sábado, maio 9, 2026

Autor: Redação

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Queda do petróleo e expectativa de corte de juros nos EUA são destaques do mercado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta os impactos da queda do petróleo, das incertezas geopolíticas e da expectativa de corte de juros nos EUA.

O Ibovespa subiu 0,14%, aos 133 mil pontos, enquanto o dólar fechou estável a R$ 5,50. A ata do Copom reforçou tom conservador, e a curva de juros reagiu à tensão política com alta nos vértices longos. Hoje, atenção ao fluxo cambial e à balança comercial.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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É verdade que os EUA deixarão de compartilhar dados meteorológicos com o Brasil?



Em meio às sanções anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para lá, surgiu a notícia de que os norte-americanos deixariam de compartilhar dados meteorológicos com os órgãos e profissionais do Brasil.

Para esclarecer essa história, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgaram uma nota conjunta em que mostram que, em parte, a informação é verdadeira.

Isso porque a comunicação de bloqueio ao acesso a dados de satélites meteorológicos foi feita para os dados dos satélites gerenciados pelas Forças Armadas dos EUA, ou seja, referentes aos do sistema DMSP, do inglês Defense Meteorological Satellite Program (Programa de Satélites Meteorológicos de Defesa). Contudo, a restrição não vale apenas ao Brasil, mas a todos os países.

Assim, o comunicado norte-americano indicou que o sistema DMSP deixaria de compartilhar com o público global os dados meteorológicos sobre a atmosfera terrestre e os oceanos a partir de 31 de julho. Além disso, o bloqueio atinge até mesmo agências civis dentro do próprio país.

A nota do Inpe e da AEB ressaltam a importância dos dados do sistema DMSP, processados pelo Centro de Meteorologia Numérica e Oceanografia da Frota da Marinha dos EUA, que sempre foram disponibilizados para instituições de pesquisa, centros de meteorologia, Organização Meteorológica Mundial (WMO) e para todo uso civil.

“Em vários centros de previsão do mundo estes dados são incorporados diariamente nos modelos de previsões meteorológicas globais. Eles complementam os dados de outros satélites meteorológicos e ajudam a tornar as previsões melhores”, destacam os órgãos brasileiros.

No entanto, no dia 29 de julho, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês) emitiu uma nota de atualização enviada diretamente para sua lista de e-mails de um grupo de usuários de centros de previsão global que fazem uso de dados de satélites meteorológicos, como Reino Unido, França, Japão, China, Índia e muitos outros em que diz ter planos para continuar a distribuição de seus dados, mas com suporte limitado ao horário comercial em dias úteis, ou seja, durante oito horas, em cinco dias da semana.

De acordo com o Inpe e a AEB, o comunicado contém uma observação relevante: não haverá interrupção no fornecimento de dados do DMSP, mas eles devem ser considerados como “dados de oportunidade”.

Na esteira desses fatos, foi recentemente anunciado pelo Departamento de Defesa dos EUA que os dados Special Sensor Microwave Imager Sounder (SSMIS) — Sonda de imagem de micro-ondas com sensor especial — continuarão a ser fornecidos até setembro de 2026 ou enquanto os sensores estiverem funcionando.

Quais seriam os impactos ao Brasil?

É válido lembrar que o NOAA utiliza os dados do sistema DMSP para a sua fase de assimilação de dados e que a falta destes dados afetaria a qualidade da análise do Global Forecast System (GFS), um modelo de previsão do tempo do National Centers for Environmental Prediction (NCEP) dos EUA.

“Isto é o que nos afeta diretamente: a qualidade da análise do GFS. Isso porque o INPE utiliza as análises deste modelo para seus modelos de previsão global (BAM) e previsões regionais (ETA, BRAMS e WRF). Porém, como estes dados constituem uma fração pequena dos dados usados no processo, o impacto, relativo a uma eventual a ausência destes dados, neste momento, teria um baixo impacto para nossas previsões”, esclarece a nota conjunta.

