sábado, maio 9, 2026

Autor: Redação

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Acordo entre Sebrae e Mapa fortalece acesso a mercados e melhora a produção do campo



O Sebrae e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) assinam nesta quarta-feira (6), em Brasília, um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que visa impulsionar a produtividade e a competitividade dos pequenos negócios do campo. As ações de acesso a mercados e sustentabilidade também estão previstas nesta parceria.

O acordo prevê ainda, o fortalecimento de certificações como o Selo Arte, voltado à identificação de produtos artesanais de origem animal. O Selo Arte, é um certificado de identidade e qualidade, que possibilita o comércio nacional de produtos alimentícios.

A estimativa é que cerca de 2,5 mil estabelecimentos possam se beneficiar diretamente da ação. “Vamos levar ainda mais oportunidades com o Selo Arte, que agrega valor a esses produtos”, ressalta o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

“Vamos trabalhar os serviços de inspeção municipal dos consórcios para que eles façam a adesão ao SISBI e ampliem a comercialização, trabalharemos também no aumento do número de serviços de inspeção municipal consorciados e não consorciados, reduzindo a informalidade”, afirma o presidente do Sebrae, Décio Lima.

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Além disso, Lima explica que a iniciativa vai valorizar a segurança dos alimentos dos pequenos produtores: “queremos, por meio dessa iniciativa, destacar a importância da inclusão produtiva dos pequenos produtores para o desenvolvimento econômico, a valorização cultural e a segurança do alimento.”



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Líder mundial: 1 a cada 5 quilos de carne exportada é do Brasil. Entenda


Pecuaristas, a pecuária brasileira reafirma seu protagonismo na economia do país. Em 2024, a cadeia produtiva da carne bovina movimentou impressionantes R$ 987,36 bilhões, o que equivale a 8,4% do PIB nacional. Esse número representa um avanço de 5,4% em relação a 2023, ou 9,5% se não considerada a inflação.Assista ao vídeo e confira os detalhes desses dados.

Esses dados, que demonstram a força e a pujança do setor, foram detalhados no “Beef Report 2025“, uma publicação anual da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

O agrônomo e consultor de pecuária Maurício Nogueira, sócio-diretor da Athenagro, forneceu os insights sobre a publicação, que consolida as principais estatísticas da cadeia pecuária brasileira. Clique e baixe o relatório completo.

Recorde nas exportações e liderança mundial

carne bovina frigoríficoscarne bovina frigoríficos
Foto: Freepik

Um dos principais motores desse crescimento foi o desempenho histórico nas exportações. Em 2024, o Brasil alcançou um marco histórico, exportando 2,89 milhões de toneladas de carne bovina para 157 países.

O faturamento de US$ 12,8 bilhões foi o segundo maior da série histórica, representando um aumento de quase 22% em relação a 2023.

O relatório destaca que a carne bovina in natura foi o principal item de exportação, e a China se manteve como o maior destino, absorvendo 46% do volume exportado.

Com isso, o Brasil consolidou sua posição de líder mundial, sendo responsável por 21% da carne bovina comercializada internacionalmente, o que significa que 1 a cada 5 quilos de carne exportada no mundo é de origem brasileira.

Avanços em produtividade e sustentabilidade

Bovinos se alimentando com DDG no cocho. Foto: DivulgaçãoBovinos se alimentando com DDG no cocho. Foto: Divulgação
Bovinos se alimentando com DDG no cocho. Foto: Divulgação

O “Beef Report 2025” mostra que o crescimento do setor não se deu apenas pelo aumento da área, mas por uma evolução em produtividade e eficiência. A produção total de carne bovina atingiu 11,8 milhões de toneladas, o maior volume já registrado.

Paralelamente, a área de pastagem foi reduzida em 11% nas últimas duas décadas, enquanto a produtividade cresceu mais de 70%, passando de 2,8 para quase 5 arrobas por hectare/ano.

Essa conquista foi impulsionada, em grande parte, pelo recorde de 8,8 milhões de animais confinados em 2024. O relatório projeta que, nos próximos anos, esse número pode chegar a 13 ou 14 milhões de cabeças.

