sábado, maio 9, 2026

Autor: Redação

News

Mesmo com exceções, tarifas dos EUA devem tirar R$ 25,8 bilhões do PIB brasileiro, estima Fiemg



Em novo estudo divulgado nesta terça-feira (5), a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) estimou que, mesmo com as exceções, as tarifas adicionais sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos afetam 55% das exportações do Brasil e podem comprometer mais de 147 mil empregos.

“Apesar da isenção concedida a 694 produtos – o que representa cerca de 45% do valor exportado pelo Brasil ao mercado norte-americano – os efeitos sobre a economia nacional ainda serão expressivos”, diz a Fiemg.

A simulação feita pela Fiemg chegou à conclusão de que a imposição da tarifa pode reduzir o PIB brasileiro em R$ 25,8 bilhões no curto prazo e até R$ 110 bilhões no longo prazo. A perda de renda das famílias poderá alcançar R$ 2,74 bilhões em até dois anos, além da redução de 146 mil postos de trabalho formais e informais.

Os setores industriais mais atingidos, segundo o estudo, serão a siderurgia, a fabricação de produtos de madeira, de calçados e de máquinas e equipamentos mecânicos.

Na agropecuária, destaca-se o impacto sobre a pecuária, especialmente a cadeia da carne bovina, que segue fora da lista de isenções tarifárias e representa parcela significativa da pauta exportadora nacional.

No caso específico de Minas Gerais, que é terceiro maior estado exportador para os EUA, com US$ 4,6 bilhões em exportações em 2024, o estado terá aproximadamente 37% de suas exportações isentas, com destaque para itens como ferro fundido, ferro-nióbio e aeronaves. Como 63% da pauta mineira permanece sujeita à tarifa, são atingidos produtos como café, carnes bovinas e tubos de aço.

No curto prazo, a economia mineira poderá ter uma perda de R$ 4,7 bilhões no PIB e redução de mais de 30 mil empregos em prazo de até dois anos. Em um horizonte de 5 a 10 anos, os impactos podem ultrapassar R$ 15,8 bilhões no PIB estadual e eliminar mais de 172 mil postos de trabalho. Os efeitos recaem principalmente sobre os setores de siderurgia, pecuária, fabricação de produtos da madeira e calçados.

Diplomacia como solução

O presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, defendeu a via diplomática como caminho mais eficaz para mitigar os impactos negativos da medida.

“A imposição dessas tarifas, ainda que parcialmente suavizada pelas isenções, foi unilateral e sem negociação com o governo brasileiro. É fundamental que o Brasil atue diplomaticamente para ampliar o número de produtos isentos, preservar sua competitividade no mercado internacional e proteger empregos e investimentos nacionais”, destacou Roscoe.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de soja apresenta movimentações


No estado do Rio Grande do Sul, os prêmios elevados da soja nos portos sustentam otimismo para a próxima safra, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços reportados para pagamento em 08/08 (entrega julho até 07/08) ficaram em R$ 141,80 (+1,29%) porto. Compradores estão olhando com mais força para meses mais à frente. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 133,00 Cruz Alta – Pgto. 29/08. R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. fim de agosto. R$ 132,00 Ijuí– Pgto. 29/08 – para fábrica. R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 11/09. Preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 122,00 a saca ao produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o mercado se aqueceu em termos de negociações, com preços travados. “O mercado de soja em Santa Catarina acompanha o cenário nacional de forte comercialização, impulsionada pela demanda aquecida e pelos prêmios favoráveis nos portos. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 137,99”, completa a consultoria.

No Paraná, a comercialização segue firme com apoio da demanda externa. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,77 (+0,70%). Em Cascavel, o preço foi 126,01 (-0,17%). Em Maringá, o preço foi de R$ 126,57 (-0,51%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 127,44 (-0,29%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 139,04 (+0,76%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Vendas lentas e poucas informações no Mato Grosso do Sul. “No entanto, baseado em informações anteriores sabemos que o Estado está um tanto quanto lento, com saídas consideradas medianas. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 121,27 (-0,62%), Campo Grande em R$ 121,27 (-0,62%), Maracaju em R$ 121,27 (-0,62%), Chapadão do Sul a R$ 118,85 (-0,75%), Sidrolândia a em R$ 121,27 (-0,62%)”, informa.

O Mato Grosso tem projeção de queda na produção de soja e desafios logísticos. “Apesar disso, o ritmo intenso traz pressão sobre a logística e a armazenagem, ampliando a disputapor espaço em silos e elevando a necessidade de  escoamento imediato, o que deve afetar a comercialização da soja. Campo Verde: R$ 122,13 (+1,20%). Lucas do Rio Verde: R$ 118,37 (+1,36%), Nova Mutum: R$ 118,37 (+1,36%). Primavera do Leste: R$ 122,13 (+1,20%). Rondonópolis: R$ 122,13 (+1,20%). Sorriso: R$ 118,37 (+1,36%)”, conclui.

