sexta-feira, maio 8, 2026

Autor: Redação

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O futuro do agro paulista: conquistas, desafios e o compromisso com o diálogo


É com entusiasmo e senso de responsabilidade que celebramos a nova parceria
entre a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e o Canal Rural. Este espaço será dedicado não apenas à divulgação de informações
estratégicas do setor agropecuário paulista, mas também à reflexão crítica sobre os
caminhos que percorremos e os horizontes que ainda podemos construir.

O campo paulista vive um momento de transformação profunda, que exige protagonismo, união e, acima de tudo, compromisso com o conhecimento. O setor agropecuário de São Paulo é uma potência. Representa aproximadamente 14% do PIB agro brasileiro, liderando em diversas cadeias produtivas como cana-de-açúcar, citricultura, flores, olericultura, borracha, café arábica e proteína animal.

Mesmo diante das intempéries climáticas, de instabilidades políticas e dos
frequentes desafios nas relações comerciais internacionais, nossos produtores
seguem demonstrando capacidade de adaptação e resiliência. São
empreendedores que enfrentam a seca e o excesso de chuvas, os entraves
logísticos e as oscilações de mercado com coragem e visão de futuro.

Nossas conquistas recentes são reflexo direto do investimento em capacitação,
inovação e sustentabilidade. O Sistema Faesp/Senar-SP, em parceria com os
sindicatos rurais, oferece anualmente milhares de cursos e programas que
profissionalizam o produtor, elevam a produtividade e promovem a sucessão familiar
no campo. A difusão de tecnologias, o estímulo à agricultura de baixo carbono, o
apoio à regularização ambiental e a inclusão da mulher e do jovem rural nas
decisões estratégicas também são pilares dessa transformação silenciosa, mas
profundamente eficaz, que acontece diariamente nas propriedades paulistas.

Neste espaço no Canal Rural, vamos aprofundar debates que interessam a todos: o
futuro da política agrícola, os impactos de medidas internacionais como as tarifas
sobre produtos brasileiros, a inserção do pequeno e médio produtor no mercado
global, os desafios da segurança hídrica e energética, e os caminhos da transição
agroecológica. Queremos aproximar o produtor da tomada de decisão e da
formulação de políticas públicas. O agro paulista é feito de gente que produz com
paixão, e essa voz precisa ser ouvida com atenção e respeito.

Convido você, produtor, técnica, estudante ou profissional do campo, a nos
acompanhar nesta jornada. Vamos juntos construir um agro cada vez mais forte, inclusivo, competitivo e inovador. Esta parceria é mais do que institucional: é um
compromisso com o Brasil que planta, colhe e alimenta o mundo.

Tirso Meirelles – Presidente do Sistema Faesp/Senar-SP

Economista e produtor rural, atua há décadas no fortalecimento da produção paulista, capacitando e abrindo mercados para pequenos e médios produtores.


O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação



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Abate de bois cresce 5,4% no 2º trimestre e chega a 10,4 milhões de cabeças, aponta IBGE



O abate de bovinos no Brasil registrou crescimento no segundo trimestre de 2025, tanto em comparação ao mesmo período de 2024 quanto ao trimestre imediatamente anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De abril a junho, foram abatidas 10,40 milhões de cabeças de bovinos, alta de 3,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 e de 5,4%frente ao primeiro trimestre deste ano. Esse volume resultou em 2,63 milhões de toneladas de carcaça bovina, o que representa um crescimento de 1,0%na comparação anual e de 6,0% em relação aos três primeiros meses de 2025.

O levantamento faz parte da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, que coleta dados de estabelecimentos sob inspeção sanitária municipal, estadual ou federal.