O modelo de produção se torna cada vez mais sustentável, alinhado a políticas como o Plano ABC+ e o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD).

Reconhecimento sanitário e rastreabilidade

Foto: Wenderson Araujo/CNA

A conquista do status de “livre de febre aftosa sem vacinação” pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) é um ponto crucial para o futuro do setor.

Esse reconhecimento consolida a confiança sanitária da pecuária brasileira e abre portas para mercados premium que exigem esse status.

O lançamento, em 2024, de um programa nacional de identificação individual de bovinos e bubalinos reforça o compromisso do Brasil com a rastreabilidade e a transparência em toda a cadeia produtiva.

A combinação de vigilância ativa, protocolos modernos e boas práticas garante à carne brasileira um dos melhores perfis sanitários do mundo.

Impacto econômico e projeções futuras

Agricultura familiar, Bahia, exporta, exportação, produtos, Portugal, contêiner, medida provisóriaAgricultura familiar, Bahia, exporta, exportação, produtos, Portugal, contêiner, medida provisória
Foto: Manu Dias/GovBA

O mercado interno continua sendo o principal consumidor, absorvendo cerca de 70% da produção nacional em 2024. As exportações de carne bovina representaram 42% do total de exportações da pecuária, um segmento que movimentou US$ 30,5 bilhões.

As projeções para os próximos anos são de crescimento sustentado, com a produção podendo atingir mais de 13 milhões de toneladas até 2034.

A pecuária brasileira está posicionada para continuar garantindo a segurança alimentar global, elevando a produtividade e reduzindo o impacto ambiental, consolidando-se como uma das mais eficientes e sustentáveis do planeta.



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AgroNewsPolítica & Agro

Sumitomo Chemical destaca inovação no 54º Congresso Brasileiro de Fitopatologia 2025


A Sumitomo Chemical marca presença no 54º Congresso Brasileiro de Fitopatologia em Lavras (MG), de 3 a 8 de agosto de 2025, promovido pela Sociedade Brasileira de Fitopatologia e realizado no Centro de Eventos da UFLA. Reconhecido como um dos principais eventos científicos do setor, o congresso reúne especialistas, pesquisadores, profissionais do agro e representantes da indústria para debater avanços no manejo de doenças de plantas.

Com 50 anos no Brasil e mais de um século de tradição em pesquisa, a empresa se consolidou como referência global no desenvolvimento de Fungicidas com modos de ação exclusivos, como o Indiflin™ e o PAVECTO® — este em fase de registro e integrante da nova classe química das tetrazolinonas, fruto de codesenvolvimento com a BASF.

Durante o evento, a Sumitomo Chemical apresentará um portfólio robusto e inovador, que inclui:

• Excalia®Max: combinação única do Indiflin™ (Inpyrfluxam) com o Tebuconazol, oferecendo ação sistêmica e alta eficiência no manejo de doenças, especialmente no manejo de resistência. Registrado para soja, milho, trigo, cafés arábica e conilon, além da maçã, é uma ferramenta estratégica no controle de doenças, contribuindo para manter o potencial produtivo das culturas.

• PAVECTO®, codesenvolvido com a BASF: inaugurando a classe das tetrazolinona, o produto está em fase de registro e tem perfil técnico diferenciado, modo de ação único e eficácia mesmo diante da mutação genética G143A, que compromete QoIs tradicionais.

• Pladius®: lançamento voltado para a soja, recomendado para o início do ciclo da cultura, com combinação tripla que inclui Indiflin® associado a um triazol e uma estrobilurina.

• Tróia: fungicida multissítio que atua simultaneamente em diferentes alvos no metabolismo dos fungos, auxiliando no manejo de resistência e ampliando o espectro de controle.

• Curado: triazol sistêmico com ação curativa e preventiva, indicado para o controle de doenças-chave em diversas culturas.

• Tamiz: estrobilurina com efeito fisiológico, que controla doenças e contribui para a manutenção da área foliar verde.

