quarta-feira, maio 13, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Exportação de óleo de palma da Indonésia sobe 53% em maio, com demanda…


Logotipo Reuters

Por Fransiska Nangoy e Rajendra Jadhav

JACARTA (Reuters) – As exportações de óleo de palma bruto e refinado da Indonésia aumentaram 53% em maio em relação ao ano anterior, segundo dados do departamento de estatísticas, conforme o óleo tropical começou a ser negociado com desconto em relação a seus rivais, aumentando a demanda dos principais compradores.

A expectativa é de que o aumento das exportações da Indonésia, o maior produtor mundial de óleo de palma, reduza os estoques e apoie os preços do produto, que caíram para um desconto em relação ao óleo de soja depois de terem sido negociados com um prêmio no início deste ano.

De acordo com os dados, a Indonésia exportou 1,88 milhão de toneladas de óleo de palma bruto e refinado em maio, acima dos 1,23 milhão de toneladas um ano antes.

Em valores, as exportações aumentaram quase 71% em relação ao ano anterior, para US$1,85 bilhão, segundo os dados.

Entre janeiro e maio, a Indonésia exportou 8,3 milhões de toneladas de óleo de palma bruto e refinado, acima das 8,01 milhões de toneladas de um ano atrás.

No entanto, os dados da agência excluem o óleo de palmiste, produtos oleoquímicos e o biodiesel.

A GAPKI, associação de óleo de palma da Indonésia, geralmente divulga seus dados em uma data posterior, abrangendo mais produtos e com diferentes valores de exportação.

O óleo de palma compete principalmente com os suprimentos de óleo de soja e de girassol da Argentina, Brasil, Rússia e Ucrânia.

(Reportagem de Fransiska Nangoy e Rajendra Jadhav)





Source link

News

preços das variedades oscilam enquanto o carioca tem alta



Os preços do feijão seguem oscilando, mas, no geral, as altas vêm prevalecendo, sobretudo para o carioca de melhor qualidade. O suporte para esse tipo de grão vem da escassez do produto no mercado nacional. É isso o que indicam as pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Enquanto isso, no campo, a colheita de segunda safra do Paraná encerrou com queda expressiva. Ainda assim, o forte crescimento na produção da primeira temporada compensou essa redução e deve resultar em ligeira elevação da oferta total do estado. 

Estimativas do dia 17 do Deral/Seab apontam que a produção de feijão de segunda safra caiu 23%, somando 526,6 mil toneladas. Porém, a oferta da primeira safra havia tido expressivo crescimento de 102%, para 338 mil toneladas, o que contribui para uma oferta estadual de 849 mil toneladas, com alta de 2% sobre a oferta de 2024. 

Esse volume é recorde e mantém o Paraná como o maior produtor nacional. No Brasil como um todo, a Conab estimou a produção total de feijão em 3,16 milhões de toneladas, queda de 1,3% frente à safra anterior. 

Para o feijão preto, o ciclo deve finalizar somando 789,1 mil t, aumento de 10,8% frente 2023/24. Para o feijão caupi, estima-se oferta de 648,1 mil t nas três safras, em linha com a temporada anterior. Já a colheita do feijão cores é estimada em 1,72 milhão de t, recuo de 6,6% em relação a 2023/24.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

preços sobem e interrompem movimento de queda



O movimento de queda nos preços do milho foi interrompido na semana passada em algumas regiões. É isso o que mostram os dados acompanhados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, esse cenário está atrelado à retração de parte dos vendedores. A colheita da segunda safra tem avançado no Brasil, mas o ritmo das atividades ainda está abaixo do observado no ano passado e em safras anteriores. 

No entanto, demandantes também se afastam das aquisições de milho no spot, atentos a estimativas indicando safra recorde no País e às exportações enfraquecidas. 

Pesquisadores do Cepea indicam que esses consumidores vêm utilizando lotes negociados antecipadamente. Assim, a liquidez está baixa no mercado spot nacional.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Haddad diz que prepara plano de contingência para setores afetados por tarifaço



O governo brasileiro vai continuar insistindo para negociar com os EUA a revogação da tarifa adicional de 50% , disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista à rádio CBN nesta segunda-feira (21).

