O mercado de soja teve sessão marcada por poucos reportes de negócios, avaliou Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado. Apesar da sustentação das cotações, não houve grandes movimentações no dia. Nos portos, as indicações foram escassas, enquanto Chicago trabalhou de forma volátil, mas dentro de margens estreitas. O dólar apresentou firmeza, porém sem reflexos relevantes nas ofertas.
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Segundo Silveira, depois do volume expressivo de negócios registrado na semana passada, os vendedores agora se mostram mais cautelosos, aguardando novas oportunidades em meio a possíveis volatilidades externas.
Soja no Brasil
Passo Fundo (RS): manteve em R$ 135,00
Santa Rosa (RS): manteve em R$ 136,00
Rio Grande (RS): subiu de R$ 142,00 para R$ 142,50
Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
Paranaguá (PR): subiu de R$ 141,00 para R$ 141,50
Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
Dourados (MS): manteve em R$ 126,00
Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em baixa. O dia foi de muita volatilidade, com os preços oscilando em uma estreita margem. De um lado, sinais de melhora na demanda limitaram as perdas. Mas o clima favorável segue sendo fator de pressão e os agentes acompanham as informações vindas da crop tour iniciada nesta segunda nos principais estados produtores americanos.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 473.605 toneladas na semana encerrada no dia 14 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 544.246 toneladas.
Trabalhos de pesquisa de lavouras de soja e milho dos Estados Unidos devem ter seus primeiros resultados divulgados a partir de amanhã (19), com a perspectiva de bons números para a Dakota do Sul.
Para a soja, a contagem de vagens nas amostras também é muito boa. Apesar das chuvas recentes na região, inspetores de safra identificaram áreas com solo ressecado e rachado em condados como Jay, em Indiana.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 1,50 centavos de dólar, ou 0,14%, a US$ 10,20 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,41 1/4 por bushel, com baixa de 1,25 centavo ou 0,11%.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,00, ou 1,05%, a US$ 280,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 53,27 centavos de dólar, com ganho de 0,09 centavo ou 0,16%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,63%, sendo negociado a R$ 5,4330 para venda e a R$ 5,4310 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4035 e a máxima de R$ 5,4400
O boletim agrometeorológico mensal do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) traz a previsão do tempo para o trimestre agosto/setembro/outubro, com expectativa de chuva e temperaturas para todo o Brasil:
Sul
A previsão climática indica volumes de chuva acima da média histórica nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, bem como no sul do Paraná ao longo de setembro e outubro, com acumulados superiores a 150 mm.
Por outro lado, prevê-se chuva dentro e abaixo da média histórica nas porções central e norte do Paraná, respectivamente. As temperaturas do ar permanecerão acima da média em toda a Região Sul, principalmente no noroeste de Santa Catarina, onde os aumentos podem chegar a 2°C em relação aos patamares normais para o período. Ainda assim, em áreas mais elevadas, os valores poderão ficar abaixo de 13°C em alguns dias, devido à entrada de massas de ar frio.
A previsão do Inmet indica a manutenção de níveis elevados de umidade no solo nos próximos meses em praticamente todo o Sul, onde os valores de armazenamento hídrico devem se manter entre 70% e 90%. Tal condição é considerada favorável ao desenvolvimento de culturas de inverno, como o trigo, aveia e cevada.
Sudeste
A previsão climática para o trimestre de agosto a outubro indica chuvas abaixo da média histórica do período em todo o Sudeste brasileiro, com decréscimo de até 30 mm em praticamente todo o território. Maiores reduções (de até 50 mm) são previstas nas áreas de divisa entre Minas Gerais e São Paulo.
Segundo o Inmet, no oeste paulista e região do Triângulo Mineiro, as temperaturas podem ficar até 2°C acima da média para o período. Já nos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, os termômetros podem ficar até 0,5 °C acima da climatologia. Em relação ao armazenamento de água no solo, os mapas indicam baixa disponibilidade hídrica no centro-sul de Minas Gerais, parte do Triângulo Mineiro, Rio de Janeiro, Espírito Santo e norte paulista, com percentuais inferiores a 30% ao longo do trimestre.
Já em áreas sul e leste de São Paulo, a previsão indica condições mais favoráveis, com estoques hídricos variando entre 50% e 90%. “A deficiência hídrica tende a predominar, especialmente nos meses de setembro e outubro, com valores entre -60 mm e -130 mm no norte de Minas Gerais. Já os excedentes estão limitados ao extremo sul de São Paulo e Vale do Paraíba, sendo pontuais e insuficientes para compensar o déficit hídrico acumulado nas demais áreas da região”, destaca a nota do Instituto.