• Tenaz: fungicida de amplo espectro com alta persistência de controle, ideal para programas de manejo integrado.

• Sialex: solução sistêmica de alta eficiência contra doenças de final de ciclo, com excelente seletividade.

Segundo Marcelo Figueira, gerente de fungicidas LATAM da Sumitomo Chemical, a participação da companhia no congresso reforça seu protagonismo na oferta de soluções únicas e eficazes. “Nosso portfólio inovador reafirma o compromisso em entregar tecnologias que mantêm o potencial produtivo das lavouras, com segurança agronômica e sustentabilidade. Produtos como Excalia®Max, PAVECTO® e Pladius® são exemplos de como a ciência e a inovação podem transformar a agricultura brasileira”.

Para Diogo Togni (foto abaixo), gerente de Pesquisa e Desenvolvimento LATAM da Sumitomo Chemical, a pesquisa em fungicidas é a base que sustenta a inovação da companhia. “Na Sumitomo Chemical, transformamos ciência em soluções que protegem lavouras, preservam o futuro e geram valor para o produtor”, completou Togni.

Palestras

Confira a participação da Sumitomo Chemical na programação de palestras do Congresso de Fitopatologia:

• Painel Pesticidas 2025

  7 de agosto, 08h–10h

  Palestra: Fungicidas do Futuro: Inovações e Novas Abordagens para o Manejo de Doenças de Plantas

  Palestrante: Diogo Togni, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento LATAM – Sumitomo Chemical

• Palestra Especial Sumitomo Chemical

  5 de agosto, 17h–17h30

Tema: Sumitomo Chemical: Inovação que transforma a agricultura

Palestrante: Marcelo Figueira, Gerente de Fungicidas LATAM – Sumitomo Chemical

A presença da Sumitomo Chemical no Congresso Brasileiro de Fitopatologia reafirma seus valores de ciência, inovação e contribuição para a sustentabilidade do agronegócio, com soluções que garantem desempenho e segurança às lavouras brasileiras.





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Aprosoja TO destaca avanços do agro e protagonismo do agricultor



A Associação dos Produtores de Soja e Milho do Tocantins (Aprosoja TO) promoveu uma noite de celebração no último final de semana, com a reunião de cerca de mil convidados na Arena Bacuri, em Palmas. O evento marcou a comemoração do Dia do Agricultor, celebrado em 28 de julho, e os 12 anos de fundação da entidade, criada em 27 de setembro de 2013.

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Produtores, autoridades e parceiros participaram do encontro que destacou a importância de quem trabalha diariamente no campo. “Estou grata e emocionada por celebrar o Dia do Agricultor, que reconhece o valor dos nossos associados, que produzem com responsabilidade e fortalecem toda a cadeia do agronegócio”, afirmou a presidente Caroline Barcellos.

Ela também reforçou o papel essencial dos produtores na geração de alimentos, renda e segurança alimentar. Segundo Caroline, a data foi uma oportunidade de valorizar o esforço e a dedicação dos agricultores que fortalecem o agro tocantinense.

Presente no evento, o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, elogiou a atuação da entidade no estado. Para ele, o trabalho técnico, político e institucional desenvolvido pela Aprosoja TO a torna uma referência nacional, próxima dos produtores e com resultados concretos.

O secretário de Agricultura e Pecuária, Jaime Café, também reconheceu a importância da associação, afirmando que a entidade tem sido uma parceira estratégica do agronegócio no Tocantins. Ele ressaltou o apoio dado aos produtores e a articulação junto aos órgãos públicos como fatores essenciais para o avanço sustentável da agricultura no estado.



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Por que o mesmo feijão nunca é igual?


Você já reparou que, às vezes, o feijão que você compra sempre, da mesma marca, preparado do mesmo jeitinho, com o mesmo tempero, acaba ficando com um sabor diferente? E aí vem aquela dúvida: “Será que errei a mão no sal?”, “Será que deixei
tempo demais no fogo?” ou até “Será que a marca mudou alguma coisa?”. Pois é, na
maioria das vezes, nada disso aconteceu. O que muda é o próprio feijão.