 





Source link

News

Feira debate tecnologia e geopolítica do agro



A referência é ser a principal vitrine de tecnologia, inovação e genética de ponta da bovinocultura leiteira do país. Na prática, a feira vai muito além e abre cada vez mais espaço para discutir outras cadeias produtivas, como de grãos, por exemplo. Começou ontem (05) a Agroleite 2025, exposição feira agropecuária que completa 25 anos.

A cooperativa Castrolanda, idealizadora do evento, espera receber mais de 170 mil visitantes e movimentar negócios na ordem de R$ 500 milhões no quatro dias de evento (5 a 8/agosto), que acontece, em Castro, Região dos Campos Gerais do Paraná, município conhecido com a Capital do Leite.

O Castrolanda ExpoCenter, local onde ocorre o Agroleite, foi ampliado este ano para receber 370 expositores e mais de 650 animais. Gustavo Viganó, gerente do Agroleite, cita a presença de juízes internacionais no julgamento das raças holandeses e Jersey e a presença forte da ovinocultura, com perto de 100 animais. Ele destaca a importância da evolução genética dos rebanhos representados na na feira, o que define a região como a ‘meca do leite’.

Entre os pontos altas do Agroleite está a programação técnica, com fóruns, plenárias e painéis que abordam os principais desafios do agronegócio moderno, com destaque para a geopolítica, tema que neste momento impacta produção e mercado, doméstico e internacional. Genética, nutrição e sustentabilidade também estão entre os assuntos em debate.

O vice-presidente da Castrolanda Armando Carvalho ressalta que todos os temas estão ligados aos negócios da cooperativa não só do leite, mas também suinocultura e agricultura com abordagens atuais como gestão de pessoas e mão-de-obra, “um dos principais gargalos hoje nas propriedades.” Ele também chama atenção para as discussões geopolíticas do cenário econômico em relação a logística e carga tributária.

Fórum Agro

Na quinta-feira (07) será realizado o Fórum Agro 2025. Com a presença do governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Jr e do presidente da Ocepar José Roberto Ricken, além de deputados federais da Frente Parlamentar da Agropecuária o painel vai discutir produção, agroindústria e mercado, sob a perspectiva geopolítica que impacta o comércio internacional. Também participam do fórum especialistas e pesquisadores de temas como crédito, política agrícola e ocupação territorial.

O Fórum é uma realização do Canal Rural com o Grupo Calpar e apoio da Cooperativa Castrolanda e Sistema Ocepar. O evento será na plenária principal da Arena Conexão e terá transmissão ao VIVO pela TV e Youtube do Canal Rural para todo o Brasil.



Source link

News

Agronegócio quer a expansão da malha ferroviária, diz integrante da CNA



O agronegócio brasileiro quer a expansão da malha ferroviária nacional para escoamento de produtos agropecuários. “O custo do frete é alto. Temos ferrovias prontas, mas parte está subutilizada. Precisamos expandir a malha ferroviária e garantir o acesso do campo ao transporte ferroviário eficiente”, observou o presidente da Comissão Nacional de Logística e Infraestrutura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Mário Pereira Borba, durante o evento “Desafios do Transporte Ferroviário e Competitividade do Setor Produtivo”.

O evento foi realizado pela CNA e pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) nesta terça-feira (5).

Borba ressaltou, ainda, que o setor produtivo sente o impacto da falta de ferrovias.

Dados da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut) revelam que hoje o Brasil tem apenas 30 mil km de ferrovias. “Um terço disso está inativo, sem cargas”, afirmou o presidente do Conselho Diretor da Anut, Júlio César Ribeiro.



Source link

News

Haddad diz que plano de contingência vai priorizar pequenos produtores



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (6) que o plano de contingência do governo federal para ajudar setores atingidos pelo tarifaço terá como prioridade os pequenos produtores rurais.

“Vamos ter o plano muito detalhado para começar a atender, sobretudo, aqueles que são pequenos e não têm alternativas à exportação para os EUA, que é a preocupação maior do presidente: o pequeno produtor”, disse Haddad.

Em conversa com jornalistas, o ministro também disse que está agendada para a próxima semana uma reunião com o secretário de Tesouro dos EUA, Scott Bessent, para tratar sobre o tarifaço.

“Tenho uma reunião marcada para semana que vem agora com data e hora já fixada co mo secretário Scott Bessent. Será na quarta-feira. Já recebemos o email confirmando dia e hora, oficializando o interesse em conversar”, afirmou o ministro.