Centro-Oeste
O prognóstico climático do Inmet indica volumes de chuva abaixo da média em todos os estados do Centro-Oeste brasileiro, com redução de até 30 mm em relação à média histórica do período. Vale destacar que a região está em seu período seco nesta época.
As temperaturas devem permanecer acima da média em toda a região, devido à atuação persistente de massas de ar seco e quente, com valores entre 1,0°C e 2,0°C acima da média histórica, especialmente em Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso e de Goiás. “A previsão dos níveis de umidade do solo indica uma redução progressiva ao longo dos meses de agosto a outubro”, destaca o Instituto.
Em Goiás e no sul do Mato Grosso, os estoques hídricos deverão permanecer abaixo de 30% ao longo do período. Em contraste, em áreas no sul do Mato Grosso do Sul, são previstos níveis de armazenamento hídrico superiores a 60%. Embora o déficit hídrico predomine na região, há previsão de excedente hídrico em áreas pontuais, como no extremo sul de Mato Grosso do Sul.
Nordeste
Para os próximos meses, são previstos volumes de chuva abaixo da média em áreas do Maranhão, oeste do Piauí, norte do Ceará e extremo sul da Bahia. Em contraste, o litoral leste de Alagoas, Sergipe e Pernambuco deve registrar volumes acima da média, com valores que superam 10 mm. Nas demais áreas do Nordeste, a previsão é de chuvas dentro da média histórica.
As temperaturas do ar deverão permanecer acima da média histórica em todo o Nordeste, com valores entre 0,5°C e 1,0°C acima da média. As menores elevações são esperadas no litoral, devido à persistência de dias chuvosos, que amenizam a temperatura, bem como na região central da Bahia. Já as maiores elevações são previstas para a região do Ceará, Piauí e Maranhão, além da região oeste da Bahia.
Devido à maior incidência de chuvas no litoral, os estoques de água no solo permanecem satisfatórios nas áreas costeiras, especialmente no litoral que se estende do Rio Grande do Norte até a Bahia, com armazenamento superior a 60% até setembro. “No entanto, o interior da região continua com níveis reduzidos, com a umidade do solo não ultrapassando 30% ao longo do trimestre no norte do Ceará e na porção centro-leste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia”, destaca o órgão.
O déficit hídrico se intensifica nos meses de setembro e outubro, com valores superiores a 100 mm no Maranhão, Piauí, Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e no semiárido da Bahia. “Essas condições podem limitar o desenvolvimento de culturas de sequeiro, impactar pastagens e exigir atenção especial à irrigação suplementar.”
Norte
O Inmet indica volumes de chuva abaixo da média histórica para o trimestre agosto, setembro e outubro em Roraima, Rondônia, leste do Amazonas, sul e noroeste do Pará, Amapá e oeste de Tocantins, com reduções de até 30 mm em relação à climatologia. Por outro lado, no extremo noroeste do Amazonas (região da cabeça do cachorro) são previstos valores acima de 10 mm em relação à média histórica, onde o padrão de precipitação tende a se manter mais favorável no trimestre.
Em relação às temperaturas médias do ar, devem prevalecer desvios acima da média histórica em quase toda a Região Norte. Assim, valores térmicos de até 1°C acima da média são previstos no centro-sul do Amapá, norte do Pará, Roraima, Amazonas, Acre e Rondônia. Na região central do Pará e divisa com Tocantins, são previstas elevações em torno de 2°C acima da climatologia regional.
A previsão do armazenamento hídrico no solo para os próximos meses indica níveis elevados no noroeste do Amazonas e no norte de Roraima, com percentuais superiores a 60%, reflexo dos volumes de chuva mais expressivos nessas áreas. “Entretanto, observa-se um declínio progressivo dos estoques de água no solo ao longo do trimestre, sobretudo no sul e sudeste do Pará, Rondônia, leste do Acre, Tocantins e sul do Amazonas, onde os percentuais previstos permanecem abaixo de 30%”.
As projeções do Inmet mostram intensificação das condições de seca no sul e centro do Pará, Rondônia e Tocantins, com déficits superiores a 100 mm no mês de agosto, estendendo-se para o norte do Pará e Amapá nos meses de setembro e outubro. “Essas condições demandam atenção especial ao manejo hídrico, pois podem afetar cultivos em final de ciclo, sistemas agroflorestais, pastagens e lavouras irrigadas de alta demanda hídrica”.
