sexta-feira, maio 8, 2026

Autor: Redação

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Mercado reduz expectativas de inflação para 5,05% em 2025



Pela 11ª semana seguida, o mercado financeiro reduziu as expectativas de inflação para 2025. Atualmente, as projeções apontam que o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – em 5,05%, percentual inferior aos 5,07% projetados há uma semana; e aos 5,17% projetados há quatro semanas.
É o que mostra o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central.

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Para 2026, as expectativas de queda de inflação se mantêm há quatro semanas, quando chegou a 4,5%. Atualmente, o IPCA projetado para o ano que vem está está em 4,41%; e para 2027, em 4%.

Apesar de uma melhora nas expectativas relacionadas à inflação, a estimativa para 2025 continua acima do teto da meta de inflação a ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O limite inferior, portanto, é 1,5%; e o superior, 4,5%.

Mesmo com a desaceleração inflacionária dos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.

Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento; as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos; e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Uma das preocupações manifestadas pelo Copom é a política comercial dos Estados Unidos, algo que pode, inclusive, levar a autoridade monetária a não descartar a possibilidade de retomada de alta da Selic “caso seja necessário”.

Por enquanto, a estimativa dos analistas consultados se mantém estável pela sétima semana consecutiva, em 15% ao final de 2025. O mercado manteve, também, as projeções da Selic para 2026 (12,50%); e 2027 (10,50%).

PIB e dólar

O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de crescimento da economia, projetando, para o final de 2025, um Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país) de 2,21%. Há uma semana, a projeção era de que a economia fecharia o ano com um crescimento de 2,23% (mesmo percentual projetado há quatro semanas).

Para os anos subsequentes, as projeções de PIB estão em 1,87%, para 2026, e em 1,93% para 2027.

Já as projeções do mercado para a cotação do dólar em 2026 se mantém estável, em R$ 5,60 desde a semana passada. Há quatro semanas, as expectativas eram de que a moeda norte-americana terminaria o ano cotada a R$ 5,65. Para 2026 e 2027, as projeções são a mesma: dólar cotado a R$ 5,70.



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Friboi inova com entrega expressa e amplia portfólio de soluções para clientes



A Friboi, da JBS, líder no mercado de carne bovina no Brasil, acaba de lançar a “Entrega Expressa”, uma iniciativa inédita na indústria de proteínas que entrega carne fresca no mesmo dia, em poucas horas, ao cliente solicitante. A novidade já registrou a entrega mais rápida desde sua criação: cerca de duas horas entre o pedido e a chegada.

Restaurantes, açougues e varejistas – incluindo o mercadinho de bairro –, agora têm a possibilidade de fazer pedidos de forma online ou para os vendedores da marca e receber a mercadoria em tempo recorde, graças a uma combinação que envolve tecnologia de ponta e eficiência operacional.

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Para garantir a entrega rápida, a Friboi aplicou uma inteligência logística que vai muito além de colocar mais caminhões nas ruas para suas operações. Um software de roteirização calcula em tempo real o melhor trajeto, levando em conta a localização dos 15 Centros de Distribuição da empresa e o destino de entrega. O resultado é uma operação capaz de surpreender até os clientes mais acostumados com prazos curtos.

Além de agilidade, o modelo traz ganhos de eficiência. Com a otimização das rotas, a mesma frota, com cerca de 300 caminhões em São Paulo e 120 veículos no Rio de Janeiro, consegue realizar mais de uma viagem com diversas entregas no mesmo dia. Na prática, isso significa menor consumo de combustível por tonelada transportada e, potencialmente, uma redução na quantidade de caminhões em circulação, já que os veículos poderão fazer mais de uma viagem por dia — um passo importante rumo a uma operação mais eficiente.

“A entrega rápida deixou de ser um diferencial para se tornar uma expectativa do cliente moderno. O que diferencia a Friboi é a capacidade de aplicar esse conceito em um setor com desafios logísticos complexos. Ao longo de mais de sete décadas, temos evoluído constantemente em soluções logísticas que unem tradição e inovação, sempre em sintonia com as novas demandas por agilidade e eficiência no mercado”, explica Gilmar Schumacher, diretor de Logística da JBS.

