sábado, maio 9, 2026

Autor: Redação

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Lula sanciona lei de licenciamento ambiental com 63 vetos



Lula sancionou a lei que estabelece novas regras para o licenciamento ambiental, com 63 vetos. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (8) pela secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, durante evento no Palácio do Planalto. Ela esteve acompanhada da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.

Segundo Belchior, os vetos seguiram quatro diretrizes principais:

  • Garantir a integridade do processo de licenciamento;
  • Dar segurança jurídica para empreendimentos e investidores;
  • Assegurar os direitos de povos indígenas e comunidades quilombolas;
  • Incorporar inovações que tornem o licenciamento mais ágil, sem comprometer sua qualidade.

A secretária informou ainda que Lula assinará uma medida provisória (MP) que cria a Licença Ambiental Especial, com eficácia imediata. Esse tipo de licença permitirá autorizar obras e empreendimentos de forma mais rápida, independentemente do impacto ambiental, desde que sejam considerados estratégicos pelo governo federal.

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A MP entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

O projeto de lei foi aprovado pelo Congresso na madrugada de 17 de julho, criando novos tipos de licenças ambientais e definindo regras gerais para o setor. Agora, deputados e senadores vão analisar os vetos presidenciais e decidir se derrubam ou os mantêm.



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Saques da poupança superam depósitos em R$ 6,25 bilhões em julho



Os saques em cadernetas de poupança superaram os depósitos em R$ 6,25 bilhões no mês de julho deste ano. O resultado decorre de um total de R$ 363,57 bilhões em depósitos; e de R$ 369,82 bilhões em saques no mês. É o que mostra o Relatório de Poupança, divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Banco Central, em Brasília.

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De acordo com o documento, os rendimentos creditados em julho nas contas de poupança ficaram em R$ 6,47 bilhões. Com isso, o saldo se manteve pouco acima de R$ 1 trilhão.
Mais números

Em junho, os depósitos feitos em poupança estavam maiores do que os saques em R$ 2,12 bilhões. Em julho do ano passado, a situação era inversa, com os saques superando os depósitos em R$ 908,6 milhões.

No acumulado de 2025, os saques superaram os depósitos em R$ 55,9 bilhões.
Entre os motivos que levam a um cenário em que os saques na poupança são maiores do que os depósitos figura a alta da taxa básica de juros (Selic), que está atualmente em 15% ao ano.



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conheça estratégias de negociação e hedge



Tomar decisões comerciais no agronegócio vai muito além de acompanhar as cotações diárias. É essencial entender os diferentes tipos de mercado — físico, balcão e futuro — e aplicar estratégias de proteção e aproveitamento de oportunidades com base em fundamentos técnicos.

Pensando nisso, Safras & Mercado preparou uma nova etapa de treinamentos e eventos voltados à realidade de produtores, cooperativas, indústrias e traders.

O primeiro destaque é o Curso Online e Intensivo Trading School de Milho e Soja, que acontece nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, com uma abordagem técnica e operacional sobre:

  • Tipos de mercado (físico, balcão e futuro) e estratégias de comercialização
  • Formação de preços e análise de variáveis (clima, câmbio, oferta e demanda)
  • Negociação a termo e operações com tradings
  • Proteção de preço via bolsa e mercado de balcão
  • Opções como seguro de preço: Call, Put e spreads

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🌱 Workshop Online de Soja – 21 de agosto de 2025

Conduzido por Rafael Silveira, o encontro abordará fatores que devem influenciar o mercado da soja até o fim do ano:

  • Demanda global, com foco na China
  • Estoques, clima e logística
  • Pressões sobre os preços internos

👉🏼 Inscreva-se grátis aqui

🌎 10º Safras Agri Week: encontro de inteligência para decisões
estratégicas

O ciclo de capacitação se encerra com o grande fórum de inteligência estratégica do agro brasileiro: o Safras Agri Week, que chega à sua 10ª edição, totalmente online e gratuito, com painéis sobre:

  • Grãos, proteína animal, arroz, trigo, feijão, fertilizantes e clima
  • Projeções econômicas e estratégias comerciais

Uma oportunidade para alinhar suas decisões às tendências do mercado.
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AgroNewsPolítica & Agro

Especialistas debatem futuro do amendoim brasileiro


Exportação, consumo interno, sustentabilidade e inovação são alguns dos temas que movimentam o setor e ganham espaço em novo canal de informação

Os desafios e as oportunidades do mercado do amendoim, especialmente no cenário internacional, têm mobilizado cada vez mais especialistas, produtores, pesquisadores e representantes da agroindústria. A expansão da cultura no Brasil, aliada à busca por diferenciação e valor agregado, exige não apenas inovação tecnológica no campo, mas também estratégias comerciais e institucionais capazes de conectar o produto nacional às exigências do mundo.