A previsão do tempo para os próximos dias indica a possibilidade de focos de incêndio em grande parte do Brasil Central, incluindo nas regiões do Matopiba. Por isso, os produtores devem evitar qualquer manejo com fogo nos próximos 15 dias, especialmente porque não há previsão de chuva.
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O tempo no Sul
Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, no Sul do país, um ciclone em formação deve levar chuva para Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e até a porção sul do Mato Grosso do Sul. Essa situação, porém, não deve espalhar precipitação para o Brasil Central, onde o retorno das chuvas está previsto apenas para a virada do mês de agosto para setembro.
Quando a chuva vem?
Entre os dias 24 e 28 de agosto, a chuva deve se concentrar no Paraná e no sul do Mato Grosso do Sul. A partir da virada do mês, espera-se precipitação pouco volumosa e mal distribuída no Centro-Oeste e Sudeste, suficiente para, aos poucos, amenizar os focos de incêndio, repor a umidade do solo e permitir que os produtores acelerem os trabalhos no campo.
Quer turbinar suas vendas no campo? A dica é aproveitar o que está em alta, caprichar na apresentação e usar bem as redes sociais.
O exemplo vem do produtor Diego Amaral, de Piracaia, interior de São Paulo, que dobrou suas vendas de morangos ao entrar na onda do ‘morango do amor’. Acesse aqui e confira dicas valiosas para alavancar suas vendas.
E lembre-se: o Sebrae está sempre pronto para apoiar com orientação, cursos e estratégias para fortalecer o pequeno negócio rural. #PROGRAMETE #20
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Descubra o ‘ouro branco’ da Mata Atlântica paulista
#PROGRAMETE #19
Na Palmitolândia, em plena Mata Atlântica paulista, o palmito pupunha é valorizado como ouro branco. Ele vira alimento, papel, vassoura, cerveja e, em breve, até estrutura de construção! Tudo isso com foco em sustentabilidade, respeito ao meio ambiente e propósito.
Esse projeto reúne agricultura, gastronomia e turismo para mostrar o potencial da floresta e promover a conservação de espécies nativas, como o Jussara.
Confira aqui a história completa da Gabi Rodrigues, proprietária da Palmitolândia e veja o palmito com outros olhos!
#PROGRAMETE #19
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Saiba como o ‘ALI Rural’ impulsiona a gestão e os lucros do produtor
#PROGRAMETE #18
O Agente Local de Inovação Rural, ALI Rural, faz parte do programa gratuito do Sebrae que apoia os micro e pequenos produtores a aumentarem a produtividade, aprimorarem a gestão da propriedade e inovarem no campo.
E o impacto é real! Produtores atendidos pelo programa podem ter até 20% de aumento na renda, segundo Paulo Renato Cabral, gerente de inovação do Sebrae.
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Saiba como produtores de chás se tornaram referência nacional
#PROGRAMETE #17
O Sítio Shimada, tradicional produtor de chá artesanal, é a prova viva de que a formalização pode ser um divisor de águas para pequenos agricultores. Com o CNPJ em mãos e o negócio legalizado, a família conquistou novos mercados — inclusive fora do Brasil.
Além disso, encontrou no Sebrae/SP o apoio para transformar sonhos em negócios.
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Aprenda a usar o WhatsApp Business para vender mais
#PROGRAMETE #16
Para pequenos e microempreendedores, o WhatsApp Business pode ser um grande aliado na organização, nas vendas e na proximidade com os clientes.
Conversamos com a Natália Assunção, empresária que usa a ferramenta no dia a dia e compartilha a sua experiência e dá dicas pra quem quer profissionalizar o atendimento e vender mais.
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#PROGRAMETE #15
Antes de iniciar o cultivo de mel em Itu, interior de São Paulo, Galdino Avelino Cruz buscou qualificação no Sebrae e no Senar. Só depois de aprender tudo sobre as abelhas Apis Mellifera, que começou a preparar iscas em sua propriedade para atrair os insetos locais.
Atualmente, Galdino tem nove caixas de abelhas e consegue envasar cerca de 40 kg de mel por mês. Com isso, conseguiu montar o ‘Apiário Lua Mel’.
A certificação necessária para comercializar o mel ainda é um desafio, mas encontrou uma solução através de uma parceria com uma cooperativa de Sorocaba, que cuida de todo o processo de envase e rotulagem.
Quer saber mais sobre a história de Galdino Avelino Cruz?
Então aperte o play e confira detalhes desta história inspiradora.
