quarta-feira, maio 13, 2026

Autor: Redação

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Retomada do Ibovespa e fala conciliadora de Haddad animam mercado; ouça especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a retomada do Ibovespa aos 134 mil pontos, puxado por commodities e fala conciliadora de Haddad sobre tarifas dos EUA.

Lá fora, balanços fortes nos EUA impulsionaram o Nasdaq, enquanto o dólar perdeu força global. Juros futuros recuaram, e o Focus revisou para baixo o IPCA de 2025 e 2026. Hoje, destaque para o discurso de Powell.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Frente fria deve trazer geada para áreas de serra; veja a previsão



Uma frente fria de intensidade fraca avança no Sul do país. Enquanto isso, tempo firme e seco no Sudeste e no Centro-Oeste. Veja também a previsão para Norte e Nordeste:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

Uma frente fria de fraca intensidade vai avançar pela costa da Região Sul, mas não provoca chuva em nenhum estado, somente um aumento de nebulosidade pela faixa leste dos três estados. A terça-feira será marcada por tempo firme e com predomínio de sol. O dia começa com temperaturas baixas e não se descarta a ocorrência de geada em pontos isolados da serra gaúcha e catarinense. Durante à tarde, os termômetros se elevam, especialmente na metade norte do Paraná, enquanto no Rio Grande do Sul a sensação é mais amena.

Sudeste

Dia de tempo firme e com predomínio de sol em todos os estados do Sudeste. O amanhecer ainda apresenta temperaturas mais baixas pela faixa leste paulista e sul de Minas Gerais, com tendência de elevação no decorrer da tarde. No interior paulista e mineiro a umidade do ar fica em atenção.

Centro-Oeste

Predomínio de tempo firme e sem chuva nos três estados. O sol aparece mais em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e interior de Goiás, favorecendo para a subida das temperaturas durante à tarde. Atenção para a queda da umidade relativa do ar no período da tarde. No sul de Mato Grosso do Sul o amanhecer conta com temperaturas mais baixas e sensação de frio, mas sem risco para geada.

Nordeste

A infiltração marítima mantém o tempo mais instável e com pancadas isoladas pela costa leste do Nordeste, que podem ocorrer com até moderada intensidade entre Sergipe e Pernambuco. No norte do Maranhão e litoral do Ceará e do Piauí o sol aparece, mas à tarde não se descarta alguma chuva isolada. Já no interior da Região o tempo seco e quente vai predominar, com umidade relativa do ar entrando em atenção.

Norte

Pancadas alternadas com períodos de melhoria na metade norte do Amazonas e em Roraima, onde não se descartam alguns temporais localizados. No norte do Pará e no Amapá pancadas com até moderada intensidade. Por outro lado, o sol prevalece nas demais áreas da Região e a umidade do ar pode ficar em atenção no Tocantins e na metade sul do Pará.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha semana em alta na B3 e em Chicago


O mercado de milho encerrou a semana em alta tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago (CBOT), refletindo uma combinação de fatores favoráveis aos preços. O avanço do dólar, a recuperação técnica em Chicago e o atraso na colheita da safrinha no Brasil contribuíram para sustentar os contratos futuros e animar os investidores.

Segundo análise da TF Agroeconômica, a valorização semanal na CBOT foi de 3,16%, impulsionada por previsões de calor intenso no cinturão agrícola dos Estados Unidos, o que elevou as compras técnicas e o interesse por hedge. O dólar também teve alta de 0,71% na semana, o que favoreceu as exportações brasileiras e impulsionou os preços internos. A colheita da safrinha segue atrasada, o que está sustentando os preços no mercado futuro e começa a impactar o físico — a média Cepea subiu 0,76% na semana.

Na B3, o contrato de setembro/25 fechou a R\$ 65,48, com alta de R\$ 1,00 no dia e de R\$ 1,50 na semana. O novembro/25 terminou em R\$ 68,25 (+R\$ 0,48 no dia e +R\$ 1,02 na semana), enquanto o janeiro/26 encerrou cotado a R\$ 71,97 (+R\$ 0,35 no dia e +R\$ 0,57 na semana). Em Chicago, o contrato de setembro subiu 1,62% no dia, a US\$ 4,08/bushel, e o dezembro teve alta de 1,60%, a US\$ 4,27/bushel.

