sexta-feira, maio 8, 2026

Autor: Redação

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Exportações do agro registraram superávit de US$ 14 bilhões em julho



As exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$ 15,6 bilhões em julho, o maior valor já registrado para o mês na série histórica, informa o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

De acordo com a pasta, o resultado representa crescimento de 1,5% em relação a julho de 2024, com acréscimo de US$ 225 milhões, impulsionado tanto pelo aumento no volume embarcado quanto pela elevação de preços.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o café foi um dos destaques do mês, com alta de 25,3% no valor exportado. O Ministério lembra que, recentemente, 32 empresas brasileiras foram habilitadas pela primeira vez, totalizando agora 452 estabelecimentos autorizados a vender este produto para a China.

Outros produtos que registraram forte crescimento nas exportações no período incluem:

  • Suco de maçã: 623%;
  • Fumo: 91,5%;
  • Bananas: 79%;
  • Ovos e gemas: 62%;
  • Couros e peles: 57%;
  • Frutas: 37,3%; e
  • Carnes: 16,7%, com destaque para a proteína bovina

Produtos com menor participação histórica no comércio exterior do agro brasileiro também ganharam espaço, como corvina (+161%), uvas frescas (+89,4%), castanha de caju (+88%), óleos vegetais (+87%), e mel e seus derivados que cresceram 37% no valor exportado.

Principais destinos

A China manteve-se como maior compradora, com US$ 5,62 bilhões em aquisições no mês, seguida pela União Europeia (US$ 2,36 bilhões; +16,4%).

Já entre os mercados que mais cresceram estão:

  • México: +23%;
  • Arábia Saudita: +28,8%; e
  • Tailândia: +18%

De acordo com o Mapa, avanços relevantes também foram obtidos em Marrocos, Bangladesh e Taiwan, embora não divulgue especificamente o crescimento nessas nações.

A pasta ressalta que mesmo em um cenário internacional de incertezas, o Brasil mantém o ritmo de crescimento e consolida sua posição como fornecedor confiável, estável e seguro. “Exemplo disso é que mesmo com a queda nas cotações de soja em grão, açúcar, celulose e algodão, o setor manteve as receitas cambiais”, diz o Ministério, em nota.



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Prepare sua empresa para a COP30 com cursos gratuitos do Sebrae



Faltando menos de três meses para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), marcada para acontecer em Belém (PA), o Sebrae oferece cursos gratuitos para preparar micro e pequenas empresas para aproveitar os desafios e as oportunidades da sustentabilidade.

No Portal Sebrae COP30, donos de pequenos negócios encontram conteúdos exclusivos, práticos e gratuitos que ajudam a tornar suas operações mais sustentáveis e alinhadas às demandas globais.

Além disso, o portal traz materiais sobre empreendedorismo internacional e orientações para inserir os pequenos negócios na agenda global de desenvolvimento sustentável. Também oferece diversos exemplos reais de soluções inovadoras, criativas e responsáveis adotadas por empreendedores.

O conteúdo audiovisual destaca histórias inspiradoras, como a das costureiras marajoaras que valorizam suas raízes culturais. Ao mesmo tempo, o portal apresenta projetos locais como o Sustenta e Inova e o Polo de Moda do Marajó, iniciativas do Sebrae Pará que fortalecem o desenvolvimento sustentável na região.

O Sebrae na COP30

O Sebrae lidera um movimento para colocar as micro e pequenas empresas no centro da inovação sustentável. Dessa forma, a instituição levará para a COP30 soluções inovadoras que contribuem diretamente para a transição rumo a uma economia verde e de baixo impacto ambiental.



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Calcário líquido: é por isso que ele não funciona na correção do solo


Pecuaristas, a correção do solo é um dos primeiros e mais importantes passos para uma lavoura ou pastagem de sucesso. A dúvida sobre a eficácia do calcário líquido, no entanto, tem se tornado cada vez mais comum entre os produtores rurais. Assista ao vídeo.

Marcos Alexandre, de Salvador, no estado da Bahia, perguntou se o produto realmente funciona para a correção do solo.

