domingo, maio 10, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Dependência de fertilizantes russos coloca o Brasil em alerta


As possíveis sanções secundárias impostas pela OTAN, com forte apoio dos Estados Unidos, podem desencadear uma nova crise para o agronegócio brasileiro. O cenário mais crítico prevê tarifas de até 100% sobre produtos russos e punições a países que mantêm relações comerciais com Moscou, incluindo o Brasil. A medida tem como objetivo aumentar a pressão sobre o governo de Vladimir Putin para cessar o conflito com a Ucrânia.

Segundo dados do Itaú BBA, o Brasil é altamente dependente da Rússia para o fornecimento de fertilizantes e combustíveis. Apenas esses dois produtos representam 84% do valor total das importações brasileiras vindas da Rússia. A possível imposição de barreiras comerciais pode gerar um forte impacto sobre os custos de produção agrícola, comprometendo a rentabilidade do setor.

Em 2024, o Brasil importou US$ 3,7 bilhões em fertilizantes da Rússia. A origem russa respondeu por 53% do map, 40% do Cloreto de potássio (KCl) e 20% da Ureia consumida internamente. Diante dessa dependência, a adoção de sanções implicaria custos adicionais imediatos e exigiria tempo e investimentos para a diversificação de fornecedores — como Canadá, Marrocos, Nigéria e países do Oriente Médio.

Além disso, as exportações brasileiras também correm risco. A Rússia é o destino de 27% do amendoim, 22% da ervilha e 11% do amido produzidos no Brasil. O mercado de amendoim é considerado o mais vulnerável, com poucas alternativas viáveis de redirecionamento da produção, o que pode agravar os prejuízos ao setor exportador.

Outro ponto de atenção é o trigo. Apesar de a Rússia ser o maior exportador global do cereal, apenas 11% das importações brasileiras vêm do país, sendo possível a substituição por trigo da Argentina ou Uruguai, que possuem boa disponibilidade na atual safra.

O relatório do Itaú BBA destaca que, embora haja planos para ampliar a produção interna de fertilizantes, essa é uma estratégia de longo prazo, que depende de infraestrutura, incentivos e segurança jurídica. No curto prazo, o agronegócio brasileiro segue exposto e pressionado, tanto pelo risco de sanções quanto pela volatilidade internacional.

O prazo estipulado pelos Estados Unidos para a implementação das medidas termina em 8 de agosto, tornando o cenário ainda mais incerto e volátil. Diante disso, produtores, exportadores e autoridades precisam intensificar o monitoramento e o diálogo diplomático para mitigar impactos e proteger a competitividade do agro nacional.





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Homem é preso com cerca de 600 filhotes de jabutis dentro de malas



Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) transportando cerca de 600 filhotes de jabutis-piranga na tarde desta quinta-feira (31), em um ônibus interestadual.

Os animais estavam sendo levados dentro de malas no bagageiro do veículo. A apreensão aconteceu na BR-116, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro.

Ele embarcou em Feira de Santana (BA) e os animais estavam sendo levados para a Baixada Fluminense (RJ). Os policiais rodoviários abordaram o veículo e durante a revista no bagageiro, encontraram os jabutis dentro das malas do passageiro. 

O homem relatou aos agentes da PRF que receberia uma quantia em dinheiro e que era a primeira vez que fazia esse tipo de transporte, mas já havia sido preso pelo mesmo crime, em 2015.

O caso configura crime ambiental por transporte de animais silvestres sem autorização. A pena prevista é de multas e detenções, de acordo com a Lei de Crimes Ambientais. 

Alguns filhotes acabaram morrendo devido às péssimas condições em que eram levados. Cada exemplar da espécie é vendido no mercado ilegal por aproximadamente R$ 700.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), na Cidade da Polícia, zona norte do Rio de Janeiro.

*Com informações da Agência Brasil



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Diesel comum fica mais caro, mas S-10 segue em queda



O diesel comum ficou mais caro em julho na comparação com junho, enquanto o S-10 registrou queda em seu preço médio na mesma comparação, aponta a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).

Assim, o combustível teve valor médio de R$ 6,15, aumento de 0,16%. Já o tipo S-10 registrou preço médio de R$ 6,17, após queda de 0,16% na mesma comparação.