Antes da novidade, o padrão logístico da marca já era ágil: as entregas da Friboi costumavam ocorrer no máximo no dia seguinte nessas regiões. Agora, o novo serviço permite que os produtos saiam do Centro de Distribuição e cheguem ao cliente no mesmo dia. Em São Paulo, por exemplo, cerca de 2 mil entregas foram realizadas com esse modelo nos primeiros seis meses de operação, mais de 500 toneladas de proteína movimentadas, gerando um faturamento superior a R$ 16 milhões para a marca. No Rio, já foram realizadas cerca de 250 entregas do tipo em três meses.

Para Henrique Reis, proprietário do restaurante Essência Gaúcha, que conta com unidades na Granja Viana, Portal Morumbi e Taboão da Serra, todas em São Paulo, a novidade fez diferença. “A Friboi acertou em cheio com a ‘Entrega Expressa’. Ganhamos praticidade e agilidade, especialmente com pedidos que surgem de última hora. A entrega chega no mesmo dia – algo realmente diferenciado no mercado, que estimula a recorrência de compra”, afirma.

A expansão para outras capitais já está no radar da empresa e deve ocorrer ainda neste ano, com a implementação progressiva nos demais Centros de Distribuição da Friboi. O projeto também se conecta à plataforma Friboi+, oferecendo uma experiência completa, da seleção dos cortes até a entrega final, com qualidade e rapidez.



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Trump inicia ofensiva para vender mais soja à China, principal mercado do Brasil



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (11) que a China pode “quadruplicar rapidamente” suas compras de soja norte-americana,
citando preocupações do país asiático com a escassez do grão.

Em publicação na rede Truth Social, Trump destacou a qualidade da produção agrícola
estadunidense e disse que o aumento das exportações ajudaria a reduzir o déficit comercial
chinês com os EUA. “A China está preocupada com sua escassez de soja. Nossos grandes agricultores produzem a soja mais robusta. Espero que a China rapidamente quadruplique seus pedidos de soja. Esta também é uma forma de reduzir substancialmente o déficit comercial da China com os EUA. Um serviço rápido será fornecido. Obrigado, Presidente Xi”, escreveu.

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AgroNewsPolítica & Agro

Adubação foliar com micronutrientes traz benefícios



Se o solo apresenta o nutriente acima do nível crítico, a estratégia muda



Se o solo apresenta o nutriente acima do nível crítico, a estratégia muda
Se o solo apresenta o nutriente acima do nível crítico, a estratégia muda – Foto: Seane Lennon

No manejo nutricional, definir a quantidade e o momento ideal para aplicação de micronutrientes via folha é uma das decisões mais estratégicas da produção agrícola. No entanto, antes mesmo de escolher o adubo, o primeiro passo é o diagnóstico do solo, que determinará se o nutriente está abaixo, no ou acima do nível crítico.

Segundo Roniel Geraldo Ávila, consultor de Desenvolvimento de Mercado na Multitécnica, essa classificação orienta diretamente o método de cálculo. Quando o nutriente está abaixo do nível crítico, é necessário adubar planta e solo. A recomendação é calcular a dose com base na extração total da cultura — ou seja, multiplicar a produtividade esperada pela quantidade extraída do nutriente — e dividir essa quantidade em ao menos quatro aplicações. Já para produtores descapitalizados, é possível recorrer ao cálculo pela exportação (nutriente removido com a colheita), desde que com critério técnico.

Se o solo apresenta o nutriente acima do nível crítico, a estratégia muda: o objetivo é apenas repor o que será removido com a colheita. O cálculo é feito com base na exportação do grão, e a dose tende a ser menor, mas igualmente precisa ser fracionada em no mínimo três aplicações. A pulverização deve sempre garantir cobertura total das folhas para eficiência fisiológica e operacional.

Por fim, o tipo de produto também influencia no sucesso da adubação. Roniel alerta para evitar sais simples, que têm baixa solubilidade e desempenho limitado. A melhor escolha são produtos formulados, com tecnologias que protegem as moléculas, melhoram a penetração e favorecem a absorção. Adubar corretamente, portanto, é mais do que aplicar nutrientes — é tomar uma decisão técnica baseada em solo, cultura, produtividade, estratégia e finanças.

 





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o sistema financeiro global entrou em zona de risco


O sistema financeiro mundial começa a enviar sinais inequívocos de que entramos em território perigoso. Um dado histórico chama a atenção: pela primeira vez em décadas, o ouro superou todas as commodities em desempenho, deixando para trás petróleo, grãos e metais industriais.