Apesar da valorização, o mercado internacional segue pressionado por questões comerciais. Recentes campanhas para substituir o xarope de milho por açúcar de cana em grandes empresas geram preocupação entre produtores. Segundo a Associação de Refinadores de Milho, mudanças nesse sentido poderiam impactar a receita agrícola em até US\$ 5,1 bilhões.





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Embrapa testa óleos naturais da Amazônia contra parasitas que afetam tambaquis


Óleos essenciais extraídos de plantas amazônicas demonstraram eficácia no combate a parasitas que comprometem a saúde do tambaqui (Colossoma macropomum), o peixe nativo mais cultivado no Brasil. A pesquisa, coordenada pela Embrapa Amapá, em parceria com a Unifap e a Embrapa Amazônia Ocidental, oferece uma solução natural ao uso de quimioterápicos, com potencial para transformar práticas na piscicultura nacional.

Os testes laboratoriais analisaram óleos de três espécies do gênero Piper: P. callosum (conhecido como aperta-ruão, caá-peba ou falso-jaborandi, entre outros nomes populares); P. hispidum (matico ou  aperta-ruão); e P. marginatum (capeba, malvarisco ou pimenta-do-mato, entre outros). As duas primeiras apresentaram bons resultados contra vermes monogenéticos, parasitas que se fixam nas brânquias dos peixes, dificultando a respiração e impactando a produção.

Alternativa segura e sustentável

Segundo o pesquisador Marcos Tavares Dias, coordenador do estudo, os tratamentos convencionais com produtos como formalina e albendazol, embora eficazes, apresentam riscos à saúde de quem manipula e ao meio ambiente. Já os óleos essenciais não mostraram toxicidade nas doses aplicadas e foram eficazes na redução dos parasitas.

“Além de seguros para os trabalhadores e para os peixes, os óleos não estimulam resistência nos parasitas, como ocorre com os quimioterápicos”, afirma Dias. A aplicação foi feita por meio de banhos terapêuticos. O óleo de P. callosum foi utilizado em dois banhos de 20 minutos com 24 horas de intervalo. Já o de P. hispidum, em três banhos de uma hora com intervalos de 48 horas. Em ambos os casos, a infestação caiu significativamente, mostra a pesquisa.

Pesquisa com base na biodiversidade

As plantas usadas na extração dos óleos foram cultivadas na Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus, sob a responsabilidade do pesquisador Francisco Célio Chaves. As espécies são da família Piperaceae, tradicionalmente empregada por comunidades amazônicas na medicina natural.

Após o cultivo e secagem, os óleos foram extraídos e analisados no Rio de Janeiro, pela Embrapa Agroindústria de Alimentos, onde o pesquisador Humberto Bizzo identificou os compostos majoritários dos extratos por cromatografia gasosa.

“Esses compostos têm reconhecida atividade biológica e podem ser usados tanto na piscicultura quanto no controle de pragas agrícolas”, ressalta Chaves.

O pesquisador Francisco Chaves ao lado da planta ‘P. hispidum’. Foto: Maria Tupinambá/Embrapa

Caminho para piscicultura mais sustentável

Além de tratar os peixes, a pesquisa reforça a importância da prevenção. Medidas como quarentena, controle de densidade nos tanques e monitoramento da água são fundamentais para evitar surtos. Estima-se que o controle de parasitas possa representar até 22% dos custos de produção.

A expectativa dos cientistas é que o uso dos óleos sirva como alternativa viável aos quimioterápicos, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial ao ODS 8, que promove crescimento econômico e trabalho decente.

No entanto, os especialistas alertam: ainda é preciso avançar em regulamentações, validação em campo e na produção em escala desses óleos. “É necessário garantir acesso, segurança e eficácia para que essa tecnologia beneficie o produtor e fortaleça a piscicultura brasileira”, conclui Dias.

‘Piper marginatum’. Foto: Maria Tupinambá/Embrapa



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AgroNewsPolítica & Agro

Como o mercado de milho encerrou a semana?