Suínos, frango e leite

  • Suínos – O abate somou 14,87 milhões de cabeças, alta de 1,6% sobre o segundo trimestre de 2024 e de 3,8% frente ao primeiro trimestre de 2025. As carcaças totalizaram **1,40 milhão de toneladas, crescimento de 4,7% e 6,1%, respectivamente.
  • Frangos – Foram abatidos 1,64 bilhão de frangos , avanço de 1,1% sobre o mesmo período do ano passado e estabilidade em relação ao primeiro trimestre de 2025. O peso das carcaças foi de **3,56 milhões de toneladas, aumento de 2,7% no comparativo anual e de *2,4% frente ao trimestre anterior.
  • Aquisição de leite cru – O volume foi de 6,50 bilhões de litros, alta de 9,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 e de 0,1% frente ao primeiro trimestre de 2025.
  • Couro – Os curtumes receberam 10,55 milhões de peças inteiras de couro bovino, crescimento de 2,6% em relação ao segundo trimestre de 2024, mas queda de 1,9% em relação ao trimestre anterior.
  • Produção de ovos – A produção alcançou 1,22 bilhão de dúzias, aumento de 4,0% no comparativo anual e de 1,6% frente ao primeiro trimestre de 2025.



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Gripe aviária ainda afeta exportações de carne de frango do Rio Grande do Sul



Em julho, as exportações de carne de frango, tanto processada quanto in natura, somaram 46,244 mil toneladas, uma queda de 22,1% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 59,344 mil toneladas. O recuo foi de 13,1 mil toneladas no comparativo anual.

Em receita, o setor registrou baixa de 20,8% no mês, passando de US\$ 104,136 milhões, em julho de 2024, para US\$ 82,505 milhões em julho deste ano, uma redução de US\$ 21,6 milhões.

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No acumulado de janeiro a julho, as exportações somaram 394,548 mil toneladas, queda de 4,5% frente às 413,317 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado. Em valor, a retração foi de 3,5%, passando de US\$ 733,841 milhões para US\$ 708,078 milhões.

De acordo com a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), a queda nas exportações de carne de frango do Rio Grande do Sul em 2025 está diretamente ligada aos reflexos do caso de Influenza Aviária registrado em uma granja do estado no início do ano. O episódio foi rapidamente controlado, sem novos focos desde então, mas acabou resultando em restrições temporárias de importantes mercados compradores, o que afetou o desempenho do setor.

Ovos

A exportação de ovos do Rio Grande do Sul registrou queda de 30,6% nos sete primeiros meses de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, passando de 4,312 mil toneladas para 2,994 mil toneladas — redução de 1,3 mil toneladas. Apesar disso, a receita aumentou 9%, subindo de US\$ 10,205 milhões para US\$ 11,127 milhões, impulsionada pela valorização da tonelada no mercado externo e pelo aumento da demanda no Brasil e no exterior.

Em julho, o estado exportou 587 toneladas de ovos, alta de 7,6% frente às 545 toneladas do mesmo mês de 2024. A receita foi de US\$ 2,103 milhões, avanço de 66,1% sobre os US\$ 1,266 milhão registrados no mesmo mês do ano passado.

A expectativa com a retomada das vendas ao Chile é de um avanço considerável nas exportações de ovos e carne de frango do estado ainda em 2025.



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Massa polar perde força e onda de frio se aproxima do fim; veja quando na previsão do tempo



A circulação de ventos na atmosfera associados à presença de uma área de alta pressão devem manter o predomínio de tempo firme e as temperaturas mais amenas nos estados da região Sul nesta quarta-feira (13). Ainda pela manhã, haverá condições para formação de geada em áreas da serra gaúcha, serra e região central catarinense, além de alguns pontos do centro-sul paranaense.

No decorrer do dia, o sol predomina entre algumas variações de nebulosidade e não há previsão de chuva significativa para nenhuma das áreas. Na parte da tarde, o ar seco ganha força e estabelece o alerta de baixa umidade do ar em boa parte do interior paranaense. Algumas áreas do norte e noroeste ganham destaque, pois podem apresentar índices inseridos em um cenário de alerta – abaixo de 20% – durante as horas mais quentes. Nas demais regiões paranaenses – com exceção do sul e sudoeste – devem apresentar valores abaixo de 30%, incluindo Curitiba.