Na entrevista, Haddad também disse que a equipe econômica trabalha em um plano de contingência para ajudar os setores mais atingidos pelo tarifaço. “Vamos continuar lutando para ter a melhor relação possível com o maior mercado consumidor do mundo, vamos lutar por isso, mas não vamos deixar ao desalento os trabalhadores brasileiros, vamos tomar medidas necessárias”, afirmou Haddad.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

De acordo com o titular da Fazenda, mais da metade das exportações atuais aos EUA podem ser direcionadas para outros países.

“Vamos redirecionar boa parte da produção, mas isso leva tempo. E tem coisas que não tem outros destino possível, pois foi uma demanda de lá. Temos consciência de setor a setor, e estamos trabalhando a nível de empresas. Vamos atuar para minimizar ao máximo essa situação que estamos tendo”, disse o ministro.

Retaliação

Assim com já havia feito no último sábado (19), Haddad voltou a negar que serão impostas retaliação a empresas e cidadãos norte-americanos no Brasil. “Não podemos pagar na mesma moeda uma coisa que consideramos injustas”, declarou.

No entanto, o ministro disse que há possibilidade se usar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade aprovada pelo Congresso.



Source link

News

Soja tem alta na demanda e preços estabilizam



A firme demanda por soja para o esmagamento vem sustentando os preços internos e externos do grão. É isso o que indicam os levantamentos do  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Ainda assim, os pesquisadores do instituto destacam, contudo, que a alta nos valores da oleaginosa acaba sendo limitada pela oferta global elevada. 

De acordo com o relatório deste mês do Usda, a produção mundial de soja em grão deve passar de 421,99 milhões de toneladas na temporada 2024/25. O relatório prevê que o valor suba para 427,68 milhões de toneladas na safra 2025/26, configurando um novo recorde. 

No Brasil, na parcial deste mês (até o dia 17), os Indicadores Cepea/Esalq – Paranaguá (PR) e Cepea/Esalq – Paraná avançaram 1,8% e 1,3%, respectivamente.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Suco de laranja é o produto mais afetado por tarifaço, avalia Cepea



Suco de laranja, café, carne bovina e frutas frescas estão entre os itens mais expostos à tarifa adicional de até 50% sobre as importações de produtos brasileiros pelos Estados Unidos, com vigência prevista para 1º de agosto de 2025, segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

De acordo com com a análise da equipe do Cepea, o suco de laranja é o produto mais sensível à nova política tarifária. Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos EUA, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Atualmente, os EUA importam cerca de 90% do suco que consomem, sendo o Brasil responsável por aproximadamente 80% desse total. Com a sinalização da tarifa, pesquisas do Cepea apontam que indústrias brasileiras já passaram a suspender novos contratos, limitando-se ao mercado spot, com valores entre R$ 40,00 e R$ 45,00 por caixa, diante do elevado grau de incerteza.

“Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avalia Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea e professora da Esalq/USP.

Café

Os Estados Unidos são o maior mercado consumidor global e respondem por cerca de 25% das importações de café brasileiro (principal mercado), especialmente da variedade arábica, insumo essencial para a indústria local de torrefação.

De acordo com a equipe Cepea, o impacto é estrutural: como os EUA não produzem café, a elevação do custo de importação compromete diretamente a viabilidade econômica da cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo. “A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca Renato Ribeiro, pesquisador de café do Cepea.

No curto prazo, apesar de a safra 2024/25 ter assegurado boa capitalização aos produtores, a comercialização da safra 2025/26 avança lentamente, apontam pesquisadores do Cepea.

Com a queda nas cotações e a instabilidade externa, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, postergando negociações maiores à espera de definições sobre o cenário tarifário.

Carne bovina

Os EUA são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, respondendo por 12% das exportações, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil. Dados da Secex mostram que, em junho, o volume adquirido pelos norte-americanos já foi o menor desde dezembro do ano passado, mas as exportações totais de carne bovina brasileira tiveram o segundo melhor resultado do ano, beirando as 270 mil toneladas.

Em março e abril, empresas dos EUA adquiriram volumes recordes, acima de 40 mil toneladas em cada mês, num possível movimento de formação de estoque diante do receio de que o presidente Donald Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio internacional.

Em abril, foram importadas 47.836 toneladas (in natura e processada); já no mês seguinte, o volume se reduziu quase à metade e, em junho, baixou mais 33% sobre o volume de maio. Em termos absolutos, as compras norte-americanas foram de 18.232 toneladas no último mês.

