
Um pedido para que o presidente Lula crie uma linha emergencial de crédito voltada às indústrias exportadoras de pescado foi protocolado nesta segunda-feira (21) pela Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca).
A proposta prevê que o governo aporte R$ 900 milhões, fornecendo ao setor seis meses de carência e prazo de 24 meses para o pagamento.
Para a entidade, essas ações têm como objetivo mitigar os impactos imediatos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros do setor.
“O mercado norte-americano representa cerca de 70% do destino do pescado exportado pelo Brasil. Com a nova taxação, estima-se que cerca de R$ 300 milhões em produtos estejam parados entre pátios portuários, embarcações e unidades industriais”, destaca a nota.
Segundo a Abipesca, o setor enfrenta uma grave crise de capital de giro, já que não há como redirecionar essa produção ao mercado interno — que já se encontra abastecido e não absorve os cortes específicos voltados à exportação.
“Caso não haja uma resposta rápida, 35 indústrias e aproximadamente 20 mil trabalhadores, incluindo pescadores artesanais, podem ser impactados com cortes e paralisações”, reforça.
No documento protocolado, a Abipesca também solicita que o governo federal intensifique as negociações para reabertura do mercado europeu, fechado às exportações brasileiras de pescado desde 2017.
“Apesar dos avanços técnicos, a entidade avalia que a elevação do tema ao nível presidencial pode acelerar a retomada desse importante destino comercial”, diz a entidade.
Segundo o presidente da Abipesca, Eduardo Lobo, o setor está sem alternativa no curto prazo. “Sem crédito, não há como manter os estoques, honrar compromissos e preservar os empregos. Essa linha emergencial é crucial para evitar um colapso imediato e dar fôlego até que se encontre uma solução duradoura”, afirma.
Com origem nas regiões áridas da Ásia Central, a raça ovina Karakul é considerada uma das mais antigas do mundo, com registros que remontam a 1400 a.C. Criada tradicionalmente em países como Uzbequistão, Irã e Afeganistão, a raça se destacou pela produção da pele “astrakan”, amplamente utilizada na indústria de luxo, além de sua notável rusticidade.
No Brasil, iniciativas como a da Cabanha da Divisa, empresa especializada na criação e venda de ovinos de alta genética no Rio Grande do Sul, têm se dedicado ao resgate e valorização do Karakul. Segundo entrevista do pecuarista Ramiro Oliveira, sócio da propriedade, ao Canal do Criador, a raça apresenta alta resistência a enfermidades como verminoses e foot rot, além de se adaptar com facilidade a diferentes regiões do país.
Um dos traços mais emblemáticos do Karakul é sua cauda volumosa, rica em gordura. Essa reserva energética permite ao animal sobreviver a longos períodos de escassez alimentar, uma característica valorizada em ambientes de clima mais extremo. “É dela que o Karakul se alimenta quando o pasto escasseia”, explica Ramiro.
A raça chegou ao Brasil em 1914, via Argentina, e foi introduzida no Rio Grande do Sul em 1931. Com o passar das décadas, sua criação se tornou rara, mas esforços recentes vêm reacendendo o interesse. A Cabanha da Divisa, por exemplo, resgatou o registro da raça junto à ARCO (Associação Brasileira de Criadores de Ovinos) e tem comercializado reprodutores, inclusive para cruzamentos industriais no norte do país.


O foco atual é demonstrar que o Karakul ainda tem muito a contribuir com a ovinocultura brasileira. Os animais exigem baixo custo de manutenção e podem ser utilizados estrategicamente para transmitir rusticidade aos cordeiros, tornando o sistema mais eficiente e sustentável. “A rusticidade passada aos cordeiros reduz o custo de produção e amplia a viabilidade econômica da atividade”, reforça o criador.
Ainda pouco conhecida entre os produtores brasileiros, a raça ovina Karakul carrega um grande potencial produtivo e genético. Estudos de adaptabilidade e iniciativas de preservação vêm demonstrando que, mesmo rara, ela pode desempenhar papel importante na diversificação e na eficiência dos sistemas de produção de ovinos no país.
Ritmo da colheita segue abaixo do registrado no mesmo período de 2023
Agrolink
– Aline Merladete

Foto: USDA
Os preços do milho deixaram de cair em algumas regiões do país na última semana, refletindo um cenário de menor pressão de venda por parte dos produtores. Apesar da continuidade da colheita da segunda safra, o mercado mostra sinais de estabilidade pontual, impulsionado por fatores relacionados à oferta e à demanda interna.