“O diesel comum voltou a registrar alta nos postos, ainda que discreta. Esse leve aumento pode estar relacionado a fatores pontuais, como a reposição de estoques adquiridos a preços anteriores e variações regionais na cadeia de distribuição. Já o diesel S-10 manteve a trajetória de queda, sinalizando que os efeitos dos reajustes continuam sendo absorvidos de forma distinta, dependendo do tipo de combustível e das particularidades logísticas envolvidas”, analisa o diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade.

Preço do diesel por região

O Índice fez a análise individual do preço do combustível para cada região do país em julho:

  • O Nordeste se destacou como a região com o maior aumento para o diesel comum, de 0,82% (R$ 6,18);
  • Já o diesel S-10 teve seu maior aumento no Centro-Oeste, de 0,32% (R$ 6,26);
  • O Sudeste foi a região onde os dois tipos de diesel apresentaram maior queda: 0,33% para o comum (R$ 6,07) e 0,49% para o S-10 (R$ 6,13)

Já os menores preços do país entre as regiões foram registrados no Sul: R$ 5,96 para o tipo comum, após alta de 0,34%, e R$ 5,96 para o S-10, que recuou 0,17% em julho na comparação com junho.

Os preços de diesel comum e S-10 mais altos do país em julho foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 6,81, após baixa de 0,29%, e R$ 6,60, após queda de 0,15%, respectivamente.

Levantamento por estado

O IPTL mostra que a maior média para o diesel comum em julho foi registrada no Acre, de R$ 7,61, mesmo após uma redução de 1,42% ante junho.

O Paraná aparece como o estado onde o motorista encontrou o diesel comum mais em conta em julho: a R$ 5,89, mesmo após alta de 0,68% ante o mês anterior.

O Tocantins, por sua vez, apresentou a alta mais significativa do país para o diesel comum, de 2,31%, comercializando o combustível por R$ 6,20 em média. O combustível teve sua maior queda no mês registrada no Amazonas, de 2,57%, sendo comercializado, em média, por R$ 6,82.

Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em julho também foi o do Acre: R$ 7,59, após uma queda de 0,52% ante junho. No Paraná foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 5,91, mesmo após aumento de 0,51% no valor do combustível no estado.

Em Pernambuco foi registrada a maior alta para o diesel S-10: de 0,85% (R$ 5,93). O Amazonas foi a unidade federativa com a maior queda para o S-10: de 1,61%, registrando preço médio de R$ 6,74.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log



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Mercado do boi reage com alta nas arrobas



Boi gordo registra alta em várias regiões




Foto: Pixabay

A análise desta quinta-feira (31), publicada no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, apontou elevação nos preços do boi gordo em diversas regiões do país. Em São Paulo, a cotação reagiu com alta de R$ 3,00 por arroba para o boi gordo e de R$ 2,00 por arroba para o chamado “boi China”. A valorização ocorreu em razão da combinação entre escalas curtas de abate, melhora nas vendas de carne no mercado interno e menor oferta de boiadas por parte dos vendedores. Para as fêmeas, os preços permaneceram estáveis.

No estado da Bahia, a região Sul apresentou menor volume de oferta, mas os preços seguiram sustentados. As escalas de abate na localidade estão, em média, com 17 dias. Já na região Oeste, houve elevação nos preços de todas as categorias. A arroba do boi gordo e da novilha subiu R$ 2,00, enquanto a vaca registrou alta de R$ 3,00.

Em Tocantins, as cotações também subiram. No Sul do estado, a menor disponibilidade de animais resultou em aumento de R$ 2,00 na arroba do boi gordo e da novilha, e de R$ 1,00 para a vaca. As escalas de abate estão, em média, para oito dias. Na região Norte do estado, houve elevação de R$ 2,00 por arroba para o boi gordo, enquanto os preços da vaca e da novilha permaneceram estáveis.





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Embaixador nega mudanças e diz que COP30 permanece em Belém



Faltando 100 dias para o início da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), 29 nações assinaram uma carta direcionada ao presidente Lula solicitando a transferência do evento, em Belém, para outra cidade.

O argumento utilizado não apenas por países em desenvolvimento, mas também por desenvolvidos, como Canadá, Suécia e Holanda, são os altos preços cobrados pelo sistema hoteleiro da capital paraense.

