quarta-feira, maio 13, 2026

Autor: Redação

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brinco com GPS leva precisão ao rastreamento de bovinos



Com a proposta de conectar o campo à tecnologia, a startup brasileira Up2tech desenvolveu a iBoi, uma solução que combina brincos eletrônicos com GPS, plataforma digital e integração com balanças. A ferramenta permite ao pecuarista rastrear o rebanho em tempo real e transformar dados em decisões estratégicas.

O monitoramento pode ser feito pelo celular ou computador, e o sistema mostra a localização exata, o trajeto diário dos animais e alertas em caso de movimentações fora do padrão.

Em entrevista concedida ao Canal do Criador, o Customer Success da Up2tech, Eduardo Orlandi, explicou os principais recursos da tecnologia:

“O brinco da iBoi possui GPS embarcado, que envia dois sinais por dia. Com isso, o pecuarista consegue ver a localização e o percurso diário de cada animal pelo aplicativo ou site. Também pode configurar cercas virtuais, receber alertas automáticos e gerar relatórios personalizados.”

Leia também: Touro de central ou de campo? O que o produtor deve considerar na escolha

Funcionalidades que facilitam a rotina no campo

Desenvolvida com foco em usabilidade e praticidade, a iBoi oferece:

  • Cercas virtuais com alertas automáticos quando o animal sai da área delimitada;
  • Notificações de inatividade, se o animal estiver parado por mais de 24 horas;
  • Relatórios completos com Ganho Médio Diário (GMD), peso de entrada e saída;
  • Integração com balanças e bastões RFID de diferentes marcas;
  • Acesso remoto via web ou app, com visualização por mapa da fazenda.

A bateria do brinco tem autonomia de cerca de um ano, com dois pulsos diários. Já a etiqueta RFID integrada permite leitura por bastões como os da Allflex, otimizando a adoção nas fazendas que já utilizam esse tipo de ferramenta.

Pecuária digital em ritmo acelerado

Apresentada oficialmente ao mercado durante o GAFFFF 2025, a tecnologia da iBoi marca a entrada da Up2tech no segmento da pecuária digital. A proposta da empresa é clara: colocar a inovação a serviço da produtividade, da rastreabilidade e da inteligência na gestão do rebanho.

“Nosso objetivo é entregar uma solução prática, intuitiva e integrada à realidade do pecuarista. A iBoi representa um passo importante na pecuária conectada”, conclui Orlandi.

Com o crescimento da demanda por ferramentas que combinem eficiência, rastreabilidade e automação, a iBoi se apresenta como uma aliada do produtor moderno — com tecnologia que nasce no campo e pensa no futuro.



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AgroNewsPolítica & Agro

É possível reduzir o imposto na venda de terra?



Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação



Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação
Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação – Foto: Pixabay

O agronegócio é uma das maiores potências econômicas do Brasil e o mercado de terras rurais representa um dos segmentos mais valorizados do setor. A comercialização de imóveis rurais atrai tanto investidores nacionais quanto estrangeiros, impulsionada pela alta produtividade das terras brasileiras e seus preços mais competitivos em relação a países como Estados Unidos, Austrália e Argentina.

Segundo os autores Renato Vieira de Ávila, advogado especialista em direito tributário, e Marcos Antonio Marocco, corretor de imóveis com foco em negócios rurais, um dos maiores desafios nas negociações é a elevada carga tributária incidente sobre as operações. O Imposto de Renda sobre ganho de capital pode chegar a 22,5% para pessoas físicas e 34% para jurídicas. Além disso, há o ITCMD (herança e doação), o ITBI (transferência onerosa) e o ITR (território rural), que também impactam as transações. Para reduzir esses encargos, os especialistas recomendam um planejamento tributário estratégico e rigoroso.

Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação. Entre os requisitos obrigatórios estão o CCIR (registro no INCRA) e o georreferenciamento de imóveis com mais de 25 hectares — exigência que será obrigatória a partir de novembro de 2025, conforme a Lei nº 10.267/2001. Nas regiões de fronteira, ainda é preciso obter a ratificação fundiária, cujo prazo de regularização foi prorrogado até 2030. A venda sem esses documentos é inviável, podendo gerar multas e outras penalidades.

“Por fim, é importante lembrar que o mercado de terras no Brasil continua sendo um dos mais promissores do mundo, mas também exige atenção redobrada para não cair em armadilhas tributárias e legais. Com um planejamento tributário bem estruturado, os proprietários de fazendas podem reduzir substancialmente a carga tributária, permitindo que a venda seja realizada com mais vantagens econômicas e menos custos fiscais”, comenta.