De acordo com informações divulgadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o ritmo da colheita segue abaixo do registrado no mesmo período de 2023 e de anos anteriores. Além disso, muitos vendedores têm se retraído, optando por adiar as negociações em meio à expectativa de preços melhores. Por outro lado, os compradores também estão mais cautelosos nas aquisições no mercado spot, influenciados por previsões de uma safra recorde no Brasil e pela fragilidade nas exportações.
Os pesquisadores do Cepea observam que grande parte dos demandantes está operando com estoques de contratos já fechados anteriormente, o que reduz ainda mais a movimentação no mercado físico. Com a baixa liquidez, o setor permanece atento aos próximos desdobramentos da colheita e ao comportamento da demanda interna e externa.
Em algumas praças, especialmente no Centro-Oeste, a lentidão na colheita tem limitado a oferta disponível no curto prazo, contribuindo para a interrupção na tendência de queda dos preços. Já no Sul, o excesso de umidade em determinadas áreas também tem atrasado os trabalhos de campo, o que influencia diretamente o volume colocado no mercado neste momento.
A expectativa dos agentes é que, com a intensificação da colheita nas próximas semanas e diante da pressão de uma grande produção, os preços possam voltar a ceder. No entanto, esse movimento dependerá do ritmo das exportações e da capacidade de escoamento interno, que segue sendo um dos principais desafios da cadeia do milho em 2024.

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços mais baixos no início da semana.
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o adicional tarifário imposto pelos Estados Unidos ainda gera problemas para o Brasil.
“Com o segundo maior importador de carne bovina do país ausente, as exportações brasileiras tendem a recuar. As indústrias já interromperam a produção de novas remessas de carne para os Estados Unidos”.
Segundo ele, a entrada de animais confinados no mercado alongou as escalas da indústria brasileira e acelerou o processo de queda nos preços da arroba em diversos estados produtores.
O mercado atacadista apresenta estabilidade em seus preços no decorrer da segunda-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda aponta para fragilidades, em linha com o perfil da demanda no decorrer da segunda quinzena do mês, naturalmente deprimida.
“Também é importante mencionar que a carne de frango dispõe de maior competitividade na comparação com as concorrentes, em especial se comparado a carne bovina”, assinalou.
O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,80 por quilo; o dianteiro segue no patamar de R$ 17,50 por quilo; e a ponta de agulha se mantém em R$ 17,50, por quilo.
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,42%, sendo negociado a R$ 5,5650 para venda e a R$ 5,5630 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5504 e a máxima de R$ 5,6114.
Pecuarista, se sua propriedade foi afetada por incêndios, enchentes ou outros eventos extremos que prejudicaram a produção, atenção: você pode ter direito à isenção do Imposto Territorial Rural (ITR). A legislação brasileira prevê formas de proteger o produtor que não consegue explorar a terra por causa de desastres naturais. Assista ao vídeo abaixo e confira.
Foi o que explicou o advogado Pedro Puttini Mendes, especialista em direito agrário e ambiental, em entrevista ao programa Giro do Boi, no quadro Direito Agrário.
Segundo ele, muitos produtores seguem sendo tributados mesmo quando estão impossibilitados de gerar renda com a terra — o que contraria o próprio princípio de justiça tributária.


O ITR é um imposto federal cobrado com base na utilização produtiva da terra. A lógica é: quanto mais a área for usada para pecuária, agricultura ou floresta, menor é a alíquota. Ou seja, o imposto estimula o uso racional e produtivo das propriedades.
Mas, quando a produção é inviabilizada por causas climáticas extremas, o cenário muda.
“O produtor não pode ser penalizado com cobrança de imposto sobre algo que ele não tem como explorar. Isso fere o princípio da capacidade contributiva, previsto na Constituição”, afirma Puttini.
Em termos simples, não se deve cobrar tributo onde não há geração de riqueza.


O primeiro passo para tentar a isenção ou compensação do ITR é juntar provas concretas de que a propriedade foi atingida e ficou temporariamente improdutiva. Veja o que pode ser usado:
Esses documentos devem ser anexados à declaração do ITR e, se for o caso, ao Ato Declaratório Ambiental (ADA) — especialmente se a reserva legal ou área de preservação foi comprometida.


