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Foto: Canva
O Programa Grão Seguro desta terça-feira, 22 de julho, traz um tema fundamental para a segurança nas operações de armazenagem de grãos. A edição vai ao ar às 19h30 (horário de Brasília) e contará com a participação especial do engenheiro Maurício Clábria Vianna, da MCV Consultoria.
O especialista abordará o tema “Área Classificada em Unidades Armazenadoras de Grãos”, assunto que desperta grande interesse entre profissionais do setor por envolver riscos e exigências técnicas específicas no manuseio e estocagem de grãos em larga escala.
Áreas classificadas são locais com potencial de formação de atmosferas explosivas, exigindo cuidados rigorosos com equipamentos elétricos, ventilação, sensores e procedimentos operacionais. Segundo os organizadores, a discussão visa ampliar o conhecimento técnico dos profissionais que atuam em armazenadoras, cooperativas, tradings e indústrias processadoras.
A transmissão será ao vivo pelo canal oficial do Programa Grão Seguro no YouTube, reunindo técnicos, engenheiros, gestores e demais profissionais ligados à cadeia do agronegócio. A participação é gratuita, e os espectadores poderão enviar perguntas em tempo real durante a live.
De acordo com o Mapa, foi revogada a decisão judicial que autorizava, de forma parcial, a retomada da produção e comercialização de rações pela Nutratta. Com a revogação, volta a valer a suspensão cautelar imposta pelo ministério, que proíbe a fabricação de rações para todas as espécies animais, até que a empresa comprove a correção de todas as irregularidades apontadas pela fiscalização, o que ainda não ocorreu até o momento.
As investigações conduzidas pelo ministério indicam que a contaminação ocorreu por falhas no controle da matéria-prima, que continha resíduos de plantas do gênero Crotalaria, conhecidas por conter substância altamente tóxica para os animais.
Essas substâncias não são permitidas na formulação de rações e só aparecem quando há uso indevido de matérias-primas proibidas ou contaminação de ingredientes autorizados.
Consideradas hepatotóxicas, alteram o DNA celular e causam danos ao fígado, com efeitos que variam conforme a dose, o tempo de exposição e a condição do animal.
O Mapa ainda aguarda os resultados de análises de outros lotes de ração produzidos e de lotes de matérias-primas envolvidas para definir os rumos da investigação.
O BioParque do Rio confirmou nessa terça-feira (22) que, após análise laboratorial, foi detectada que a infecção por influenza aviária (gripe aviária) foi a causa da morte de nove aves da espécie galinha-d’angola no Zoológico da Quinta da Boa Vista, na quinta-feira passada (17).
No comunicado, o BioParque informou que as amostras foram encaminhadas ao laboratório de referência do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Campinas, São Paulo, e o diagnóstico foi validado por autoridades sanitárias.
Segundo a informação, “todas as aves infectadas estavam na área da Savana Africana, que permanecerá interditada por 14 dias como medida preventiva, conforme protocolos de biossegurança”.
Com a adoção de medidas necessárias e autorização dos órgãos fiscalizadores, as demais áreas do parque serão reabertas ao público a partir desta quinta-feira (24).
A nota diz ainda que “o BioParque do Rio segue comprometido com o bem-estar dos animais e visitantes. Novas atualizações serão divulgadas em nossos canais oficiais”.
Pecuaristas, a recuperação de pastagens degradadas é, sem dúvida, um dos maiores desafios do nosso setor, impactando diretamente a produtividade, a sustentabilidade e a renda das propriedades. Quer transformar suas pastagens degradadas e aumentar a lucratividade da sua fazenda? Assista à entrevista abaixo e descubra os segredos do Guandu BRS Mandarim!
A boa notícia é que a Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), desenvolveu uma tecnologia inovadora e viável para essa questão: a consorciação de capins tropicais com o feijão-guandu, em especial a cultivar Guandu BRS Mandarim.
Essa leguminosa se destaca por seu duplo propósito, oferecendo uma solução completa e eficiente.
Nesta quarta-feira (23), o programa Giro do Boi entrevistou a pesquisadora Patrícia Perondi Anchão Oliveira, que tem acompanhado de perto o sucesso da utilização do Mandarim nas fazendas.