O próprio presidente da COP30, o embaixador André Correa do Lago, admite que os preços na cidade chegam até a dez vezes mais ao que é praticado pelo mercado.

No entanto, ele reiterou que o evento será, de fato, realizado em Belém. Lago afirmou que o Brasil está atuando para garantir que todos os países, em especial os mais pobres, consigam participar da conferência, marcada para ocorrer entre 10 e 21 de novembro.

“A COP30 vai ser em Belém, o encontro de chefes de Estado vai ser em Belém e não há nenhum plano B. O que aconteceu foi uma reunião de emergência e os representantes dos países disseram ter uma preocupação muito grande por causa dos preços de hospedagem em Belém e que esses preços estão muitíssimo acima de qualquer aumento que houve em qualquer outra COP”, relatou o embaixador.

Lago afirmou que o governo está trabalhando para oferecer tarifas de hospedagem entre US$ 100 e US$ 600, com prioridade para essas delegações de países em desenvolvimento.

O embaixador relatou ainda que para essas delegações de países com maior dificuldade de hospedagem, a ONU está oferecendo uma diária que gira em torno de US$ 143 a US$ 149 o que seria insuficiente para a manutenção dos representantes na COP30.

“Esses países se manifestaram de maneira muito clara na reunião. Disseram que, com a diária de cerca de US$ 143 que recebem, precisam de quartos entre 50 e 70 dólares para poder participar. Se você olhar hoje os preços em Belém, há centenas de quartos nessa faixa. Mas nas datas da COP, os valores disparam”, explicou.

“Sendo o Brasil um país em desenvolvimento e querendo uma COP inclusiva, temos que encontrar uma maneira de que esses países possam estar em Belém, porque eles também dizem que a COP, com a ausência dos países mais pobres, ficaria sem legitimidade por não ter a universalidade. O governo está trabalhando para oferecer quartos dentro do que eles podem pagar”, completou.

Disponibilidade de hospedagem

Em nota divulgada na manhã de hoje, a Secretaria Extraordinária da COP30 informou que 2.500 quartos foram disponibilizados para as delegações. Foram reservados 15 quartos individuais por delegação para 73 países que se enquadram em alguma das classificações, com tarifas entre US$ 100 (R$ 554) e US$ 200 (R$ 1109).

Outros 10 quartos individuais por delegação, com tarifas entre US$ 220 (R$ 1.220) e US$ 600 (R$ 3.327), foram disponibilizados para os demais países.

“Tem uma equipe na Casa Civil que está acompanhando e tratando dessa questão de hospedagem. Essa equipe está procurando soluções e já propôs uma primeira solução para assegurar que todos os países da ONU possam estar presentes na COP. O governo está atuando de maneira muito firme para que todos os países possam participar da conferência”, afirmou.

Cerca de 45 mil pessoas estão previstas para participar da COP30 e a organização da conferência precisa expandir os 18 mil leitos de hotel normalmente disponíveis em Belém.

O governo já anunciou que dois navios de cruzeiro serão usados como hotéis temporários para a COP30. As duas embarcações têm aproximadamente 3.900 cabines, com capacidade de até 6 mil leitos disponíveis durante a conferência, o maior evento climático do planeta.

Belém vai ganhar três hotéis de alto padrão, construídos por grupos internacionais, e estão sendo feitas negociações com plataformas virtuais como Airbnb e Booking para cadastrar imóveis e aumentar a oferta de quartos disponíveis.

Uma nova reunião está agendada para o próximo dia 11 de agosto, com o objetivo de dar continuidade ao diálogo sobre o conjunto de ações para a realização da COP30. Entre os pontos que serão debatidos estão: acomodação, transporte, segurança e alimentação.



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confira como as cotações do boi gordo encerraram a semana



O mercado físico do boi gordo apresentou negociações acima da referência média durante esta sexta-feira (1).