 





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Confinamento: qual o peso ideal para fechar bois e novilhas?


Pecuaristas, uma das dúvidas mais comuns para quem decide confinar o gado é o peso ideal de entrada dos animais. Assista ao vídeo abaixo e confira as recomendações na íntegra do especialista.

Saber o momento certo de levar bois, novilhas e vacas para o cocho é um fator determinante para a eficiência do sistema e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio.

Ronilton Dias, pecuarista de Água Doce do Norte (ES), que recria seu gado a pasto e com proteico, e planeja usar silagem no confinamento, trouxe essa pergunta crucial.

Para esclarecer a questão, o Giro do Boi Responde convidou o zootecnista Tiago Felipini, especialista em nutrição animal e consultor da Alcance Planejamento Rural. Na terça-feira (22), ele detalhou as recomendações de peso para cada categoria animal.

Peso de entrada para machos no confinamento

Bovinos de corte em confinamento. Foto: ReproduçãoBovinos de corte em confinamento. Foto: Reprodução
Bovinos de corte em confinamento. Foto: Reprodução

Para os machos, Tiago Felipini orienta que o peso de entrada no confinamento esteja entre 420 kg e 450 kg.

É importante ressaltar que o peso ideal de entrada está diretamente relacionado ao peso final de abate que o produtor deseja alcançar.

Se o objetivo é um peso final maior, por exemplo, 650 kg, o peso de entrada também deve ser superior. Essa estratégia permite diminuir o tempo de confinamento, otimizando o uso do cocho e melhorando o resultado financeiro de toda a operação.

Peso de entrada para fêmeas: novilhas e vacas

Novilhas meio-sangue Charolês da Fazenda Cachoeirinha em Ribas do Rio Pardo (MS). Foto: Divulgação/Friboi CPG Campo Grande (MS)Novilhas meio-sangue Charolês da Fazenda Cachoeirinha em Ribas do Rio Pardo (MS). Foto: Divulgação/Friboi CPG Campo Grande (MS)
Novilhas meio-sangue Charolês da Fazenda Cachoeirinha em Ribas do Rio Pardo (MS). Foto: Divulgação/Friboi CPG Campo Grande (MS)

As fêmeas exigem uma atenção específica em relação ao peso de entrada, considerando suas características estruturais e o potencial de desempenho no cocho.

  • Novilhas: O ideal é que as novilhas sejam confinadas com peso acima de 270 kg, preferencialmente entre 270 kg e 300 kg. Nesse porte e peso, elas já têm condição de apresentar um excelente desempenho no confinamento, o que contribui para a redução do tempo de cocho e, consequentemente, para o aumento da lucratividade do sistema.
  • Vacas: Para as vacas, o peso de entrada deve ser superior a 400 kg. Dependendo da estrutura individual do animal, esse peso pode chegar a até 450 kg. Vacas mais pesadas no início do confinamento tendem a ter um ciclo de engorda mais curto e, portanto, mais eficiente.

Definir o peso correto de entrada para cada categoria animal é uma estratégia que impacta diretamente a produtividade e a rentabilidade do seu confinamento.

Essa medida garante que os animais passem o tempo ideal no cocho para o melhor aproveitamento da dieta e o alcance do peso de abate desejado, maximizando os lucros da propriedade.



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Tarifaço tende a reduzir preços ao consumidor, mas desestimular produtor, diz ministro



O tarifaço de 50% anunciado pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros pode resultar em redução momentânea de preços para alguns alimentos no mercado interno brasileiro.

No entanto, se, por um lado, isso pode ser positivo para o consumidor, com uma inflação menor para os alimentos, por outro pode desestimular produtores – o que, também, seria prejudicial para o país, disse nesta terça-feira (22) o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

Segundo Dias, nesse contexto, o desafio do governo é o de trabalhar para garantir preço adequado de alimentos ao consumidor e também ao produtor. “É buscar um preço adequado. Essa é a nossa missão”, disse o ministro.

Escoamento para o mercado interno

Perguntado se a diminuição das exportações de produtos como laranja, café, carnes e frutas poderia resultar em um escoamento deles para o mercado interno, beneficiando o consumidor brasileiro, o ministro disse que sim, mas que o ideal é que essa redução de preços seja estimulada por outros fatores. Em especial, por uma maior competitividade da produção brasileira.