Dados de umidade do solo ameaçados

O Inpe e a AED destacam que a falta de tais dados afetaria, também, a qualidade das análises usadas nas previsões sazonais por conjunto e de diversos produtos importantes para diagnósticos da atmosfera e da superfície dos continentes e dos oceanos, como cobertura de gelo, umidade do solo, vento sobre o oceano, perfis de temperatura e umidade da atmosfera.

“No caso de dados de satélites meteorológicos, de forma majoritária, usamos os dados da série GOES, satélites meteorológicos geoestacionários, controlados pela NOAA, organização civil, que não foram atingidos por este bloqueio”, diz a nota.

Por fim, o Inpe e a AEB ressaltam que seguem acompanhando os desdobramentos da situação, a fim de subsidiar o governo federal com informações sobre uma eventual descontinuidade de compartilhamento de dados meteorológicos de satélites dos Estados Unidos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Travamento do mercado do milho ainda segue


O estado do Rio Grande do Sul segue recebendo milho externo mesmo com dificuldades logísticas, segundo informações da TF Agroeconômica. “Apesar da colheita em andamento, a oferta regional é limitada e boa parte dos produtores evita negociar neste momento, priorizando apenas entregas a granjas e pequenos lotes para consumo próprio. As indicações de compra permanecem em R$ 65,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 66,00 em Não-Me-Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi, e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Falta de acordo trava mercado e pressiona custos da pecuária em Santa Catarina. “Em Campos Novos, pedidas variam entre R$ 80,00 e R$ 75,00/saca, enquanto a indústria mantém ofertas máximas em R$ 70,00. No Planalto Norte, pedidos giram próximos de R$ 75,00, contra propostas de em média R$ 71,00, bloqueando novos contratos. A dificuldade de escoar a produção já leva parte dos agricultores a cortar gastos para a próxima temporada”, comenta.

Colheita avança no Paraná e safra deve bater recorde histórico, mas vendas seguem travadas. “As pedidas giram em torno de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto a indústria de rações mantém ofertas abaixo de R$ 70,00 CIF, deixando a liquidez reduzida. Hoje, as cotações variam de acordo com a região: R$ 66,77 na Região Metropolitana de Curitiba, R$ 55,91 no Centro Oriental Paranaense, R$ 54,93 no Norte Central e R$ 54,41 no Oeste do estado”, indica.

A colheita avança lentamente e o mercado continua sem reação no Mato Grosso do Sul. “A liquidez no mercado de milho em Mato Grosso do Sul segue baixa, mesmo após ajustes positivos recentes. As cotações variam entre R$ 44,38 e R$ 50,17/saca, mas ainda não despertam interesse para grandes negócios. Produtores e compradores seguem cautelosos, evitando operações de maior volume diante do cenário de incertezas”, informa.

 





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Arroba do boi gordo continua movimento de alta; confira as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a ter preços mais altos nesta terça-feira (5). O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias considera que o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

De acordo com ele, isso acontece em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, cada vez mais curtas, em especial entre os frigoríficos de menor porte.

“A demanda doméstica também ocupa um papel relevante neste movimento, considerando o Dia dos Pais como uma data comemorativa relevante, que causa impacto positivo no consumo de carne bovina”, diz.

Por fim, Iglesias ressalta que também é importante mencionar que apesar das dificuldades com o mercado norte-americano, o Brasil caminha a passos largos para alcançar um novo recorde de embarques.

Em relação a julho de 2024, houve alta de 56,5% no valor médio das vendas externas da proteína e ganho de 24,5% na quantidade média diária exportada, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 303,67 — ontem: R$ 302
  • Goiás: R$ 288,75 — R$ 284,82
  • Minas Gerais: R$ 291,76 — R$ 290,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 302,73 — R$ 301,93
  • Mato Grosso: R$ 297,64 — R$ 295,68

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes para a carne bovina. Conforme Iglesias, a expectativa ainda é de alta dos preços, considerando que além da entrada dos salários há o adicional de consumo relacionado ao Dia dos Pais.