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#PROGRAMETE #14
Halison Gusmão, produtor de cachaça artesanal no nordeste de Minas Gerais, apostou nas redes sociais como ferramenta de divulgação e venda. Com a nova estratégia, ele consegue vender sua produção com muito mais agilidade.
A gestora de Alimentos e Bebidas, Micheli Bueno, do Sebrae/RS, compartilha dicas práticas para você turbinar as vendas da sua loja no Instagram.
Produtora paranaense transforma propriedade em destino de turismo rural
#PROGRAMETE #13
Após superar desafios de saúde, Fabiana Castelari Leme, produtora rural de Marialva (PR), sentiu a necessidade de retomar o trabalho e encontrou uma forma inovadora de vender suas uvas sem sair de casa.
Ela começou divulgando seus produtos em grupos locais e passou a vender diretamente para os consumidores.
Mas foi além: abriu as porteiras do sítio e passou a receber clientes interessados em conhecer seu parreiral, dando origem ao Colha e Pague.
Em seguida, trouxe novas inovações para a propriedade e lançou o Open de Uva, ampliando o atendimento para estudantes e idosos.
Em todas essas iniciativas, Castelari contou com o apoio do Sebrae, mergulhou em capacitações e transformou sua propriedade em um destino de turismo rural, combinando tradição, experiência e novas oportunidades de negócio.
Quer conhecer mais a história da Fabiana Castelari Leme?
Sabia que é possível aumentar suas vendas e fortalecer a conexão com seus clientes através das plataformas digitais?
Mas não basta estar nas redes sociais, é essencial ter uma estratégia bem definida e um planejamento eficaz para divulgar e promover seus produtos.
Maria e Alexander, agricultores de Pedro de Toledo, interior de São Paulo, são prova disso. Com o apoio do Sebrae, eles aprenderam a criar conteúdos estratégicos para as redes sociais e, hoje, impulsionam seus produtos pelas redes.
Quer saber como fazer o mesmo e tornar seu Instagram mais atrativo?
Produtora rural aposta na produção orgânica e amplia sua rentabilidade
#PROGRAMETE #11
Heloísa da Silva Campos viu o potencial dos orgânicos e desenvolveu um modelo de negócio que combina propósito e rentabilidade.
Com práticas sustentáveis e foco na qualidade de seus produtos, como cebolas e alhos, Heloísa conquistou o mercado paranaense. Hoje, ela sabe bem que empreender no campo pode ser sustentável e lucrativo.
Clique aqui para conhecer mais sobre a inspiradora história de Heloísa Campos.
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PNAE apoia pequenos produtores rurais e incentiva a participação feminina no agro
#PROGRAMETE #10
Uma família que cultiva goiabas orgânicas em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, encontrou no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) uma oportunidade para aumentar a renda familiar, além de contribuir para a alimentação saudável de muitos alunos.
O programa também incentiva a participação feminina na comercialização da produção
Clique aqui e saiba quais são os documentos necessários para participar das chamadas públicas.
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PROGRAMETE #9
O turismo rural pode incluir atividades que vão desde hospedagem e interações com a natureza até uma experiência completa com o agro.
O sítio São João, administrado pela Jô Rocha e sua família, em Caçapava (SP), produz cana-de-açúcar, cachaças e licores. Atualmente, está sendo adaptado para gerar renda extra com o turismo rural. Acesse aqui e confira essa história!
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Do planejamento à colheita: saiba como um produtor de Goiás gerencia seus créditos
PROGRAMETE #8
Com um planejamento eficiente, Márcio Martins, produtor rural de Alexânia, Goiás, obteve crédito várias vezes, para inovar e transformar sua produção de hortaliças. A dedicação, compromisso financeiro e ajuda ativa da esposa, Maria Martins, impulsionaram o negócio no campo. Assista aqui essa história!
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IG: reconhecimento que vai além do selo
PROGRAMETE #7
De queijos artesanais a cafés especiais, a Indicação Geográfica é um reconhecimento que conecta produtos ou serviços ao território de origem, fortalecendo o turismo e a economia local. Além disso, garante ao consumidor a qualidade do que está adquirindo.
Gestão de sucesso: Quinta do Olivardo combina sabor e tradição
PROGRAMETE #6
Olivardo Saqui, empresário e produtor rural, concretizou seu sonho ao criar um espaço que une tradição, sabores e experiências no campo. É a pousada e restaurante Quinta do Olivardo, localizada em São Roque, interior de São Paulo.