Source link

News

produção em Mato Grosso deve cair em 2025/26, diz Imea



A produção de soja em Mato Grosso deve atingir 47,18 milhões de toneladas na safra 2025/26, o que representa uma queda de 7,29% em relação ao ciclo anterior, segundo estimativa divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

A retração decorre da expectativa de menor produtividade, estimada em 60,45 sacas por hectare, recuo de 8,81% na comparação anual. A área plantada, por outro lado, deve crescer 1,67% e alcançar 13,08 milhões de hectares, novo recorde histórico para o estado.

Segundo o instituto, a definição da janela de plantio dependerá da regularização das chuvas após o fim do vazio sanitário, que se encerra em 7 de setembro. Modelos meteorológicos indicam maior probabilidade de precipitações acima da média em setembro e outubro nas principais regiões produtoras, o que pode favorecer o início do cultivo. O cenário climático é de neutralidade no fenômeno El Niño-Oscilação Sul (Enso), conforme projeções do Bureau de Meteorologia da Austrália.

Apesar da expectativa de menor produtividade, a demanda deve permanecer firme. O Imea estima que o consumo interno de soja em Mato Grosso fique em 13,24 milhões de toneladas em 2025/26, mesmo patamar do ciclo anterior, sustentado pelo aumento da mistura obrigatória de biodiesel (B15) em vigor desde 1º de agosto. Já as exportações podem recuar 3,16%, para 29,83 milhões de toneladas. Com isso, os estoques finais da safra devem cair 31,04%, somando 940 mil toneladas.

O avanço das cotações internacionais e a valorização dos prêmios de exportação impulsionaram os preços locais da soja. A saca disponível em Mato Grosso foi cotada, em média, a R$ 116,22 na semana encerrada em 1º de agosto, alta semanal de 2,11%. A paridade de exportação do contrato março/26 ficou em R$ 106,95 por saca, queda de 0,71% na mesma base de comparação. O contrato na CME-Group recuou 2,12% no período, fechando a US$ 10,34 por bushel.

Os prêmios portuários tiveram forte oscilação. Em Paranaguá, o prêmio para março/26 subiu 94,12% na semana, para ?US$ 26,40 por bushel. Em Santos, a alta foi de 6,57%, com o prêmio atingindo ?US$ 178,40 por saca. O diferencial de base entre o Estado e Chicago se manteve negativo, em R$ -0,87 por saca.

Na comercialização, 81,93% da safra 2024/25 já está comprometida, avanço de 3,43 pontos porcentuais em julho. Para a safra 2025/26, os produtores negociaram 17,50% da estimativa de produção até o mês passado. O preço médio ponderado das vendas para o novo ciclo é de R$ 108,08 por saca.

O custo total de produção da safra 2025/26 foi estimado em R$ 4.145,02 por hectare, redução de 9,86% ante a safra passada, com os insumos representando 88,5% desse valor. A relação de troca subiu 2,41% na comparação mensal, exigindo 34,35 sacas para cobrir o custo total por hectare. A margem bruta estimada pelo Imea recuou 14,27%, ficando em R$ 648,47 por hectare.

O esmagamento de soja também perdeu fôlego. Em julho, a margem bruta caiu 12,33%, para R$ 390,09 por tonelada. Apesar do aumento de 3,93% no preço do óleo de soja (R$ 6.209,06/t), a valorização do grão reduziu a competitividade da indústria. O farelo teve alta de 2,31%, para R$ 1.732,11 por tonelada.

Milho em Mato Grosso

A área de milho cultivada em Mato Grosso na safra 2024/25 foi consolidada pelo Imea em 7,26 milhões de hectares, crescimento de 6,29% em relação ao ciclo anterior. O aumento de 1,80% ante a estimativa de julho foi confirmado por análise de imagens de geoprocessamento. Com produtividade mantida em 126,27 sacas por hectare, a produção deve atingir 55 milhões de toneladas, recorde da série histórica e alta de 16,14% sobre a safra passada.

A expansão da área reflete a valorização do milho no momento do planejamento da safra, que tornou a cultura mais atrativa em comparação a gergelim e sorgo. A região nordeste liderou o crescimento, com aumento de 171,25 mil hectares, recuperando espaço perdido no ciclo anterior para outras culturas de segunda safra. Mesmo com chuvas chegando tardiamente na região, produtores priorizaram o milho em busca de maior rentabilidade.

A demanda total por milho em Mato Grosso foi estimada em 53,70 milhões de toneladas, alta de 10,48% sobre a safra 2023/24. As exportações devem responder por 52% desse volume, totalizando 28,05 milhões de toneladas, crescimento de 15,90%. O consumo interno no Estado foi projetado em 17,41 milhões de toneladas, impulsionado principalmente pela maior demanda das indústrias de etanol de milho e pela alimentação animal. O consumo interestadual deve somar 8,24 milhões de toneladas.