Muitos produtores afetados por eventos climáticos perdem não só bens materiais, mas também documentos importantes, como matrícula do imóvel ou contratos. Isso dificulta o acesso à justiça ou até a programas de recuperação oferecidos pelo governo.
Se não houver título formal da terra, é preciso apresentar provas de ocupação contínua e produtiva do imóvel, o que reforça a importância de manter um arquivo organizado e atualizado. Em casos mais complexos, a justiça pode ser acionada para garantir o direito à isenção.
O Projeto de Lei 3678/2021, que tramita no Congresso Nacional, prevê isenção do ITR para áreas sujeitas a inundações periódicas, mediante certificação do Ministério da Agricultura.
A proposta precisa do apoio dos produtores e da mobilização das entidades representativas do agro para avançar.
“O produtor rural não pode enfrentar sozinho as consequências de uma crise climática que se intensifica a cada ano. É preciso respaldo legal, apoio político e orientação técnica para atravessar esse cenário com segurança”, reforça Puttini.
Fica o alerta: registre tudo, busque orientação jurídica e lute por seus direitos. Em tempos de extremos climáticos, proteger seu patrimônio rural é essencial para garantir o futuro da atividade no campo.

O mercado físico brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e preços pressionados. Segundo o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, os agentes de mercado mantiveram posturas distantes nas negociações, o que travou os negócios em diversas regiões.
“Em Rio Grande (RS), até houve algumas oportunidades pontuais de venda, mas o forte recuo na Bolsa de Chicago (após três sessões de alta) limitou o ímpeto comprador”, avalia. O dólar chegou a oferecer algum alívio nos preços pela manhã, mas perdeu força ao longo do dia. A combinação com prêmios fracos acabou resultando em queda nos preços do físico.
Já no interior do país, as cotações se mantiveram firmes, sustentadas pelo basis local. O produtor segue resistente em aceitar os valores propostos pela indústria, que estão abaixo da paridade de exportação em muitas praças. Com isso, os vendedores reduziram ainda mais suas ofertas, ampliando o spread e deixando o mercado ainda mais travado.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em baixa. Apesar da confirmação de temperaturas elevadas no cinturão produtor dos Estados Unidos, estas devem vir acompanhadas de chuvas, garantindo a boa evolução das lavouras.
As previsões indicam um padrão climático sem grandes extremos nas próximas semanas nos Estados Unidos. “Há previsões de chuvas, um pouco mais irregulares nesse momento, mas há sim chuvas quase que diárias em vários pontos do Meio-Oeste americano”, afirma o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos.
Mesmo com a expectativa de calor no final de julho e início de agosto, ele descartou riscos para a produção agrícola norte-americana. Há bastante umidade no solo e, então mesmo com as ondas fortes de calor, isso não traz problema para a safra. O cenário deve ser oposto de estresse hídrico, que poderia causar prejuízos. “A tendência é de chuvas dentro de uma normalidade. Está em pleno verão, então é esperado muito calor”, completou.
Santos concluiu afirmando que, apesar da expectativa de uma breve pausa nas chuvas nos Estados Unidos no início de agosto, a precipitação deve retornar logo em seguida. “Uma semana de tempo seco é formidável para a realização dos tratos culturais. O mercado pode até reagir a essa previsão, mas não há risco de quebra de safra. Pelo contrário, a safra vai ser muito boa este ano”, destacou.
Além disso, no final da tarde, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar o seu relatório com os dados de evolução das lavouras americanas.
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 12,75 centavos de dólar ou 1,24%, a US$ 10,15 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,26 por bushel, perda de 9,75 centavos ou 0,94%.
Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com baixa de US$ 3,50, ou 1,27%, a US$ 270,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 56,07 centavos de dólar, com ganho de 0,25 centavo ou 0,44%.
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,42%, sendo negociado a R$ 5,5650 para venda e a R$ 5,5630 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5504 e a máxima de R$ 5,6114.

Há 10 dias do prazo, o governo dos Estados Unidos ainda não se pronunciou oficialmente sobre possíveis negociações ou o adiamento da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras que podem começar a valer em 1º de agosto.
Enquanto isso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou nesta segunda-feira (21) que o Brasil não sairá da mesa de negociações e que a equipe econômica trabalha em um plano de contingência para ajudar os setores mais atingidos pelo tarifaço.