Descubra as melhores oportunidades de financiamento rural no ‘programete 5’
Neste vídeo, há orientações sobre como solicitar crédito de forma consciente e estratégica. Não perca a chance de transformar oportunidades em crescimento real.
Veja como o crédito pode trabalhar a favor do seu sucesso! Confira:
PROGRAMETE #5
Produção orgânica valoriza alimentos e fortalece as vendas. Confira aqui o ‘programete 4’
A certificação garante qualidade, procedência e aumenta a valorização no mercado. Além de saudável, o selo contribui para o crescimento sustentável do setor.
A busca pelo selo orgânico tem transformado a realidade de pequenos produtores rurais. A certificação não apenas agrega valor aos produtos, mas também amplia a aceitação do público. O tomate cereja, por exemplo, destaca-se pelo sabor diferenciado e pela procedência garantida.
PROGRAMETE #4
Saiba como formalizar o seu negócio para crescer no mercado
A formalização garante os seus direitos como empreendedor e ajuda a ter acesso a mais recursos com competitividade de mercado
PROGRAMETE #3
Selo SIM: acesso a novos mercados
Entenda como a certificação municipal facilita a comercialização de produtos de origem animal com segurança e qualidade!
PROGRAMETE #2
Oportunidades para o pequenos produtor rural
Saiba o que é empreendedorismo rural e conheça mais sobre o Porteira Aberta Empreender.
A medida impacta especialmente manga, uva e gengibre, enquanto suco de laranja e castanha-do-Brasil ficam isentos da nova tarifa, mas mantêm os 10%.
A partir desta quarta-feira, 6 de agosto de 2025, entra em vigor a nova etapa da política tarifária norte-americana sobre produtos agroalimentares brasileiros. A medida estabelece uma sobretaxa adicional de 40%, que se soma aos 10% já em vigor desde abril, resultando em uma carga tarifária de até 50% sobre parte relevante das exportações brasileiras de frutas frescas.
O novo cenário afeta diretamente os principais produtos hortifrutícolas enviados aos Estados Unidos. Entre os mais impactados estão: manga, uva, gengibre, castanhas e suco de laranja. Dentre esses, apenas o suco de laranja e as castanhas-do-Brasil foram excluídos da sobretaxa adicional de 40%, mas mantêm a tarifa de 10%. Essas isenções parciais trazem alívio pontual ao setor citrícola e ao segmento de castanhas, mas não eliminam a pressão sistêmica sobre a cadeia de frutas e hortaliças frescas. Implicações e reações no setor
A aplicação plena do tarifaço amplia os desafios da fruticultura de exportação, sobretudo para produtores do Vale do São Francisco (frutas) e do Espírito Santo (com destaque para a produção de gengibre). A elevação dos custos para os importadores norte-americanos deve gerar uma renegociação de contratos, redução de volumes e, em muitos casos, a suspensão de embarques. Entidades setoriais e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) têm reforçado a necessidade de uma resposta diplomática urgente, enquanto os exportadores avaliam alternativas comerciais, como o fortalecimento das relações com a União Europeia, o Oriente Médio e mercados asiáticos.
Manga é o principal foco de preocupação
No curto prazo, a maior preocupação do setor recai sobre a manga, principal fruta fresca brasileira exportada para os EUA. Justamente nesta semana, a cadeia começaria a se organizar para os primeiros embarques da nova safra, mas o início da vigência da tarifa coloca em risco a viabilidade comercial dos próximos lotes.
Além de ser um produto altamente perecível e in natura, a manga é também um dos mais difíceis de redirecionar em grandes volumes para outros destinos em função da capacidade limitada de absorção de outros mercados. Assim como no setor cafeeiro, a expectativa do setor frutícola é que, caso a medida tarifária venha a provocar pressões inflacionárias internas nos EUA, haja uma revisão parcial da sobretaxa, especialmente para produtos não produzidos em escala comercial no território norte-americano — como é o caso da manga.
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No último sábado (16), foi realizado no Oeste da Bahia o Dia do Algodão, promovido pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). O evento bateu recorde de público e também a celebrou os 25 anos daentidade, reunindo cerca de 1,7 mil pessoas entre produtores rurais, empresários, estudantes e autoridades.
Realizado na Fazenda Santana, uma das maiores da região, do Grupo Franciosi, o encontro trouxe uma programação intensa, com palestras, visitas técnicas a estações de cultivares, espaço de expositores e discussões sobre inovação, sustentabilidade, mercado e o futuro do algodão brasileiro.
Para a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa, o aumento no número de participantes e expositores reflete a força do setor na Bahia.