O movimento tende a ser limitado pelo perfil de consumo da população brasileira que ainda prioriza proteínas mais acessíveis, em especial a carne de frango.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 22,40 por quilo; o dianteiro segue cotado a R$ 17,50 por quilo; e a ponta de agulha foi precificada a R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão estável, sendo negociado a R$ 5,5060 para venda e a R$ 5,5040 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4986 e a máxima de R$ 5,5361.



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Bonsmara x nelore: o cruzamento que gera gado de carne premium no calor


Pecuaristas, a busca por carne de qualidade e maior lucratividade passa pela escolha de genéticas que se complementam de forma inteligente. Ariosto Barbieri, produtor rural no interior do estado de Mato Grosso do Sul, questiona se o cruzamento de touro bonsmara em vacas nelore é uma combinação indicada para produzir carne de alta qualidade. Assista ao vídeo abaixo e confira a resposta completa.

Nesta terça-feira (5), o zootecnista Alexandre Zadra, especialista em genética e cruzamento industrial de bovinos, respondeu a essa dúvida no quadro “Giro do Boi Responde”.

Ele explica que a combinação do bonsmara com o nelore é, de fato, uma excelente opção para o pecuarista que busca um gado de carne premium.

O bonsmara e a maciez da carne

Bovinos bonsmara. Foto: ReproduçãoBovinos bonsmara. Foto: Reprodução
Bovinos bonsmara. Foto: Reprodução

Alexandre Zadra destaca que a maciez da carne está diretamente relacionada à quantidade de sangue taurino do animal. O bonsmara, uma raça desenvolvida a partir do cruzamento de raças africanas e europeias, é selecionado justamente por essa característica de qualidade de carne e precocidade.

Ao cruzar um touro bonsmara com uma vaca zebuína, o resultado é um animal meio-sangue taurino, assim como ocorre com outras raças taurinas (como angus, hereford, simental, caracu ou senepol).

Essa combinação genética garante que o animal produza uma carne naturalmente mais macia do que se fosse um zebuíno puro ou azebuado, atendendo às exigências dos mercados mais nobres.

Vantagens do cruzamento bonsmara x zebuíno

Bovinos bonsmara. Foto: ReproduçãoBovinos bonsmara. Foto: Reprodução
Bovinos bonsmara. Foto: Reprodução

O cruzamento do bonsmara com vacas nelore não oferece apenas a vantagem da maciez. A combinação resulta em um animal com o chamado “pelo zero” (curto, liso e brilhante), uma característica essencial que o torna muito bem adaptado ao calor do Brasil tropical, um fator que impacta diretamente seu desempenho e produtividade.

As principais vantagens dessa combinação estratégica são:

  • Carne macia: Os animais meio-sangue taurinos têm um grande potencial para produzir carne mais macia, com maior suculência e sabor.
  • Adaptação ao calor: O pelo curto garante conforto térmico e melhor desempenho em climas quentes e úmidos, minimizando o estresse e o gasto de energia com a termorregulação.
  • Melhor desempenho: A combinação resulta em uma fêmea que se destaca como boa matriz e em um macho com bom ganho de peso, otimizando a produtividade do rebanho como um todo.

Alexandre Zadra ressalta que, embora a genética seja fundamental, a maciez da carne também depende de outros fatores, como o manejo pré-abate e o manejo da carcaça (resfriamento, desossa e maturação).

No entanto, o cruzamento do touro bonsmara com vacas nelore é uma excelente estratégia para o pecuarista que busca produzir gado de qualidade e adaptado ao clima tropical.