Dentro de cada tipo, carioca, preto, jalo, rajado, existem várias “famílias”, chamadas cultivares. É como se fossem primos, todos parecidos na aparência, mas cada um com um jeito e um sabor próprio. Alguns são mais adocicados, outros mais intensos. Tem cultivar que cozinha rápido, outra que demora mais. Tem o feijão que deixa o caldo clarinho e leve, e aquele que faz um caldo grosso e encorpado. E, quando a indústria compra feijão de diferentes produtores para atender a demanda, pode acabar misturando cultivares distintas. Assim, mesmo sendo todos “cariocas” ou todos “pretos”, cada lote conta uma história diferente no sabor.

E não é só a genética que faz isso acontecer. O lugar onde o feijão nasce também deixa sua marca. Quem planta, sabe: solo, clima, altitude, umidade e até as árvores em volta podem mudar o sabor. É como no café e no vinho, onde o terroir é parte da identidade.

Um exemplo que adoro contar é o do centro-sul do Paraná. Ali, as lavouras de feijão crescem cercadas por florestas de pinheirais, num clima mais fresco e úmido. O resultado é um feijão com sabor mais encorpado, que se destaca no prato. É algo que você sente na primeira colherada e que simplesmente não dá para copiar em outro lugar.

Agora, imagine se o consumidor pudesse descobrir tudo isso na hora da compra. Bastaria um QR Code na embalagem para contar de onde veio o feijão, qual cultivar é, como foi plantado e até mostrar fotos da lavoura. Mais que isso: já existem produtores que cultivam usando até 95% de insumos biológicos, praticamente dispensando defensivos químicos, cuidando do solo e da natureza. É o tipo de informação que faria muita gente escolher aquele pacote na hora, e pagar um pouco mais por saber que está levando para casa um produto especial.

E é aí que está a oportunidade. Em tempos de preços que muitas vezes não cobrem o custo de produção, diferenciar o feijão pela sua origem, pela cultivar e pelas práticas de cultivo pode criar um espaço premium no mercado interno. Isso já funciona em outros alimentos. No vinho e no café, as pessoas escolhem não só pelo sabor, mas também pela história que vem junto. E por que não com o feijão? Para o consumidor, é a chance de levar para casa um alimento com identidade. Para o empacotador, é a possibilidade de oferecer algo diferente. Para o produtor, é reconhecimento e remuneração mais justa pelo seu trabalho.

No fundo, o feijão é muito mais do que um grão que vai para a panela. Ele é cultura, memória e sabor. Cada cultivar, cada região, cada safra tem algo a contar. Imagine entrar no mercado e ver na gôndola: “Feijão-preto cultivar X, do Centro-Sul do Paraná, cultivado entre pinheirais, com 95% de insumos biológicos. Sabor encorpado, perfeito para feijoadas.” Ou então: “Feijão-carioca cultivar Y, do Alto Paranaíba, MG, cremoso e delicado, ideal para caldos e sopas.” Dá até vontade de cozinhar só de pensar.

O Brasil é um grande produtor e consumidor de feijão do mundo. Temos uma diversidade de sabores e histórias que nenhum outro país tem. Mas, enquanto tratarmos o feijão como tudo igual, vamos seguir desperdiçando um potencial enorme. Valorizar as cultivares, reconhecer a influência da região e contar como ele foi produzido é um caminho para fortalecer o mercado, aumentar o consumo e, principalmente, fazer justiça com quem planta. Porque, no fim das contas, cada grão carrega uma história. E está mais do que na hora de a gente ouvir, e saborear, todas elas.

*Marcelo Lüders é presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), e atua na promoção do feijão brasileiro no mercado interno e internacional


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Trump diz que EUA estão perto de fechar acordo comercial com a China



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (5), em entrevista à trde de TV CNBC, que oa EUA estão perto de fechar um acordo comercial com a China.Trump acrescentou que o acordo “não é imperativo”, mas que poderia ser um “bom” acordo.