Nesta quinta-feira (25), o engenheiro agrônomo Március Gracco, da Intensifique Consultoria Agropecuária, respondeu à dúvida no quadro “Giro do Boi Responde”.

Ele explicou, de forma clara, o que um corretivo de solo deve fazer e por que o calcário líquido, na prática, não atende a essa função.

O que é um corretivo de solo eficaz?

Foto: Reprodução

Segundo as normas técnicas, um produto para ser considerado um corretivo de solo precisa cumprir duas funções principais: alterar o pH e a saturação por bases (V%) do solo. Para isso, ele deve fornecer cálcio e magnésio em quantidade suficiente.

Os corretivos tradicionais, como o calcário calcítico, dolomítico, magnesiano e a cal virgem, são aplicados em grandes volumes (de 2 a 4 toneladas por hectare). Essa quantidade massiva de cálcio e magnésio garante que o produto:

  • Aumente o pH do solo, tornando-o menos ácido.
  • Neutralize o alumínio tóxico, que prejudica o desenvolvimento das raízes das plantas.
  • Forneça nutrientes essenciais para as plantas, atuando também como um adubo.

Por que o calcário líquido não funciona como corretivo

A composição do calcário líquido é de cerca de 30% de cálcio e 15% a 16% de magnésio. No entanto, o problema está na forma de aplicação. A recomendação comum é de 5 litros de produto para substituir 1 tonelada de calcário sólido.

Nessa proporção, a quantidade de cálcio e magnésio aplicada é muito pequena, e, segundo Március Gracco, não é suficiente para:

  • Alterar o pH do solo de forma significativa.
  • Neutralizar o alumínio tóxico, um dos principais objetivos da calagem.
  • Mudar a saturação por bases, que é a medida da fertilidade do solo.

Portanto, Március Gracco conclui que, na proporção recomendada para essa finalidade, o calcário líquido não tem eficácia como corretivo de solo.

Fique atento e confie nas práticas comprovadas para a saúde e a produtividade do seu solo, buscando sempre a orientação de um agrônomo para a tomada de decisões.



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Tarifa dos EUA deve provocar sobreoferta de tilápia no Brasil, diz C.Vale



A imposição de uma tarifa de 50% pelos Estados Unidos sobre a tilápia brasileira deve provocar sobreoferta no mercado interno e pressionar pequenos frigoríficos e produtores independentes, segundo o gerente industrial da C.Vale, Reni Girardi.

“Isso vai fazer com que aqueles pequenos frigoríficos que hoje têm o mercado local, regional deles, comecem a ter uma sobreoferta sobre esse mercado. E isso vai afetar a cadeia como um todo”, afirmou.

Ele alerta que muitos desses produtores vivem exclusivamente da piscicultura e podem ter dificuldades para escoar a produção.

A C.Vale, que abate cerca de 200 mil tilápias por dia, destinava quase 30% de sua produção ao mercado norte-americano. “O mercado exportador hoje é o mercado americano. E, a partir do dia 6, esse mercado não existe mais. Taxação de 50%, não tem mercado que suporte”, disse Girardi.

De acordo com o executivo, 98% da tilápia exportada pelo Brasil vai para os EUA, e não há alternativa no curto prazo que absorva esse volume. “O mercado com esse perfil é o europeu, o mercado do Reino Unido. Nós temos trabalhado junto às associações e ao governo brasileiro para abrir esse mercado. Mas ainda não é um mercado que está aberto para a gente colocar o nosso produto.”

Girardi afirma que, embora a C.Vale tenha diversificação com frango, suíno e grãos, a situação é mais delicada para pequenos e médios produtores. “Como é que ficam esses pequenos e médios produtores que só vivem da atividade de peixe?”, questionou.



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AgroNewsPolítica & Agro

esmagamento de soja bate recorde em julho



Demanda por óleo eleva esmagamento de soja




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (12), o esmagamento de soja em Mato Grosso atingiu 1,18 milhão de toneladas em julho de 2025, estabelecendo novo recorde para o mês. O volume representa alta de 3,61% em relação a junho e de 12,70% frente ao mesmo período de 2024.