“As tarifas podem, sim, ter alguma influência momentânea [baixando a inflação dos alimentos], mas o que queremos é a redução dos preços por competitividade. Ou seja, pela capacidade de mais produção numa mesma área; por um financiamento com juros mais baixos. Esse é o ganho que queremos alcançar”, disse o ministro.

“Mas veja bem: assim como a gente quer proteger o consumidor nessa tarefa, temos de proteger o produtor. Caso contrário desestimularíamos a produção. Nesse caso, precisamos ter equilíbrio”, acrescentou.

De acordo com o ministro, a estratégia do governo é a de, por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e de algumas pastas ministeriais, buscar alternativas de mercado, de forma a ajudar produtores como, por exemplo, os de mel, frutas e carne.

‘Ataques especulativos fora de contexto’

Wellington Dias lembrou da boa relação histórica entre Brasil e Estados Unidos e reiterou que, comercialmente, essa relação sempre foi favorável aos norte-americanos.

“Compramos mais do que vendemos para os EUA”, disse ele ao desmentir as alegações apresentadas por Trump, de que seu país estaria sendo prejudicado comercialmente na relação entre os dois países.

“O que o presidente Trump está fazendo não tem nada a ver com medida econômica ou comercial. Na verdade, são ataques especulativos fora do contexto. Por isso acho que tem que ter na uma investigação internacional, e que os países atacados devem se proteger nessa direção, claro, mantendo a diplomacia e o diálogo”, argumentou o ministro.

Dias lembrou que tanto o Supremo Tribunal Federal como a Justiça norte-americana abriram investigações em meio à confirmação de que “espertos foram avisados antes”, e compraram dólar anteriormente ao anúncio, obtendo lucros bilionários.

Tarifaço de Trump

Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.

Nas manifestações, Trump tem associado o tarifaço a supostas desvantagens comerciais na relação entre os dois países e, também, à forma como as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro têm sido conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).



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BNDES investe R$ 114 milhões no Grupo Santa Clara



Após uma década sem atuar em renda variável, a BNDES Participações S.A. (BNDESPAR), braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), retomou esse tipo de operação com um aporte de R$ 114 milhões no Grupo Santa Clara. A empresa, sediada em Ribeirão Preto (SP), atua na produção de fertilizantes especiais e bioinsumos voltados à agricultura sustentável.

A operação foi realizada por meio da subscrição primária de ações ordinárias, garantindo à BNDESPAR uma participação minoritária de 19,9% no capital da companhia. O objetivo do investimento é fortalecer a estrutura de capital da empresa e apoiar a expansão de seus negócios, com foco em inovação, aumento da capacidade produtiva e ampliação de mercado.

Fundado em 1997, o Grupo Santa Clara conta com cerca de 300 colaboradores e tem se destacado no desenvolvimento de soluções que aliam produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no agronegócio. Segundo o CEO João Pedro Cury, o aporte permitirá dar continuidade ao plano de negócios da companhia, cuja ênfase está em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que a retomada de investimentos em renda variável está alinhada à estratégia do banco de fomentar a transição ecológica e a descarbonização da economia. “A aplicação de bioinsumos reduz o uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos, o que ajuda a diminuir a emissão de gases de efeito estufa e a preservar a biodiversidade”, destacou.

O investimento da BNDESPAR também está em conformidade com políticas públicas como o Programa Nacional de Bioinsumos, o Plano Nacional de Fertilizantes e a Nova Indústria Brasil, reforçando o papel do banco como agente promotor da inovação e da sustentabilidade no país.

Os mercados de bioinsumos e fertilizantes especiais têm registrado crescimento expressivo, impulsionados pela adoção de tecnologias sustentáveis no campo. Com o novo ciclo de investimentos, o Grupo Santa Clara pretende ampliar sua atuação e contribuir para o fortalecimento da agricultura de baixo carbono no Brasil.



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Lista de inadimplentes fortalece RenovaBio, dizem entidades do setor



A divulgação da lista de inadimplentes do programa RenovaBio, realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foi considerada um avanço importante por entidades do setor de biocombustíveis.

Bioenergia Brasil, Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) e União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) afirmam que a medida fortalece a transparência e a isonomia entre os agentes do mercado.

Prevista em lei e regulamentada pela ANP, a lista de inadimplentes destaca as empresas que não cumpriram suas metas de aquisição de Créditos de Descarbonização (CBios). Segundo as entidades, essa publicação contribui para a credibilidade do RenovaBio, pois garante que os agentes que cumprem suas obrigações não sejam prejudicados por distorções de mercado.