Ela detalhou como essa tecnologia dispensa o uso de herbicidas, adota um manejo simples e eleva o desempenho animal. Para transformar suas pastagens degradadas e aumentar a lucratividade da sua fazenda, é fundamental conhecer os segredos do Guandu BRS Mandarim.
Duplo propósito: forragem proteica e adubação verde
Utilização de feijão-guandu BRS Mandarim para fins de pastagem. Foto: Juliana Sussai/Embrapa Pecuária Sudeste
O Guandu BRS Mandarim atua de duas formas essenciais e complementares para a pecuária, oferecendo benefícios tanto para a nutrição animal quanto para a saúde do solo:
Forragem proteica na seca: No período seco do ano, quando a oferta de pasto diminui drasticamente, o guandu serve como uma excelente fonte de proteína para o pastejo dos animais. Com teores que variam entre 18% e 20% de proteína bruta, ele pode substituir, de forma eficaz, suplementos industriais, resultando em uma significativa redução de custos para o produtor.
Adubo verde para o solo: Após o pastejo na seca e o florescimento natural, a leguminosa é roçada. O material vegetal que permanece na superfície do solo atua como um poderoso adubo, fornecendo até 200 kg/ha de nitrogênio ao sistema. Essa contribuição melhora substancialmente a fertilidade do solo, eliminando a necessidade de adubação nitrogenada convencional.
Essa abordagem não só contribui para o aumento do ganho de peso dos animais e a redução do tempo de abate, mas também eleva o ganho de peso por hectare em comparação com sistemas que utilizam pastagens solteiras.
Eficiência comprovada e implantação acessível
Sementes de feijão guandu BRS Mandarim. Foto: Ana Maria Dantas de Maio/Embrapa Pantanal
A Embrapa possui estudos robustos que comprovam a eficiência da consorciação com guandu em áreas de pastagem degradada.
Pesquisas indicam que novilhas nelore em pastagens de braquiária consorciada com guandu apresentaram um melhor desempenho individual e permitiram uma maior lotação de animais por área, além de um menor tempo até o abate.
Em um experimento comparando três sistemas de manejo, animais em pastos que contavam com o guandu tiveram um ganho médio diário de 0,376 kg durante o período de seca.
Esse resultado superou o desempenho de animais que receberam suplementação (0,298 kg) ou aqueles que não tiveram nenhum tipo de reforço alimentar (0,138 kg).
A implantação do guandu é um processo acessível e relativamente simples:
O primeiro passo é realizar uma análise de solo e, se necessário, a calagem.
O plantio direto do guandu deve ser feito no início da estação chuvosa, preferencialmente até a primeira quinzena de janeiro.
As sementes devem ser inoculadas com Bradyrhizobium sp (Cajanus) para otimizar a fixação de nitrogênio.
O espaçamento ideal entre linhas é de 70 a 80 cm, com uma densidade de 62,5 a 75 mil plantas por hectare.
O sucesso da implantação depende de uma semeadura correta e de um controle eficaz de formigas.
A pastagem já começa a mostrar sinais de recuperação em cerca de 30 dias após o plantio, e o primeiro pastejo pode ocorrer entre 65 e 80 dias após a semeadura.
A palatabilidade do guandu aumenta na fase reprodutiva, o que faz com que os animais consumam preferencialmente o capim nas águas e o guandu na seca, favorecendo o equilíbrio das espécies no consórcio.
Persistência, sustentabilidade e economia de insumos
Flor de feijão-guandu BRS Mandarim, utilizado como pastagem em campo experimental da Embrapa Pecuária Sudeste em São Carlos (SP). Foto: Juliana Sussai/Embrapa Pecuária
A persistência do guandu no sistema de pastagem consorciada pode durar até três anos. A realização de duas roçadas anuais (uma a cada início de estação chuvosa) funciona como uma forma de adubação verde e de renovação do ciclo da leguminosa.
Ao final do terceiro ano, uma nova sobressemeadura é recomendada para manter o estande acima das 40 mil plantas/ha e garantir a eficácia da técnica a longo prazo.
Essa estratégia está perfeitamente alinhada com os princípios do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), contribuindo para a sustentabilidade da pecuária e a economia de insumos, uma vez que a adubação nitrogenada se torna dispensável.