Com oferta de 55,10 milhões de toneladas e demanda de 53,70 milhões de toneladas, os estoques finais foram estimados em 1,41 milhão de toneladas. A colheita da safra 2024/25 atingiu 96,38% da área até 1º de agosto, com atraso de 3,53 pontos porcentuais em relação ao ano anterior.

O Imea também revisou a área da safra 2023/24 de 6,81 para 6,83 milhões de hectares após aprimoramento metodológico baseado em geoprocessamento. A nova abordagem incorporou dados com maior precisão espacial e temporal, elevando a produção do ciclo anterior para 47,35 milhões de toneladas.

Os preços do milho disponível em Mato Grosso subiram 1,26% na semana, para R$ 42,36 por saca. O diferencial de base entre o Estado e a bolsa de Chicago melhorou 13,09%, ficando em R$ -9,28 por saca. A valorização do dólar em 0,58% na semana também contribuiu para sustentar as cotações locais.



Source link

News

negociações seguem lentas com vendedores retraídos



A comercialização de arroz em casca no Rio Grande do Sul segue lenta. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, na última semana, algumas indústrias demonstraram interesse por arroz acima de 60% de grãos inteiros. Ainda assim, os negócios continuaram limitados a pequenos volumes, refletindo a postura retraída dos vendedores. Os agentes do mercado ainda esperam preços mais atrativos para as negociações.

Ainda conforme o Cepea, a demanda externa, que normalmente contribui para aquecer o mercado, esteve menor na semana passada. Agentes consultados pelo Cepea acreditam que esse impasse nas negociações esteja relacionado às políticas de taxação dos Estados Unidos. 

Em julho de 2025, o Indicador Cepea/IRGA-RS acumulou alta de 4,5%, com a média passando para R$ 68,14/sc de 50 kg. O valor é 1,68% superior à média de junho/25, mas expressivos 40,78% inferior à de julho/24.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

preços atingem a menor média desde dezembro de 2024



Os preços do algodão em pluma vêm recuando com um pouco mais de força nos últimos dias. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, o avanço da colheita, o amplo excedente interno e a demanda ainda enfraquecida explicam esse cenário. 

Além disso, os valores externos do algodão também em queda reforçam a pressão sobre as cotações domésticas, à medida que reduz a paridade de exportação. 

Em julho, o Indicador Cepea/Esalq, com pagamento em 8 dias, teve média de R$ 4,1061/lp, 4,03% inferior à de junho/25 e 2% abaixo da de julho/24, em termos reais. A média mensal é a menor desde novembro/24, nominalmente.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Com tarifaço, movimento de cargas em julho no Porto de Santos bate recorde



O Porto de Santos movimentou mais de 17 milhões de toneladas em julho. Em nota, a Autoridade Portuária de Santos (APS) diz que os dados indicam retomada da corrida das exportações após anúncio dos Estados Unidos de tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

“Já tínhamos afirmado na primeira quinzena do mês que havia um aumento expressivo dos embarques no porto”, disse na nota o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini. “São dados preliminares, mas este ‘recorde dos recordes’ demonstra a importância de Santos em momentos decisivos da história, como este.”

Conforme a APS, notou-se “nos últimos dias intenso movimento de navios sendo carregados e seguindo rumo à Europa e aos Estados Unidos”.

Houve aumento de 10% no embarque de granéis sólidos (grãos diversos), com 900 mil toneladas em julho; de 4% de contêineres, com 200 mil toneladas no mesmo mês; 9% de carga solta, com 85 mil toneladas. “Há ainda a expectativa de um resultado de 10% dos granéis líquidos (combustíveis, solventes etc), ainda não contabilizados”, informou.



Source link

News

China adia decisão sobre importações de carne bovina e beneficia Brasil



O governo chinês prorrogou por mais três meses a investigação sobre as importações de carne bovina, iniciada em dezembro de 2024. A medida dá fôlego a grandes exportadores como Brasil, Argentina, Austrália e Estados Unidos, que temiam restrições comerciais.

A extensão vai até 26 de novembro, segundo o Ministério do Comércio chinês, que alegou a
complexidade do caso e prometeu manter diálogo com os países envolvidos. Analistas veem a decisão como sinal de que a China busca equilíbrio entre proteger sua indústria e evitar tensões no comércio global.

O país importou 2,87 milhões de toneladas de carne bovina em 2024, mas as compras caíram 9,5% no primeiro semestre de 2025.

A China é o maior comprador de carne bovina do Brasil, sendo o destino de 46% das exportações do país. Em 2024, o setor faturo US$ 12,8 bilhões.



Source link