Desde o início do programa, em 2020, o RenovaBio já evitou a emissão de mais de 147 milhões de toneladas de CO₂. O desempenho positivo é atribuído à combinação de metas individuais progressivas, certificação técnica e incentivos ao desempenho ambiental.

As entidades reforçam que a previsibilidade regulatória e a atuação firme da ANP são essenciais para manter a integridade do RenovaBio. Segundo elas, defender o programa significa proteger uma política pública que alia sustentabilidade, segurança jurídica e desenvolvimento econômico.

Bioenergia Brasil, Sindicom e Unica reafirmaram o compromisso com o aprimoramento contínuo do RenovaBio, destacando a importância do diálogo com os órgãos reguladores e com todos os elos da cadeia de combustíveis. Para o setor, o cumprimento das metas ambientais é fundamental para valorizar os produtores de biocombustíveis certificados e ampliar a contribuição climática do Brasil.



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Brasil conseguirá salvar a soja do tarifaço de Trump?



O tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que deve entrar em vigor no início de agosto, pode aplicar taxas de até 50% sobre as exportações brasileiras de soja e outros produtos. A grande questão é se o Brasil conseguirá reverter essa medida a tempo.

A avaliação é do coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Guilherme Bastos, feita durante o Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja), que começou nesta segunda-feira (21), em Campinas (SP). Segundo ele, embora haja rumores sobre uma possível prorrogação do tarifaço, não existem sinais concretos de recuo por parte da Casa Branca. “A tática é de guerra, pois os Estados Unidos são mais fortes que nós”, destacou Bastos.

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“A disputa vai ser dolorida”, afirmou Bastos à Safras News, após sua participação na conferência ‘A geopolítica da cultura da soja’. O especialista mostrou preocupação especial com as exportações de produtos perecíveis, que já estariam sendo afetadas. “Já há embarques de produtos agropecuários que não estão acontecendo, pois não há garantias de que serão recebidos nos Estados Unidos”, relatou.

Para o coordenador da FGV, o episódio reflete um momento global de instabilidade. “Estamos em mares revoltos em termos mundiais”, comentou. Ele chamou a atenção para o enfraquecimento das instituições multilaterais, como ONU, FAO e OMC, entidades criadas sob liderança dos Estados Unidos e da Europa, mas que hoje enfrentam perda de influência frente ao novo cenário geopolítico.

Evento aborda o protagonismo da soja brasileira

Começou o X Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) e Mercosoja 2025, no Centro de Exposições e Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP). A programação técnica iniciou na terça-feira (22), com painéis que discutiram temas estratégicos, como os impactos das mudanças climáticas, produção irrigada e qualidade de sementes.

Com os 100 anos da soja no Brasil e os 50 anos da Embrapa Soja, o evento, que vai até o dia 24, reunirá cerca de 2 mil participantes, entre pesquisadores, técnicos, produtores e representantes da indústria. A programação inclui quatro conferências, 15 painéis temáticos e mais de 50 palestras nacionais e internacionais, além do espaço Mãos à Obra, que aborda desafios práticos e o workshop internacional Soybean2035.



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Sebrae apoia produtores no Prêmio Brasil Artesanal de Queijos



O Sebrae reforça seu compromisso com a agroindústria artesanal ao apoiar o Prêmio Brasil Artesanal – Edição Queijos, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A cerimônia de premiação acontece nesta terça-feira, 22 de julho, na sede da CNA, em Brasília (DF).

Neste contexto, serão reconhecidos 15 queijos artesanais, divididos em três categorias:

  • Tradicional (maturação entre 30 e 180 dias)
  • Com tratamento térmico
  • Com adições (como condimentos ou aromatizantes)

Para isso, a seleção foi feita em duas etapas: uma avaliação técnica às cegas, com 186 amostras, em seguida, uma votação popular realizada durante a Expovitis 2025. Com isso, os vencedores receberão certificados, prêmios em dinheiro e o Selo de Participação Ouro, Prata ou Bronze.

Queijo artesanal: sabor, identidade e cultura

Desde o leite cru da Serra da Canastra até os queijos de cabra e búfala do Norte e Nordeste, o país reúne técnicas centenárias adaptadas às condições locais. Esse patrimônio cultural e gastronômico tem ganhado espaço no mercado nacional e internacional, especialmente com o apoio de políticas públicas e iniciativas de apoio técnico.