Acredito que isso mostra a força do algodão no nosso estado. Já avançamos em mais da metade da colheita e as expectativas estão até se superando, mesmo diante dos desafios climáticos”, afirmou.
Anfitriã do evento, Valentina Franciosi, representante da segunda geração da família proprietária da Fazenda Santana, destacou a importância de abrir as portas da propriedade para o setor.
Foto: Vinicius Ramos/Canal Rural BA
“É um orgulho muito grande. Hoje temos cerca de 40 mil hectares irrigados, conseguimos duas safras por ano e buscamos sempre eficiência com os recursos hídricos. Além disso, a fazenda é referência em sustentabilidade, com áreas de reserva e preservação ao redor do rio”, disse.
Além do público, 37 expositores do setor participaram do encontro. O palestrante Rodrigo Buffon ressaltou a relevância do Oeste baiano para o debate agrícola no país.
“A região se tornou um palco de discussões sobre agricultura regenerativa de alta performance, com investimentos em solo, irrigação e sustentabilidade, o que resulta em qualidade e produtividade da fibra”, destacou.
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O parasitismo compromete a conversão alimentar – Foto: Divulgação
O manejo sanitário durante a transição do sistema extensivo para o intensivo é crucial para garantir produtividade no confinamento de bovinos. Segundo Antônio Coutinho, gerente nacional de marketing da Vetoquinol Saúde Animal, vermes e timpanismo estão entre os principais fatores que podem reduzir o desempenho dos lotes.
O parasitismo compromete a conversão alimentar e deve ser tratado antes da entrada no confinamento. “O tratamento anti-helmintico deve ser feito antes de os animais entrarem no sistema de terminação intensiva. E o problema é sério. Os vermes causam prejuízos de cerca de R$ 40 bilhões anuais à pecuária. Não podemos ignorar um problema dessa magnitude”, reforça Coutinho.
Já o timpanismo, provocado pelo excesso de gases no sistema digestivo, ocorre com frequência na mudança brusca da alimentação e pode levar à morte de animais se não houver intervenção rápida. “Essa condição tem rápida evolução e a equipe de manejo precisa estar muito atenta. Caso contrário, haverá perdas de animais e consequentes prejuízos econômicos”, completa o gerente.
Para enfrentá-los, a Vetoquinol disponibiliza produtos eficazes: o Ruminol VTQ®, à base de simeticona, combate o timpanismo sem deixar resíduos, enquanto os endectocidas Contratack Injetável Plus® e Bullmax® Premium controlam vermes, garantindo produtividade e segurança alimentar.
Com essas soluções, os pecuaristas conseguem minimizar perdas, manter o bem-estar animal e assegurar carne e leite de qualidade, fortalecendo a rentabilidade do confinamento. “Essas soluções resolvem os problemas dos pecuaristas contra dois desafios importantes, ampliando a produtividade e proporcionando manutenção da saúde e bem-estar dos animais”, conclui.
Pecuaristas, a busca por uma maior produção leiteira exige uma dieta bem elaborada e um manejo estratégico do rebanho. Patrícia Silva, produtora de Maria da Fé, no estado de Minas Gerais, tem uma vacada leiteira que produz 25 litros por dia e quer saber qual é a ração ideal para aumentar ainda mais a produção, já que seu gado também consome pastagem e silagem de milho.
Nesta segunda-feira (18), o zootecnista Tiago Felipini, especialista em nutrição animal e consultor da Alcance Planejamento Rural, respondeu à dúvida no quadro “Giro do Boi Responde”.
Compatação de silagem para o gado, um dos importantes volumosos para a alimentação do gado. Foto: Reprodução
Para aumentar a produção de leite acima de 25 kg por dia, a alimentação do animal precisa ser de alta qualidade. A silagem de milho, por ter uma excelente ingestão, é um volumoso de primeira linha para a produção leiteira intensiva.
Mesmo com pastagem seca disponível, o gado preferirá a silagem, que é mais nutritiva e garante uma fonte de energia e fibra de qualidade.
Em relação à ração ideal, Tiago Felipini recomenda uma com acima de 18% de proteína bruta. A dieta, combinada com a silagem de milho, será a base para o gado potencializar a sua produção, permitindo que os animais expressem todo o seu potencial genético para a produção de leite.