O Guandu BRS Mandarim é, portanto, uma solução eficiente, de baixo custo e com alto retorno para pecuaristas que enfrentam o desafio da degradação de pastagens.
Ele permite elevar a produtividade da pecuária sem a necessidade de expandir áreas, respondendo de forma inovadora aos desafios climáticos, econômicos e ambientais da atividade.
Os EUA e a União Europeia (UE) estão próximos de concluir um acordo comercial que prevê a aplicação de uma tarifa de 15% sobre as importações do bloco europeu, de acordo com informações do Financial Times . O entendimento busca evitar um cenário em que a UE seja obrigada a enfrentar tarifas muito mais altas, já que o governo dos EUA, sob Donald Trump, ameaçou impor tarifas de 30% sobre a maioria dos produtos europeus importados a partir de 1º de agosto, caso não haja um consenso até essa data.
Diante dessa ameaça, a União Europeia preparou uma resposta contundente, planejando impor tarifas de 30% sobre cerca de 100 bilhões de euros em produtos americanos caso as medidas dos EUA sejam confirmadas. Essa lista incluiria itens emblemáticos da indústria norte-americana, como aeronaves da Boeing, automóveis e bebidas alcoólicas, num movimento de retaliação que visa equilibrar o impacto econômico das tarifas americanas.
Fontes afirmaram que, como forma de evitar a escalada tarifária, autoridades europeias demonstraram disposição de fechar o acordo proposto e aceitar a tarifa de 15% – valor que passaria a ser a taxa mínima global sobre produtos europeus exportados para os Estados Unidos. O compromisso também prevê a eliminação de tarifas sobre determinados produtos dos dois lados, como aeronaves, bebidas destiladas e dispositivos médicos. Além disso, uma das mudanças significativas seria a redução da tarifa atual de 27,5% sobre carros europeus importados pelos EUA para o patamar de 15%.
Apesar do avanço nas negociações, autoridades americanas ressaltaram que a situação ainda é volátil e pode sofrer alterações até o fechamento do acordo definitivo. O anúncio formal é aguardado pelos mercados, já que a ausência de um acordo até agosto levaria à implementação das tarifas mais severas, acirrando ainda mais as tensões comerciais entre as duas maiores economias do planeta.
A COP 30, marcada para 2025 em Belém (PA), representa uma virada estratégica para o Brasil e, especialmente, para o agronegócio nacional. Pela primeira vez sediando a Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas, o país terá a chance de apresentar ao mundo como o agro pode ser parte da solução climática.
Mais do que discutir metas de redução de emissões, a COP 30 é uma oportunidade para mostrar resultados práticos, como integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), recuperação de áreas degradadas e projetos de agricultura de baixo carbono.
O agro como aliado da sustentabilidade
No Brasil, mais de 50% das florestas nativas protegidas estão em propriedades privadas. Isso significa que o produtor rural é também um guardião da biodiversidade, responsável direto por manter os recursos naturais que sustentam a vida e o próprio agronegócio.
A implementação de sistemas como o Código Florestal, aliada ao uso eficiente de recursos, reforça o compromisso do setor com a preservação ambiental. O desafio agora é escalar essas boas práticas e garantir remuneração justa por serviços ambientais.
Eficiência produtiva e governança
Produzir mais com menos é o princípio da sustentabilidade econômica e ambiental. A adoção de tecnologias que otimizam o uso de água, fertilizantes e energia permite ao produtor manter a competitividade sem abrir novas áreas. Além disso, propriedades bem geridas geram impacto social positivo: combatem o êxodo rural, fortalecem comunidades e contribuem com a economia circular.
Oportunidades e desafios diante das mudanças climáticas
As mudanças climáticas já afetam diretamente o campo: secas severas, enchentes e eventos extremos têm causado perdas de produtividade e riscos financeiros. Diante disso, o agro brasileiro tem investido em:
Melhoramento genético de sementes
Sistemas de irrigação mais inteligentes
Consorciação de culturas e diversificação produtiva
Monitoramento climático via satélites e sensores
Essas estratégias são essenciais para tornar o agro mais resiliente, mas exigem políticas públicas e financiamento contínuos.
