quarta-feira, maio 13, 2026

Autor: Redação

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Kuwait suspende proibição de importação de aves brasileiras



Autoridade pública em alimentos e nutrição do Kuwait suspendeu a proibição de aves brasileiras de todos os tipos, de acordo com informações da agência Reuters.

A medida foi publicada pela agência de notícias estatal no domingo (20) e e também traz a proibição por parte do Kuwait para a importação de aves de várias regiões dos estados unidos, por causa da gripe aviária.

Após o Brasil ter sido declaro livre da gripe aviária pelo Organização Mundial de Saúde Anima (OMSA), vários países tem anunciado o retorno da permissão para importação da carne de frango brasileira. O Kuwait passa a integrar a lista dos mais de 30 países que não apresentam restrições de exportação. A lista inclui importantes parceiros comerciais do Brasil como os Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Reino Unido e Argentina.

A China segue na lista de países que ainda aplicam a restrição total aos embarques da carne de frango brasileira. No ano passado, o país foi o principal destino da proteína, importando um volume de 562 mil toneladas.



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Maior evento de soja do mundo começa hoje em Campinas



Começa hoje (21) em Campinas (SP) o maior evento técnico-científico da cultura da soja no mundo. Os debates e exposições seguem até quinta-feira (24) e reúnem representantes de todos os elos da cadeia produtiva da oleaginosa. São esperadas 2 mil pessoas de vários países. Sob a perspectiva dos 100 anos da soja no Brasil, a pauta é sobre os desafios do amanhã nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e inovação, sem descuidar do mercado, um ambiente o Brasil é líder absoluto em produção e exportação.

Realizado a cada três anos, em sua 10ª edição o Congresso Brasileiro de Soja comemora os 50 anos da Embrapa Soja, que também é a realizadora do evento. Em paralelo ocorre também o Mercosoja 2025. Mais de 50 expositores estarão participando da Arena de Inovação. A proposta do espaço é apresentar os novos processos, produtos e inovações que beneficiam os diferentes segmentos da cadeira produtiva da soja, desde como colher, beneficiar e secar sementes e grãos, até novas ferramentas de biotecnologia para agregar melhoria à qualidade do óleo e da proteína de soja.

“A soja no Mercosul um século depois” é o tema da conferência de abertura, nesta segunda-feira, 21 de julho, às 19 horas. Para debater a evolução da cultura na região haverá um bate-papo com importantes atores da evolução recente da cultura no Mercosul. Entre os convidados o pesquisador da área de melhoramento genético Romeu Afonso de Souza Kiihl, da MGS Melhoramento Genético e Sementes; o professor Tuneo Sediyama, da Soygene; Rodolfo Luis Rossi, ACSoja – Argentina e Gerardo Bartolomé, do Grupo Dom Mário. O debate será conduzido pelo jornalista Giovani Ferreira, do Canal Rural.

Em um mundo em plena transformação, política e econômica, a geopolítica não poderia ficar de fora das discussões. Esse é o assunto e tema da conferência da terça-feira, 22 de julho, a partir das 8h30, apresentado por Guilherme Bastos, da Fundação Getúlio Vargas. A proposta é destacar as relações comerciais do Brasil com outros países influenciada pela produção, comércio e consumo do grão. Para debater a sustentabilidade da cadeia produtiva da soja em números está prevista uma conferência, quarta-feira, 23 de julho, a partir das 8h30. A conferência será apresentada pelo professor Edvaldo Velini, da UNESP Botucatu.

E o que esperar da relação com a China na agricultura? É o tema da conferência da quinta-feira, 24 de julho, às 9 h, a ser conduzida por Leticia Frazão Alexandre Leme, do Ministério das Relações Exteriores e por Larissa Wachholz, da Vallya Agro. As conferencistas têm ampla experiência nas relações do Brasil com a China, que é o principal parceiro comercial do Brasil.