O Imea informou que o aumento está relacionado à maior demanda por óleo de soja no estado e à retomada das indústrias esmagadoras após pausas programadas para manutenção no mês anterior. No acumulado do ano, entre janeiro e julho, o processamento alcançou 7,90 milhões de toneladas, avanço de 3,77% em relação ao mesmo período do ano passado.

A projeção do instituto indica que, em 2025, o total de soja processada em Mato Grosso deve chegar a 12,99 milhões de toneladas. “Caso se confirme, será um novo recorde para o processamento no estado”, destacou o Imea.

Apesar do volume recorde, a margem bruta de esmagamento apresentou queda de 14,93% frente ao mês anterior, encerrando julho com média mensal de R$ 433,78 por tonelada. Segundo o Imea, a retração foi influenciada pela redução nas cotações do farelo de soja e pelo aumento no preço da soja em Mato Grosso.





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China aposta no Brasil e deixa EUA fora do mercado de soja, aponta consultoria



A China reforça seu abastecimento de soja para os meses de setembro e outubro com compras do Brasil, com os Estados Unidos ‘de lado’ nas vendas da nova safra. Segundo a consultoria Safras & Mercado, os traders apontam que foram adquiridas 8 milhões de toneladas para setembro e 4 milhões para outubro, metade da demanda esperada, todas originárias da América do Sul.

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Tensões globais entre Pequim e Washington

O movimento acontece em meio à ausência de acordo nas negociações comerciais entre Pequim e Washington, cenário que pode aumentar a pressão sobre os preços da soja em Chicago, próximos das mínimas dos últimos cinco anos.

Relação EUA-China

Tradicionalmente, os Estados Unidos concentram suas vendas de soja para a China entre setembro e janeiro, antes da entrada da safra brasileira. No ano passado, o país asiático importou 105 milhões de toneladas de soja, sendo 22,13 milhões provenientes dos EUA, reforçando a importância do mercado norte-americano nesse período.



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Umidade do ar abaixo de 12% deixa estados com clima de deserto; veja até quando


A massa de ar seco que predomina sobre o Centro-Oeste do país tende a se agravar durante esta semana, de acordo com a Climatempo. Tal cenário leva a umidade relativa do ar (URA) a níveis de emergência, ou seja, abaixo de 12%, especialmente durante as tardes, quando a temperatura sobe.

Para se ter ideia, no deserto do Saara, o maior do mundo, localizado na África, esse índice costuma variar entre 14% e 20%.

Com isso, o oeste do Triângulo Mineiro, o sul e oeste de Goiás e a faixa leste de Mato Grosso são as áreas mais atingidas, conforme o mapa abaixo:

umidade relativa do arumidade relativa do ar
Foto: Climatempo

Em outras diversas áreas de Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal, os valores de umidade devem permanecer em limiares de alerta, variando entre 12% e 20%, durante as horas mais quentes.

Esse padrão de ar muito seco também se estende a grande parte do estado de São Paulo, incluindo a Região Metropolitana da capital, e a áreas do estado de Minas Gerais.

Segundo a Climatempo, esse padrão de tempo seco deve persistir até pelo menos o final desta semana, mantendo os índices de umidade do ar em patamares críticos em grande parte do interior do país.

Vale lembrar que a ausência de chuva, combinada com o sol forte e o aquecimento progressivo, tende a agravar os impactos à saúde, aumentar o risco de incêndios florestais e gerar dificuldades para a agricultura e para o abastecimento de água em algumas localidades.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Manejo de novilhas primíparas: o segredo para garantir alta prenhez


Pecuaristas, o manejo reprodutivo de novilhas primíparas é um dos maiores desafios da pecuária de corte, pois exige atenção em todas as fases para garantir a produtividade e a rentabilidade da fazenda. Uma nutrição balanceada, um manejo reprodutivo eficiente e cuidados especiais no pré e pós-parto são essenciais para o sucesso. Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes.

Nesta quarta-feira (13), o zootecnista Lucas Chaves, promotor técnico comercial da Boehringer Ingelheim, explicou no programa Giro do Boi o manejo ideal para preparar as primíparas de olho na próxima estação de monta.