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milho e soja devem ter produção elevada


A produção brasileira de soja na safra 2025/26 foi estimada em 178,2 milhões de toneladas, segundo dados divulgados pela StoneX, empresa global de serviços financeiros. O volume representa um crescimento de 5,6% em relação ao ciclo anterior, impulsionado pelo aumento da área plantada e pela expectativa de recuperação da produtividade média nacional, especialmente no Rio Grande do Sul.

A área cultivada com soja no país deve crescer 2% em relação ao ano anterior. “Por outro lado, outros estados estão apostando em um rendimento dentro da tendência histórica, mas abaixo do registrado no ciclo 2024/25, pelo menos por enquanto”, afirmou Ana Luiza Lodi, especialista de Inteligência de Mercado da StoneX.

No cenário de oferta e demanda, a projeção para os embarques externos é de 112 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno pode alcançar 63,5 milhões de toneladas. Lodi destaca que o cenário pode sofrer alterações com base em fatores internacionais: “As questões geopolíticas e tarifárias podem beneficiar a soja brasileira, especialmente pelas possibilidades de atritos entre EUA e China”.

Em relação ao milho, a primeira safra de 2025/26 foi estimada em 25,6 milhões de toneladas, uma alta de 0,5% na comparação com o ciclo anterior. A área plantada deve crescer 2%, mas a produtividade parte de um patamar inferior ao registrado anteriormente, segundo Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

No Paraná, a produtividade está estimada em quase 11 toneladas por hectare, mas ainda abaixo da registrada no ciclo passado. Para o Rio Grande do Sul, a expectativa é de recuperação parcial da área perdida, estimulada pelos preços praticados no início de 2025. 

A segunda safra de milho, referente ao ciclo 2024/25, também apresentou avanço. A estimativa aponta crescimento de 3,2% em relação ao mês anterior, com produção de 111,7 milhões de toneladas. Considerando também a produção da terceira safra, que superou 2 milhões de toneladas, a produção total de milho no país deve alcançar 139,36 milhões de toneladas, frente às 136,1 milhões divulgadas em julho.

Houve ainda uma revisão na demanda doméstica, que passou de 89,5 para 90,5 milhões de toneladas. De acordo com Bulascoschi, as perspectivas de uso do cereal para produção de etanol seguem aquecidas. “As atenções devem estar cada vez mais voltadas para as exportações, com os embarques já ganhando mais ritmo nas últimas semanas. De qualquer forma, não se espera que as exportações brasileiras de milho sejam recordes, como o registrado no ciclo 2022/23, diante de um cenário de oferta global confortável”, afirmou o analista.

A expectativa de uma safra recorde nos Estados Unidos pode aumentar a disponibilidade global do cereal a partir de setembro, com o avanço da colheita naquele país.

 





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Preços do feijão recuam em julho com nova safra



Seletividade dos compradores tem gerado oscilações regionais


Foto: Canva

Julho foi marcado por baixas nos preços do feijão, reflexo da oferta acumulada do ciclo 24/25 e do avanço da colheita da terceira safra, que já abastece o mercado com lotes de qualidade superior, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, os valores atuais estão, inclusive, abaixo das médias acumuladas desde setembro/24.

Porém, a seletividade dos compradores tem gerado oscilações regionais. Para as próximas semanas, pesquisadores indicam que o comportamento dos preços dependerá do ritmo da colheita, da qualidade dos novos lotes e da velocidade de reposição dos estoques pelos empacotadores. 





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Preço da mandioca recua pelo sétimo mês seguido



Oferta de mandioca segue alta e preços acumulam queda pelo sétimo mês


Foto: Canva

As chuvas ocorridas em parte das regiões produtoras de mandioca na semana passada dificultaram o avanço da colheita, também limitada pela retração produtora, apontam levantamentos do Cepea. Ainda assim, segundo o Centro de Pesquisas, a oferta continuou superior à demanda industrial, mantendo a pressão sobre os valores; a média de julho caiu pelo sétimo mês consecutivo. 