A guerra comercial entre China e Estados Unidos começou após Trump impor tarifas de 10% sobre todas as importações chinesas em fevereiro, elevando-as para 20% em março. Após várias medidas recíprocas, as tarifas americanas sobre produtos chineses alcançaram 145%, enquanto as tarifas chinesas sobre exportações americanas chegaram a 125%.

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Ambos os países concordaram em reduzir suas respectivas tarifas para 10% durante 90 dias a partir de 14 de maio. Dessa forma, a China impôs uma tarifa de 10% sobre as importações dos EUA, enquanto os EUA aplicam uma tarifa de 30% sobre as importações da China, pois a tarifa de 20% sobre o fentanil permanece vigente.



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Preço de soja sobe em Mato Grosso com apoio dos prêmios



Na última semana, o preço da soja disponível em Mato Grosso registrou alta de 2,11% em relação ao período anterior, sustentado pelos prêmios portuários mais atrativos. A média semanal ficou em R$ 116,22 por saca.

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Já a paridade de exportação para o contrato com vencimento em março de 2026 recuou 0,71% na comparação semanal, encerrando o período em R$ 106,95 por saca. A queda está atrelada à desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago, que cederam 2,12% na semana.

O contrato mar/26 fechou cotado a US$ 10,34 por bushel, pressionado pela expectativa de uma safra recorde nos Estados Unidos e pela menor demanda da China pela soja norte-americana.

Por outro lado, os prêmios no porto de Paranaguá referentes ao contrato mar/26 avançaram com força e registraram média de US$ 26,40 por tonelada, alta de 94,12% frente à semana anterior. O movimento ajudou a compensar parte das perdas externas, com suporte ao mercado físico em Mato Grosso.

Apesar desse alívio, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) alerta que os desdobramentos das relações comerciais entre Estados Unidos e China devem continuar no radar, já que esse cenário tende a influenciar diretamente os preços praticados no estado.

As informações constam no Boletim Semanal do Imea.



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Tarifaço pode prejudicar renda de 40 mil famílias produtoras de mel



Fora da lista de exceções com quase 700 produtos, o setor brasileiro de mel pode ser um dos mais prejudicados com a nova tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, que começa a valer na próxima quarta-feira (6). Atualmente, os EUA são responsáveis por 85% das compras de mel exportado pelo Brasil.

Para Samuel Araujo, CEO do Grupo Sama, que reúne empresas exportadoras de mel do Nordeste,a situação é preocupante.

“As medidas são extremamente negativas para o Brasil. A sobretaxa de 50% praticamente nos retira do mercado. Embora o país tenha outros destinos, não há dúvidas de que o mercado americano é o mais importante. Ele representa 85% das nossas exportações de mel e é um dos maiores importadores do mundo”, afirma.

Segundo Araujo, cerca de 450 mil famílias estão envolvidas na produção de mel no país, das quais 350 mil têm na atividade sua principal fonte de renda. Ele destaca ainda que grande parte dessa rede produtiva é formada por pequenos produtores da agricultura familiar.

O apicultor alerta que, apenas no Piauí, estado onde estão localizadas as empresas do grupo, o impacto da medida pode atingir cerca de 40 mil famílias. Diante desse cenário, representantes do setor já iniciaram articulações com os governos estadual e federal.

“Estamos muito preocupados. Já conversamos com o governo do Piauí e protocolamos sugestões para amenizar os efeitos dessa medida, que afeta diretamente uma cadeia sensível. Um impacto de apenas 5% nas exportações pode atingir 40 mil famílias envolvidas com a produção no estado”, explica.

Ajuda do governo

Para o empresário, é fundamental que o plano de contingência, que está sendo elaborado pelo governo federal, seja colocado em prática o quanto antes.

“Precisamos de uma intervenção rápida. Já enfrentamos um fluxo de caixa apertado desde a pandemia, com baixa produtividade e preços desfavoráveis. Por isso, é urgente a liberação de créditos, como os de PIS, Cofins e ICMS, que podem ser acelerados sem uso de recursos do próprio estado”, afirma Araujo.