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Como o Sebrae apoia os produtores premiados

Diante desse cenário, o Sebrae atua de forma estratégica para fortalecer a cadeia produtiva do leite artesanal. Por meio de diferentes programa, os produtores premiados contam com uma série de serviços que impulsionam seus negócios, como:

  • Consultorias técnicas especializadas em qualidade do leite, boas práticas, rotulagem e inovação, por meio do programa Sebraetec;
  • Capacitações em marketing digital e posicionamento de marca, com o programa UP Digital;
  • Acesso a feiras e eventos estratégicos, facilitando conexões com compradores, chefs, influenciadores e outros produtores;

Além disso, somente em 2024, o Sebrae atendeu mais de 34 mil pequenos negócios da cadeia leiteira, desde produtores rurais até comerciantes de laticínios.

Valorização da produção artesanal

Portanto, mais do que um alimento, o queijo artesanal é expressão de território, cultura, afeto e resistência. Dessa forma, a premiação da CNA reconhece o talento, a originalidade e a história dos produtores. Consequentemente, contribui para a profissionalização do setor e para a valorização dos saberes regionais.



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Workshop gratuito pretende incentivar a produção de mel no Vale do Ribeira



Hoje, terça-feira (22), é o último dia para se inscrever no ‘VI Workshop de Apicultura e Meliponicultura do Vale do Ribeira (SP)’. Apicultores, meliponicultores e e entusiastas do setor já têm encontro marcado no dia 24 de julho, em Juquiá.

Será um evento que promete aprendizado, networking e desenvolvimento técnico. O encontro vai reunir produtores e especialistas para discutir estratégias que impulsionem a produção de mel e pólen na região.

Com isso, a programação está atrativa. O evento vai oferecer palestras técnicas, oficinas práticas e uma mesa redonda voltada ao desenvolvimento do setor.

“A produção de mel por abelhas com ferrão e sem ferrão tem grande potencial no Vale do Ribeira, mas é preciso profissionalizar o setor”, afirma Lucas Cárnio, consultor do Sebrae-SP. Segundo ele, o evento é uma oportunidade estratégica para troca de experiências e incentivo à economia local.

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Organizado pelo Sebrae-SP, em parceria com o Sindicato Rural de Juquiá e a Associação dos Apicultores do Vale do Ribeira (Apivale), o workshop tem apoio de entidades como Faesp, Senar, Cati, Defesa Agropecuária, Senai e Prefeitura Municipal.

Além de discutir as estratégias para ampliar a produção de mel e pólen na região de
Mata Atlântica, o workshop em Juquiá contará com oficinas práticas sobre sobre produção de pólen, hidromel, elaboração de projetos de apicultura e manejo do pasto apícola — fundamentais para aumentar a produtividade e diversificar os produtos do campo.

Serviço

VI Workshop de Apicultura e Meliponicultura do Vale do Ribeira’

Data: 24 de julho, das 8h às 17h

Local: Park & Pousada Bioma – Rua Jalapão, BR-116, km 424, Juquiá-SP

Faça aqui a sua inscrição gratuita



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AgroNewsPolítica & Agro

Use o mercado a seu favor



A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago



A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago
A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago – Foto: United Soybean Board

A TF Agroeconômica recomenda que produtores de soja aproveitem os fundamentos ainda favoráveis e busquem estratégias de comercialização com base no mercado futuro, principalmente diante das incertezas do cenário internacional. Segundo análise divulgada pela consultoria, o Brasil permanece praticamente sozinho no fornecimento de grandes volumes de soja, frente à resistência chinesa à soja americana e ao recuo da Argentina devido à volta das retenciones cheias.

A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago para garantir melhores preços. A TF alerta que produtores que não fixaram preços em maio de 2024 já perderam metade do lucro. Além disso, recomenda-se dividir a produção em pelo menos 10 lotes e vender gradualmente conforme os gráficos indicarem altas — acompanhando os boletins diários, pois os movimentos de valorização podem ocorrer em qualquer dia da semana.

Entre os fatores de alta destacados, estão a valorização do farelo de soja com a retomada da demanda da Indonésia, e do óleo de soja impulsionado pela indústria de biodiesel, com aumentos semanais de 1,37% e 3,85%, respectivamente. Rumores sobre possíveis compras chinesas de soja americana também ajudaram a sustentar os preços, embora o país tenha priorizado compras do Brasil — 151 dos 232 navios adquiridos desde junho.

Por outro lado, pesam negativamente a ameaça de novas tarifas de Donald Trump sobre produtos europeus, que gerou realização de lucros no mercado de óleo, além do aumento da estimativa de produção de soja na Argentina para 49,5 milhões de toneladas. No Brasil, espera-se uma produção recorde entre 179 e 180 milhões de toneladas para a próxima safra, o que também pode limitar novas altas.





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