Manejo do rebanho e a distribuição da ração
Foto: Giro do Boi
A forma como a ração é fornecida também impacta o resultado. Para um manejo mais eficiente e que atenda às diferentes fases do ciclo de lactação das vacas, o zootecnista sugere:
Separar em lotes: Dividir o rebanho em três lotes, de acordo com o período de lactação:
Lote 1 (Início da lactação): Vacas recém-paridas, que podem ser desafiadas com uma dose de 8 kg de ração por dia. Essa é a fase em que a vaca atinge o pico de produção.
Lote 2 (Lactação intermediária): De 120 a 210 dias de lactação.
Lote 3 (Terço final): Acima de 210 dias, quando a produção já está caindo. A dose de ração pode ser reduzida para cerca de 2 kg por dia para otimizar o custo de produção.
Monitorar o escore corporal: O ideal é que as vacas no período de secagem estejam com um escore corporal de 3 (em uma escala de 1 a 5). Isso garante que o animal esteja bem-nutrido para a próxima lactação.
Fornecimento da ração: Ofereça metade da ração após a primeira ordenha e a outra metade após a segunda. A ração pode ser misturada ao volumoso ou colocada em cochos separados, dependendo da estrutura da fazenda.
Com essa dieta e manejo, a produtividade de sua fazenda pode ser aumentada, superando os 25 kg de leite por dia que você já tem e garantindo uma produção mais eficiente e rentável.
A temporada de primavera das empresas de leilões do Rio Grande do Sul contará com 243 eventos em 37 municípios (34 gaúchos e 3 em Santa Catarina). O número representa crescimento de 14,6% em relação a 2024, quando foram realizados 212 leilões.
Os dados são do Guia de Remates da Temporada de Primavera Gaúcha, divulgado pelo Sindicato dos Leiloeiros Rurais e Empresas de Leilão Rural do Rio Grande do Sul (Sindiler), em parceria com a Federação da Agricultura do estado (Farsul).
Balanço dos remates
Entre os eventos programados, os bovinos lideram com 115 leilões, seguidos dos equinos (106) e dos ovinos (20). Estão previstos ainda dois eventos mistos com oferta de bovinos e equinos.
Segundo o presidente do Sindiler, Fábio Crespo, a expectativa é de demanda firme por reprodutores de plantéis com alta pressão de seleção genética. “Temos consciência sobre as incertezas do mercado que afetaram o valor do boi nas últimas semanas, mas confiamos que a busca por reprodutores não será substancialmente afetada, uma vez que projetos de seleção genética são de médio e longo prazo”, afirmou.
Crespo destacou ainda a movimentação de investimentos de outros setores da economia em direção ao agronegócio. “O que estamos vendo é um aumento da confiança no agro, um setor que tem alicerces fortes e que inspira segurança”, disse.
Antecipação da temporada
O levantamento mostra também que os leilões de alta genética vêm ocorrendo cada vez mais cedo. Antes concentrados em setembro, agora são distribuídos ao longo do segundo semestre.
Para 2025, estão previstos 18 leilões em agosto, 70 em setembro, 92 em outubro e 12 em dezembro. Outubro segue como o mês com maior volume de vendas, mas a programação de agosto já mostra avanço em relação a anos anteriores.
De acordo com Crespo, a antecipação ocorre em função do uso de pastagens cultivadas e da integração lavoura-pecuária, que permitem preparar o gado mais cedo. O processo exige ainda a retirada dos rebanhos das pastagens para liberar áreas destinadas às lavouras de verão.
Papel estratégico da pecuária gaúcha
O presidente da Farsul, Gedeão Pereira, destacou a relevância econômica da pecuária para os municípios do Sul do Brasil. Para ele, a nova edição do Guia reforça a importância dos leilões na estruturação do setor.
“A busca pela eficiência e pela qualidade genética passa pelas pistas de remate. Esse trabalho fortalece o desenvolvimento da pecuária gaúcha e gera impacto em toda a economia regional”, afirmou.
Perspectivas para o setor
Com o crescimento no número de eventos e a antecipação dos remates, a temporada de primavera deve consolidar o avanço do setor de genética animal no Sul do país. A expectativa das entidades é de que a oferta diversificada e a demanda por reprodutores mantenham a liquidez do mercado, mesmo em um cenário de instabilidade nos preços do boi gordo.
O Brasil importou, em julho, o maior volume de fertilizantes do ano, com 4,79 milhões de toneladas, segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O resultado representa alta de 15,6% em relação a junho e de 7,1% frente ao mesmo mês de 2024, estabelecendo um recorde histórico para julho.
