quinta-feira, maio 7, 2026

Autor: Redação

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com preços avançando mercado apresenta estabilidade



O mercado pecuário como um todo segue em alta, com animais para abate, reposição e carne no atacado registrando valores maiores diariamente. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudo Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

As escalas estão, em muitos casos, entre 7 e 8 dias, o que, conforme explicam pesquisadores, mantém compradores com demanda ativa. Assim, à medida que oferecem preços um pouco superiores, os pecuaristas aceitam negociar e a liquidez melhora. 

Na parcial de agosto (até o dia 12), o Indicador Cepea/Esalq acumulava aumento de 5,3%. Para a carcaça casada bovina comercializada no atacado da Grande São Paulo, a valorização é de 6,4% no mês.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Fundo Garantidor de Crédito é aposta do governo para aumentar exportações do Brasil



O governo federal aposta em uma reforma estrutural ampla no sistema de garantias à exportação, por meio do Fundo Garantidor de Crédito à Exportação (FGCE), para elevar o patamar de competitividade das empresas brasileiras no comércio exterior. Embora a medida tenha sido apresentada como resposta ao tarifaço anunciado pelos Estados Unidos, a equipe econômica afirma que o objetivo é mais amplo, de modernizar o suporte às exportações e incentivar a busca por novos mercados, além de reduzir o risco aos cofres da União.

O detalhamento foi feito na quarta (13) pela equipe econômica, durante a apresentação do pacote de medidas anunciado para dar suporte às empresas afetadas pelas tarifas mais altas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A ideia é modernizar o sistema de exportação com instrumentos que protegem o exportador contra riscos como inadimplência ou cancelamento de contratos, segundo o Ministério da Fazenda.

Em entrevista coletiva, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, explicou que a medida reduz o risco de impacto primário da União. Atualmente, 100% do risco das operações fica concentrado no Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e, em caso de sinistro, a União arca integralmente com o custo, registrado como despesa primária. Com a reforma, segundo Ceron, o FGCE funcionará como uma espécie de “camada” para absorver pequenas perdas. Nesse modelo, o fundo vai absorvendo sinistros menores ao longo do tempo, financiados com o próprio prêmio recebido, mantendo o ciclo de operação sem que cada ocorrência gere impacto fiscal integral imediato.

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“Com essa medida transfiro boa parte do risco para FGCE, e só em caso muito extremo, se tiver acionamento de sinistro elevado, que aí teria risco residual de ter impacto primário para União, mas ainda assim com previsibilidade, programando para a peça orçamentária do exercício seguinte. Hoje, se acontecer um sinistro, a gente tem que ir no bimestral correr para suportar esse sinistro”, explicou.

Ceron afirmou que a reforma terá viés pró-mercado, com ampla parceria público-privada. A operacionalização do FGCE, segundo ele, trará mais flexibilidade ao seguro de crédito à exportação, viabilizando a atuação conjunta com instituições financeiras para ampliar a capilaridade e facilitar o acesso das empresas a instrumentos de apoio.

Ele comparou o novo modelo à lógica do mercado de seguros, em que uma seguradora reúne diversas operações em uma carteira e, para não concentrar todo o risco no próprio balanço, repassa parte dele a outras seguradoras, que passam a dividir tanto o prêmio quanto a responsabilidade em caso de sinistro.

“Aqui a gente vai permitir a mesma coisa. É interesse das seguradoras compartilhar. Camada do risco fica com fundo, e uma camada fica com a seguradora. Assim compartilha mais risco e com isso consegue alavancar e desenvolver melhor este mercado”, explicou.

Micro e pequenas empresas

Segundo ele, o novo modelo, por meio do FGCE, vai beneficiar especialmente micro, pequenas e médias empresas, além daquelas com ciclos produtivos curtos, ao permitir que a garantia das operações de exportação seja concedida por carteira, e não mais analisada individualmente a cada operação. Hoje, cada exportação que conta com seguro passa por avaliação caso a caso, o que eleva o custo de transação e reduz a celeridade, tornando o sistema de seguros praticamente acessível apenas a operações de longo prazo e a grandes companhias.

“Isso muda completamente o custo de transação e o tempo de análise de aprovações. Para micro e pequenas empresas, muda completamente as condições”, disse Ceron. Ele citou que, no Brasil, o volume das exportações feitas por micro e pequenas empresas soma menos de 1% do total, enquanto na Itália essa participação chega a cerca de 30%.