O setor também pede linhas de crédito com juros reduzidos para ajustar o fluxo de caixa à nova realidade do mercado e propõe que o governo estadual participe diretamente do apoio ao setor, inclusive compensando parcialmente o impacto da sobretaxa, especialmente para os produtores mais vulneráveis.

“As empresas são essenciais para o funcionamento da cadeia, pois são elas que detêm as licenças e fazem o comércio acontecer. O apicultor não consegue acessar o mercado internacional sozinho. Por isso, é fundamental que o governo atue em todas as pontas, da base produtiva às empresas exportadoras”, afirma.



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AgroNewsPolítica & Agro

Agrilife apresenta solução que controla perdas produtivas por estresses climáticos


Mudanças no clima têm exigido tecnologias mais avançadas no campo e empresa lança na Andav 2025 o VacStress, produto que promove respostas naturais rápidas da planta

As mudanças climáticas são um desafio constante para a agricultura brasileira, já que o estresse causado por secas, chuvas e outras condições meteorológicas pode comprometer a produtividade de importantes culturas e causar perdas significativas. Para ajudar os produtores diante dessa adversidade, a Agrilife Solutions, empresa especializada em nutrição inteligente e bioestimulação, lança o produto VacStress no Congresso Andav 2025, que ocorre de 5 a 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

A novidade traz em sua composição uma molécula patenteada com ação sinalizadora, que funciona como uma vacina reduzindo e controlando perdas produtivas por estresses abióticos como seca, calor, entre outros. O VacStress promove respostas naturais rápidas ao estimular osmoprotetores e antioxidantes, mantendo o equilíbrio celular da planta que enfrenta situações climáticas e ambientais estressantes.

“Ao ouvirmos produtores de diversas regiões do País, desenvolvemos o VacStress para ativar os mecanismos naturais de defesa da planta e melhorar sua resiliência fisiológica”, destaca Everton Molina Campos, diretor de marketing da Agrilife Solutions.

O lançamento oficial da nova solução no Congresso Andav também não é coincidência, como ressalta o diretor de marketing da empresa. “É um evento de referência para o setor, com grande foco em tecnologias inovadoras para o campo. Por isso, apresentar o VacStress ao mercado lá foi uma escolha natural e novamente posiciona a Agrilife como uma das empresas que mais investem em nutrição inteligente e bioestimulação”, diz Everton.

Além do VacStress, a Agrilife Solutions lançará no Congresso Andav 2025 diversas outras novidades, desenvolvidas exclusivamente para otimizar manejos e impulsionar as estratégias do produtor rural. Para conferir, visite o estande da empresa durante o evento, posicionado no espaço N80.

Serviço:

Agrilife no Congresso Andav 2025

Data: de 5 a 7 de agosto de 2025

Local: Transamerica Expo Center, em São Paulo, Estande N80

Programação oficial e mais informação em: https://www.eventosandav.com.br/ 

 





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chuva nas regiões produtoras reduzem a oferta



Na última semana, os preços da batata ágata especial subiram no atacado, é isso o que mostram os levantamentos da equipe Hortifrúti/Cepea.

Segundo pesquisadores, as chuvas ocorridas em Vargem Grande do Sul (SP) e no Sudoeste Paulista dificultam a colheita, reduzindo a oferta e impulsionando as cotações. 

No atacado de São Paulo, a alta foi de 21,9%, em relação à semana anterior, à média de R$ 45/sc entre 28 de julho e 1º de agosto. Em Belo Horizonte (MG) e no Rio de Janeiro, as valorizações foram ainda maiores, de 25,4% e 29,8%, respectivamente, para R$ 46/sc e R$ 48/sc. 

Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea explicam que, apesar da expectativa de maior demanda para esta semana, devido ao início de mês e à volta as aulas, as cotações podem recuar, se confirmada a previsão de tempo firme nas regiões que produzem no momento, o que elevaria o volume ofertado.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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