No acumulado de 2025, as importações brasileiras de fertilizantes somam 24,2 milhões de toneladas, aumento de 8,8% em comparação ao mesmo intervalo de 2024. Trata-se do maior volume já registrado para o período, superando o recorde anterior de 2022 (23,67 milhões de toneladas) em 2,2%.
Foto: Divulgação Datagro
Os dados do Ministério dão conta, ainda, que entre janeiro e julho de 2025, a Rússia manteve-se como principal fornecedora, com 6,88 milhões de toneladas embarcadas (28,2% do volume total), alta de 18% sobre igual período do ano anterior.
Na sequência, a China enviou 5,14 milhões de toneladas (21,2% do volume total), com crescimento de 75,7% na comparação anual, enquanto o Canadá ocupou a terceira posição, com 3,1 milhões de toneladas (12,8% do volume total), recuo de 2,2% frente a 2024.
Em balanço sobre esses números, a consultoria Datagro destaca que, após as incertezas geradas pelo conflito no Oriente Médio, entre Israel e Irã, em junho, o mercado registrou, em julho, uma intensificação das tensões com a escalada da guerra tarifária conduzida pelos Estados Unidos.
“A possibilidade de novas tarifas norte-americanas sobre países que mantêm relações comerciais com a Rússia, como o Brasil, aumentou o risco de interrupções no abastecimento e pressionou as cotações internacionais dos principais fertilizantes. A Índia foi o exemplo mais recente, sofrendo um acréscimo de 25 pontos percentuais nas tarifas de importação, totalizando 50%”, lembra a nota.
Segundo a consultoria, de forma geral, os produtores buscaram antecipar compras para garantir o suprimento necessário à produção.
“Agricultores latino-americanos podem enfrentar dificuldades caso os Estados Unidos ampliem sanções a importadores de fertilizantes russos — insumos essenciais para ganhos de produtividade em culturas como, por exemplo, abacate no México, café e frutas na Colômbia, e soja e milho no Brasil. Os números de julho já indicam um movimento de antecipação, e, com a maior demanda, os preços atingiram novos patamares de equilíbrio”, ressalta a Datagro.
Alta de preços de fertilizantes
Para a Datagro, o viés altista dos preços — já presente devido a restrições de oferta na China e na Rússia — intensificou-se no atual contexto. Assim, o preço médio CIF de compostos NP atingiu US$ 570,87/t, alta de 13,2% sobre junho e de 15,9% no comparativo anual.
Já a ureia CIF avançou 7% no mês, para US$ 427,37/t. MAP e KCl subiram entre 5% e 6% frente a junho. Em relação a julho de 2024, a ureia acumula aumento de 23%, o MAP de 23,8%, o KCl de 14,5% e o sulfato de amônio de 6,2%.
“Outro ponto de atenção é a preocupação de empresas importadoras de fertilizantes russos com possíveis retaliações dos EUA, levando-as a buscar fornecedores alternativos em um mercado de oferta restrita. A Mosaic, sediada nos Estados Unidos, alertou que novas interrupções comerciais entre os maiores fornecedores globais poderiam aumentar a volatilidade dos preços.”
Portas de entrada
No acumulado do ano, o porto de Paranaguá, no Paraná, foi a principal porta de entrada de fertilizantes no Brasil, com 6,34 milhões de toneladas (26,2% do total), seguido por:
Santos (SP) – 3,91 milhões ou 16,2%;
Rio Grande RS – 3,86 milhões ou 16%;
São Luís (MA) – 2,31 milhões ou 9,5%;
Salvador (BA) – 1,61 milhão ou 6,7%.
O dispêndio brasileiro com fertilizantes atingiu US$ 8,8 bilhões, alta de 16% na comparação anual, reflexo do maior volume importado e da elevação dos preços. As compras do insumo representaram 5,2% do total das importações brasileiras no período, ante 4,9% no mesmo intervalo de 2024.
A Datagro aponta que o segundo semestre costuma ser um período de aquecimento nas compras de fertilizantes no Brasil, o que, sazonalmente, mantém os preços em níveis mais altos. “Com as importações em trajetória ascendente, 2025 caminha para novo recorde, tanto em volume quanto em valor”, considera.
Para a consultoria, dado esse contexto, a relação de troca tende a piorar para os produtores, a depender também do preço da commodity, especialmente para aqueles que adiaram aquisições à espera de oportunidades mais favoráveis.
“Ainda assim, mesmo diante de preços elevados, a compra do insumo tende a ser mantida, já que a perda de produtividade por falta de tratos culturais teria impacto mais severo que o aumento de custos”, finaliza a nota da empresa.