No caso do seguro e do financiamento às exportações, o secretário apontou que, no FGE, micro e pequenas empresas também participam de menos de 1% das operações. Em países como Índia e Coreia do Sul, quase 40% do que é destinado ao seguro de crédito à exportação vai para companhias desse porte. “O Brasil tem infraestrutura financeira de suporte às exportações que não colabora com a inserção das menores empresas”, afirmou.

O governo também vai propor uma mudança regulatória no prazo mínimo das operações amparadas pelo FGE, hoje restrito a créditos acima de dois anos – regra que acaba excluindo pautas como exportação de perecíveis e de manufaturados de menor densidade tecnológica, segmentos nos quais predominam micro, pequenas e médias empresas.



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JBS vai adquirir e expandir unidade de alimentos preparados nos EUA



A JBS anunciou nesta quarta-feira (13) que fechou um acordo para a compra de uma unidade de produção em Ankeny, Iowa, com planos para construir a maior fábrica de bacon e linguiças prontas para consumo do portfólio da empresa nos EUA.

A fábrica de 17.300 m² vai passar a produzir bacon e linguiça. Antes, a unidade processava outros tipos de alimentos para a proprietária, as lojas Hy-Vee. Após a conclusão dos investimentos iniciais de capital e da construção, a expectativa é que a planta esteja funcionando em meados de 2026 e crie aproximadamente 400 empregos quando todas as fases do projeto forem concluídas. Ao todo serão destinados US$ 100 milhões na nova unidade da JBS USA.

“O anúncio de hoje está alinhado com nossa estratégia de longo prazo de oferecer mais produtos alimentícios prontos e com maior valor agregado para atender às necessidades de nossos clientes e consumidores”, disse Wesley Batista Filho, CEO da JBS USA.

Em maio, a JBS USA já tinha anunciado a intenção de construir uma moderna fábrica de linguiças frescas em Perry, também no estado, com investimento de US$ 135 milhões. Esses dois investimentos em Iowa se somam a outros projetos anunciados pela Companhia nos Estados Unidos neste ano: US$ 200 milhões alocados para modernizar as unidades de carne bovina em Cactus (Texas) e Greeley (Colorado), e US$ 400 milhões para uma nova unidade de alimentos preparados que a Pilgrim’s está construindo no Condado de Walker, Geórgia.

Ao todo, os investimentos anunciados em 2025 pela JBS USA totalizam US$ 835 milhões.

Em Perry, a unidade de linguiça fresca fornecerá matéria-prima para esta nova unidade, permitindo que a empresa produza linguiças totalmente cozidas, além do bacon, apoiando o atendimento à crescente demanda dos clientes por esses produtos.

“A instalação em Ankeny não só expandirá nossos negócios de alimentos preparados nos EUA, como também se beneficiará das sinergias e do fornecimento estratégico de produtos de nossas outras plantas na região”, disse Rick Foster, head de Alimentos Preparados da JBS USA.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exterior facilita negociações da soja


A valorização externa favorece as negociações da soja no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços reportados para pagamento em 08/08 (entrega julho até 07/08) ficaram em R$ 143,00 porto. Compradores estão olhando com mais força para meses mais à frente. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pgto. 29/08. R$ 133,00 Passo Fundo – Pgto. fim de agosto. R$ 133,00 Ijuí– Pgto. 29/08 – para fábrica. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 11/09. Preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 122,00 a saca ao produtor”, comenta.

Demanda externa impulsiona perspectivas para produtores catarinenses. “O cenário nacional de preços firmes e a demanda externa aquecida, impulsionada pela menor oferta norte-americana e pelo forte procura chinesa por grãos sul-americanos, criam um ambiente positivo para futuras negociações no estado. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 138,83”, completa a consultoria.

No Paraná, mantém-se uma estabilidade nos preços da soja com demanda aquecida. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,78 (-0,85%). Em Cascavel, o preço foi 127,94 (+0,45%). Em Maringá, o preço foi de R$ 128,83 (+0,23%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,85 (+0,64%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 139,30 (+0,15%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

O mercado de soja, em Mato Grosso do Sul, segue atento à demanda chinesa e aos custos logísticos. “A perspectiva de aumento nas exportações reforça a necessidade de planejamento para escoamento e armazenamento, especialmente diante dos custos de frete, que permanecem como fator decisivo na formação da margem de lucro e ainda muito altos. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 121,78 (+0,30%), Campo Grande em R$ 121,78 (+0,30%), Maracaju em R$ 121,78 (+0,30%), Chapadão do Sul a R$ 120,65 (0,63%), Sidrolândia a em R$ 121,78 (+0,30%)”, informa.