Em relação ao milho do Rio Grande do Sul, o mercado segue estagnado e dependente do milho externo, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de compra para entrega em agosto recuaram para entre R$ 66,00 e R$ 70,00/saca, mas os produtores seguem pouco dispostos a negociar. As cotações permanecem enfraquecidas: R$ 64,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 65,00 em Não Me Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi, e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Negociações paradas e mercado sem direção em Santa Catarina. “O comércio de milho em Santa Catarina segue sem avanços, com liquidez quase nula e forte divergência entre compradores e vendedores. Em Campos Novos, as pedidas variam entre R$ 83,00 e R$ 85,00, enquanto as ofertas CIF não passam de R$ 75,00/saca. No Planalto Norte, a discrepância continua: compradores oferecem até R$ 75,00, contra pedidas mínimas de R$ 80,00/saca”, completa.

Colheita avança, mas mercado segue sem reação no Paraná. “O ritmo das negociações de milho no Paraná continua travado, com baixa liquidez e distanciamento entre pedidas e ofertas. Produtores pedem em média R$ 76,00/saca FOB, com registros pontuais de até R$ 80,00, mas o setor de rações permanece ofertando R$ 73,00 CIF, o que tem impedido fechamentos”, indica.

Mercado parado, mas Dourados antecipa possível reação no Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul continua travado, com liquidez muito baixa e cotações em torno de R$ 46,00/saca, mesmo após semanas de quedas. Apesar da estabilidade nas principais praças, Dourados registrou alta inesperada nos últimos dias, o que pode sinalizar um movimento semelhante nas demais regiões”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do trigo segue pressionado



Quem precisa vender grãos, deve aguardar



Quem precisa vender grãos, deve aguardar
Quem precisa vender grãos, deve aguardar – Foto: Pixabay

O mercado de trigo permanece sob pressão, principalmente devido à vantagem competitiva dos moinhos localizados no litoral, que recebem grãos de alta qualidade a preços similares aos praticados no interior do Brasil. A proximidade desses moinhos com os centros consumidores reforça essa competitividade. Além disso, a colheita antecipada no Centro-Oeste contribui para a pressão baixista. No entanto, o cenário pode mudar a partir do segundo mês de 2026, caso se confirmem danos na qualidade da safra nos estados do Sul do país.

Segundo análise da TF Agroeconômica, a recomendação aos produtores se mantém: quem precisa vender grãos deve aguardar, enquanto os compradores devem agir rapidamente. Entre os fatores de alta estão a recente desvalorização do dólar frente ao euro, que favorece exportações americanas, o acordo comercial entre EUA e Indonésia, o atraso na colheita da região do Mar Negro e a leve alta nos preços no Brasil (0,28% no RS e 0,26% no PR). Porém, esses movimentos positivos ainda são limitados pela concorrência com preços internacionais mais baixos, especialmente os do trigo argentino.

No campo dos fatores de baixa, a colheita acelerada na França está gerando estoques elevados e pode pressionar ainda mais os preços globais. A FranceAgriMer estima exportações modestas para fora da UE e um aumento de 66% nos estoques finais, o maior patamar em 21 anos. No Brasil, a possível ocorrência de geadas severas em agosto preocupa o setor, não pela quebra de safra em si, mas pelos efeitos colaterais observados nas últimas temporadas, quando a baixa qualidade permitiu a alguns moinhos forçar os preços para baixo, retraindo margens e demanda.

Diante desse cenário, o mercado segue com cautela, especialmente atento às condições climáticas e seus impactos na qualidade da safra nacional. A expectativa de maior necessidade de importação ainda não foi completamente considerada pela Conab, o que pode agravar o descompasso entre oferta e demanda interna nos próximos meses.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Demanda para esmagamento impulsiona preço da soja no Brasil



Mesmo com produção recorde global, soja segue valorizada




Foto: Divulgação

A demanda consistente da indústria de esmagamento continua sendo um dos principais motores de sustentação para os preços da soja no mercado brasileiro. Apesar da pressão exercida pela ampla oferta global, os valores internos seguem firmes, refletindo o apetite das indústrias por matéria-prima para a produção de farelo e óleo.