Apesar da redução para os EUA, o volume total exportado pelo Brasil em junho foi bem próximo ao de abril – diferença de 2.705 toneladas, equivalentes a 1%. Boa parte da compensação de abril para junho ocorreu com o aumento dos embarques principalmente à China, que tem ampliado mensalmente suas compras desde fevereiro.

De abril para junho, os EUA diminuíram o volume em 29.603 toneladas, enquanto a China aumentou em 27.782 toneladas. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras frente a maio. Segundo Thiago Bernardino de Carvalho, “esse fluxo sinaliza que frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas em outros mercados, ainda que haja dificuldade quanto ao ajuste de cortes demandados”.

São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados, nesta ordem, que mais têm escoado carne aos EUA. A redução de Goiás foi a maior de abril para junho, cerca de 9.283 toneladas a menos de carne. O volume do último mês representou apenas 37% do que foi enviado em abril. Em Mato Grosso do Sul, junho equivaleu a apenas 44%, com diminuição de 3.962 toneladas. Reduções significativas ocorreram também nos demais estados relevantes da pecuária. São Paulo é o que teve a menor diminuição de volume, de 1.802 toneladas, com junho ainda representando 73% dos embarques de abril.

Frutas

O impacto imediato recai sobre a manga, cuja janela crítica de exportação aos EUA inicia-se em agosto. Segundo indica o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta.

Pesquisadores do Cepea indicam que, até o anúncio da medida, a expectativa era de crescimento das exportações de frutas frescas em 2025, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. Contudo, o cenário tornou-se incerto.

“A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, analisa Lucas De Mora Bezerra, da equipe HF Brasil/Cepea.

A medida tende ainda a desorganizar os fluxos comerciais internacionais. Com a retração das exportações aos EUA, frutas que seriam destinadas ao mercado norte-americano podem ser redirecionadas à União Europeia ou absorvidas pelo mercado brasileiro, gerando um cenário de acúmulo de frutas nos canais tradicionais de comercialização e pressionando os preços ao produtor. Persistem também incertezas quanto às importações brasileiras de frutas frescas, tanto em volume quanto em origem, frente à nova conjuntura global.



Source link

News

Sebrae orienta pequenos produtores no acesso ao microcrédito



Ter um bom projeto, saber onde procurar ajuda e entender como funciona o crédito são passos fundamentais para o pequeno produtor rural que quer crescer. O microcrédito rural é uma porta de entrada para muitos negócios no campo e o Sebrae tem sido um dos principais aliados nessa caminhada.

O que é microcrédito rural?

O microcrédito rural é uma modalidade de crédito voltada especialmente para pequenos agricultores, produtores familiares e empreendedores do campo, com valores reduzidos, juros baixos e condições facilitadas de pagamento.

Além disso, o microcrédito é pensado para atender às necessidades específicas da agricultura de menor escala.

Os recursos podem ser usados para:

  • Compra de insumos e ferramentas
  • Melhorias na propriedade rural
  • Pequenos investimentos em agroindústrias
  • Diversificação de culturas ou criação de animais

Ou seja, trata-se de um recurso valioso para quem deseja impulsionar a produção sem comprometer o orçamento.

O papel do Sebrae no processo

Muitos produtores têm dificuldade de acesso ao crédito por não saberem como apresentar seu negócio ou como comprovar sua capacidade de pagamento. Por isso, o Sebrae entra como um parceiro estratégico, oferecendo apoio direto e gratuito em várias frentes.

Confira alguns dos serviços prestados:

  • Orientação sobre o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar)
  • Elaboração de plano de negócio simples
  • Capacitações sobre crédito consciente
  • Encaminhamento para instituições financeiras parceiras

Como acessar esse apoio?

Atualmente, o atendimento pode ser feito tanto de forma presencial quanto online. Dessa forma, fica mais fácil para o produtor buscar informações, mesmo estando em áreas rurais.

  • Presencialmente: em escritórios regionais ou em parceria com sindicatos e associações
  • Pelo telefone 0800 570 0800
  • No site oficial: sebrae.com.br
  • Aplicativo Sebrae (disponível nas lojas de apps)

Ainda que o valor seja modesto, o microcrédito é o pontapé inicial para transformar ideias em renda no campo. Com isso, o produtor tem a chance de testar uma nova atividade, investir em melhorias ou até iniciar sua formalização como MEI rural.