A programação técnica contará com 4 conferências e 15 painéis em que serão realizadas mais de 50 palestras com especialistas nacionais e internacionais de vários segmentos ligados ao complexo soja. A comissão organizadora aprovou 328 trabalhos técnico-científicos que serão apresentados na sessão pôster. Outra inovação na programação do CBSoja será a realização do Mãos à Obra, um espaço dedicado ao debate de questões práticas em cinco grandes temas: Fertilidade do solo e adubação, Manejo de nematoides, Plantas daninhas, Bioinsumos e Impedimentos ao desenvolvimento radicular. 

Também haverá destaque para os desafios da produção de soja no Mercosul e um workshop internacional Soybean2035: A decadal vision for soybean biotechnology, cujo objetivo é debater os próximos 10 anos das ferramentas biotecnológicas no melhoramento na soja, com palestrantes da China, Estados Unidos, Canadá e Brasil.

Canal Rural e Unity Agro

O Canal Rural estará na cobertura do evento e também conta com um estande na área de exposições do CBSoja 2025. Na posição de número 70, o espaço fica próximo à sessão de posteres e painéis técnicos e do acesso aos auditórios. A cobertura do Canal Rural contra com apoio da Embrapa Soja e da Unity Agro ( www.unityagro.com.br ), empresa que atua no desenvolvimento de fertilizantes funcionais.

O CBSoja e Mercosoja 2025 acontecem de 21 a 24 de julho de 2025, no Centro de Exposições e Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP).

A cobertura você acompanha na multioplataforma de comunicação do Canal Rural, pela TV, Redes Sociais e site www.canalrural.com.br



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AgroNewsPolítica & Agro

Seminário reúne apicultores em Uberlândia


Uberlândia foi o centro das discussões sobre a cadeia da apicultura no Triângulo Mineiro nesse fim de semana. O município sediou, no sábado (19), o 1º Seminário de Apicultura da região, uma promoção do Sistema Faemg Senar e do Sindicato Rural. A programação de palestras reuniu apicultores da região, estudantes e lideranças do agronegócio na Casa do Criador, no Parque de Exposições Camaru.

Presente no evento, o vice-presidente secretário do Sistema Faemg Senar, Ebinho Bernardes, destacou a importância de apoiar os produtores desta cadeia. “A apicultura está crescendo a cada ano em nosso estado e tenho certeza que este trabalho vai continuar potencializando o setor. É uma atividade que o produtor pode inserir dentro da sua propriedade rural, diversificando o seu negócio”, afirmou.

Compondo a mesa de abertura do seminário, o gerente regional Ricardo Tuller destacou que a região formou o primeiro grupo do Programa de Assistência Técnica e Gerencial de Apicultura em 2022 e, hoje, tem um segundo grupo sendo assistido. “Este seminário é resultado desse trabalho que o ATeG vem fazendo aqui na região, como uma forma de trazer mais conhecimento aos produtores”, enfatizou Tuller, ressaltando a iniciativa dos técnicos de campo Gabriel Oliva e Tânia Durães para a realização do evento.

A apicultora Laís Lavareda saiu de Araguari para participar do evento, juntamente com um grupo de mais dez apicultores. “É fantástico aprender mais sobre a apicultura, estar aqui e fazer conexões junto com outros colegas de atividade, o que fortalece a nossa produção”, afirmou.

De acordo com informações do Instituto Mineiro de Agropecuária, nos últimos anos a apicultura mineira tem crescido e um dos indicativos é o aumento de produtores cadastrados. Em 2024, 1.085 novos cadastros foram realizados no IMA, 34% a mais que em 2023.

Programação

O seminário contou com palestras sobre “Viabilidade financeira e importância econômica do mel”, com o supervisor do Sistema Faemg Senar, Luan Dourado; “Importância da Polinização”, com o técnico especialista do Sistema Faemg Senar, Franklin Souza; “Atuação do profissional técnico nas agroindústrias de pequeno porte”, com a médica veterinária da Secretaria Municipal do Agronegócio, Renata Barbosa Andrade; e ainda da Federação Mineira de Apicultura e do IMA, para falar da importância do cadastramento dos apiários junto ao instituto.