De acordo com o professor de relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Vinícius Vieira, é importante destacar que o Brasil tem demonstrado disposição em negociar antes mesmo do anúncio de aumento das tarifas, feito em 9 de julho.
Aos produtores rurais e às entidades que representam o agro brasileiro, Vieira ressalta que a saída é se aliar com pessoas e organizações norte-americanas que também sairão prejudicadas com o tarifaço de Donald Trump.
“Fazendo pressão, principalmente no Congresso americano, mostrando que, principalmente, quem vende café e suco de laranja brasileiro lá nos Estados Unidos vai ter prejuízo em função desse tarifaço. Assim, quem sabe os congressistas, inclusive democratas, já que a política nos Estados Unidos, do Congresso, é muito fundamentada em interesses locais, consigam um canal de acesso para que Trump pelo menos reveja as tarifas parcialmente para alguns setores”, considera.
De acordo com o professor, é acertada a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao buscar agregar líderes de outros países com políticas de centro-esquerda semelhantes a sua — casos de Chile, Espanha, Uruguai e Colômbia, como acontece nesta segunda, na capital chilena, durante a Reunião de Alto Nível “Democracia Sempre — para que o Brasil não fique isolado politicamente e economicamente no cenário global.
“Mas, de toda maneira, esses são movimentos que visam, ao meu ver, muito mais o longo prazo, em buscar novos mercados”, ressalta.
Segundo Vieira, a proximidade com a Espanha, país membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) é ainda mais importante, visto que se trata do país europeu mais resistente às políticas de Trump e que poderia exercer influência nas demais nações que compõem o bloco para impedir o chefe da Casa Branca de pressionar ainda mais o governo brasileiro.
A respeito do Brics, que já deu demonstrações que pretende buscar outras moedas como referência para negociações, o professor da FGV enxerga como precipitada a preocupação de Donald Trump.
“O grande risco hoje para o dólar, o Trump deveria perceber, está nas ações do seu governo, aumentando a dívida pública americana e, ao mesmo tempo, rompendo alianças tradicionais. Lembrando que até mesmo países como Coreia do Sul, Japão, União Europeia, aliados tradicionais dos Estados Unidos, estão sujeitos a tarifas de 30%. […] Então, o grande risco hoje para a própria força do dólar no cenário internacional tem um único nome: não é Brics, não é Lula, mas é Donald Trump”, conclui.

#PROGRAMETE #18
O Agente Local de Inovação Rural, ALI Rural, faz parte do programa gratuito do Sebrae que apoia os micro e pequenos produtores a aumentarem a produtividade, aprimorarem a gestão da propriedade e inovarem no campo.
E o impacto é real! Produtores atendidos pelo programa podem ter até 20% de aumento na renda, segundo Paulo Renato Cabral, gerente de inovação do Sebrae.
Quer saber mais? Acesse aqui e confira os detalhes!
#PROGRAMETE #18
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#PROGRAMETE #17
O Sítio Shimada, tradicional produtor de chá artesanal, é a prova viva de que a formalização pode ser um divisor de águas para pequenos agricultores. Com o CNPJ em mãos e o negócio legalizado, a família conquistou novos mercados — inclusive fora do Brasil.
Além disso, encontrou no Sebrae/SP o apoio para transformar sonhos em negócios.
Confira aqui esta história de superação e empreendedorismo.
#PROGRAMETE #17
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#PROGRAMETE #16
Para pequenos e microempreendedores, o WhatsApp Business pode ser um grande aliado na organização, nas vendas e na proximidade com os clientes.
Conversamos com a Natália Assunção, empresária que usa a ferramenta no dia a dia e compartilha a sua experiência e dá dicas pra quem quer profissionalizar o atendimento e vender mais.
Aperta o play e confira!
#PROGRAMETE #15
Antes de iniciar o cultivo de mel em Itu, interior de São Paulo, Galdino Avelino Cruz buscou qualificação no Sebrae e no Senar. Só depois de aprender tudo sobre as abelhas Apis Mellifera, que começou a preparar iscas em sua propriedade para atrair os insetos locais.
Atualmente, Galdino tem nove caixas de abelhas e consegue envasar cerca de 40 kg de mel por mês. Com isso, conseguiu montar o ‘Apiário Lua Mel’.