No Sudeste, a condição de tempo estável também deve predominar ao longo do dia, com predomínio de sol entre algumas variações de nebulosidade. Conforme a massa de ar polar perde força e influência na região, os termômetros voltam a apresentar maior aumento em comparação aos dias anteriores. Ainda nas primeiras horas da manhã, as mínimas permanecem mais baixas, e algumas áreas do extremo sul de MG e da Serra da Mantiqueira podem contar com formação de geada pontual.

À tarde, o ar seco segue ganhando destaque e reforça o alerta de baixa umidade do ar em boa parte do estado de São Paulo, incluindo a região metropolitana, e de Minas Gerais. Em São Paulo, os índices devem permanecer abaixo de 20% durante a tarde. Em Belo Horizonte, entre 21% e 30%. Ainda no estado mineiro, áreas do triângulo devem registrar valores de umidade abaixo de 12% no decorrer das horas mais quentes.

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Enquanto no Centro-Oeste, o tempo firme segue marcando presença em todos os estados, com predomínio de sol ao longo do dia e calor voltando a ganhar destaque – juntamente com o ar seco. Ainda pela manhã, as temperaturas permanecem mais baixas entre Mato Grosso do Sul e sul de Goiás, e o frio ainda segue presente. No decorrer do dia, o sol e o ar seco ganham força, sendo assim, calor e alerta de baixa umidade do ar ganham força já a partir do início da tarde em todos os estados – com índices em níveis de alerta, abaixo de 20%. O cenário de maior atenção fica entre o sul de Goiás e o leste de Mato Grosso, onde há risco para que os índices de umidade fiquem abaixo de 12% durante as horas mais quentes – ilustrando um cenário de emergência.

Já no Nordeste, a incursão de umidade vinda do oceano em direção ao continente deve seguir realizando a manutenção das instabilidades no litoral da Bahia, e as pancadas de chuva ganham força e se espalham ainda no período da manhã. Não estão descartados eventuais temporais – sobretudo entre o litoral sul e a região do recôncavo baiano. Entre o litoral de Sergipe e Alagoas, há risco de chuva forte isolada em alguns intervalos do dia. No litoral do Recife, também pela incidência de umidade vinda do oceano, pode chover com fraca a moderada intensidade ao longo do dia.

Entre o Maranhão, parte do interior do Piauí e do Ceará, a presença de umidade na atmosfera local e a circulação de ventos em superfície também deve favorecer a ocorrência de pancadas de chuva com moderada a pontual forte intensidade.

E no Norte, as instabilidades devem seguir atuando sobre o Amazonas, Pará e Roraima, mas começam a se espalhar sobre o Amapá e parte do Tocantins. O sol aparece entre nuvens no decorrer das horas, no entanto, as pancadas de chuva podem vir com forte intensidade a partir do período da tarde. Não estão descartados temporais localizados, especialmente entre Amazonas e Pará, além do norte do Tocantins. Entre Acre e Rondônia, predomínio de tempo firme, com destaque para o calor intenso à tarde. Em Rondônia, o período da tarde ficará marcado pelo alerta de baixa umidade do ar – com índices que devem permanecer abaixo dos 30%.

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Haddad defende pensar forma de agregar valor às terras raras



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que os três poderes precisam pensar “estrategicamente” em como vão tratar dos minerais críticos de terras raras brasileiras. “O padrão brasileiro é exportar commodity. E nós devemos pensar nesse caso específico porque é um caso muito especial, não é como minério de ferro. Tem muitos lugares. Aqui não. Aqui você tem concentração no Brasil. Em poucos países, na China tem muito, no Brasil tem muito. E por isso que a turma fica de olho no território nacional”, comentou Haddad.

“Nós tínhamos que pensar uma forma de agregar valor a esse minério”, completou durante participação na comissão mista que analisa a medida provisória (MP) alternativa ao IOF.