É nesse contexto que surge o “Amendoim & Prosa”, novo podcast criado para valorizar e dar visibilidade aos diversos elos da cadeia produtiva do amendoim. A iniciativa é da Indústrias Colombo e foi lançada oficialmente no dia 6 de agosto, durante a 7ª Feira Nacional do Amendoim, em Jaboticabal/SP. O primeiro episódio aborda o tema “Mercado externo do amendoim: desafios e oportunidades” e tem como convidado Pablo Rivera, CEO da Beatrice Peanuts e vice-presidente da ABEX-BR.

Com foco técnico, mas linguagem acessível, o projeto busca promover o diálogo entre o campo, a ciência e o mercado, dando voz a quem planta, pesquisa, beneficia, transforma e comercializa o amendoim no Brasil e no mundo. A proposta é criar um espaço de escuta e construção coletiva de soluções para o desenvolvimento sustentável da cultura.

“O podcast nasce como mais uma ferramenta para impulsionar o setor e estimular boas práticas. O Brasil tem enorme potencial e protagonismo nessa cadeia, e é fundamental que a gente amplie a visibilidade e o conhecimento sobre o que está sendo feito de bom aqui”, afirma Luiz Antonio Vizeu, engenheiro agrônomo e gerente de Relações Institucionais da Indústrias Colombo.

Apresentado por Vizeu e pela jornalista Juliana Pertille — comunicadora com longa trajetória no agro, com passagens por veículos como Canal Rural e Record News —, o “Amendoim & Prosa” terá episódios mensais com convidados que vivem o dia a dia do setor. Além do mercado internacional, a programação trará temas como consumo interno, marketing do setor, sustentabilidade, inovação, óleo de amendoim e histórias reais de quem trabalha diretamente com a cultura.

“Queremos construir um conteúdo que una conhecimento técnico e sensibilidade. O agro tem muitas histórias potentes que precisam ser contadas e ouvidas com respeito, leveza e profundidade”, destaca Juliana.

Durante a Feira Nacional do Amendoim, além do lançamento oficial, novos episódios também serão gravados com convidados especiais, reforçando o compromisso do projeto com a escuta ativa e a valorização dos diversos agentes dessa cadeia.





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Incêndios ameaçam vida e trabalho dos produtores no estado de Tocantins, alerta Aprosoja


Com o avanço do período seco e o aumento dos focos de incêndio no estado de Tocantins, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja Tocantins) alerta os agricultores para os riscos associados às queimadas, especialmente no que diz respeito à função social da propriedade e à possibilidade de desapropriação. Para isso, a associação divulga orientações para ajudar os produtores a se proteger juridicamente e reunir provas em casos de incêndio, especialmente quando houver suspeita de crime.

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Ações indicadas pela Aprosoja do estado

Foto: Aprosoja To/Divulgação

Entre as principais recomendações da entidade estão registrar em vídeo a execução de aceiros, com data e localização por GPS, solicitar formalmente ao Corpo de Bombeiros treinamentos para funcionários, contratar técnico em segurança do trabalho e documentar todas as capacitações com fotos, certificados e listas de presença, manter equipamentos como caminhão-pipa nas propriedades, oficiar a concessionária Energisa sobre a necessidade de manutenção das redes elétricas e, em caso de incêndio, identificar o foco, acionar as autoridades e registrar boletim de ocorrência com pedido de investigação.

A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, reforça que o momento exige atenção e organização por parte dos produtores. ”É fundamental que o agricultor esteja preparado para responder com provas em caso de acusações injustas. Muitos incêndios são provocados por fatores externos, mas recaem sobre o produtor rural. Nossas orientações buscam garantir segurança jurídica e preservar o direito de quem produz com responsabilidade”, destaca.



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preços na indústria voltam a subir



O preço da laranja para indústria reagiu nesta semana, depois de o mercado ter “andado de lado”, à espera de definições sobre as tarifas norte-americanas. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Entre 4 e 7 de agosto, a média foi de R$ 45,42/cx de 40,8 kg, alta de 4,61% frente ao período anterior. De acordo com o centro de pesquisas, nos próximos dias, produtores aguardam a retomada de fechamentos dos contratos para frutas da safra 2025/26, que ficaram paralisados ao longo de julho. 

Oficializada nesta quarta-feira (6), a decisão que excluiu o suco de laranja da nova sobretaxa de importação de 40% trouxe alívio imediato ao setor citrícola brasileiro. 

O contexto de baixa oferta global e os estoques reduzidos nos Estados Unidos podem ter influenciado a retirada do suco da lista de produtos taxados. 