A certificação necessária para comercializar o mel ainda é um desafio, mas encontrou uma solução através de uma parceria com uma cooperativa de Sorocaba, que cuida de todo o processo de envase e rotulagem.
Quer saber mais sobre a história de Galdino Avelino Cruz?
Então aperte o play e confira detalhes desta história inspiradora.
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#PROGRAMETE #14
Halison Gusmão, produtor de cachaça artesanal no nordeste de Minas Gerais, apostou nas redes sociais como ferramenta de divulgação e venda. Com a nova estratégia, ele consegue vender sua produção com muito mais agilidade.
A gestora de Alimentos e Bebidas, Micheli Bueno, do Sebrae/RS, compartilha dicas práticas para você turbinar as vendas da sua loja no Instagram.
Aperte o play e confira todas as dicas aqui!
#PROGRAMETE #13
Após superar desafios de saúde, Fabiana Castelari Leme, produtora rural de Marialva (PR), sentiu a necessidade de retomar o trabalho e encontrou uma forma inovadora de vender suas uvas sem sair de casa.
Ela começou divulgando seus produtos em grupos locais e passou a vender diretamente para os consumidores.
Mas foi além: abriu as porteiras do sítio e passou a receber clientes interessados em conhecer seu parreiral, dando origem ao Colha e Pague.
Em seguida, trouxe novas inovações para a propriedade e lançou o Open de Uva, ampliando o atendimento para estudantes e idosos.
Em todas essas iniciativas, Castelari contou com o apoio do Sebrae, mergulhou em capacitações e transformou sua propriedade em um destino de turismo rural, combinando tradição, experiência e novas oportunidades de negócio.
Quer conhecer mais a história da Fabiana Castelari Leme?
Então aperte o play e confira os detalhes desta história.
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#PROGRAMETE #12
Sabia que é possível aumentar suas vendas e fortalecer a conexão com seus clientes através das plataformas digitais?
Mas não basta estar nas redes sociais, é essencial ter uma estratégia bem definida e um planejamento eficaz para divulgar e promover seus produtos.
Maria e Alexander, agricultores de Pedro de Toledo, interior de São Paulo, são prova disso. Com o apoio do Sebrae, eles aprenderam a criar conteúdos estratégicos para as redes sociais e, hoje, impulsionam seus produtos pelas redes.
Quer saber como fazer o mesmo e tornar seu Instagram mais atrativo?
Aperte o play e confira todas as dicas aqui!
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#PROGRAMETE #11
Heloísa da Silva Campos viu o potencial dos orgânicos e desenvolveu um modelo de negócio que combina propósito e rentabilidade.
Com práticas sustentáveis e foco na qualidade de seus produtos, como cebolas e alhos, Heloísa conquistou o mercado paranaense. Hoje, ela sabe bem que empreender no campo pode ser sustentável e lucrativo.
Clique aqui para conhecer mais sobre a inspiradora história de Heloísa Campos.
#PROGRAMETE #10
Uma família que cultiva goiabas orgânicas em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, encontrou no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) uma oportunidade para aumentar a renda familiar, além de contribuir para a alimentação saudável de muitos alunos.
O programa também incentiva a participação feminina na comercialização da produção
Clique aqui e saiba quais são os documentos necessários para participar das chamadas públicas.
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PROGRAMETE #9
O turismo rural pode incluir atividades que vão desde hospedagem e interações com a natureza até uma experiência completa com o agro.
O sítio São João, administrado pela Jô Rocha e sua família, em Caçapava (SP), produz cana-de-açúcar, cachaças e licores. Atualmente, está sendo adaptado para gerar renda extra com o turismo rural. Acesse aqui e confira essa história!
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PROGRAMETE #8
Com um planejamento eficiente, Márcio Martins, produtor rural de Alexânia, Goiás, obteve crédito várias vezes, para inovar e transformar sua produção de hortaliças. A dedicação, compromisso financeiro e ajuda ativa da esposa, Maria Martins, impulsionaram o negócio no campo.
Assista aqui essa história!
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PROGRAMETE #7
De queijos artesanais a cafés especiais, a Indicação Geográfica é um reconhecimento que conecta produtos ou serviços ao território de origem, fortalecendo o turismo e a economia local. Além disso, garante ao consumidor a qualidade do que está adquirindo.
Assista aqui essa história.
