quinta-feira, maio 7, 2026

Autor: Redação

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Arábia Saudita retira restrições a importação de frango do Rio Grande do Sul



A Arábia Saudita anunciou que vai retirar as restrições temporárias impostas à importação de carne de aves do Rio Grande do Sul, após a conclusão do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), registrado no município de Montenegro. A confirmação foi dada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) na tarde desta quarta-feira (13/8).

“Aos poucos estamos reabrindo mercados importantes e estratégicos para o Rio Grande do Sul. Isso também mostra a credibilidade que temos junto aos países e a qualificação do trabalho do Serviço Veterinário Oficial gaúcho”, enfatizou o secretário da Agricultura, Edivilson Brum.

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Dados da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) mostram que a Arábia Saudita foi responsável por 21% das exportações de carne de frango do Rio Grande do Sul entre janeiro a outubro de 2024, ficando atrás apenas dos Emirados Árabes. Entre abril e janeiro deste ano, a Arábia Saudita era o 2º maior importador do produto brasileiro, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

O presidente da Asgav, José Eduardo dos Santos, destacou que é uma notícia importante, tendo em vista o potencial de compra da Arábia Saudita. “É mais um passo rumo a normalização do comércio exterior para a avicultura do Rio Grande do Sul. Atualmente, os países do Oriente Médio importam cerca de 30% do que o Brasil exporta, e automaticamente, o estado se enquadra nesse número porque som o 3º maior exportador do Brasil”, afirmou.

Na última semana, em missão ao Rio Grande do Sul, o Chile também havia anunciado a reabertura do mercado avícola. Faltando agora dois importantes países que é são a China e a União Europeia.

“A reabertura da Arábia Saudita é extremamente importante por se tratar de um parceiro
comercial fundamental para a avicultura do Rio Grande do Sul e isso simboliza o reconhecimento das garantias que o Estado e o país tem dado à proteína animal, em especial a avicultura”, destacou o secretário adjunto da Seapi, Márcio Madalena.



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Deslocamento de nova frente fria mantém as temperaturas baixas no país; veja a previsão do tempo para hoje



O avanço de uma nova frente fria ao largo da costa nesta quinta-feira (14) deve favorecer a entrada de umidade oceânica em direção ao continente, estimulando assim a formação de nuvens carregadas e a ocorrência de chuva fraca e isolada em algumas áreas da região Sul. No Rio Grande do Sul, teremos uma maior formação de nebulosidade sobre o estado, com condições para chuviscos isolados nas regiões sul, costa doce, região metropolitana, serra e litoral.

Em Santa Catarina e no Paraná, pode chover rápido em alguns pontos rápidos do corredor litorâneo. A massa de ar polar associada à essa nova frente fria estará centralizada sobre o Uruguai e já começa a influenciar nas condições de tempo sobre parte da região – mantendo as temperaturas mais baixas, especialmente no Rio Grande do Sul. Ainda cedo, algumas cidades mais elevadas da campanha e serra gaúcha, na região central e serra catarinense, além de áreas mais elevadas do sul paranaense, podem contar com a formação de geada. Na parte da tarde, o ar seco continua predominando entre o norte e noroeste paranaense e pode provocar novamente a queda acentuada dos índices de umidade relativa do ar – que devem variar entre 21% e 30%.

No Sudeste, o deslocamento da frente fria sobre o oceano deve direcionar novamente a entrada de umidade sobre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro – além de promover a ocorrência de rajadas de vento moderada ao longo do dia sobre a faixa leste paulista e na capital fluminense. Em ambas as regiões, o céu deve permanecer mais encoberto e as pancadas de chuva começam já no fim da manhã, persistindo nas horas subsequentes – variando entre fraca e moderada intensidade. Há risco para eventuais episódios de chuva forte localizada em alguns intervalos do dia.

No interior paulista, o predomínio segue sendo de tempo firme, as temperaturas já sobem menos em comparação ao dia anterior, por conta da circulação de ventos mais frios associados à massa de ar polar que veio na retaguarda da frente fria, ainda assim não deve fazer frio – apenas uma sensação mais amena. A exceção deve ficar em torno de áreas do norte paulista, onde o calor mais expressivo ainda deve marcar presença à tarde. A umidade relativa do ar também continua em níveis críticos na região, com risco para os valores ficarem abaixo de 20%. No extremo norte de SP, há risco para que os índices de umidade relativa do ar fiquem abaixo de 12% durante as horas mais quentes. Minas Gerais segue sob influência dessa massa de ar seca do interior do país, e deve ter um dia quente e com baixa umidade do ar. O Espírito Santo ainda pode contar com algumas pancadas de chuva fraca isoladas, associadas à infiltração marítima.