No entanto, as negociações aconteceram apenas de maneira pontual, com algumas indústrias frigoríficas ausentes da compra de gado, de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

“A expectativa ainda é de alguma alta dos preços, mesmo que isso aconteça de maneira comedida, considerando o encurtamento das escalas de abate, em especial para os frigoríficos de menor porte”, diz o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, quando se trata dos frigoríficos de maior porte, o quadro é diferente: as escalas de abate estão mais confortáveis, ainda considerando a incidência de animais de parceria (contratos a termo) e a utilização de confinamentos próprios.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 300,17 — ontem: R$ 299,75
  • Goiás: R$ 283,75 — R$ 281,43
  • Minas Gerais: R$ 289,41 — R$ 288,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 301,14 — R$ 299,66
  • Mato Grosso: R$ 293,65 — R$ 291,82

Mercado atacadista

O mercado atacadista confirma a tendência e apresenta elevação em seus preços. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia somado ao adicional de consumo relativo ao Dia dos Pais.

“A situação das proteínas concorrentes ainda merece atenção, em especial da carne de frango, que ainda se mostra muito mais competitiva se comparado a carne bovina”, assinalou.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 22,40 alta de R$ 1,00. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 17,50 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,98%, sendo negociado a R$ 5,5451 para venda e a R$ 5,5431 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5269 e a máxima de R$ 5,6279. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,3%.



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Trump diz que Lula pode falar com ele quando quiser



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (1) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ligar para ele “quando quiser”. A afirmação foi dada em entrevista no jardim da Casa Branca à jornalista da TV Globo Raquel Krähenbühl.

“Ele pode falar comigo quando quiser”, ressaltou. A respeito da tarifa de 50% aplicada sobre os produtos brasileiros, que deve começar a valer na próxima quarta-feira (6), Trump não forneceu detalhes, mas completou: “As pessoas que estão comandando o Brasil fizeram a coisa errada.”

Apesar da crítica, o republicano disse que “ama o povo do Brasil” e evitou antecipar qualquer medida. “Vamos ver o que acontece”, afirmou.

Ainda de acordo com a reportagem da TV Globo, fontes do Itamaraty avaliaram a declaração como um gesto e que as “peças estão se movimentando”. Entretanto, ponderaram que uma ligação entre Trump e Lula requer muita preparação.

Na última terça-feira (29 de julho), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia afirmado que uma conversa entre os dois poderia acontecer. Segundo ele, não há obstrução dos canais de diálogo entre os negociadores das duas nações, porém, esse contato direto entre os chefes de Estado exige uma preparação protocolar mínima.

“É papel nosso, dos ministros, justamente azeitar os canais para que a conversa, quando ocorrer, seja a mais dignificante e edificante possível”, disse. “Tem que haver uma preparação antes para que seja uma coisa respeitosa, para que os dois povos se sintam valorizados à mesa de negociação, não haja um sentimento de viralatismo, de subordinação”, acrescentou.

No entanto, durante a semana, conforme a reportagem da TV Globo, fontes do Planalto afirmaram que os canais com a Casa Branca estão fechados e que o governo enfrenta dificuldades para estabelecer uma ponte direta com o núcleo político do governo Trump.



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Chuvas voltam ao Paraná e São Paulo, mas tempo seco persiste em outras áreas



O tempo seco segue predominante em áreas centrais do país nos próximos dias. Essa condição favorece a colheita da segunda safra em regiões do Matopiba, especialmente para culturas como milho, algodão, sorgo e feijão. Produtores que já estão colhendo devem ser beneficiados pela ausência de chuvas, que evita perdas por excesso de umidade.

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No entanto, a falta de precipitações ainda preocupa aqueles que dependem de umidade para o enchimento de grãos, principalmente nas lavouras em final de ciclo. O déficit hídrico pode impactar a produtividade em algumas áreas.

Em Roraima, onde a safra de soja ainda está em andamento, a previsão indica uma diminuição no volume de chuvas. A expectativa é de que chova menos do que o normal para o período, o que pode acelerar o término do ciclo, mas também limitar o desenvolvimento das lavouras ainda em crescimento.

Chuvas previstas

No Sul do país, uma mudança importante está prevista. A entrada de umidade deve provocar um aumento nas chuvas no Paraná e em parte de São Paulo. Em algumas cidades paranaenses, por exemplo, onde o normal para agosto é de 30 mm, os volumes podem superar 35 mm. Esse reabastecimento hídrico é bem-vindo, especialmente após semanas de solo mais seco.

Além disso, a passagem de uma nova frente fria ao longo da próxima semana deve levar chuva ao Sul e, posteriormente, ao Sudeste. Embora os volumes ainda não sejam suficientes para repor totalmente a umidade do solo, ajudam a melhorar a qualidade do ar.