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PROGRAMETE #6
Olivardo Saqui, empresário e produtor rural, concretizou seu sonho ao criar um espaço que une tradição, sabores e experiências no campo. É a pousada e restaurante Quinta do Olivardo, localizada em São Roque, interior de São Paulo.
Assista AQUI essa história.
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Neste vídeo, há orientações sobre como solicitar crédito de forma consciente e estratégica. Não perca a chance de transformar oportunidades em crescimento real.
Veja como o crédito pode trabalhar a favor do seu sucesso! Confira:
PROGRAMETE #5
A certificação garante qualidade, procedência e aumenta a valorização no mercado. Além de saudável, o selo contribui para o crescimento sustentável do setor.
A busca pelo selo orgânico tem transformado a realidade de pequenos produtores rurais. A certificação não apenas agrega valor aos produtos, mas também amplia a aceitação do público. O tomate cereja, por exemplo, destaca-se pelo sabor diferenciado e pela procedência garantida.
PROGRAMETE #4
A formalização garante os seus direitos como empreendedor e ajuda a ter acesso a mais recursos com competitividade de mercado
PROGRAMETE #3
Entenda como a certificação municipal facilita a comercialização de produtos de origem animal com segurança e qualidade!
PROGRAMETE #2
Saiba o que é empreendedorismo rural e conheça mais sobre o Porteira Aberta Empreender.
PROGRAMETE #1
Há 13 anos, a Associação de Aposentados, Pensionistas e Idosos (AAPI) de Lucas do Rio Verde realiza um trabalho essencial de assistência social, atendendo mensalmente mais de 50 pessoas com a doação de cestas básicas, fraldas geriátricas e, recentemente, essa missão ganhou um reforço com a bebida de soja. Este último item passou a ser distribuído graças à parceria com o programa Agrosolidário, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), como forma de oferecer uma alternativa nutricional aos idosos atendidos.
O presidente da AAPI, Hercílio Girardi, conta que a associação foi fundada em 7 de janeiro de 2012 com o objetivo de apoiar idosos em situação de vulnerabilidade por meio de itens de primeira necessidade, bem como fraldas e cestas básicas. “A Aprosoja MT nos ajuda com a bebida de soja, que é muito importante para nós. É uma excelente bebida que muitos idosos estão gostando e, inclusive, falam que é o produto do amor”, relata Hercílio.
Com mais de 400 associados, a entidade conta com apoio de voluntárias que também fazem uso da bebida de soja e percebem os efeitos positivos do suplemento para o dia a dia dos idosos. Para Emília Ferreira, que atua voluntariamente na associação, a bebida trouxe benefícios concretos para sua saúde e a de outros beneficiários.
“Eu vejo a parceria com a Aprosoja Mato Grosso como uma oportunidade para os idosos e, para mim, foi um excelente complemento para minha saúde. Eu super recomendo. As pessoas com quem converso falam que melhora a memória, fortalece as unhas e dá mais disposição. Eu agradeço à Aprosoja MT e à associação, que tem contribuído muito com os idosos da nossa cidade”, reconhece Emília.
Outra voluntária, Conceição Zena Zaltron, também percebeu mudanças positivas após o consumo da bebida. Além disso, ela ressalta que o impacto social da AAPI na vida dos idosos que enfrentam dificuldades para suprir suas necessidades básicas.
“Eu gostei muito do suplemento. Tinha dificuldade para dormir e, depois que comecei a tomar, até nisso ajudou. Também notei melhora nas unhas, no cabelo e passei a me sentir mais disposta e tranquila. É uma parceria muito boa. Assim como eu, os que tomaram também gostaram. Todo mundo está pedindo mais. O trabalho da associação vai ao encontro das necessidades de muitos, pois a aposentadoria, muitas vezes, não é suficiente. A cesta básica ou a fralda que recebem faz a diferença, e eles ficam felizes”, afirma Conceição.
A voluntária Lucinda Nunes Pereira também relata ganhos pessoais com o consumo da bebida. “Ajudou na minha pele, parece que ficou mais macia. Diminuiu as manchinhas e melhorou minha disposição”, conta.
A parceria entre o Agrosolidário da Aprosoja Mato Grosso com instituições como a AAPI é exemplo de como a união entre o setor produtivo e entidades sociais podem promover saúde, dignidade e bem-estar à população, principalmente aos idosos. Mostrando que, com solidariedade e cuidado, é possível transformar vidas.