Segundo informações divulgadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), essa tendência de valorização tem sido observada tanto no mercado interno quanto nas exportações. No Brasil, os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registraram avanços de 1,8% e 1,3%, respectivamente, na parcial deste mês até o dia 17. No entanto, os pesquisadores alertam que a trajetória de alta dos preços pode encontrar resistência devido ao crescimento da produção mundial. O relatório mais recente do USDA projeta um novo recorde para a safra global de soja, que deve passar de 421,99 milhões de toneladas na temporada 2024/25 para 427,68 milhões de toneladas em 2025/26.

A elevação nos preços domésticos, mesmo que moderada, é reflexo direto da competitividade da soja brasileira no mercado internacional e da demanda sólida por derivados. O movimento também tem sido acompanhado por agentes atentos ao câmbio e à movimentação dos estoques nos principais portos.

Com o cenário global projetando maior produção, o comportamento dos preços nos próximos meses deve depender do ritmo das exportações brasileiras e da dinâmica interna do esmagamento. Para os produtores, o momento é de atenção às oportunidades de comercialização e à evolução dos mercados futuros.





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AgroNewsPolítica & Agro

produtividade preocupa após geadas no Paraná



Deral aponta queda na qualidade do milho




Foto: Agrolink

A colheita da segunda safra de milho 2024/25 no Paraná alcançou 29% da área total estimada nesta semana, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). De acordo com os técnicos do Deral, esse desempenho está levemente acima da média das últimas cinco safras, que girava em torno de 20% no mesmo período.

Apesar do avanço nos trabalhos de campo, os analistas do Deral alertam para o agravamento nas condições das lavouras ainda não colhidas. Conforme o boletim, a proporção de áreas classificadas como em boas condições recuou de 68% para 64% em uma semana. Já as lavouras em situação mediana passaram de 18% para 20%, enquanto as áreas consideradas ruins subiram de 14% para 15%.

“O impacto das geadas registradas no final de junho em parte das regiões produtoras pode estar diretamente relacionado a essa piora”, destacou o Deral. A equipe técnica também informou que uma avaliação mais precisa dos efeitos sobre a produtividade deverá ser realizada nas próximas semanas.





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Indústria do pescado solicita crédito emergencial para mitigar efeitos do tarifaço



Um pedido para que o presidente Lula crie uma linha emergencial de crédito voltada às indústrias exportadoras de pescado foi protocolado nesta segunda-feira (21) pela Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca).

A proposta prevê que o governo aporte R$ 900 milhões, fornecendo ao setor seis meses de carência e prazo de 24 meses para o pagamento.

Para a entidade, essas ações têm como objetivo mitigar os impactos imediatos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros do setor.

“O mercado norte-americano representa cerca de 70% do destino do pescado exportado pelo Brasil. Com a nova taxação, estima-se que cerca de R$ 300 milhões em produtos estejam parados entre pátios portuários, embarcações e unidades industriais”, destaca a nota.

Segundo a Abipesca, o setor enfrenta uma grave crise de capital de giro, já que não há como redirecionar essa produção ao mercado interno — que já se encontra abastecido e não absorve os cortes específicos voltados à exportação.

“Caso não haja uma resposta rápida, 35 indústrias e aproximadamente 20 mil trabalhadores, incluindo pescadores artesanais, podem ser impactados com cortes e paralisações”, reforça.

Reabertura da Europa ao pescado brasileiro

No documento protocolado, a Abipesca também solicita que o governo federal intensifique as negociações para reabertura do mercado europeu, fechado às exportações brasileiras de pescado desde 2017.

“Apesar dos avanços técnicos, a entidade avalia que a elevação do tema ao nível presidencial pode acelerar a retomada desse importante destino comercial”, diz a entidade.

Segundo o presidente da Abipesca, Eduardo Lobo, o setor está sem alternativa no curto prazo. “Sem crédito, não há como manter os estoques, honrar compromissos e preservar os empregos. Essa linha emergencial é crucial para evitar um colapso imediato e dar fôlego até que se encontre uma solução duradoura”, afirma.



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