Esse movimento não é um simples capricho de mercado. Ele traduz a busca desesperada por ativos reais e seguros diante de um cenário global marcado por riscos crescentes. O principal deles é a dívida total dos países, que já se aproxima de US$ 350 trilhões — o equivalente a pouco mais de 300% do PIB mundial em média linear. Trata-se de um patamar que, diante da alta dos juros nos Estados Unidos, beira o impagável.

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A escalada das taxas de juros no maior centro financeiro do planeta é, em grande medida, resposta à inflação pressionada por políticas econômicas erráticas e ações agressivas do presidente norte-americano, Donald Trump. Tarifas unilaterais, guerras comerciais e decisões intempestivas têm desorganizado cadeias produtivas, elevado custos e aumentado a volatilidade das matérias-primas.

Mas a tempestade não se limita ao campo econômico. A desaceleração do crescimento global, os conflitos militares que se arrastam sem solução, as mudanças climáticas e o retrocesso do multilateralismo compõem um cenário de instabilidade permanente. É um coquetel perigoso que pressiona mercados, derruba expectativas e encarece o capital.

Ao contrário de crises passadas, que surgiram de forma inesperada, os chamados “cisnes negros”, desta vez o alerta é um “cisne branco”: um risco anunciado, visível a todos, mas negligenciado por lideranças políticas mais preocupadas em alimentar polarizações do que em enfrentar a gravidade dos fatos.

O mundo parece cego diante de sua própria fragilidade, conduzido por uma elite política que, em vez de buscar soluções, aposta na retórica vazia e em disputas ideológicas estéreis.

Enquanto isso, investidores globais já se protegem, migrando para o ouro e outros ativos que preservam valor em tempos de turbulência.

Se nada mudar, não será a surpresa que derrubará o sistema, será a previsibilidade de um colapso anunciado, ignorado por aqueles que deveriam liderar a prevenção.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Onda de frio continua e provoca queda nas temperaturas e geada; veja a previsão do tempo para hoje



O sistema de alta pressão associado à massa de ar polar continua mantendo as temperaturas baixas em grande parte do centro-sul do país. O ar frio chega ao Norte, provocando um amanhecer mais gelado entre o Acre e o Sul de Rondônia nesta segunda-feira (11). E as mínimas ainda ficam muito baixas no Sul e Sudeste, com a possibilidade para geada ao amanhecer. No Sul, o tempo continua firme – as temperaturas ainda podem ficar abaixo de zero nas serras gaúcha e catarinense e abaixo de 4°C no centro-sul e sudoeste do PR, provocando geada nas primeiras horas do dia. No decorrer da tarde o sol aparece com a presença de poucas nuvens, não há previsão de chuva em nenhuma área e no extremo norte do PR a umidade relativa do ar fica abaixo de 30%.

No Sudeste, a circulação de ventos do mar para a costa, ainda estimula mais nebulosidade e umidade no litoral de SP e do RJ e entre o ES e o nordeste de Minas – com possibilidade ainda de uma segunda com períodos de chuva fraca/moderada, além, da sensação de frio. Amanhecer ainda gelado na região e possibilidade para geada no Vale do Paraíba, na Mantiqueira e no extremo sul de Minas – atenção: podemos ter temperaturas mais pontuais em torno ou abaixo de 4 °C em cidades do interior de SP – não descartando alguma geada mais localizada e fraca em regiões, normalmente mais frias entre o oeste paulista, centro-norte e nordeste de SP. O interior do Sudeste continua mais seco e a umidade entre em alerta entre o Triângulo de Minas e o extremo norte paulista. Cidade do Rio, começa a semana com chuviscos entre a madrugada e o amanhecer. Em São Paulo, dia muito gelado, porém sem chuva e com o sol aparecendo entre nuvens.

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Enquanto no Centro-Oeste, o tempo continua firme em todos os estados e o ar seco ganha força com destaque para umidade em alerta em parte do extremo sul de Matogrosso, no sul de Goiás e nordeste de Mato Grosso do Sul – o dia ainda começa com sensação de frio em Cuiabá, Campo Grande e no extremo sul e sudoeste de MS, não descartando alguma geada mais fraca e localizada entre Ponta Porã, Iguatemi e Rio Brilhante. Com o passar das horas e a presença do sol forte, as máximas sobem, principalmente no interior da Região, aumentando a sensação de calor no norte de Goiás e de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul, a tarde de segunda ainda será marcada por temperaturas mais amenas.