COP 30 e mercados internacionais: o agro como diferencial competitivo
O agro brasileiro já exporta para mercados como a União Europeia, onde exigências ambientais e sociais são cada vez mais rígidas. Produtos com certificações de sustentabilidade, rastreamento de origem e comprovação de boas práticas têm maior valor agregado e são mais bem aceitos no exterior.
A COP 30 será uma vitrine para apresentar esses casos de sucesso e atrair investimentos verdes, além de pressionar por mecanismos de pagamento por serviços ambientais, reconhecendo o valor de quem conserva e produz com responsabilidade.
Caminhos futuros: do crédito de carbono ao serviço ambiental
O Brasil já conta com programas como o RenovaBio, que remunera produtores pela redução de emissões na cadeia dos biocombustíveis, e o Plano ABC+, focado na recuperação de áreas degradadas. Porém, ainda há espaço para avançar em políticas que:
Incentivem o pagamento por serviços ambientais (PSA)
Apoiem financeiramente a transição agroecológica
Valorizem iniciativas de agricultura regenerativa
Confira a entrevista completa com Adriana, convidada especial no programa A Protagonista, e entenda, direto da fonte, como o agronegócio pode ser um agente decisivo no combate às mudanças climáticas. Ela compartilha cases reais, desafios do setor e as oportunidades que a COP 30 traz para o Brasil e para quem produz com responsabilidade. Não perca essa conversa inspiradora!
Com a chegada do inverno, criadores devem redobrar os cuidados com a alimentação e hidratação dos cavalos. Durante os dias mais frios, o consumo de água costuma diminuir, e o apetite também pode cair devido à menor qualidade das forragens — fatores que aumentam o risco de distúrbios digestivos, queda de desempenho e até cólicas.
Estudos apontam que a incidência de cólicas pode aumentar em até 30% no inverno, principalmente devido à redução da ingestão hídrica.
Para contornar esse cenário, especialistas em nutrição animal indicam o uso da ração úmida tipo mash, uma solução tradicional em países de clima frio que tem ganhado espaço no Brasil por seus benefícios à saúde digestiva e à hidratação dos equinos.
A mash é uma mistura rica em cereais e fibras que, ao ser hidratada, adquire uma consistência pastosa e palatável. Essa textura favorece a retenção de líquidos no trato digestivo, estimula o apetite e auxilia na reposição hídrica — especialmente importante quando os animais consomem menos água e menos fibra úmida no frio.
Segundo a médica veterinária Natalia Schmidt, especialista em nutrição de equinos da Archer Daniels Midland Company (ADM), “a mash é uma estratégia alimentar muito eficaz para o inverno, oferecendo benefícios como hidratação, energia extra, digestibilidade e estímulo ao apetite, já que os animais costumam gostar mais de alimentos úmidos”.
O modo de preparo é simples:
Misture 1 kg da mash com 1 litro de água;
Aguarde cerca de 15 minutos antes de oferecer ao animal.
Esse tipo de ração é produzido no Brasil pela Royal Horse, marca de nutrição animal da ADM, empresa global especializada em soluções para nutrição animal e humana.
Estratégia indicada para potros, atletas e animais em recuperação
A mash pode ser oferecida a potros em crescimento, cavalos idosos, animais em repouso, em recuperação clínica ou que estejam retornando de viagens ou provas. Também é uma alternativa recomendada para cavalos com gastrite, que não devem consumir dietas com melaço.
Além de facilitar a digestão, a consistência úmida estimula o consumo e ajuda a manter os níveis de hidratação — fator essencial para evitar quadros de cólica no inverno.
Alimentação de inverno exige mais atenção à água e às fibras
Mesmo no frio, um cavalo adulto precisa consumir entre 40 e 45 litros de água por dia. Já a forragem mínima recomendada gira entre 7 e 10 kg por dia para um animal de 500 kg, podendo aumentar conforme a queda nas temperaturas. A avaliação regular da condição corporal e a oferta de alimentos com alta densidade nutricional também são práticas recomendadas para esse período.
Com a chegada do inverno, criadores devem redobrar os cuidados com a alimentação e hidratação dos cavalos. Durante os dias mais frios, o consumo de água costuma diminuir, e o apetite também pode cair devido à menor qualidade das forragens — fatores que aumentam o risco de distúrbios digestivos, queda de desempenho e até cólicas.