A venda imediata avança, mas a comercialização segue lenta em Mato Grosso. “A China reforça seu protagonismo ao ampliar as compras de soja brasileira, fator que favorece os produtores locais. Campo Verde: R$ 122,20. Lucas do Rio Verde: R$ 118,10, Nova Mutum: R$ 118,10. Primavera do Leste: R$ 122,20. Rondonópolis: R$ 122,20. Sorriso: R$ 118,10”, conclui.

 





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Arábia Saudita retira restrições a importação de frango do Rio Grande do Sul



A Arábia Saudita anunciou que vai retirar as restrições temporárias impostas à importação de carne de aves do Rio Grande do Sul, após a conclusão do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), registrado no município de Montenegro. A confirmação foi dada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) na tarde desta quarta-feira (13/8).

“Aos poucos estamos reabrindo mercados importantes e estratégicos para o Rio Grande do Sul. Isso também mostra a credibilidade que temos junto aos países e a qualificação do trabalho do Serviço Veterinário Oficial gaúcho”, enfatizou o secretário da Agricultura, Edivilson Brum.

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Dados da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) mostram que a Arábia Saudita foi responsável por 21% das exportações de carne de frango do Rio Grande do Sul entre janeiro a outubro de 2024, ficando atrás apenas dos Emirados Árabes. Entre abril e janeiro deste ano, a Arábia Saudita era o 2º maior importador do produto brasileiro, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

O presidente da Asgav, José Eduardo dos Santos, destacou que é uma notícia importante, tendo em vista o potencial de compra da Arábia Saudita. “É mais um passo rumo a normalização do comércio exterior para a avicultura do Rio Grande do Sul. Atualmente, os países do Oriente Médio importam cerca de 30% do que o Brasil exporta, e automaticamente, o estado se enquadra nesse número porque som o 3º maior exportador do Brasil”, afirmou.

Na última semana, em missão ao Rio Grande do Sul, o Chile também havia anunciado a reabertura do mercado avícola. Faltando agora dois importantes países que é são a China e a União Europeia.

“A reabertura da Arábia Saudita é extremamente importante por se tratar de um parceiro
comercial fundamental para a avicultura do Rio Grande do Sul e isso simboliza o reconhecimento das garantias que o Estado e o país tem dado à proteína animal, em especial a avicultura”, destacou o secretário adjunto da Seapi, Márcio Madalena.



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Deslocamento de nova frente fria mantém as temperaturas baixas no país; veja a previsão do tempo para hoje



O avanço de uma nova frente fria ao largo da costa nesta quinta-feira (14) deve favorecer a entrada de umidade oceânica em direção ao continente, estimulando assim a formação de nuvens carregadas e a ocorrência de chuva fraca e isolada em algumas áreas da região Sul. No Rio Grande do Sul, teremos uma maior formação de nebulosidade sobre o estado, com condições para chuviscos isolados nas regiões sul, costa doce, região metropolitana, serra e litoral.

Em Santa Catarina e no Paraná, pode chover rápido em alguns pontos rápidos do corredor litorâneo. A massa de ar polar associada à essa nova frente fria estará centralizada sobre o Uruguai e já começa a influenciar nas condições de tempo sobre parte da região – mantendo as temperaturas mais baixas, especialmente no Rio Grande do Sul. Ainda cedo, algumas cidades mais elevadas da campanha e serra gaúcha, na região central e serra catarinense, além de áreas mais elevadas do sul paranaense, podem contar com a formação de geada. Na parte da tarde, o ar seco continua predominando entre o norte e noroeste paranaense e pode provocar novamente a queda acentuada dos índices de umidade relativa do ar – que devem variar entre 21% e 30%.

No Sudeste, o deslocamento da frente fria sobre o oceano deve direcionar novamente a entrada de umidade sobre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro – além de promover a ocorrência de rajadas de vento moderada ao longo do dia sobre a faixa leste paulista e na capital fluminense. Em ambas as regiões, o céu deve permanecer mais encoberto e as pancadas de chuva começam já no fim da manhã, persistindo nas horas subsequentes – variando entre fraca e moderada intensidade. Há risco para eventuais episódios de chuva forte localizada em alguns intervalos do dia.

No interior paulista, o predomínio segue sendo de tempo firme, as temperaturas já sobem menos em comparação ao dia anterior, por conta da circulação de ventos mais frios associados à massa de ar polar que veio na retaguarda da frente fria, ainda assim não deve fazer frio – apenas uma sensação mais amena. A exceção deve ficar em torno de áreas do norte paulista, onde o calor mais expressivo ainda deve marcar presença à tarde. A umidade relativa do ar também continua em níveis críticos na região, com risco para os valores ficarem abaixo de 20%. No extremo norte de SP, há risco para que os índices de umidade relativa do ar fiquem abaixo de 12% durante as horas mais quentes. Minas Gerais segue sob influência dessa massa de ar seca do interior do país, e deve ter um dia quente e com baixa umidade do ar. O Espírito Santo ainda pode contar com algumas pancadas de chuva fraca isoladas, associadas à infiltração marítima.