Enquanto no Centro-Oeste, novamente o predomínio será de tempo aberto em todos os estados. No Mato Grosso do Sul, as mínimas seguem mais baixas nas primeiras horas da manhã. No decorrer do dia, o sol predomina entre algumas nuvens e favorece o aumento dos termômetros. Calor marca presença em toda a região à tarde, na medida em que a massa de ar seca estimula a queda acentuada dos índices de umidade relativa do ar – que novamente entram nos limiares críticos. Campo Grande, Cuiabá e Goiânia em alerta para baixa umidade, com valores abaixo de 20% à tarde. O cenário de maior atenção segue entre Mato Grosso e Goiás, além de algumas áreas no extremo nordeste de Mato Grosso do Sul, com valores abaixo de 12% durante as horas mais quentes.

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Já no Nordeste, a infiltração de umidade marítima sobre o continente mantém a chuva na região do recôncavo baiano, e também entre o litoral de Pernambuco e Natal, com pancadas de chuva que variam entre fraca e moderada intensidade. Nas regiões, há risco de chuva forte em alguns intervalos do dia. Nas demais regiões, o tempo firme deve predominar, com destaque para o calor e a baixa umidade do ar à tarde. Em algumas regiões do sertão nordestino, a umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 20% durante as horas mais quentes. Além da chuva e do tempo seco, as rajadas de vento ganham destaque no decorrer do dia, com ventos que variam entre 40 e 50 km/h, independente da ocorrência de chuva. No litoral do Piauí, do Maranhão e do Ceará, as rajadas podem ultrapassar os 51 km/h.

E na região Norte, as instabilidades devem continuar se espalhando entre o Amazonas, Pará, Roraima e o Amapá, ainda em decorrência da presença de umidade e algumas perturbações em níveis mais baixos da atmosfera. Ao longo do dia, o sol ainda aparece entre nebulosidade variável, e as pancadas de chuva variam entre moderada a forte intensidade, incidindo ainda de forma mais irregular. Não estão descartados eventuais temporais localizados. Pode chover também de maneira isolada no norte do Tocantins. Acre e Rondônia seguem com bastante calor e tempo firme.

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Milho oscila na B3 e recupera em Chicago


O mercado de milho apresentou comportamento misto nesta quarta-feira, refletindo a concorrência da safra americana e ajustes nas estimativas de exportação brasileiras. Segundo a TF Agroeconômica, na B3, os contratos mais curtos encerraram em leve alta, enquanto os vencimentos após março de 2026 recuaram. 

A pressão vem do milho dos EUA, mais barato e com fortes vendas externas, justamente no momento em que a demanda deveria favorecer os portos brasileiros. Apesar disso, a ANEC revisou para cima sua projeção de embarques de milho em agosto, de 7,58 para 7,97 milhões de toneladas, bem acima dos 6,42 milhões do mesmo mês de 2023.

Nos fechamentos da B3, setembro/25 terminou a R$ 64,85 (+R$ 0,07 no dia, -R$ 0,69 na semana), novembro/25 a R$ 66,97 (+R$ 0,09 no dia, -R$ 0,86 na semana) e janeiro/26 a R$ 70,00 (+R$ 0,02 no dia, -R$ 0,49 na semana).

Em Chicago (CBOT), o milho avançou com compras de oportunidade e suporte de dados positivos do setor de etanol. O contrato de setembro, referência para a safrinha brasileira, fechou a US$ 374,00 (+0,67% ou +US$ 2,40/bushel) e o de dezembro a US$ 397,20 (+0,68% ou +US$ 2,60/bushel).

A recuperação em Chicago ocorreu após as quedas motivadas pelo USDA, que projetou produção recorde nos EUA de 425,26 milhões de toneladas. O mercado agora aposta em maior demanda doméstica e exportações, apoiado no aumento de 1,1% na produção diária de etanol e queda de 4,7% nos estoques. A expectativa é que o USDA reporte vendas semanais entre 1 e 3 milhões de toneladas na nova safra. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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tradição dos queijos artesanais e turismo rural em Goiás


A Rota dos Pireneus nasceu para conectar produtores, visitantes e experiências únicas. Hoje, é um destino que alia sabor, cultura e paisagens deslumbrantes e que conta com o apoio decisivo do Sebrae.

O Sebrae esteve presente desde a criação da associação que reúne empreendedores locais. Clara, integrante da rota e presidente da associação, lembra que o trabalho começou pela construção da marca.

“O Sebrae esteve presente desde a construção da marca, no processo de branding, oferecendo oficinas e treinamentos. Também nos ajudou a entender como lidar com a associação, prestou assistência jurídica para criar o estatuto e acompanhou todo o processo. Até no lançamento, tivemos muito apoio”, conta.