O evento também contou com as presenças do vice-prefeito de Uberlândia, Vanderlei Pelizer, da deputada federal Ana Paula Leão, da diretora do Sindicato Rural, Cristiane Castro, do gerente do IMA, Rodrigo Carvalho, entre outras lideranças. O seminário teve o apoio da equipe Terra Fértil, uma das participantes do Maratona Faemg Jovem.





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Maior evento de soja do mundo começa hoje em Campinas



Começa hoje (21) em Campinas (SP) o maior evento técnico-científico da cultura da soja no mundo. Os debates e exposições seguem até quinta-feira (24) e reúnem representantes de todos os elos da cadeia produtiva da oleaginosa. São esperadas 2 mil pessoas de vários países. Sob a perspectiva dos 100 anos da soja no Brasil, a pauta é sobre os desafios do amanhã nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e inovação, sem descuidar do mercado, um ambiente o Brasil é líder absoluto em produção e exportação.

Realizado a cada três anos, em sua 10ª edição o Congresso Brasileiro de Soja comemora os 50 anos da Embrapa Soja, que também é a realizadora do evento. Em paralelo ocorre também o Mercosoja 2025. Mais de 50 expositores estarão participando da Arena de Inovação. A proposta do espaço é apresentar os novos processos, produtos e inovações que beneficiam os diferentes segmentos da cadeira produtiva da soja, desde como colher, beneficiar e secar sementes e grãos, até novas ferramentas de biotecnologia para agregar melhoria à qualidade do óleo e da proteína de soja.

“A soja no Mercosul um século depois” é o tema da conferência de abertura, nesta segunda-feira, 21 de julho, às 19 horas. Para debater a evolução da cultura na região haverá um bate-papo com importantes atores da evolução recente da cultura no Mercosul. Entre os convidados o pesquisador da área de melhoramento genético Romeu Afonso de Souza Kiihl, da MGS Melhoramento Genético e Sementes; o professor Tuneo Sediyama, da Soygene; Rodolfo Luis Rossi, ACSoja – Argentina e Gerardo Bartolomé, do Grupo Dom Mário. O debate será conduzido pelo jornalista Giovani Ferreira, do Canal Rural.

Em um mundo em plena transformação, política e econômica, a geopolítica não poderia ficar de fora das discussões. Esse é o assunto e tema da conferência da terça-feira, 22 de julho, a partir das 8h30, apresentado por Guilherme Bastos, da Fundação Getúlio Vargas. A proposta é destacar as relações comerciais do Brasil com outros países influenciada pela produção, comércio e consumo do grão. Para debater a sustentabilidade da cadeia produtiva da soja em números está prevista uma conferência, quarta-feira, 23 de julho, a partir das 8h30. A conferência será apresentada pelo professor Edvaldo Velini, da UNESP Botucatu.

E o que esperar da relação com a China na agricultura? É o tema da conferência da quinta-feira, 24 de julho, às 9 h, a ser conduzida por Leticia Frazão Alexandre Leme, do Ministério das Relações Exteriores e por Larissa Wachholz, da Vallya Agro. As conferencistas têm ampla experiência nas relações do Brasil com a China, que é o principal parceiro comercial do Brasil.

A programação técnica contará com 4 conferências e 15 painéis em que serão realizadas mais de 50 palestras com especialistas nacionais e internacionais de vários segmentos ligados ao complexo soja. A comissão organizadora aprovou 328 trabalhos técnico-científicos que serão apresentados na sessão pôster. Outra inovação na programação do CBSoja será a realização do Mãos à Obra, um espaço dedicado ao debate de questões práticas em cinco grandes temas: Fertilidade do solo e adubação, Manejo de nematoides, Plantas daninhas, Bioinsumos e Impedimentos ao desenvolvimento radicular. 