Com o novo cenário, também espera-se estímulo às exportações nacionais no curto prazo, especialmente diante da menor concorrência de outros fornecedores globais, conforme explicam pesquisadores. 

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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exportações caem, interrompendo a tendência de alta



As exportações brasileiras de ovos recuaram em julho, interrompendo a tendência de alta observada ao longo dos seis primeiros meses do ano. É isso o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com dados da Secex, compilados e analisados pelo Cepea, o Brasil embarcou 5,26 mil toneladas de ovos in natura e processados em julho. Volume este, que é 20% inferior ao de junho, mas expressivos 305% acima do de julho/24. 

Pesquisadores explicam que a baixa mensal se deve à redução de 31% na quantidade embarcada para os Estados Unidos. Ressaltam, porém, que, mesmo com a queda, o país se mantém como o principal destino da proteína brasileira. 

No mercado doméstico, as cotações dos ovos iniciaram agosto em alta na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Esse movimento foi impulsionado pelo fim das férias escolares, que favoreceu a retomada da demanda, e pelo período de início do mês, quando a população costuma estar mais capitalizada e o consumo da proteína tende a aumentar. 

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações internas sobem e exportações voltam a crescer



Os preços da carne de frango vêm subindo neste início de agosto, refletindo o aquecimento da demanda. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além do tradicional aumento no poder de compra no início do mês, o fim das férias escolares e o Dia dos Pais têm elevado a procura pela carne e consequentemente, os valores da proteína avícola. 

Quanto às exportações, após dois meses seguidos em queda, o volume embarcado pelo Brasil voltou a crescer em julho. 

Dados da Secex mostram que os 399,6 mil toneladas de carne de frango, tanto in natura quanto industrializada, em julho. O valor é 16,3% maior que em junho, porém, 13,8% menor no comparativo com o mesmo mês do ano passado. 

Pesquisadores ressaltam que este é o melhor resultado desde a confirmação de um caso de Influenza Aviária em uma granja comercial no município de Montenegro (RS), em maio.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Exportações de carne suína crescem 12,9% no primeiro semestre de 2025



As exportações brasileiras de carne suína cresceram 12,9% no primeiro semestre de 2025, segundo Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No período, foram exportadas 848,8 mil toneladas entre janeiro e julho de 2025.

Em receita, a alta acumulada é de 26,7%, com US$ 2,039 bilhões registrados nos sete primeiros meses de 2025, contra US$ 1,609 bilhão no mesmo período do ano anterior.

Julho

No mês de julho, foram exportadas 126,8 mil toneladas, número 8,3% menor em relação ao mesmo período do ano passado, com 138,3 mil toneladas. Já em receita, houve crescimento de 2,2% no comparativo mensal, com US$ 316,1 milhões em julho deste ano, contra US$ 309,4 milhões no sétimo mês de 2024.

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Destinos

Principal destino das exportações de carne suína, as Filipinas importaram em julho 31,5 mil toneladas, volume 15,8% maior em relação ao mesmo período do ano passado, com 27,2 mil toneladas. Em seguida estão o Chile, com 14,5 mil toneladas (+38,2¨%), China, com 11,9 mil toneladas (-39,4%), Japão, com 9,2 mil toneladas (-18,9%), Vietnã, com 6,7 mil toneladas (+20,5%), Singapura, com 6,1 mil toneladas (-45,7%), México, com 6,1 mil toneladas (+8,8%), Hong Kong, com 6,1 mil toneladas (-42,6%), Uruguai, com 5,3 mil toneladas (+6,7%) e Argentina, com 3,2 mil toneladas (+722,1%).



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AgroNewsPolítica & Agro

Paraná já colheu 74% da segunda safra de milho



Conab estima safra recorde de milho em 2024/25


Foto: Divulgação

A produção nacional de milho para a safra 2024/25 foi estimada em 131,9 milhões de toneladas, conforme informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em julho. Do total, 19% correspondem à primeira safra, 79% à segunda e 2% à terceira, esta cultivada apenas nas regiões Norte e Nordeste.

A maior parte da produção está concentrada no Centro-Oeste, responsável por cerca de 60% do volume total. O estado de Mato Grosso lidera o ranking nacional, com mais de 51 milhões de toneladas, o que representa 39% da produção brasileira. O Paraná ocupa a segunda posição, respondendo por 15% do total.

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (7) pelos analistas do Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a colheita da segunda safra de milho no Paraná alcançou 74% da área plantada, que totaliza 2,77 milhões de hectares.

O Deral informou que, “com condições climáticas favoráveis, a expectativa é de que a colheita seja concluída ainda no mês de agosto”.





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