Para ela, esse acompanhamento foi determinante. “Foi um diferencial e continua sendo. Eles ainda estão do nosso lado, apoiando cada passo”, afirma Clara. Além da parte técnica, o Sebrae incentivou a valorização dos produtos locais e do turismo de experiência.

Hoje, a Rota dos Pireneus oferece degustações de queijos artesanais, visitas a vinícolas, trilhas e contato direto com a cultura da região.

Um legado que atravessa gerações

Stephan manuseando o processo da produção na queijaria. | Foto: Leandro Moura

A ligação de Clara com a rota é também uma história de família. Filha de um pioneiro que trouxe para o Brasil a tradição de queijos especiais da Suíça, ela mantém o legado do pai.

“Quero manter a história dele e o que ele criou com a queijaria. Gosto de receber as pessoas, mostrar de onde vêm nossos produtos, contar nossa história e explicar os desafios da produção até o queijo ficar pronto”, diz Clara, orgulhosa do trabalho do pai.

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Do campo para a experiência

Receber turistas na fazenda, para Clara, é mais do que vender. É criar conexão. “Acho muito precioso quando a pessoa conhece a história e entende o processo. Não é só um produto na prateleira, é todo um caminho até chegar ali”, afirma Clara.

Olhar para o futuro

O objetivo é claro: fortalecer a Rota dos Pireneus como referência em turismo rural e gastronomia em Goiás. “Quero que mais pessoas venham conhecer nossos queijos, nossos vinhos e o que o Goiás tem para oferecer”, conclui.

O Porteira Aberta Empreender , uma parceira entre Sebrae e o Canal Rural exibe, nesta quinta-feira (14), às 17h45, o primeiro programa mostrando, de perto, como é a Rota dos Pireneus.

Acompanhe e participe através do nosso WhatsApp.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Reflexos do pacote para mitigar o tarifaço dos EUA estão na pauta econômica do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o governo anunciou pacote para mitigar o tarifaço dos EUA sem alterar a meta fiscal.

Vendas no varejo decepcionaram, e o Ibovespa caiu 0,89% a 136 mil pontos. O dólar subiu a R$ 5,40 e os juros futuros avançaram levemente. Lá fora, bolsas de NY renovaram recordes com expectativa de corte de 50 pontos-base pelo Fed em setembro.

Hoje, atenção ao PIB da zona do euro, PPI nos EUA e dados locais de inflação e consumo.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Boi gordo e “boi China” registram alta no país


O bom desempenho nas vendas de carne bovina impulsionou a valorização do boi gordo, do “boi China” e das férias em São Paulo, segundo análise divulgada nesta terça-feira (12) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. As cotações do boi gordo e do “boi China” subiram R$ 1,00/@, enquanto a vaca registrou alta de R$ 2,00/@. A novela manteve o mesmo valor do dia anterior. As escalas de abate no estado estavam, em média, em seis dias.

Em Mato Grosso, houve alta para o boi gordo e o “boi China”. No caso das fêmeas, o cenário foi de estabilidade na maior parte das fazendas pecuárias, com exceção do Norte e do Sudoeste, onde uma novilha apresentou avanço. Na região Norte, o boi gordo arrecadou R$ 3,00/@ e a novilha R$ 5,00/@. No Sudoeste, tanto o boi gordo quanto a novilha tiveram alta de R$ 5,00/@, enquanto a vaca manteve o preço.

Na região de Cuiabá, a cotação do boi gordo avançou R$ 5,00/@, sem variações para vaca e novidade. No Sudeste do estado, o boi gordo também arrecadou R$ 5,00/@, e os preços das demais categorias tiveram resultados resultantes. O “boi China” registrou alta de R$ 5,00/@ no estado.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura somaram 80,4 mil toneladas até a segunda semana de agosto, com média diária de 13,4 mil toneladas — aumento de 35,7% em relação a agosto de 2024. O preço médio por tonelada ficou em US$ 5,5 mil, alta de 25,3% em relação ao mesmo período do ano passado.





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Estimativas de grãos sofrem revisões


O mais recente boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe revisões importantes para a safra mundial de soja e milho, impactando as projeções de produção, estoques e exportações dos maiores players do mercado agrícola.

No cenário global da soja, a produção total foi ligeiramente reduzida, passando de 427,68 para 426,39 milhões de toneladas. Os estoques finais também recuaram, de 126,07 para 124,9 milhões de toneladas. O Brasil mantém a liderança com uma produção estimada em 175 milhões de toneladas, além de exportar cerca de 112 milhões de toneladas. Os estoques finais brasileiros tiveram leve redução, de 62,73 para 62,43 milhões de toneladas.

Nos Estados Unidos, a soja apresenta uma leve queda na produção, revisada para 116,81 milhões de toneladas, embora a produtividade tenha registrado aumento, passando de 58,85 para 60,08 sacas por hectare. Os estoques finais americanos caíram para 7,89 milhões de toneladas, e as exportações foram projetadas em 46,4 milhões de toneladas, abaixo das estimativas anteriores.