Também haverá destaque para os desafios da produção de soja no Mercosul e um workshop internacional Soybean2035: A decadal vision for soybean biotechnology, cujo objetivo é debater os próximos 10 anos das ferramentas biotecnológicas no melhoramento na soja, com palestrantes da China, Estados Unidos, Canadá e Brasil.

Canal Rural e Unity Agro

O Canal Rural estará na cobertura do evento e também conta com um estande na área de exposições do CBSoja 2025. Na posição de número 70, o espaço fica próximo à sessão de posteres e painéis técnicos e do acesso aos auditórios. A cobertura do Canal Rural contra com apoio da Embrapa Soja e da Unity Agro ( www.unityagro.com.br ), empresa que atua no desenvolvimento de fertilizantes funcionais.

O CBSoja e Mercosoja 2025 acontecem de 21 a 24 de julho de 2025, no Centro de Exposições e Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP).

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Mercado reduz previsão de inflação 5,1%



A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, passou de 5,17% para 5,10% este ano. É a oitava redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (21). A pesquisa é divulgada, em Brasília, semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação foi reduzida de 4,5% para 4,45%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica, a inflação oficial – divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.

Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, no mês passado, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.

A decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.

Para o fim de 2026, a expectativa é de que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) foi reduzida de 1,89% para 1,88%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,65 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.



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Mandioca: demanda fraca pressiona cotações



Embora o clima seco dificulte os trabalhos de campo envolvendo a mandioca, muitos produtores seguem priorizando o plantio da raiz. É isso o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Assim, ao longo da semana passada, a oferta de mandioca continuou baixa para parte das fecularias consultadas pelo Cepea. A demanda pela raiz, por sua vez, também está desaquecida. 

Ressalta-se, ainda, que a procura por derivados, farinha, fécula e amidos modificados, está arrefecida, o que tem levado parte das firmas a diminuir os dias de moagem. 

Em meio a esse cenário, os valores da mandioca caíram em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em São Paulo, estimativas do IEA (Instituto de Economia Agrícola) apontam que a produção de mandioca para a indústria deve totalizar 1,35 milhão de toneladas na safra 2024/25. A quantidade é 2,7% menor que a da temporada 2023/24. 

A área é estimada para crescer 0,7%, indo para 73,5 mil hectares, mas a produtividade deve cair 2,8%, com média de 26,2 toneladas/hectare.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Exportação de óleo de palma da Indonésia sobe 53% em maio, com demanda…


Logotipo Reuters

Por Fransiska Nangoy e Rajendra Jadhav

JACARTA (Reuters) – As exportações de óleo de palma bruto e refinado da Indonésia aumentaram 53% em maio em relação ao ano anterior, segundo dados do departamento de estatísticas, conforme o óleo tropical começou a ser negociado com desconto em relação a seus rivais, aumentando a demanda dos principais compradores.

A expectativa é de que o aumento das exportações da Indonésia, o maior produtor mundial de óleo de palma, reduza os estoques e apoie os preços do produto, que caíram para um desconto em relação ao óleo de soja depois de terem sido negociados com um prêmio no início deste ano.

De acordo com os dados, a Indonésia exportou 1,88 milhão de toneladas de óleo de palma bruto e refinado em maio, acima dos 1,23 milhão de toneladas um ano antes.

Em valores, as exportações aumentaram quase 71% em relação ao ano anterior, para US$1,85 bilhão, segundo os dados.

Entre janeiro e maio, a Indonésia exportou 8,3 milhões de toneladas de óleo de palma bruto e refinado, acima das 8,01 milhões de toneladas de um ano atrás.

No entanto, os dados da agência excluem o óleo de palmiste, produtos oleoquímicos e o biodiesel.

A GAPKI, associação de óleo de palma da Indonésia, geralmente divulga seus dados em uma data posterior, abrangendo mais produtos e com diferentes valores de exportação.