Estudos apontam que a incidência de cólicas pode aumentar em até 30% no inverno, principalmente devido à redução da ingestão hídrica.
Para contornar esse cenário, especialistas em nutrição animal indicam o uso da ração úmida tipo mash, uma solução tradicional em países de clima frio que tem ganhado espaço no Brasil por seus benefícios à saúde digestiva e à hidratação dos equinos.
A mash é uma mistura rica em cereais e fibras que, ao ser hidratada, adquire uma consistência pastosa e palatável. Essa textura favorece a retenção de líquidos no trato digestivo, estimula o apetite e auxilia na reposição hídrica — especialmente importante quando os animais consomem menos água e menos fibra úmida no frio.
Segundo a médica veterinária Natalia Schmidt, especialista em nutrição de equinos da Archer Daniels Midland Company (ADM), “a mash é uma estratégia alimentar muito eficaz para o inverno, oferecendo benefícios como hidratação, energia extra, digestibilidade e estímulo ao apetite, já que os animais costumam gostar mais de alimentos úmidos”.
O modo de preparo é simples:
Misture 1 kg da mash com 1 litro de água;
Aguarde cerca de 15 minutos antes de oferecer ao animal.
Esse tipo de ração é produzido no Brasil pela Royal Horse, marca de nutrição animal da ADM, empresa global especializada em soluções para nutrição animal e humana.
Estratégia indicada para potros, atletas e animais em recuperação
A mash pode ser oferecida a potros em crescimento, cavalos idosos, animais em repouso, em recuperação clínica ou que estejam retornando de viagens ou provas. Também é uma alternativa recomendada para cavalos com gastrite, que não devem consumir dietas com melaço.
Além de facilitar a digestão, a consistência úmida estimula o consumo e ajuda a manter os níveis de hidratação — fator essencial para evitar quadros de cólica no inverno.
Alimentação de inverno exige mais atenção à água e às fibras
Mesmo no frio, um cavalo adulto precisa consumir entre 40 e 45 litros de água por dia. Já a forragem mínima recomendada gira entre 7 e 10 kg por dia para um animal de 500 kg, podendo aumentar conforme a queda nas temperaturas. A avaliação regular da condição corporal e a oferta de alimentos com alta densidade nutricional também são práticas recomendadas para esse período.
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A produção mundial de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para cima e deve alcançar 25,78 milhões de toneladas de pluma, segundo a estimativa de junho divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os dados são do boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que aponta um aumento de 1,22% em relação à projeção anterior, de maio.
Segundo informações do boletim do Imea, a elevação na estimativa foi puxada pela expectativa de ampliação da área cultivada nos Estados Unidos. Com isso, o país norte-americano deve contribuir significativamente para o crescimento da oferta global da fibra. Por outro lado, o consumo mundial teve um incremento mais tímido, de apenas 0,31% no comparativo mensal, totalizando 25,72 milhões de toneladas.
Esse descompasso entre oferta e demanda resultou em uma elevação dos estoques finais globais de algodão, que subiram 0,68% em relação ao mês anterior e somaram 16,83 milhões de toneladas. A perspectiva de maior disponibilidade do produto no mercado global pressionou os preços para baixo, com recuo nas cotações da bolsa de Nova York no dia da divulgação do relatório.
Apesar do cenário de crescimento na produção, o mercado segue atento ao desenvolvimento da safra nos Estados Unidos. O boletim do Imea destaca que há previsão de seca em importantes regiões produtoras, o que pode comprometer o rendimento e afetar a oferta global nos próximos meses. Esse fator climático representa um ponto de atenção para os produtores e para o comércio internacional da pluma.
Com um cenário ainda incerto, os próximos relatórios devem ser decisivos para a formação dos preços e para as estratégias de comercialização.
Um grupo de cerca de 20 produtores rurais foi expulso a tiros de uma lavoura invadida por indígenas no município de Erebango, no norte do Rio Grande do Sul. Eles estavam monitorando à distância a movimentação dos invasores quando os disparos ocorreram, por volta das 16h da terça-feira (22).
Em vídeo gravado pelos agricultores, é possível ouvir pelo menos três disparos. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.