Do nascimento à novilha: os primeiros passos da matriz

O cuidado com a bezerra, que se tornará uma futura matriz, deve começar desde o nascimento. Negligenciar a fase de bezerra, especialmente a colostragem e a cura do umbigo, pode comprometer o sistema imunológico da fêmea, afetando sua vida reprodutiva e produtiva no futuro.

A colostragem é a “primeira vacina” do animal, fornecendo os anticorpos necessários para protegê-lo de doenças antes que ele desenvolva sua própria imunidade.

A cura correta do umbigo evita infecções que podem causar prejuízos significativos, como onfaloflebite (inflamação do umbigo), que afeta o desenvolvimento e a saúde do animal.

Planejamento e manejo estratégico para a cria

Foto: Reprodução

Para garantir uma estação de monta promissora, é preciso um planejamento estratégico. Lucas Chaves recomenda as seguintes práticas de manejo:

  • Pastagens específicas: Reserve pastagens para as novilhas, pois elas têm necessidades nutricionais diferentes das vacas adultas. Elas precisam de um ambiente sem a competição de outros animais para se desenvolverem adequadamente e ganharem peso para a primeira cria.
  • Manejo sanitário rigoroso: Implemente um calendário de vacinação e controle de parasitas. É fundamental entender os desafios sanitários da sua região (como IBR, BVD, leptospirose) para imunizar os animais de forma eficaz, protegendo-os e garantindo que a saúde não seja um fator limitante na reprodução.
  • Nutrição adequada: Garanta uma nutrição balanceada desde a desmama, que permita à fêmea continuar ganhando peso e criando estrutura corporal para se tornar uma matriz produtiva.
  • Redução do estresse: Antes de colocar as novilhas na estação de monta, faça uma vermifugação estratégica e reduza o estresse. O cortisol, hormônio do estresse, é um antagonista da imunidade e dos hormônios reprodutivos, podendo prejudicar a concepção e a taxa de prenhez.

A cria como pilar da pecuária

A cria é o pilar fundamental da pecuária. Quando bem-feita, ela gera bezerros mais pesados, saudáveis e bonitos, que muitas vezes são vendidos com ágio. Sem a cria, não há pecuária.

O zootecnista Lucas Chaves reforça que a sanidade é um investimento crucial, e que a combinação de sanidade, nutrição e genética é a chave para o sucesso da cria. Para mais informações, o produtor pode procurar um técnico da empresa em qualquer loja veterinária no Brasil.



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Tarifa de 50% atinge subprodutos do suco de laranja e prejuízo alcança R$ 1,54 bilhão


O setor exportador de suco de laranja do Brasil pode registrar perdas imediatas de R$ 1,54 bilhão, mesmo de fora da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos. O prejuízo decorre da inviabilidade econômica das exportações de subprodutos, taxadas em 50%, que renderam US$ 177,8 milhões na safra passada (equivalentes a R$ 973,6 milhões). Soma-se a esse valor o impacto estimado da tarifa de 10% sobre o suco de laranja, calculado em US$ 103,6 milhões (R$ 566,7 milhões).

Os valores consideram o volume registrado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic) na safra 2024/25, informou hoje em comunicado a Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

Segundo a entidade, os subprodutos da cadeia citrícola são amplamente utilizados tanto pela indústria de bebidas quanto pela de cosméticos. Nos Estados Unidos, cerca de 58% do consumo de suco é composto por suco reconstituído – produto concentrado a 66% de partes sólidas, com consistência semelhante à do leite condensado. Após a importação, esse suco recebe água até atingir sua diluição natural, com cerca de 12% de partes sólidas.

“Muitos desses produtos dependem de ingredientes como células cítricas – os gominhos da laranja – e óleos essenciais responsáveis pelo aroma, e esses insumos estão sobretaxados em 50%, o que inviabiliza a operação”, afirmou na nota o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto. “Isso pode ter efeito negativo na experiência do consumidor, prejudicar as empresas americanas e, por consequência, causar impacto em toda a cadeia brasileira.”

