerrado. O dado considera os 34,3 milhões de hectares de cultivos temporários e os 751 mil hectares de plantações perenes, com base em um custo operacional médio de R$ 6.202,00/ha em áreas de 50 a 100 hectares.

“A região central do país possui cerca de 76% mais área plantada do que o Sul. Tanto uma quanto a outra [região] lideram na produção de grãos, especialmente soja, e apresentam grandes oportunidades de mercado para irrigação”, afirma o diretor de Operações Agro da EEmovel Agro, Luiz Almeida.

Potencial de irrigação em outras áreas

O levantamento da datatech mostra que a Região Sul conta com 418.077 hectares irrigados por pivôs centrais e 7.159 equipamentos em operação — apenas 2,10% da área irrigável local, um desempenho ainda distante da realidade do centro-oeste e do norte de Minas Gerais.

Contudo, a maior concentração de equipamentos está em Minas Gerais, Goiás e no Distrito Federal, responsáveis por 84% dos pivôs instalados no bioma Cerrado.

“Os dados mostram que ainda temos mais de 93% da área apta à irrigação sem uso de pivô central, o que comprova o imenso potencial de crescimento do setor nessa parte do país”, finaliza Almeida.



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