Entre 28 de julho e 1º de agosto, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 460,33 (R$ 0,8006/grama de amido), recuo de 2,3% em relação à semana anterior. O preço médio de julho também cedeu 2,3% sobre junho, ficando 1,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). 





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Programa distribui 11,7 mil toneladas de fertilizantes


A segunda etapa do Programa de Doação de Fertilizantes, executado pelo Governo de Minas por meio da Emater-MG, distribuiu mais de 11,7 mil toneladas do fertilizante/corretivo de solo agrosilício entre os meses de fevereiro e junho deste ano. O volume superou a meta estabelecida de 10 mil toneladas e atendeu 109 municípios mineiros.

De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o programa foi lançado em 2024 em parceria com a Emater-MG e a Harsco Environmental, responsável pela doação do insumo. A ação tem como finalidade melhorar a qualidade do solo, ampliar a produtividade agrícola e incentivar práticas sustentáveis no campo.

No município de Mathias Lobato, localizado no Vale do Rio Doce, dezesseis agricultores do assentamento Maria da Penha recebem o produto pela primeira vez. Segundo o extensionista da Emater-MG, Amarildo Mafalda, a expectativa é de que o uso do agrosilício “traga uma melhoria no solo, aumento na produtividade e na qualidade da produção das hortaliças, dos pomares e das lavouras de milho, feijão e mandioca“. A distribuição local de 26 toneladas foi viabilizada por meio de parceria com a prefeitura, informou a Seapa.

De acordo com a secretaria, na região Central do estado, nos arredores de Sete Lagoas, 90 agricultores foram beneficiados em 2025. Segundo o coordenador técnico regional da Emater-MG, Walfrido Machado Albernaz, esse número soma-se aos 150 agricultores atendidos em 2024.

A logística do programa prevê que os municípios contemplados estejam situados em um raio de até 300 quilômetros de Timóteo, local onde ocorre a retirada do insumo pelas prefeituras. Após a coleta, o produto é distribuído aos agricultores locais.

A Emater-MG atua no acompanhamento técnico de todas as etapas do programa, começando com a análise de solo. A instituição também participa do processo de entrega do insumo, prestando orientação aos produtores beneficiados. No ano passado, cerca de cinco mil toneladas do agrosilício foram entregues a 90 municípios, beneficiando mais de mil produtores. A expectativa, segundo a Emater-MG, é de que a meta seja novamente superada em 2026.





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AgroNewsPolítica & Agro

Após pico de demanda, preço do morango volta a cair



Queda no preço está relacionada ao período de safra nas principais regiões produtoras




Foto: Pixabay

O preço do morango voltou a cair na CEASA/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) após semanas de forte demanda impulsionada pela popularização do “morango do amor”. De acordo com a Dimer (Divisão de Mercado de Abastecimento), a caixa com quatro bandejas da fruta está sendo comercializada a cerca de R$ 45,00, valor menor do que o praticado anteriormente.

Segundo informações divulgadas pela CEASA/MS, a queda no preço está relacionada ao período de safra nas principais regiões produtoras, como São Paulo e Minas Gerais, que garantem uma oferta estável e ajudam a manter o equilíbrio do mercado.

Entre as hortaliças com redução de valor, o destaque vai para a cebola nacional, que teve queda de 14% e agora custa R$ 30,00 o saco de 20 kg.

Por outro lado, a cenoura e o quiabo apresentaram as maiores altas da semana. A cenoura subiu 20% e está sendo vendida a R$ 60,00 o saco de 60 kg. Já o quiabo chegou a R$ 120,00 a caixa de 15 kg, também com aumento de 20% em relação à semana anterior.

O levantamento, realizado entre os dias 4 e 9 de agosto, faz parte do boletim semanal divulgado pela CEASA/MS, que monitora a variação de preços dos principais produtos hortifrutigranjeiros comercializados no estado.





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