Os óleos essenciais também são fundamentais para a indústria de cosméticos, pois conferem as notas cítricas aos perfumes. Os Estados Unidos respondem por fatias expressivas das exportações brasileiras desses insumos: cerca de 36% no caso do óleo essencial prensado, 39% para o óleo comum e quase 60% para o d-limoneno, utilizado em fragrâncias e solventes naturais. “Pode ser um impacto muito grande para esses setores”, reforçou Netto.

Além do impacto tarifário, o setor enfrenta uma forte retração nos preços internacionais, consequência do aumento de 36% na oferta de frutas em relação à safra anterior, segundo dados do Fundecitrus. De acordo com a Secex, o preço médio da tonelada exportada para os Estados Unidos na safra passada foi de US$ 4.243. Na cotação de 7 de agosto, o valor caiu para US$ 3.387 – uma redução de 20,17%. Mantido o volume exportado, a perda estimada de receita com a desvalorização é de US$ 261,8 milhões, o equivalente a R$ 1,43 bilhão.

Somando os efeitos das tarifas à queda nas cotações, as perdas totais do setor podem ultrapassar R$ 2,9 bilhões. “Embora o setor esteja aliviado por ter sido incluído na lista de exceções, os impactos são significativos, principalmente em um contexto de mercado desafiador como o deste ano”, avaliou Netto.



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Fora das exceções do tarifaço, setor de carne bovina bate recorde de exportações em julho



As exportações de carne bovina bateram recorde no mês de julho de 2025, mesmo com as tarifas adicionais impostas pelo governo dos Estados Unidos. A carne bovina não está entre os produtos que entraram na lista de exceções e passou a sofrer uma taxa adicional de 40%, a partir de 1º de agosto de 2025, chegando a uma tarifa total de 76,4% para entrar no mercado dos Estados Unidos.

De acordo com Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), as exportações totais do setor no mês de julho alcançaram US$ 1,726 bilhão, resultado 48,4% maior em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto a movimentação foi de 366.920 toneladas, um aumento de 27,4%, registrando novo recorde histórico para um único mês, tanto em receitas como em volume. No ano passado, no mesmo mês, as receitas foram de US$ 1,163 bilhão, com o embarque de 288.014 toneladas.

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No acumulado, de janeiro a julho de 2025, as exportações do setor renderam US$ 9,170 bilhões (+31,3%) com o embarque de 2.055.273 toneladas (+19%). No ano passado, no mesmo período, a receita foi de US$ 6,983 bilhões e o volume de 1.728.454 toneladas.

Ainda de acordo com a Abrafigo, a China foi responsável por 44,5%% da receita e por 38,5% das exportações de carne bovina nos sete primeiros meses do ano. O país comprou 790.337 toneladas (+14,6%), que proporcionaram uma receita de US$ 4,082 bilhões (+33,7%). No ano passado, no mesmo período, a China importou 689.840 toneladas, com receita de US$ 3,052 bilhões.

Os Estados Unidos se mantiveram na segunda posição entre os maiores importadores, com vendas de US$ 1,468 bilhão e 484 mil toneladas embarcadas, participando com 23,6% do volume e 16% das receitas no acumulado de janeiro a julho de 2025. Mas as vendas para o país norte-americano vêm apresentando queda após o mês de abril de 2025, quando atingiram o recorde de US$ 306 milhões. Em julho último, foram de US$ 183 milhões.

Na terceira posição está o Chile, que elevou suas aquisições de 57.241 toneladas em 2024 para 68.804 toneladas (+20,2%) no acumulado até julho de 2025, com receita subindo de US$ 271 milhões no ano passado para US$ 372,9 milhões (+37,6%) neste ano.

O México passou a ocupar a quarta posição saindo das 22.892 toneladas importadas em 2024 para 67.766 toneladas em 2025 (+ 196%), e propiciando uma entrada de divisas de US$ 364,79 milhões (+249,2%) contra US$ 104,5 milhões até julho do ano passado. No total, 124 países aumentaram suas importações enquanto 48 reduziram suas compras.



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