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Ele lembrou que o governo brasileiro chegou a discutir com o governo dos Estados Unidos, na gestão do ex-presidente Joe Biden, a possibilidade de joint ventures no Brasil para produção de baterias no país e para a transferência de tecnologia.

“Nós chegamos a começar esse entendimento. E eu espero que nós possamos fazer com a Europa, com a China, com os Estados Unidos, que são nossos parceiros, fazer acordos de cooperação tecnológica para agregar valor no Brasil”, afirmou. Ele defendeu que o Brasil não seja “um simples exportador de mais uma commodity”, e acrescentou que esse debate não pode ser adiado.

Projeto de renúncia fiscal

O ministro também respondeu a uma questão sobre o projeto de renúncia fiscal que está em análise pela Câmara dos Deputados. A matéria define critérios para a concessão de benefícios fiscais.

Ele disse que o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) tem procurado a equipe econômica para debater e, eventualmente, compatibilizar esse texto com o do governo. “Está havendo ali um entendimento para ver se nós chegamos a um acordo.”



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil exporta volume recorde de algodão



Mato Grosso lidera exportações do produto




Foto: India Water Portal

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (12), o ciclo de exportações de algodão da safra 2023/24 encerrou-se em julho com volume recorde de 2,83 milhões de toneladas embarcadas pelo Brasil.

Mato Grosso, maior produtor nacional, respondeu por 1,83 milhão de toneladas, alta de 7,62% em relação ao ciclo anterior. “Este é o maior resultado da série histórica”, informou o Imea. Entre os principais destinos, destacaram-se o Vietnã, com 375,93 mil toneladas, o Paquistão, com 294,31 mil toneladas, e Bangladesh, com 279,92 mil toneladas.

O levantamento apontou ainda redução de 66,94% nas compras da China, que caíram de 757,79 mil toneladas no ciclo anterior para 250,54 mil toneladas no atual. Segundo o Imea, o recuo está relacionado ao maior equilíbrio nos estoques internos do país asiático e à boa safra local, diminuindo a necessidade de importações.

Para o ciclo que começa em agosto, a projeção do instituto é que Mato Grosso mantenha o ritmo elevado, com expectativa de exportar 2,05 milhões de toneladas.





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News

Produtor paulista une mel e morango e cria negócio sustentável no campo


De abelhas sem ferrão a morangos agroecológicos, o produtor Isaías Rondinelli Rosa Pasqualini encontrou no campo, especificamente, em São Roque, interior de São Paulo (SP), um jeito de unir renda e sustentabilidade.

Apaixonado pela apicultura, Pasqualini começou em 2016 com colmeias legalizadas e, anos depois, investiu no cultivo de morango.

“Os dois são maravilhosos. Porque, na realidade, um complementa o outro. O morango precisa de muita polinização. Eu tenho um morango que quase não tem deformidade por conta da polinização”, relata.

Ao longo do caminho, ele percebeu que informação e capacitação são essenciais. Por isso, buscou aperfeiçoamento no Sebrae/SP e no Senar, incluindo o Empretec Rural e treinamentos sobre gestão de custos. “Você precisa saber quanto gasta e quanto vende, para ter certeza de que está lucrando”, afirma o produtor ressaltando a importância da qualificação na hora de empreender.

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Na foto, há duas pessoas com roupas específicas da apicultura Na foto, há duas pessoas com roupas específicas da apicultura
“Meu filho está começando a acompanhar o trabalho de retirada do mel”, conta Pasqualini.
Foto: Arquivo pessoal

Entre a lei e o mel

No início, Pasqualini conta que a maior barreira como apicultor foi a legislação. Afinal, para comercializar os produtos de origem animal, é preciso estar regularizado nos órgãos competentes. Mas, esta já foi uma etapa superada. Agora, Pasqualini vai comemora mais uma conquista: “minha certificação orgânica.”