Enquanto no Centro-Oeste, novamente o predomínio será de tempo aberto em todos os estados. No Mato Grosso do Sul, as mínimas seguem mais baixas nas primeiras horas da manhã. No decorrer do dia, o sol predomina entre algumas nuvens e favorece o aumento dos termômetros. Calor marca presença em toda a região à tarde, na medida em que a massa de ar seca estimula a queda acentuada dos índices de umidade relativa do ar – que novamente entram nos limiares críticos. Campo Grande, Cuiabá e Goiânia em alerta para baixa umidade, com valores abaixo de 20% à tarde. O cenário de maior atenção segue entre Mato Grosso e Goiás, além de algumas áreas no extremo nordeste de Mato Grosso do Sul, com valores abaixo de 12% durante as horas mais quentes.

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Já no Nordeste, a infiltração de umidade marítima sobre o continente mantém a chuva na região do recôncavo baiano, e também entre o litoral de Pernambuco e Natal, com pancadas de chuva que variam entre fraca e moderada intensidade. Nas regiões, há risco de chuva forte em alguns intervalos do dia. Nas demais regiões, o tempo firme deve predominar, com destaque para o calor e a baixa umidade do ar à tarde. Em algumas regiões do sertão nordestino, a umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 20% durante as horas mais quentes. Além da chuva e do tempo seco, as rajadas de vento ganham destaque no decorrer do dia, com ventos que variam entre 40 e 50 km/h, independente da ocorrência de chuva. No litoral do Piauí, do Maranhão e do Ceará, as rajadas podem ultrapassar os 51 km/h.

E na região Norte, as instabilidades devem continuar se espalhando entre o Amazonas, Pará, Roraima e o Amapá, ainda em decorrência da presença de umidade e algumas perturbações em níveis mais baixos da atmosfera. Ao longo do dia, o sol ainda aparece entre nebulosidade variável, e as pancadas de chuva variam entre moderada a forte intensidade, incidindo ainda de forma mais irregular. Não estão descartados eventuais temporais localizados. Pode chover também de maneira isolada no norte do Tocantins. Acre e Rondônia seguem com bastante calor e tempo firme.

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AgroNewsPolítica & Agro

Milho oscila na B3 e recupera em Chicago


O mercado de milho apresentou comportamento misto nesta quarta-feira, refletindo a concorrência da safra americana e ajustes nas estimativas de exportação brasileiras. Segundo a TF Agroeconômica, na B3, os contratos mais curtos encerraram em leve alta, enquanto os vencimentos após março de 2026 recuaram. 

A pressão vem do milho dos EUA, mais barato e com fortes vendas externas, justamente no momento em que a demanda deveria favorecer os portos brasileiros. Apesar disso, a ANEC revisou para cima sua projeção de embarques de milho em agosto, de 7,58 para 7,97 milhões de toneladas, bem acima dos 6,42 milhões do mesmo mês de 2023.

Nos fechamentos da B3, setembro/25 terminou a R$ 64,85 (+R$ 0,07 no dia, -R$ 0,69 na semana), novembro/25 a R$ 66,97 (+R$ 0,09 no dia, -R$ 0,86 na semana) e janeiro/26 a R$ 70,00 (+R$ 0,02 no dia, -R$ 0,49 na semana).

Em Chicago (CBOT), o milho avançou com compras de oportunidade e suporte de dados positivos do setor de etanol. O contrato de setembro, referência para a safrinha brasileira, fechou a US$ 374,00 (+0,67% ou +US$ 2,40/bushel) e o de dezembro a US$ 397,20 (+0,68% ou +US$ 2,60/bushel).

A recuperação em Chicago ocorreu após as quedas motivadas pelo USDA, que projetou produção recorde nos EUA de 425,26 milhões de toneladas. O mercado agora aposta em maior demanda doméstica e exportações, apoiado no aumento de 1,1% na produção diária de etanol e queda de 4,7% nos estoques. A expectativa é que o USDA reporte vendas semanais entre 1 e 3 milhões de toneladas na nova safra. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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tradição dos queijos artesanais e turismo rural em Goiás


A Rota dos Pireneus nasceu para conectar produtores, visitantes e experiências únicas. Hoje, é um destino que alia sabor, cultura e paisagens deslumbrantes e que conta com o apoio decisivo do Sebrae.