O óleo de palma compete principalmente com os suprimentos de óleo de soja e de girassol da Argentina, Brasil, Rússia e Ucrânia.

(Reportagem de Fransiska Nangoy e Rajendra Jadhav)





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preços das variedades oscilam enquanto o carioca tem alta



Os preços do feijão seguem oscilando, mas, no geral, as altas vêm prevalecendo, sobretudo para o carioca de melhor qualidade. O suporte para esse tipo de grão vem da escassez do produto no mercado nacional. É isso o que indicam as pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Enquanto isso, no campo, a colheita de segunda safra do Paraná encerrou com queda expressiva. Ainda assim, o forte crescimento na produção da primeira temporada compensou essa redução e deve resultar em ligeira elevação da oferta total do estado. 

Estimativas do dia 17 do Deral/Seab apontam que a produção de feijão de segunda safra caiu 23%, somando 526,6 mil toneladas. Porém, a oferta da primeira safra havia tido expressivo crescimento de 102%, para 338 mil toneladas, o que contribui para uma oferta estadual de 849 mil toneladas, com alta de 2% sobre a oferta de 2024. 

Esse volume é recorde e mantém o Paraná como o maior produtor nacional. No Brasil como um todo, a Conab estimou a produção total de feijão em 3,16 milhões de toneladas, queda de 1,3% frente à safra anterior. 

Para o feijão preto, o ciclo deve finalizar somando 789,1 mil t, aumento de 10,8% frente 2023/24. Para o feijão caupi, estima-se oferta de 648,1 mil t nas três safras, em linha com a temporada anterior. Já a colheita do feijão cores é estimada em 1,72 milhão de t, recuo de 6,6% em relação a 2023/24.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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preços sobem e interrompem movimento de queda



O movimento de queda nos preços do milho foi interrompido na semana passada em algumas regiões. É isso o que mostram os dados acompanhados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, esse cenário está atrelado à retração de parte dos vendedores. A colheita da segunda safra tem avançado no Brasil, mas o ritmo das atividades ainda está abaixo do observado no ano passado e em safras anteriores. 

No entanto, demandantes também se afastam das aquisições de milho no spot, atentos a estimativas indicando safra recorde no País e às exportações enfraquecidas. 

Pesquisadores do Cepea indicam que esses consumidores vêm utilizando lotes negociados antecipadamente. Assim, a liquidez está baixa no mercado spot nacional.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Haddad diz que prepara plano de contingência para setores afetados por tarifaço



O governo brasileiro vai continuar insistindo para negociar com os EUA a revogação da tarifa adicional de 50% , disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista à rádio CBN nesta segunda-feira (21).

Na entrevista, Haddad também disse que a equipe econômica trabalha em um plano de contingência para ajudar os setores mais atingidos pelo tarifaço. “Vamos continuar lutando para ter a melhor relação possível com o maior mercado consumidor do mundo, vamos lutar por isso, mas não vamos deixar ao desalento os trabalhadores brasileiros, vamos tomar medidas necessárias”, afirmou Haddad.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

De acordo com o titular da Fazenda, mais da metade das exportações atuais aos EUA podem ser direcionadas para outros países.

“Vamos redirecionar boa parte da produção, mas isso leva tempo. E tem coisas que não tem outros destino possível, pois foi uma demanda de lá. Temos consciência de setor a setor, e estamos trabalhando a nível de empresas. Vamos atuar para minimizar ao máximo essa situação que estamos tendo”, disse o ministro.

Retaliação

Assim com já havia feito no último sábado (19), Haddad voltou a negar que serão impostas retaliação a empresas e cidadãos norte-americanos no Brasil. “Não podemos pagar na mesma moeda uma coisa que consideramos injustas”, declarou.

No entanto, o ministro disse que há possibilidade se usar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade aprovada pelo Congresso.



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