Mais do que acesso ao crédito, o Sebrae oferece conhecimento. Ou seja, o produtor pode aprender a vender melhor, controlar custos, diversificar a produção e crescer com segurança.



Source link

News

Tarifaço de Trump pode afetar mais de 500 mil apicultores brasileiros, diz ApexBrasil



A taxação de 50% dos produtos brasileiros anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, pode afetar mais de 500 mil apicultores brasileiros, estima a a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), Renato Azevedo, atualmente, 80% das exportações de mel do Brasil são destinadas aos Estados Unidos. “A gente depende totalmente desse mercado. No curto prazo, a gente precisa negociar e ter uma extensão de prazo. A médio e longo prazos é preciso diversificar mercados promovendo o mel brasileiro em outros países”, afirmou Azevedo.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Para Azevedo, é necessário elaborar um plano para reduzir a dependência dos Estados Unidos e buscar a inserção do produto na União Europeia, por exemplo, e em outros mercados.

Wellington Dantas, diretor executivo da Central de Cooperativas Apícolas do Semiárido Brasileiro (Casa Apis), também defende que o setor encontre alternativas.

“Diante das circunstâncias, a Apex pode dialogar com outros setores, ver possíveis mercados e nos ajudar com outros órgãos, como Ministério da Agricultura e Pecuária e Companhia Nacional de Abastecimento, para ver a possibilidade de absorver alguma parte da produção aqui no Brasil.

Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, diz que o setor de mel é estratégico e que a agência tem buscado soluções para o impasse comercial com os EUA.

“A produção brasileira de mel e própolis é estratégica. O momento pede união e cooperação e é isso que estamos promovendo. Sabemos que cada setor tem suas particularidades. Vamos construir juntos alternativas diante deste novo cenário global”, disse Viana.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil produziu 64,2 mil toneladas de mel em 2023.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cultivo de pêssego tem início de floração



Região Sul implanta cultivares tardias de pêssego




Foto: Pixabay

A Emater/RS-Ascar informou, nesta quinta-feira (17), que a floração dos pessegueiros de ciclo superprecoce e precoce já teve início na região administrativa de Caxias do Sul. Conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela entidade, os produtores têm realizado tratamentos fitossanitários voltados à prevenção da podridão-cinzenta durante a floração e ao controle da crespeira-verdadeira.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as temperaturas mais amenas dos últimos dias favoreceram o início do intumescimento das gemas florais nos pomares de ciclo médio. Também foi registrada a presença de cochonilha-de-tronco em diversas propriedades da região. “Produtores adotaram controle localizado da praga, sem registro de perdas provocadas pelas geadas até o momento”, relatou a entidade.

Na região de Pelotas, o frio manteve as plantas em dormência, o que favoreceu a realização de práticas culturais como poda, roçada e aplicação de tratamentos de inverno. Segundo a Emater/RS-Ascar, esses tratos envolvem o uso de caldas fungicidas e produtos à base de cobre, fundamentais para a sanidade dos pomares. Como parte do planejamento para renovação das áreas de cultivo, os agricultores da região também têm realizado o preparo e a correção do solo, formado camalhões, semeado plantas de cobertura e adquirido mudas. “Cultivares de ciclo tardio, como a Eldorado, foram implantadas para atender demandas de mercado”, informou a entidade.

Na região de Erechim, também foi observado o início da floração dos pessegueiros, com a poda já finalizada.





Source link

News

Tensões políticas freiam ativos brasileiros; ouça o que mexe com os mercados na semana


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a semana começou com otimismo nos mercados globais, apoiados por balanços corporativos fortes e dados econômicos positivos nos EUA.

O dólar avançou, enquanto os juros futuros no Brasil subiram e o Ibovespa recuou, refletindo instabilidade política e dados locais fracos. As commodities subiram, e o CPI americano acelerou para 2,7% ao ano.

No Brasil, a inflação segue desacelerando, mas o mercado já projeta manutenção da Selic em 15% até meados de 2026. Na agenda da semana, destaque para o IPCA-15 e a reunião do BCE.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



Source link