Com visão empreendedora, ele integra produção, polinização e gestão de forma planejada. “Acredito que o conhecimento é o ingrediente essencial para manter o campo vivo e rentável. Inclusive, eu estudei, sou pós-graduado em apicultura e em meliponicultura – que é a criação racional de abelhas sem ferrão”, diz o produtor orgulhoso dos seus cultivos, títulos e do interesse do filho pela apicultura: “meu filho está começando a acompanhar o trabalho de retirada do mel”, finaliza Pasqualini.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso exporta volume recorde de carne bovina



China impulsiona alta nas exportações de carne bovina




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (12), as exportações de carne bovina de Mato Grosso atingiram 89,49 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC) em julho de 2025. O volume representa aumento de 31,44% em relação ao mês anterior e estabelece o maior patamar já registrado pelo estado.

O instituto destacou que, além da elevação no volume embarcado, o preço médio da carne exportada subiu para US$ 4.340,03 por tonelada. “Esse cenário resultou em um faturamento de US$ 388,40 milhões em julho”, informou o Imea.

A maior demanda chinesa foi apontada como o principal fator para o avanço das exportações, com alta de 31,98% no volume destinado ao país no comparativo mensal. De acordo com o Imea, caso se mantenha o ritmo de compras no segundo semestre pelos principais importadores, em especial pela China, Mato Grosso poderá alcançar um novo recorde anual de volume exportado.





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Comece o dia bem informado sobre o mercado com o Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o CPI dos EUA de julho veio em linha com o esperado, reforçando apostas de início dos cortes de juros pelo Fed já em setembro, com probabilidade acima de 90%.

O resultado, aliado à trégua parcial nas tensões comerciais com a China, impulsionou bolsas em Nova York, enfraqueceu o dólar e elevou o apetite por risco. No Brasil, o IPCA abaixo do piso das projeções fortaleceu o real, que fechou em R$ 5,38, e derrubou a curva de juros, levando o Ibovespa a 137 mil pontos.

Hoje, o foco é nas vendas do varejo no Brasil, CPI final da Alemanha e falas de dirigentes do Fed.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Tempestade fura o céu e geada encobre o chão; veja previsão de hoje



O dia será marcado por risco de temporais em parte do Norte e de geada no Sul e no Sudeste. Confira a previsão do tempo para esta quarta-feira (13) para todo o Brasil:

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Sul

O tempo segue firme, sem previsão de chuva, com predomínio de sol na maior parte da região. As temperaturas continuam baixas e há possibilidade de geadas nas áreas mais serranas, com destaques para mínimas de 6°C em Santa Maria (RS) e Guarapuava (PR), e 5°C em Urubici (SC).

Sudeste

Chuva fraca no nordeste de Minas Gerais e no Espírito Santo devido à umidade transportada do oceano. As temperaturas continuam baixas pela manhã, com possibilidade de geadas no sul mineiro e paulista. Ao longo do dia, as temperaturas voltam a subir no centro-norte de São Paulo e em boa parte do oeste mineiro. A umidade relativa do ar permanece abaixo dos 30% na maior parte da região.

Centro-Oeste

O tempo segue com predomínio de sol e não há previsão de chuvas. As temperaturas ficam mais amenas em Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso e de Goiás, mas ao longo do dia sobem, com destaques para Sinop (MT) com 36°C, e 33°C em Cuiabá (MT).

Nordeste

O calor e a alta umidade favorecem o desenvolvimento de pancadas de chuva isoladas, moderadas a fortes, entre o Maranhão, o oeste do Piauí e o litoral leste. No litoral baiano, as temperaturas ficam mais amenas, enquanto no interior do estado e em áreas piauienses e maranhense, os termômetros sobem, podendo chegar a 34°C.

Norte

Pancadas de chuva em boa parte da região norte. Entre o Amazonas e o Amapá há risco de temporais. No Acre e em Rondônia, o sol aparece entre nuvens e há bastante nebulosidade nas demais áreas. As temperaturas continuam elevadas na região.



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