Já no Nordeste, o deslocamento da frente fria, estimula mais umidade para o sul da Bahia e a semana começa com atenção para chuva moderada a forte, com aumento de nuvens em Ilhéus, Itacaré e Barra Grande. Chove, principalmente a tarde, no Maranhão e no centro-norte Piauí, em forma de pancadas, com atenção para ocorrência de chuva moderada a forte com raios. Nas demais regiões, predomínio de tempo aberto, com calor e o alerta de baixa umidade do ar ganhando destaque ao longo do dia – valores abaixo de 30% entre o interior da PB, PE, extremo sul do PI, oeste e norte da BA e no extremo sul do MA e CE.

E no Norte, a combinação de calor e umidade favorece instabilidades sobre a metade norte do Pará e o extremo norte do Tocantins, além de manter o tempo abafado e instável entre o Amazonas e Roraima, com a previsão de pancadas de chuva com moderada a forte intensidade. No AC e em Rondônia, dia que começa com temperaturas mais baixas, predomínio de sol com poucas nuvens e tempo firme e seco. A umidade relativa do ar continua em atenção em toda a faixa sul da Região, com valores entre 30 e 21%, inclusive nas capitais, Rio Branco, Porto Velho e Palmas.

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de feijão mantém cautela no pico da safra



Para o feijão-preto, o Paraná registra preços estáveis



Para o feijão-preto, o Paraná registra preços estáveis
Para o feijão-preto, o Paraná registra preços estáveis – Foto: Pixabay

O mercado de feijão manteve nesta semana o comportamento típico do pico da terceira safra, com pressão sobre os preços na base produtora e compradores mais cautelosos que ativos, segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe). No Noroeste de Minas Gerais, cerca de 75% das lavouras já foram colhidas e aproximadamente 45% da produção comercializada. A menor safra, que pode ter recuado entre 25% e 35%, reduziu o volume tradicionalmente armazenado.

No feijão-carioca, os negócios oscilaram entre R$ 200 em Goiás (mais impostos) e R$ 215 a R$ 220 em Minas e no próprio estado goiano. Produtores com capacidade de estocagem têm optado por segurar parte da oferta, equilibrando a necessidade de caixa com a preservação de valor. Essa postura tende a manter o mercado mais firme nas próximas semanas.

Para o feijão-preto, o Paraná registra preços estáveis, mas a oferta disponível segue restrita. Vendedores com produto de qualidade também estão preferindo reter a mercadoria, apostando em valorização no decorrer do segundo semestre, quando a oferta deve ser menor que no início do ano.

Com o consumo fluindo, promoções no varejo e perspectiva de escassez à frente, o setor entra em um período que exige cautela e planejamento. A próxima colheita tende a ser significativamente menor, reforçando a importância de monitorar de perto o mercado e manter estratégias de médio prazo.

“O consumidor está comprando, o varejo está promovendo, e o fluxo está andando. Temos pela frente um longo segundo semestre até a próxima colheita, que tende a ser muito menor do que a registrada no início deste ano…”, conclui.

 





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PNBOX ajuda a estruturar as finanças do seu negócio rural


O Sebrae desenvolveu uma plataforma gratuita e prática: o PNBOX. Voltado a produtores rurais e empreendedores de todos os setores.

O sistema digital reúne 14 ferramentas para estruturar, analisar e ajustar planos de negócio, tudo online e sem precisar instalar nada.

Com acesso direto pelo navegador do celular, tablet ou computador, o PNBOX permite montar um plano passo a passo.

É possível usar apenas as ferramentas mais urgentes, como no caso de quem deseja agregar valor à produção, transformando frutas excedentes em geleias e compotas, por exemplo.

“A ferramenta de Segmentação de Mercado, é possível descobrir quem compraria suas geleias e compotas. Na Análise de Concorrência, pesquisar o que outros produtores estão fazendo. Nas ferramentas financeiras, calcular o investimento para comprar potes e novos equipamentos e utensílios”, explica Cláudio Afrânio Rosa, analista da unidade de portfólio e comercialização do Sebrae/MG.