A Argentina manteve sua produção em 48,5 milhões de toneladas, com previsão de exportações em crescimento, de 5 para 5,8 milhões de toneladas. Já a China mantém sua produção estável em 21 milhões de toneladas, com importações estimadas em 112 milhões, reforçando seu papel como maior comprador mundial da oleaginosa.

No mercado mundial de milho, as estimativas foram elevadas, com a produção global aumentando de 1,263 para 1,288 bilhão de toneladas, e os estoques finais subindo para 282,54 milhões de toneladas. O Brasil projeta uma safra robusta de 131 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 43 milhões.

Os Estados Unidos destacam-se com um forte crescimento na produção de milho, que subiu de 398,93 para 425,26 milhões de toneladas, acompanhada de aumento da produtividade para 197,51 sacas por hectare. A área plantada cresceu para 97,3 milhões de acres e a área colhida para 88,7 milhões. Os estoques finais americanos também tiveram alta significativa, chegando a 53,77 milhões de toneladas, enquanto as exportações projetadas passaram para 73,03 milhões de toneladas.

Na Argentina, a produção foi ajustada para 53 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 37 milhões. Já a Ucrânia registrou revisão positiva, com a produção passando de 30,5 para 32 milhões de toneladas, e exportações aumentando de 24 para 25,5 milhões de toneladas.

 





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aumento da mistura de etanol na gasolina pressiona preços



No Brasil, os preços internos permaneceram firmes




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O mercado de açúcar encerrou julho com preços em alta, reflexo direto do aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que entrou em vigor a partir de agosto. A mudança para o B15 elevou a demanda pelo biocombustível, impactando o mix de produção das usinas e sustentando as cotações do adoçante.

Segundo o relatório Agro Mensal Itaú BBA, a maior destinação da cana para produção de etanol reduziu a oferta de açúcar no mercado, pressionando os preços internacionais. A volatilidade do petróleo e a incerteza geopolítica global também contribuíram para a oscilação das cotações.

No Brasil, os preços internos permaneceram firmes, apoiados pela competitividade das exportações. O real mais fraco frente ao dólar favoreceu os embarques, garantindo margens atrativas para o setor sucroenergético.

No cenário internacional, a demanda por açúcar brasileiro segue elevada, especialmente por parte de países asiáticos e do Oriente Médio. A redução da oferta de alguns concorrentes, como Índia e Tailândia, ampliou o espaço para o produto nacional no mercado global.

O clima favorável nas regiões produtoras de cana-de-açúcar ajudou a manter um bom ritmo de moagem, mas a expectativa é de que as usinas continuem priorizando o etanol enquanto a paridade de preços se mantiver vantajosa.

Para os próximos meses, o setor seguirá atento às variações cambiais e à evolução da demanda global, com projeções que indicam continuidade de preços sustentados até o encerramento da safra 2025/26.





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AgroNewsPolítica & Agro

mercados seguem em direções opostas no Brasil



O óleo de soja foi beneficiado pela alta nos preços internacionais




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O mercado de farelo e óleo de soja manteve trajetórias distintas em julho. Enquanto o farelo registrou a sexta queda mensal consecutiva em Chicago, recuando 6,2%, o óleo teve valorização expressiva de 9%, impulsionado pela firme demanda e pelo aumento do mandato de biodiesel no Brasil.

Segundo o relatório Agro Mensal Itaú BBA, a oferta elevada de farelo no mercado global, resultado do aumento do esmagamento, continua pressionando as cotações. No Brasil, a concorrência com o produto argentino intensificou a queda dos preços e reduziu a rentabilidade das indústrias esmagadoras.

O óleo de soja, por sua vez, foi beneficiado pela alta nos preços internacionais e pela entrada em vigor do B15, que elevou as expectativas de consumo interno. No Mato Grosso, a cotação subiu 4% em julho, atingindo R$ 5.955/t.

As margens de esmagamento nos Estados Unidos e na China seguem positivas, sustentadas por custos mais baixos e demanda firme. No Brasil, porém, os custos mais altos da matéria-prima e a pressão sobre o farelo têm reduzido a atratividade da operação.

A Abiove revisou para cima a estimativa de esmagamento de soja para 2025, projetando 57,8 milhões de toneladas, 3,6% acima de 2024. A expectativa é que o óleo siga com suporte da demanda, enquanto o farelo dependerá do ritmo das exportações para evitar novas quedas.

No cenário de médio prazo, a indústria brasileira busca estratégias para equilibrar o impacto da pressão externa sobre o farelo com as oportunidades geradas pela expansão do mercado interno de biodiesel.





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