O Sebrae esteve presente desde a criação da associação que reúne empreendedores locais. Clara, integrante da rota e presidente da associação, lembra que o trabalho começou pela construção da marca.

“O Sebrae esteve presente desde a construção da marca, no processo de branding, oferecendo oficinas e treinamentos. Também nos ajudou a entender como lidar com a associação, prestou assistência jurídica para criar o estatuto e acompanhou todo o processo. Até no lançamento, tivemos muito apoio”, conta.

Para ela, esse acompanhamento foi determinante. “Foi um diferencial e continua sendo. Eles ainda estão do nosso lado, apoiando cada passo”, afirma Clara. Além da parte técnica, o Sebrae incentivou a valorização dos produtos locais e do turismo de experiência.

Hoje, a Rota dos Pireneus oferece degustações de queijos artesanais, visitas a vinícolas, trilhas e contato direto com a cultura da região.

Um legado que atravessa gerações

Stephan manuseando o processo da produção na queijaria. | Foto: Leandro Moura

A ligação de Clara com a rota é também uma história de família. Filha de um pioneiro que trouxe para o Brasil a tradição de queijos especiais da Suíça, ela mantém o legado do pai.

“Quero manter a história dele e o que ele criou com a queijaria. Gosto de receber as pessoas, mostrar de onde vêm nossos produtos, contar nossa história e explicar os desafios da produção até o queijo ficar pronto”, diz Clara, orgulhosa do trabalho do pai.

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Do campo para a experiência

Receber turistas na fazenda, para Clara, é mais do que vender. É criar conexão. “Acho muito precioso quando a pessoa conhece a história e entende o processo. Não é só um produto na prateleira, é todo um caminho até chegar ali”, afirma Clara.

Olhar para o futuro

O objetivo é claro: fortalecer a Rota dos Pireneus como referência em turismo rural e gastronomia em Goiás. “Quero que mais pessoas venham conhecer nossos queijos, nossos vinhos e o que o Goiás tem para oferecer”, conclui.

O Porteira Aberta Empreender , uma parceira entre Sebrae e o Canal Rural exibe, nesta quinta-feira (14), às 17h45, o primeiro programa mostrando, de perto, como é a Rota dos Pireneus.

Acompanhe e participe através do nosso WhatsApp.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Reflexos do pacote para mitigar o tarifaço dos EUA estão na pauta econômica do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o governo anunciou pacote para mitigar o tarifaço dos EUA sem alterar a meta fiscal.

Vendas no varejo decepcionaram, e o Ibovespa caiu 0,89% a 136 mil pontos. O dólar subiu a R$ 5,40 e os juros futuros avançaram levemente. Lá fora, bolsas de NY renovaram recordes com expectativa de corte de 50 pontos-base pelo Fed em setembro.

Hoje, atenção ao PIB da zona do euro, PPI nos EUA e dados locais de inflação e consumo.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo e “boi China” registram alta no país


O bom desempenho nas vendas de carne bovina impulsionou a valorização do boi gordo, do “boi China” e das férias em São Paulo, segundo análise divulgada nesta terça-feira (12) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. As cotações do boi gordo e do “boi China” subiram R$ 1,00/@, enquanto a vaca registrou alta de R$ 2,00/@. A novela manteve o mesmo valor do dia anterior. As escalas de abate no estado estavam, em média, em seis dias.

Em Mato Grosso, houve alta para o boi gordo e o “boi China”. No caso das fêmeas, o cenário foi de estabilidade na maior parte das fazendas pecuárias, com exceção do Norte e do Sudoeste, onde uma novilha apresentou avanço. Na região Norte, o boi gordo arrecadou R$ 3,00/@ e a novilha R$ 5,00/@. No Sudoeste, tanto o boi gordo quanto a novilha tiveram alta de R$ 5,00/@, enquanto a vaca manteve o preço.

Na região de Cuiabá, a cotação do boi gordo avançou R$ 5,00/@, sem variações para vaca e novidade. No Sudeste do estado, o boi gordo também arrecadou R$ 5,00/@, e os preços das demais categorias tiveram resultados resultantes. O “boi China” registrou alta de R$ 5,00/@ no estado.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura somaram 80,4 mil toneladas até a segunda semana de agosto, com média diária de 13,4 mil toneladas — aumento de 35,7% em relação a agosto de 2024. O preço médio por tonelada ficou em US$ 5,5 mil, alta de 25,3% em relação ao mesmo período do ano passado.





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