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Frente fria leva temporais e ventania para região brasileira neste fim de semana



Uma nova frente fria avança sobre o Sul do Brasil ao longo deste fim de semana, marcando a chegada do primeiro sistema frontal de agosto, de acordo com a Climatempo.

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Contudo, o alerta principal é para todo o Rio Grande do Sul, que será o mais afetado pelas instabilidades já neste sábado (2).

De acordo com o mapa de risco abaixo, a faixa em vermelho indica áreas com potencial para temporais, abrangendo a Região das Missões, oeste, central e vales gaúchos. Nessas áreas, a precipitaçãoa deve ser intensa, acompanhada por raios e rajadas de vento.

Já nas áreas em amarelo, a previsão é de pancadas de chuva entre moderadas e fortes, mas sem o mesmo risco de severidade.

Veja as dez cidades gaúchas que mais receberão chuva neste sábado:

  • Rio Pardo: 50,1 mm
  • Cachoeira do Sul: 34,0 mm
  • Júlio de Castilhos: 33,9 mm
  • Osório: 29,0 mm
  • Santa Maria: 28,7 mm
  • Charqueadas: 27,4 mm
  • São Sepé: 26,4 mm
  • Xangri-Lá: 26,3 mm
  • Nova Santa Rita: 26,1 mm
  • Canoas: 22,8 mm

No domingo (3), a instabilidade permanece sobre o Rio Grande do Sul, mas começa a avançar para Santa Catarina e Paraná. O destaque segue sendo o norte e noroeste gaúcho, onde os acumulados continuam elevados:

  • Horizontina: 44,8 mm
  • São Miguel das Missões: 42,6 mm
  • São Luiz Gonzaga: 40,0 mm
  • Três Passos: 39,9 mm
  • Três de Maio: 36,3 mm
  • Santo Ângelo: 34,4 mm
  • Carazinho: 32,9 mm
  • Santa Rosa: 31,7 mm
  • Santo Augusto: 29,1 mm
  • Panambi: 27,3 mm

Chuva se espalha para SC e PR

Após o fim de semana, a frente fria se desloca lentamente para o norte, espalhando chuva para Santa Catarina e Paraná.

De acordo com a previsão da Climatempo, entre este sábado e a próxima quarta-feira (6), os acumulados previstos variam entre 20 mm e 40 mm na maior parte dos dois estados. Pontualmente, o sudeste e oeste catarinense, além do oeste do Paraná, podem registrar volumes entre 40 mm e 60 mm.



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Fim da semana: soja tem dia travado e negócios ficam estagnados



O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com pouca movimentação e preços praticamente estáveis. Segundo o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, os negócios seguiram travados diante da ausência dos principais players, spreads ainda elevados e um descompasso entre compradores e vendedores.

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Nesta sexta-feira (1º), apesar da leve alta em Chicago e da firmeza dos prêmios de exportação, a queda do dólar reduziu o impulso para os preços domésticos. O cenário manteve o mercado físico com baixa liquidez, com produtores e indústrias adotando postura cautelosa nas negociações.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 132,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 133,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 138,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 122,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 122,00 para R$ 121,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 124,00 para R$ 123,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mistos. O mercado ensaiou recuperação puxado por fatores técnicos e pela possibilidade de avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Ainda assim, o cenário fundamental permaneceu negativo, com expectativa de safra cheia nos EUA.

O clima continua favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas, fortalecendo a perspectiva de uma colheita robusta. Por outro lado, as incertezas em relação à demanda chinesa ainda pesam sobre os preços.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam inalterados a US$ 9,69 1/2 por bushel. A posição novembro também ficou estável, em US$ 9,89 1/4 por bushel. Na semana, o vencimento novembro recuou 3,1%.

Nos subprodutos, o farelo para setembro subiu US$ 5,00 (1,88%), a US$ 270,90 por tonelada. Já o óleo caiu 0,79 centavo (1,42%), fechando a 54,48 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira em baixa de 0,98%, cotado a R$ 5,5451 para venda e R$ 5,5431 para compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre R$ 5,5269 e R$ 5,6279. Na semana, acumulou desvalorização de 0,3%.



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