Na foto, há um homem com camisa verde. No fundo da foto, está o logo do SebraeNa foto, há um homem com camisa verde. No fundo da foto, está o logo do Sebrae
Cláudio Afrânio Rosa, analista da unidade de portfólio e comercialização do Sebrae/MG.
Foto: Arquivo pessoal

Agilidade para revisar ideias e criar relatórios

Segundo Rosa, uma das maiores vantagens do PNBOX é a flexibilidade. “O PNBOX funciona como uma caixa de ‘peças de lego’. Você não precisa usar todas de uma vez. A plataforma é flexível e se adapta ao que você precisa no momento”, afirma.

Entre os benefícios, destacam-se a possibilidade de revisar rapidamente preços, gerar relatórios automáticos e permitir colaboração com sócios ou consultores do Sebrae, mesmo à distância.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Planejamento por blocos

Além disso, o PNBOX organiza o planejamento em blocos que se complementam. No bloco ‘Cliente-Mercado’, é possível desenhar o perfil do cliente e o caminho de compra. Em ‘Problema- Solução’, o produtor identifica os benefícios que o cliente busca e como seu negócio se posiciona com a concorrência.

“No bloco ‘Estratégia’, você organiza suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, e o mais importante, cria ações práticas para lidar com cada ponto”, explica Rosa.

Já em ‘Finanças’, o capital necessário, custos e o ponto de equilíbrio são calculados de forma simples. “Se precisar mudar de rota, a plataforma permite que você copie seu plano original, faça os ajustes na nova versão e guarde o histórico da antiga. As ferramentas também conversam entre si, facilitando criar um plano sob medida”, conta Rosa.

Quer experimentar? É gratuito

Com vídeos explicativos, suporte remoto pelo número 0800 570 0800 e acesso ilimitado, o PNBOX é o aliado ideal para quem quer planejar de forma eficiente, mesmo com a rotina corrida do campo. Acesse aqui.



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Saiba o que mexe com os mercados nesta semana com o Diário Econômico


No morning call desta segunda feira (11), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo nos mercados globais impulsionado por resultados corporativos fortes nos EUA e expectativa de reunião entre Trump e Putin.

O petróleo recuou com anúncio da Opep+ de aumento de 500 mil barris/dia. O dólar segue enfraquecido com expectativa de 90% de cortes de juros pelo Fed a partir de setembro, enquanto o Ibovespa avançou acompanhando o exterior.

No Brasil, juros futuros cederam levemente e a atenção se volta ao IPCA de julho (+0,37% projetado) e dados de varejo e serviços ao longo da semana.

No exterior, o CPI dos EUA e dados da China serão os principais vetores de mercado.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Plano de Contingência focará empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA


O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou na quinta-feira (7) que o Plano de Contingência do governo federal, voltado a apoiar empresas brasileiras afetadas pela tarifa adicional de 50% imposta pelos Estados Unidos, dará prioridade às companhias com maior dependência do mercado norte-americano.

“O Plano de Contingência é exatamente para poder atender aquelas empresas que foram mais afetadas, que têm uma exportação maior, e, [dentre estas], uma exportação maior para os Estados Unidos”, declarou Alckmin durante coletiva no início da noite na sede do MDIC.

O vice-presidente destacou que há setores fortemente expostos à medida. “Você tem setores que metade do que produzem é para exportar; e, [dentre estes], tem setores que, do que exporta, mais da metade é para os Estados Unidos. Então foram muito expostos, estão muito expostos”, disse.

Segundo Alckmin, o governo segue trabalhando para reduzir a alíquota e excluir o maior número possível de produtos do tarifaço. “O diálogo a gente nunca pode desistir. É perseverar, ter resiliência, mostrar que isso é um perde-perde, é uma coisa ruim também para os Estados Unidos, que vai encarecer os produtos americanos, romper cadeias produtivas”, afirmou.

Ele relatou ainda ter se reunido nesta quinta-feira, no MDIC, com o encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar. “Ele veio conversar. Nós dissemos claramente os nossos argumentos, dizendo, olha, de cada dez maiores produtos exportados [dos EUA para o Brasil], oito a alíquota é zero; a tarifa média é 2,7%. Agora, se tem problema não-tarifário, vamos sentar e conversar e resolver”, contou.

Entre os temas que podem entrar na pauta do diálogo, Alckmin citou questões ligadas a data centers, big techs e minerais estratégicos.





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